Tag: NBA Draft

  • NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu botar ordem na casa! Depois de uma temporada completamente ridícula onde alguns times pareciam competir pra ver quem perdia mais, a liga está preparando uma proposta anti-tanking que promete mexer com tudo que a gente conhece sobre o Draft Lottery.

    A ideia é simples: punir quem faz corpo mole de propósito. E olha, era hora mesmo — cinco times terminaram com mais de 60 derrotas essa temporada. Cinco! É muita zona pra uma liga que se diz a melhor do mundo.

    Como funciona o novo sistema “3-2-1”?

    Então, aqui vem a parte interessante (e meio confusa). Ao invés dos 14 times de sempre, agora serão 16 times no sorteio. E a coisa fica assim:

    Os três piores times da liga — que hoje têm as maiores chances — vão ter apenas DUAS bolinhas no sorteio (5,4% de chance). Já os times que ficaram entre o 4º e 10º piores vão ter TRÊS bolinhas cada (8,1%). Ou seja, é melhor ser ruim mas não TÃO ruim assim.

    Cara, isso é genial na minha opinião. Imagina só: um time que tá brigando pra não ser o pior absoluto tem mais chances de pegar uma pick alta do que quem simplesmente desistiu da temporada. É como se a liga tivesse falado: “Quer tankar? Então se prepara pra se ferrar.”

    Mudanças que vão impactar pra caramba

    E tem mais coisa louca: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, nem pegar três picks do top-5 seguidas. Sabe o que isso significa? Times como Spurs (que pegaram Wembanyama), Pistons e Rockets teriam sido impedidos de montar seus núcleos atuais.

    Sinceramente, eu tô dividido nisso. Por um lado, entendo a necessidade de dar mais competitividade. Por outro, será que não é meio cruel demais com times que estão genuinamente ruins e precisam se reconstruir?

    A liga também vai ter mais poder pra punir quem fizer tanking descarado — e não vai ser só aquelas multazinhas de 100 mil dólares que o Adam Silver dava antes. Agora pode rolar redução nas chances do sorteio ou até mudança na posição do draft.

    Vai dar certo ou é só mais uma tentativa?

    O mais interessante é que isso é um teste. O sistema expira depois do Draft de 2029, então a NBA pode voltar atrás se der muito errado. Esperto da parte deles — ninguém quer criar um monstro que não consegue controlar depois.

    Olha, eu acho que era necessário fazer alguma coisa. Essa temporada foi constrangedora em alguns momentos, com times claramente jogando pra perder. Os Washington Wizards terminaram como os piores e vão ter uma pick garantida no top-5 num draft que todo mundo fala que é histórico.

    E vocês, acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de contornar o sistema? Eu tenho minhas dúvidas — quando tem muito dinheiro envolvido, sempre aparece alguém pra tentar burlar as regras.

    Se aprovada em 28 de maio, a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Vai ser interessante acompanhar como os GMs vão reagir a isso tudo.

  • NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    Olha, essa notícia me deixou meio de queixo caído. A NBA tá considerando uma mudança radical no sistema de draft que pode virar tudo de cabeça pra baixo. E sabe o que mais me impressiona? É que faz MUITO sentido.

    A proposta é simples na teoria, mas revolucionária na prática: os três piores times da liga não teriam mais as maiores chances de pegar a primeira escolha do draft. Imagina só — acabar com aquela lógica de “quanto pior, melhor” que rola há décadas.

    Como funcionaria o novo sistema

    Pelo que o jornalista Mark Stein reportou, os times com a 4ª a 10ª pior campanha teriam as melhores chances de fisgar o número 1 — 8,1% cada um. Três bolinhas na loteria pra cada time.

    Já os três piores times? Só 5,4% de chance. Duas bolinhas cada. A mesma probabilidade dos times com a 11ª a 14ª pior campanha.

    Cara, eu sei que parece meio injusto na primeira olhada, mas pensa comigo: isso acabaria de vez com o tanking. Sabe aquela situação chata de time claramente perdendo de propósito no final da temporada? Era pra ser coisa do passado.

    Outro ponto interessante é que a loteria passaria de 14 pra 16 times. Os dois perdedores do play-in entre 7º e 8º colocados entrariam na brincadeira com 2,7% de chance cada — uma bolinha só, mas pelo menos teriam uma oportunidade.

    O que isso muda na prática

    Sinceramente? Acho genial. Lembra do Dallas Mavericks ano passado? Eles tinham só a 11ª melhor chance na loteria e mesmo assim pescaram o Cooper Flagg na primeira escolha. O cara virou Rookie of the Year! Isso só prova que talento pode vir de qualquer lugar.

    Compare com os Wizards, Pacers e Nets deste ano — cada um com 14% de chance de pegar a primeira escolha. No sistema novo, essa probabilidade cairia pra 5,4%. É uma diferença absurda.

    A votação pode rolar já no dia 28 de maio, bem depois da loteria deste ano que acontece dia 10. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai mesmo acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de continuar perdendo de propósito?

    Na minha opinião, qualquer coisa que torne a liga mais competitiva é bem-vinda. Ver time claramente jogando pra perder no final da temporada é deprimente pra qualquer fã de basquete.

  • NBA quer acabar com o tanking: novo sistema ‘3-2-1’ chega em 2027

    NBA quer acabar com o tanking: novo sistema ‘3-2-1’ chega em 2027

    Galera, a NBA finalmente está tomando uma atitude sobre o maior problema da liga: o tanking descarado. E olha, eu achava que eles nunca iam ter coragem de mexer nisso de verdade.

    A proposta que tá na mesa é chamada de sistema “3-2-1” e, sinceramente, é bem mais radical do que eu esperava. Se for aprovada, entra em vigor no Draft de 2027 e vai mudar completamente a forma como os times pensam sobre perder de propósito.

    Como funciona essa parada toda?

    A ideia é aumentar o número de times na loteria de 14 para 16. Além dos 10 times que ficam fora dos playoffs, agora entram também os 9º e 10º colocados de cada conferência e quem perder no Play-In entre 7º e 8º lugar.

    Mas aqui vem o golpe: os três piores times da liga vão para uma “zona de rebaixamento” e ganham apenas 2 bolinhas cada um na loteria. Isso significa que suas chances de pegar a 1ª escolha caem de 14% para 5,4%. É uma queda brutal, cara.

    Os outros sete times que ficam fora dos playoffs ganham 3 bolinhas. O 9º e 10º lugares ficam com 2, e quem perde no Play-In entre 7º e 8º ganha 1. No total, são 37 bolinhas divididas entre 16 times.

    Quem sai ganhando e quem se ferra?

    Os times que mais se beneficiam são justamente aqueles que tentam competir mas não conseguem chegar nos playoffs. O 10º colocado, por exemplo, vê suas chances subir de 3% para 8,1% — um salto de mais de 5%!

    Já os três piores times? Se ferram bonito. E tem mais: eles podem cair até a 12ª posição no draft. Imagina você perdendo de propósito o ano todo e acabar com a 12ª escolha? Vai doer.

    Na minha opinião, isso é exatamente o que a liga precisava. Quantas vezes a gente viu times como os Pistons fazendo aquelas temporadas horríveis só pra tentar pegar um prospect top? É ridículo.

    Adam Silver não tá brincando

    Além de tudo isso, tem umas regras que mostram que o comissário tá com sangue no olho. Nenhum time pode ganhar a 1ª escolha em anos consecutivos, nem ficar no top 5 por três anos seguidos.

    E o mais pesado: o Adam Silver vai ter poder para punir tanking diretamente, podendo mexer nas chances do time na loteria ou até alterar sua posição no draft. Cara, isso é coisa séria.

    Vocês acham que isso vai realmente acabar com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas. Time desesperado sempre dá um jeito, mas pelo menos agora vai ficar bem mais arriscado apostar todas as fichas em perder.

    O que me preocupa é se isso não vai acabar criando uma zona cinzenta perigosa, onde times mediocres ficam eternamente mediocres porque não conseguem nem tankar direito nem competir de verdade. Mas enfim, alguma coisa tinha que ser feita.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança? Vocês acreditam que vai funcionar ou os times vão encontrar outros jeitos de furar o sistema?

  • NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    Gente, a NBA finalmente decidiu meter o pé na porta do tanking. E quando eu digo meter o pé, é METER MESMO. O comissário Adam Silver apresentou pros GMs uma reforma completa do Draft que promete virar o jogo de cabeça pra baixo — literalmente punindo quem resolve fazer corpo mole na temporada.

    A nova regra se chama “3-2-1 lottery” e, sinceramente, é mais complexa que jogada do Popovich nos playoffs. Mas vou explicar de um jeito que até minha vó entenderia.

    Como funciona essa bagunça toda

    Primeiro, eles vão expandir a loteria de 14 pra 16 times. Mas aqui vem o plot twist que vai fazer muito GM suar frio: os três piores times da liga vão ser PUNIDOS. Isso mesmo, punidos por serem ruins demais.

    Os times que ficarem em 4º ao 10º pior lugar vão ganhar três bolinhas na loteria cada um — que é o máximo possível. Já os três lanternas? Só duas bolinhas. E tem mais: eles são garantidos de pegar no máximo a 12ª escolha, mas os outros 13 times da loteria podem cair até a 16ª posição.

    Ou seja, se você resolver fazer tanking descarado, pode acabar pegando uma pick pior que um time que pelo menos tentou competir. É genial, na minha opinião.

    As regras anti-sorte também mudaram

    Mas a coisa não para por aí. Eles também criaram umas travas pra evitar que algum time vire “filho da sorte” da loteria:

    – Acabou a possibilidade de ganhar a 1ª pick em anos consecutivos
    – Proibiram também ganhar três picks do top-5 seguidas
    – E eliminaram algumas proteções de picks que existiam antes

    Cara, eu tô achando isso ABSURDO. No bom sentido. Quantas vezes a gente não viu time claramente fazendo corpo mole nas últimas semanas pra garantir uma posição pior? Lembra dos Sixers na era “Trust the Process”? Pois é.

    Silver não tá brincando em serviço

    O Adam Silver foi bem claro: tanking é a prioridade número um dele agora. E olha a declaração do cara: “Nós vamos resolver isso. Ponto final.” Sem papas na língua.

    A votação dos donos de time acontece dia 28 de maio, e se passar (que parece que vai), entra em vigor a partir do Draft de 2027. Tem também uma cláusula que faz a regra valer até 2029 — coincidindo com o fim do acordo coletivo atual.

    E aí, vocês acham que isso vai funcionar mesmo? Na minha visão, alguns times ainda vão tentar dar uma de espertos, mas pelo menos agora o risco é real. Imagina você fazer tanking a temporada toda e acabar pegando a 16ª escolha? Seria um vexame histórico.

    A NBA tá mandando um recado claro: quer competir de verdade ou vai ficar em casa assistindo os outros jogarem basquete bonito. E sinceramente? Era hora.

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.

  • NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    Galera, parece que a NBA tá mesmo decidida a mexer no Draft Lottery de uma vez por todas. E olha, a proposta que tá ganhando força é bem maluca: 18 times na loteria em vez dos atuais 14, com as chances muito mais equilibradas.

    Segundo o que tá rolando nos bastidores, a ideia que mais tá pegando é essa: os 10 piores times da liga teriam 8% de chance cada um de pegar a primeira escolha. Os outros 8 times dividiriam os 20% restantes. Sinceramente? Acho meio bizarro.

    O que muda na prática

    Se isso for aprovado (e só vai rolar se o Board of Governors votar a favor mês que vem), não são só os times do play-in que vão pra loteria. Os 4 times com pior campanha que chegaram aos playoffs mas perderam na primeira rodada também entram na brincadeira.

    Imaginem se isso existisse essa temporada — Raptors e talvez até o Phoenix estariam na loteria! E aí? Vocês acham justo um time que chegou aos playoffs ganhar a primeira escolha do Draft?

    Na minha visão, isso vai gerar uma polêmica monstro no primeiro ano que acontecer. Porque vai acontecer, né? Com a sorte que a NBA tem pra essas coisas…

    Menos tanking, mais problemas?

    A lógica do Adam Silver é simples: se todo mundo tem chance parecida, ninguém vai querer perder de propósito. E até faz sentido — dar 8% igual pra todos os 10 piores diminui o incentivo de correr atrás do pior recorde da liga.

    Mas olha só que paradoxo absurdo: nos anos que aparecer um Wembanyama ou Cooper Flagg da vida, os times vão tankar do mesmo jeito pra garantir que ficam no bottom-10. E nos anos de Draft fraco (como deve ser o próximo), o Silver vai sair por aí falando que a solução dele funcionou perfeitamente.

    Cara, eu entendo a intenção, mas tô com os GMs que falaram pros caras do The Athletic: isso pode criar problemas novos que vão ter que resolver depois. O Draft existe justamente pra ajudar os times ruins a ficarem bons — é assim no futebol americano, hockey, baseball. Por que no basquete tem que ser complicado?

    Lembram do que rolou com Dallas? 11 times tinham recorde pior que eles, mas os caras ganharam na loteria com 1,8% de chance e pegaram o Cooper Flagg. Como isso ajuda um time que tá realmente sofrendo há anos?

    O que vocês acham dessa mudança? Comentem aí — na boa, tô curioso pra saber se eu tô sendo muito conservador ou se essa história de 18 times na loteria é furada mesmo.

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.

  • NBA quer mudar tudo no Draft – e a ideia é bem louca

    NBA quer mudar tudo no Draft – e a ideia é bem louca

    Olha, vocês viram essa bomba que pode rolar na NBA? A liga está seriamente considerando uma mudança radical no sistema de loteria do Draft que, sinceramente, vai mexer com tudo que a gente conhece.

    Na quinta-feira rolou uma reunião virtual com os executivos dos 30 times para discutir essa reformulação. E a proposta que tá ganhando força é bem diferente do que temos hoje – eles querem incluir 18 times na loteria ao invés dos 14 atuais.

    Como funcionaria esse novo sistema?

    A ideia é que além dos 14 times que não chegaram aos playoffs, os quatro times que se classificaram através do Play-In também entrem na loteria. Meio maluco, né?

    Mas aqui vem a parte interessante: os 10 piores times (que nem chegaram perto dos playoffs) dividiriam 80% das chances de loteria, com 8% cada um para ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com os 20% restantes.

    Na minha visão, isso faz sentido para acabar com o tanking descarado que a gente vê todo ano. Sabe aqueles times que propositalmente perdem jogos para ter chances melhores no Draft? Pois é, essa mudança ia diminuir bastante o incentivo para isso.

    O que isso muda na prática?

    Imagina só: times como o Heat ou o Warriors, que brigaram no Play-In, também teriam uma pequena chance de pegar uma escolha alta. É quase como ganhar na loteria duas vezes, não acham?

    Mas eu fico pensando se isso não vai acabar prejudicando times que realmente estão em reconstrução. Tipo, se você é um time genuinamente ruim, suas chances de melhorar através do Draft diminuem um pouco.

    A NBA tá levando isso bem a sério – envolveram executivos, a associação dos jogadores, todo mundo. E se aprovarem, as mudanças só entram em vigor na temporada 2026-27, afetando o Draft de 2027.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai complicar mais as coisas? Eu tô curioso para ver como os GMs vão reagir a essa proposta.

  • Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Olha só que reviravolta: Taylor Jenkins está voltando pra Milwaukee como técnico principal dos Bucks. Cara, esse cara conhece a casa — foi assistente técnico lá em 2018-19 antes de ir comandar o Grizzlies por seis anos.

    E pode acreditar, a contratação não podia vir em momento mais tenso. O futuro do Giannis na cidade está mais incerto do que nunca.

    A situação do Greek Freak tá complicada

    Vamos falar a real: temporada 32-50 é de dar dó pra uma franquia que sonha em título. E o Giannis? Bem, a novela sobre ele pedir trade rolou a temporada inteira. Na minha visão, os Bucks estão numa encruzilhada — ou fazem acontecer agora ou perdem o cara que mudou a história da franquia.

    Jenkins é uma aposta interessante porque ele serve pros dois cenários. Se o Giannis fica, o cara já conhece como trabalhar com ele (lembram que foram colegas?). Se ele vai embora… bom, Jenkins pegou um time jovem em Memphis e transformou em candidato aos playoffs rapidinho.

    A matemática não tá fácil

    Sinceramente? Tô vendo que vai ser difícil convencer o Giannis a ficar. Aquela jogada de dispensar o Damian Lillard pra contratar o Myles Turner foi um tiro no pé — agora eles têm 22,5 milhões do salário do Dame comendo espaço salarial pelos próximos três anos. Absurdo.

    Os Bucks vão pro Draft com a décima pior campanha da liga. Podem até conseguir uma pick legal na loteria, mas não vai ser a primeira geral — isso porque os Hawks ficam com a melhor pick entre Bucks e Pelicans (que tá em sétimo nas odds).

    E aí, vocês acham que o Jenkins consegue segurar o Giannis? Ou será que já era e Milwaukee vai partir pra reconstrução total? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir o futuro da franquia pelos próximos anos.

    Pessoalmente, acho que se não rolou com o Budenholzer (que ganhou título) e nem com o Doc Rivers, talvez seja hora de pensar diferente. O Giannis merece brigar por anel — e os Bucks precisam decidir se ainda conseguem oferecer isso pra ele.

  • Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Olha, eu não esperava essa quando comecei a acompanhar a temporada do North Carolina. Caleb Wilson tá sendo cotado por executivos da NBA como possível segunda escolha do próximo Draft. Sim, você leu certo — segunda escolha.

    A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e sinceramente me deixou de queixo caído. Wilson terminou a temporada com médias de 19.8 pontos e 9.4 rebotes pela UNC, números que impressionam mas que eu não imaginava que fossem colocá-lo tão alto assim no Draft.

    Por que Wilson tá subindo tanto?

    A comparação que os executivos tão fazendo é interessante: Wilson tem o mesmo teto alto que Darryn Peterson, do Kansas, mas sem os problemas de disponibilidade que o Peterson teve na temporada. E cara, isso faz toda diferença na hora de escolher um jogador no Draft.

    Peterson é talentoso pra caramba, mas teve questões que deixaram os times meio ressabiados. Wilson? O cara foi consistente o ano todo em Chapel Hill, mostrou que pode performar quando a pressão aperta.

    Cameron Boozer fica pra trás?

    O que mais me chamou atenção é que já em abril os executivos falavam que Wilson poderia entrar no top 3, passando até na frente do Cameron Boozer. E olha que Boozer vem sendo um dos nomes mais comentados desde o colegial.

    Na minha visão, isso mostra como o Draft é imprevisível. Um cara que talvez não estava nem no radar de muita gente no começo da temporada agora pode ser uma das primeiras escolhas. É absurdo como uma temporada sólida pode mudar tudo.

    E aí, vocês acham que Wilson realmente tem o que é preciso pra ser uma escolha tão alta assim? Ou será que é só hype de final de temporada? Porque vou te falar, 19.8 pontos e 9.4 rebotes na ACC não é brincadeira não.