Tag: elegibilidade

  • RJ Luis no LSU? NCAA vai dar trabalho pra esse garoto

    RJ Luis no LSU? NCAA vai dar trabalho pra esse garoto

    Olha, a saga do RJ Luis tá longe de terminar. O ala de 1,98m que rodou por aí nos últimos tempos acabou de se comprometer com LSU para a próxima temporada, mas sinceramente? Eu acho que a briga com a NCAA vai ser épica.

    O cara teve uma jornada meio maluca no basquete universitário. Começou em Massachusetts, depois transferiu pra St. John’s onde ficou duas temporadas. Até aí, beleza. O problema começou quando ele resolveu se declarar pro Draft da NBA de 2025.

    A volta que não deveria existir

    RJ não foi draftado — o que já é um baque pra qualquer jogador. Mas aí que a coisa complicou de vez. O Utah Jazz ofereceu um contrato two-way pra ele, e cara… ele assinou. Na cabeça de qualquer um, faz sentido, né? Oportunidade na NBA apareceu, você pega.

    Só que depois foi aquela confusão toda. Jazz trocou ele pro Boston Celtics, que cortou, depois re-contratou num Exhibit 10. O garoto jogou três jogos de pré-temporada pelos Celtics, foi cortado de novo, se machucou e nem chegou a jogar no G League pelo Maine Celtics.

    E agora? Agora ele quer voltar pro college. LSU topou receber ele, mas a NCAA… ah, a NCAA é complicada.

    NCAA não perdoa contrato profissional

    A regra é clara: assinou contrato na NBA? Tchau, college. A NCAA já bateu o martelo nessa várias vezes, inclusive numa briga judicial com Charles Bediako e Alabama que virou precedente.

    Na minha opinião, RJ Luis vai ter que partir pro “all-in” legal se quiser mesmo jogar por LSU. Porque tecnicamente, o cara foi profissional. Mesmo que tenha durado pouco, mesmo que não tenha dado certo — ele assinou aqueles papéis.

    Vocês acham que ele tem chance de reverter isso? Ou LSU tá perdendo tempo correndo atrás de um jogador que nunca vai poder vestir a camisa deles? Porque olha, eu entendo o interesse do time — o cara tem talento e experiência — mas essa briga com a NCAA pode ser longa e cara.

    Vai ser interessante acompanhar esse desenrolar todo. RJ Luis meio que virou símbolo de como é complicado navegar entre college e NBA nos dias de hoje. Uma decisão errada e você pode ficar no limbo do basquete.

  • NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    Olha só que bomba a NCAA soltou essa semana: eles tão estudando criar um limite de idade para os atletas universitários. A ideia é que os caras tenham uma janela de cinco anos para competir na Divisão I, começando logo depois de se formar no ensino médio ou quando completar 19 anos — o que vier primeiro.

    Cara, isso é gigante. Se rolar mesmo, vai mexer com todo mundo — desde o garoto que quer fazer um gap year até aqueles veteranos que ficam na faculdade até os 25 anos aproveitando os contratos de NIL (Name, Image and Likeness).

    Por que a NCAA tá pensando nisso agora?

    A resposta é simples: grana. Com todo esse negócio de revenue sharing e NIL deals bombando, uma galera tá processando a NCAA querendo estender suas carreiras universitárias. É uma bagunça total nos tribunais.

    E tem mais — o Trump até deu uma cutucada nisso com uma ordem executiva no começo de abril. Coincidência? Eu duvido.

    O modelo atual deixa os caras jogarem quatro temporadas em cinco anos, sem limite de idade. Mas agora eles querem botar uma coleira. Claro que vão ter exceções para gravidez, serviço militar e missões religiosas — até que faz sentido.

    Mudanças que já viraram realidade

    Enquanto isso, a NCAA já aprovou umas mudanças que vão pegar no ano que vem. A mais polêmica? Quem entrar no draft profissional e não sair não pode mais jogar na faculdade.

    Isso veio por causa de duas situações absurdas que rolaram. O Charles Bediako do Alabama jogou na G-League por três anos depois de entrar no draft da NBA, voltou pra faculdade e… foi barrado pela Suprema Corte do Alabama. Imagina a dor de cabeça.

    Já o James Nnaji foi até draftado pelo Detroit Pistons, jogou profissionalmente na Europa, e conseguiu voltar como calouro no Baylor porque nunca assinou com a NBA nem jogou na G-League. Maluco genial ou brecha na regra? Vocês decidem.

    Com as novas regras, casos como o do Nnaji não rolariam mais. Uma vez que você entra no draft e fica por lá, era isso — acabou a faculdade.

    E agora, o que vem por aí?

    Por enquanto é só papo. O Conselho da Divisão I não tomou posição oficial, só mandou o pessoal da NCAA continuar conversando com todo mundo pra ver o que acham.

    Na minha visão? Isso vai dar uma confusão danada. Imagina os advogados já afiando as garras pra derrubar qualquer mudança dessas. E os jogadores que tão na faculdade agora? Como fica?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário tá mudando na velocidade da luz. Entre NIL, revenue sharing e agora essas mudanças de elegibilidade, daqui a uns anos pode ser que a gente nem reconheça mais o March Madness.

    O que vocês acham? Faz sentido limitar a idade ou isso vai mais atrapalhar do que ajudar?