Tag: basquete universitário

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.

  • St. Bonaventure aposta em treinador da Divisão II em parceria com Woj

    St. Bonaventure aposta em treinador da Divisão II em parceria com Woj

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo no basquete universitário americano, aparece uma dessas. St. Bonaventure acabou de anunciar Mike MacDonald, treinador da Divisão II Daemen College, como seu novo técnico principal. E olha, isso faz muito mais sentido do que parece à primeira vista.

    MacDonald, de 59 anos, não é nenhum desconhecido no estado de Nova York. O cara passou 12 temporadas no Daemen College e nos últimos dois anos foi simplesmente absurdo: 61 vitórias em 65 jogos. Nesta temporada, levou o time até 33-2 antes de parar no Elite Eight da Divisão II. Números que não mentem.

    A estratégia por trás da contratação

    Aqui que a coisa fica interessante. St. Bonaventure não está fazendo isso sozinho — eles têm Adrian Wojnarowski como gerente geral desde o ano passado. Sim, o Woj que você conhece do ESPN. A ideia é clara: pagar menos para o técnico e investir pesado no elenco através do NIL (Name, Image, Likeness).

    MacDonald deve estar entre os técnicos mais mal pagos da Atlantic 10, mas isso é proposital. Com Woj usando suas conexões da NBA para recrutar e mais dinheiro indo direto pros jogadores, pode ser uma fórmula genial. Ou um tiro no pé. Vamos ver.

    Saída polêmica e novo começo

    A situação ficou meio tensa com a saída de Mark Schmidt, que estava há 19 anos no programa. O cara tinha 341 vitórias e levou o time três vezes ao March Madness, mas a temporada passada foi um desastre: começaram 11-2 e terminaram 4-14 na conferência. Os torcedores não gostaram nada da forma como ele saiu.

    Bob Beretta, o diretor atlético, teve que escrever uma carta aberta se explicando. Disse que o programa estava num “ponto de inflexão” e precisava de alguém que soubesse lidar com a era do NIL. Translation: precisavam de alguém que topasse ganhar menos pra investir mais nos jogadores.

    MacDonald não é estreante em divisões superiores não. Entre 1997 e 2006, ele treinou Canisius na Divisão I, onde assumiu o lugar de John Beilein (aquele mesmo que depois foi pros Pistons). O resultado? 108-153 em nove temporadas. Não foi brilhante, mas também não foi terrível.

    E vocês sabem o que eu acho? Essa tendência de técnicos da Divisão II subindo está virando realidade. Olha só o Ben McCollum em Iowa — quatro títulos nacionais na Divisão II e agora levou os Hawkeyes pro Elite Eight no primeiro ano. Josh Schertz fez algo parecido em Saint Louis.

    A questão é: será que MacDonald consegue repetir o sucesso numa conferência muito mais competitiva? A Atlantic 10 não perdoa, e St. Bonaventure vai precisar de resultados rápidos pra justificar essa aposta. O que vocês acham dessa estratégia de economizar no técnico pra gastar mais com jogadores?

  • Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Cara, que jogaço! Illinois acabou com o jejum de 21 anos e carimbou a vaga no Final Four da March Madness 2026. Os Fighting Illini atropelaram Iowa por 71 a 59 no Elite Eight, e eu confesso — não esperava uma dominada dessas no segundo tempo.

    O calouro Keaton Wagler foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e carregando o time nas costas quando precisou. Mas olha só que coisa linda: Andrej Stojaković, filho do ex-astro da NBA Peja Stojaković, colaborou com 17 pontos acertando 7 de 9 arremessos. DNA de atirador, né?

    O segundo tempo que mudou tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a sete empates e 13 trocas na liderança. Iowa até chegou a liderar por 51-50 faltando 7 minutos e 20 segundos. Aí que Illinois mostrou por que chegou até aqui.

    Os Illini aplicaram um 8 a 0 devastador enquanto Iowa não conseguia nem ver a cor da bola. Os caras ficaram quase 3 minutos sem pontuar e erraram 12 dos últimos 13 arremessos. Sinceramente, foi desesperador de assistir se você torcia pro Iowa.

    Rebote foi o segredo da vitória

    Sabe o que mais me impressionou? Illinois pegou 16 rebotes ofensivos — dezesseis! — que viraram 13 pontos de segunda chance. Quando você domina o garrafão dessa forma, fica difícil perder mesmo.

    Tomislav Ivišić ainda ajudou com 13 pontos e 2 tocos, mostrando que esse time de Illinois tem profundidade pra chegar longe. Do outro lado, Bennett Stirtz se despediu do basquete universitário com 24 pontos, mas jogou praticamente sozinho — ninguém mais do Iowa passou dos 10 pontos.

    Agora Illinois vai encarar o vencedor de Duke x UConn no Final Four, que rola nos dias 4 e 6 de abril em Indianapolis. A última vez que os Illini chegaram tão longe foi em 2005, quando tinham Deron Williams no elenco e chegaram até a final nacional.

    E aí, vocês acham que Illinois tem time pra brigar pelo título? Porque depois dessa performance, eu tô começando a acreditar…

  • Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Olha, eu sabia que isso ia acontecer, mas ainda assim deu aquele aperto no peito quando vi o post do Caleb Wilson no Instagram. O garoto de 2,08m simplesmente anunciou que tá indo pro Draft de 2026 depois de uma temporada cortada pelas lesões em North Carolina.

    “Never take it for granted” — foi assim que ele legendou as fotos. Cara, que timing pesado, né? O moleque teve uma das melhores temporadas de um calouro que eu já vi: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo, acertando absurdos 57.8% dos arremessos de quadra. Números de gente grande mesmo.

    Lesões atrapalharam tudo

    A temporada do Wilson virou uma novela de lesão. Primeiro quebrou a mão esquerda contra Miami em fevereiro, ficou seis jogos fora. Voltou, e aí… quebraram o polegar fazendo uma enterrada no treino. No treino! Dá pra acreditar? Operou no dia seguinte e tchau temporada.

    No final das contas, ele perdeu nove dos últimos jogos da temporada dos Tar Heels. E justamente quando o time mais precisava dele — porque convenhamos, North Carolina não tava nada bem esse ano.

    Próximo destino: top 5 do Draft

    O Sam Vecenie, do The Athletic, já projeta o Wilson como quarta escolha geral, indo pro Indiana Pacers. Quarta escolha! Pro cara que jogou só 20 e poucos jogos na temporada. Isso te dá uma ideia do potencial que estamos falando aqui.

    E olha que ele tava competindo numa das turmas de calouros mais forte da história do basquete universitário. Mesmo assim, ficou com a segunda melhor marca de PER entre os prospectos pro Draft, só atrás do Cameron Boozer. PER de 31.2 — isso é coisa de monstro mesmo.

    A saída dele só complica mais ainda a situação caótica que tá North Carolina. Time eliminado na primeira rodada do March Madness pro VCU (que vexame, né?), técnico Hubert Davis demitido na terça-feira… tá tudo desmoronando por lá.

    E vocês viram a hashtag que ele usou? #8out — referência ao número que ele usava. Até na despedida o moleque mostrou classe.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Com esse tanto de lesão e o caos que virou o programa, melhor partir pra próxima mesmo. E pelo que vi dele jogando, quando tava 100%, o Wilson tem tudo pra ser uma peça importante na NBA. Resta saber se consegue se manter saudável.

  • Caleb Wilson vai pro Draft: UNC perde seu maior talento em anos

    Caleb Wilson vai pro Draft: UNC perde seu maior talento em anos

    Cara, já era. Caleb Wilson oficializou no Instagram o que todo mundo já estava esperando: ele vai pro Draft da NBA. E olha, depois do que aconteceu com o técnico Hubert Davis sendo demitido na semana passada, não dá nem pra culpar o garoto por querer vazar de Chapel Hill.

    Vocês viram a temporada que esse moleque teve? 19.8 pontos, 9.8 rebotes, 2.7 assistências, 1.4 tocos e 1.5 roubos de bola por jogo. Em uma temporada de calouro. Isso é coisa de monstro, gente. Teve uma fase da temporada que ele liderava o time em literalmente todas as estatísticas principais. Absurdo.

    As lesões que mudaram tudo

    Mas aí veio a parte triste da história. O Wilson machucou a mão esquerda no jogo contra Miami e quando tava voltando aos treinos pra enfrentar Duke — imaginem a tensão —, quebrou o dedão da mão direita num treino sem contato. Sem contato! Às vezes o azar persegue mesmo.

    Mesmo perdendo tempo considerável por causa das lesões, o cara foi primeiro time da All-ACC, segundo time All-American e ainda pegou o prêmio de calouro do ano na conferência. A camisa dele já tá garantida pendurada no teto do Dean Smith Center. Merecidíssimo.

    NBA tá de olho (e a grana também)

    Sinceramente, eu até torci pra ele ficar mais um ano em UNC, mas vamos ser realistas: Wilson é projetado como top-5 do Draft. Se ele for escolhido na quinta posição, vai embolsar uns 9 milhões nos primeiros dois anos. Compara isso com o NIL de 1.9 milhão que ele tinha na universidade… não tem nem discussão, né?

    O mais interessante é que muita gente tá comparando ele com Kevin Garnett. Não é pouca coisa não, viu? O perfil físico e a versatilidade realmente lembram o KG nos primeiros anos. Se ele cair no sistema certo, pode virar All-Star tranquilo.

    Agora torço pra ele não ir parar no Sacramento Kings. É pesado falar isso? Talvez. Mas qualquer fã de NBA sabe que lá é onde talento vai pra morrer. (Desculpa, torcedores do Kings, mas vocês sabem que é verdade.)

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de ser uma escolha tão alta no Draft? Eu tenho fé que sim. O garoto mostrou personalidade pra caramba em UNC, mesmo sendo calouro.

  • Sweet 16 pegou fogo! Elite Eight já tem seus primeiros classificados

    Sweet 16 pegou fogo! Elite Eight já tem seus primeiros classificados

    Cara, que noite louca foi essa no March Madness! O Sweet 16 tá sendo pura emoção e já temos quatro times garantidos no Elite Eight — e olha que surpresa: três deles são da Big Ten. Quem diria, né?

    O grande destaque foi Iowa fazendo história ao chegar no Elite Eight pela primeira vez em 39 anos. Imagina a emoção da torcida! Eles começaram derrubando os campeões defensores na segunda rodada e não pararam mais. Ontem foi a vez de Nebraska sentir o gosto amargo da eliminação.

    Purdue escapou por pouco

    Mas se tem um jogo que quase parou meu coração foi Purdue x Texas. O Longhorns tava com cara de zebra até os segundos finais, quando Trey Kaufman-Renn apareceu com uma enterrada salvador nos últimos segundos. 79-77 pro Purdue. Monstro demais!

    E o Arizona? Cara, esse time mostrou porque é cabeça de chave número 1. Destruiu Arkansas por 109-88. Foi uma aula de basquete. Quando o Arizona tá no ritmo, é difícil segurar mesmo.

    Illinois surpreende e Duke volta com Foster

    Illinois também deu um show ao vencer Houston por 65-55. Nada mal derrubar um time que tava jogando praticamente em casa, com toda aquela pressão da torcida.

    Agora a coisa fica ainda mais interessante. Duke volta com Caleb Foster, o armador que tava machucado — embora não vá começar como titular. E aí, vocês acham que isso faz diferença contra St. John’s?

    Michigan State encara UConn num duelo que promete muito. Dois programas tradicionais, experiência de sobra no March Madness. Vai ser guerra no garrafão.

    Na minha opinião, Iowa State tem tudo pra continuar a temporada dos sonhos, mas Tennessee não vai facilitar. E se Joshua Jefferson voltar de lesão pros Cyclones? Aí a coisa muda de figura completamente.

    O que mais me impressiona é ver como esses caras jogam machucados mesmo. Jordan Pope do Iowa State jogou 33 minutos com o pé quebrado! Isso é dedicação ou loucura? Talvez os dois.

    Quem vocês acham que chega no Final Four? Eu tô com um palpite que pode dar zebra ainda…

  • Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Arizona faz MASSACRE histórico e está a um passo da Final Four

    Mano, que show de basquete foi esse do Arizona ontem! Os Wildcats simplesmente destruíram Arkansas por 109 a 88 e carimbaram vaga na Elite Eight pela primeira vez desde 2015. E olha, não foi só uma vitória — foi uma aula de basquete coletivo que entrou pra história do March Madness.

    Seis caras pontuaram pelo menos 14 pontos. SEIS! Isso nunca tinha acontecido na história do torneio da NCAA. Os calouros Brayden Burries e Koa Peat foram os cestinhas com 21 cada, mas todo mundo contribuiu: Ivan Kharchenkov (15), Jaden Bradley, Motiejus Krivas e Tobe Awaka (14 cada).

    Aproveitamento absurdo de arremessos

    O Arizona converteu 64% dos arremessos de quadra. Sessenta e quatro por cento! Pra vocês terem uma ideia de como isso é monstruoso: foi o maior aproveitamento numa fase Sweet 16 ou posterior desde 2016, quando Villanova acertou 71% contra Oklahoma na Final Four.

    “Eu sinto que isso é o que nos torna tão especiais, porque qualquer um pode explodir em qualquer dia. Todo mundo contribui do seu jeito”, disse Burries. E o Peat completou: “Esse foi o basquete mais divertido que eu já joguei, honestamente”.

    Arkansas não teve chances

    Olha, o Arkansas até tentou. O calouro Darius Acuff Jr. fez 28 pontos, mas sozinho não dá, né? O resto do time simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo alucinante do Arizona. E pasmem: essa foi a maior derrota de John Calipari em 85 jogos de March Madness como técnico principal. O cara é veterano e nunca tinha levado uma surra dessas no torneio.

    Arizona já liderava por 54-43 no primeiro tempo e simplesmente não deu chances no segundo. Abriu 18 pontos de vantagem logo no começo da segunda etapa e foi só administrar.

    Agora vem o grande teste: sábado tem Arizona x Purdue pela vaga na Final Four. Os Wildcats entram como favoritos por 5,5 pontos — e sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não apostaria contra eles.

    Se ganharem, será a primeira Final Four desde 2001, quando perderam o título nacional justamente pro Duke. E aí, vocês acham que esse time equilibrado do Arizona consegue chegar lá? Porque eu tô começando a acreditar…

  • Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Arizona massacra Arkansas e mostra que pode quebrar jejum histórico

    Cara, o que aconteceu em San José ontem foi simplesmente brutal. Arizona destruiu Arkansas por 109-88 no Sweet 16 do March Madness, e não foi nem um pouco perto disso que o placar sugere.

    John Calipari, técnico do Arkansas, basicamente previu a própria desgraça. Antes do torneio começar, ele já sabia que Arizona era o pior possível adversário para o seu time. E olha, o cara estava certíssimo — foi uma surra do início ao fim.

    Quando você sabe que vai dar ruim

    “Arizona é realmente muito bom”, disse Calipari depois do jogo. Mano, que understatement! O time estava voando o mês inteiro, fazendo enterradas como se fosse o Lob City dos Clippers e arremessando como os Splash Bros do Warriors. Darius Acuff Jr. estava mostrando por que vai ser estrela da NBA.

    Mas aí veio a realidade: Arizona atirou 63.8% do campo — a melhor marca contra um time de conferência forte na temporada. Só tentaram 8 bolas de 3, mas acertaram 5. E ainda por cima foram 39 vezes na linha de lance livre. Absurdo!

    Tommy Lloyd, técnico do Arizona, até tentou ser humilde, mas os números não mentem. O time jogou o seu melhor basquete quando mais importava.

    A maldição de 25 anos pode acabar?

    Aqui que fica interessante, galera. Arizona não vai ao Final Four desde 2001. Vinte e cinco anos! É uma maldição que assombra Tucson há décadas. O time já chegou no Elite Eight cinco vezes desde então e sempre deu zebra.

    Mas sinceramente? Eu tô começando a acreditar que esse time de 2026 é diferente. Eles têm 35 vitórias, empatando o recorde do programa de 1987-88. Os calouros estão jogando como veteranos, e o time todo parece estar encaixado no momento perfeito.

    O problema é que Arizona já esteve nessa posição antes e sempre decepcionou. Agora vão enfrentar Purdue no Elite Eight — um time experiente, com jogadores que sabem o que é chegar num Final Four.

    O show dos calouros

    Koa Peat, um dos calouros sensação, resumiu tudo: “Fomos lá e jogamos o nosso basquete Arizona. Tudo se encaixou.” E realmente se encaixou mesmo. Os pivôs dominaram o garrafão, os armadores correram a quadra toda, e Arkansas simplesmente não teve resposta para nada.

    A frustração foi tanta que rolaram duas faltas técnicas (uma no próprio Calipari) e duas faltas flagrantes. O Arkansas simplesmente desmoronou conforme o jogo foi passando.

    E aí, vocês acham que dessa vez Arizona finalmente quebra o jejum? Ou vão dar mais uma de sempre e parar no Elite Eight? Eu tô torcendo para que esse time histórico consiga fazer história de verdade dessa vez. Com esse nível de jogo, fica difícil apostar contra eles.

  • Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Cara, que momento emocionante rolou nos Hawks essa semana. Ronald Nored, que era assistente técnico do time desde 2023, se despediu dos colegas de uma forma que até eu aqui fiquei mexido assistindo o vídeo.

    O cara conseguiu a oportunidade dos sonhos dele: virar técnico principal dos Butler Bulldogs, time universitário onde ele jogou lá nos anos 2000. E olha, não é qualquer faculdade não — Butler é tradicional no basquete universitário.

    A despedida que mexeu com todo mundo

    “Pessoal, vocês sabem que eu andei meio sumido nos últimos dias, alguns perguntaram… estava passando por um processo, entrevista pra um novo emprego. Às vezes não dá certo, mas dessa vez deu certo pra mim. Vou pro Butler”, falou Nored pros jogadores no vestiário.

    A reação dos caras foi linda de ver. Todo mundo aplaudindo, abraçando, genuinamente feliz pelo cara. Isso diz muito sobre o tipo de pessoa que o Nored é, né? Quando você conquista o respeito assim dos jogadores, é porque realmente fez um trabalho sério.

    E o mais louco? Ele não pôde nem ficar pro jogo contra o Detroit naquela noite — a transição foi rapidíssima.

    Voltando pra casa

    A conexão do Nored com Butler é forte demais. Ele jogou lá de 2008 a 2012 e fez parte dos dois times que chegaram na final nacional em 2010 e 2011. Imagina só — voltar pro lugar onde você teve os melhores momentos como jogador, agora como técnico principal?

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa dele. Claro, trabalhar na NBA como assistente é um baita privilégio, mas ser técnico principal na faculdade é outro nível de responsabilidade e satisfação pessoal.

    Os Hawks tão indo bem na temporada — 41 vitórias e 32 derrotas, quinta posição no Leste. Com três vitórias seguidas, o time parece ter encontrado o ritmo certo pra reta final da temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Nored vai fazer sucesso como técnico principal? Pelo que vi da despedida, o cara tem tudo pra dar certo — carisma, conhecimento e, principalmente, o respeito dos jogadores. Isso não se compra em lugar nenhum.

  • Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Will Wade volta pra LSU numa novela que custou mais de 60 milhões

    Gente, que loucura é essa? Will Wade voltou pra LSU depois de apenas uma temporada na NC State, e olha… essa história tem mais drama que novela das nove.

    O cara simplesmente anunciou ontem no X (antigo Twitter) que tava voltando pra casa — no mesmo dia em que a LSU demitiu o técnico atual, Matt McMahon. E quando eu falo que essa mudança custou caro, eu tô falando MUITO caro mesmo.

    A conta que não fecha

    Preparem-se pra esses números absurdos: a LSU vai ter que pagar mais de 8 milhões de dólares pro McMahon pelo contrato que sobrou. E ainda por cima, vai desembolsar outros 5 milhões pra tirar o Wade da NC State antes do prazo. Só nesses dois movimentos já são 13 milhões jogados no lixo.

    Mas a coisa fica ainda mais insana quando você vê o quadro geral. A universidade deve 54 milhões pro Brian Kelly (técnico de futebol americano que foi demitido), pagou 3 milhões pra contratar o Lane Kiffin, e ainda vai gastar mais de 40 milhões com o elenco do Kiffin. Somando tudo, são mais de 60 milhões em “dinheiro morto” nos últimos quatro meses.

    Sinceramente? Nunca vi uma administração esportiva queimar dinheiro dessa forma.

    A política por trás da jogada

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio conspiratória. Toda essa movimentação tem dedo do governador Jeff Landry, que é chegado do Wade. O cara basicamente orquestrou uma limpa geral na administração da LSU pra abrir caminho pro retorno do técnico.

    Primeiro, demitiu o diretor atlético Scott Woodward (que se recusava a recontratar o Wade). Depois trouxe o presidente Wade Rousse, que já tinha trabalhado com Wade antes. E pra fechar com chave de ouro, contratou Heath Schroyer como diretor atlético — outro cara próximo do Wade.

    Foi uma operação cirúrgica pra trazer o cara de volta. Política e esporte sempre deram uma mistura interessante, né?

    Vale a pena apostar no Wade?

    Olha, não dá pra negar que o cara sabe treinar. Na primeira passagem pela LSU (2018-2022), fez um trabalho monstro: 105 vitórias, 51 derrotas, três participações no March Madness e o primeiro título da temporada regular da SEC em uma década, em 2019.

    O problema é que ele saiu de lá com uma baita sujeira. Foi pego numa escuta telefônica falando sobre uma “oferta pesada” pra um calouro — resultado: cinco violações sérias da NCAA, suspensão de 10 jogos e uma marca na ficha que vai carregar pra sempre.

    Depois disso, foi pra McNeese e se redimiu um pouco, ganhando 58 jogos em duas temporadas. Na NC State foi só uma temporada, mas terminou perdendo no First Four do March Madness pro Texas.

    E aí, vocês acham que ele consegue repetir o sucesso da primeira passagem? Ou a LSU tá jogando dinheiro fora numa aposta arriscada demais? Pra mim, é 50/50 — o cara tem talento, mas essa história toda deixa um gosto amargo na boca.