Olha só que bomba a NCAA soltou essa semana: eles tão estudando criar um limite de idade para os atletas universitários. A ideia é que os caras tenham uma janela de cinco anos para competir na Divisão I, começando logo depois de se formar no ensino médio ou quando completar 19 anos — o que vier primeiro.
Cara, isso é gigante. Se rolar mesmo, vai mexer com todo mundo — desde o garoto que quer fazer um gap year até aqueles veteranos que ficam na faculdade até os 25 anos aproveitando os contratos de NIL (Name, Image and Likeness).
Por que a NCAA tá pensando nisso agora?
A resposta é simples: grana. Com todo esse negócio de revenue sharing e NIL deals bombando, uma galera tá processando a NCAA querendo estender suas carreiras universitárias. É uma bagunça total nos tribunais.
E tem mais — o Trump até deu uma cutucada nisso com uma ordem executiva no começo de abril. Coincidência? Eu duvido.
O modelo atual deixa os caras jogarem quatro temporadas em cinco anos, sem limite de idade. Mas agora eles querem botar uma coleira. Claro que vão ter exceções para gravidez, serviço militar e missões religiosas — até que faz sentido.
Mudanças que já viraram realidade
Enquanto isso, a NCAA já aprovou umas mudanças que vão pegar no ano que vem. A mais polêmica? Quem entrar no draft profissional e não sair não pode mais jogar na faculdade.
Isso veio por causa de duas situações absurdas que rolaram. O Charles Bediako do Alabama jogou na G-League por três anos depois de entrar no draft da NBA, voltou pra faculdade e… foi barrado pela Suprema Corte do Alabama. Imagina a dor de cabeça.
Já o James Nnaji foi até draftado pelo Detroit Pistons, jogou profissionalmente na Europa, e conseguiu voltar como calouro no Baylor porque nunca assinou com a NBA nem jogou na G-League. Maluco genial ou brecha na regra? Vocês decidem.
Com as novas regras, casos como o do Nnaji não rolariam mais. Uma vez que você entra no draft e fica por lá, era isso — acabou a faculdade.
E agora, o que vem por aí?
Por enquanto é só papo. O Conselho da Divisão I não tomou posição oficial, só mandou o pessoal da NCAA continuar conversando com todo mundo pra ver o que acham.
Na minha visão? Isso vai dar uma confusão danada. Imagina os advogados já afiando as garras pra derrubar qualquer mudança dessas. E os jogadores que tão na faculdade agora? Como fica?
Uma coisa é certa: o basquete universitário tá mudando na velocidade da luz. Entre NIL, revenue sharing e agora essas mudanças de elegibilidade, daqui a uns anos pode ser que a gente nem reconheça mais o March Madness.
O que vocês acham? Faz sentido limitar a idade ou isso vai mais atrapalhar do que ajudar?

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