Tag: basquete universitário

  • Chris Mack é o novo técnico de South Florida – boa contratação?

    Chris Mack é o novo técnico de South Florida – boa contratação?

    Olha, South Florida acabou de fazer uma contratação que pode ser bem interessante. Chris Mack foi anunciado como novo técnico do programa masculino de basquete da universidade, e sinceramente? Acho que foi uma jogada inteligente.

    O cara vem de duas temporadas muito sólidas no College of Charleston, onde fez 45 vitórias em 65 jogos. Isso é quase 70% de aproveitamento — nada mal, né?

    O histórico impressiona

    Mas vamos ao que realmente importa: o currículo do Mack é pesado. Entre 2009 e 2018, ele comandou Xavier e levou o time pro Sweet 16 quatro vezes. Quatro! E ainda conseguiu chegar no Elite Eight uma vez. Para quem acompanha March Madness, sabe que isso não é brincadeira.

    Depois disso, teve uma passagem por Louisville (2018-2022) que foi… digamos, conturbada. Mas mesmo assim conseguiu levar o time pro torneio da NCAA em 2019.

    South Florida apostando alto

    A contratação vem depois que Bryan Hodgson deixou o programa para ir pro Providence. E pelo que o próprio Mack falou, ele tá empolgado: “Estou verdadeiramente animado pela oportunidade de liderar um programa de basquete de South Florida que está numa trajetória excepcional”.

    Trajetória excepcional? Bom, vamos ver se ele consegue transformar essa empolgação em resultados na quadra. South Florida não é exatamente um programa tradicional do basquete universitário, mas com o histórico do Mack, quem sabe não conseguem dar aquele salto de qualidade?

    Vocês acham que ele vai conseguir repetir o sucesso que teve em Xavier? Ou será que South Florida vai ser mais um desafio difícil de superar? O March Madness de 2025 pode ter algumas surpresas interessantes…

  • Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Draft 2026: os monstros que ainda estão no March Madness

    Cara, não é todo ano que a gente vê isso — provavelmente nem a cada cinco anos. Alguns dos caras cotados pra serem picks bem altos no Draft de junho ainda estão jogando no Sweet 16 do March Madness. E que sorte a nossa!

    Isso tá criando uns confrontos absurdos e várias oportunidades pra gente acompanhar os futuros craques da NBA ainda na faculdade. Vou destacar aqui alguns matchups que vão ser imperdíveis.

    Darius Acuff Jr. vs Brayden Burries: choque de estilos

    O Darius Acuff Jr. (Arkansas) tá simplesmente voando nesse torneio. Desde o torneio da SEC até agora, o moleque tá com médias de 30.2 pontos e 7.2 assistências em cinco jogos. Trinta pontos de média, gente! O Allen Iverson até postou no Instagram que o Acuff é o “próximo ele”. Tem gente comparando com Damian Lillard e Stephon Marbury também.

    Mas aqui vem o problema — e eu vou ser sincero com vocês. Todos esses caras que citei têm uma coisa em comum: são armadores baixinhos que não defendem muito bem. O Acuff tem 1,90m oficialmente, mas todo mundo espera que ele meça uns centímetros a menos no Combine. E olha, tá cada vez mais difícil prosperar na NBA sendo um armador pequeno que não defende.

    Por isso que a maioria dos times não tem o Acuff nos primeiros cinco nomes do Draft, segundo o que anda rolando por aí. Ele vai ter uma chance de ouro de mostrar serviço contra o Arizona (cabeça de chave 1) e o armador Brayden Burries.

    O Burries é completamente diferente do Acuff — não é chamativo, é mais old school, mas faz tudo bem feito. É daqueles caras que você vê entrando numa rotação da NBA rapidinho: joga com e sem bola, acerta arremessos de catch-and-shoot, tem jogo de meio de quadra. Vai ser um contrastão de estilos.

    Keaton Wagler vs Kingston Flemings: duelo de candidatos à loteria

    Tem um grupo de armadores que vai pro top 10 do Draft: Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. (que se machucou e ficou de fora do torneio). Nesse jogo, Illinois x Houston, a gente vai ver dois deles cara a cara.

    O Wagler foi uma das grandes histórias da temporada do basquete universitário. Um cara de 1,98m que ninguém conhecia e que levou Illinois ao melhor ataque do país. Médias de 17.7 pontos, 4.3 assistências e 41% nas bolas de três. Monstro.

    Mas tem uma pegadinha: ele às vezes se complica contra defesas de muita pressão. E agora vai enfrentar justamente o Houston do Kelvin Sampson, que faz a melhor defesa de pressão do país. É exatamente isso que os scouts querem ver — como os caras reagem sob pressão máxima.

    Do outro lado, o Kingston Flemings tem muito fã nos front offices da NBA. Armador de 1,93m com uma primeira passada explosiva e capacidade de chegar na cesta. Com um arremesso consistente, tá com médias de 16.5 pontos e 5.4 assistências, acertando 37.6% das bolas de três.

    E aí, pessoal — acham que esses moleques vão conseguir manter o nível quando a pressão apertar de verdade? Porque March Madness é isso: uma hora você é herói, na próxima tá indo pra casa. É por isso que eu amo esse torneio.

    Vai ser interessante ver como esses futuros astros da NBA se saem quando realmente importa. Afinal, é assim que a gente descobre quem tem o mental forte pra aguentar o peso da liga mais competitiva do mundo.

  • Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Billy Donovan pode deixar o Bulls e virar técnico universitário

    Olha, eu não vou mentir: quando vi que o Billy Donovan pode estar na mira da North Carolina, pensei “faz sentido mesmo”. O cara tá vivendo um pesadelo em Chicago há anos, e talvez seja hora de voltar às origens no basquete universitário.

    A situação é a seguinte: os Bulls vão ficar de fora dos playoffs DE NOVO, e parece que o Donovan tá sendo cotado como bode expiatório. Segundo o Joe Cowley do Chicago Sun-Times, rola uma especulação pesada de que o técnico pode dar uma pausa dessa bagunça toda que virou Chicago e repensar o que ele quer da carreira.

    O fracasso em Chicago

    Vamos aos fatos: desde que chegou em 2020, Donovan classificou os Bulls pros playoffs apenas UMA vez. Uma! Foi em 2021-22, quando tomaram uma surra do Milwaukee Bucks em cinco jogos. Para um time que tinha tantas expectativas com a chegada do DeMar DeRozan e do Zach LaVine healthy, é decepcionante demais.

    O Arturas Karnisovas contratou o Donovan logo que assumiu o cargo de GM, mas sinceramente? A química nunca colou. É aquela situação clássica: técnico bom, jogadores bons, mas o negócio simplesmente não funciona. Às vezes acontece no basquete.

    Volta às raízes universitárias?

    Agora a North Carolina quer substituir o Hubert Davis, e o nome do Donovan tá no topo da lista, segundo o Jeff Borzello da ESPN. E cara, faz todo sentido. O homem ganhou DOIS títulos nacionais pela Florida antes de partir pro Thunder em 2015 — justamente na última temporada do Kevin Durant em Oklahoma City.

    Na universidade ele era monstro. Dois títulos consecutivos (2006 e 2007) com aqueles times absurdos que tinham o Al Horford, Joakim Noah, Corey Brewer. Era basquete de alta qualidade e resultados concretos.

    Vocês acham que ele deveria mesmo voltar pro universitário? Eu acho que sim. Às vezes a NBA não é pra todo mundo, e não tem problema nenhum nisso. O Donovan provou que sabe treinar — talvez Chicago que seja o problema, não ele.

    Se rolar essa mudança, vai ser interessante ver como os Bulls vão se reorganizar. Porque convenhamos: esse time precisa de uma reformulação geral, começando pelo técnico.

  • North Carolina demite Hubert Davis após vexame histórico na March Madness

    North Carolina demite Hubert Davis após vexame histórico na March Madness

    Olha, eu sabia que ia dar merda quando vi aquela eliminação patética pro VCU na primeira fase da March Madness. E deu mesmo — North Carolina acabou de mandar embora o técnico Hubert Davis.

    A notícia vazou ontem à noite e, cara, que situação constrangedora. Imagina só: você é o técnico de uma das maiores tradições do basquete universitário americano e toma uma surra de um time que ninguém nem lembrava que existia. É de cortar o coração de qualquer Tar Heel.

    O vexame que selou o destino

    Davis durou apenas três temporadas no comando de Carolina — e vamos combinar, as expectativas eram altíssimas. O cara veio pra substituir ninguém menos que Roy Williams, uma lenda absoluta do programa. Aí você perde logo na primeira rodada do torneio mais importante do ano universitário? Complicado demais.

    A universidade foi bem diplomatica no comunicado, falando apenas em “mudança de liderança”. Mas todo mundo sabe qual foi o real motivo. Quando você tem um programa histórico como UNC e faz esse tipo de papel, não tem conversa — ou você entrega resultado ou vai pra casa.

    A conta vai sair cara

    Agora vem a parte interessante: Davis ainda tinha 5,3 milhões de dólares garantidos no contrato. Mais de 25 milhões de reais na cotação atual! A universidade já confirmou que vai “honrar os termos” do acordo. Sinceramente, deve ser bizarro receber uma grana dessa pra não trabalhar, mas é assim que funciona o show business do esporte universitário americano.

    O mais louco é que agora North Carolina vai ter que encontrar alguém pra comandar um dos programas mais tradicionais do país. E vocês acham que vai ser fácil? Qualquer um que vier vai ter a pressão de estar à altura dos Michael Jordan, Vince Carter e todos os outros monstros que passaram por Chapel Hill.

    Uma coisa é certa: quem assumir vai herdar uma responsabilidade gigantesca. The Carolina Way não é brincadeira — é cultura, é tradição, é história pura do basquete. Davis tentou, mas não conseguiu manter o padrão. Agora é torcer pra que o próximo consiga devolver os Tar Heels ao lugar onde eles merecem estar: brigando pelo título nacional.

  • UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    UNC sem técnico: Vai ter guerra pelos grandes nomes disponíveis

    Olha só que situação absurda: North Carolina está sem técnico! Hubert Davis levou a porta depois de mais uma temporada decepcionante dos Tar Heels, e agora uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano está aberta. E vocês sabem o que isso significa, né? Guerra de ofertas pelos grandes nomes do esporte.

    A saída do Davis não foi exatamente uma surpresa. O cara perdeu uma vantagem de 19 pontos (DEZENOVE!) contra o VCU na primeira rodada do March Madness. Foi a segunda eliminação precoce seguida. Numa universidade como UNC, isso é inadmissível. Tradição obriga, mano.

    Os nomes que estão na mira

    A especulação já começou, e os candidatos são de dar água na boca. Billy Donovan, atualmente nos Chicago Bulls, é um nome que faz todo sentido. Bicampeão nacional pela Florida e com experiência na NBA – seria perfeito para ajudar UNC a se adaptar ao basquete universitário moderno, que tá cada vez mais parecido com o profissional.

    Nate Oats também tá na lista. Sinceramente, o trabalho dele no Alabama é monstruoso. Quatro Sweet 16 consecutivas numa escola onde o football é rei? Isso é ser absurdamente competente. O time dele joga um basquete ofensivo que dá gosto de ver, com muito arremesso de 3. Mas convenhamos, sempre tem alguma polêmica rondando o programa dele.

    Dusty May é outro nome interessante. O cara fez milagre na Florida Atlantic levando eles até o Final Four, e agora tá construindo algo sólido em Michigan. É um técnico moderno que entende as mudanças do jogo.

    A tradição familiar vai continuar?

    Aqui que fica a pergunta de um milhão de dólares: UNC vai continuar com a tradição de contratar gente da “família”? Desde que Dean Smith saiu em 1997, todos os técnicos tiveram alguma ligação com o programa – Bill Guthridge, Matt Doherty, Roy Williams e Hubert Davis.

    Mas olha, talvez seja a hora de quebrar esse padrão. O basquete universitário mudou MUITO. NIL, portal de transferências, agentes… é um mundo completamente diferente. Precisa de alguém que saiba navegar nessas águas turbulentas.

    A universidade já disse que vai fazer uma “busca nacional” com ajuda de uma empresa especializada. Ou seja: vão atrás dos melhores nomes disponíveis, não importa de onde venham.

    E aí, galera do Sexto Homem, quem vocês acham que seria a contratação ideal? Apostam que vão manter a tradição ou é hora de uma revolução em Chapel Hill? Uma coisa é certa: com o prestígio e os recursos de UNC, não vai faltar candidato de peso interessado na vaga.

  • North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    North Carolina demite Hubert Davis após 5 temporadas inconsistentes

    Cara, não acredito que chegamos nesse ponto. North Carolina acabou de anunciar a demissão de Hubert Davis depois de cinco temporadas no comando dos Tar Heels. Cinco anos, gente. E olha que o cara chegou com tudo, levando o time até a final do March Madness logo na primeira temporada dele.

    Mas a realidade é que a inconsistência falou mais alto. Desde aquela campanha mágica de 2022, foram apenas três vitórias no March Madness em quatro temporadas. Três! Para um programa com seis títulos nacionais e 21 Final Fours — recorde absoluto — isso é simplesmente inaceitável.

    A gota d’água foi aquela virada histórica

    O que selou o destino do Davis foi aquela derrota absurda para VCU na quinta-feira. Os caras estavam perdendo por 19 pontos e conseguiram virar o jogo na prorrogação. Foi a maior virada da história da primeira rodada do torneio. Imagina a cara dos torcedores de Carolina assistindo aquilo…

    Sinceramente, eu já sentia que algo não estava certo quando eles nem conseguiram se classificar para o March Madness em 2023. Carolina ficar de fora da Dança? Isso não pode acontecer, mano.

    Um cara querido, mas resultados falam mais alto

    Olha, não tem como negar que o Hubert Davis é uma figura respeitada. Ex-jogador dos próprios Tar Heels sob o lendário Dean Smith, 12 anos na NBA, trabalhou na ESPN e depois virou assistente do Roy Williams por anos. O cara sangra azul Carolina.

    Bubba Cunningham, o diretor atlético, até reconheceu isso no comunicado: “Essa não foi uma decisão fácil por causa do tremendo caráter do Hubert”. Mas também foi direto ao ponto — eles precisam “competir de forma mais consistente em nível de elite”.

    E não é que ele está errado? Desde 2022, tirando aquela chegada no Sweet 16 como cabeça de chave número 1 em 2024 (onde perderam para Alabama, por sinal), o time não conseguiu nem passar da primeira rodada direito.

    Agora Carolina vai ter que desembolsar uns 5,3 milhões de dólares para pagar o que resta do contrato dele, que ia até 2029-30. Dinheiro pesado, mas quando você é uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário americano — e só foi preenchida quatro vezes desde que Dean Smith se aposentou em 1997 — você faz o que tem que ser feito.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai assumir agora? Vai ser interessante ver quem topa pegar essa pressão toda…

  • Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Carolina do Norte demite Hubert Davis após vexame histórico

    Cara, eu sabia que ia dar ruim pra Carolina do Norte depois daquela vexame contra VCU. Mas demitir o Hubert Davis mesmo? Poxa, não esperava que fosse rolar tão rápido assim.

    A universidade oficializou a saída do técnico depois de mais uma eliminação precoce no March Madness — a segunda seguida no primeiro round. E olha, não foi qualquer eliminação não. Foi um colapso histórico que vai ficar marcado pra sempre no basquete universitário.

    O vexame que selou o destino

    Imagina perder uma vantagem de 19 pontos no primeiro round do torneio? Foi exatamente isso que aconteceu contra VCU. Os Tar Heels estavam dominando, parecendo que ia ser mais um passeio, aí simplesmente desabaram. Na prorrogação, não fizeram nem um arremesso de quadra. Absurdo demais.

    Segundo os caras que acompanham essas estatísticas malucas, foi a maior virada da história do primeiro round do March Madness. Tipo, imagina ficar marcado assim na história — pelo lado errado da coisa.

    Davis sai com um cartel até respeitável: 125 vitórias em 54 derrotas ao longo de cinco temporadas. Mas em um programa tradicional como Carolina do Norte, números não contam tudo. A galera esperava muito mais.

    Promessa que não se cumpriu

    O mais frustrante é que tudo começou tão bem. Lembro da primeira temporada dele, em 2022 — que jogaço! Levou o time até a final nacional como cabeça de chave 8, perdeu pro Kansas de virada depois de estar na frente por dois dígitos. Na época, parecia que seria só o começo de uma era dourada.

    Mas aí veio a ressaca. Na temporada seguinte, começaram ranqueados como número 1 do país e nem conseguiram classificação pro torneio. Primeira vez desde 2010 que ficaram de fora. Dói só de lembrar.

    Em 2024 chegaram no Sweet 16, deu uma animada na torcida. Mas essas duas eliminações seguidas no primeiro round foram a gota d’água. Programa tradicional como esse não aguenta vexame desse nível.

    E agora? A busca pelo substituto vai ser um dos assuntos mais quentes do basquete universitário. Carolina do Norte é aquele tipo de trabalho que todo técnico sonha — tradição, torcida gigante, recursos infinitos. Mas a pressão também é monstruosa. Expectativa de brigar pelo título todo santo ano.

    Sinceramente, acho que vão atrás de um nome grande de fora da “família Carolina”. Cinco temporadas foram suficientes pra mostrar que só ter história no programa não garante sucesso como técnico principal.

    E aí, galera — quem vocês acham que tem coragem de encarar essa pressão toda? Porque uma coisa é certa: quem vier vai ter que entregar resultado rápido. A torcida não vai ter paciência pra mais uma reconstrução.

  • G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    G-Mac voltou pra casa! Syracuse contrata lenda do programa

    Galera, vocês viram isso? O Syracuse acabou de anunciar o Gerry McNamara como novo técnico — e, cara, isso é HISTÓRIA sendo escrita de novo. O cara que ganhou o título nacional em 2003 junto com o Carmelo Anthony voltou pra casa.

    McNamara, ou “G-Mac” como a torcida chama, estava fazendo um trabalho monstro no Siena Saints. O homem conseguiu levar o time pro March Madness pela primeira vez em 16 anos! Dezesseis anos, mano. Isso é o que eu chamo de ressurreição de programa.

    A mensagem que emocionou a Orange Nation

    Logo depois do anúncio, o Syracuse soltou um vídeo do novo técnico mandando um recado direto pra torcida. E olha, deu pra sentir a emoção:

    “Orange Nation, aqui é o coach G Mac. Não consigo expressar o quanto estou animado pra voltar. Minha família e eu, prontos pra trabalhar, prontos pra fazer isso acontecer de novo. Vamos fazer barulho. Estou emocionado, abençoado por estar aqui, e vamos nessa.”

    Sinceramente? Deu arrepio. O cara falou “fazer barulho” e eu já tô imaginando aquela torcida maluca do Carrier Dome pegando fogo de novo.

    Torcida já tá em êxtase total

    As redes sociais viraram um caos de empolgação. Um torcedor comentou “EU PASSARIA PELA PAREDE AGORA MESMO” — e olha, eu entendo perfeitamente o sentimento. Outro pediu pra trazerem de volta o logo de 2003, que realmente era icônico.

    “Acho que contrataram o cara certo”, postou um fã. E tem outro que resumiu tudo: “A era G-Mac em Syracuse começa agora!” Com direito a emoji de basquete e tudo.

    O desafio não é brincadeira, não. McNamara vai pegar um programa que terminou com apenas 15 vitórias e 17 derrotas na última temporada. Só seis vitórias na conferência! Adrian Autry levou o pé na bunda exatamente por isso.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O cara que já levantou um troféu nacional como JOGADOR agora volta pra tentar fazer isso como técnico. É tipo o Raí virando treinador do São Paulo depois de ter sido ídolo lá (guardadas as proporções, né?).

    Vocês acham que ele consegue resgatar a glória dos tempos dourados de Jim Boeheim? Eu tô torcendo pra dar certo — programa histórico como Syracuse merece estar brigando lá em cima de novo.

  • March Madness 2026 quebra tudo: nunca vi audiência assim!

    March Madness 2026 quebra tudo: nunca vi audiência assim!

    Gente, eu tô em choque com os números da March Madness 2026. Sinceramente, nunca pensei que veria o torneio universitário americano bater recordes históricos de audiência desse jeito.

    A loucura começou já nos primeiros seis dias: 10,1 milhões de telespectadores de média nas duas primeiras rodadas. É o maior número DA HISTÓRIA do torneio, pessoal. Pra vocês terem uma ideia do que isso significa — é tipo se toda a Grande São Paulo parasse pra assistir basquete universitário ao mesmo tempo.

    Domingo foi simplesmente absurdo

    O que mais me impressionou foi aquela janela do domingo à noite: 19,7 milhões de pessoas grudadas na TV. O destaque? St. John’s eliminando Kansas no último segundo — que jogaço, meu Deus! Quem acompanha March Madness sabe que esses momentos são pura magia.

    Tennessee contra Virginia, St. John’s contra Kansas e Iowa contra Florida. Dois desses jogos foram decididos na última posse. É por isso que eu amo esse torneio — qualquer coisa pode acontecer.

    Streaming mudou o jogo completamente

    Uma coisa que tá fazendo diferença total é o HBO Max transmitindo a maioria dos jogos pelo segundo ano consecutivo. Cara, isso democratizou demais o acesso. Antes, muita gente ficava de fora porque não tinha os canais específicos.

    A CBS continua com sua parcela (desde 1982, imaginem!), disponível no Paramount+, mas esse combo HBO Max + TNT Sports tá revolucionando a forma como consumimos March Madness.

    Olha, se continuar nesse ritmo, 2026 pode superar 1979 como o Final Four mais assistido de todos os tempos. Naquela época, 35 milhões de americanos assistiram Magic Johnson (Michigan State) enfrentar Larry Bird (Indiana State). Um duelo lendário que até hoje dá arrepio.

    Vocês acham que esse boom de audiência vai se manter até o final? Eu tô apostando que sim — especialmente se rolarem mais finais emocionantes como essa de St. John’s.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.