Tag: march madness

  • Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Pitino defende expansão do March Madness: ‘Quem se importa?’

    Olha, o Rick Pitino não tá nem aí pra galera que reclama da expansão do March Madness. E sinceramente? Eu concordo com o velho.

    O técnico do St. John’s soltou o verbo no X (antigo Twitter) questionando por que tem gente pistola com o torneio universitário passando de 68 pra 76 times a partir da próxima temporada. “Quando ouço pessoas chateadas porque a NCAA expandiu para 76 times, penso ‘por que e quem se importa?’”, escreveu o cara.

    A lógica do Pitino faz sentido

    E olha, a argumentação dele não tá errada não. “Os melhores times avançam e mais times conseguem experimentar o maior torneio do planeta”, completou Pitino. Cara tem razão – no final das contas, quem é bom vai passar mesmo.

    A mudança não vai mexer com a primeira rodada nem com as que vêm depois. O que muda é que vai ter mais jogos eliminatórios antes do torneio principal começar. Em vez de 8 times disputando 4 vagas em Dayton, agora serão 24 times brigando por 12 vagas em dois locais diferentes.

    Veterano que entende do riscado

    Pitino não é qualquer um falando besteira, né? Aos 73 anos, o cara já levou seis programas diferentes pro March Madness – Kentucky, Louisville, Providence, Iona, Boston University e agora St. John’s. Dois anos seguidos classificado com os Red Storm, depois de ficar de fora em 2024.

    E essa não é a primeira vez que ele defende a expansão. Já tinha falado pro CBS Sports que mais times “só pode ajudar”. Na visão dele, mais jogos significa mais emoção, mais cobertura na TV, mais atletas participando.

    “Que diferença faz?”, questionou em outubro. “Não acho que pode prejudicar, só pode ajudar. Sempre que você tem mais times, mais emoção, mais cobertura televisiva, mais coisas pra falar, mais atletas participando, só pode ser algo bom.”

    Vocês concordam com o Pitino ou acham que o March Madness já era perfeito do jeito que estava? Eu tô no time dele – quanto mais basquete, melhor. E convenhamos, se você não consegue passar por uma rodada extra, não merecia estar lá mesmo.

  • Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Ben McCollum renova com Iowa por 6 anos após temporada histórica

    Cara, que temporada foi essa do Ben McCollum em Iowa! O técnico acabou de assinar uma renovação de seis anos com a universidade, e sinceramente? Mereceu cada centavo.

    Olha só o que esse cara fez no primeiro ano dele lá: levou Iowa até a Elite Eight pela primeira vez desde 1987. PRIMEIRA VEZ EM 37 ANOS, pessoal. Imagina a pressão que não era? E o maluco entregou.

    De onde veio essa contratação histórica

    Eu lembro quando contrataram o McCollum — muita gente não conhecia muito o trabalho dele. Mas quem acompanha basquete universitário sabia que o cara tinha potencial. E agora tá aí a prova.

    O mais interessante é que a UNC (North Carolina, pros íntimos) estava de olho nele também para a vaga de técnico principal. No final, eles foram de Michael Malone, mas imagina se o McCollum tivesse topado? Iowa provavelmente não teria feito essa campanha absurda.

    Seis anos para construir algo especial

    Essa renovação de seis anos mostra que Iowa tá apostando pesado no cara. E faz todo sentido — depois de décadas sem chegar longe no March Madness, eles finalmente têm alguém que provou que pode levar o programa a outro patamar.

    Vocês acham que ele consegue repetir o feito ano que vem? Ou foi só um ano mágico mesmo? Porque uma coisa é chegar na Elite Eight uma vez, outra é manter esse nível de competitividade.

    O que mais me impressiona é como ele conseguiu organizar esse time logo na primeira temporada. Geralmente técnico novo demora um tempo para encaixar as peças, mas o McCollum parece que já chegou sabendo exatamente o que queria fazer.

    Com essa renovação garantida até 2030, Iowa pode finalmente pensar em construir algo duradouro. E quem sabe não rola uma Final Four nos próximos anos? Depois de 37 anos esperando, os torcedores de Iowa merecem sonhar alto mesmo.

  • March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    March Madness vai ter 76 times — e nem todo técnico curtiu a ideia

    Cara, depois de 15 anos sem mexer no formato, a NCAA finalmente decidiu expandir o March Madness. E olha, não tá todo mundo comemorando não.

    Na quinta-feira passada rolou a confirmação oficial: tanto o torneio masculino quanto o feminino vão de 68 pra 76 times. Isso significa que praticamente um quinto de todos os programas da Divisão I vão ter uma chance no maior show do basquete universitário americano.

    A reação dos técnicos foi mista

    O Rick Barnes, do Tennessee, tá no time dos otimistas. “Sou a favor das três semanas”, disse ele. “É muito difícil ganhar seis jogos em três semanas. Sou totalmente a favor de dar chance pros times menores participarem, de verdade.”

    Mas nem todo mundo pensa assim. O Mike Morrell, técnico do UNC Asheville, tem suas ressalvas. E olha que ele conhece os dois lados da moeda — já foi assistente técnico no Texas quando eles eram cabeças de chave 6 e 10.

    “Não sei se ‘diluir’ é a palavra certa, mas isso meio que tira a importância da temporada regular”, desabafou Morrell. “Quantos times vão entrar agora com campanha negativa na própria conferência? Imagino que vai ser um percentual muito maior.”

    Sinceramente? Ele tem um ponto. Quando você facilita demais a entrada, o cara pode relaxar durante o ano e ainda assim garantir uma vaga.

    Como vai funcionar na prática

    Os famosos jogos de Dayton vão continuar, mas agora com mais ação. Vão ser 12 jogos eliminatórios divididos em duas cidades — seis em Dayton (como sempre) e seis em outro lugar que a NCAA ainda não revelou.

    A divisão vai ser assim: seis confrontos entre os 12 campeões de conferência com pior ranking, e outros seis entre os 12 times com vaga “at-large” (convite) com pior seed.

    Tom Crean, que já passou por Marquette, Indiana e Georgia, não se surpreendeu. “Era inevitável desde o momento que isso foi cogitado há anos atrás”, disse ao USA TODAY Sports. “Só me surpreende ter demorado tanto.”

    E ele já vê como isso vai afetar o bracket: times que seriam 14 ou 15 vão ter que disputar vaga, enquanto alguns nomes grandes das conferências poderosas podem acabar como 12 ou até 13.

    E aí, vocês acham que mais times significa March Madness melhor? Ou será que a magia tá justamente na exclusividade? Na minha visão, 68 já tava bom — mas entendo o lado comercial da coisa. Mais jogos, mais dinheiro, mais audiência.

    Uma coisa é certa: o caminho pra Final Four vai ficar ainda mais insano. Se já era difícil prever alguma coisa com 68 times, imaginem com 76. Os brackets vão virar uma zona total — e talvez seja exatamente isso que torna tudo mais emocionante.

  • Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Expansão do March Madness vai estragar tudo que a gente ama nele

    Cara, a NCAA finalmente fez a burrada que todo mundo temia. Depois de dois anos enrolando, eles oficializaram: o March Madness vai de 68 para 76 times a partir da próxima temporada. E olha, eu tô aqui pensando… por quê? Sério, por quê?

    O torneio universitário americano estava perfeito do jeito que tava. 68 times era o número ideal — criava drama suficiente, mas mantinha aquela exclusividade que faz o March Madness ser especial. Agora? Vão incluir mais oito equipes que, convenhamos, não merecem estar lá.

    Quem realmente se beneficia com isso?

    A NCAA tenta vender que essa expansão vai ajudar as universidades menores, mas quem conhece o esquema sabe que é papo furado. Desde 2021, apenas 29% dos times que ficaram de fora eram de conferências pequenas. O resto? Gigantes como Indiana (18-14) e Auburn (17-16) que tiveram temporadas mediocres mas carregam nome pesado.

    E aí que tá o problema. Esses oito lugares extras não vão para as equipes que realmente fizeram por merecer nas suas conferências. Vão é para os times grandes que se arrastaram durante a temporada regular porque sabem que no final das contas vão ter uma vaga garantida.

    Russell Turner, técnico da UC Irvine, já sacou o esquema: “Acho que a intenção da expansão é só colocar mais times das grandes conferências no torneio, e isso é frustrante”.

    A temporada regular vai virar piada

    Vocês conseguem imaginar o que isso significa? Times como Duke, North Carolina, Kentucky vão poder relaxar ainda mais na temporada regular. Afinal, mesmo com 15 ou 16 vitórias, eles sabem que vão estar no March Madness.

    E as universidades pequenas que lutam o ano inteiro, que fazem temporadas incríveis nas suas conferências? Essas vão continuar de fora, assistindo times mediocres das power conferences pegarem as vagas extras.

    O pior é que isso vai criar um ciclo vicioso. Os times grandes vão marcar jogos mais fáceis para melhorar o retrospecto, e as equipes menores vão ficar sem adversários de qualidade. É como se o basquete universitário tivesse criado uma liga própria para os ricos.

    March Madness ou March Medíocre?

    Sinceramente, acho que a NCAA perdeu completamente a noção do que faz o March Madness ser especial. A magia toda tá na exclusividade, na pressão de cada jogo ser vida ou morte, na possibilidade real de uma Cinderela aparecer.

    Com 76 times, vamos ter mais jogos de primeira fase entre equipes que mal chegaram a 0.500 de aproveitamento. Onde tá a emoção nisso? Vão ser jogos que a gente vai querer nem assistir.

    E vocês acham que isso vai melhorar alguma coisa? Porque eu tô vendo é o torneio mais querido do esporte americano perdendo sua essência só por causa de mais alguns dólares no bolso da NCAA. Uma pena mesmo.

  • March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    March Madness vai crescer: NCAA aprova 76 times em 2027!

    Pessoal, preparem-se para uma March Madness ainda mais maluca! A NCAA tá praticamente batendo o martelo pra expandir tanto o torneio masculino quanto o feminino de 68 para 76 times a partir da temporada 2026-27. Sim, vocês leram certo — mais oito times na dança!

    Segundo fontes da ESPN, só faltam as aprovações burocráticas finais, que são consideradas “procedimentais” nessa altura do campeonato. Um dos caras por dentro do processo foi direto ao ponto: “Eles já têm tudo que precisam pra seguir em frente”. O anúncio oficial pode rolar já em maio.

    Mais vagas, mais confusão (do jeito que a gente gosta)

    A ideia é criar oito vagas adicionais at-large — ou seja, aquelas vagas que não são automáticas por ganhar a conferência. E olha só que interessante: as conferências de elite (Big Ten, SEC, Big 12…) foram as principais responsáveis por pressionar essa mudança. Faz sentido né? Com tantas fusões e expansões nos últimos anos, eles queriam mais times garantidos na festa.

    Agora vem a parte que vai mexer com todo mundo: o atual First Four (aqueles quatro jogos em Dayton) vai virar First Twelve. Isso mesmo, 12 jogos com 24 times disputando nas terças e quartas-feiras antes da tradicional primeira rodada de quinta. Dayton deve manter uma das sedes, mas ainda tão decidindo onde vai ser a segunda.

    Vale a pena financeiramente?

    Aqui que fica interessante, galera. Diferente do que muita gente pensa, a grana não é o principal motivo dessa expansão. As fontes falam que o aumento de receita vai ser “modesto” depois que pagarem todos os custos extras de logística e as unidades adicionais do torneio NCAA.

    Então por que fazer isso? Na minha visão, é mais uma jogada política pra agradar as conferências gigantes que tão dominando o basquete universitário americano. Com times como Duke, Kansas e Kentucky às vezes ficando de fora por causa de temporadas ruins, essa expansão dá uma margem de segurança maior.

    E aí, o que vocês acham? Mais times significa mais emoção ou vai diluir a magia do March Madness? Eu confesso que tô curioso pra ver como vai ficar essa primeira rodada expandida. Imaginem 12 jogos eliminatórios seguidos — vai ser um caos total (do melhor tipo)!

  • NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    Olha só que bomba a NCAA soltou essa semana: eles tão estudando criar um limite de idade para os atletas universitários. A ideia é que os caras tenham uma janela de cinco anos para competir na Divisão I, começando logo depois de se formar no ensino médio ou quando completar 19 anos — o que vier primeiro.

    Cara, isso é gigante. Se rolar mesmo, vai mexer com todo mundo — desde o garoto que quer fazer um gap year até aqueles veteranos que ficam na faculdade até os 25 anos aproveitando os contratos de NIL (Name, Image and Likeness).

    Por que a NCAA tá pensando nisso agora?

    A resposta é simples: grana. Com todo esse negócio de revenue sharing e NIL deals bombando, uma galera tá processando a NCAA querendo estender suas carreiras universitárias. É uma bagunça total nos tribunais.

    E tem mais — o Trump até deu uma cutucada nisso com uma ordem executiva no começo de abril. Coincidência? Eu duvido.

    O modelo atual deixa os caras jogarem quatro temporadas em cinco anos, sem limite de idade. Mas agora eles querem botar uma coleira. Claro que vão ter exceções para gravidez, serviço militar e missões religiosas — até que faz sentido.

    Mudanças que já viraram realidade

    Enquanto isso, a NCAA já aprovou umas mudanças que vão pegar no ano que vem. A mais polêmica? Quem entrar no draft profissional e não sair não pode mais jogar na faculdade.

    Isso veio por causa de duas situações absurdas que rolaram. O Charles Bediako do Alabama jogou na G-League por três anos depois de entrar no draft da NBA, voltou pra faculdade e… foi barrado pela Suprema Corte do Alabama. Imagina a dor de cabeça.

    Já o James Nnaji foi até draftado pelo Detroit Pistons, jogou profissionalmente na Europa, e conseguiu voltar como calouro no Baylor porque nunca assinou com a NBA nem jogou na G-League. Maluco genial ou brecha na regra? Vocês decidem.

    Com as novas regras, casos como o do Nnaji não rolariam mais. Uma vez que você entra no draft e fica por lá, era isso — acabou a faculdade.

    E agora, o que vem por aí?

    Por enquanto é só papo. O Conselho da Divisão I não tomou posição oficial, só mandou o pessoal da NCAA continuar conversando com todo mundo pra ver o que acham.

    Na minha visão? Isso vai dar uma confusão danada. Imagina os advogados já afiando as garras pra derrubar qualquer mudança dessas. E os jogadores que tão na faculdade agora? Como fica?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário tá mudando na velocidade da luz. Entre NIL, revenue sharing e agora essas mudanças de elegibilidade, daqui a uns anos pode ser que a gente nem reconheça mais o March Madness.

    O que vocês acham? Faz sentido limitar a idade ou isso vai mais atrapalhar do que ajudar?

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?

  • Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    E aí, galera! Tá chegando a hora mais esperada do ano para quem acompanha basquete universitário — a final da March Madness entre Michigan e UConn vai rolar hoje, e é claro que todo mundo já tá de olho no Draft da NBA que vem por aí.

    Cara, não vou mentir: tô meio surpreso com algumas ausências nesse mock draft que saiu hoje. Onde estão os brasileiros? Esperava pelo menos ver o Flory Bidunga (Kansas) ou algum outro moleque nosso aparecendo nas primeiras posições, mas parece que 2026 vai ser um ano meio fraco para o Brasil na NBA.

    Dybantsa continua na pole position

    AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto, e sinceramente, depois daquela performance monstruosa de 35 pontos e 10 rebotes no único jogo da BYU na March Madness, é difícil argumentar contra. O moleque é um fenômeno — 28.8 pontos por jogo nos últimos 17 jogos da temporada. Absurdo.

    O Washington Wizards, que tem o ataque mais patético da NBA atualmente, deve cravar ele sem pestanejar. É aquele tipo de jogador que chega e já muda completamente a dinâmica ofensiva de um time.

    Cameron Boozer surpreende na segunda posição

    Agora essa me pegou de surpresa: Cameron Boozer em segundo lugar? Olha, sei que o garoto foi player of the year no college, mas não esperava que subisse tanto assim. O Indiana Pacers aparentemente tá vendo ele como peça perfeita para jogar junto com Pascal Siakam.

    Boozer não é aquele cara que vai te dar highlight toda noite, mas é sólido pra caramba. E convenhamos — vindo de Duke, o cara já tá acostumado com pressão e cultura vencedora.

    Darryn Peterson caindo para terceira posição no Brooklyn é meio esperado. O garoto tem todo o talento do mundo, mas essas lesões e a inconsistência durante a temporada pesaram. Mesmo assim, eu ainda acho que ele pode ser o melhor jogador dessa classe no longo prazo.

    E os brasileiros, cadê?

    Tô aqui procurando brasileiro nessa lista e nada, mano. Flory Bidunga do Kansas tá sendo cotado como possível primeira rodada caso declare, mas parece que ele ainda tá pensando se fica mais um ano no college.

    Sinceramente, depois de ver o que o Gui Santos e outros fizeram na NBA recentemente, esperava uma safra brasileira mais forte em 2026. Mas às vezes é assim mesmo — uns anos são melhores que outros.

    Vocês acham que algum brasileiro vai surpreender e aparecer na primeira rodada? Ou 2026 vai ser mesmo um ano de seca para a gente? Me falem nos comentários, quero saber a opinião de vocês sobre esse mock draft!

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!