Tag: NBA Draft

  • Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Os Wizards finalmente ganharam alguma coisa — a loteria do Draft!

    Cara, eu não acreditei quando vi. Os Washington Wizards — sim, aquele time que parecia ter sido abandonado por Deus nos últimos anos — ganharam a loteria do Draft da NBA no domingo. Depois de quase uma década sendo irrelevantes, finalmente algo de bom aconteceu com essa franquia.

    Olha, eu lembro como se fosse ontem do último momento em que os Wizards realmente importaram. Maio de 2017. John Wall com aquela cesta de 3 absurda contra o Boston, subindo na mesa dos narradores como um maluco. Era Game 7, segundo round dos playoffs. Eu achei que finalmente os caras iam chegar numa final de conferência.

    O sonho que virou pesadelo

    Naquela época, o time era uma máquina. Wall voando pela quadra, Bradley Beal começando a mostrar que seria estrela, Otto Porter Jr. e Kelly Oubre Jr. como promessas nas alas. O ataque era o sétimo melhor da liga, mano! Wall tinha 26 anos, Beal e Porter 23, Oubre só 21. O futuro parecia brilhante.

    Aí veio aquele Game 7 maldito. Isaiah Thomas e Kelly Olynyk destruíram os sonhos de Washington. E desde então? Só ladeira abaixo.

    Wall se machucou, fez cirurgia no joelho, voltou diferente. Em 2018 veio a lesão no calcanhar, depois uma infecção, e pra fechar com chave de ouro: rompeu o tendão de Aquiles em casa. Nunca mais jogou pelos Wizards. Sinceramente, foi de partir o coração.

    A queda livre mais dolorosa da NBA

    Os últimos três anos foram de dar pena mesmo. 50 vitórias em 196 jogos. Cinquenta! O segundo pior time do período, o Jazz, ganhou 70. É muita incompetência junta.

    E o pior de tudo? A torcida simplesmente parou de ligar. Quando você mora perto da arena e mal percebe que tem jogo em casa, é sinal de que a coisa tá feia. Capital One Arena virou um cemitério — bem diferente daquela explosão de alegria depois da cesta do Wall.

    Eu mesmo parei de assistir. Pagar mais de 100 dólares só pra ver o time apanhar todo jogo? Nem ferrando. E olha que eu era daqueles que não perdia nem aquecimento antes.

    A esperança voltou (será?)

    Mas ó, ganhar a loteria do Draft pode ser o começo de uma nova era. Finalmente os Wizards têm a primeira escolha geral pela primeira vez desde… nossa, desde quando mesmo? Faz tanto tempo que nem lembro.

    Claro, uma pick não resolve tudo. Mas pelo menos agora existe esperança de algo acontecer. E convenhamos: depois de quase dez anos de sofrimento, qualquer coisa positiva já é lucro.

    Vocês acham que os Wizards conseguem aproveitar essa oportunidade? Ou vão conseguir estragar até isso? Porque conhecendo a franquia… (risos nervosos)

    Uma coisa é certa: depois de tanto tempo sendo piada da liga, finalmente existe um motivo pra prestar atenção no que acontece em Washington. E isso, meus amigos, já é um baita progresso.

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Bucks mantêm Giannis no limbo: trocar ou renovar o projeto?

    Olha, a situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O GM Jon Horst confirmou no domingo que os Bucks estão literalmente tocando dois pianos ao mesmo tempo: ou trocam o Greek Freak ou montam um time campeão ao redor dele. E a decisão tem que sair antes do Draft, que rola nos dias 23 e 24 de junho.

    “Os dois caminhos estão muito vivos para nós”, disse Horst. Cara, imagina a pressão que deve ser gerir uma franquia nessa encruzilhada. De um lado você tem um cara que já foi MVP duas vezes e levou Milwaukee ao título em 2021. Do outro, você tem a realidade crua: o time não tá conseguindo competir de verdade pelos playoffs.

    O mercado tá esquentando

    Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks já estão de ouvido aberto para propostas pelo Giannis — assim como fizeram antes da trade deadline. E olha, eu não culpo eles. Depois da temporada frustrante que tiveram, qualquer GM responsável faria isso.

    No lottery de domingo, Milwaukee ficou na 10ª posição mesmo. Horst foi esperto ao dizer que essa pick pode servir pros dois cenários: ou desenvolver um jovem junto com o Giannis ou usar como moeda de troca para buscar veteranos. Sinceramente, acho que eles vão pelo segundo caminho se decidirem ficar com o cara.

    E não é que eles não têm munição, não. Os Bucks ainda têm picks de primeira rodada disponíveis para 2031 e 2033. Lembrando que essa franquia já usou picks de primeira agressivamente no passado — foi assim que trouxeram Jrue Holiday e Damian Lillard.

    Pressão dos donos

    O co-proprietário Jimmy Haslam meio que forçou a barra essa semana, dizendo que quer uma resolução antes do Draft. Horst tentou amenizar a coisa, mas a real é que o prazo tá aí. “Para nós, é sobre ter uma ótima offseason mantendo os dois caminhos abertos”, disse o GM.

    E o lottery não ajudou muito a definir as coisas. Golden State e Miami — dois times que sempre são linkados ao Giannis — não subiram nas posições. Brooklyn, que tem picks suficientes para montar um pacote monstro, caiu para a 6ª posição mesmo tendo boas chances de pegar o topo.

    Vocês acham que os Bucks deveriam mesmo trocar o Giannis? Ou ainda dá pra montar algo competitivo ao redor dele? Porque olhando de fora, parece que o tempo tá passando e Milwaukee precisa tomar uma decisão logo. A combine em Chicago essa semana vai ser crucial — cada conversa vai ter o futuro do Greek Freak no centro das discussões.

  • Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Wizards ganham a loteria e Jazz surpreendem no 2º lugar

    Gente, que draft lottery maluco foi esse! Os Washington Wizards acabaram de ganhar a primeira pick do Draft 2026, e olha que história bizarra: eles foram lá e contrataram ninguém menos que Trae Young e Anthony Davis no deadline — pra depois deixar os caras grudados no banco pelo resto da temporada.

    Sim, você leu certo. Pegaram dois All-Stars e basicamente os aposentaram pra garantir o tanking. E funcionou: terminaram com o pior record da NBA e agora têm a primeira escolha. Estratégia questionável? Com certeza. Mas deu resultado.

    Jazz também fizeram a mesma coisa

    O Utah Jazz saltou direto pro segundo lugar depois de uma temporada igualmente esquisita. Eles foram lá e pegaram o Jaren Jackson Jr. no deadline, aí fizeram igual aos Wizards — deixaram o cara esquentando banco enquanto colecionavam derrotas.

    Agora o Jazz pode montar algo interessante: imagina Keyonte George, provavelmente o Darryn Peterson (que deve ser a segunda pick), Lauri Markkanen, JJJ e Walker Kessler. Esse time vai incomodar no Oeste, pode anotar.

    Memphis subiu pro terceiro lugar (tinham apenas a sexta melhor chance) e Chicago deu um salto do nono pro quarto. Ou seja, quatro times que conseguiram se reposicionar bem na loteria.

    Os azarados da história

    Sinceramente, dó dos Sacramento Kings e Brooklyn Nets. Esses caras não fizeram tanking — eram ruins mesmo — e se deram mal na loteria. É aquela coisa: às vezes é melhor ser ruim de propósito do que ser ruim sem querer.

    Falando nos Wizards, eles não tinham a primeira pick desde 2010, quando escolheram John Wall. E advinha quem estava lá representando o time na loteria? O próprio Wall. Coincidência ou não, deu sorte.

    A galera está especulando que eles vão de AJ Dybantsa, do BYU, que tá no topo da maioria dos boards. Se for isso mesmo, imagina o quinteto: Young, Kyshawn George (ou Bilal Coulibaly), Dybantsa, Davis e Alex Sarr. Monstro demais pro Leste.

    E tem uma curiosidade engraçada: é o segundo ano seguido que um time com Anthony Davis ganha a primeira pick. O cara é um amuleto da sorte ou what?

    Vocês acham que essa estratégia de contratar estrela pra depois sentar vale a pena? Porque, convenhamos, é meio sujo, né? Mas se funciona…

    Ah, e uma informação importante: essa foi a última loteria nesse formato. A partir do ano que vem a NBA vai mudar o sistema — provavelmente pro tal do “3-2-1” com 18 times participando. Adam Silver já tá comemorando que vai diminuir o tanking, mas sinceramente, acho que tem mais a ver com a qualidade do draft mesmo.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Wizards ganham a loteria! Jazz sobem e Pacers se deram mal

    Galera, a loteria do Draft 2026 aconteceu e que rolê foi esse! O Washington Wizards conseguiu a primeira pick — sinceramente, depois da temporada horrorosa que eles tiveram, era quase uma obrigação do universo dar essa sorte pra eles.

    Mas o grande destaque mesmo foi o Utah Jazz subindo várias posições. Esses caras sabem trabalhar o sistema, viu? Não é à toa que sempre conseguem se dar bem nessas situações. E olha, considerando como eles vêm reconstruindo o elenco nos últimos anos, essa pick vai ser fundamental.

    Os grandes perdedores da noite

    Agora os coitados do Indiana Pacers… cara, que azar. Eles que estavam contando com uma pick alta pra tentar acelerar a reconstrução e acabaram caindo na loteria. É o tipo de coisa que deixa qualquer torcedor com vontade de socar a parede.

    O Kevin O’Connor já soltou o primeiro mock draft dele depois do sorteio, e tenho que dizer — algumas escolhas me deixaram meio “será mesmo?”. Mas é isso aí, né? Todo ano a mesma coisa: todo mundo vira especialista em draft até chegar junho e metade das previsões irem pro espaço.

    E agora, o que esperar?

    O que vocês acham? Wizards vão conseguir aproveitar essa oportunidade de ouro ou vão fazer mais uma escolha questionável como sempre? Porque, vamos combinar, o histórico deles no draft não é lá essas coisas.

    Uma coisa é certa: com essa primeira pick, Washington tem a chance de pegar um cara que pode mudar completamente os rumos da franquia. A questão é saber se eles vão escolher o jogador certo ou se vão inventar moda como já fizeram antes.

    O Jazz subindo é inteligente demais. Esses caras sempre conseguem tirar leite de pedra, e agora com uma pick melhor do que o esperado, podem acelerar ainda mais o processo de volta aos playoffs. Danny Ainge deve estar rindo até agora.

    E vocês, o que acham que vai rolar? Quem deveria ser a primeira escolha geral? Deixem aí nos comentários!

  • Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Dirigente do Pacers pede desculpas após trade desastroso custar pick alto

    Cara, eu não sei nem por onde começar com essa história dos Pacers. Sério, que situação mais bizarra.

    O Indiana terminou com o SEGUNDO PIOR RECORDE da NBA na temporada passada (19-63) — basicamente fizeram um tanking descarado pra conseguir um pick alto no draft de 2026. Só que aí vem o plot twist: eles tinham trocado essa escolha pro Clippers pelo Ivica Zubac, protegendo apenas o top-4.

    E adivinha só? No sorteio do draft que rolou domingo, o nome deles saiu justamente na 5ª posição.

    A aposta que não deu certo

    Kevin Pritchard, presidente de operações de basquete do time, teve que engolir o orgulho e pedir desculpas no Twitter mesmo. “Peço desculpas a todos os nossos fãs”, escreveu ele. “Assumo a responsabilidade por ter corrido esse risco.”

    Olha, eu até entendo a lógica dele na época — o time precisava de um pivô titular pra competir com os grandes times. Mas trocar um pick potencialmente alto pelo Zubac? Sinceramente, acho que foi uma aposta muito arriscada.

    O mais louco é que eles começaram o dia com 52,1% de chances de ficar no top-4. Mais da metade! Mas a sorte não estava do lado deles.

    Torcida pistola (e com razão)

    Os fãs não perdoaram nem um pouco. Um cara escreveu no Twitter: “Você perde o Myles Turner e ganha o Zubac. Perde o Mathurin e o pick número 5 sem receber nada em troca. Por isso a torcida está brava, por um pivô que nem top 5 da posição é.”

    E realmente, quando você para pra pensar: eles basicamente jogaram a temporada fora de propósito, perderam de lavada 63 vezes, e no final das contas não vão nem ter o pick alto que queriam. É de doer.

    Pelo menos o Tyrese Haliburton — que levou esse time até as Finais da NBA na temporada anterior — está voltando de uma lesão no tendão de Aquiles. Mas e aí, vocês acham que isso compensa a bagunça toda?

    Olha, na minha visão, foi uma aposta que simplesmente não valeu a pena. Em um draft que todo mundo tá falando que é “geracional”, perder um pick alto pro Clippers por causa do Zubac deve estar doendo muito. Muito mesmo.

  • NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    NBA pode voltar a transmitir sorteio da loteria ao vivo após 35 anos

    Galera, preparem-se porque a NBA tá pensando em fazer algo que não rola desde 1989: transmitir o sorteio da loteria do Draft ao vivo na TV! E olha, se aprovarem esse novo formato “3-2-1” no dia 28 de maio, a gente pode estar vendo história sendo feita de novo.

    Pra quem não lembra (ou nem era nascido), a última vez que viram isso ao vivo foi em 89, quando o Sacramento Kings ganhou a primeira escolha e pegou o Pervis Ellison. Eu sei, eu sei… “quem?” Exatamente por isso que essas mudanças são importantes.

    Como vai funcionar esse novo sistema

    O novo formato é bem diferente do que temos hoje. Ao invés daquelas 14 bolinhas de ping pong numeradas com 1.001 combinações possíveis (que sinceramente, quem entende isso?), eles querem usar 37 bolinhas com os logos dos times entre os 16 que participam da loteria.

    Na minha opinião, isso torna tudo mais visual e emocionante. Imaginem ver a bolinha do seu time sendo sorteada ao vivo? O coração ia sair pela boca!

    Mas calma aí – precisa da aprovação de 23 dos 30 times da liga. E vocês sabem como é… quando envolve mudança no sistema de Draft, sempre tem muito choro e ranger de dentes.

    Por que mudaram da primeira vez?

    A história dessa loteria é interessante, cara. Começou tudo depois da temporada de 1984 porque os times estavam fazendo aquela “corrida pro fundo” descarada pra conseguir a primeira escolha. Antes era literalmente no cara ou coroa – e o Houston Rockets foi esperto e ganhou em 83 E 84.

    Aí a NBA falou “não rola mais” e criou o sistema de envelope em 85, onde todos os times ruins tinham chances iguais. Depois mudou pra determinar só as três primeiras escolhas em 87, e finalmente chegou no sistema atual em 1990.

    Olha, eu acho que qualquer mudança que torne o processo mais transparente e emocionante é bem-vinda. Esse negócio de ficar esperando o resultado numa sala fechada é meio sem graça mesmo. E aí, vocês acham que os times vão topar essa mudança? Eu tô curioso pra ver se vai rolar!

  • Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Wizards e Jazz abertos pra trocar as picks 1 e 2 do Draft

    Olha só que reviravolta interessante no Draft da NBA de 2025. Os Washington Wizards, que tiraram a sorte grande e pegaram a primeira pick geral, não estão nem aí pra esse “prêmio”. Michael Winger, presidente da franquia, foi bem direto: eles tão dispostos a trocar a pick número 1.

    “Estamos abertos”, disse Austin Ainge, do Utah Jazz, sobre a segunda pick. “Sempre vamos escutar ofertas.”

    Washington não tá desesperado

    A postura do Wizards faz sentido quando você para pra pensar. Cara, eles acabaram de pegar Trae Young e Anthony Davis (sim, você leu certo), além de terem acumulado várias picks altas nos últimos anos. Winger foi cristalino: esse não é um “momento salvador” pra franquia.

    Will Dawkins, o GM dos Wizards, não vai descartar trocar a pick se ele identificar dois ou três jogadores que valem a pena mais pra baixo no draft. Estratégia interessante, não acham?

    AJ Dybantsa continua sendo o prêmio

    A grande questão é: o Utah ainda consegue colocar as mãos no AJ Dybantsa? O moleque é considerado o consenso número 1 dessa classe, e complicou a situação do Jazz quando eles trocaram com Memphis pra pegar Jaren Jackson Jr. em fevereiro.

    Dybantsa mesmo não tá preocupado. Depois da loteria, ele falou pros repórteres: “Eu não tava nem aí pras picks de 14 a 3”. O cara já sabe que vai ser top 2. Confiança total.

    Memphis, com a terceira pick, deve ficar quietinho onde está. Zach Kleiman tem histórico de trocar pra CIMA, não pra baixo – fez isso no ano passado pra pegar Cedric Coward na 11. E olha, com Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina) provavelmente disponíveis na 3, os Grizzlies tão numa boa.

    O pessoal da liga acredita que o top 4 pode embaralhar entre si, mas ninguém vai querer sair dessa elite toda. Faz sentido – essa classe de draft tá recheada no topo.

    Sinceramente? Acho genial a postura de Washington e Utah. Por que se apressar se você pode conseguir mais valor trocando? Especialmente quando seu time já tem peças interessantes no lugar.

  • Pritchard pede desculpas por trade que custou pick do draft aos Pacers

    Pritchard pede desculpas por trade que custou pick do draft aos Pacers

    Cara, que situação constrangedora. Kevin Pritchard, presidente dos Indiana Pacers, teve que engolir o orgulho e pedir desculpas publicamente para a torcida depois que a franquia perdeu sua escolha do draft na loteria de domingo.

    O drama todo começou quando os Pacers fizeram um trade no deadline para buscar Ivica Zubac e Kobe Brown dos Clippers. Em troca, mandaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson, uma pick de 2029 E — aqui que a coisa fica feia — a escolha de primeira rodada deste ano, que só estava protegida caso ficasse no top 4.

    A aposta que não deu certo

    Sinceramente, eu entendo a lógica por trás do movimento. Com Tyrese Haliburton voltando de lesão e a equipe querendo competir novamente, fazia sentido buscar um pivô titular. O problema é que apostaram alto demais.

    Os Pacers terminaram com a segunda pior campanha da liga e tinham 52% de chance de ficar no top 4 — ou seja, de manter a pick. Mas a loteria é cruel mesmo, e eles caíram para a quinta posição. Resultado? A escolha vai direto para Los Angeles.

    “Peço muito desculpas a todos os nossos fãs”, escreveu Pritchard no Twitter. “Eu assumo ter corrido esse risco. Fiquei surpreso que saímos em 5º depois deste ano. Pensei que merecíamos um pouco de sorte.”

    Contexto da temporada desastrosa

    Vocês lembram do que aconteceu? Myles Turner saiu de graça para o Milwaukee Bucks (rivais, ainda por cima), e Haliburton rompeu o tendão de Aquiles no Jogo 7 das Finais da temporada passada. De candidatos ao título para uma das piores equipes da liga em uma temporada.

    O pensamento era que 2024-25 seria só um ano perdido, uma parada técnica antes de voltarem a brigar pelo topo. Zubac entraria como substituto do Turner, Haliburton voltaria 100%, e ainda teriam uma pick alta para complementar o elenco.

    Só que às vezes o basquete não coopera, né? Agora os Clippers vão ter uma escolha premium em um draft que todo mundo diz ser dos mais profundos da história.

    Olha, eu não sei se criticaria tanto o Pritchard assim. A intenção era boa, a equipe realmente precisava de um pivô para competir. Mas proteger a pick só até a quarta posição quando você tem a segunda pior campanha da liga? Isso foi arriscar demais.

    E vocês, acham que o risco valeu a pena ou os Pacers deveriam ter segurado a pick independente de qualquer coisa? Porque agora eles ficaram sem draft e ainda por cima com a pressão de ter que competir na próxima temporada.