Tag: march madness

  • Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    E aí, galera! Tá chegando a hora mais esperada do ano para quem acompanha basquete universitário — a final da March Madness entre Michigan e UConn vai rolar hoje, e é claro que todo mundo já tá de olho no Draft da NBA que vem por aí.

    Cara, não vou mentir: tô meio surpreso com algumas ausências nesse mock draft que saiu hoje. Onde estão os brasileiros? Esperava pelo menos ver o Flory Bidunga (Kansas) ou algum outro moleque nosso aparecendo nas primeiras posições, mas parece que 2026 vai ser um ano meio fraco para o Brasil na NBA.

    Dybantsa continua na pole position

    AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto, e sinceramente, depois daquela performance monstruosa de 35 pontos e 10 rebotes no único jogo da BYU na March Madness, é difícil argumentar contra. O moleque é um fenômeno — 28.8 pontos por jogo nos últimos 17 jogos da temporada. Absurdo.

    O Washington Wizards, que tem o ataque mais patético da NBA atualmente, deve cravar ele sem pestanejar. É aquele tipo de jogador que chega e já muda completamente a dinâmica ofensiva de um time.

    Cameron Boozer surpreende na segunda posição

    Agora essa me pegou de surpresa: Cameron Boozer em segundo lugar? Olha, sei que o garoto foi player of the year no college, mas não esperava que subisse tanto assim. O Indiana Pacers aparentemente tá vendo ele como peça perfeita para jogar junto com Pascal Siakam.

    Boozer não é aquele cara que vai te dar highlight toda noite, mas é sólido pra caramba. E convenhamos — vindo de Duke, o cara já tá acostumado com pressão e cultura vencedora.

    Darryn Peterson caindo para terceira posição no Brooklyn é meio esperado. O garoto tem todo o talento do mundo, mas essas lesões e a inconsistência durante a temporada pesaram. Mesmo assim, eu ainda acho que ele pode ser o melhor jogador dessa classe no longo prazo.

    E os brasileiros, cadê?

    Tô aqui procurando brasileiro nessa lista e nada, mano. Flory Bidunga do Kansas tá sendo cotado como possível primeira rodada caso declare, mas parece que ele ainda tá pensando se fica mais um ano no college.

    Sinceramente, depois de ver o que o Gui Santos e outros fizeram na NBA recentemente, esperava uma safra brasileira mais forte em 2026. Mas às vezes é assim mesmo — uns anos são melhores que outros.

    Vocês acham que algum brasileiro vai surpreender e aparecer na primeira rodada? Ou 2026 vai ser mesmo um ano de seca para a gente? Me falem nos comentários, quero saber a opinião de vocês sobre esse mock draft!

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Michigan quebra jejum e é campeão da NCAA! Que ‘One Shining Moment’

    Meus amigos, acabou! Michigan é campeão da NCAA 2026 e que final foi essa contra UConn, hein? Os Wolverines quebraram um jejum de 37 anos — desde 1989 que eles não levantavam o troféu do March Madness. E cara, eles mereceram muito.

    Quem acompanha basquete universitário sabe o que significa esse momento. Aquela sensação de ver o ‘One Shining Moment’ no final do torneio, com os melhores lances, as emoções, os choros… É tradição desde 1987, e sinceramente? Este ano não decepcionou nem um pouco.

    Os momentos que marcaram o torneio

    Olha só que loucura foi esse March Madness. Chase Johnston, do High Point, metendo uma bandeja no último segundo pra derrubar Wisconsin (cabeça de chave 5!) na primeira rodada. Absurdo, né? Mas o lance que mais me arrepiou foi o Otega Oweh acertando uma bomba lá do meio da quadra pra forçar a prorrogação e salvar Kentucky. Monstro!

    E Duke? Coitados. Perderam a chance de ir pra Final Four pelo segundo ano consecutivo. Braylon Mullins mandou uma de três pontos que mandou UConn pra semifinal, depois que Cayden Boozer perdeu a bola no último segundo. Basquete universitário é isso aí — um segundo você tá no céu, no outro…

    Michigan finalmente volta ao topo

    Mas vamos falar do que realmente importa: Michigan campeão! Cara, que temporada espetacular eles fizeram. Aday Mara no garrafão fazendo a diferença, o time jogando junto… 37 anos esperando por esse momento.

    Vocês viram aquela disputa de bola no início do jogo entre o Tarris Reed Jr. (UConn) e o Mara? Ali você já sentia que seria um jogaço. E foi mesmo — duas equipes que chegaram na final merecendo estar lá.

    Na minha opinião, esse foi um dos melhores March Madness dos últimos anos. Teve de tudo: zebras, jogadas impossíveis, drama até o último segundo. E agora Michigan pode comemorar como campeão nacional.

    E aí, pessoal — quem de vocês tava torcendo pros Wolverines? Esse jejuito de quase 40 anos sendo quebrado foi emocionante demais!

  • Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Olha só, pessoal. O March Madness acabou e já tô aqui pensando no Draft de 2026. E tem um cara que não sai da minha cabeça: Cameron Boozer, de Duke. Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?), o garoto simplesmente dominou a NCAA nessa temporada.

    22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Com 56% nos arremessos de quadra e — pasmem — quase 41% das bolas de três. Esses números são de outro mundo para um calouro, gente.

    Indiana Pacers já escolheu o seu futuro?

    Segundo as projeções mais recentes, Cameron deve ser a segunda escolha geral do Draft, indo direto pro Indiana Pacers. E faz todo sentido, na minha opinião. O time já tem Pascal Siakam e Ivica Zubac no garrafão, e o Boozer encaixaria que nem uma luva nesse esquema.

    O cara foi eleito jogador do ano da ACC — não é brincadeira não. E diferente de alguns calouros que são só hype, Cameron mostrou consistência o ano todo. Duke chegou no Sweet 16 antes de perder de forma dramática, mas o moleque provou que sabe jogar nos momentos importantes.

    Jake Fischer, que é insider da NBA e entende do riscado, já falou que os times rivais acreditam que Boozer seria a “escolha preferida” do Pacers por causa do encaixe perfeito que ele teria no elenco atual.

    Não é só talento, é mentalidade vencedora

    Sinceramente? O que mais me impressiona no Cameron não são só os números (que são absurdos). É a cabeça do garoto. Ele ganhou múltiplos campeonatos no ensino médio e chegou em Duke já sabendo o que é pressão.

    Não é aquele tipo de jogador que vai te dar 10 highlights no SportsCenter, mas é o cara que vai te dar 20 pontos e 10 rebotes toda noite. Consistência. E convenhamos — quantos calouros conseguem manter esse nível durante uma temporada inteira?

    Vocês acham que ele realmente tem cara de segunda escolha geral? Eu tô começando a achar que sim. Com esse físico (é um forward completo de 2,03m) e essa mentalidade, o moleque tem tudo pra ser uma peça fundamental na NBA.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, mas Cameron Boozer já garantiu o nome na conversa dos primeiros picks. E olha que ainda nem completou 20 anos. Monstro.

  • Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Cara, vocês viram que a final da March Madness entre Michigan e UConn vai ser praticamente um showcase do Draft da NBA de 2026? Quatro caras que devem ser escolhidos na primeira rodada vão estar em quadra na segunda-feira. É basicamente um presente para os scouts da liga.

    E olha, eu tô acompanhando esse mock draft aí e sinceramente? O top 5 tá bem sólido. AJ Dybantsa do BYU segue firme como primeira escolha — e não é à toa. O cara é um monstro de 2,06m que tá fazendo 25,5 pontos por jogo e virou o maior pontuador do basquete universitário americano.

    O futuro número 1 é mesmo diferenciado

    Dybantsa não é só tamanho não. O maluco tem envergadura de mais de 2,10m, é atlético pra caramba e consegue criar a própria jogada de qualquer lugar da quadra. Melhorou muito no passe, na finalização com contato e até no arremesso de 3 (33,1%). Pra mim, é escolha óbvia pro Indiana.

    Logo atrás vem Darryn Peterson do Kansas na segunda posição. 2,03m jogando de armador? Isso sim é versatilidade. O cara tá fazendo 20,2 pontos com 38,2% do perímetro — números que impressionam qualquer um. Washington precisa muito de um cara assim.

    Cameron Boozer pode ser a escolha mais segura

    Na terceira posição, temos Cameron Boozer do Duke. E cara, esse pode ser o pick mais certeiro do draft inteiro. O texto original fala que os executivos têm medo de errar com Dybantsa ou Peterson se eles não desenvolverem todo o potencial, mas Boozer? É garantia de impacto imediato.

    22,5 pontos, 10,2 rebotes e ainda distribui 4,1 assistências por jogo. O cara é Player of the Year em qualquer premiação que você olhar. Fisicamente já tá pronto pro profissional e é um dos QIs de basquete mais altos do draft. Brooklyn não vai pensar duas vezes.

    Caleb Wilson do North Carolina aparece em quarto (Sacramento) — mais um grandão de 2,08m que voa no garrafão e tem potencial de estrela. Keaton Wagler do Illinois fecha o top 5 indo pro Utah como mais um armador gigante de 2,03m.

    A final vai decidir posições

    O louco é que essa final de segunda pode mexer com algumas posições. Quatro desses caras vão estar jogando sob pressão máxima, na frente de todos os scouts da NBA. Quem se destacar pode subir no draft, quem decepcionar pode cair algumas posições.

    Vocês acham que algum desses jovens vai conseguir dar aquele salto na final e brigar pela primeira posição? Ou Dybantsa já tem essa locked mesmo? A loteria do draft rola dia 10 de maio, mas essa final já vai dar umas dicas bem interessantes do que esperar em junho.

  • Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Lendeborg e Solo Ball liberados pra final do March Madness!

    Galera, chegou a hora da verdade no March Madness e temos uma notícia que todo mundo tava esperando: tanto Yaxel Lendeborg (Michigan) quanto Solo Ball (UConn) estão LIBERADOS pra final de segunda-feira!

    Os dois caras saíram do relatório oficial de lesões das equipes que foi divulgado no domingo à noite. Olha, eu vou ser sincero com vocês — quando vi o Lendeborg torcendo o tornozelo na semifinal, pensei “pronto, era isso”. O cara pisou no pé do Krivas tentando uma bandeja e ficou meio mancando. Depois soubemos que foi entorse no joelho esquerdo E tornozelo machucado. Dois lugares ao mesmo tempo, monstro.

    Solo Ball também no sufoco

    Do lado dos Huskies, o Solo Ball também deu aquele susto. Se enrolou com o Tarris Reed Jr. numa tela e machucou o pé. Domingo mesmo ele tava andando com aquela bota ortopédica, sabe? Mas o cara é raçudo — disse que ia “fazer de tudo pra estar pronto amanhã”. E conseguiu!

    Sinceramente, imagina se esses dois ficassem de fora da final? Seria um crime contra o basquete. O Lendeborg tem sido fundamental no garrafão do Michigan, e o Solo Ball é peça-chave no esquema do Dan Hurley.

    Michigan x UConn: sede de 89 contra dinastia

    Essa final tem tudo pra ser histórica, pessoal. Michigan correndo atrás do primeiro título desde 1989 (cara, 1989! Eu nem tinha nascido), enquanto UConn quer o terceiro título em quatro anos. É sede contra dinastia, fome contra fartura.

    E vocês sabiam que os times não se enfrentam desde 2015? Foi num torneio nas Bahamas, desses eventos de pré-temporada. Agora se reencontram no palco máximo do basquete universitário.

    A bola sobe às 21h50 (horário de Brasília) desta segunda, no Lucas Oil Stadium em Indianapolis. Vai passar na TBS, TNT e truTV — ou seja, não tem desculpa pra perder!

    Michigan tem apenas LJ Carson e Winter Grady no departamento médico, enquanto UConn não tem ninguém na lista de lesionados. Ou seja: os dois times vão com força máxima pra essa decisão.

    E aí, quem vocês acham que leva? Eu tô dividido, mas com esses dois craques liberados, a final ficou ainda mais imprevisível!

  • Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Cara, isso que é raça! Yaxel Lendeborg saiu machucado da semifinal contra o Arizona no sábado — lesão no ligamento do joelho E torção no tornozelo — e mesmo assim já garantiu: vai encarar UConn na grande final de segunda.

    “Eu vou estar naquela quadra naquele jogo”, disse o pivô do Michigan. E olha, pelo jeito que ele falou, não tem discussão.

    Jogou machucado e ainda fez a diferença

    O mais impressionante é que o cara jogou apenas 14 minutos contra o Arizona (duas faltas bobas no início) e mesmo assim conseguiu 11 pontos. Imagina se tivesse 100%?

    O preparador físico do Michigan, Chris Williams, disse que está “muito confiante” que o Lendeborg vai conseguir jogar segunda. A lesão “se apresentou bem” — seja lá o que isso significa em termos médicos, mas parece positivo.

    Mudança de papel na final

    Agora vem a parte interessante. Lendeborg sabe que não vai poder fazer tudo que fazia antes. “Não senti muita dor na pisada. Então quando eu jogar segunda, vou ser um arremessador de canto de 3 pontos”, explicou.

    Sinceramente? Isso pode até ser vantagem pro Michigan. UConn vai se preparar pra enfrentar um pivô tradicional no garrafão, e aí o cara aparece esticando de 3. É estratégia pura.

    Vocês acham que ele aguenta os 40 minutos de uma final de March Madness machucado assim? Eu acho que a adrenalina vai falar mais alto — e Michigan vai precisar de cada centímetro dele pra parar UConn.

  • Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Nate Oats vira um dos técnicos mais bem pagos do basquete universitário

    Olha só que loucura: Nate Oats acabou de assinar uma extensão de contrato com Alabama que vai deixar ele entre os cinco técnicos mais bem pagos do basquete universitário americano. O acordo vai até a temporada 2031-32 — ou seja, mais oito anos pela frente.

    Sinceramente? Merecido demais.

    O que esse cara fez em Alabama é coisa de outro mundo

    Desde que assumiu o programa em 2019, Oats transformou Alabama numa máquina de resultados. Cinco aparições no Sweet 16 consecutivas e uma chegada histórica ao Final Four. Cara, isso não é sorte — é trabalho.

    E tem um detalhe que me impressiona: em 2023, Alabama conseguiu sua primeira cabeça de chave número 1 na história do March Madness. Primeira vez, pessoal! Imaginem a pressão que foi e como ele soube lidar com tudo isso.

    Eu lembro quando ele chegou em Alabama vindo de Buffalo — muita gente duvidou. “Mais um técnico de programa pequeno que não vai conseguir dar o salto”, diziam por aí. Que bobagem. O cara provou que sistema de jogo bem montado e desenvolvimento de jogadores funciona em qualquer lugar.

    Vale cada centavo desse contrato

    Vocês acham que Alabama está pagando caro demais? Eu discordo completamente. Num esporte onde consistência é tudo, ter um técnico que te leva pro Sweet 16 todo ano é ouro. E olhem que estamos falando da SEC, uma das conferências mais brutais do país.

    O que mais me impressiona no trabalho do Oats é como ele consegue fazer os caras jogarem como um time de verdade. Não é só sobre recrutar cinco estrelas — é sobre fazer eles funcionarem juntos. E isso, meus amigos, é a marca de um técnico especial.

    Alabama acertou em cheio com essa renovação. Com estabilidade até 2032, Oats pode planejar a longo prazo e continuar construindo esse programa que virou uma potência nacional. E aí, acham que ele consegue levar o título nacional pros Crimson Tide?

  • UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    UCLA Destruiu South Carolina e Fez História no Basquete Feminino!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! A UCLA simplesmente destruiu South Carolina por 79-51 e conquistou o primeiro título nacional da história do basquete feminino da universidade. E olha, não foi só uma vitória — foi uma demonstração de força total.

    Vocês conseguem imaginar a emoção da técnica Cori Close? A mulher esperou anos por esse momento, e quando finalmente chegou, o time dela não deu chance pro adversário. 79-51, gente. Setenta e nove a cinquenta e um!

    Dominação Total no Garrafão

    Lauren Betts foi simplesmente monstruosa no garrafão. A pivô da UCLA mostrou por que é uma das melhores do país, dominando completamente o lado defensivo e criando espaços ofensivos que deixaram South Carolina perdida em quadra.

    E sabe o que mais me impressionou? A forma como esse time joga junto. Nada de estrelismo, nada de forçar jogada individual. Foi basquete coletivo do início ao fim — exatamente o que você espera de um time campeão.

    South Carolina Não Conseguiu Reagir

    Sinceramente, eu não esperava ver South Carolina tomando uma surra dessas. Estamos falando de uma das potências do basquete feminino universitário, mas a defesa da UCLA foi simplesmente sufocante. Os Gamecocks não conseguiam nem respirar em quadra.

    Essa foi a segunda pior derrota de South Carolina na história do March Madness. Isso diz tudo sobre como a UCLA jogou ontem à noite. Foi um daqueles jogos em que tudo deu certo pro time vencedor.

    História Pura na Califórnia

    O mais emocionante de tudo isso é pensar na história da UCLA. Estamos falando da universidade de John Wooden, lenda do basquete universitário masculino. Agora as mulheres também têm sua bandeira no teto do ginásio.

    Ann Meyers Drysdale e todas as ex-jogadoras que ajudaram a construir esse programa devem estar chorando de emoção hoje. Décadas de trabalho finalmente coroadas com o título máximo.

    E aí, pessoal — vocês acham que a UCLA consegue repetir a dose ano que vem? Com esse time jogando desse jeito, não duvido de nada!

  • Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Michigan atropela Arizona no Final Four – Onde entra na história?

    Cara, que surra foi essa que Michigan deu em Arizona no Final Four de 2026! 91 a 73 parece placar ‘normal’, mas quem assistiu sabe que foi muito pior do que isso. Os Wolverines simplesmente destruíram os Wildcats desde o primeiro minuto.

    Eu tava esperando um jogaço entre dois dos melhores times do país, mas Michigan resolveu transformar isso numa aula de basquete. A diferença chegou a 30 pontos durante o jogo — imagina a cara dos torcedores do Arizona vendo aquilo!

    Onde essa surra se encaixa na história?

    Olha, não é todo dia que você vê uma lavada dessas no Final Four. Normalmente os jogos são pegados, decididos nos detalhes. Mas acontece, né?

    Checando aqui os maiores atropelos da história do Final Four (desde 1951, quando o torneio virou coisa séria), a diferença de 18 pontos de Michigan nem entra no top 10! Isso mesmo que vocês leram.

    O maior massacre de todos os tempos foi Villanova 95 x 51 Oklahoma em 2016. Quarenta e quatro pontos de diferença! Aquilo ali foi desumano. Lembro até hoje do Jay Wright na beira da quadra, quase com dó do adversário.

    Os maiores atropelos da história

    A lista é de arrepiar: Princeton meteu 118 x 82 no Wichita State em 1965 (36 pontos de diferença), Cincinnati fez 80 x 46 no Oregon State em 1963, Michigan State aplicou 101 x 67 na Penn em 1979… Cada uma dessas foi uma humilhação histórica.

    E olha só que coincidência massa: UNLV 103 x 73 Duke em 1990 — exatos 30 pontos de diferença, que foi justamente o pico da vantagem de Michigan ontem. Aquele time do UNLV com Larry Johnson era uma máquina de guerra, impossível de parar.

    Kansas também aparece duas vezes na lista — em 2003 contra Marquette (33 pontos) e lá em 1953 contra Washington (26 pontos). Os Jayhawks sempre souberam dar show quando a coisa aperta.

    Michigan rumo ao título?

    Agora é final contra Connecticut. E vocês acham que Michigan consegue manter esse ritmo alucinante? Porque uma coisa é atropel Arizona (que não tava no seu melhor dia), outra é fazer isso contra UConn numa final de March Madness.

    Sinceramente, depois de uma performance dessas, eu não duvidaria de nada vindo dos Wolverines. Quando um time tá ‘quente’ assim no torneio universitário, é capaz de qualquer coisa. Lembram do Villanova em 2016? Fizeram aquela surra histórica no Oklahoma e depois foram lá e ganharam o título todo.

    Vamos ver se Michigan consegue coroar essa campanha monstro com o troféu. Uma coisa é certa: depois dessa exibição, eles chegam na final como favoritos absolutos.