Tag: NBA Draft

  • Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Cara, a situação do Brooklyn Nets tá absurda — e no bom sentido para quem quer draft pick alto. Com apenas nove jogos restantes na temporada, o time literalmente PRECISA perder para garantir as melhores chances no Draft Lottery de maio.

    E olha, eles tão bem posicionados: segundo pior recorde da liga, apenas um jogo atrás do Indiana Pacers que lidera essa “corrida para o fundo”. Mas aqui vem o problema…

    O calendário mais fácil da NBA

    Segundo os especialistas, os Nets têm o calendário mais tranquilo até o final da temporada. Seis dos nove jogos são em casa, e muitos são contra times que também tão brigando lá embaixo. Uma vitória nessa reta final pode mudar completamente a ordem do lottery — e ninguém quer isso em Brooklyn.

    Dos nove confrontos restantes, quatro são contra times que provavelmente vão pros playoffs: Lakers, Hawks, Raptors e Hornets. Esses são os jogos “seguros” para perder, se é que posso falar assim.

    Mas os outros cinco? Aí é que tá o perigo. Dois jogos contra o Milwaukee Bucks (com ou sem o Giannis), além de confrontos diretos com os concorrentes na briga pelo pior recorde: Pacers, Wizards e Jazz.

    Time desmontado de propósito

    Sinceramente, os Nets tão fazendo tudo certinho para garantir o tanking. Já colocaram vários jogadores no “shut down”: Egor Demin (fascite plantar), Day’Ron Sharpe (mão) e praticamente o Michael Porter Jr. também (ele só vai ser reavaliado nos últimos jogos).

    Noah Clowney e Danny Wolf também tão no departamento médico, e até o Grant Nelson que tava num contrato de 10 dias teve que parar por conta do joelho. O time literalmente chamou jogadores da G League só pra completar o elenco.

    Nine straight losses, meu amigo. Nove derrotas seguidas. E pode apostar que eles querem mais algumas.

    A semana final vai ser loucura

    A última semana da temporada promete. Cinco jogos em oito dias, sendo três em casa contra concorrentes diretos: Wizards, Bucks (duas vezes) e Pacers. Isso sem contar Toronto fora de casa.

    Cada resultado pode mudar completamente a ordem do lottery. E vocês sabem como funciona essa parada toda: os três piores times têm 14% de chance cada um pela primeira pick, mas o pior colocado tem quase 50% de chance de pegar apenas a quinta posição.

    Aliás, vale lembrar que desde 2019, quando mudaram as regras, o time com o pior recorde nunca ganhou a primeira pick no lottery. Meio frustrante, não é?

    Mas olha, o Sean Marks não tá bobo não. Com a quantidade insana de picks que o Nets acumulou, eles podem até tentar subir no draft se ficarem decepcionados com a posição. É o famoso “strike opportunistically” — guardar munição pra hora certa.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem manter essa sequência de derrotas até o final? Ou algum desses jovens vai acabar ganhando um jogo e estragando os planos?

  • A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    Gente, estamos chegando na reta final da temporada e o negócio está ficando sério — mas não do jeito que vocês imaginam. Enquanto uns brigam por playoffs, outros estão numa guerra completamente diferente: quem consegue perder mais jogos pra garantir as melhores chances na loteria do Draft.

    E olha, tá uma briga linda lá embaixo.

    Os três mosqueteiros do tanking

    Indiana Pacers (16-57), Brooklyn Nets (17-56) e Washington Wizards (17-55) estão travando uma batalha épica pra ver quem consegue ser o pior time da liga. Todos os três têm 14% de chance de levar a primeira pick — que, convenhamos, pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Os Pacers tão numa situação interessante porque se a pick deles cair entre a 5ª e 9ª posição, vai direto pro Los Angeles Clippers por causa da troca do Ivica Zubac. Imagina a dor de cabeça se isso acontecer? Por isso eles precisam MESMO ficar entre os três piores.

    Já o Brooklyn tem uma vantagem psicológica: perderam nove seguidas. Nove! Isso é dedicação ao tanking, pessoal. E os Wizards? Ganharam um jogo recentemente (que azar, né?), mas ainda tão na briga.

    Sacramento e o drama da 4ª posição

    O Sacramento Kings tá ali na quarta posição com 19-55, e sinceramente, eles devem estar se mordendo por não terem perdido uns jogos a mais no começo da temporada. Com 12,5% de chance na primeira pick, eles ainda têm esperança, mas tá ficando difícil alcançar o trio da frente.

    Utah Jazz (21-52) e Dallas Mavericks (23-50) completam esse grupo dos “quase lá mas não chegaram”. Os Mavs tão numa situação complicada porque não controlam suas picks de primeira rodada de 2027 a 2030. Imagina ter que escolher entre competir agora ou pensar no futuro distante?

    A zona de confusão

    Mais pra baixo na tabela, temos times como Milwaukee Bucks e Chicago Bulls empatados com 29-43. Esses dois tão numa situação estranha: ruins demais pra playoffs, bons demais pra uma pick decente. É o famoso “purgatório da NBA”.

    E os Warriors? Com 35-38, eles pelo menos ainda sonham com play-in. Mas com 2% de chance na loteria, dá pra sonhar também, né?

    O que mais me impressiona é como essa estratégia de tanking virou algo tão… científico. Times calculando cada jogo, cada vitória “acidental” que pode custar uma posição na loteria. É meio triste quando você para pra pensar, mas faz parte do jogo.

    E vocês, acham que algum desses times no fundo da tabela vai conseguir a primeira pick? Ou será que vai rolar aquela surpresa clássica da loteria da NBA?

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Jeff Teague choca com comparação polêmica sobre Darryn Peterson

    Jeff Teague choca com comparação polêmica sobre Darryn Peterson

    Cara, o Jeff Teague acabou de soltar uma bomba que tá pegando fogo nas redes sociais. O ex-armador da NBA teve a coragem de comparar Darryn Peterson — que deve ser escolhido entre os dois primeiros do próximo Draft — com Caleb Love, um rookie que nem foi draftado e tá jogando pelo Portland Trail Blazers.

    Olha, eu respeito muito o Teague como ex-jogador, mas essa aí doeu até em mim que tô aqui do Brasil vendo. Peterson é considerado por muitos especialistas como um futuro cornerstone de franquia, enquanto Love é visto como um sexto homem de luxo no máximo.

    A polêmica declaração no podcast

    No ‘Club 52 Podcast’, Teague não teve papas na língua: “Sem desrespeito nenhum, acho que o Darryn Peterson é um jogador fora de série. Mas eu consigo achar outro ala-armador que me dê a mesma coisa — o Caleb Love pode me dar o mesmo que o Peterson.”

    Aí ele tentou amenizar: “Não exatamente a mesma coisa, Peterson pode fazer 25 pontos por jogo, mas Love pode me dar 15-16.” Sinceramente? Essa diferença de 10 pontos não é pouca coisa não, Jeff!

    E não parou por aí. O cara ainda disse que não tem certeza se Peterson é melhor prospect que Bennedict Mathurin (que já tá na NBA) e que draftaria Cameron Boozer, de Duke, antes do garoto do Kansas.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Caleb Love realmente tá surpreendendo. Depois de não ser escolhido no Draft, assinou um contrato two-way com Portland e já disputou 45 jogos como rookie. Médias de 11.3 pontos, 2.5 rebotes e 2.7 assistências em 22 minutos por partida.

    Os percentuais? 39% nos arremessos de quadra, 32.1% do perímetro e 73.5% nos lances livres. Números sólidos pra um undrafted, não vou mentir.

    Mas Peterson é outro patamar. Com Kansas eliminado na segunda fase do March Madness no fim de semana, toda atenção agora se volta pro Draft. O garoto de 18 anos é visto como um jogador geracional — daqueles que chegam pra mudar o rumo de uma franquia.

    Teague tá certo ou viajou?

    Na minha opinião? Teague tá comparando alhos com bugalhos. Love é um exemplo fantástico de perseverança e talento que foi subestimado, mas Peterson tem um teto muito mais alto.

    É tipo comparar um Marcelinho Machado com um Oscar Schmidt na época — ambos excelentes jogadores, mas em níveis completamente diferentes de impacto e potencial.

    Vocês acham que Teague exagerou na dose ou tem algo por trás dessa comparação? Porque olhando os números e o contexto, essa me parece mais uma daquelas declarações pra gerar buzz no podcast do que uma análise técnica mesmo.

    Uma coisa é certa: só o tempo vai dizer se Peterson vai corresponder ao hype todo ou se Love vai continuar surpreendendo. Mas apostaria meu dinheiro no primeiro — e vocês?

  • Luigi Suigo: o gigante sérvio que pode ser ouro no draft da NBA

    Luigi Suigo: o gigante sérvio que pode ser ouro no draft da NBA

    Olha, vou ser direto com vocês: eu não sou especialista em draft da NBA. Não passo fins de semana inteiros assistindo torneios sub-17 na Sérvia (quem dera ter esse tempo, né?). Mas tem um cara que tá me chamando a atenção pro draft de 2026, e acho que os Rockets deveriam dar uma olhada séria nele.

    O nome é Luigi Suigo — um grandão de 2,18m que joga pelo Mega Superbet na Sérvia. E não, não é só mais um pivô europeu que não sabe nem driblar. Esse moleque tem potencial.

    Por que o Suigo pode ser uma pechincha

    Primeiro, vamos aos fatos: 2,18m de altura, 113 kg, e está convertendo 26.7% das tentativas de três pontos esta temporada. Eu sei, eu sei — 26.7% não é lá essas coisas. Mas pensa comigo: quantos pivotões de mais de 2 metros você conhece que pelo menos TENTAM arremessar de longe?

    Pra comparar, o Donovan Clingan dos Blazers nem tentava essas bolas de três na faculdade. Agora na NBA ele consegue espaçar a quadra de vez em quando. Imagina o Suigo com os preparadores físicos e técnicos da NBA trabalhando no arremesso dele. Apostaria que em duas temporadas ele tá batendo uns 35% de longe.

    Defensivamente, ele é principalmente um protetor de garrafão — o que já é meio caminho andado pra ser útil na NBA. Não é um desses pivôs modernos que conseguem marcar na lateral, mas com 2,18m e bons instintos, ele vai dar trabalho perto da cesta.

    E o Sengun, como fica?

    Já sei o que vocês estão pensando: “Lá vem esse cara querendo trocar o Sengun de novo”. Calma, galera! Não é isso.

    Se o Suigo for bom o suficiente pra substituir o Alperen Sengun, ele vai entrar pra história como um dos melhores picks da segunda rodada de todos os tempos. A realidade é que ele provavelmente vai ser um reserva pro resto da carreira — e isso já seria um baita negócio numa segunda rodada.

    O lance é que os Rockets precisam pensar no futuro. Steven Adams e Clint Capela não vão jogar pra sempre. E sinceramente? A ideia de ter dois grandões em quadra (Sengun + Suigo) em situações específicas pode funcionar, principalmente se o sérvio desenvolver esse arremesso de três.

    Vocês acham que vale apostar numa promessa assim na segunda rodada? Eu tô achando que pode ser uma dessas apostas que dão certo — tipo quando você pesca um diamante bruto que ninguém tava prestando atenção.

    No pior dos casos, é um pivô reserva decente. No melhor? Pode ser o futuro da posição 5 em Houston. E olha, considerando que os Rockets não têm pick da primeira rodada este ano, essas apostinhas na segunda rodada podem fazer toda a diferença.

  • Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Cara, que semana estranha foi essa pros fãs dos Sixers, viu? Uma daquelas situações bizarras da NBA onde você torce pra um time que nem é o seu — e por dois motivos completamente diferentes.

    Acontece que os Houston Rockets tiveram uma semana meio “morna”, ganhando duas e perdendo duas. Só que essas duas vitórias foram justamente contra Atlanta Hawks e Miami Heat, dois times que estavam disputando posição diretamente com Philadelphia no Leste. Resultado? Os Sixers ficaram a apenas um jogo da sexta colocação.

    O drama da draft pick dos Rockets

    Mas aí vem a parte mais louca da história: depois de ganhar dessas duas equipes importantes, os Rockets conseguiram a proeza de perder pro Chicago Bulls. Sim, aquele Bulls que tá claramente fazendo tanking. Eu não acredito nessa.

    Com essa derrota, a pick que Houston deve pros Sixers caiu da posição 24 direto pra 21. E olha que essa região tá uma briga de cachorro — os Rockets estão apenas meio jogo na frente do Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves pela 21ª posição.

    Falando em Timberwolves, o próximo jogo dos Rockets é justamente contra eles, numa partida que vai passar na TV nacional. Depois fica mais tranquilo, porque eles vão pra Memphis enfrentar os Grizzlies.

    March Madness e os futuros calouros

    Enquanto isso, o March Madness tá rolando solto e já chegamos no Sweet-16. Alabama e Houston ainda estão vivos no torneio universitário, e ambos têm jogadores que apareceram nos mock drafts dos Sixers.

    Destaque pra Aday Mara, pivô de Michigan, que meteu 19 pontos no primeiro jogo do torneio e 16 no segundo. O companheiro dele Morez Johnson Jr. também não tá pra brincadeira: 21 pontos num jogo, 15 no outro.

    Iowa State continua voando no torneio, mas aí que tá o problema: Joshua Jefferson, um dos caras que pode interessar pros Sixers, machucou o tornozelo logo no primeiro jogo da segunda fase e perdeu a partida seguinte. Ninguém sabe se ele volta a tempo ainda. Uma pena, porque seria massa ver como ele se sai nos jogos grandes.

    Sinceramente? Tô gostando dessa situação dos Sixers terem algo pra torcer além da posição no draft. Faz tempo que o time não tinha essa chance de brigar por alguma coisa no final da temporada. E vocês, acham que eles conseguem sair da zona do play-in?

  • Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Bucks no limbo total — nem tankar conseguem mais

    Cara, eu já vi muito time perdido na NBA, mas os Bucks conseguiram criar uma categoria própria de confusão. É tipo aquele amigo que não sabe se pede a menina em namoro ou se parte pra outra — só que com basquete e milhões de dólares em jogo.

    O co-proprietário Wes Edens soltou uma pérola na semana passada: Giannis tá entrando no último ano de contrato, então “ou ele vai renovar ou vai ser trocado”. Obrigado pelo insight, capitão óbvio! O problema é que Milwaukee tá nessa novela mexicana com o Greek Freak há tanto tempo que já perdeu qualquer credibilidade.

    A indecisão que custou caro

    E olha só que situação bizarra: a franquia quer que o Giannis fique no banco pelo resto da temporada (ele só jogou 36 partidas por causa de lesões), mas o cara quer jogar. Quando foi a última vez que jogador e organização concordaram em algo por lá? Eu sinceramente não lembro.

    A derrota por lavada pros Clippers na segunda garantiu que eles vão terminar com campanha negativa. Todos os modelos de projeção mostram Milwaukee fora até do Play-In — e não precisa de algoritmo pra saber disso, bastava assistir uns três jogos deles.

    O mais absurdo? Eles tinham a oportunidade perfeita de tankar depois que decidiram não trocar o Giannis no deadline. Mas aí foram lá e ganharam umas partidas inúteis em fevereiro, se iludindo (e iludindo o próprio Antetokounmpo) de que dava pra fazer uma arrancada. Pelo amor de Deus, né?

    Perderam o bonde do tank

    Agora tão brigando com os Bulls pra ver quem fica com a 9ª ou 10ª pior campanha. Se terminarem em 10º pior, têm 13,9% de chance de pegar um pick no top-4. Se ficarem em 9º, sobe pra 20,3%. Mas escuta essa: se tivessem tankado direito lá em fevereiro, poderiam ter despencado até a 7ª pior campanha, o que daria 32% de chance no top-4. Mais que o dobro!

    É muita incompetência junta, pessoal. Tanto que os Bucks foram oficialmente eliminados do Tank Watch — nem pra tankar eles servem mais.

    Enquanto isso, os Wizards seguem como os mestres supremos da arte de perder. Dezesseis derrotas seguidas (maior sequência ativa da liga) e ainda inventaram um jeito criativo: arrumaram briga com o Thunder e conseguiram expulsões no processo. Vocês acham que dá pra ser mais eficiente que isso no tank game?

  • Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Warriors precisam deixar Curry no banco e aceitar a realidade

    Olha, vou ser direto com vocês: os Warriors estão fazendo aquela “tankeada” disfarçada há um bom tempo já, mas ninguém quer assumir isso abertamente. E sinceramente? Talvez seja exatamente isso que eles precisam fazer agora.

    Stephen Curry não joga desde 30 de janeiro por causa de uma lesão no joelho. Trinta e oito anos nas costas, joelho imprevisível, e os Warriors estão 6-12 desde então. Cara, os números não mentem — eles estão com rating ofensivo e defensivo entre os 10 piores da liga.

    A lição dos Mavericks que todo mundo deveria aprender

    Lembram do que aconteceu com Dallas ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance na loteria e conseguiram pescar o Cooper Flagg. Os Hawks em 2024 também — pegaram a primeira escolha com só 3% de probabilidade. Isso é loteria, gente! E é exatamente o que Golden State deveria estar mirando agora.

    Não é só o Curry machucado, não. Jimmy Butler rompeu o ligamento há dois meses, Draymond Green tá fora, Al Horford também… “Estamos passando por isso”, disse o técnico Steve Kerr. “Somos um dos times mais machucados que já vi.”

    E aí, o que vocês acham? Vale a pena forçar uma volta do Curry só pra talvez conseguir passar no play-in e apanhar na primeira rodada? Na minha visão, é muito mais inteligente aceitar a realidade e focar no futuro.

    Uma última cartada histórica

    Os Warriors não são burros — eles sabem que têm uma última chance de montar um time campeão na próxima temporada. Podem negociar até cinco picks de primeira rodada no verão, e quanto melhor a posição do pick de 2026, maior o valor de mercado dele.

    Imaginem o pacote que dá pra montar: pick alto de 2026, mais os de 2027, 2029, 2031 e 2033, junto com jogadores jovens e quem sabe até o Green ou Butler (que têm contrato expirando). É munição pra caramba pra ir atrás de uma estrela de verdade.

    A temporada que vem sempre foi vista como o grand finale dessa era Warriors. Não é coincidência que os contratos do Curry, Green, Butler e até do técnico Steve Kerr terminam todos em 2027. Tá tudo alinhado pra ser a última dança.

    Sinceramente acho que é melhor garantir um pick alto agora do que se iludir com uma campanha medíocre nos playoffs. O Curry merece uma despedida melhor que isso, não acham?

  • Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Peterson admite: ‘Só fui eu mesmo no final da temporada’

    Cara, que temporada complicada teve o Darryn Peterson em Kansas. O garoto que todo mundo esperava ver voando pela quadra passou a maior parte do ano no departamento médico, e agora que a temporada dos Jayhawks acabou de forma brutal — eliminados pelo St. John’s na segunda rodada do March Madness —, ele finalmente abriu o jogo.

    “Eu estava machucado na maior parte da temporada. Não era realmente eu mesmo até o final do ano”, disse Peterson após a derrota por 67-65. “Então, acho que o que as pessoas viram nesses últimos jogos é meio que quem eu sou.”

    A sinceridade de um calouro frustrado

    Olha, eu admiro a maturidade do moleque. Nada de desculpa esfarrapada ou papo de “se não fosse as lesões”. Peterson foi direto: “Eu não acredito no que poderia ter sido. É o que é.”

    Mas os companheiros dele não pensam igual. O armador Jamari McDowell nem deixou o repórter terminar a pergunta sobre as chances de Peterson no Draft: “Número um. Ele tem tudo. É o melhor de todos os tempos.”

    Melvin Council Jr. foi na mesma linha, lembrando dos highlights do ensino médio: “Vocês ainda não viram o que ele pode fazer. Fazer 60, 70 pontos — isso vocês não viram ainda.”

    16 jogos em 35 possíveis

    A matemática é cruel: Peterson só jogou 16 partidas das 35 possíveis de Kansas na temporada. Nunca conseguiu pegar ritmo de verdade, e quando parecia que ia deslanchar, vinha outra contusão ou problema físico.

    Bill Self, técnico dos Jayhawks, foi diplomático mas realista: “Ele teve momentos em que pareceu incrível e momentos em que obviamente a saúde não permitiu que jogasse como todos sabemos que é capaz.”

    E agora? Peterson provavelmente vai se declarar pro Draft da NBA mesmo assim — e sinceramente, eu entendo. Com todo o talento que tem, mesmo uma temporada truncada não deve afetar muito sua posição. Mas que dó fica da gente, que queria ver esse monstro jogando bola de verdade na NCAA.

    Vocês acham que ele consegue ser top 5 no Draft mesmo com essa temporada atípica? Eu ainda aposto que sim, mas que dó que não vimos o show completo…