Tag: NBA Draft

  • Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Acuff declara pro Draft: AI disse que lembra ele mesmo

    Cara, quando Allen Iverson fala que um garoto lembra ele mesmo, você para tudo e presta atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Acuff Jr., o calouro de Arkansas que acabou de declarar pro Draft 2026.

    O menino anunciou ontem no NBA Today da ESPN que vai pro Draft. E sinceramente? Era questão de tempo. Acuff tá sendo projetado como top-10, a maioria dos mocks tem ele entre o 5º e 6º pick — ou seja, grana PESADA esperando por ele.

    Os números que impressionam

    Olha só esses números da temporada dele: liderou toda a SEC com 23,5 pontos por jogo, acertando 44% das bolas de três. QUARENTA E QUATRO PORCENTO! E ainda por cima distribuiu 6,4 assistências por partida.

    O que mais me chama atenção nele é a versatilidade. Pode jogar com a bola na mão como armador clássico ou jogar sem bola criando para si mesmo. É desses jogadores com QI alto que você vê e pensa: “esse cara nasceu pra isso”.

    A comparação com AI não é à toa. Acuff tem aquela pegada de conseguir resolver o jogo quando precisa — seja criando pro time, seja buscando a cesta quando tudo tá difícil.

    Mas nem tudo são flores

    Agora vem a parte que preocupa os scouts (e me preocupa também, não vou mentir). O garoto tá listado com 1,90m, mas a galera espera que ele meça menos no Draft Combine. Já mediram ele descalço em 2023 e deu 1,85m. Na NBA de hoje, isso é pouco pra um armador.

    E tem outro problema: defesa. Pelos relatos, ele seria o pior defensor entre todos os possíveis escolhidos na loteria. E a gente sabe como é… na NBA atual, se você não consegue se virar na defesa sendo baixinho, a coisa complica.

    Lembram do que aconteceu com alguns armadores pequenos que não defendem? A liga não perdoa muito não.

    Decisão acertada mesmo assim

    Mesmo com essas ressalvas, acho que ele fez a escolha certa. Financeiramente falando, é um no-brainer — top-10 pick significa contrato rookie milionário garantido. E o talento ofensivo dele é real, cara tem potencial All-Star.

    Vocês acham que ele consegue superar as limitações físicas? Eu tenho um pé atrás com armadores pequenos que não defendem, mas quando AI diz que o moleque lembra ele… bom, talvez seja diferente mesmo.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante acompanhar onde ele vai parar no Draft de junho. Se algum time apostar pesado nele, pode dar muito certo — ou muito errado.

  • GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    GM dos Hornets recusa atalhos: ‘Não podemos pular etapas’

    Olha, eu confesso que gosto da postura do Jeff Peterson. O GM dos Charlotte Hornets saiu da eliminação no play-in contra o Orlando Magic com uma mentalidade que, sinceramente, faz todo sentido: sem pressa, sem atalhos.

    “Não podemos pular etapas”, disse Peterson em entrevista. “Já vi isso acontecer muitas vezes e nunca termina do jeito que você espera quando tenta acelerar o processo.”

    E cara, ele não tá errado não. Quantas vezes já vimos times tentando forçar a barra, trocando picks por veteranos caros, só pra se complicar depois? O próprio Charlotte já passou por isso no passado.

    Construção sólida em andamento

    O interessante é que Peterson tá genuinamente empolgado com o progresso interno que o time fez essa temporada. E olha, dá pra entender o otimismo — LaMelo Ball quando saudável é um monstro, Brandon Miller mostrou flashes do que pode ser, e Miles Bridges voltou bem depois de toda aquela confusão.

    “Fizemos muito progresso essa temporada internamente, e estou animado porque sei que isso vai continuar acontecendo”, completou o GM.

    Na minha visão, essa paciência estratégica pode ser exatamente o que Charlotte precisa. Eles têm flexibilidade financeira e assets pra trabalhar.

    Draft 2026: duas chances na primeira rodada

    Aqui fica interessante: os Hornets têm duas picks de primeira rodada no draft de 2026. Peterson chamou de “um dos drafts mais profundos” que já participou. Duas chances de ouro pra encontrar peças que se encaixem na cultura do time.

    “Estou muito empolgado com este draft”, disse Peterson. “Seja trazendo dois jogadores ou consolidando as picks, teremos diferentes opções pra explorar.”

    E vocês, acham que Charlotte tá certo em ter paciência? Ou deveriam tentar acelerar o processo pra aproveitar a janela do LaMelo? Eu tô torcendo pra que essa construção devagar e sempre dê certo — seria legal ver os Hornets brigando por algo mais sério nos próximos anos.

  • Thomas Haugh recusa NBA e volta pra Florida: decisão que mudou tudo

    Thomas Haugh recusa NBA e volta pra Florida: decisão que mudou tudo

    Cara, vocês viram a bomba que o Thomas Haugh soltou? O cara que estava cotado para ser escolhido na loteria do Draft da NBA resolveu dar uma de maluco e voltar para a Florida para a temporada sênior. Isso mesmo — um prospecto Top 15 preferiu ficar na faculdade.

    Olha, eu sinceramente não esperava isso. Haugh estava rankeado como 13º melhor prospecto disponível e tinha tudo para ser selecionado entre as picks 11-15. O moleque teve números absurdos na temporada passada: 17.1 pontos, 6.2 rebotes e 2.1 assistências em 34 jogos pelos Gators.

    A decisão mais difícil da vida

    “A maioria dos caras na minha posição no draft, seria óbvio ir para a NBA”, disse Haugh para a ESPN. Mas aí que tá — não foi só sobre dinheiro (embora o NIL tenha pesado). O cara falou que quer jogar com os parceiros dele, pelo técnico Todd Golden, pela escola que ele ama.

    E vocês sabem o que mais me impressiona? Haugh é o primeiro prospecto de loteria a voltar para a faculdade desde Miles Bridges, do Michigan State, em 2017. Sete anos, gente! Isso mostra como essa decisão foi realmente única.

    O maluco ganhou honras de terceiro time All-American e primeiro time All-SEC na temporada passada. Números que falam por si só.

    O poder do NIL mudando o jogo

    Aqui que fica interessante (e meio louco, na minha opinião). Aparentemente, Haugh vai ganhar MAIS dinheiro ficando na Florida do que seria pago como calouro na NBA. O técnico Golden foi direto: “O valor de NIL legítimo do Tommy na Florida é 10 a 20 vezes maior do que seria em um time da NBA no ano que vem”.

    Mano, isso é uma mudança de paradigma total! Antes, se você tinha talento para NBA, você ia — ponto final. Agora os caras estão fazendo contas e descobrindo que podem ganhar mais na faculdade. É o mundo de cabeça para baixo.

    A família do Haugh e o agente Aaron Klevan procuraram Golden para saber como seria uma possível volta, e aparentemente não precisaram vender muito peixe. “Eles são meus caras”, disse Haugh sobre a equipe técnica.

    Nostalgia que pesa na decisão

    Uma coisa que me chamou atenção foi quando Haugh falou: “Eu cresci sendo fã da Florida. Tim Tebow. Os campeonatos nacionais consecutivos. O time de 2014, eu lembro”. Cara, isso aí é amor verdadeiro pelo programa.

    Vocês acham que essa tendência vai pegar? Imaginem quantos outros prospectos não estão olhando para essa situação e pensando: “Poxa, talvez eu também devesse ficar mais um ano”.

    Sinceramente, acho que o Haugh fez uma jogada inteligente. Vai desenvolver mais o jogo dele, ganhar uma grana boa com NIL e ainda por cima jogar onde se sente em casa. Win-win-win, como dizem por aí.

    E aí, o que vocês acham dessa decisão? Acertou em cheio ou perdeu a oportunidade da vida?

  • Suns só têm uma escolha no Draft 2026 – vai dar liga?

    Suns só têm uma escolha no Draft 2026 – vai dar liga?

    Olha, vou ser sincero: quando vi que o Phoenix Suns vai ter apenas UMA escolha no Draft de 2026, bateu aquela sensação estranha. Uma pick só? E ainda por cima a 47ª? Cara, isso é basicamente pescar no final do segundo round.

    Mas calma aí. Antes de sair falando mal, vamos lembrar que essa diretoria do Suns tem um histórico interessante nas escolhas tardias. Oso Ighodaro (40ª pick), Rasheer Fleming (31ª) e Koby Brea (41ª) — todos vieram do segundo round e têm mostrado serviço. Coincidência? Acho que não.

    O quebra-cabeça das picks do Suns

    A situação é meio confusa mesmo. Originalmente, Phoenix tinha mais escolhas, mas olha só onde elas foram parar:

    A 16ª pick? Foi pro Memphis via Orlando. A 48ª? Tá nas mãos do Dallas. Sobrou só a 47ª, que veio numa negociação maluca envolvendo Philadelphia, Houston e Oklahoma City. Essas trocas da NBA são um labirinto, né não?

    Brian Gregory e a diretoria têm sido bem ativos no mercado de Draft nos últimos anos. Lembro que no ano passado eles foram agressivos pra buscar jogadores que encaixavam no perfil deles. E funcionou.

    A estratégia pode ser subir no Draft

    Sinceramente? Não me surpreenderia nada se os Suns tentassem trocar essa 47ª pick mais algum ativo pra subir no Draft. Eles têm mostrado que não têm medo de ser agressivos quando veem um cara que querem.

    O novo formato do Draft também pode favorecer esse tipo de movimento. Se algum jogador “NBA-ready” escorregar até o segundo round — tipo o que aconteceu com Rasheer Fleming —, pode apostar que Phoenix vai tentar dar o bote.

    E vocês, acham que uma pick só é suficiente pra um time que ainda tenta se manter competitivo? Ou será que vem negociação por aí?

    Uma coisa eu sei: essa diretoria tem mostrado que não importa onde você é escolhido, mas sim como você é desenvolvido. E nisso, Phoenix tem feito um trabalho interessante.

  • Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: os Dallas Mavericks conseguiram a façanha de fazer TUDO errado nessa temporada. E agora pagaram o preço no pior momento possível.

    Os caras terminaram empatados com o New Orleans em 26 vitórias e 56 derrotas. Sabe o que acontece quando você empata na NBA? Vai pro sorteio. Não é literalmente cara ou coroa — a liga usa aquelas bolinhas de ping-pong lá em Nova Jersey, mas o resultado é o mesmo: sorte pura decidindo o futuro do seu time.

    A hesitação custou caro

    E adivinha? Dallas perdeu.

    Agora eles entram na loteria do Draft com a 8ª melhor probabilidade ao invés da 7ª. “Ah, mas é só uma posição”, vocês podem pensar. Mano, essa uma posição faz TODA a diferença no mundo.

    Na 7ª posição, você tá relativamente protegido de uma queda feia. Na 8ª? Não tá não. A probabilidade de cair pro 9º-11º lugar aumenta muito, principalmente com esse formato da loteria que permite times atrás de você pularem pro top 4. É aí que a coisa fica séria.

    Eles já sabem como isso pode mudar tudo

    E o mais doído? Dallas viveu exatamente isso ano passado, só que do lado bom. Eles empataram com Chicago, ganharam o sorteio, ficaram com as melhores odds… e acabaram pescando o Cooper Flagg em 1º lugar! Mudou completamente o rumo da franquia.

    Agora estão do lado ruim da moeda. E olha que frustrante: isso não era inevitável. Os Mavericks tiveram a temporada inteira pra decidir se iam competir ou tankar. Fizeram nem uma coisa nem outra. Ficaram naquele meio termo maldito que na NBA é o pior lugar possível.

    Pegaram umas vitórias a mais no final da temporada (quando deviam estar perdendo de propósito) e agora deixaram algo tão importante assim nas mãos do acaso. Que estratégia é essa, gente?

    Agora é torcer e rezar

    Claro que ainda dá pra sonhar. Dallas ainda tem chance de pular pro top 4, ainda pode dar tudo certo. Mas as chances de deslizar na classificação aumentaram muito. E num Draft que vai ser crucial pra construir um time ao redor do Flagg, cada posição conta demais.

    É isso aí: uma temporada inteira de decisões ruins pode ser resumida numa única frase: os Mavericks flertaram com o sucesso e com o fracasso, e no final não conquistaram nem um nem outro. Agora é torcer pra sorte estar do lado deles na loteria.

    E vocês, acham que Dallas ainda consegue um top 4 ou vai se dar mal mesmo?

  • Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Calouro do Alabama se declara para o Draft 2026 – muito cedo?

    Olha, eu confesso que fiquei meio confuso quando vi essa notícia. Amari Allen, o ala de 1,98m do Alabama, acabou de anunciar que vai se declarar como candidato antecipado para o Draft da NBA de 2026. Sim, você leu certo – 2026. O cara mal terminou o primeiro ano na faculdade e já tá de olho na liga.

    Vamos aos números que ele botou na mesa como calouro: 11,4 pontos, 6,9 rebotes e 3,1 assistências por jogo em 32 partidas. Aproveitamento de 44,6% nos arremessos de quadra e 73,8% nos lances livres. São números sólidos pra um freshman, não vou mentir, mas me pergunto se já é hora de dar esse passo.

    ESPN já de olho no garoto

    A ESPN colocou Allen como o 29º melhor prospecto para o Draft de 2026. Posição interessante, mas ainda longe do top 20 que normalmente garante uma primeira rodada. E aqui que fica a questão: será que não seria melhor ficar mais um ou dois anos na faculdade desenvolvendo o jogo?

    O que me chama atenção é o físico do moleque – 1,98m com versatilidade pra jogar várias posições. Nas estatísticas, ele mostrou que consegue contribuir em várias áreas: pontua, pega rebote e ainda distribui a bola. É o tipo de jogador que a NBA adora hoje em dia.

    Decisão arriscada ou jogada de mestre?

    Sinceramente, acho que Allen tá apostando alto demais, muito cedo. O Alabama é um programa forte no basquete universitário, e ficar mais tempo por lá poderia lapidá-lo melhor. Por outro lado, entendo a pressa – se você tem talento, por que não tentar logo?

    O Crimson Tide perde um jogador que estava se estabelecendo como peça importante no time. Allen contribuía tanto no ataque quanto na defesa, e essa versatilidade dele certamente fará falta pro técnico.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele deveria ter esperado mais um pouco ou tá certo em tentar a sorte agora? Essa geração de jogadores tá cada vez mais ansiosa pra chegar na NBA, mas nem sempre é a melhor estratégia. Vamos ver se Allen consegue sustentar essa aposta nos próximos anos.

  • NBA vai sortear ordem do Draft 2026 na segunda — e tem muito caos aí

    NBA vai sortear ordem do Draft 2026 na segunda — e tem muito caos aí

    Gente, a NBA vai fazer aquele sorteio tradicional pra definir a ordem do Draft de 2026 na segunda-feira, dia 20 de abril. E olha, tem umas situações bem malucas rolando por aí.

    Basicamente funciona assim: quando dois ou mais times terminam com o mesmo record, eles fazem um sorteio pra ver quem pega a posição melhor no draft. Se for time que tá na loteria (os piores da temporada), isso define a ordem antes da loteria oficial — aí as chances ficam divididas igualmente entre os times empatados.

    Os empates que vão ser decididos

    Olha só a bagunça que tá formada:

    Posições 4/5: Sacramento Kings e Utah Jazz vão duelar. Sinceramente, qualquer um dos dois merece uma ajuda no draft depois das temporadas que fizeram.

    Posições 7/8: Dallas Mavericks e New Orleans Pelicans. Mas atenção: essa pick dos Pelicans na verdade vai pro Atlanta Hawks ou Milwaukee Bucks, dependendo de qual posição for mais favorável. Que esquema maluco, né?

    Posições 16/17/18: Aqui a coisa fica interessante com Orlando Magic, Philadelphia 76ers e Phoenix Suns. Mas plot twist — nenhum desses times vai ficar com as picks mesmo. O Magic vai pro Memphis, o Sixers pro Oklahoma City Thunder, e o Suns pro Charlotte. É tipo trocar presente de amigo secretário, só que com picks de draft.

    Mais empates e trocas malucas

    Posições 19/20: Atlanta Hawks contra Toronto Raptors. Só que a pick do Hawks vai direto pro San Antonio Spurs. Os Spurs devem tá rindo à toa vendo isso.

    Posições 22/23: Cleveland Cavaliers e Houston Rockets empatados, mas — adivinhem — as picks vão pra outros times. Cavs pra Atlanta e Rockets pro Sixers.

    Posições 24/25: Lakers e Knicks fecham a lista. Pelo menos esses dois ficam com suas próprias picks, né?

    Cara, eu fico impressionado como a NBA virou esse mercado louco de trocas de picks. Parece que metade da liga trocou suas escolhas futuras por jogadores veteranos. E aí, vocês acham que essas trocas todas compensaram no final?

    O segundo turno do draft vai seguir a ordem inversa do primeiro, então quem pega posição ruim no começo pelo menos se dá bem depois. É segunda-feira que a coisa se resolve — vamos ver quem tira a sorte grande!

  • A resposta ÉPICA de Anthony Edwards pros haters do Draft 2020

    A resposta ÉPICA de Anthony Edwards pros haters do Draft 2020

    Lembram quando todo mundo duvidava do Anthony Edwards antes do Draft de 2020? Cara, que absurdo isso era.

    O garoto tinha 19 anos e os “especialistas” ficavam questionando se ele realmente AMAVA basquete. Imaginem só — um moleque que vivia respirando bola sendo questionado sobre paixão pelo jogo. Era o tipo de crítica que me deixava irritado só de ouvir.

    “Vocês tão loucos se acham isso”

    Chris Hines, que trabalhava com os Timberwolves na época, contou uma história que virou lenda dentro da franquia. Ele decidiu confrontar o Edwards diretamente sobre essas críticas malucas do draft.

    A resposta? Puro ouro.

    “Aquele garoto olhou nos meus olhos e disse: ‘Vocês tão me sacaneando’ (tradução livre da versão original bem mais pesada). Eu quero ser o melhor que já fez isso.”

    Mano, só de imaginar a cena já me arrepia. Um pivete de 19 anos, primeira pick geral, olhando nos olhos de um veterano da NBA e basicamente dizendo: “Vocês não sabem de nada”.

    Seis anos depois, quem tá rindo agora?

    Olha só onde o Ant chegou. O cara virou candidato a MVP perene e é literalmente o motor dos Timberwolves no Oeste. Mesmo com uma lesão chata no joelho que o tirou dos últimos jogos da temporada regular, os números falam por si só.

    No último jogo que disputou (10 de abril, vitória épica por 136-132 sobre os Rockets), o monstro fez 22 pontos, 3 assistências e 2 rebotes com 50% de aproveitamento nos arremessos. Isso depois de uma temporada onde teve médias de 28.8 pontos, 5.0 rebotes e 3.7 assistências por jogo.

    A NBA negou a elegibilidade dele para alguns prêmios por causa da regra dos 65 jogos — que regra idiota, por sinal. Mas sinceramente? O Edwards tá pensando em coisa maior.

    Agora os Wolves são o sexto colocado e vão enfrentar os Nuggets na primeira rodada dos playoffs. O garoto que questionavam a paixão pelo basquete tá correndo atrás da grandeza no palco que mais importa.

    E vocês, ainda duvidam do coração desse cara?

  • NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    Olha só que bomba a NCAA soltou essa semana: eles tão estudando criar um limite de idade para os atletas universitários. A ideia é que os caras tenham uma janela de cinco anos para competir na Divisão I, começando logo depois de se formar no ensino médio ou quando completar 19 anos — o que vier primeiro.

    Cara, isso é gigante. Se rolar mesmo, vai mexer com todo mundo — desde o garoto que quer fazer um gap year até aqueles veteranos que ficam na faculdade até os 25 anos aproveitando os contratos de NIL (Name, Image and Likeness).

    Por que a NCAA tá pensando nisso agora?

    A resposta é simples: grana. Com todo esse negócio de revenue sharing e NIL deals bombando, uma galera tá processando a NCAA querendo estender suas carreiras universitárias. É uma bagunça total nos tribunais.

    E tem mais — o Trump até deu uma cutucada nisso com uma ordem executiva no começo de abril. Coincidência? Eu duvido.

    O modelo atual deixa os caras jogarem quatro temporadas em cinco anos, sem limite de idade. Mas agora eles querem botar uma coleira. Claro que vão ter exceções para gravidez, serviço militar e missões religiosas — até que faz sentido.

    Mudanças que já viraram realidade

    Enquanto isso, a NCAA já aprovou umas mudanças que vão pegar no ano que vem. A mais polêmica? Quem entrar no draft profissional e não sair não pode mais jogar na faculdade.

    Isso veio por causa de duas situações absurdas que rolaram. O Charles Bediako do Alabama jogou na G-League por três anos depois de entrar no draft da NBA, voltou pra faculdade e… foi barrado pela Suprema Corte do Alabama. Imagina a dor de cabeça.

    Já o James Nnaji foi até draftado pelo Detroit Pistons, jogou profissionalmente na Europa, e conseguiu voltar como calouro no Baylor porque nunca assinou com a NBA nem jogou na G-League. Maluco genial ou brecha na regra? Vocês decidem.

    Com as novas regras, casos como o do Nnaji não rolariam mais. Uma vez que você entra no draft e fica por lá, era isso — acabou a faculdade.

    E agora, o que vem por aí?

    Por enquanto é só papo. O Conselho da Divisão I não tomou posição oficial, só mandou o pessoal da NCAA continuar conversando com todo mundo pra ver o que acham.

    Na minha visão? Isso vai dar uma confusão danada. Imagina os advogados já afiando as garras pra derrubar qualquer mudança dessas. E os jogadores que tão na faculdade agora? Como fica?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário tá mudando na velocidade da luz. Entre NIL, revenue sharing e agora essas mudanças de elegibilidade, daqui a uns anos pode ser que a gente nem reconheça mais o March Madness.

    O que vocês acham? Faz sentido limitar a idade ou isso vai mais atrapalhar do que ajudar?

  • LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    Gente, vocês sabiam que o LaMelo Ball praticamente fez o trabalho de scout dos Hornets? Pois é, saiu uma história da ESPN essa semana que mostra como o armador foi fundamental na escolha do Kon Knueppel no draft de 2025. E olha, que sacada absurda do garoto.

    A situação foi mais ou menos assim: Charlotte tinha apenas 14% de chance de pegar a primeira pick (assim como Jazz e Wizards), mas mesmo antes da loteria rolar, LaMelo já tava martelando no ouvido do GM Jeff Peterson sobre um cara específico do Duke.

    “Esse moleque é diferente”

    Enquanto todo mundo babava pelo Cooper Flagg – que realmente era o consenso número 1 -, o Melo ficava falando do Knueppel pra quem quisesse ouvir. Cara, o armador assistiu vários jogos do Duke durante a temporada e ficou impressionado com o QI de jogo do forward. “Esse cara entende de basquete de verdade”, deve ter pensado.

    E Peterson confirmou que LaMelo foi cirúrgico na análise: “Ele foi muito detalhado explicando por que gostava dele. E foi ainda mais impressionante porque tinha outros caras que ele não destacou da mesma forma. Ele pode ter futuro no front office se quiser”.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do LaMelo. O garoto sempre foi criticado pelo jogo meio solto, aquela atitude às vezes não muito séria, mas QI de basquete nunca faltou pra ele.

    A combinação perfeita

    E cara, como deu certo! Charlotte saltou de 19-63 para 44-38 nesta temporada, garantindo vaga no Play-In. Knueppel virou peça-chave nessa transformação com aquele arremesso de 3 letal e uma maturidade tática impressionante pra um rookie.

    A química entre LaMelo, Brandon Miller e Knueppel tá funcionando que é uma beleza. O Duke kid joga sem ego, abre espaço pra todo mundo, e transformou Charlotte numa pedreira de se enfrentar. Imaginem se eles passarem do Play-In e pegarem uma primeira seed nos playoffs?

    Claro, a gente nunca vai saber como seria com o Flagg no lugar. O garoto tem potencial de superestrela mesmo, mas será que encaixaria tão bem quanto o Knueppel nesse sistema? Difícil dizer.

    O que importa é que LaMelo mostrou que entende muito de basquete – e que Charlotte finalmente achou a peça que faltava pro quebra-cabeças. Os Hornets viraram um time pra se ficar de olho no Leste, independente do que rolar nessa pós-temporada.

    E aí, vocês acham que LaMelo tem futuro como executivo quando pendurar as chuteiras?