Tag: basquete universitário

  • G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    G-Mac voltou pra casa: Syracuse aposta no passado glorioso

    Olha, quando eu vi essa notícia hoje de manhã quase derrubei o café. Gerry McNamara, o lendário G-Mac, voltou pra Syracuse como técnico principal! Cara, que jogada nostálgica da universidade.

    Para quem não lembra ou é mais novo no pedaço: McNamara foi aquele armador monstro que, ao lado do Carmelo Anthony, levou Syracuse ao título nacional em 2003. Eu tinha uns 15 anos na época e lembro de assistir aquela final contra Kansas até hoje. O cara simplesmente não errava de três — era absurdo.

    A volta do filho pródigo

    Agora, aos 42 anos, G-Mac assume o lugar de Adrian Autry, que foi demitido após três temporadas decepcionantes. E olha, não dá pra negar que Syracuse precisava de uma mudança urgente. O programa que já foi potência nacional estava patinando feio: 49 vitórias e 48 derrotas em três anos, cinco temporadas sem March Madness. Pra um time que costumava ser presença garantida no torneio, isso é de partir o coração.

    McNamara vem direto do Siena, onde fez um trabalho interessante nas últimas duas temporadas. Levou os Saints de volta ao NCAA Tournament depois de 14 anos — e quase derrubou Duke na primeira fase! Perdeu por apenas seis pontos (71-65) pro time que tinha muito mais tradição e investimento.

    Mais que nostalgia

    Sinceramente, acho que essa contratação vai além da nostalgia. McNamara conhece Syracuse como poucos — jogou lá, foi assistente por 14 anos sob o Jim Boeheim e mais uma temporada com Autry. O cara respirou basquete Orange a vida toda.

    E tem uma parada interessante rolando: Syracuse trocou de diretor atlético também. Bryan Blair assumiu o cargo e, pelos comentários por aí, a ideia é investir mais pesado no recrutamento de jogadores. Era algo que o programa estava precisando desesperadamente — não dá pra competir com Duke, North Carolina e companhia sem investimento.

    O fato do próprio Boeheim ainda estar por lá como assistente especial também ajuda. Imagina a sabedoria que esse cara pode passar pro G-Mac? São quase cinco décadas de experiência no programa.

    Vocês acham que McNamara consegue trazer Syracuse de volta ao topo? Eu tô otimista, não vou mentir. O cara tem DNA Orange correndo nas veias e já provou que sabe desenvolver um programa. Agora é ver se a torcida vai ter paciência — porque reconstruir não acontece do dia pra noite.

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.

  • March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    March Madness 2026: Refazendo as apostas após o tombo de Florida

    Cara, o March Madness não perdoa mesmo. A gente tava lá, todo mundo com Florida como favorito pra repetir o título, e do nada o Iowa aparece e mete uma enterrada na nossa cara. Literalmente destruiu os brackets de meio mundo.

    Eu confesso que também acreditava nos Gators. Time defendendo o título, cabeça de chave número 1… parecia moleza. Mas esporte é isso aí — uma hora você tá voando, na outra você toma um drible desconcertante e fica vendo a bola entrar de longe.

    A realidade bateu forte

    E agora? Bom, fazer o que né. Hora de repensar tudo e apostar nas novas cartas que restaram na mesa. Os especialistas da USA TODAY já refizeram as contas, e olha só que divisão de opiniões interessante:

    Michigan aparece como consenso absoluto no Midwest — todo mundo apostando neles. Faz sentido, o time tá jogando um basquete bonito de assistir. Mas eu fico pensando… não é meio arriscado apostar todas as fichas em um time só? Às vezes o azarão surge do nada.

    Já no Oeste, Arizona domina as previsões. Quatro dos seis especialistas apostam nos Wildcats. Houston também aparece forte no Sul — três apostas. É interessante ver como certas equipes criam essa unanimidade, sabe?

    As surpresas que podem rolar

    O que mais me chama atenção é a aposta em St. John’s no Leste. Paul Myerberg foi corajoso demais nessa. Enquanto todo mundo fica entre Duke, Michigan State e UConn, o cara vai lá e aposta na zebra. Ou ele é um visionário ou vai sofrer muito assistindo os jogos.

    Sinceramente? Acho que esse March Madness 2026 tá sendo um dos mais imprevisíveis dos últimos anos. A queda de Florida já provou que favorito não existe nessa competição. E vocês, o que acham? Quem vocês botam fé pra chegar no Final Four?

    Uma coisa eu tenho certeza: o Sweet 16 vai ser absurdo. Com tantas apostas diferentes dos especialistas, pelo menos alguns vão tomar porrada. E nós, como sempre, vamos estar aqui pipocando assistindo cada jogada.

  • Matt Painter vira lenda do basquete universitário com 500 vitórias

    Matt Painter vira lenda do basquete universitário com 500 vitórias

    Cara, eu sei que vocês acompanham mais a NBA aqui no Sexto Homem, mas tem uma história no basquete universitário americano que não posso deixar passar. Matt Painter, técnico do Purdue, acabou de virar apenas o quarto treinador na história da Big Ten Conference a conseguir 500 vitórias com o mesmo programa.

    E olha, pode parecer só mais um número, mas isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Um cara que fala pelos cotovelos… sobre os outros

    O que mais me impressiona no Painter é que, quando perguntaram sobre essa marca histórica, o cara não falou dele. Falou dos jogadores. “O que se perde de vista em Purdue é que nossos jogadores são realmente bons”, disse ele. “Esses caras se dedicaram tanto em todas as áreas para serem o melhor que podem ser.”

    Mano, isso me lembra muito do Popovich no Spurs — sempre desviando o mérito pra galera que tá em quadra. Mas a real é que grandes jogadores não chegam lá sozinhos, né?

    Agora Painter faz parte de um grupo seleto com Tom Izzo, Bob Knight e Gene Keady. Quatro caras apenas. Na história toda da Big Ten!

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos que me deixaram de queixo caído: Painter está entre apenas seis técnicos com mais de 10 classificações pro March Madness. Suas 17 participações empatam com Keady, que foi seu mentor.

    E tem mais — ele é o quinto colocado em aproveitamento entre técnicos com pelo menos 10 temporadas na conferência no pós-guerra. Tá atrás só de lendas como Knight, Izzo, Bo Ryan e Thad Matta.

    Na velocidade que vai, deve passar Keady em vitórias na próxima temporada e tem tudo pra alcançar Knight em uns sete anos. Imaginem isso!

    Mas o que realmente me chamou atenção foi ver os recordes que os jogadores dele quebraram. Braden Smith acabou de virar o maior garçom da história do basquete universitário americano — quebrou o recorde de assistências de todos os tempos!

    Uma escola de craques

    Sinceramente, quando você olha os números, dá pra entender por que o Painter é tão respeitado. Dois dos quatro maiores pontuadores da história de Purdue jogaram com ele, incluindo Zach Edey, o maior cestinha de todos os tempos do programa.

    Três dos cinco maiores reboteiros também são “crias” do Painter. E claro, o atual líder histórico em assistências joga pra ele neste exato momento.

    “Quando você recruta, não está fazendo um draft. Eles têm que dizer sim também”, explicou Painter. “É sobre encontrar caras com espírito competitivo alto, que querem vencer, que têm alto nível técnico.”

    E aí, vocês acham que o basquete universitário americano ainda consegue formar técnicos assim? Essa combinação de humildade e resultados tá cada vez mais rara, não acham?

    Pra mim, Matt Painter é prova de que no esporte — seja NBA, basquete universitário ou até nosso NBB — consistência e trabalho duro ainda valem mais que qualquer estrela individual. O cara construiu uma verdadeira dinastia em Purdue, e merece todo o reconhecimento do mundo.

  • Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Novas contratações do basquete universitário: quem acertou na mosca?

    Olha, março não é só sobre a loucura da March Madness não. Enquanto a galera tá de olho nos playoffs universitários, tem coisa séria rolando nos bastidores — o famoso carrossel de técnicos do basquete universitário americano.

    É aquela época do ano em que os programas apostam suas fichas em alguém que pode ser o próximo Phil Jackson ou… bem, mais um que vai durar três anos e sair pela porta dos fundos. E cara, é cada aposta!

    As fichas estão na mesa

    Vou ser sincero: prever se uma contratação vai dar certo é praticamente como jogar na mega-sena. Nos últimos 10 anos a gente viu contratações que eram “óbvias” como Archie Miller em Indiana e Chris Mack em Louisville virarem desastre total. E aí do nada aparece um Tommy Lloyd no Arizona — cara que nunca tinha sido técnico principal — e chega nas finais regionais no primeiro ano.

    É por isso que eu sempre falo: nesse negócio de basquete universitário, quem garante alguma coisa?

    Jerrod Calhoun em Cincinnati: nota A-

    Essa aqui eu curti demais. Cincinnati tá há anos patinando desde que o Mick Cronin vazou para UCLA em 2019, e finalmente parece que acertaram na contratação.

    O cara tem tudo que você quer num técnico: conhece a região (é de Ohio), se formou em Cincinnati, trabalhou com Bob Huggins nos tempos áureos do programa. Mas o principal — o cara sabe ganhar jogo.

    Na Division II ele fez 124-38 em cinco temporadas e chegou numa final nacional. Em Youngstown State, que é osso duro de roer, conseguiu ficar com saldo positivo (118-106). E no Utah State? 55-15 em duas temporadas com duas classificações para o torneio.

    Claro que Big 12 é outra pegada completamente — é uma das conferências mais insanas do país. Mas no papel, faz todo sentido. Cincinnati precisa de alguém que entenda a pressão e saiba o que é vestir essa camisa.

    Randy Bennett vai para Arizona State: mais uma nota A-

    Arizona State é um caso à parte. Imagina: universidade gigante, cidade massa (Phoenix), estrutura boa… e mesmo assim o time não consegue passar de um seed 10 desde 2009, quando James Harden ainda jogava lá. Absurdo, né?

    Bennett pode ser a solução. O cara pegou Saint Mary’s — que antes dele tinha ido apenas três vezes para o torneio na história — e levou 12 vezes em 22 temporadas. O estilo dele é aquele basquete raiz, físico, que frustra todo mundo.

    E aí, vocês acham que essas contratações vão colar? Eu tô apostando que pelo menos uma das duas vai surpreender todo mundo — mas sabem como é, né? No basquete universitário, a única certeza é que não tem certeza nenhuma.

  • Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Sweet 16 definido: quem são os favoritões e quem tá só de passagem?

    Cara, que loucura foi essa primeira fase do March Madness! Quatro dias de pura adrenalina e a gente saiu de 64 times para apenas 16 que ainda sonham com o título nacional. E agora? Hora de separar quem veio pra vencer de quem tá só aproveitando a onda.

    Olha, depois de acompanhar todos os jogos (e quase ter um infarto com algumas finalizações), resolvi fazer meu próprio ranking dos 16 sobreviventes. E já aviso: tem surpresa pra caramba nessa lista.

    Os azarões que estão incomodando

    **Texas** apareceu na 16ª posição, mas sinceramente? Não subestimem esses caras. Eles têm aquele perfil clássico de time que acorda no momento certo — sabe aqueles times que você olha no papel e pensa “poxa, tinham tudo pra ir longe” e de repente começam a jogar como se a vida dependesse disso.

    O Dailyn Swain tá simplesmente metendo bola como se não houvesse amanhã, e o pivô Matas Vokietaitis (que nome, né?) tá fazendo double-double que é uma beleza: 18.3 pontos e 11 rebotes por jogo no torneio. Esses números não mentem.

    **Iowa** na 15ª posição é outro que me chamou atenção. O técnico Ben McCollum tem um histórico absurdo — cara ganhou QUATRO títulos nacionais na Division II! Agora, no primeiro ano em Iowa, já levou o time pro Sweet 16 pela primeira vez desde 1999. Monstro mesmo.

    A vitória sobre Florida por 73-72 foi de arrepiar, principalmente porque o Bennett Stirtz errou TODAS as nove tentativas de três pontos e mesmo assim ganharam. Isso aí é caráter de time grande.

    Nebraska fazendo história

    Gente, vocês viram o que Nebraska fez? O time era literalmente o ÚNICO programa de conferência forte que nunca tinha ganhado um jogo no torneio da NCAA. Imaginem a pressão!

    Não só quebraram esse jejum como já emendaram duas vitórias seguidas. Aquela finalização do Tyler Tanner que quase entrou e mudaria tudo… nossa, meu coração parou por alguns segundos.

    O Fred Hoiberg tá fazendo um trabalho sensacional, e o melhor: no Sweet 16 eles pegam Iowa ao invés de enfrentar a Florida (atual campeã). Às vezes a sorte também conta, né?

    St. John’s e a magia do Pitino

    **St. John’s** na 12ª posição me deixou curioso. O time quase entregou uma vantagem de 13 pontos nos últimos sete minutos, mas aí veio a finalização do Dylan Darling no último segundo pra salvar a pátria.

    E olha só esse dado que me deixou impressionado: Rick Pitino tem 12 vitórias em 13 jogos no Sweet 16 na carreira. DOZE EM TREZE! O cara simplesmente sabe fazer time render na hora H. Contra Duke no Sweet 16? Vai ser um jogaço histórico.

    Na minha visão, esses times que estão “mal” classificados no ranking podem aprontar muito. March Madness é isso mesmo — uma hora você tá comemorando, na outra tá roendo as unhas de nervoso.

    E vocês, acham que algum desses azarões vai surpreender nas próximas fases? Tenho a impressão que ainda vamos ver muito choro e ranger de dentes pela frente!

  • Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Brackets destroídos: como foi a zoeira no March Madness 2026

    Olha, quem nunca teve um bracket completamente destruído no March Madness que atire a primeira pedra. Este ano não foi diferente — aliás, foi ainda pior. Mais de 35 milhões de brackets foram pra cucuia nas duas primeiras rodadas, e eu tô aqui rindo (e chorando) vendo como os especialistas se deram.

    A pegadinha começou logo cedo com Iowa passando por cima da Florida como se fosse um treino. Aí veio Tennessee dando uma surra no Virginia (cabeça 3, né?) e pronto: acabaram os brackets perfeitos. Zero. Nenhum sobreviveu.

    Os acertos e as pipocadas dos especialistas

    Blake Toppmeyer chegou perto da perfeição nas primeiras rodadas (23 de 32 na primeira, 11 de 16 na segunda), mas cara… colocar BYU no Elite Eight foi tenso. Sim, AJ Dybantsa é um monstro, mas basquete é esporte coletivo. Por outro lado, ele cravou a zebra do VCU sobre North Carolina — esse foi de milhões.

    Matt Hayes também apostou no Arizona como campeão (parece que todo mundo tá nessa), mas se ferrou bonito com Florida no Final Four. McNeese no Sweet 16? Rapaz, ousadia tem limite. Perdeu logo na primeira pra Vanderbilt.

    E o Jordan Mendoza… coitado. Perdeu três times do Sweet 16 logo na primeira rodada. Wisconsin caindo pra High Point (que zebra absurda), Akron levando uma surra do Texas Tech, e BYU pipocando também. Deve tá até agora tentando entender o que aconteceu.

    Os craques da previsão

    Agora, Craig Meyer quase acertou tudo — 30 de 32 na primeira rodada, o que é simplesmente absurdo. O cara cravou High Point passando e Texas chegando no Sweet 16. Tava indo perfeito até… bom, até não estar mais.

    John Brice teve uma jogada genial: acertou toda a região Leste. Literalmente tudo. Claro que depois pipocou com Gonzaga no Elite Eight (quem nunca se queimou com os Zags, né?).

    Paul Myerberg foi o único corajoso a apostar no St. John’s como campeão. Ou ele é visionário ou tá completamente maluco — só vamos saber no final.

    E aí, galera, como tão os brackets de vocês? Conseguiram sobreviver às zebras ou já jogaram a toalha? Eu confesso que depois de ver Iowa destruindo Florida, já sabia que ia ser um March Madness diferente de tudo que a gente já viu.

  • Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Olha, não esperava essa movimentação toda no basquete universitário americano esta semana, mas aqui estamos. Randy Bennett, o cara que transformou Saint Mary’s numa potência do basquete college, aceitou o desafio de treinar Arizona State.

    E quando digo transformou, é transformar mesmo. O homem pegou um programa que tinha feito 2-27 na temporada anterior e, em 24 anos, levou os Gaels para 12 March Madness. Doze! Isso é consistência de alto nível.

    Um trabalho que merece respeito

    Bennett, de 63 anos, é nativo do Arizona — então tem aquele gostinho especial de voltar pra casa. O que ele fez em Saint Mary’s foi simplesmente absurdo: venceu pelo menos 20 jogos em 18 das últimas 19 temporadas. Caramba! E ainda por cima desenvolveu aquela rivalidade épica com o Mark Few, do Gonzaga, que todo mundo que acompanha college basketball conhece.

    Sete vezes técnico do ano na WCC. Quatro títulos consecutivos da conferência na temporada regular. Na minha opinião, o cara merecia uma oportunidade num programa maior há tempos.

    “Seria preciso uma situação especial para deixarmos Saint Mary’s”, disse Bennett. E faz sentido — ele estava numa das melhores conferências do país e tinha construído algo sólido.

    Arizona State apostando pesado

    A contratação faz todo sentido pro Arizona State. Eles demitiram Bobby Hurley depois de 11 temporadas (só três participações no March Madness, convenhamos que é pouco). Agora apostaram num cara com currículo extenso e, principalmente, com conexões na Costa Oeste — fundamental pra recrutar bem.

    Graham Rossini, diretor atlético da ASU, destacou exatamente isso: o sucesso sustentado ao longo de décadas e a habilidade comprovada de identificar talentos internacionais. Vocês acham que Bennett vai conseguir levar esse mesmo padrão pra Tempe?

    E tem um detalhe interessante: Arizona State está numa vibe positiva no esporte universitário. O football chegou no College Football Playoff em 2024, e o basquete feminino também foi pro NCAA Tournament com uma técnica de primeiro ano.

    Enquanto isso, Saint Mary’s não ficou no vácuo. Promoveram Mickey McConnell, que jogou pelo Bennett de 2007 a 2011 e está na comissão técnica desde 2019. É aquela história clássica: ex-jogador que virou técnico e agora assume o programa. Sinceramente, acho uma boa — ele conhece a casa e a filosofia do trabalho.

    Vai ser interessante acompanhar como essas duas transições vão rolar. Bennett num programa maior, com mais recursos, mas também com mais pressão. E McConnell tentando manter o padrão Saint Mary’s que todos conhecemos.

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.

  • Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    Troca de técnicos esquenta o basquete americano: Bennett sai e leva ASU

    E quando você pensa que a temporada já acabou, vem essas movimentações pra mexer com o coração da gente. Randy Bennett, que comandava o Saint Mary’s há anos (e muito bem, diga-se de passagem), acaba de assinar com o Arizona State. Cinco anos de contrato. Sim, CINCO.

    Olha, na minha visão isso é uma jogada de mestre do ASU. O Bennett não é qualquer um, não — o cara transformou o Saint Mary’s numa máquina de fazer jogadores e surpreender gigantes no March Madness. Quantas vezes não vimos os Gaels botando medo em times muito mais badalados?

    Mickey McConnell assume o legado

    Agora, no Saint Mary’s, quem assume é Mickey McConnell. E olha que história interessante: o cara JOGOU para o Bennett entre 2007 e 2011. Imagina só essa conversa quando se encontraram pela última vez como técnico e jogador, e agora o McConnell vai estar na mesma cadeira que o antigo treinador ocupava.

    McConnell já estava na comissão técnica desde 2019, então não é como se fosse um total desconhecido. Mas a pergunta que não quer calar é: será que ele consegue manter o mesmo nível que o Bennett construiu ao longo dos anos?

    Arizona State pensa grande

    Pra falar a verdade, achei surpreendente o ASU conseguir fisgar o Bennett. O cara estava super bem estabelecido no Saint Mary’s, tinha construído uma cultura sólida lá. Mas cinco anos de contrato não é brincadeira — mostra que o Arizona State tá pensando em um projeto a longo prazo.

    E vocês, o que acham? Bennett vai conseguir levar essa mesma receita de sucesso para o deserto do Arizona, ou vai ser um daqueles casos onde o que funciona em um lugar não necessariamente cola em outro?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário americano nunca para de nos surpreender. Mal acabou uma temporada e as peças já estão se movimentando para a próxima. Vamos ficar de olho pra ver como essas duas contratações vão render.