Tag: march madness

  • Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Cara, o Dan Hurley é mesmo um personagem à parte no basquete universitário americano. Depois de classificar UConn para mais uma final do March Madness com vitória de 71-62 sobre Illinois, o técnico levou umas vaias no Lucas Oil Stadium e ficou completamente perdido.

    “Eles estão me vaiando?”, perguntou ele no meio de uma entrevista com a repórter Tracy Wolfson, da CBS. “Eu não sei por que estão me vaiando.”

    Sinceramente? Eu ri demais com a cara de confuso dele. O homem acabou de levar seu time para a terceira final de NCAA em quatro anos e não consegue entender por que a torcida rival não gosta dele.

    O técnico que todo mundo ama odiar

    Olha, quem acompanha o basquete universitário sabe que o Hurley é daqueles técnicos que esquenta muito na beira da quadra. O cara vive protestando, gesticulando, brigando com árbitro – é pura paixão. E isso obviamente não agrada as torcidas adversárias.

    Durante o jogo mesmo, as câmeras flagraram ele reclamando de uma falta ofensiva contra Eric Reibe e levando vaia na sequência. Normal, né? Faz parte do show do March Madness.

    “Eu recebo muito mais reações negativas nas redes sociais do que quando encontro pessoas na vida real”, disse Hurley antes do jogo. “Porque quando encontro pessoas normais, elas olham pra mim e começam a rir ou sorrir. Ou falam: ‘Você é o cara dos vídeos. Parece meio louco, mas acho que é gente boa’.”

    Números que impressionam

    Brincadeiras à parte, o que o Hurley tem feito com UConn é absurdo. O homem está invicto no Final Four pelos Huskies: 5 vitórias em 5 jogos. No geral do March Madness, são 18 vitórias e apenas 3 derrotas.

    Agora ele vai buscar mais um título na segunda-feira. E vocês acham que ele vai conseguir? Eu tô apostando que sim – e provavelmente vai levar mais umas vaias no caminho, porque né… faz parte do personagem.

    É isso que eu amo no basquete universitário americano: tem drama, tem emoção, tem técnico maluco que não entende por que está sendo vaiado. Puro entretenimento!

  • JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    JuJu Watkins voltando dos machucados e USC armando o maior time

    Galera, que notícia boa pra começar o dia! JuJu Watkins, a estrela absoluta de USC, tá voltando forte da lesão no joelho e já dá pra ver que o bicho tá pegando no treino da seleção americana.

    A mina rompeu o ligamento cruzado anterior em março do ano passado, naquela eliminação dolorosa contra Mississippi State no March Madness. Foi de partir o coração, real. Mas agora? Ela tá treinando sem joelheira nenhuma no complexo do Phoenix Mercury, e pelo jeito que ela fala, dá pra sentir a confiança voltando.

    “Tô chegando na reta final”

    “A recuperação tá indo muito bem. Só mantendo o foco que logo estarei de volta. Tô chegando na reta final, então tô muito grata por isso”, disse ela. Cara, ouvir isso da JuJu é música pros ouvidos de qualquer fã de basquete feminino.

    E olha só a diferença: em dezembro ela assistiu tudo do banco no camp da Duke. Agora já tá na quadra, fazendo arremessos, movimentando. Sue Bird, que tá gerenciando a seleção, falou que ela tá “num lugar muito tranquilo, muito calma. Pronta pra voltar à quadra”.

    Sinceramente? Acho que essa lesão pode ter sido uma benção disfarçada pra ela. Não que eu deseje lesão pra ninguém, mas às vezes você precisa dar um passo atrás pra dar dois à frente.

    USC montando um time absurdo

    E por falar em dar passos à frente… Vocês viram o que USC tá montando pra próxima temporada? A coach Lindsay Gottlieb conseguiu a classe de recrutas número 1 do país, liderada pela Saniyah Hall – que é simplesmente a caloura mais cotada de todo o país.

    Imaginem só: JuJu Watkins 100% + a melhor classe de recrutas da nação. Isso aí pode dar muito pano pra manga no basquete universitário feminino. A JuJu já foi AP Player of the Year em 2024-25 e foi All-American duas vezes nas suas duas primeiras temporadas – a mina é monstro mesmo.

    “Tem muitas formas de melhorarmos. Muitas coisas que fazemos bem”, ela disse sobre assistir USC da arquibancada. “Conseguir ver as coisas de uma perspectiva diferente definitivamente me ajudou e me deu algumas coisas que posso continuar contribuindo pro time no próximo ano.”

    E aí, galera, acham que USC pode brigar pelo título nacional com JuJu de volta e esse time recheado de talentos? Eu tô começando a acreditar que sim. O basquete feminino tá cada vez mais competitivo e essa volta da JuJu pode ser o combustível que faltava pros Trojans decolarem de vez.

  • Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Fred Hoiberg é eleito técnico do ano e faz história em Nebraska

    Olha, eu confesso que não esperava ver Nebraska brigando por prêmio de técnico do ano quando a temporada começou. Mas Fred Hoiberg simplesmente fez mágica no programa dos Cornhuskers e foi eleito o técnico do ano pela Associated Press — e cara, que história bonita.

    Hoiberg recebeu 17 votos de um painel de 61 jornalistas, deixando Jon Scheyer (Duke) com 13 votos para trás. Tommy Lloyd, do Arizona, ficou em terceiro com 11 votos. Mas o que torna isso especial vai muito além dos números.

    Uma volta pra casa histórica

    A conexão de Hoiberg com Nebraska é de arrepiar. O cara nasceu em Lincoln, os pais se formaram lá, e olha só isso: o avô materno dele, Jerry Bush, foi técnico dos Cornhuskers de 1953 a 1963. O avô paterno deu aula na universidade por 30 anos. É Nebraska no DNA mesmo.

    Quando assumiu em 2019, o programa estava destruído — uma classificação pro March Madness em 21 temporadas. As duas primeiras campanhas dele? Um desastre: 7 vitórias e 45 derrotas combinadas. Imagina a pressão que o cara não sentiu.

    A temporada dos sonhos

    Mas 2024 foi diferente. Completamente diferente. Nebraska fez 28 vitórias na temporada — recorde do programa na Big Ten com 15 triunfos. E olha que detalhe emocionante: o filho dele, Sam Hoiberg, estava no time como armador titular.

    O time começou com 20 vitórias consecutivas (20!) e chegou ao 5º lugar no ranking da AP — a melhor posição da história do programa. No March Madness, finalmente quebraram o jejum: primeira vitória em torneio NCAA em nove tentativas, atropelando Troy por 76-47.

    A jornada terminou no Sweet 16 com derrota para Iowa, mas sinceramente? Ninguém lá tava reclamando. “Quando a dor passar, e uma hora vai passar, esses caras merecem muito crédito pelo que fizeram pelo basquete de Nebraska”, disse Hoiberg depois da eliminação.

    Montando o quebra-cabeça perfeito

    A fórmula do sucesso teve ingredientes interessantes: Pryce Sandfort (transferido de Iowa), o holandês Rienk Mast no garrafão, e claro, Sam Hoiberg comandando a armação. “Levou tempo pra chegar aqui, mas era questão de trazer os jogadores certos, especialmente aqueles que a torcida pudesse abraçar”, explicou o técnico.

    Vocês acham que Nebraska consegue manter esse nível? Eu tô curioso pra ver como o programa vai se comportar agora que finalmente voltou ao mapa do basquete universitário americano. Uma coisa é certa: Fred Hoiberg fez algo que poucos imaginavam ser possível em Lincoln.

  • Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Cameron Boozer acabou de ser eleito o Jogador do Ano da Associated Press — e ele é apenas um CALOURO. O cara tem 18 anos e já tá dominando o basquete universitário americano como se fosse veterano de 10 temporadas.

    E o mais absurdo? Ele é o segundo jogador de Duke consecutivo a ganhar esse prêmio. Ano passado foi Cooper Flagg, agora é o Boozer. Mano, que fábrica de talentos é essa em Durham?

    Na companhia dos gigantes

    Cameron agora faz parte de um grupo bem seleto — apenas cinco calouros conseguiram esse feito na história. Os outros quatro? Todos viraram superestrelas da NBA: Cooper Flagg (2024), Zion Williamson (2019), Anthony Davis (2012) e Kevin Durant (2007). Detalhe: todos eles foram escolhidos entre as duas primeiras posições do Draft da NBA.

    Sinceramente, quando você vê esses números do Boozer, fica fácil entender o porquê do prêmio. O garoto teve médias de 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, com aproveitamento de 55.6% nos arremessos de quadra e 39.1% das bolas de três. Vinte e dois double-doubles na temporada — empatado na liderança nacional!

    “Isso mostra mais sobre o que nosso time fez, porque o sucesso coletivo realmente ajuda em prêmios como este”, disse Boozer à AP. Humilde o moleque, né? Mas a real é que ele carregou Duke nas costas em várias partidas.

    Duke virando máquina de produzir talentos

    Com 2,06m e 113kg, Boozer tem físico de ala-pivô da NBA mas joga como se fosse um armador às vezes — 4.1 assistências por jogo pra um cara do garrafão é coisa de outro mundo. E vocês viram como ele ajudou Duke a chegar ao #1 do ranking e garantir a primeira cabeça de chave geral do March Madness?

    O técnico assistente Chris Carrawell não segurou a emoção: “Tivemos a sorte de ter dois dos melhores calouros que já jogaram basquete universitário em anos consecutivos. E o Cam está lá em cima junto com eles.”

    A votação nem foi apertada — 59 dos 61 votos foram pro Boozer. Os outros dois foram pro AJ Dybantsa, de BYU, que também é um monstro mas não chegou perto do impacto do garoto de Duke.

    Duke agora tem NOVE jogadores diferentes que ganharam esse prêmio da AP — mais que qualquer outro programa do país. UCLA vem em segundo com cinco. É muita tradição, pessoal.

    E aí, vocês acham que o Boozer vai seguir o caminho dos outros quatro e virar primeira ou segunda escolha do Draft? Pelo jeito que o garoto joga, eu não duvido nada que ele declare pra NBA depois dessa temporada histórica.

  • Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Tommy Lloyd rejeita North Carolina e fica no Arizona por 5 anos

    Cara, que novela foi essa! Tommy Lloyd finalmente botou fim na especulação e confirmou: vai ficar no Arizona pelos próximos cinco anos. E olha, não foi qualquer renovação não — o cara vai embolsar uma média de 7,5 milhões de dólares por temporada. Isso mesmo, 7,5 milhões!

    “Eu vou ficar no Arizona”, disse Lloyd numa coletiva na sexta-feira. E completou de um jeito que só quem ama o que faz consegue falar: “Basquete do Arizona, vocês sabem o que significa pra mim. Quando digo que é um lugar especial, isso sempre vem do fundo do meu coração.”

    Michael Jordan ligou? Lloyd diz que é balela

    A galera tava pirada com os rumores de que o próprio Michael Jordan tinha ligado pra convencer o técnico a ir pro North Carolina. Lloyd foi direto ao ponto: tudo invenção. E ainda mandou uma frase que vai ficar marcada:

    “Eu tomei a decisão de que o meu Michael Jordan é o Steve Kerr, e tenho orgulho de ser um Wildcat do Arizona.”

    Mano, que declaração de amor! Pra quem não lembra, Steve Kerr é ex-jogador histórico do Arizona e hoje técnico campeão da NBA com o Golden State Warriors.

    Os números não mentem: Lloyd é monstro

    E vocês acham que o Arizona tá pagando caro à toa? Nada disso. Em cinco temporadas à frente do time, Tommy Lloyd tem 148 vitórias e apenas 35 derrotas. Isso faz dele o técnico com mais vitórias na história do NCAA em suas primeiras cinco temporadas como head coach.

    Este ano então foi absurdo: título da temporada regular da Big 12, título do torneio da conferência e — pasmem — primeira Final Four do programa desde 2001. O Arizona encara Michigan no sábado, e sinceramente, depois dessa renovação, a confiança deve estar lá em cima.

    A diretora atlética Desiree Reed-Francois não economizou nos elogios: “Tommy Lloyd é o melhor técnico do basquete universitário, e temos uma forte convicção no futuro do basquete do Arizona sob sua liderança.”

    Desde que chegou do Gonzaga em 2021 — onde passou duas décadas como assistente principal do Mark Few — Lloyd conquistou três títulos de temporada regular e levou o time a quatro Sweet 16 em cinco participações no March Madness.

    E aí, o que vocês acham? Arizona fez certo em segurar o técnico com essa grana toda? Na minha opinião, pelo que o cara já entregou, tá mais que justificado.

  • Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Tommy Lloyd nega boatos e foca no Final Four: ‘Não sou multitarefa’

    Olha, eu entendo perfeitamente o Tommy Lloyd. O cara tá a UMA vitória da final do March Madness, comandando o Arizona no primeiro Final Four desde 1997, e os repórteres ficam martelando sobre a vaga em North Carolina. Sinceramente? Eu também mandaria todo mundo calar a boca.

    “Eu sou um cara simples. Faço uma coisa de cada vez. Não sou multitarefa”, disse Lloyd na coletiva de quinta-feira. “Podem perguntar pra minha esposa. Estou 100% focado no basquete do Arizona agora.”

    A situação em Chapel Hill tá complicada

    Mas vamos ser realistas — a especulação faz todo sentido. North Carolina demitiu Hubert Davis mês passado e criou uma das vagas mais cobiçadas do basquete universitário. E adivinha? Lloyd tá na lista dos favoritos, junto com Billy Donovan (Chicago Bulls) e Dusty May (Michigan).

    A multa rescisória do Lloyd caiu de 11 milhões pra 9 milhões de dólares ontem. Coincidência? Eu acho que não. Mas Chapel Hill tá numa situação financeira meio apertada — ainda devem mais de 5 milhões pro Davis demitido, gastaram uma fortuna com Bill Belichick no football, e qualquer técnico top vai custar entre 6 e 9 milhões por ano. Lloyd ganha “só” 5,3 milhões atualmente.

    Arizona chegou onde não chegava há 27 anos

    E sinceramente, eu entendo por que Lloyd não quer nem ouvir falar do assunto agora. O cara fez um trabalho MONSTRO no Arizona. Em apenas cinco temporadas, levou os Wildcats ao primeiro Final Four desde 97. Isso é de outro planeta, gente.

    O time dele é completamente equilibrado — rotação de oito jogadores, com Jaden Bradley (melhor jogador do Big 12) comandando e os calouros Koa Peat e Brayden Burries projetados como picks da primeira rodada do Draft. Arizona e Michigan são os dois primeiros no ranking KenPom. Absurdo.

    “Meu foco total está neste time. Nada está me distraindo”, completou Lloyd quando insistiram no assunto.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de North Carolina batendo na porta? Ou será que a chance de fazer história no Arizona é mais tentadora? Uma coisa eu sei — sábado contra Michigan vai ser um jogaço, e Lloyd merece toda nossa atenção nesse momento épico.

  • Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Bill Self fica no Kansas até 2027 após sustos cardíacos

    Galera, respirem aliviados — Bill Self vai continuar no Kansas! O técnico de 63 anos anunciou nesta quarta que fica à frente dos Jayhawks na próxima temporada, colocando fim a semanas de ansiedade entre os fãs.

    Sinceramente, não era certeza que ele ia voltar. Depois da eliminação precoce na March Madness (cara, perder pra St. John’s doeu), Self deixou no ar que precisava conversar com a família sobre o futuro. E não era pra menos.

    Os sustos que assombraram Lawrence

    O bagulho é sério: desde 2023, Self já passou por quatro procedimentos cardíacos. Quatro! Em 2023, teve que colocar dois stents depois de ser internado com dores no peito e problemas de equilíbrio. Perdeu o torneio da Big 12 e a March Madness inteira.

    No ano passado, mais dois stents. Em janeiro, foi parar no hospital de novo e perdeu o jogo contra Colorado. Imaginem a pressão que deve ser treinar no mais alto nível com esses problemas de saúde.

    “Eu amo o que faço. Mas quero me sentir bem fazendo isso”, disse ele após a eliminação. Mano, dá pra entender perfeitamente a hesitação.

    Por que isso importa tanto?

    Bill Self não é qualquer técnico. São 855 vitórias em 33 temporadas, dois títulos nacionais pelo Kansas e quatro Final Fours desde que chegou em Lawrence em 2003. O cara É o Kansas moderno.

    E olha, o timing da decisão é perfeito. O portal de transferências abre na terça, logo depois da final nacional. Agora os calouros e veteranos sabem que vão ter continuidade no comando. Isso vale ouro no basquete universitário atual, onde tudo muda o tempo todo.

    “Continuo focado e comprometido com Kansas e competindo por um título nacional”, disse Self no comunicado. Com “clareza renovada”, segundo ele.

    Vocês acham que ele consegue mais um título antes de pendurar as chuteiras? Com a saúde em primeiro lugar, claro, mas o cara ainda tem fome de vencer. E convenhamos, ver Self comandando Allen Fieldhouse por mais alguns anos é um presente pro basquete universitário.

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.

  • Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Filho do técnico fecha a goleada de Michigan no Elite 8 – que momento!

    Cara, eu vi muita coisa bonita no basquete universitário, mas o que rolou ontem em Chicago foi simplesmente emocionante demais. Charlie May, filho do técnico Dusty May, acertou uma bomba de 3 nos segundos finais da goleada de Michigan sobre Tennessee por 95 a 62 no Elite 8 do March Madness.

    Imagina a cena: time já ganhando de 30 pontos, 1 minuto e 2 segundos no relógio, e o garoto — que mal jogou na temporada — recebe a bola no cantinho e não perdoa. Swish! O banco de Michigan explodiu igual torcida de final de campeonato.

    O menino que quase não joga virou herói por um dia

    Vou ser sincero com vocês: Charlie May não é exatamente o craque do time. O cara é um ala de 1,95m no último ano, veio transferido da UCF quando o pai foi contratado por Michigan em 2024. Até domingo, tinha feito apenas 4 pontos na carreira inteira e convertido um único arremesso de quadra. Nesta temporada? Apenas 18 minutos em 7 jogos.

    Mas ó, foi justamente isso que tornou o momento ainda mais especial. As estrelas do time como Yaxel Lendeborg e Aday Mara comemoraram como se tivesse sido a cesta da classificação. E o narrador da CBS mandou um “Mayday em Chicago!” que ficou perfeito.

    Dusty May voltando ao Final Four

    E não é que o velho Dusty conseguiu de novo? Segunda vez em quatro anos que o cara leva um time ao Final Four — e em programas diferentes, né não? Em 2023, ele fez aquela corrida absurda com Florida Atlantic até a semifinal nacional, onde perderam no último segundo pro San Diego State.

    Agora com Michigan, o cara tá simplesmente destruindo todo mundo neste March Madness. Quatro vitórias por uma diferença combinada de 90 pontos! Só uma das vitórias foi por menos de 21 pontos de diferença. Isso é dominância total.

    Vocês acham que Michigan tem chances reais de título? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser bem difícil parar esse trem. E com esses momentos familiares no meio do caminho, dá até pra sonhar com algo especial acontecendo…

  • Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cara, que peso nas costas de um garoto de 18 anos. Cayden Boozer, o calouro de Duke, assumiu toda a culpa pela eliminação do time na Elite Eight do March Madness. E olha, eu entendo o sentimento dele, mas sinceramente? Acho pesado demais.

    A situação foi assim: restando 7.5 segundos, Duke ganhando por dois pontos de UConn, e Boozer recebe a bola no meio da quadra. Ele tenta um passe para Pat Ngongba que estava completamente livre, mas Silas Demary consegue desviar a bola. Resultado? Braylon Mullins pega o rebote e METE uma bomba quase do meio da quadra com 1.8 segundo no cronômetro. Game over. 73-72 para UConn.

    O peso da responsabilidade

    “Eu poderia ter segurado melhor a bola e não ter perdido ela”, disse Boozer após o jogo. “Assumo toda a responsabilidade. Eu vi dois caras livres e estava só tentando fazer o passe chegar lá, mas poderia ter tido mais calma. A gente tinha tempo. Eu perdi a bola. Eu arruinei a temporada do nosso time.”

    Mano, escutar um garoto falar isso dói no coração. Qualquer um que já jogou basquete sabe como é carregar o peso de um erro no final do jogo. Mas aqui que tá — basquete é esporte coletivo, e uma temporada não se resume a um lance.

    Companheiros defendem o calouro

    Dame Sarr, companheiro de equipe, não deixou barato: “Eu nunca vou deixar ele falar isso de novo, porque ele não falhou com a gente de forma alguma. Ele nos levantou.” E o cara tem razão total.

    Boozer assumiu a titularidade depois que Caleb Foster quebrou o pé em 7 de março. E olha só o que o moleque fez: ajudou Duke a ganhar o torneio da ACC e os dois primeiros jogos do March Madness. Isso aí não é pouca coisa não.

    O técnico Jon Scheyer também tirou a pressão do garoto: “É fácil olhar para aquele lance — eu olho para todos os lances que aconteceram, especialmente no segundo tempo. Isso não é sobre um lance. É sobre cada lance que nos colocou naquela posição.”

    Vocês acham que é justo um calouro carregar esse peso todo? Na minha visão, o garoto mostrou personalidade e caráter assumindo a responsabilidade, mas basketball é jogo de equipe. Duke chegou longe com ele no comando — isso já é vitória pra um cara que nem deveria estar jogando se não fosse a lesão do Foster.

    March Madness é isso aí — um lance pode mudar tudo. Mas temporadas se constroem com 40 minutos de jogo, não com 7.5 segundos.