Tag: march madness

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.

  • Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Cara, eu vi muita coisa bonita no basquete universitário, mas o que rolou ontem em Chicago foi simplesmente emocionante demais. Charlie May, filho do técnico Dusty May, acertou uma bomba de 3 nos segundos finais da goleada de Michigan sobre Tennessee por 95 a 62 no Elite 8 do March Madness.

    Imagina a cena: time já ganhando de 30 pontos, 1 minuto e 2 segundos no relógio, e o garoto — que mal jogou na temporada — recebe a bola no cantinho e não perdoa. Swish! O banco de Michigan explodiu igual torcida de final de campeonato.

    O menino que quase não joga virou herói por um dia

    Vou ser sincero com vocês: Charlie May não é exatamente o craque do time. O cara é um ala de 1,95m no último ano, veio transferido da UCF quando o pai foi contratado por Michigan em 2024. Até domingo, tinha feito apenas 4 pontos na carreira inteira e convertido um único arremesso de quadra. Nesta temporada? Apenas 18 minutos em 7 jogos.

    Mas ó, foi justamente isso que tornou o momento ainda mais especial. As estrelas do time como Yaxel Lendeborg e Aday Mara comemoraram como se tivesse sido a cesta da classificação. E o narrador da CBS mandou um “Mayday em Chicago!” que ficou perfeito.

    Dusty May voltando ao Final Four

    E não é que o velho Dusty conseguiu de novo? Segunda vez em quatro anos que o cara leva um time ao Final Four — e em programas diferentes, né não? Em 2023, ele fez aquela corrida absurda com Florida Atlantic até a semifinal nacional, onde perderam no último segundo pro San Diego State.

    Agora com Michigan, o cara tá simplesmente destruindo todo mundo neste March Madness. Quatro vitórias por uma diferença combinada de 90 pontos! Só uma das vitórias foi por menos de 21 pontos de diferença. Isso é dominância total.

    Vocês acham que Michigan tem chances reais de título? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser bem difícil parar esse trem. E com esses momentos familiares no meio do caminho, dá até pra sonhar com algo especial acontecendo…

  • Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cara, que peso nas costas de um garoto de 18 anos. Cayden Boozer, o calouro de Duke, assumiu toda a culpa pela eliminação do time na Elite Eight do March Madness. E olha, eu entendo o sentimento dele, mas sinceramente? Acho pesado demais.

    A situação foi assim: restando 7.5 segundos, Duke ganhando por dois pontos de UConn, e Boozer recebe a bola no meio da quadra. Ele tenta um passe para Pat Ngongba que estava completamente livre, mas Silas Demary consegue desviar a bola. Resultado? Braylon Mullins pega o rebote e METE uma bomba quase do meio da quadra com 1.8 segundo no cronômetro. Game over. 73-72 para UConn.

    O peso da responsabilidade

    “Eu poderia ter segurado melhor a bola e não ter perdido ela”, disse Boozer após o jogo. “Assumo toda a responsabilidade. Eu vi dois caras livres e estava só tentando fazer o passe chegar lá, mas poderia ter tido mais calma. A gente tinha tempo. Eu perdi a bola. Eu arruinei a temporada do nosso time.”

    Mano, escutar um garoto falar isso dói no coração. Qualquer um que já jogou basquete sabe como é carregar o peso de um erro no final do jogo. Mas aqui que tá — basquete é esporte coletivo, e uma temporada não se resume a um lance.

    Companheiros defendem o calouro

    Dame Sarr, companheiro de equipe, não deixou barato: “Eu nunca vou deixar ele falar isso de novo, porque ele não falhou com a gente de forma alguma. Ele nos levantou.” E o cara tem razão total.

    Boozer assumiu a titularidade depois que Caleb Foster quebrou o pé em 7 de março. E olha só o que o moleque fez: ajudou Duke a ganhar o torneio da ACC e os dois primeiros jogos do March Madness. Isso aí não é pouca coisa não.

    O técnico Jon Scheyer também tirou a pressão do garoto: “É fácil olhar para aquele lance — eu olho para todos os lances que aconteceram, especialmente no segundo tempo. Isso não é sobre um lance. É sobre cada lance que nos colocou naquela posição.”

    Vocês acham que é justo um calouro carregar esse peso todo? Na minha visão, o garoto mostrou personalidade e caráter assumindo a responsabilidade, mas basketball é jogo de equipe. Duke chegou longe com ele no comando — isso já é vitória pra um cara que nem deveria estar jogando se não fosse a lesão do Foster.

    March Madness é isso aí — um lance pode mudar tudo. Mas temporadas se constroem com 40 minutos de jogo, não com 7.5 segundos.

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Tennessee e volta à Final Four

    Cara, eu não estava preparado pro show que o Yaxel Lendeborg deu ontem. O cara simplesmente DESTRUIU o Tennessee por 95 a 62 e levou Michigan de volta à Final Four pela primeira vez desde 2018. Que paulada!

    Lendeborg foi eleito o jogador mais valioso da região Midwest e não é pra menos: 27 pontos, 7 rebotes, 4 assistências e ZERO turnovers. Zero, gente. O maluco não perdeu uma bola sequer. E olha só esse dado que me deixou maluco — ele se tornou o primeiro jogador de Michigan a marcar 20+ pontos em três jogos consecutivos do March Madness desde Juwan Howard em 1994. Juwan Howard, o mesmo que hoje é técnico na NBA!

    A corrida que mudou tudo

    Os primeiros nove minutos foram meio tenebrosos, não vou mentir. Mas aí o bicho pegou. Michigan fez uma corrida de 21 a 0 que praticamente acabou com o jogo ali mesmo. Tennessee ficou perdido, não conseguia nem encostar na bola.

    E tem que falar do Elliot Cadeau também — 10 assistências! O cara virou primeiro jogador da Big Ten a dar 7+ assistências em quatro jogos seguidos do torneio desde Trey Burke em 2013. Essa equipe de Michigan tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    Tennessee desabou completamente

    Olha, eu até sinto pena do Tennessee. Apenas 15 pontos no primeiro tempo — quinze! E 5 de 26 do perímetro, o que dá uns 19% de aproveitamento. Isso não ganha nem jogo de rua, imagine numa Elite Eight.

    O Ja’Kobi Gillespie até tentou com seus 21 pontos, mas sozinho não dá. E o Rick Barnes? Coitado, agora são 0-3 em Elite Eights como técnico do Tennessee. A última Final Four dele foi com o Texas em 2003 — há mais de 20 anos!

    Sinceramente, acho que o peso da história pesou. Tennessee nunca consegue dar esse último passo, e ontem ficou claro que Michigan queria muito mais.

    Dusty May fazendo história

    E tem que dar os parabéns pro técnico Dusty May. O cara pegou um programa que ganhou apenas 8 jogos na temporada anterior e em dois anos já tá na Final Four. Essa é a segunda dele em quatro temporadas (levou Florida Atlantic em 2023).

    “Temos um cartaz no vestiário que diz ‘Hábitos de Abril’”, disse May. Cara, isso é mentalidade vencedora. Desde o dia um eles se prepararam pra chegar longe no torneio, e tá dando certo.

    Agora é Arizona na semifinal, dia 4 de abril em Indianapolis. Michigan entra como favorito por 1.5 ponto — e olha, depois do que eu vi ontem, acho pouco. Vocês acham que eles conseguem chegar na final?

  • Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que acabei de ver. Braylon Mullins, um calouro que ninguém esperava muito, simplesmente decidiu fazer história ontem. O garoto roubou uma bola no meio da quadra e mandou uma bomba de 35 METROS no último segundo para dar a vitória pro UConn sobre Duke por 73-72. Trinta e cinco metros, gente. É quase da linha de meio de campo!

    E o mais absurdo? Os Huskies estavam perdendo por 19 pontos no primeiro tempo. Dezenove. Qualquer um teria desligado a TV pensando que já era. Mas não, esse time do UConn tem uma mentalidade diferente mesmo.

    A reviravolta mais maluca do torneio

    Duke tava controlando tudo. Cameron Boozer — que deve ser o jogador do ano da NCAA — fez 27 pontos e parecia que ia levar os Blue Devils pra mais uma Final Four. Ainda estavam ganhando por dois dígitos faltando só seis minutos pro fim.

    Aí que o UConn resolveu acordar pra vida. Tarris Reed Jr. fez 26 pontos mantendo o time vivo, e nos últimos quatro minutos choveu bola de três dos Huskies. Mas ninguém imaginava que ia terminar daquele jeito.

    Com 10 segundos no relógio, Silas Demary Jr. acertou apenas um dos dois lances livres, deixando Duke na frente por dois. Os Blue Devils só precisavam segurar a bola, mas Cayden Boozer tentou um passe no meio da quadra que foi interceptado. E aí o Mullins pegou a sobra e… BOOM.

    Duke quebra novamente na reta final

    Sinceramente, eu sinto até pena do Duke. É o segundo ano seguido que eles entregam uma liderança no final do March Madness. Ano passado perderam pro Houston tendo seis pontos de vantagem faltando 1:14. Agora isso. A pressão deve estar pesada demais nesses garotos.

    O mais louco é que essa jogada do Mullins aconteceu exatamente 36 anos depois do Christian Laettner eliminar UConn com outra cesta no último segundo. O karma deu a volta, né?

    Dan Hurley disse depois do jogo que “é cultura do UConn, coração do UConn”. E cara, ele tem razão. É a terceira Final Four deles em quatro anos. Esse time simplesmente não desiste nunca.

    Agora UConn vai enfrentar Illinois na semifinal, enquanto Michigan pega Arizona. E olha, mesmo sendo considerado azarão contra Illinois (odds de 2.5 pontos), depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada desse UConn. E vocês, acham que eles conseguem repetir o título do ano passado?

  • UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    Cara, o que aconteceu ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. UConn perdendo por 19 pontos no primeiro tempo, Duke dominando com os gêmeos Boozer metendo bola, e aí… BAM! Braylon Mullins resolve virar herói aos 39min59s e manda uma bomba de 35 pés pra classificar os Huskies pro Final Four.

    Olha, eu já vi muita coisa maluca no March Madness, mas essa aí foi de arrepiar. O moleque de 18 anos, CALOURO, pega a bola restando 0,4 segundos no relógio e decide que ia ser ele mesmo. Não teve hesitação, não teve medo — só mandou ver.

    A jogada que mudou tudo

    A situação era a seguinte: UConn perdendo por 2, restando 10 segundos. Os caras precisavam de um milagre. Aí o Silas Demery consegue desviar um passe do Cayden Boozer no meio da quadra, a bola sobra pro Mullins que passa pro Karaban. E aqui que fica interessante — o Karaban tinha a chance de tentar o arremesso, mas olhou pro Mullins e pensou: “Esse moleque tem mais chance que eu”.

    “Quando vi o Braylon, tive o instinto de passar pra ele”, disse o Karaban depois. “Tinha o Cam Boozer na minha frente, seria um arremesso mais difícil. Então passei pro Braylon e quando vi ele soltar a bola… cara, eu soube que ia entrar.”

    Sinceramente? Que atitude do veterano. Em um momento desses, muitos jogadores seriam egoístas e tentariam eles mesmos. Mas o Karaban mostrou porque UConn tem essa mentalidade vencedora.

    Duke dominou, mas não fechou

    Vamos dar o mérito: Duke jogou MUITO. Os gêmeos Boozer foram monstros — 42 pontos combinados. Cameron e Cayden simplesmente resolveram que iam acabar com o sonho de tricampeão da UConn. Por 39 minutos e meio, parecia que iam conseguir mesmo.

    O time do Hurley chegou a estar 19 pontos atrás no primeiro tempo. DEZENOVE! Qualquer um pensaria “acabou”. Mas essa experiência de ter ganho dois títulos seguidos faz diferença. Ball e Karaban, os únicos que sobraram daqueles times campeões, sabiam que não podia desistir.

    “Você só precisa continuar jogando”, disse o Ball. “O arremesso nem sempre vai entrar, mas você não pode parar de jogar.” E olha que ironia — ele e o Karaban fizeram um jogo horrível no ataque (5/21 combinados), mas apareceram na hora H.

    O sonho do moleque vira realidade

    O mais legal dessa história toda? O Mullins falou que essa era exatamente a jogada que ele sonhava quando era criança. “Você joga por esses momentos”, disse ele. “Você sonha com isso. Definitivamente pensava nisso na infância.”

    E aí que fica mais emocionante ainda — o Final Four vai ser em Indianápolis, a 30 minutos de onde o garoto cresceu. Mano, o roteiro tá escrito. UConn indo pro terceiro título em quatro anos, com um calouro da região decidindo no último segundo.

    Vocês acham que os Huskies conseguem fechar mais esse? Com essa mentalidade e essa experiência, eu não duvido de nada. O Hurley montou uma máquina de vencer, e jogadas como essa mostram que quando a coisa aperta, eles sempre dão um jeito.

    March Madness sendo March Madness. Por isso que a gente ama esse torneio maluco!

  • Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Braylon Mullins — se lembra desse nome porque vai entrar pra história do March Madness pra sempre.

    O garoto tava tendo uma noite horrível do perímetro. 0 de 4 nos três pontos. Zero. Mas às vezes o basquete é assim mesmo — você erra quatro seguidas e na quinta, quando mais importa, você manda uma que faz o mundo parar.

    O arremesso que parou a América

    Faltando segundos no cronômetro, UConn perdendo por 70-69 pro Duke, Karaban pega a bola e olha pro Mullins no meio da quadra. O moleque recebe ali no logo mesmo e… cara, eu não acredito que vou escrever isso… solta uma bomba de três que entra limpinha. 72-70. Game over.

    “Olhei pro cronômetro e vi cinco segundos”, disse o Mullins depois do jogo, ainda em choque. “Tentei passar pra alguém que tinha acertado alguma coisa no jogo, mas o Karaban devolveu. Aí vi três segundos no relógio e pensei: é a última chance.”

    Duke ainda teve 0,4 segundos pra tentar alguma coisa, mas já era. UConn tá na Final Four de novo.

    Virada épica contra Duke

    O mais absurdo é que os Huskies tavam apanhando o jogo todo. Chegaram a ficar 19 pontos atrás! Dezenove! Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra eles. Mas essa equipe do Dan Hurley tem uma coisa especial — eles simplesmente não desistem nunca.

    Foi uma virada gradual, ponto a ponto, até que Duke entregou uma bola nos segundos finais e deu a chance que o Mullins precisava. E olha, de Indiana (onde ele jogou no ensino médio) pra Indianapolis na Final Four — tem coisa mais cinematográfica que isso?

    Agora é UConn contra Illinois na Final Four. Os Huskies tão correndo atrás do terceiro título em quatro anos. Vocês acham que conseguem? Porque depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse time tem proteção divina mesmo.

    Às vezes o March Madness cria esses momentos que você nunca esquece. E cara, esse arremesso do Mullins vai estar passando na TV até 2050.

  • Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Elite Eight ontem à noite. UConn vs Duke, jogo pela vaga na Final Four, e um calouro chamado Braylon Mullins simplesmente resolveu entrar pra história do March Madness com um arremesso que eu vou lembrar pelo resto da vida.

    Imagina a cena: 0,4 segundos no relógio, UConn perdendo por 72-70, e o mlk pega a bola praticamente no logo da quadra e… SPLASH! 73-72 pros Huskies. Eu gritei tanto aqui em casa que acordei o cachorro do vizinho.

    A virada mais insana que você vai ver

    O mais louco de tudo? O Mullins tava 0 de 4 do perímetro antes desse arremesso. Zero! E quando mais precisou, mandou uma bomba que nem o Curry nos seus melhores dias. O próprio mlk disse na entrevista: “Só feliz de ver essa p*rra entrar”. Sem filtro, pura emoção.

    E olha, os Huskies mereceram essa. Saíram perdendo por 19 pontos (imagina a desgraça), chegaram a ficar 15 atrás no intervalo, mas voltaram como uma máquina no segundo tempo. Fizeram 44 pontos contra 28 do Duke na etapa final. Isso é caráter, meu amigo.

    A jogada do arremesso foi cinematográfica. Duke tinha 98,7% de chance de vitória segundo o ESPN Analytics – praticamente garantido, né? Aí o Cayden Boozer erra o passe, o Silas Demary Jr. rouba a bola, e o resto… bem, o resto vocês já sabem.

    Reed Jr. continua monstro neste torneio

    Enquanto todo mundo vai falar do Mullins (e com razão), não posso deixar passar batido o Tarris Reed Jr. O cara fez 26 pontos e 9 rebotes, continuando essa sequência absurda no torneio inteiro. É um dos caras que mais tem se destacado em todo o March Madness.

    Do lado do Duke, os gêmeos Boozer foram sensacionais também. Cameron com 27 pontos e Cayden com 15, mas não adiantou nada. Mais uma eliminação traumática pro Duke do Jon Scheyer – já é a terceira seguida que eles saem de forma dolorosa.

    Alex Karaban, que tem o RECORDE de vitórias no NCAA Tournament (17 na carreira), jogou mal a maior parte do tempo (5 pontos, 2 de 10 nos arremessos), mas acertou uma bomba crucial faltando 50 segundos pra deixar o jogo em 1 ponto de diferença. Veterano sendo veterano.

    UConn na Final Four de novo

    Agora é Final Four pra UConn pela terceira vez em quatro anos. Dan Hurley tá construindo uma dinastia moderna mesmo – bicampeões em 2023 e 2024, deram uma escorregada em 2025, mas voltaram com tudo.

    E o Mullins vai jogar a Final Four no estado natal dele, Indiana. Será que consegue mais uma mágica dessas? Contra Illinois na semifinal, com o vencedor pegando Michigan ou Arizona na decisão.

    Sinceramente, depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse UConn pode levar tudo de novo. Vocês acham que eles conseguem o terceiro título em quatro anos?

  • Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Cara, que loucura foi esse March Madness! O Final Four tá formado e, sinceramente, não esperava essa configuração. UConn virou um jogo IMPOSSÍVEL contra Duke — 19 pontos de diferença no segundo tempo e o cara acerta uma bomba do meio da quadra com 0.4 segundos restantes. Braylon Mullins, natural de Indianápolis, simplesmente decidiu que era o momento dele brilhar.

    E olha que time ficou no Final Four: UConn, Illinois, Arizona e Michigan. Quatro programas pesados, mas com histórias bem diferentes chegando até aqui.

    UConn é máquina em março

    Os Huskies são simplesmente monstruosos nessa época do ano. Terceiro Final Four em quatro anos — e nas duas últimas vezes que chegaram até aqui, levaram o título. Dan Hurley não tá brincando quando fala sobre “cultura UConn”. Esses caras nascem sabendo jogar em março.

    O que mais me impressiona? A frieza. Tomar 19 pontos de diferença contra Duke e não desistir. Isso é mentalidade de campeão, não tem como negar.

    Illinois como azarão? Sério isso?

    Engraçado como as coisas mudaram no basquete universitário. Illinois — time de um estado com quase 13 milhões de habitantes, universidade gigante — tá sendo tratado como Cinderela. Eles são cabeça 3, a pior colocação no Final Four em dois anos.

    Mas peraí… Brad Underwood ganhou 96 jogos na Big Ten desde 2019. Noventa e seis! Mais que qualquer outro programa. Como esse time pode ser considerado azarão? Na minha visão, isso diz mais sobre como o cenário universitário mudou do que sobre Illinois propriamente.

    A equipe tem o que eles chamam de “Bloco Balcânico” — galera com raízes no Leste Europeu que joga um basquete inteligente e físico. E desde 2005 que não chegavam tão longe. Vinte anos, cara.

    Arizona vs Michigan: o verdadeiro peso pesado

    Agora o confronto que todo mundo quer ver: Arizona contra Michigan. Brayden Burries pelos Wildcats, Yaxel Lendeborg pelos Wolverines. Entre os dois times, tem até nove caras com potencial NBA. É pancada de frente.

    Michigan arrebentou Tennessee por 95-62 — foi um massacre total. Arizona abriu como favorito nas casas de apostas, mas curiosamente Michigan tá favorito no confronto direto. Vai entender essas odds…

    E tem um detalhe interessante: Arizona agora tá na Big 12 depois da confusão toda das conferências. Três anos atrás ainda eram Pac-12. Dusty May, que tava na Florida Atlantic naquela época louca de 2021, agora comanda Michigan. Como as coisas mudam rápido no basquete universitário!

    Vocês acham que a Big Ten finalmente quebra o jejum de 24 anos sem título? A última foi Michigan State em 2000. Illinois e Michigan têm essa chance agora.

    Olha, eu ainda acho UConn o time mais perigoso. Experiência em Final Four + Dan Hurley + aquela mentalidade assassina em março? É receita de título. Mas Illinois pode surpreender — e surpresas em março a gente já sabe como terminam, né?

  • Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Sérvio de Iowa State vai testar as águas do Draft 2026

    Olha só que interessante: Milan Momcilovic, o sérvio arremessador de Iowa State, confirmou que vai declarar para o Draft da NBA de 2026. Mas calma aí — não significa que ele vai sair da faculdade de vez. É mais um “vou ver se rola”, sabe?

    O cara teve uma temporada absurda pelos Cyclones. Média de 16.9 pontos por jogo, acertando QUASE METADE dos arremessos de 3 (48.6% em 7.6 tentativas por noite). Mano, isso é coisa de monstro. Com 2,03m de altura, ele tem aquele perfil que as franquias da NBA adoram: ala que estica a quadra e pode arremessar de qualquer lugar.

    A decisão ainda não tá batida

    “Provavelmente, definitivamente, vou testar o draft”, disse Momcilovic para o Cyclone Alert durante o torneio da Big 12. “Porque acho que tive um bom ano e arremessei muito bem.” Cara confiante, né?

    Mas ele mesmo admitiu que não sabe que tipo de feedback vai receber dos scouts. “Não sei que retorno vamos ter. Vamos ver se fico no draft ou volto. Isso ainda está para ser decidido.”

    Temporada que chamou atenção

    A campanha de Iowa State terminou no Elite Eight do March Madness, perdendo para Tennessee. Frustrante? Com certeza. Mas individualmente, Momcilovic mostrou evolução gigante. 50.6% de aproveitamento geral nos arremessos é coisa séria para um cara que puxa tanto de 3.

    Sinceramente, acho que ele tem potencial para ser selecionado, mas talvez ainda não no primeiro round. E vocês, acham que ele deveria ficar mais um ano na faculdade ou partir pro sonho da NBA mesmo? Eu, no lugar dele, testaria também — nunca se sabe quando uma oportunidade dessas aparece de novo.