Tag: basquete universitário

  • Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Olha, chegou uma das épocas mais legais do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da NBA. Os scrimmages do Combine 2026 rolam essa semana e, cara, sempre tem umas pérolas escondidas que aparecem do nada.

    Sinceramente? Eu amo essa fase. É quando você vê aquele pivô que ninguém conhecia destruindo todo mundo, ou aquele armador universitário que resolve mostrar que tem jogo pra Liga. Lembra do Jalen Williams em 2022? O cara simplesmente voou no draft depois de arrasar no Combine.

    Os caras que mais têm a perder (ou ganhar)

    A galera que mais me chama atenção são esses jogadores universitários que ainda podem voltar pra faculdade. Com essa era do NIL, a decisão ficou muito mais complicada — às vezes vale mais a pena ficar na college e ganhar uma grana do que ser escolhido no final da segunda rodada.

    Entre os que podem ir pro primeiro round, Cameron Carr do Baylor e Dailyn Swain do Texas são os nomes que eu tô de olho. Tyler Tanner, do Vanderbilt, também pode dar uma surpresa boa.

    Agora, tem uns caras meio no limbo que podem se dar muito bem ou muito mal. Tarris Reed Jr., que saiu de UConn, tá nessa situação. O moleque tem físico de NBA, mas precisa mostrar que desenvolveu o jogo ofensivo. Ryan Conwell, de Louisville, é outro que pode bombar se mostrar consistência no arremesso.

    As surpresas que eu tô esperando

    Vou ser sincero com vocês: adoro quando um cara que ninguém esperava resolve fazer um showzinho particular. Esse ano tem alguns nomes que podem dar essa alegria.

    Otega Oweh, de Kentucky, é daqueles atletas absurdos que às vezes os scouts da NBA piram. Se ele mostrar que consegue jogar basquete além de ser um fenômeno atlético, pode subir pra caramba no draft.

    Bruce Thornton, de Ohio State, é outro que eu tenho uma curiosidade danada pra ver. O cara foi muito subestimado na faculdade, mas tem umas características que podem funcionar bem como sexto homem na NBA.

    E olha, não durmam no Nick Martinelli de Northwestern. Esse cara tá voando abaixo do radar, mas tem uns fundamentos muito sólidos. Pode ser uma daquelas escolhas que daqui a uns anos todo mundo fala “nossa, como esse cara caiu tanto no draft?”

    Quando e onde assistir

    Os jogos rolam quarta-feira (13) às 15h na ESPN2 e quinta (14) no mesmo horário na NBA TV. Eu já marquei na agenda — vocês também deveriam.

    A real é que esses scrimmages sempre reservam umas surpresas. Pode ter certeza que pelo menos um cara que vocês nunca ouviram falar vai fazer um jogo monstro e começar a aparecer nos mocks drafts por aí.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a revelação dessa semana? Eu tô com o palpite de que algum desses pivôs vai surpreender todo mundo.

  • Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Olha, o Rick Pitino não tá nem aí pra galera que reclama da expansão do March Madness. E sinceramente? Eu concordo com o velho.

    O técnico do St. John’s soltou o verbo no X (antigo Twitter) questionando por que tem gente pistola com o torneio universitário passando de 68 pra 76 times a partir da próxima temporada. “Quando ouço pessoas chateadas porque a NCAA expandiu para 76 times, penso ‘por que e quem se importa?’”, escreveu o cara.

    A lógica do Pitino faz sentido

    E olha, a argumentação dele não tá errada não. “Os melhores times avançam e mais times conseguem experimentar o maior torneio do planeta”, completou Pitino. Cara tem razão – no final das contas, quem é bom vai passar mesmo.

    A mudança não vai mexer com a primeira rodada nem com as que vêm depois. O que muda é que vai ter mais jogos eliminatórios antes do torneio principal começar. Em vez de 8 times disputando 4 vagas em Dayton, agora serão 24 times brigando por 12 vagas em dois locais diferentes.

    Veterano que entende do riscado

    Pitino não é qualquer um falando besteira, né? Aos 73 anos, o cara já levou seis programas diferentes pro March Madness – Kentucky, Louisville, Providence, Iona, Boston University e agora St. John’s. Dois anos seguidos classificado com os Red Storm, depois de ficar de fora em 2024.

    E essa não é a primeira vez que ele defende a expansão. Já tinha falado pro CBS Sports que mais times “só pode ajudar”. Na visão dele, mais jogos significa mais emoção, mais cobertura na TV, mais atletas participando.

    “Que diferença faz?”, questionou em outubro. “Não acho que pode prejudicar, só pode ajudar. Sempre que você tem mais times, mais emoção, mais cobertura televisiva, mais coisas pra falar, mais atletas participando, só pode ser algo bom.”

    Vocês concordam com o Pitino ou acham que o March Madness já era perfeito do jeito que estava? Eu tô no time dele – quanto mais basquete, melhor. E convenhamos, se você não consegue passar por uma rodada extra, não merecia estar lá mesmo.

  • Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa do Ben McCollum em Iowa! O técnico acabou de assinar uma renovação de seis anos com a universidade, e sinceramente? Mereceu cada centavo.

    Olha só o que esse cara fez no primeiro ano dele lá: levou Iowa até a Elite Eight pela primeira vez desde 1987. PRIMEIRA VEZ EM 37 ANOS, pessoal. Imagina a pressão que não era? E o maluco entregou.

    De onde veio essa contratação histórica

    Eu lembro quando contrataram o McCollum — muita gente não conhecia muito o trabalho dele. Mas quem acompanha basquete universitário sabia que o cara tinha potencial. E agora tá aí a prova.

    O mais interessante é que a UNC (North Carolina, pros íntimos) estava de olho nele também para a vaga de técnico principal. No final, eles foram de Michael Malone, mas imagina se o McCollum tivesse topado? Iowa provavelmente não teria feito essa campanha absurda.

    Seis anos para construir algo especial

    Essa renovação de seis anos mostra que Iowa tá apostando pesado no cara. E faz todo sentido — depois de décadas sem chegar longe no March Madness, eles finalmente têm alguém que provou que pode levar o programa a outro patamar.

    Vocês acham que ele consegue repetir o feito ano que vem? Ou foi só um ano mágico mesmo? Porque uma coisa é chegar na Elite Eight uma vez, outra é manter esse nível de competitividade.

    O que mais me impressiona é como ele conseguiu organizar esse time logo na primeira temporada. Geralmente técnico novo demora um tempo para encaixar as peças, mas o McCollum parece que já chegou sabendo exatamente o que queria fazer.

    Com essa renovação garantida até 2030, Iowa pode finalmente pensar em construir algo duradouro. E quem sabe não rola uma Final Four nos próximos anos? Depois de 37 anos esperando, os torcedores de Iowa merecem sonhar alto mesmo.

  • March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    Cara, depois de 15 anos sem mexer no formato, a NCAA finalmente decidiu expandir o March Madness. E olha, não tá todo mundo comemorando não.

    Na quinta-feira passada rolou a confirmação oficial: tanto o torneio masculino quanto o feminino vão de 68 pra 76 times. Isso significa que praticamente um quinto de todos os programas da Divisão I vão ter uma chance no maior show do basquete universitário americano.

    A reação dos técnicos foi mista

    O Rick Barnes, do Tennessee, tá no time dos otimistas. “Sou a favor das três semanas”, disse ele. “É muito difícil ganhar seis jogos em três semanas. Sou totalmente a favor de dar chance pros times menores participarem, de verdade.”

    Mas nem todo mundo pensa assim. O Mike Morrell, técnico do UNC Asheville, tem suas ressalvas. E olha que ele conhece os dois lados da moeda — já foi assistente técnico no Texas quando eles eram cabeças de chave 6 e 10.

    “Não sei se ‘diluir’ é a palavra certa, mas isso meio que tira a importância da temporada regular”, desabafou Morrell. “Quantos times vão entrar agora com campanha negativa na própria conferência? Imagino que vai ser um percentual muito maior.”

    Sinceramente? Ele tem um ponto. Quando você facilita demais a entrada, o cara pode relaxar durante o ano e ainda assim garantir uma vaga.

    Como vai funcionar na prática

    Os famosos jogos de Dayton vão continuar, mas agora com mais ação. Vão ser 12 jogos eliminatórios divididos em duas cidades — seis em Dayton (como sempre) e seis em outro lugar que a NCAA ainda não revelou.

    A divisão vai ser assim: seis confrontos entre os 12 campeões de conferência com pior ranking, e outros seis entre os 12 times com vaga “at-large” (convite) com pior seed.

    Tom Crean, que já passou por Marquette, Indiana e Georgia, não se surpreendeu. “Era inevitável desde o momento que isso foi cogitado há anos atrás”, disse ao USA TODAY Sports. “Só me surpreende ter demorado tanto.”

    E ele já vê como isso vai afetar o bracket: times que seriam 14 ou 15 vão ter que disputar vaga, enquanto alguns nomes grandes das conferências poderosas podem acabar como 12 ou até 13.

    E aí, vocês acham que mais times significa March Madness melhor? Ou será que a magia tá justamente na exclusividade? Na minha visão, 68 já tava bom — mas entendo o lado comercial da coisa. Mais jogos, mais dinheiro, mais audiência.

    Uma coisa é certa: o caminho pra Final Four vai ficar ainda mais insano. Se já era difícil prever alguma coisa com 68 times, imaginem com 76. Os brackets vão virar uma zona total — e talvez seja exatamente isso que torna tudo mais emocionante.

  • Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Cara, a NCAA finalmente fez a burrada que todo mundo temia. Depois de dois anos enrolando, eles oficializaram: o March Madness vai de 68 para 76 times a partir da próxima temporada. E olha, eu tô aqui pensando… por quê? Sério, por quê?

    O torneio universitário americano estava perfeito do jeito que tava. 68 times era o número ideal — criava drama suficiente, mas mantinha aquela exclusividade que faz o March Madness ser especial. Agora? Vão incluir mais oito equipes que, convenhamos, não merecem estar lá.

    Quem realmente se beneficia com isso?

    A NCAA tenta vender que essa expansão vai ajudar as universidades menores, mas quem conhece o esquema sabe que é papo furado. Desde 2021, apenas 29% dos times que ficaram de fora eram de conferências pequenas. O resto? Gigantes como Indiana (18-14) e Auburn (17-16) que tiveram temporadas mediocres mas carregam nome pesado.

    E aí que tá o problema. Esses oito lugares extras não vão para as equipes que realmente fizeram por merecer nas suas conferências. Vão é para os times grandes que se arrastaram durante a temporada regular porque sabem que no final das contas vão ter uma vaga garantida.

    Russell Turner, técnico da UC Irvine, já sacou o esquema: “Acho que a intenção da expansão é só colocar mais times das grandes conferências no torneio, e isso é frustrante”.

    A temporada regular vai virar piada

    Vocês conseguem imaginar o que isso significa? Times como Duke, North Carolina, Kentucky vão poder relaxar ainda mais na temporada regular. Afinal, mesmo com 15 ou 16 vitórias, eles sabem que vão estar no March Madness.

    E as universidades pequenas que lutam o ano inteiro, que fazem temporadas incríveis nas suas conferências? Essas vão continuar de fora, assistindo times mediocres das power conferences pegarem as vagas extras.

    O pior é que isso vai criar um ciclo vicioso. Os times grandes vão marcar jogos mais fáceis para melhorar o retrospecto, e as equipes menores vão ficar sem adversários de qualidade. É como se o basquete universitário tivesse criado uma liga própria para os ricos.

    March Madness ou March Medíocre?

    Sinceramente, acho que a NCAA perdeu completamente a noção do que faz o March Madness ser especial. A magia toda tá na exclusividade, na pressão de cada jogo ser vida ou morte, na possibilidade real de uma Cinderela aparecer.

    Com 76 times, vamos ter mais jogos de primeira fase entre equipes que mal chegaram a 0.500 de aproveitamento. Onde tá a emoção nisso? Vão ser jogos que a gente vai querer nem assistir.

    E vocês acham que isso vai melhorar alguma coisa? Porque eu tô vendo é o torneio mais querido do esporte americano perdendo sua essência só por causa de mais alguns dólares no bolso da NCAA. Uma pena mesmo.

  • Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Olha, quando eu li essa notícia quase derrubei o café. Duke firmou uma parceria com a Amazon que vai colocar três jogos da temporada no Prime Video. É isso mesmo — o time de basquete universitário mais tradicional dos EUA agora vai estar na mesma plataforma onde você assiste The Boys.

    E não são jogos qualquer, não. O cronograma é de dar água na boca:

    • UConn no dia 25 de novembro
    • Michigan em 21 de dezembro
    • Gonzaga no dia 20 de fevereiro

    Todos em quadra neutra, o que significa ambiente totalmente diferente do Cameron Indoor Stadium. Vai ser interessante ver como os Blue Devils se saem longe de casa, especialmente contra esses adversários pesados.

    Mais que streaming: oportunidades para os atletas

    O que me chamou mais atenção foi que a parceria vai além dos jogos. Os jogadores vão poder promover as partidas e ter oportunidades de receita através do NIL (Name, Image, Likeness). Isso é revolucionário, gente.

    Nina King, diretora atlética de Duke, não escondeu o entusiasmo: “Como o primeiro parceiro de esportes universitários do Prime Video, essa colaboração não só expande o alcance global do basquete masculino de Duke, mas também cria oportunidades significativas para nossos atletas”.

    Sinceramente, acho genial. O basquete universitário precisa dessa inovação para competir com a NBA pela atenção dos fãs.

    Uma jogada de mestre ou aposta arriscada?

    Por um lado, é incrível ver Duke sendo pioneira nessa parceria. Amazon tem alcance mundial e isso pode expor o programa para uma audiência completamente nova. Por outro, será que os fãs tradicionais vão curtir ter que assinar mais um serviço só pra acompanhar três jogos?

    E aí, vocês acham que outras universidades vão seguir o exemplo? Porque se der certo, pode ser o início de uma revolução no modo como consumimos basquete universitário.

    Uma coisa é certa: Duke continua sendo Duke — sempre um passo à frente quando o assunto é inovação. Agora é torcer para que os jogos sejam tão bons quanto a ideia por trás dessa parceria.

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.

  • AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    Gente, que história absurda é essa do AJ Dybantsa? O cara acabou de converter seu contrato universitário com a Nike em um acordo profissional e já tá se preparando pro Draft de 2025. E olha, pelo jeito que ele jogou na BYU, não é papo furado não.

    O pivô de 2,06m foi simplesmente MONSTRO na temporada universitária. Líder nacional em pontuação com 25,5 pontos por jogo, aproveitamento de 51% nos arremessos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências. Números de veterano, mas o maluco é calouro!

    Nike aposta pesado no ‘Star Boy’

    A Nike não tá brincando em serviço. Além de converter o contrato, criaram um logo personalizado pro garoto – uma estrela feita com as iniciais dele, fazendo referência ao apelido “Star Boy” que ele tinha quando criança. Cara, isso é coisa de superstar mesmo.

    “Eles estão comigo desde o primeiro dia”, disse Dybantsa à ESPN. “Tem sido uma parceria incrível e queremos continuar construindo a longo prazo.” Olha a maturidade do moleque falando sobre parcerias de longo prazo aos 18 anos!

    Preparação de alto nível

    E não é que o cara tá levando a sério mesmo? Dybantsa está treinando em Los Angeles com Isaiah Thomas (sim, o ex-Celtics) e o preparador Zack Gonzales. Além disso, foi assistir Lakers x Rockets nos playoffs pra observar o jogo profissional de perto. Isso é preparação de gente que não veio pra brincadeira.

    O técnico da BYU, Kevin Young – que já foi assistente dos 76ers e Suns – preparou esquemas no estilo NBA a temporada toda. A preparação física da universidade comparou as métricas atléticas do Dybantsa diretamente com jogadores atuais da liga. Sinceramente? Eu tô impressionado com o nível de profissionalismo.

    Confiança de veterano

    Agora vem a parte que mais me chamou atenção. O garoto falou sem medo: “Desde que os rankings saíram no 9º ano, eu sempre fui número 1 da minha turma. Nunca fui nada menor. Então, definitivamente é meu objetivo ser o número 1 [no Draft].”

    E tem mais – ele já tá de olho no prêmio de Rookie of the Year: “Existem tantos grandes que ganharam o Rookie of the Year. Eu não quero ser alguém que não ganhou.”

    Vocês acham que é autoconfiança demais ou o cara realmente tem potencial pra cumprir o que promete? Pelos números que ele fez na BYU, eu diria que não é papo furado não. Mas uma coisa é arrasar no universitário, outra é fazer isso contra Wembanyama, Tatum e companhia na NBA.

    O Draft de 2025 promete ser interessante, e pelo jeito, AJ Dybantsa vai ser um dos nomes mais quentes da temporada. A Nike já fez sua aposta. Agora é ver se o “Star Boy” vai mesmo brilhar no profissional.

  • March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    Pessoal, preparem-se para uma March Madness ainda mais maluca! A NCAA tá praticamente batendo o martelo pra expandir tanto o torneio masculino quanto o feminino de 68 para 76 times a partir da temporada 2026-27. Sim, vocês leram certo — mais oito times na dança!

    Segundo fontes da ESPN, só faltam as aprovações burocráticas finais, que são consideradas “procedimentais” nessa altura do campeonato. Um dos caras por dentro do processo foi direto ao ponto: “Eles já têm tudo que precisam pra seguir em frente”. O anúncio oficial pode rolar já em maio.

    Mais vagas, mais confusão (do jeito que a gente gosta)

    A ideia é criar oito vagas adicionais at-large — ou seja, aquelas vagas que não são automáticas por ganhar a conferência. E olha só que interessante: as conferências de elite (Big Ten, SEC, Big 12…) foram as principais responsáveis por pressionar essa mudança. Faz sentido né? Com tantas fusões e expansões nos últimos anos, eles queriam mais times garantidos na festa.

    Agora vem a parte que vai mexer com todo mundo: o atual First Four (aqueles quatro jogos em Dayton) vai virar First Twelve. Isso mesmo, 12 jogos com 24 times disputando nas terças e quartas-feiras antes da tradicional primeira rodada de quinta. Dayton deve manter uma das sedes, mas ainda tão decidindo onde vai ser a segunda.

    Vale a pena financeiramente?

    Aqui que fica interessante, galera. Diferente do que muita gente pensa, a grana não é o principal motivo dessa expansão. As fontes falam que o aumento de receita vai ser “modesto” depois que pagarem todos os custos extras de logística e as unidades adicionais do torneio NCAA.

    Então por que fazer isso? Na minha visão, é mais uma jogada política pra agradar as conferências gigantes que tão dominando o basquete universitário americano. Com times como Duke, Kansas e Kentucky às vezes ficando de fora por causa de temporadas ruins, essa expansão dá uma margem de segurança maior.

    E aí, o que vocês acham? Mais times significa mais emoção ou vai diluir a magia do March Madness? Eu confesso que tô curioso pra ver como vai ficar essa primeira rodada expandida. Imaginem 12 jogos eliminatórios seguidos — vai ser um caos total (do melhor tipo)!

  • Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Kansas pescou o peixe grande: Tyran Stokes escolhe os Jayhawks

    Gente, aconteceu o que todo mundo estava esperando — e Kansas saiu ganhando feio. Tyran Stokes, o prospect número 1 do país, anunciou ontem no ‘Inside the NBA’ que vai jogar pelos Jayhawks. E olha, essa foi a maior vitória da offseason no basquete universitário americano.

    O moleque de Seattle tinha todo mundo na cola: Kentucky, Oregon, Louisville, USC… mas no final das contas, escolheu Lawrence. E não é pra menos — Bill Self sabe como ninguém vender o peixe pra esses caras que sonham com a NBA.

    O que esse garoto tem de especial?

    Cara, Tyran Stokes é simplesmente um monstro. Com 2,01m e 104kg, o pivô tem um jogo completo que assusta qualquer defesa. Na temporada passada pelo Rainier Beach, em Seattle, o cara teve médias absolutamente surreais: 31 pontos, 13 rebotes, 6 assistências e 4 roubadas de bola por partida.

    Trinta e um pontos de média! E teve um jogo que ele meteu 63 pontos. Sessenta e três, galera. Isso é coisa de videogame.

    O que mais impressiona é a versatilidade — ele domina o garrafão mas também tem mão boa no perímetro. Defende bem, rouba bola, distribui assistências… É daqueles jogadores que fazem tudo em quadra. Não à toa já tem gente especulando que pode ser a primeira escolha do Draft de 2027.

    Kansas precisava disso urgentemente

    Sinceramente, essa contratação veio na hora certa para os Jayhawks. O time de Bill Self passou quatro anos seguidos caindo antes do Sweet 16 — uma eternidade para um programa acostumado a brigar por títulos. A eliminação precoce no torneio de março passado até fez rolar rumores de aposentadoria do técnico.

    Mas Self decidiu ficar para a 24ª temporada (absurdo, né?) e agora tem em mãos uma recruiting class que pode mudar tudo. Além do Stokes, Kansas pescou o armador cinco estrelas Taylen Kinney, mais outros talentos como Davion Adkins, Trent Perry e Luke Barnett.

    A turma do portal de transferências também reforçou o elenco com Keanu Dawes (Utah), Christian Reeves (Charleston) e Leroy Blyden Jr. (Toledo). No papel, é um time pra brigar pelo título nacional.

    O grande lance é que Kansas perdeu uma galera importante — Darryn Peterson declarou pro Draft, Flory Bidunga, Melvin Council Jr. e Bryson Tiller também vazaram. Stokes chega justamente pra preencher esse vazio e trazer aquela qualidade de elite que o programa precisa.

    Vocês acham que Kansas volta a incomodar no March Madness? Porque se esse Stokes for tudo isso que dizem, os Jayhawks podem surpreender em 2027. E olha que faz tempo que Lawrence não vê uma empolgação dessas na torcida.