Tag: march madness

  • Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Arizona volta ao Final Four após 24 anos com show de calouros

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar final: Arizona 79 x 64 Purdue. Os Wildcats voltaram ao Final Four depois de 24 anos! Vinte e quatro anos, cara. A última vez foi em 2001, eu era praticamente criança ainda acompanhando March Madness.

    E o mais absurdo? Foram os calouros que carregaram o time nas costas. Koa Peat meteu 20 pontos, Ivan Kharchenkov adicionou 18 e Brayden Burries contribuiu com 14. Somando os três: 52 pontos. Mais da metade dos pontos do time saindo de garotos de primeiro ano. Isso é surreal.

    Tommy Lloyd fez história (e que história!)

    O técnico Tommy Lloyd tá vivendo um sonho, véi. Em cinco temporadas no comando do Arizona, o cara já tem 148 vitórias — recorde da NCAA para um técnico nos primeiros cinco anos. Superou até o Brad Stevens, que era considerado o padrão ouro nessa estatística.

    Mas o que me emocionou mesmo foi quando ele mencionou Lute Olson no pós-jogo. Olson morreu em 2020 e foi quem construiu toda a tradição do Arizona (incluindo o título de 1997). “Tem um cara bonito de cabelo branco olhando pra nós lá de cima e tá feliz”, disse Lloyd. Arrepiou.

    Purdue tentou, mas não deu conta

    Olha, o Purdue até esboçou uma reação no primeiro tempo com Daniel Jacobsen — um gigante de 2,24m que mal tinha jogado nos jogos anteriores. Por alguns minutos ele incomodou o garrafão do Arizona, mas não durou muito.

    A virada de chave veio no intervalo quando Lloyd fez algo que eu nunca tinha visto: mandou toda a comissão técnica sair do vestiário e deixou os jogadores conversarem sozinhos. “Vocês têm alguns minutos pra resolver essa parada e vamos chutar a bunda deles no segundo tempo”, foi basicamente isso que ele falou. Funcionou perfeitamente.

    Braden Smith, do Purdue, ainda quebrou o recorde histórico de assistências da NCAA esta temporada (terminou com 1.103), mas não conseguiu evitar a eliminação. Treze pontos com apenas 4 de 15 arremessos — não foi a noite dele.

    Agora é Indianapolis. Arizona com 13 vitórias consecutivas vai enfrentar quem sair de Michigan x Tennessee. Sinceramente? Depois de ver esses calouros jogando desse jeito, eu não duvido de mais nada. Vocês acham que eles conseguem chegar na final? Porque eu tô começando a acreditar…

  • Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Brad Underwood realizou o sonho: levou Illinois ao Final Four

    Mano, tem história que te emociona mesmo. O Brad Underwood é técnico há 39 anos — quase quatro décadas rodando o basquete universitário americano — e finalmente conseguiu levar seu time dos sonhos ao Final Four.

    No sábado (28), Illinois atropelou Iowa por 71-59 no Elite Eight e carimbou a vaga no Final Four pela primeira vez desde 2005. E o mais louco dessa história? Underwood sempre disse que treinar Illinois era seu emprego dos sonhos.

    O sonho que virou realidade

    Cara, imagina só a cena: o técnico todo emocionado na coletiva pós-jogo, quase chorando. “Eu vou ficar emotivo, mas faço isso há 39 anos, e você sonha com isso desde criança. Eu sonhava em fazer isso em Illinois”, disse Underwood.

    A história fica ainda melhor quando ele conta que a esposa comprou uma camisa do Brian Cook (ex-jogador de Illinois) pro filho Tyler quando ele tinha uns dois anos. Já dá pra sentir a paixão da família pelo programa, né?

    O mais impressionante é que Underwood não tem ligação óbvia com Illinois — não estudou lá, nunca treinou lá antes de 2017. Mas trabalhou 11 anos como assistente na Western Illinois (140 km de distância) e ficou de olho no programa durante os anos dourados com Lou Henson, Lon Kruger e Bill Self.

    A carta que comprova tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. Em 2013, quando Underwood foi contratado como técnico principal do Stephen F. Austin, no Texas, a secretária perguntou qual era o emprego dos sonhos dele.

    Ele respondeu: Illinois.

    A mulher anotou numa cartinha, datou, e guardou. Quatro anos depois, quando Underwood foi contratado por Illinois, ela mandou a carta de volta pra ele. Sinceramente, arrepio só de imaginar esse momento.

    Underwood pegou um programa que estava há quatro anos sem ir pro March Madness e transformou numa potência nacional. Antes mesmo desse Final Four histórico, Illinois já tinha ido pro torneio seis anos seguidos e chegado até o Elite Eight em 2024.

    “Eu nunca duvidei que chegaríamos ao Final Four”, disse o técnico. “Achei que tivemos outras equipes capazes. Mas também sei como é difícil fazer isso. Por isso, só posso dizer obrigado.”

    E aí, vocês acham que Illinois consegue ir além no Final Four? Depois de uma história dessas, eu já tô torcendo pro cara.

  • Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Arizona quebra maldição de 25 anos e volta ao Final Four!

    Cara, que alívio! Arizona finalmente quebrou essa maldição que parecia eterna. Os Wildcats atropelaram Purdue no segundo tempo por 79-64 e estão de volta ao Final Four depois de 25 anos. Vinte e cinco anos, pessoal!

    Olha, não foi fácil não. No primeiro tempo, os caras estavam perdendo por sete pontos — primeira vez que ficaram atrás neste March Madness todo. Purdue estava metendo bala de três (sete no primeiro tempo) e eu já tava começando a pensar “lá vamos nós de novo com Arizona”.

    A virada monstro do segundo tempo

    Mas aí que tá — esse time de Arizona é diferente. Eles eram 5-0 na temporada quando perdiam no intervalo. E fizeram 6-0 ontem.

    Saíram do vestiário como se tivessem tomado energético. Uma arrancada de 16-3 logo no começo do segundo tempo e pronto — viraram o jogo e não olharam mais pra trás. Purdue simplesmente desapareceu, cara. Fizeram apenas uma bola de três no segundo tempo (contra sete no primeiro). Uma!

    Os números falam por si: Arizona fez 48-26 no segundo tempo, com 51,6% de aproveitamento nos arremessos. Enquanto isso, Purdue murchou feio — só 32,1% de acerto.

    Koa Peat foi o cara da partida

    Koa Peat liderou a festa com 20 pontos e levou o prêmio de MVP da região Oeste. Quatro titulares fizeram double digits — essa profundidade toda que fez a diferença.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse esse time de Arizona que quebraria a maldição. Eles tiveram várias equipes com potencial ao longo dos anos, cheias de futuros craques da NBA, mas sempre dava errado no March Madness. Seis eliminações consecutivas no Elite Eight! Sendo duas como cabeça de chave número 1.

    Agora é sonhar com o título

    O mais louco é que eles vão jogar o Final Four em Indianapolis — a mesma cidade onde conquistaram seu único título nacional em 1997. Coincidência? Eu acho que não.

    Purdue, coitados, voltam pra casa mais uma vez frustrados. Começaram a temporada como número 1 do país e não conseguem quebrar uma estatística horrível: 0-10 contra cabeças número 1 no March Madness. Zero em dez!

    Pelo menos Braden Smith se despede como líder histórico em assistências da NCAA com 1.103 passes para cesta. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que Arizona consegue ir até o fim dessa vez? Depois de 25 anos esperando, eles merecem pelo menos tentar, né?

  • Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Illinois quebra jejum de 21 anos e volta ao Final Four da March Madness

    Cara, que jogaço! Illinois acabou com o jejum de 21 anos e carimbou a vaga no Final Four da March Madness 2026. Os Fighting Illini atropelaram Iowa por 71 a 59 no Elite Eight, e eu confesso — não esperava uma dominada dessas no segundo tempo.

    O calouro Keaton Wagler foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e carregando o time nas costas quando precisou. Mas olha só que coisa linda: Andrej Stojaković, filho do ex-astro da NBA Peja Stojaković, colaborou com 17 pontos acertando 7 de 9 arremessos. DNA de atirador, né?

    O segundo tempo que mudou tudo

    O primeiro tempo foi equilibrado, com direito a sete empates e 13 trocas na liderança. Iowa até chegou a liderar por 51-50 faltando 7 minutos e 20 segundos. Aí que Illinois mostrou por que chegou até aqui.

    Os Illini aplicaram um 8 a 0 devastador enquanto Iowa não conseguia nem ver a cor da bola. Os caras ficaram quase 3 minutos sem pontuar e erraram 12 dos últimos 13 arremessos. Sinceramente, foi desesperador de assistir se você torcia pro Iowa.

    Rebote foi o segredo da vitória

    Sabe o que mais me impressionou? Illinois pegou 16 rebotes ofensivos — dezesseis! — que viraram 13 pontos de segunda chance. Quando você domina o garrafão dessa forma, fica difícil perder mesmo.

    Tomislav Ivišić ainda ajudou com 13 pontos e 2 tocos, mostrando que esse time de Illinois tem profundidade pra chegar longe. Do outro lado, Bennett Stirtz se despediu do basquete universitário com 24 pontos, mas jogou praticamente sozinho — ninguém mais do Iowa passou dos 10 pontos.

    Agora Illinois vai encarar o vencedor de Duke x UConn no Final Four, que rola nos dias 4 e 6 de abril em Indianapolis. A última vez que os Illini chegaram tão longe foi em 2005, quando tinham Deron Williams no elenco e chegaram até a final nacional.

    E aí, vocês acham que Illinois tem time pra brigar pelo título? Porque depois dessa performance, eu tô começando a acreditar…

  • Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Lendeborg monstro! Michigan atropela Alabama e vai pra Elite Eight

    Gente, que show do Yaxel Lendeborg ontem! O cara simplesmente decidiu que ia carregar Michigan nas costas contra Alabama e foi isso aí — 23 pontos, 12 rebotes e 7 assistências numa vitória de 90 a 77 que levou os Wolverines pro Elite Eight do March Madness.

    Olha, eu não esperava essa performance toda do pivô de 2,06m, mas o maluco foi um verdadeiro canivete suíço em quadra. Até passe de 65 pés (!) pro Nimari Burnett fazer uma enterrada ele deu. Sessenta e cinco pés, cara. Isso é quase metade da quadra.

    Virada épica no segundo tempo

    A parada começou meio feia pro Michigan — chegaram a estar perdendo por 9 pontos no primeiro tempo e foram pro intervalo atrás por 2. Mas aí que tá a beleza do basquete universitário: nos primeiros 11 minutos da volta, os Wolverines simplesmente viraram o jogo e abriram 15 pontos de vantagem.

    E como fizeram isso? Chuva de três pontos. 13 cestas de 27 tentativas do perímetro (48% de aproveitamento) e 50% nos arremessos gerais. Lendeborg sozinho acertou 4 bombas de três. Pra um cara da altura dele, isso é absurdo mesmo.

    O Alabama até tentou responder — acertaram 14 cestas de três também — mas não conseguiram sustentar o ritmo do primeiro tempo. Como o próprio Burnett (que curiosamente é ex-Alabama) falou: um jogador adversário gritou que o ritmo de chutes de Michigan era insustentável. “E nós mantivemos”, respondeu ele depois. Que tapa de luva, né?

    Big Ten fazendo história

    Essa vitória de Michigan tem um peso histórico que talvez vocês não saibam: agora a Big Ten tem QUATRO times no Elite Eight pela primeira vez na história da conferência. Michigan junta-se a Purdue, Illinois e Iowa nessa fase.

    Sinceramente, isso mostra como o nível do basquete universitário na região dos Grandes Lagos está insano. E olha que Michigan não chegava numa Final Four desde 2018, quando perdeu a final nacional pra Villanova.

    Agora é Tennessee no domingo, com Michigan sendo favorito por 7,5 pontos. O técnico Dusty May já tá sonhando: “A melhor forma de quebrar essa seca é mandar quatro times da Big Ten pra Indianapolis”, disse ele, se referindo ao local da Final Four.

    Vocês acham que Michigan consegue chegar lá? Com Lendeborg nesse nível, eu não duvido de nada. O cara mesmo falou: “Estamos um passo mais perto do nosso objetivo. Temos a chance de cortar mais uma rede no domingo e depois outra em Indianapolis”.

    Que confiança, hein? E olha que não é à toa — quando você faz 23/12/7 num jogo eliminatório do March Madness, pode falar o que quiser.

  • Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Caleb Foster, do Duke, literalmente saiu de uma cirurgia no pé há 19 dias e decidiu que ia salvar o time na Elite Eight do March Madness. E olha que salvou mesmo.

    Os Blue Devils venceram St. John’s por 80 a 75, mas não foi nada fácil. St. John’s tava dominando — chegou a abrir 10 pontos de vantagem no segundo tempo. Eu já tava pensando: “Será que Duke vai ser eliminado assim, de primeira?” Aí que entra a magia do Foster.

    A volta mais improvável do ano

    O menino chegou na arena de patinete, gente. Patinete! Porque o pé ainda tá se recuperando da cirurgia. O técnico Jon Scheyer queria usar ele por apenas 8-10 minutos, só pra dar um descanso pro Cayden Boozer. Mas quando St. John’s começou a apertar, Foster virou o jogo.

    Primeira metade: zero pontos em 7 minutos. Segunda metade: 11 pontos cruciais, incluindo 7 pontos seguidos numa arrancada decisiva. E ainda acertou duas cestas fundamentais nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Absurdo de determinação.

    “99% dos caras não voltariam a jogar nessas circunstâncias”, disse Scheyer depois do jogo. E tem razão — não existe estatística que meça o tamanho do coração desse garoto.

    Duke na Elite Eight de novo

    Com essa vitória, Duke avança para sua terceira Elite Eight consecutiva. Domingo eles enfrentam UConn, e sinceramente? Depois de ver essa performance do Foster, eu acredito em qualquer coisa.

    Isaiah Evans foi o cestinha da noite com 25 pontos, Cameron Boozer fez um double-double sólido (22 pontos e 10 rebotes), mas o protagonista mesmo foi Foster saindo do banco. St. John’s acertou 13 bolas de 3 — uma marca impressionante —, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UConn com Foster ainda se recuperando? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa próxima batalha. Uma coisa é certa: se depender de coração e garra, os Blue Devils têm de sobra.

  • Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Caleb Wilson deixa North Carolina e vai pro Draft 2026

    Olha, eu sabia que isso ia acontecer, mas ainda assim deu aquele aperto no peito quando vi o post do Caleb Wilson no Instagram. O garoto de 2,08m simplesmente anunciou que tá indo pro Draft de 2026 depois de uma temporada cortada pelas lesões em North Carolina.

    “Never take it for granted” — foi assim que ele legendou as fotos. Cara, que timing pesado, né? O moleque teve uma das melhores temporadas de um calouro que eu já vi: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo, acertando absurdos 57.8% dos arremessos de quadra. Números de gente grande mesmo.

    Lesões atrapalharam tudo

    A temporada do Wilson virou uma novela de lesão. Primeiro quebrou a mão esquerda contra Miami em fevereiro, ficou seis jogos fora. Voltou, e aí… quebraram o polegar fazendo uma enterrada no treino. No treino! Dá pra acreditar? Operou no dia seguinte e tchau temporada.

    No final das contas, ele perdeu nove dos últimos jogos da temporada dos Tar Heels. E justamente quando o time mais precisava dele — porque convenhamos, North Carolina não tava nada bem esse ano.

    Próximo destino: top 5 do Draft

    O Sam Vecenie, do The Athletic, já projeta o Wilson como quarta escolha geral, indo pro Indiana Pacers. Quarta escolha! Pro cara que jogou só 20 e poucos jogos na temporada. Isso te dá uma ideia do potencial que estamos falando aqui.

    E olha que ele tava competindo numa das turmas de calouros mais forte da história do basquete universitário. Mesmo assim, ficou com a segunda melhor marca de PER entre os prospectos pro Draft, só atrás do Cameron Boozer. PER de 31.2 — isso é coisa de monstro mesmo.

    A saída dele só complica mais ainda a situação caótica que tá North Carolina. Time eliminado na primeira rodada do March Madness pro VCU (que vexame, né?), técnico Hubert Davis demitido na terça-feira… tá tudo desmoronando por lá.

    E vocês viram a hashtag que ele usou? #8out — referência ao número que ele usava. Até na despedida o moleque mostrou classe.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Com esse tanto de lesão e o caos que virou o programa, melhor partir pra próxima mesmo. E pelo que vi dele jogando, quando tava 100%, o Wilson tem tudo pra ser uma peça importante na NBA. Resta saber se consegue se manter saudável.

  • Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Big Ten domina March Madness com 4 times na Elite 8 – absurdo!

    Cara, o que aconteceu no Sweet 16 foi simplesmente ABSURDO. A Big Ten colocou quatro times na Elite Eight do March Madness – Michigan, Purdue, Illinois e Iowa. QUATRO! Isso representa metade dos times que sobraram na briga pelo título.

    E olha, podia ter sido ainda mais monstro. Michigan State perdeu por apenas 4 pontos pro UConn (67-63) e quase fez história junto. Imagina cinco times de uma mesma conferência na Elite Eight? Seria recorde absoluto.

    Iowa fazendo história (e me deixando emocionado)

    O que o Iowa tá fazendo é cinema puro, pessoal. Ben McCollum, técnico de primeiro ano, levou os Hawkeyes pra Elite Eight pela primeira vez desde 1987. Trinta e nove anos! E detalhe: o cara só tá na segunda temporada na Divisão I e já ganhou quatro jogos no torneio da NCAA.

    Sinceramente, eu não esperava essa do Iowa quando o torneio começou. Mas é isso aí que é bonito no March Madness – sempre tem aquele time que vem de onde você menos espera e bagunça tudo.

    E não foi moleza não. Eles derrubaram Nebraska (outro time da Big Ten) no Sweet 16. Imagina a pressão? Jogar contra time da própria conferência numa fase eliminatória dessas.

    Os favoritos também mandaram bem

    Três cabeças de chave número 1 confirmaram o favoritismo: Duke, Arizona e Michigan. Arizona foi um SHOW à parte – meteu 109 pontos no Arkansas. Cento e nove! E o mais louco? Acertaram só cinco bolas de três pontos. Foram 64% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Tommy Lloyd finalmente passou do Sweet 16 depois de quatro tentativas.

    Duke sofreu mais contra St. John’s, mas teve uma história linda com Caleb Foster. O moleque fraturou o pé há 20 dias, fez cirurgia, e voltou direto pro jogo mais importante da temporada. Saiu do banco e meteu 11 pontos, todos no segundo tempo. O técnico Jon Scheyer chorou na entrevista falando dele.

    Vocês acham que a Big Ten consegue colocar pelo menos um time na Final Four? Com quatro representantes, as chances são boas, mas March Madness é March Madness – nunca sabemos o que esperar.

    Uma coisa é certa: essa conferência provou que foi realmente a mais forte do país nesta temporada. Recorde de 17-5 no torneio até agora. Números que não mentem.

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.

  • AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    AJ Dybantsa pode ser segunda escolha do Draft: o monstro de BYU

    Gente, vocês viram o que esse cara fez no March Madness? AJ Dybantsa simplesmente meteu 35 pontos e 10 rebotes no único jogo de BYU no torneio. TRINTA E CINCO. E olha que nem foi surpresa — o maluco já tinha feito 40 contra Kansas State no torneio da Big 12.

    Na minha opinião, esse garoto pode muito bem ser a segunda escolha geral no Draft de 2026. O Brooklyn Nets está ali na rabeira da liga com o pior ataque da NBA, e sinceramente? Dybantsa seria a injeção de ânimo perfeita.

    Os números não mentem

    Cara, os stats desse jovem são de outro mundo. 25.3 pontos por jogo na temporada, acertando mais de 51% dos arremessos de quadra. E o mais impressionante: ele liderou TODO o basquete universitário americano em pontos sem assistência — foram 680! Isso significa que o garoto cria as próprias jogadas, não depende de ninguém pra fazer cesta.

    Nos últimos 17 jogos da temporada, a média subiu pra 28.8 pontos. Monstro mesmo.

    Brooklyn precisa urgente de pontuação

    Olha, eu acompanho os Nets faz tempo e posso garantir: eles estão desesperados por alguém que consiga botar a bola na cesta. O time tem o pior ataque da liga, e Dybantsa seria exatamente o tipo de jogador que pode mudar isso do dia pra noite.

    O que mais me impressiona no garoto é a versatilidade — 6.7 rebotes e 3.8 assistências por jogo mostram que ele não é só um pontuador. É um jogador completo que pode fazer diferença em várias facetas do jogo. E acertando 34% das bolas de três? Perfeito pro basquete moderno.

    Claro que muito pode mudar até junho, mas se eu fosse apostar hoje, diria que Brooklyn vai de Dybantsa mesmo. E vocês, acham que ele aguenta a pressão de ser uma escolha tão alta logo de cara?