Tag: basquete universitário

  • Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Olha, eu sinceramente não esperava essa. Alex Condon, o gigante australiano de 2,11m do Florida, resolveu adiar o sonho NBA e voltar pra mais uma temporada universitária. E cara, pode ser uma das decisões mais inteligentes que eu vi ultimamente.

    O moleque claramente sabe onde está pisando. Com apenas 17% nos arremessos de 3 pontos na temporada passada (9 de 53 tentativas), ele entendeu que precisa trabalhar mais essa parte do jogo antes de se aventurar no draft. Pra um cara de 2,11m que quer jogar na NBA moderna, não tem como fugir do arremesso de longa distância.

    Um elenco que promete dar trabalho

    E não é só o Condon que ficou. Florida conseguiu manter sete jogadores do time campeão de 2025 — sim, aquele time que conquistou o título nacional. Boogie Fland (armador), Urban Klavzar (ala-armador) e mais uma galera decidiu apostar em mais um ano juntos.

    Agora, a grande incógnita fica por conta de Thomas Haugh. O cara foi o cestinha do time e todo mundo fala que é uma escolha garantida na loteria do draft. Será que ele também vai resistir ao chamado da NBA? Essa decisão pode definir se Florida vai brigar de novo pelo título ou não.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Condon fez uma temporada sólida como junior, com médias de 15.1 pontos, 7.5 rebotes e 3.6 assistências. Liderou o time em tocos (48) — coisa que eu esperava de um grandalhão desse nível. Mas também liderou em turnovers (83), e teve oito jogos com pelo menos 4 erros de ataque. Aí é complicado.

    Na minha visão, mais um ano na faculdade pode ser o que ele precisa pra chegar na NBA como uma escolha de primeira rodada, talvez até na loteria. Porque vamos combinar: big man que sabe tocar o jogo, distribui assistência E consegue acertar de 3? Isso vale ouro no mercado atual.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Ou ele deveria ter se arriscado no draft mesmo com essas limitações no arremesso?

  • Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    E lá se vai mais um. Dylan Mingo, uma das maiores promessas do basquete universitário americano, anunciou nesta segunda que não vai mais jogar por North Carolina. O garoto, que é ranqueado como número 9 na classe de 2026, decidiu abrir o jogo novamente após a demissão de Hubert Davis.

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do moleque. Você se compromete com um programa pensando em jogar para um técnico específico, aí do nada trocam tudo? Complicado mesmo.

    Michael Malone chegou, mas não convenceu

    A contratação de Michael Malone como novo head coach dos Tar Heels foi anunciada no início do mês, mas aparentemente não foi suficiente para segurar Mingo. O prospecto havia escolhido UNC numa disputa acirrada contra Baylor, Penn State e Washington — e agora todas essas opções voltam para a mesa.

    Ser ranqueado no top 10 da sua classe não é brincadeira. Estamos falando de um talento absurdo que pode definir o futuro de qualquer programa universitário. E vocês acham que ele vai acabar onde? Eu tenho um palpite de que Baylor pode voltar forte na disputa.

    Pelo menos uma boa notícia

    Nem tudo está perdido para Malone em Chapel Hill. O técnico conseguiu manter Maximo Adams, outro recruit top 25 que já estava comprometido com o programa. É uma vitória importante, considerando a turbulência que North Carolina está vivendo.

    Sinceramente, essa situação toda mostra como o basquete universitário americano mudou nos últimos anos. Os caras não pensam duas vezes antes de trocar de programa se algo não estiver do jeito que querem. E olha, não posso criticar — é o futuro deles que está em jogo.

    Agora é esperar para ver onde Mingo vai parar. Uma coisa é certa: qualquer programa que conseguir o garoto vai estar fazendo um baita negócio para os próximos anos.

  • Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Calouro do Illinois já mira o Draft 2026 – e tá certo!

    Gente, o basquete universitário americano não para de me surpreender. Keaton Wagler, calouro do Illinois, acabou de se declarar para o Draft da NBA de 2026. Isso mesmo, 2026! O garoto tem apenas uma temporada na NCAA e já tá de olho na liga.

    E olha, sinceramente? Ele tem razão pra sonhar alto.

    Os números não mentem

    Wagler jogou 37 partidas pelos Fighting Illini e simplesmente mandou ver. Médias de 17.9 pontos, 5.1 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Pra um calouro, isso é coisa de monstro.

    Mas o que mais me impressiona são os percentuais de arremesso: 44.5% nos arremessos de quadra, 39.7% nas bolas de três e 79.6% nos lances livres. Cara, essas são eficiências de veterano! Um ala-armador de 1,98m que arremessa assim já chama atenção de qualquer olheiro da NBA.

    Quinto no ranking da ESPN

    A ESPN não brinca em serviço – Wagler tá ranqueado como quinto melhor prospecto para o Draft de 2026. Considerando que ainda faltam dois anos, essa posição mostra o tanto que os especialistas acreditam no potencial dele.

    O que mais me chama atenção é a versatilidade. Com quase 2 metros de altura, ele consegue jogar tanto de ala quanto de armador. Essa flexibilidade posicional é ouro na NBA moderna, onde os times procuram jogadores que podem fazer múltiplas funções.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser uma escolha de lottery no Draft? Eu tô começando a acreditar que sim. Claro, ainda tem muito basquete pela frente, mas os fundamentos já estão lá. Agora é ver se ele consegue manter essa evolução nos próximos dois anos em Illinois.

    Uma coisa é certa: vamos ficar de olho nesse garoto. Com números assim logo na primeira temporada, Wagler pode ser mais uma surpresa positiva vinda do basquete universitário.

  • Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Calouro de Stanford quebra recorde e vai pro Draft da NBA

    Gente, vocês conhecem a história do Ebuka Okorie? Esse cara simplesmente chegou em Stanford sem NENHUMA oferta de universidade grande — veio lá de New Hampshire, onde quase ninguém dava bola pra ele. E olha só: fechou a temporada como o 8º maior pontuador de TODA a NCAA. Absurdo.

    O garoto anunciou quinta-feira que vai declarar pro Draft da NBA, e cara, depois do que ele fez não tem como culpar. 23.2 pontos por jogo na primeira temporada universitária. Pra vocês terem uma ideia, entre os calouros só perdeu pra dois caras que já são considerados escolhas garantidas na loteria: AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas).

    Do zero ao herói em Stanford

    A história dele é daquelas que a gente ama ver no basquete. Chegou em Stanford praticamente desconhecido e já na estreia meteu 26 pontos contra Portland State. Mas o negócio ficou sério mesmo quando ele destruiu North Carolina com 36 pontos numa vitória que ninguém esperava.

    E o cara não parou por aí não. Fez 40 pontos contra Georgia Tech jogando em casa, e terminou a temporada com OITO jogos de 30+ pontos. Isso quebrou o recorde de calouros da ACC que era do Marvin Bagley III, que jogou em Duke. Olha o nível.

    Números que impressionam

    Os 719 pontos que ele fez ficaram como o terceiro maior total de uma única temporada na história de Stanford. Só perdeu pra Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). E não foi só pontuação não — 3.6 rebotes, 3.6 assistências e 1.6 roubos de bola por jogo.

    Sabem quem foi o último cara a atingir essas médias combinadas? Ja Morant em 2018-19, quando ainda estava em Murray State. Ou seja, o Okorie tá em boa companhia.

    O que mais me impressiona é como ele melhorou o arremesso de três durante a temporada. Nos últimos 12 jogos, acertou 46.9% das tentativas do perímetro. Sinceramente, não esperava essa evolução tão rápida.

    As projeções colocam ele como uma escolha do final da primeira rodada do Draft. Na minha opinião, pode ser uma pechincha pra quem conseguir draftar ele. Um cara que chegou do nada e fez o que fez em Stanford… esse tipo de mentalidade e trabalho duro é exatamente o que os times da NBA procuram.

    E aí, vocês acham que ele consegue se estabelecer na NBA ou deveria ter ficado mais um ano na faculdade?

  • Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Okorie deixa Stanford: de desconhecido a possível 1ª rodada do Draft

    Cara, que história é essa do Ebuka Okorie? O moleque simplesmente chegou em Stanford como um completo desconhecido — zero ofertas de universidades grandes — e agora tá se declarando pro Draft da NBA depois de uma temporada freshman absolutamente monstruosa.

    Okorie anunciou ontem nas redes sociais que vai tentar a sorte no Draft, e olha, depois do que ele fez na ACC eu entendo perfeitamente a decisão. O garoto liderou toda a conferência em pontuação como calouro. Isso não é brincadeira não.

    Os números que impressionam

    Vamos aos fatos: 23.2 pontos por jogo. Entre os calouros, só ficou atrás de AJ Dybantsa (BYU) e Darius Acuff Jr. (Arkansas) — que são cotados pra lottery, ou seja, top 14 do Draft. Okorie ainda teve oito jogos com 30 pontos ou mais, quebrando o recorde de freshmen da ACC que pertencia a Marvin Bagley III, do Duke.

    E a estreia? 26 pontos contra Portland State. Depois veio aquele massacre de 36 pontos na vitória sobre North Carolina — que na época tava bem cotada. E o ápice: 40 pontos contra Georgia Tech em casa. Sinceramente, quem esperava isso de um garoto que nem estava no radar das grandes universidades?

    O que chama atenção nos scouts

    O interessante no jogo do Okorie é a evolução que ele teve ao longo da temporada. No começo era mais penetração e falta, coisa que já funcionava bem. Mas nos últimos 12 jogos ele acertou 46.9% das bolas de três. Isso é um salto técnico impressionante para um freshman.

    Os 719 pontos que ele fez em Stanford são o terceiro maior total da história da universidade em uma temporada. Ficou só atrás de Adam Keefe (1991-92) e Chasson Randle (2014-15). Pra um cara que chegou “do nada”, é absolutamente surreal.

    Na minha visão, Okorie representa tudo que é bonito no basquete universitário americano. Um diamante bruto que foi lapidado pelo técnico Kyle Smith e pela estrutura de Stanford. E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na NBA? As projeções falam em final de primeira rodada, o que já seria um sucesso considerando de onde ele veio.

  • Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Dick Vitale enfrenta novo susto com a saúde aos 86 anos

    Cara, meu coração apertou quando vi a notícia do Dick Vitale ontem. O lendário comentarista da ESPN, que já bateu tanto câncer que parecia indestrutível, acabou de anunciar que os exames de rotina trouxeram algumas “anormalidades”. E olha, eu sei que vocês pensam: “mas o que isso tem a ver com NBA?” Tem tudo a ver, porque esse cara É o basquete americano.

    Aos 86 anos, Dickie V (como todo mundo carinhosamente chama) continua sendo aquela força da natureza que conhecemos. Segundo ele mesmo, fisicamente tá se sentindo ótimo e mentalmente afiado como sempre. Mas os médicos encontraram algo suspeito nos últimos exames — PET scan, tomografia, duas ressonâncias magnéticas. O pacote completo, sabe?

    A luta que não para

    Sinceramente, a resistência desse homem é absurda. Desde 2021, ele já enfrentou melanoma, linfoma e até câncer nas cordas vocais em 2023. Imaginem só: um cara que vive da voz tendo que lidar com isso. Mas conseguiu voltar às transmissões no ano passado, inclusive fazendo dupla com o Charles Barkley pela primeira vez — que deve ter sido um jogaço de comentários!

    “É um milagre. É absolutamente um milagre”, disse ele em março quando perguntaram sobre ainda estar trabalhando. E o cara fica emocionado falando disso. Como não ficar?

    O nervosismo de todo mundo

    A declaração dele foi bem honesta sobre como é passar por isso: “Toda vez que vou fazer qualquer tipo de exame, fico um caco nervoso. A ansiedade que você sente com a incerteza é absurda. Você nunca sabe o que vem pela frente, pode ser surpreendente ou assustador.”

    Cara, isso me tocou porque é exatamente assim que qualquer um de nós se sentiria, né? Por mais forte que seja, por mais batalhas que já tenha vencido, aquele friozinho na barriga sempre volta.

    Agora ele tá esperando uma biópsia pra saber qual vai ser o próximo passo. Mas típico do Vitale: “Como sempre, planejo continuar ativo como sempre e lutar com todas as forças.”

    E vocês acham que ele vai parar de comentar? Eu duvido muito. Esse cara é puro basquete correndo nas veias, e enquanto tiver força pra gritar “AWESOME BABY!” nas transmissões, ele vai estar lá. Torcendo muito pra que seja só mais um susto e que logo logo ele esteja de volta fazendo o que mais ama.

  • Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Malone recusou Carolina do Norte várias vezes até aceitar vaga de US$ 50 mi

    Olha só que história louca: Michael Malone quase deixou escapar uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano. O cara que foi demitido do Denver Nuggets recusou North Carolina várias vezes antes de finalmente aceitar comandar os Tar Heels por seis anos e US$ 50 milhões.

    Na coletiva de apresentação desta terça, Malone revelou que quando o diretor atlético Steve Newmark primeiro entrou em contato, ele nem levou a sério. Pensou que era só uma cortesia, sabe? “Cada vez que eu dizia não, eu me arrependia”, confessou o técnico. “Eu pensava: acho que estou cometendo um erro.”

    A reviravolta no Final Four

    A situação mudou completamente durante o Final Four. Tommy Lloyd (Arizona) e Dusty May (Michigan) — que eram as principais opções da Carolina — tiraram seus nomes da disputa. Aí sim a coisa ficou séria.

    Newmark e o diretor de operações Eric Hoots literalmente voaram de Indianapolis até a casa do Malone no Colorado no domingo de Páscoa. Imagina a cena: os caras cruzaram o país inteiro pra tentar convencer o técnico.

    “Muito mais tempo do que queríamos ele lá”, brincou Malone sobre a reunião que durou cinco horas. “Minha primeira reação quando disseram que queriam voar de Indianapolis foi tipo, não… mas estou tão feliz que eles vieram, porque mudou minha opinião e a da minha esposa.”

    O fator família pesou muito

    Aqui que a história fica ainda mais interessante. A filha dele, Bridget, joga vôlei na própria UNC e falou diretamente pro pai: “aceita essa vaga”. Além disso, o pai falecido do Malone, Brendan (que também era técnico), sempre foi um admirador de North Carolina e do lendário Dean Smith.

    Sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente tanto da Carolina quanto do Malone. Ele estava sem emprego na NBA desde que saiu dos Nuggets, e a UNC conseguiu um técnico experiente que conhece o basquete de alto nível. US$ 50 milhões por seis anos não é brincadeira — mostra o quanto eles acreditam no cara.

    E aí, vocês acham que o Malone vai conseguir devolver North Carolina ao topo do basquete universitário? A pressão vai ser gigantesca, especialmente com esse salário astronômico.

  • Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Ex-draft da NBA que estreou em Baylor vai para o portal de transferências

    Olha só que situação bizarra: James Nnaji, o pivô nigeriano de 2,13m que fez história ao se tornar o primeiro jogador draftado pela NBA a jogar basquete universitário, já está de saída de Baylor. Cara, nem completou uma temporada inteira e já quer vazar!

    O moleque de 21 anos entrou no portal de transferências depois de uma passagem bem apagada pelos Bears. Foram apenas 18 jogos, média de 1,4 pontos em 8 minutos por partida. Sinceramente? Esperava bem mais de alguém que foi escolhido na posição 31 do Draft de 2023.

    A polêmica que balançou o college

    A chegada do Nnaji em Baylor no meio da temporada foi um dos maiores pepinos que o basquete universitário já viu. O cara tinha passado anos no Barcelona, foi draftado pelos Pistons (mas seus direitos acabaram com os Knicks), jogou Summer League… e de repente apareceu querendo jogar college aos 21 anos?

    A NCAA virou um caos total. John Calipari do Arkansas pediu explicações, Dan Hurley de UConn reclamou da falta de regras claras, e Tom Izzo do Michigan State mandou um “que vergonha, NCAA” que ecoou por todo o país. E olha que eu concordo com eles — como deixa um cara que já foi draftado jogar contra moleques de 18 anos?

    A única coisa que salvou o Nnaji foi nunca ter assinado um contrato na NBA. Tecnicamente, ele ainda era “amador”. Mas convenhamos, é uma linha bem tênue entre profissional e amador quando você joga Summer League há dois anos, né?

    Rendimento decepcionante

    Baylor apostou alto no nigeriano para fortalecer o garrafão, mas a coisa não funcionou. O time terminou com 17 vitórias e 17 derrotas — uma das piores campanhas recentes dos Bears. E o Nnaji? Bom, 69% de aproveitamento nos arremessos não compensa quando você mal toca na bola.

    O mais louco é que ele abriu precedente para outros casos esquisitos. Charles Bediako conseguiu voltar para Alabama depois de DOIS ANOS longe, mas pelo menos o cara teve números decentes: 10 pontos, 4,6 rebotes por jogo.

    E aí, vocês acham que algum time vai apostar no Nnaji na próxima? O cara tem o físico, tem 21 anos, mas essa primeira experiência no college não foi nada animadora. Talvez precise de um programa que dê mais minutos e confiança para mostrar seu real potencial.

    Uma coisa é certa: essa história toda mudou para sempre a relação entre NBA e basquete universitário. A NCAA já está correndo atrás de novas regras para evitar mais situações assim. Mas para o Nnaji, o importante agora é encontrar um lugar onde possa realmente jogar bola.

  • Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Gente, vocês viram o que aconteceu em Louisville? O Mikel Brown Jr., um calouro de apenas 18 anos, acabou de declarar para o Draft da NBA de 2026 — e olha que o moleque nem terminou a primeira temporada na faculdade direito por causa de lesão.

    Mas calma, não é loucura não. O garoto tem números absurdos: 18.2 pontos, 4.7 assistências e 3.3 rebotes por jogo em apenas 21 partidas antes de se machucar. PER de 20.8 — isso é coisa de All-Star, galera.

    A noite que mudou tudo

    O cara simplesmente fez 45 pontos contra NC State em fevereiro. Quarenta e cinco! Empatou o recorde histórico do programa de Louisville (que era de 1967) e ainda quebrou o recorde de pontos de um calouro na ACC. Mas sabe qual jogo ele considera o verdadeiro divisor de águas? Os 29 pontos contra Kentucky em novembro.

    “Foi naquele jogo contra Kentucky que eu senti que fiz uma declaração tipo ‘Ei, eu tô aqui. E vim pra ficar’”, disse Brown. E cara, quem acompanha basquete universitário sabe que derrubar Kentucky sendo calouro não é brincadeira.

    A lesão que assombra

    Aqui que a coisa complica. Brown perdeu 14 jogos por causa de uma lesão nas costas, incluindo os torneios da ACC e March Madness. Pra um prospecto que estava voando, isso é de apertar o coração.

    Mas o moleque tá otimista. Diz que tá melhorando com tratamento diário e que vai participar dos workouts antes do Draft e da Summer League em julho. Um scout da NBA que conversou com a ESPN ainda projeta ele no top-10, mesmo com a preocupação da lesão.

    Mentoria de peso

    E olha só que conexão interessante: Brown teve orientação do Donovan Mitchell antes de tomar essa decisão. Mitchell, que também é de Louisville e hoje é estrela do Cleveland Cavaliers, tem sido mentor do garoto desde o ensino médio.

    Sinceramente? Acho que o garoto tem tudo pra dar certo. Com 1,96m de altura e essa capacidade de pontuar, lembra muito alguns guards que chegaram na NBA nos últimos anos e fizeram a diferença. A questão mesmo é se essas costas vão aguentar o tranco da liga.

    O que vocês acham? Ele consegue se manter no top-10 mesmo com o histórico de lesão? Pra mim, se estiver 100% fisicamente, esse cara pode ser uma das grandes surpresas do Draft 2026.

  • Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    E aí, galera! Tá chegando a hora mais esperada do ano para quem acompanha basquete universitário — a final da March Madness entre Michigan e UConn vai rolar hoje, e é claro que todo mundo já tá de olho no Draft da NBA que vem por aí.

    Cara, não vou mentir: tô meio surpreso com algumas ausências nesse mock draft que saiu hoje. Onde estão os brasileiros? Esperava pelo menos ver o Flory Bidunga (Kansas) ou algum outro moleque nosso aparecendo nas primeiras posições, mas parece que 2026 vai ser um ano meio fraco para o Brasil na NBA.

    Dybantsa continua na pole position

    AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto, e sinceramente, depois daquela performance monstruosa de 35 pontos e 10 rebotes no único jogo da BYU na March Madness, é difícil argumentar contra. O moleque é um fenômeno — 28.8 pontos por jogo nos últimos 17 jogos da temporada. Absurdo.

    O Washington Wizards, que tem o ataque mais patético da NBA atualmente, deve cravar ele sem pestanejar. É aquele tipo de jogador que chega e já muda completamente a dinâmica ofensiva de um time.

    Cameron Boozer surpreende na segunda posição

    Agora essa me pegou de surpresa: Cameron Boozer em segundo lugar? Olha, sei que o garoto foi player of the year no college, mas não esperava que subisse tanto assim. O Indiana Pacers aparentemente tá vendo ele como peça perfeita para jogar junto com Pascal Siakam.

    Boozer não é aquele cara que vai te dar highlight toda noite, mas é sólido pra caramba. E convenhamos — vindo de Duke, o cara já tá acostumado com pressão e cultura vencedora.

    Darryn Peterson caindo para terceira posição no Brooklyn é meio esperado. O garoto tem todo o talento do mundo, mas essas lesões e a inconsistência durante a temporada pesaram. Mesmo assim, eu ainda acho que ele pode ser o melhor jogador dessa classe no longo prazo.

    E os brasileiros, cadê?

    Tô aqui procurando brasileiro nessa lista e nada, mano. Flory Bidunga do Kansas tá sendo cotado como possível primeira rodada caso declare, mas parece que ele ainda tá pensando se fica mais um ano no college.

    Sinceramente, depois de ver o que o Gui Santos e outros fizeram na NBA recentemente, esperava uma safra brasileira mais forte em 2026. Mas às vezes é assim mesmo — uns anos são melhores que outros.

    Vocês acham que algum brasileiro vai surpreender e aparecer na primeira rodada? Ou 2026 vai ser mesmo um ano de seca para a gente? Me falem nos comentários, quero saber a opinião de vocês sobre esse mock draft!