Tag: basquete universitário

  • Jovem do Panathinaikos fecha com North Carolina pra temporada que vem

    Jovem do Panathinaikos fecha com North Carolina pra temporada que vem

    Olha só que movimento interessante: Alex Samodurov, ala russo de 21 anos que joga no Panathinaikos, acaba de fechar compromisso com a Universidade da Carolina do Norte. A informação foi confirmada pelos agentes dele, Alex Saratsis e Giorgos Panou, da Octagon.

    Samodurov não é exatamente um astro no time grego — teve médias modestas de 5.1 pontos e 1.7 rebotes por jogo nesta temporada. Mas cara, tem que lembrar que estamos falando do Panathinaikos, um dos gigantes do basquete europeu. Conseguir minutos lá com 21 anos já é algo.

    O que esperar do garoto em North Carolina?

    A grande questão agora é como ele vai se adaptar ao basquete universitário americano. Sinceramente, acho que pode ser uma boa surpresa. O moleque já tem experiência contra jogadores profissionais na Grécia, e isso pode fazer diferença quando enfrentar outros universitários.

    O timing é perfeito também — ele vai jogar sob o comando de Michael Malone, que acabou de assumir como técnico. Começar uma nova era junto com um novo treinador pode ser exatamente o que Samodurov precisa pra mostrar seu potencial.

    Apostando no futuro

    North Carolina sempre foi um celeiro de talentos pra NBA, então não é difícil imaginar que eles vejam algo especial no russo. Pode não ter números absurdos no Panathinaikos, mas às vezes é isso mesmo — jogador jovem precisando de mais oportunidades pra explodir.

    E aí, vocês acham que essa aposta vai dar certo? Um europeu de 21 anos no basquete universitário americano sempre gera curiosidade. Vamos ver se ele consegue aproveitar essa chance e quem sabe aparecer no radar da NBA daqui uns anos.

  • Arizona perde Koa Peat pro Draft apesar de oferta milionária

    Arizona perde Koa Peat pro Draft apesar de oferta milionária

    Cara, a era dos contratos milionários no basquete universitário chegou pra valer, mas nem sempre é suficiente. Tommy Lloyd, técnico do Arizona, acabou de perder Koa Peat pro Draft da NBA, mesmo depois de toda essa revolução do NIL que permite universidades ofereceram fortunas para segurar seus craques.

    Olha só o cenário maluco que temos hoje: Florida segurou Thomas Haugh com um pacote de quase $10 milhões. Dez milhões! UConn fez o mesmo com Braylon Mullins por uns $4-5 milhões. É mais do que esses caras receberiam no primeiro ano da NBA. Mas Peat? Decidiu partir mesmo assim.

    O dilema do técnico moderno

    Lloyd tava literalmente checando o celular durante uma coletiva de imprensa ontem, esperando a decisão do Peat. Imagina a tensão? O cara ajudou o Arizona a chegar na Final Four pela primeira vez desde 2001 – primeira vez em mais de 20 anos, mano! – e agora tem que decidir entre ficar ou realizar o sonho da NBA.

    “É a corrida do jogador, e você tem que respeitar”, disse Lloyd. E ele tem razão. Na cabeça do Peat, provavelmente pesou muito essa questão do segundo contrato. Quanto mais cedo você chegar na liga, mais cedo pode brigar por aquele segundo contrato gordão.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. De um lado, o Arizona provavelmente ofereceu uma grana absurda – estamos falando de milhões. Do outro, o sonho NBA não tem preço mesmo.

    A nova realidade do basquete universitário

    O que mais me impressiona é como mudou tudo. Antigamente, se você era primeira rodada garantida, era ridículo pensar em voltar pra faculdade. Hoje? As universidades estão literalmente comprando de volta seus astros com contratos que fazem inveja a muito veterano da NBA.

    Lloyd admitiu que é uma linha tênue de se navegar. “Técnicos universitários sempre parecem egoístas quando tentam manter jogadores no programa”, ele disse. E não tá errado não. Deve ser um saco ter que equilibrar o que é melhor pro garoto com o que é melhor pro seu time.

    Vocês acham que essa guerra de ofertas vai continuar crescendo? Porque, olha, se $10 milhões não seguram mais ninguém, onde isso vai parar? O Peat era o segundo maior pontuador do Arizona na temporada passada (14.1 pontos, 5.6 rebotes), e mesmo assim preferiu tentar a sorte no Draft.

    No final das contas, é isso aí. O garoto fez sua escolha, e agora é torcer pra que dê certo na NBA. E o Arizona? Bem, vai ter que encontrar outro jeito de repetir aquela campanha histórica de 2024.

  • Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Cara, que reviravolta no Draft 2026 da NBA. Ontem foi o deadline pra galera da faculdade decidir se ficava no draft ou voltava pro college — e olha, foi um verdadeiro vai-e-vem que mudou completamente o cenário.

    A surpresa mesmo foi ver tantos caras que poderiam ser escolhidos na primeira rodada decidindo voltar pra universidade. Amari Allen do Alabama, que tava no top 30, resolveu seguir o mesmo caminho que Labaron Philon fez no ano passado: voltou pro college, melhorou o jogo e agora pode virar lottery pick em 2027.

    Sinceramente? Tô achando essa decisão muito inteligente. O cara entendeu que pode melhorar sua posição e ainda por cima o draft de 2027 vai ser mais fraco — matemática simples.

    O dinheiro mudou o jogo

    Vamos falar a real aqui: o NIL (Name, Image, Likeness) mudou tudo no basquete universitário americano. Hoje em dia, um jogador pode ganhar mais grana ficando na faculdade do que sendo escolhido na segunda rodada da NBA. É absurdo, mas é a realidade.

    Patrick Ngongba II (Duke), Moteijus Krivas (Arizona), Braylon Mullins (UConn) — todos com potencial de primeira rodada, todos voltando pro college. E não é só eles não, tem uma lista gigante de caras que poderiam ter declarado e nem se deram ao trabalho.

    A bomba mesmo foi Tounde Yessoufou, que não só saiu do draft como já assinou com St. John’s de uma vez só. Esse moleque era considerado talento de primeira rodada!

    Draft ficou mais raso, mas abriu oportunidades

    Com essa debandada toda, o draft de 2026 ficou bem mais raso do que a gente imaginava. Na nossa big board atualizada, depois do 31º colocado você só encontra veteranos que já se formaram ou jogadores internacionais. Os outros 69 nomes são todos caras sem eligibilidade restante no college.

    Mas olha o lado positivo: isso significa que veteranos como Tarris Reed Jr., Zuby Ejifor, Joshua Jefferson e Alex Karaban têm chances muito melhores de conseguir um dos 30 contratos garantidos da primeira rodada.

    O topo continua absurdamente forte — AJ Dybantsa (BYU) segue na primeira posição, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Esses três são monstros mesmo e vão fazer a diferença onde quer que caiam.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança toda? Será que os times vão ter que ajustar suas estratégias de draft agora que o talento ficou mais concentrado no topo? Uma coisa é certa: 2026 vai ser um draft histórico, mas por motivos que ninguém esperava.

  • 4 caras que podem mudar tudo no basquete universitário americano

    4 caras que podem mudar tudo no basquete universitário americano

    Olha, eu tô acompanhando essa situação do draft da NBA e cara… tem uns caras que podem simplesmente revolucionar a próxima temporada do basquete universitário se decidirem ficar. O prazo pra decidir entre NBA e faculdade vence hoje (27 de maio) às 23h59, e sinceramente? Algumas dessas decisões vão mexer com tudo.

    Koa Peat pode fazer o Arizona virar candidato ao título de novo

    O Peat foi um monstro na campanha até a Final Four do Arizona – primeira desde 2001, imagina só. O cara meteu 14.1 pontos por jogo praticamente na base da força bruta no garrafão. Mas aí que tá: no combine da NBA ficou claro que ele não tem arremesso de fora, e isso derrubou ele no draft.

    Na minha visão, se ele voltar pro Arizona, os Wildcats viram candidatos sérios ao título nacional. E olha que a Big 12 tá carregada esse ano. É uma dessas decisões que muda o rumo de tudo, sabe?

    Milan Momcilovic é o sniper que todo mundo quer

    Esse cara é simplesmente absurdo de longe. 136 cestas de três com 48,8% de aproveitamento – isso é de outro mundo, gente. Ele saiu do Iowa State e tá no portal de transferência, mas com o tanto de dinheiro que os times universitários tão oferecendo, ele provavelmente ganha mais ficando na faculdade do que indo pro draft agora.

    Qualquer time que conseguir ele vira uma máquina ofensiva na hora. Tô curioso pra ver onde ele vai parar.

    Stojakovic quer seguir os passos do pai

    O Andrej é filho do Peja Stojakovic – lendário atirador da NBA nos anos 2000. O garoto mostrou serviço no March Madness, saindo do banco pra ajudar Illinois chegar na Final Four pela primeira vez desde 2005. Não atira igual o pai ainda, mas joga bem no meio-range e aguenta pancada.

    Se ele ficar, Illinois já tem tudo montado pra outro março histórico. Seria a peça que faltava no quebra-cabeça do Brad Underwood.

    Yessoufou: o calouro fenômeno que pode ficar mais um ano

    Esse aqui é interessante. Tounde Yessoufou era cinco estrelas saindo do ensino médio e cumpriu a expectativa no Baylor: 17.8 pontos, 5.9 rebotes e 2.0 roubos de bola por jogo. Quebrou vários recordes de calouro da universidade.

    Mas apareceram umas questões com o controle de bola dele, e isso fez ele cair de possível top 15 pra final da primeira rodada do draft. Tá no portal também, e metade do país deve tá ligando pro empresário dele.

    E aí, vocês acham que algum desses caras vai surpreender e voltar? Eu tenho um palpite de que pelo menos dois ficam na faculdade. O dinheiro do NIL tá pesando muito nessas decisões ultimamente.

  • Moreno desiste do Draft e fica mais um ano em Kentucky

    Moreno desiste do Draft e fica mais um ano em Kentucky

    Olha, eu não esperava essa. Malachi Moreno, o pivô calouro de Kentucky, decidiu tirar o nome do Draft da NBA e ficar mais uma temporada na faculdade. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa.

    O garoto de 19 anos estava projetado para ser escolhido na posição 36 pela ESPN — ou seja, segunda rodada. Para quem não sabe, segunda rodada no Draft é meio que uma loteria. Não tem contrato garantido, salários bem menores, e você pode acabar indo direto pro G-League ou até ficar sem time.

    Por que a decisão faz sentido

    Moreno teve uma temporada sólida como calouro. Foram 7.8 pontos e 6.3 rebotes por jogo, sendo titular em 30 partidas. Até entrou no time dos melhores calouros da SEC, que é uma conferência bem pesada no basquete universitário.

    Mas vamos combinar — esses números não gritam “primeira rodada do Draft”, né? Para um pivô moderno, que precisa ter muito mais versatilidade hoje em dia, ele ainda tem muito o que desenvolver.

    Em Kentucky, ele vai ter mais uma chance de mostrar evolução. Pode trabalhar o arremesso de média distância, melhorar a movimentação no garrafão, ganhar mais força física. E quem sabe na próxima temporada ele não salta para uma projeção de primeira rodada?

    Kentucky segura uma peça importante

    Para os Wildcats, é uma baita notícia. Perder um titular experiente seria complicado, ainda mais um pivô que já conhece o sistema do técnico John Calipari.

    E aí, vocês acham que ele fez a escolha certa? Eu acho que sim. Mais um ano de desenvolvimento pode ser a diferença entre ser um “projeto” de segunda rodada ou um prospecto sólido de primeira. No basquete universitário americano, paciência às vezes vale ouro.

    Agora é torcer para que ele aproveite essa segunda chance e mostre que pode ser muito mais do que aqueles 7.8 pontos por jogo. O potencial tá lá, só precisa lapidar.

  • Blackwell deixa o Draft pra jogar em Duke – jogada inteligente?

    Blackwell deixa o Draft pra jogar em Duke – jogada inteligente?

    Olha, essa do John Blackwell me pegou de surpresa. O cara simplesmente desistiu do Draft de 2026 pra ir jogar em Duke na última temporada dele na faculdade. Saiu de Wisconsin direto pros Blue Devils, e sinceramente? Acho que foi uma baita jogada inteligente.

    A real é que Blackwell tava cotado como uma possível escolha no finalzinho da segunda rodada – ou nem isso. Provavelmente ia ficar de fora mesmo. Então por que não apostar mais um ano numa das maiores vitrines do basquete universitário americano?

    Os números que chamaram atenção

    Cara, os números do moleque em Wisconsin foram absurdos. 19.1 pontos por jogo, pegou 5.1 rebotes, distribuiu 2.3 assistências e ainda roubou 1.1 bola por partida. O mais impressionante? Acertou quase 39% dos arremessos de três – e olha que ele chutava MUITO, mais de 7 tentativas por jogo.

    Com 1,93m de altura, ele tem um porte interessante pra armador/ala-armador. E esses números de três pontos… mano, na NBA de hoje isso vale ouro. Imagina ele numa temporada inteira sendo lapidado pelo Mike Krzyzewski (Coach K pode ter saído, mas a cultura Duke continua).

    Duke perdendo peças importantes

    A transferência faz todo sentido quando você vê o que Duke tá perdendo. Cameron Boozer e Isaiah Evans vazaram pro Draft, e esses caras eram pontos importantes no ataque dos Blue Devils. Blackwell chega exatamente pra preencher essa lacuna – um cara que sabe pontuar e que tem mão boa de fora.

    E convenhamos, jogar em Duke é completamente diferente de jogar em Wisconsin. Nada contra os Badgers, mas a exposição, a pressão, o nível dos jogos… tudo isso pode catapultar o Blackwell pra outro patamar. Se ele mantiver esses números (ou melhorar) numa conferência mais forte, contra times melhores, aí sim pode virar uma escolha interessante no Draft de 2027.

    Na minha visão, foi uma aposta certeira. Um ano a mais pra se desenvolver, numa universidade que é uma fábrica de jogadores da NBA, com toda a estrutura e visibilidade que isso proporciona. E aí, vocês acham que ele consegue dar esse salto de qualidade que tá buscando?

  • Executivos da NBA mandam recado: dupla deve ficar na faculdade

    Executivos da NBA mandam recado: dupla deve ficar na faculdade

    Olha só que interessante: 10 executivos da NBA foram consultados sobre o que alguns prospectos deveriam fazer — ficar no Draft ou voltar pra faculdade. E adivinhem? Praticamente todos mandaram dois caras específicos voltarem pros estudos.

    Jeff Goodman, do The Field of 68, fez essa pesquisa e os resultados foram bem claros. Estamos falando de Malachi Moreno, pivô do Kentucky, e Milan Momcilovic, que pode ir pro Kentucky também.

    Moreno quase unanimous

    O Moreno, que é do próprio Kentucky (imaginem a pressão), recebeu 9 votos pra voltar e apenas 1 pra ficar no Draft. Cara, isso é praticamente um “volta pra casa, moleque” em coro.

    E faz sentido, né? O pivô de 2,08m é visto como a peça central que o Kentucky precisa pra temporada 2026-27. Mark Pope deve estar rezando todos os santos pra esse cara voltar — seria tipo ter o Nenê voltando pro Vasco (guardadas as proporções, claro).

    Momcilovic: unanimidade total

    Agora o Momcilovic foi ainda mais brutal. Dez executivos, dez votos pra voltar. Zero pra ficar no Draft. Unanimidade completa!

    Mas aqui vem a parada mais louca: se ele voltar mesmo pra faculdade, o Kentucky vai ter que abrir o cofre. Isaac Trotter, da 247 Sports, falou que o valor do NIL (Name, Image, Likeness) dele pode chegar nos 6 milhões de dólares. Seis milhões! “É difícil deixar 6 milhões na mesa”, disse o cara.

    Sinceramente? Com essa grana toda rolando no basquete universitário americano, não sei se eu teria coragem de recusar. Vocês fariam o quê no lugar deles?

    Kentucky sonhando alto

    Se o Kentucky conseguir trazer esses dois caras, o time pode virar candidato real ao título nacional. E olha que não tô exagerando não — a combinação de talento seria absurda.

    O Draft de 2026 tá chegando em um mês, então essas decisões vão sair logo. Mas pelos sinais que os executivos da NBA mandaram, parece que tanto Moreno quanto Momcilovic têm mais o que ganhar ficando mais um ano na faculdade.

    Vai ser interessante acompanhar se eles vão seguir os conselhos dos profissionais ou se vão arriscar o salto direto pros profissionais. E aí, o que vocês acham que eles deveriam fazer?

  • Cincinnati fisga fenômeno de 15 anos que promete revolucionar o programa

    Cincinnati fisga fenômeno de 15 anos que promete revolucionar o programa

    Gente, vocês viram isso? Kam Mercer, um dos maiores prospectos do basquete americano, acabou de se comprometer com Cincinnati. E olha, não é qualquer compromisso não — estamos falando do melhor recruit que a universidade consegue desde 2007. Pausa pra isso afundar.

    O garoto que pode mudar tudo

    Mercer tava ranqueado como número 7 na classe de 2028 (sim, 2028!), mas decidiu acelerar o processo e vai se reclassificar para 2027. Na minha opinião, movimento inteligentíssimo. Por que esperar quando você já tem o talento pra dominar?

    O mais louco é que ele é de Cincinnati mesmo. Imagina a pressão e a expectativa de jogar em casa? “Crescendo em Cincinnati, significa muito pra mim jogar aqui”, disse o moleque. Cara, eu fico arrepiado com essas histórias de volta pra casa.

    Primeiro five-star em mais de uma década

    Pra vocês terem uma noção do tamanho dessa contratação: Cincinnati não pegava um recruit cinco estrelas desde Lance Stephenson em 2009. DOIS MIL E NOVE. Isso é mais de quinze anos atrás!

    O técnico Jerrod Calhoun, que assumiu o programa na primavera, deve estar nas nuvens. Imagina começar sua era com um prospecto desses? É o tipo de recruit que muda completamente o patamar de um programa.

    “Eles me fizeram prioridade, e quando visitei, me senti muito confortável lá”, explicou Mercer. Olha, isso aí é fundamental no basquete universitário. O cara precisa se sentir em casa, porque vai passar anos cruciais da carreira ali.

    E agora, qual a expectativa?

    Com a reclassificação, Mercer provavelmente vai ficar no top 20 da classe de 2027. Estamos falando de um pivô com potencial NBA, galera. Cincinnati não via um talento desse nível há décadas.

    Sinceramente? Acho que essa contratação pode ser o pontapé inicial pra Cincinnati voltar a ser relevante no basquete universitário. Vocês acham que o programa tem estrutura pra desenvolver esse monstro?

  • Chinyelu desiste do Draft e volta pra Florida em 2027

    Chinyelu desiste do Draft e volta pra Florida em 2027

    Olha só que notícia interessante: Rueben Chinyelu, pivô dos Florida Gators, decidiu retirar seu nome do Draft da NBA de 2026 e vai ficar mais um ano na faculdade. O cara anunciou nas redes sociais que volta pra temporada sênior em Florida.

    E sinceramente? Acho que foi uma decisão muito inteligente.

    Os números não mentem

    Na temporada passada, como júnior, Chinyelu teve médias bem sólidas: 10.9 pontos, 11.2 rebotes e 1 toco por jogo. Pra um pivô de 2,08m, são números que chamam atenção — especialmente esses rebotes. Double-double quase garantido toda noite, né?

    O moleque até se saiu bem no Draft Combine da NBA, mas a realidade é que não tinha garantia de ser escolhido na primeira rodada. E convenhamos, se você não vai no primeiro round, melhor ficar mais um ano e subir seu valor de mercado.

    Florida favorita ao título nacional?

    Aqui que a coisa fica interessante. O artigo menciona que Florida deve ser uma das favoritas ao título nacional de 2027. Com Chinyelu voltando, eles têm um pivô experiente e produtivo no garrafão.

    Uma temporada monstruosa na faculdade pode catapultar ele direto pro primeiro round. É a diferença entre ser um “maybe” e ser um “definitely”, sacam?

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Na minha opinião, foi cirúrgico. Mais um ano pra desenvolver o jogo, liderar um time candidato ao título e ainda por cima valorizar seu draft stock. Win-win-win.

    O timing também é perfeito — o Draft de 2027 pode ter menos pivôs de qualidade, então ele pode se destacar ainda mais. Às vezes é melhor ser o peixe grande no aquário pequeno, né não?

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.