Tag: basquete universitário

  • Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Cara, que temporada absurda do Michigan! Os Wolverines fecharam com chave de ouro uma campanha histórica ao bater UConn por 69-63 na final da NCAA de ontem à noite. E olha, desde novembro eu já sabia que esse time era diferente.

    Lembram quando Elliot Cadeau soltou aquela frase antes da final do Players Era Championship? “Somos o melhor time já montado”. Na época até pensei: “calma lá, garoto”. Aí os caras saíram de lá e destruíram Gonzaga por 40 pontos de diferença. Quarenta, gente. Foi aí que eu percebi: esse moleque não tava falando à toa.

    Cadeau brilha na decisão

    E na final nacional, quem mais ia ser o protagonista? Cadeau fechou com 19 pontos e levou o prêmio de Most Outstanding Player – mais que merecido. O cara simplesmente comandou Michigan durante toda essa campanha monstruosa.

    Sinceramente, desde aquela vitória sobre Gonzaga lá em novembro, Michigan foi simplesmente o time mais dominante do país. E vocês viram como eles jogaram ontem? Mesmo com UConn pressionando no final, os Wolverines mantiveram a frieza e fecharam a conta.

    Uma temporada para a história

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso dizer: essa foi uma das campanhas mais impressionantes que já vi. Michigan entrou nessa temporada com expectativas altas, mas ninguém esperava esse nível de dominância.

    UConn até tentou uma reação no segundo tempo – e olha que eles são bicampeões nacionais, não é qualquer um. Mas Michigan tinha aquela confiança de time grande, sabe? Aquela tranquilidade de quem sabe que é superior.

    No final das contas, os Wolverines provaram que Cadeau tava certo desde o começo. Talvez eles realmente fossem “o melhor time já montado”. E aí, vocês acham que Michigan consegue repetir essa mágica ano que vem?

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!

  • Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Galera, chegou a hora da verdade no March Madness e temos uma notícia que todo mundo tava esperando: tanto Yaxel Lendeborg (Michigan) quanto Solo Ball (UConn) estão LIBERADOS pra final de segunda-feira!

    Os dois caras saíram do relatório oficial de lesões das equipes que foi divulgado no domingo à noite. Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Lendeborg torcendo o tornozelo na semifinal, pensei “pronto, era isso”. O cara pisou no pé do Krivas tentando uma bandeja e ficou meio mancando. Depois soubemos que foi entorse no joelho esquerdo E tornozelo machucado. Dois lugares ao mesmo tempo, monstro.

    Solo Ball também no sufoco

    Do lado dos Huskies, o Solo Ball também deu aquele susto. Se enrolou com o Tarris Reed Jr. numa tela e machucou o pé. Domingo mesmo ele tava andando com aquela bota ortopédica, sabe? Mas o cara é raçudo — disse que ia “fazer de tudo pra estar pronto amanhã”. E conseguiu!

    Sinceramente, imagina se esses dois ficassem de fora da final? Seria um crime contra o basquete. O Lendeborg tem sido fundamental no garrafão do Michigan, e o Solo Ball é peça-chave no esquema do Dan Hurley.

    Michigan x UConn: sede de 89 contra dinastia

    Essa final tem tudo pra ser histórica, pessoal. Michigan correndo atrás do primeiro título desde 1989 (cara, 1989! Eu nem tinha nascido), enquanto UConn quer o terceiro título em quatro anos. É sede contra dinastia, fome contra fartura.

    E vocês sabiam que os times não se enfrentam desde 2015? Foi num torneio nas Bahamas, desses eventos de pré-temporada. Agora se reencontram no palco máximo do basquete universitário.

    A bola sobe às 21h50 (horário de Brasília) desta segunda, no Lucas Oil Stadium em Indianapolis. Vai passar na TBS, TNT e truTV — ou seja, não tem desculpa pra perder!

    Michigan tem apenas LJ Carson e Winter Grady no departamento médico, enquanto UConn não tem ninguém na lista de lesionados. Ou seja: os dois times vão com força máxima pra essa decisão.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô dividido, mas com esses dois craques liberados, a final ficou ainda mais imprevisível!

  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    Olha, eu já sabia que o UConn era bom, mas essa sequência tá ficando absurda. Os Huskies acabaram de atropelар Illinois por 71-62 no Final Four e — pasmem — vão pra sua terceira final de March Madness em quatro anos. Terceira em quatro!

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que um time conseguiu três títulos nacionais em quatro temporadas foi a lendária UCLA do John Wooden em 1975. Estamos falando de quase 50 anos atrás, pessoal.

    O show de Tarris Reed Jr.

    O cara que comandou a festa foi Tarris Reed Jr., que meteu 17 pontos e praticamente carregou o UConn nas costas quando precisou. Braylon Mullins também deu sua contribuição com 15 pontos, incluindo 4 bolas de três em 7 tentativas — um aproveitamento de 57% que dói no adversário.

    E o mais impressionante? No primeiro tempo, o UConn não cometeu uma única perda de bola. Zero turnover. Isso é coisa de time que tá jogando num nível diferenciado mesmo.

    Illinois tentou, mas não deu

    Não vou mentir, Illinois assustou no final. Os Huskies chegaram a abrir 14 pontos de vantagem no segundo tempo, mas Illinois conseguiu diminuir pra apenas 4 pontos faltando menos de cinco minutos. Meu coração nem aguenta essas viradas malucas do March Madness!

    Mas aí que tá — o UConn mostrou por que é bicampeão. Não se desesperou, manteve a cabeça fria e fechou o jogo. Illinois até tentou correr atrás, mas terminou com apenas 106 pontos por 100 posses — quase 30 pontos abaixo da média da temporada deles.

    Sinceramente, vocês acham que alguém consegue parar esse UConn na final? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser difícil viu…

  • Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Cara, o Dan Hurley é mesmo um personagem à parte no basquete universitário americano. Depois de classificar UConn para mais uma final do March Madness com vitória de 71-62 sobre Illinois, o técnico levou umas vaias no Lucas Oil Stadium e ficou completamente perdido.

    “Eles estão me vaiando?”, perguntou ele no meio de uma entrevista com a repórter Tracy Wolfson, da CBS. “Eu não sei por que estão me vaiando.”

    Sinceramente? Eu ri demais com a cara de confuso dele. O homem acabou de levar seu time para a terceira final de NCAA em quatro anos e não consegue entender por que a torcida rival não gosta dele.

    O técnico que todo mundo ama odiar

    Olha, quem acompanha o basquete universitário sabe que o Hurley é daqueles técnicos que esquenta muito na beira da quadra. O cara vive protestando, gesticulando, brigando com árbitro – é pura paixão. E isso obviamente não agrada as torcidas adversárias.

    Durante o jogo mesmo, as câmeras flagraram ele reclamando de uma falta ofensiva contra Eric Reibe e levando vaia na sequência. Normal, né? Faz parte do show do March Madness.

    “Eu recebo muito mais reações negativas nas redes sociais do que quando encontro pessoas na vida real”, disse Hurley antes do jogo. “Porque quando encontro pessoas normais, elas olham pra mim e começam a rir ou sorrir. Ou falam: ‘Você é o cara dos vídeos. Parece meio louco, mas acho que é gente boa’.”

    Números que impressionam

    Brincadeiras à parte, o que o Hurley tem feito com UConn é absurdo. O homem está invicto no Final Four pelos Huskies: 5 vitórias em 5 jogos. No geral do March Madness, são 18 vitórias e apenas 3 derrotas.

    Agora ele vai buscar mais um título na segunda-feira. E vocês acham que ele vai conseguir? Eu tô apostando que sim – e provavelmente vai levar mais umas vaias no caminho, porque né… faz parte do personagem.

    É isso que eu amo no basquete universitário americano: tem drama, tem emoção, tem técnico maluco que não entende por que está sendo vaiado. Puro entretenimento!

  • Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Cara, que novela foi essa! Tommy Lloyd finalmente botou fim na especulação e confirmou: vai ficar no Arizona pelos próximos cinco anos. E olha, não foi qualquer renovação não — o cara vai embolsar uma média de 7,5 milhões de dólares por temporada. Isso mesmo, 7,5 milhões!

    “Eu vou ficar no Arizona”, disse Lloyd numa coletiva na sexta-feira. E completou de um jeito que só quem ama o que faz consegue falar: “Basquete do Arizona, vocês sabem o que significa pra mim. Quando digo que é um lugar especial, isso sempre vem do fundo do meu coração.”

    Michael Jordan ligou? Lloyd diz que é balela

    A galera tava pirada com os rumores de que o próprio Michael Jordan tinha ligado pra convencer o técnico a ir pro North Carolina. Lloyd foi direto ao ponto: tudo invenção. E ainda mandou uma frase que vai ficar marcada:

    “Eu tomei a decisão de que o meu Michael Jordan é o Steve Kerr, e tenho orgulho de ser um Wildcat do Arizona.”

    Mano, que declaração de amor! Pra quem não lembra, Steve Kerr é ex-jogador histórico do Arizona e hoje técnico campeão da NBA com o Golden State Warriors.

    Os números não mentem: Lloyd é monstro

    E vocês acham que o Arizona tá pagando caro à toa? Nada disso. Em cinco temporadas à frente do time, Tommy Lloyd tem 148 vitórias e apenas 35 derrotas. Isso faz dele o técnico com mais vitórias na história do NCAA em suas primeiras cinco temporadas como head coach.

    Este ano então foi absurdo: título da temporada regular da Big 12, título do torneio da conferência e — pasmem — primeira Final Four do programa desde 2001. O Arizona encara Michigan no sábado, e sinceramente, depois dessa renovação, a confiança deve estar lá em cima.

    A diretora atlética Desiree Reed-Francois não economizou nos elogios: “Tommy Lloyd é o melhor técnico do basquete universitário, e temos uma forte convicção no futuro do basquete do Arizona sob sua liderança.”

    Desde que chegou do Gonzaga em 2021 — onde passou duas décadas como assistente principal do Mark Few — Lloyd conquistou três títulos de temporada regular e levou o time a quatro Sweet 16 em cinco participações no March Madness.

    E aí, o que vocês acham? Arizona fez certo em segurar o técnico com essa grana toda? Na minha opinião, pelo que o cara já entregou, tá mais que justificado.

  • Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Bidunga vai pro Draft mas pode voltar: o monstro do Kansas no portal

    Olha só que movimentação louca no basquete universitário americano: Flory Bidunga, o pivô de 2,08m do Kansas, declarou pro Draft da NBA mas também entrou no portal de transferências. Ou seja, o cara tá testando as águas profissionais mas deixou a porta aberta pra continuar na faculdade.

    E que pivô, gente. Sinceramente, eu já sabia que esse cara era especial desde que começou a jogar pelos Jayhawks, mas os números desta temporada foram simplesmente absurdos: 13.3 pontos e 9.0 rebotes por jogo. Ah, e ainda por cima liderou toda a Big 12 em tocos (2.6 por partida) e aproveitamento de arremessos — 64% de acerto. Sessenta e quatro por cento!

    O mais cobiçado do portal

    Segundo a ESPN, se o Bidunga decidir ficar na faculdade, ele seria imediatamente o jogador mais desejado entre os mais de 800 atletas que já declararam pro portal até agora. E olha que o portal nem abriu oficialmente ainda — isso só acontece na terça que vem, depois do March Madness.

    Cara, imagina a loucura que vai ser. Todo técnico de programa top nos EUA deve tá babando pra ter um pivô desse calibre. Tamanho, proteção de aro, finalizações… o cara tem tudo que você quer num homem do garrafão moderno.

    Draft ou faculdade? A decisão

    Do lado profissional, as projeções colocam o Bidunga como uma escolha de segunda rodada, provavelmente na 44ª posição. Não é ruim, mas também não é aquele dinheiro garantido que você pega na primeira rodada.

    Na minha visão, ele deveria ficar mais um ano na faculdade. O cara ainda é sophomore (segundo ano), tem apenas 19 anos. Um ano a mais de desenvolvimento, talvez num programa que use ele melhor ofensivamente, e ele pode virar uma pick de primeira rodada fácil.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele fica ou vai? Eu torço pra que ele fique e a gente veja mais um ano desse monstro dominando o basquete universitário. O cara foi candidato a melhor defensor do país — imagina o que ele pode fazer com mais experiência!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, alguém vai ganhar muito com isso. Se for pra NBA, algum time vai pescar um baita pivô na segunda rodada. Se ficar na faculdade, que sorte vai ter o programa que conseguir ele no portal.

  • Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Memphis contrata primeiro GM da história: revolução no basquete universitário

    Cara, isso aqui é histórico mesmo. O Penny Hardaway acabou de fazer algo que nenhum técnico de basquete universitário tinha feito antes: contratou um gerente geral oficial para o programa de Memphis. Gabriel Harris, que vinha comandando o Stockton Kings (time da G League), é agora o primeiro GM da história dos Tigers.

    Olha, eu sempre falei que o basquete universitário americano ia evoluir para ficar mais parecido com o profissional, mas não esperava que fosse acontecer tão rápido assim. Com toda essa mudança de NIL e portal de transferências, faz total sentido ter alguém dedicado só para montar elenco.

    O cara sabe o que faz

    E não é qualquer um não. Harris acabou de levar o Stockton ao título da G League em 2025 – sim, time campeão. Nos três anos que ficou por lá (dois como GM), o cara montou um elenco que teve o melhor aproveitamento da temporada regular: 24 vitórias em 34 jogos.

    Mas o que mais me impressiona é o olho clínico dele. Vários jogadores que passaram por suas mãos chegaram na NBA: Mason Jones conseguiu contrato com o Sacramento, Jaylen Nowell assinou com Memphis Grizzlies e Detroit Pistons, e Keon Ellis – que inclusive virou contrato fixo com os Kings.

    “A história, as expectativas e a tradição do basquete de Memphis foram o que me atraíram para essa oportunidade”, disse Harris. E realmente, Memphis sempre foi uma potência no universitário – lembram daquela campanha épica de 2008?

    Revolução silenciosa

    Na nova função, Harris vai cuidar de tudo que um GM profissional faria: montagem de elenco, operações de recrutamento, estratégia de divisão de receita e avaliação de jogadores. Basicamente, o Penny agora pode focar só em técnica enquanto Harris cuida da parte administrativa.

    O cara tem currículo pesado também: formado em Stanford (onde jogou por quatro anos e foi campeão do NIT em 2012), passou nove anos na Adidas como executivo de marketing. Tem diploma em psicologia comportamental, comunicação digital e ainda fez certificação em Data Science no MIT. Monstro, né?

    Sinceramente, acho que essa é uma tendência que vai pegar. Com o tanto de dinheiro rolando no basquete universitário hoje em dia, faz sentido profissionalizar a coisa. E vocês, acham que outros programas top vão seguir o exemplo de Memphis?

  • Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Galera, respirem aliviados — Bill Self vai continuar no Kansas! O técnico de 63 anos anunciou nesta quarta que fica à frente dos Jayhawks na próxima temporada, colocando fim a semanas de ansiedade entre os fãs.

    Sinceramente, não era certeza que ele ia voltar. Depois da eliminação precoce na March Madness (cara, perder pra St. John’s doeu), Self deixou no ar que precisava conversar com a família sobre o futuro. E não era pra menos.

    Os sustos que assombraram Lawrence

    O bagulho é sério: desde 2023, Self já passou por quatro procedimentos cardíacos. Quatro! Em 2023, teve que colocar dois stents depois de ser internado com dores no peito e problemas de equilíbrio. Perdeu o torneio da Big 12 e a March Madness inteira.

    No ano passado, mais dois stents. Em janeiro, foi parar no hospital de novo e perdeu o jogo contra Colorado. Imaginem a pressão que deve ser treinar no mais alto nível com esses problemas de saúde.

    “Eu amo o que faço. Mas quero me sentir bem fazendo isso”, disse ele após a eliminação. Mano, dá pra entender perfeitamente a hesitação.

    Por que isso importa tanto?

    Bill Self não é qualquer técnico. São 855 vitórias em 33 temporadas, dois títulos nacionais pelo Kansas e quatro Final Fours desde que chegou em Lawrence em 2003. O cara É o Kansas moderno.

    E olha, o timing da decisão é perfeito. O portal de transferências abre na terça, logo depois da final nacional. Agora os calouros e veteranos sabem que vão ter continuidade no comando. Isso vale ouro no basquete universitário atual, onde tudo muda o tempo todo.

    “Continuo focado e comprometido com Kansas e competindo por um título nacional”, disse Self no comunicado. Com “clareza renovada”, segundo ele.

    Vocês acham que ele consegue mais um título antes de pendurar as chuteiras? Com a saúde em primeiro lugar, claro, mas o cara ainda tem fome de vencer. E convenhamos, ver Self comandando Allen Fieldhouse por mais alguns anos é um presente pro basquete universitário.