Tag: NBA Draft

  • Pacers perdem pick da primeira rodada e presidente pede desculpas

    Pacers perdem pick da primeira rodada e presidente pede desculpas

    Cara, que situação bizarra aconteceu com o Indiana Pacers no draft lottery de domingo. O time perdeu 63 jogos na temporada — sessenta e três! — tudo com a esperança de conseguir um pick que mudaria o rumo da franquia. Aí na hora H, perderam essa chance também.

    O pick dos Pacers saiu na 5ª posição, ou seja, ficou de fora do top 4 que estava protegido numa troca que eles fizeram no meio da temporada. Resultado? O pick vai direto pro Los Angeles Clippers. Imagina a frustração da torcida…

    Kevin Pritchard assume a bronca

    Logo depois do resultado sair, o presidente Kevin Pritchard foi pro Twitter pedir desculpas. “Peço desculpas a todos os nossos torcedores”, escreveu ele. “Eu assumo ter corrido esse risco. Estou surpreso que saiu em 5º depois dessa temporada. Achei que merecíamos um pouco de sorte.”

    Olha, eu entendo o cara. Com 52,1% de chance de ficar no top 4, parecia uma aposta segura. Mas a NBA é isso aí — quando você menos espera, a casa sempre ganha.

    A troca que deu errado

    A parada toda começou quando os Pacers trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e mais picks pelo Ivica Zubac e Kobe Brown, tentando montar um time competitivo. O problema? Zubac fraturou a costela e jogou só cinco partidas por Indiana. Cinco!

    “Esse time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no próximo ano”, justificou Pritchard. “Sempre fomos resilientes.”

    Sinceramente, acho que foi uma jogada arriscada demais. Trocar peças jovens e picks por um jogador veterano quando você tá claramente em rebuild… sei não, viu.

    A torcida tá dividida nas redes sociais. Metade mandando o presidente tomar no que não presta, a outra metade apoiando a coragem de tentar acelerar o processo. E vocês, o que acham? Vale a pena esse tipo de risco?

    Com Tyrese Haliburton voltando de uma lesão no tendão de Aquiles e Pascal Siakam no elenco, os Pacers acreditam ter um time pra brigar pelos playoffs. Só que agora vão ter que fazer isso sem aquele reforço da primeira rodada que tanto precisavam.

    O Draft da NBA começa dia 23 de junho no Brooklyn. Vai ser interessante ver o que os Clippers fazem com esse pick que praticamente caiu do céu pra eles.

  • Pritchard pede desculpas por gamble que deu errado, mas fez certo

    Pritchard pede desculpas por gamble que deu errado, mas fez certo

    Cara, que momento constrangedor para o Kevin Pritchard. O presidente dos Pacers teve que ir no Twitter pedir desculpas para a torcida depois que o draft pick que eles mandaram pros Clippers virou realidade no domingo. Mas olha só — eu sinceramente acho que ele não tinha que pedir desculpa nenhuma.

    A situação foi assim: os Pacers tinham 52,1% de chance de manter o pick (top 4), mas 47,9% de mandar para Los Angeles se caísse em 5º ou 6º. E adivinha? Caiu exatamente no 5º lugar. Lá se foi a escolha direto pro bolso dos Clippers, tudo por causa da troca do Ivica Zubac em fevereiro.

    O pedido de desculpas que não precisava

    “Peço muito perdão para todos nossos fãs”, escreveu o Pritchard. “Eu assumo ter corrido esse risco. Surpreso que saiu em 5º depois deste ano. Achei que merecíamos um pouco de sorte. Mas lembrem — esse time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no ano que vem.”

    Mano, que accountability massa de um executivo. Mas também foi desnecessário pra caramba. Os Pacers fizeram um cálculo. Só porque deu errado não significa que foi burrada.

    Vamos pensar no contexto aqui: eles perderam o Myles Turner na free agency. E cara, a NBA tá vivendo uma crise de pivôs bons disponíveis no mercado. Estamos no meio de um boom de rebote ofensivo, e com times como Thunder e Spurs se armando pesado no garrafão, todo mundo precisa correr atrás.

    Zubac era a peça que faltava

    Os dias em que o Golden State resolvia tudo só no arremesso de 3 já eram. Hoje você PRECISA de altura para competir. E olha que o Zubac não é qualquer pivô — foi All-Defense em 2025, monstro no pick-and-roll, reboteiro de elite e ainda passa bem a bola.

    Ah, e tem mais: ele é barato! Vai ganhar só uns 42 milhões nos próximos dois anos. Isso permitiu Indiana pegar ele sem abrir mão de ninguém do core principal. Com Haliburton e Siakam já ganhando max, fazia todo sentido buscar valor assim.

    A real é que os Clippers não iam dar ele de graça. Zubac tem só 29 anos e eles poderiam ter construído em volta dele. Para convencer LA, precisava de um asset de alto potencial — e o pick proteção top-4 era exatamente isso.

    E vocês sabem qual era a jogada mais inteligente nessa história? A diferença entre o 4º e 5º lugar neste draft específico é GIGANTE. Tem quatro caras — AJ Dybantsa, Dylan Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson — que todo mundo trata como futuros astros. Qualquer um deles poderia ser o parceiro de longo prazo do Haliburton.

    Então pergunto: não valeria a pena correr o risco de 47,9%? Eu apostaria de novo, sinceramente. Às vezes você perde no cara ou coroa, mas isso não torna a decisão errada.

  • Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Wizards ganha loteria do Draft e faz a festa! Pacers se dão mal feio

    Cara, a loteria do Draft da NBA de 2026 foi simplesmente histórica! O Washington Wizards ganhou a primeira escolha pela primeira vez desde 2010, quando pegaram o John Wall. E olha, depois de três anos horríveis (perdendo mais de 64 jogos por temporada), eles finalmente mereciam essa sorte.

    A ordem ficou assim: Wizards em primeiro, Utah Jazz em segundo, Memphis Grizzlies em terceiro e Chicago Bulls em quarto. E cara, que timing perfeito para o Washington!

    Por que essa loteria foi tão especial?

    Primeiro, essa turma de 2026 está sendo chamada de uma das mais profundas da história da NBA. Quatro caras são considerados talentos de estrela: AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Sinceramente, qualquer um desses quatro pode mudar uma franquia.

    Segundo — e isso é crucial — essa foi a ÚLTIMA loteria antes da reforma do sistema. A partir do ano que vem, vai ser muito mais aleatório. Os três piores times vão ser “punidos” e as chances vão ser mais equilibradas. Ou seja, era agora ou nunca para quem estava fazendo tanking.

    Os grandes ganhadores

    Os Wizards foram os grandes vencedores, óbvio. Depois de sofrer por três anos (levaram surra por mais de 11 pontos por jogo!), finalmente conseguem uma escolha que pode mudar tudo. E o melhor: eles acabaram de contratar Anthony Davis e Trae Young. Então ou voltam aos playoffs ou ainda se beneficiam das duas loterias (a antiga e a nova).

    O Memphis Grizzlies também se deu bem, conseguindo a terceira escolha. Para um time que estava esperando competir mas teve uma temporada complicada, é uma oportunidade de ouro.

    E os Clippers? Mano, eles conseguiram algo que ninguém esperava. Mesmo estando nos playoffs há anos, acabaram com uma escolha boa. Isso é basketball inteligente.

    Os azarados da história

    Agora, os Brooklyn Nets… coitados. Eles fizeram uma aposta gigantesca em 2024, trocando várias escolhas futuras para recuperar o controle das escolhas de 2025 e 2026. Em 2025 já não deu em nada, e agora caíram na loteria quando mais precisavam subir.

    O Sacramento Kings continua com a zica. Cara, esse time não consegue ter sorte na loteria de jeito nenhum. É impressionante como eles sempre se complicam nessa hora.

    E os Indiana Pacers? A estratégia deles também falhou. Apostaram em ser ruins para conseguir uma boa escolha, mas não rolou.

    Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo para Washington? E será que essa reforma da loteria vai acabar definitivamente com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas… time sempre dá um jeito de “gerenciar” a temporada quando precisa.

  • Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Draft da NBA: Nets podem finalmente ganhar na loteria?

    Cara, chegou o dia. A loteria do Draft da NBA acontece domingo e eu tô aqui mordendo as unhas pensando se finalmente os Nets vão conseguir uma pick alta decente.

    Olha, não vou mentir — não é o dia mais importante da franquia desde que se mudaram pro Brooklyn. Isso seria aquele junho de 2019 quando pegaram Durant, Kyrie e DeAndre Jordan de uma vez só. (Melhor nem falar do que rolou depois…)

    Mas é gigante mesmo assim. Os Nets têm 14% de chance de pegar a primeira escolha geral, empatados com Wizards e Pacers. Vocês acham que finalmente a sorte vai sorrir pra gente?

    Como funciona essa história toda

    A coisa toda rola em Chicago, no McCormick Place. A ESPN começa a cobertura às 15h (horário de Brasília vai ser 17h). O negócio funciona assim: 14 times na sala, bolinhas de ping pong sendo sorteadas numa sala super segura.

    Vince Carter vai estar lá representando os Nets — e cara, que escolha perfeita. Hall da Fama, jogou quatro anos com o time quando ainda era em New Jersey. Aliás, ele vai ser o único Hall of Famer na mesa, junto com John Wall pelos Wizards.

    Joe Tsai, o dono, vai estar na sala onde a coisa realmente acontece. Vai ser o único dono lá dentro. Até o famoso Mr. Whammy (Bruce Reznick) vai estar presente como convidado.

    As chances dos Nets (e porque eu tô nervoso)

    Então, matematicamente: 14% pra primeira pick, 13,4% pra segunda, 12,7% pra terceira e 12% pra quarta. Somando tudo, são 52,1% de chances de ficar no top 4. Não é ruim, mas também não é garantia de nada.

    O que me deixa meio bolado: os Nets NUNCA ganharam a loteria desde que estão no Brooklyn. A última vez que pegaram a primeira escolha foi em 2000, quando tinham apenas 4,4% de chance e escolheram Kenyon Martin.

    Nos últimos 15 anos, eles tiveram apenas UMA pick de loteria — a oitava do ano passado, que virou o Egor Demin. Antes disso? Derrick Favors em 2010, que foi trocado quatro meses depois no negócio do Deron Williams.

    Sinceramente, depois de tantos anos vendo esse time trocar picks por veteranos que não deram em nada, seria monstro ter uma escolha alta de verdade. Uma chance de pegar um cara que pode mudar a franquia.

    E agora?

    Olha, eu sei que odds são odds e no final das contas são só bolinhas numa máquina. Mas cara, depois de tudo que esse time passou — as trocas malucas, os veteranos caros, os playoffs frustrados — seria absurdo finalmente ter sorte na loteria.

    O que vocês acham? Será que domingo é o dia da virada? Ou vamos ver os Nets caindo pra sexta ou sétima pick de novo, como sempre parece acontecer?

    Uma coisa é certa: vou estar colado na TV domingo, torcendo pra que essas malditas bolinhas finalmente sorriam pros Nets. Afinal, depois de tanto sofrimento, a gente merece pelo menos uma alegria no Draft, não é mesmo?

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery 2026

    Olha, quando eu vi que o Vince Carter ia representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery de domingo, minha primeira reação foi: “Pera aí, ele é lenda do Nets mesmo?” Mas depois que você para pra pensar, faz todo sentido.

    A NBA anunciou os representantes dos 14 times que vão estar no palco em Chicago no domingo, e tem cada nome interessante nessa lista. Carter é um dos três lendários que vão estar lá — junto com Rolando Blackman pelos Mavericks e John Wall pelos Wizards.

    Por que Carter pelos Nets faz sentido

    Muita gente pode achar estranho, mas das oito franquias que o Half Man, Half Amazing defendeu na carreira, o Nets (que na época era New Jersey) foi onde ele passou mais tempo depois do Toronto. Cinco temporadas inteiras, cara. E não foi só passagem — ele meteu 23.6 pontos por jogo lá, praticamente a mesma média que tinha no Raptors (23.4).

    Sinceramente, acho que o pessoal esquece do quanto o Carter foi importante pra franquia. Ele chegou no New Jersey em 2004 e foi uma das estrelas principais do time por um bom tempo.

    As outras lendas e representantes

    Além do Vinsanity, tem outros nomes que despertam nostalgia na lista. O Rolando Blackman pelos Mavs é outro que faz total sentido — 11 das 13 temporadas dele na NBA foram em Dallas. Já o John Wall pelos Wizards… nossa, que saudade de ver esse cara voando pela quadra.

    Uma coisa curiosa é que tem de tudo um pouco representando os times: desde lendas aposentados até jogadores atuais como o T.J. McConnell (Pacers) e Keyonte George (Jazz). Ah, e a Mallory Edens vai representar os Bucks de novo — ela é filha do dono e já fez isso antes, em 2014, quando o Milwaukee pescou o Jabari Parker.

    E aí, vocês acham que ter essas lendas no palco traz sorte pro Draft Lottery? Eu sempre fico na expectativa pra ver se rola alguma surpresa com os times que trazem ex-jogadores. O negócio vai ser domingo, 15h no horário de Brasília, e a gente vai descobrir quem vai ter a primeira pick. Apostam em quem?

  • Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Mavs contratam ex-analista da ESPN como novo GM

    Os Dallas Mavericks acabaram de fazer uma jogada interessante no mercado de executivos. Mike Schmitz, que muitos conhecem como analista da ESPN e Draft Express, agora vai comandar o front office dos Mavs como general manager.

    Sinceramente? Achei uma contratação inteligente. O cara passou os últimos quatro anos no Portland Trail Blazers como GM assistente, então já conhece bem os bastidores da NBA. Antes disso, cinco anos na ESPN analisando draft e talentos universitários — experiência que vai ser preciosa numa franquia que tá claramente em reconstrução.

    Do jornalismo para o front office

    A trajetória do Schmitz é meio inusitada, mas faz sentido. Formado na Universidade do Arizona (2009-2012), começou cobrindo esportes universitários no jornal da faculdade. Foi lá que desenvolveu o olho clínico para identificar talentos — habilidade que levou ele até a ESPN e agora pros Mavericks.

    “Mike é um dos avaliadores e mentes do basquete mais respeitados da NBA”, disse Masai Ujiri, presidente dos Mavs. E olha, vindo do Ujiri — que montou aquele time campeão dos Raptors em 2019 — isso tem peso.

    Desafio gigante pela frente

    Agora vem a parte difícil. Dallas vem de uma temporada 26-56 (sim, foi bem ruim mesmo) e tem 29% de chance de pegar uma escolha top-4 no Draft Lottery deste domingo. No ano passado eles tiveram sorte grande e pegaram a primeira escolha geral, que virou o Cooper Flagg — que por sinal tá sendo uma decepção até agora.

    Se não conseguirem uma das primeiras escolhas, provavelmente vão draftar no meio da loteria. E já tão especulando que podem mirar no Brayden Burries, armador do Arizona (coincidência ou não?). Vocês acham que o Schmitz vai apostar em jogadores que ele conhece bem da época de analista?

    O timing da contratação é perfeito — chegou bem antes do Draft de junho. Vai ser interessante ver como ele usa toda aquela experiência de análise pra montar um elenco competitivo. Dallas não chega nos playoffs desde 2022, então a pressão tá grande.

    A real é que os Mavericks precisavam de alguém com visão de longo prazo pra tirar a franquia desse buraco. E pelo currículo, o Schmitz parece ser a pessoa certa pro trabalho.

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?

  • Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Porter Jr. admite que ‘tirou o pé do acelerador’ após snub do All-Star

    Cara, o Michael Porter Jr. soltou umas verdades no podcast Road Trippin’ que me deixaram pensando. O cara foi bem honesto sobre como foi difícil lidar com a temporada dos Nets — e principalmente sobre como reagiu depois de não ser chamado pro All-Star Game.

    Olha, eu sempre respeitei quando um jogador assume os próprios erros, e o MPJ fez exatamente isso. Ele admitiu que “tirou o pé do acelerador” depois do snub do All-Star em fevereiro. Nas palavras dele: “Eu me arrependo de ter tirado o pé do acelerador depois de não conseguir ir pro All-Star Game, porque realmente não tinha mais nada pelo que a gente estava jogando.”

    A temporada difícil em Brooklyn

    E não é que o cara tem razão? A situação dos Nets era complicada mesmo. Porter Jr. contou que nunca tinha perdido tanto na carreira até chegar no Brooklyn. “A gente estava perdendo muito. Éramos jovens. Estávamos construindo algo, mas ainda não chegamos lá”, desabafou pro Kendrick Perkins.

    Sinceramente, dá pra entender a frustração dele. Imagina sair do Denver (onde tinha chances reais de título) pra uma reconstrução total? É osso mesmo. Mas o que me chamou atenção foi a maturidade dele em reconhecer que relaxou depois do snub. Disse que não estava frequentando tanto a academia, não se preparava direito, e o arremesso de 3 despencou.

    Apostando no futuro dos Nets

    Mas aqui vem a parte interessante: mesmo com toda essa dificuldade, o MPJ tá otimista com o futuro. Ele falou que conversou com o front office e acredita que os Nets vão conseguir um bom pick no Draft (que rola no domingo) e ainda têm muito espaço salarial — ele chegou a dizer que têm “o maior dinheiro da NBA” pra contratar um armador ou ala-armador de qualidade.

    Na real, ele exagerou um pouco aí — os Bulls provavelmente têm mais espaço que Brooklyn. Mas os Nets devem ter uns 50 milhões pra gastar, o que não é pouco não.

    O que mais me impressionou foi a comparação que ele fez com o Thunder. “É tipo Oklahoma City — demorou um tempo pra ficarem bons. Acho que vai ser assim aqui também”, disse ele. E olha, faz sentido. O OKC também passou por uma reconstrução longa antes de virar esse monstro que são hoje.

    E aí, vocês acham que o Porter Jr. tem razão em apostar nesse projeto dos Nets? Ou será que ele tá sendo otimista demais? Uma coisa é certa: assumir os próprios erros já é um primeiro passo importante. Agora é ver se ele volta com tudo na próxima temporada.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Cara, que notícia massa! O lendário Vince Carter foi escolhido para representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery deste domingo em Chicago. E olha, não podia ter escolha melhor.

    Depois de entrar no Hall da Fame em 2024 e ter sua camisa aposentada pelo Nets em janeiro passado, o VC vai mais uma vez ser homenageado pela franquia. Só que dessa vez é sobre o futuro — e que futuro promissor, diga-se de passagem.

    A conexão especial com New Jersey

    Muita gente lembra do Vince pelos anos em Toronto, mas sinceramente? Acho que foi em New Jersey que ele realmente brilhou. Chegou lá em dezembro de 2004 numa trade que o jornalista Peter Vecsey chamou de “a mais desequilibrada em 25 anos”. E que desequilibrada mesmo — os Raptors praticamente deram o cara de presente.

    Os números falam por si só: 23.6 pontos por jogo no Nets contra 23.4 em Toronto. E jogou quase a mesma quantidade de partidas (374 vs 403). Mas o mais importante? Ele recuperou toda aquela magia que parecia ter perdido no Canadá.

    O próprio Mr. Whammy — que aliás vai estar lá em Chicago como convidado do Joe Tsai — descreveu o VC de uma forma que me arrepia: “Ele era a estrela de balé da NBA. Você ficava imaginando as coisas que ele fazia e o que viria a seguir. Ele voava, girava embaixo da cesta. Não acho que já houve um jogador tão gracioso quanto Vince Carter.”

    E agora é sobre o futuro

    O Nets tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral e não pode cair abaixo da sétima posição. Não é uma situação ruim, mas vocês sabem como é esse negócio de lottery — sempre dá aquele frio na barriga.

    Outras equipes também escolheram seus ídolos do passado: Chicago com Tony Kukoc e Washington com John Wall. Mas convenhamos, poucos têm a presença e o carisma do VC.

    O Draft Lottery rola às 16h (horário de Brasília) na ESPN. E aí, acham que o Vince vai trazer sorte pro Nets? Eu tô torcendo — sempre gostei dessa combinação de talento veterano representando o futuro da franquia. É isso que faz a NBA ser especial.

  • Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Dono dos Bucks quer decidir futuro do Giannis até o Draft

    Olha, a situação do Giannis Antetokounmpo em Milwaukee tá pegando fogo mesmo. O dono dos Bucks, Jimmy Haslam, falou essa semana que quer uma decisão sobre o futuro do Greek Freak até o Draft de junho. Ou seja: nas próximas seis semanas a bomba vai explodir.

    “Se o Giannis for jogar em outro lugar, então devemos conseguir muitos assets”, disse Haslam. E olha, faz todo sentido. Com apenas um ano garantido de contrato restante (US$ 58,5 milhões na próxima temporada), é agora ou nunca pra Milwaukee conseguir algo em troca do cara que carregou a franquia nas costas por mais de uma década.

    A treta que ninguém esperava

    Sinceramente, eu não imaginava que chegaria nesse ponto com o Giannis. O cara que trouxe o primeiro título da NBA pra Milwaukee em 50 anos agora pode estar de saída. E a situação ficou bem feia na temporada passada mesmo.

    O pivô (literalmente) da confusão foi quando o time quis poupar o Giannis no final da temporada por conta de uma lesão no joelho, mas ele queria continuar jogando. Imagina a pressão: o cara vendo o time afundando e querendo ajudar, mas a organização dizendo “não”.

    Resultado? Giannis jogou apenas 36 partidas na temporada – muito pouco pra um MVP do calibre dele. E pela primeira vez em 10 anos, os Bucks ficaram fora dos playoffs. Doeu até em mim, que sou fã do cara desde os tempos de magrelo.

    Reset completo em Milwaukee?

    A franquia já contratou Taylor Jenkins como novo técnico pra substituir o Doc Rivers. E pasmem: quando entrevistaram o Jenkins, o Haslam foi direto ao ponto. “Olha, o Giannis pode ficar ou não. Então não venha por causa dele.”

    Cara, que transparência brutal. E talvez seja isso que Milwaukee precisa mesmo – um reset completo. Com Giannis chegando aos 32 anos e claramente insatisfeito, trocar ele por uma carga de jovens talentos e picks pode ser o caminho.

    Mas vou ser sincero com vocês: ver o Giannis saindo de Milwaukee seria meio que o fim de uma era. O cara transformou aquela franquia de irrelevante em campeã. E agora pode estar indo embora do jeito mais estranho possível.

    E aí, vocês acham que o Haslam vai ter coragem de trocar o maior ídolo da história dos Bucks? Ou será que essa pressão toda é só pra forçar uma renovação? A próximas seis semanas vão ser tensas demais.