Tag: NBA Draft

  • Kings de olho no filho do ex-jogador de Scott Perry no Draft

    Kings de olho no filho do ex-jogador de Scott Perry no Draft

    Olha só que conexão interessante surgiu nas especulações do Draft da NBA: Darius Acuff Jr. está sendo fortemente cotado para ir para o Sacramento Kings na sétima escolha geral. E não é à toa — tem uma história pessoal por trás disso que deixa tudo mais intrigante.

    O pai do garoto, Darius Acuff Sr., jogou no Eastern Kentucky no final dos anos 90 sob o comando de ninguém menos que Scott Perry, atual gerente geral dos Kings. Coincidência? Eu acho que não. No mundo da NBA, essas conexões pessoais pesam muito na hora das decisões.

    Sacramento precisa de armador urgente

    A necessidade dos Kings na posição é gritante. Depois de trocar Tyrese Haliburton em 2022 (que dor até hoje) e agora De’Aaron Fox em 2025, Sacramento tá praticamente órfão na armação. Acuff Jr. chega como uma opção dinâmica exatamente onde eles mais precisam.

    E os números do garoto impressionam: 23.5 pontos, 3.1 rebotes e 6.4 assistências por jogo na temporada de calouro em Arkansas. Em 36 jogos, o moleque mostrou que tem sangue de armador de elite. Sinceramente, eu não esperava números tão consistentes de um freshman, mas ele provou que aguenta a pressão.

    O fator Scott Perry pode decidir tudo

    Essa ligação familiar com Perry pode ser o diferencial. No Draft, quando você tem dúvidas entre dois jogadores de nível similar, esse tipo de relação pessoal acaba pesando. Perry conhece a família, sabe do caráter, da dedicação — informações que vão muito além dos números na ficha técnica.

    Acuff Jr. é representado por Justin Haynes e Bill Duffy, dois agentes respeitados no mercado. Isso mostra que o garoto já tá sendo tratado como prospecto sério pelas franquias.

    E aí, vocês acham que essa conexão familiar vai mesmo influenciar a decisão dos Kings? Eu tô curioso pra ver se Sacramento vai mesmo apostar nessa carta sentimental ou se vai seguir puramente os números dos scouts.

  • Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Olha só que situação absurda o Utah Jazz se meteu. Depois de anos apanhando e reconstruindo, os caras saltaram para a segunda posição do draft 2026. E agora tem gente falando se eles deveriam trocar por a primeira pick? Sinceramente? Acho uma burrada.

    Vamos contextualizar essa história toda. O Jazz fez uma reconstrução que parecia impossível — mantiveram Lauri Markkanen (que muita gente achava que iam trocar), pescaram Keyonte George na 16ª posição e transformaram o moleque numa estrela em ascensão. Sem contar que conseguiram Jaren Jackson Jr. numa troca esperta e ainda draftaram Ace Bailey na quinta posição no ano passado.

    Peterson vale a primeira pick mesmo?

    Darryn Peterson era consenso entre os especialistas como a primeira escolha antes da temporada começar. Mesmo depois de altos e baixos em Kansas, o Jonathan Givony ainda coloca ele no topo. Mas aí que tá — se Washington pegar AJ Dybantsa com a primeira, Peterson cai direto no colo do Jazz.

    Por que diabos eles iriam trocar Ace Bailey MAIS a segunda pick só para subir uma posição? Não faz o menor sentido. Se você tem a chance de pescar um cara com talento de primeira pick sem abrir mão de nada, você vai e pega.

    Washington quer trocar? Red flag na certa

    Aqui entre nós — se Washington tá disposto a trocar a primeira pick por a segunda do Jazz, isso já diz tudo, né? Ninguém sonharia em trocar a primeira posição se não achasse que a segunda é praticamente igual em valor.

    O Jazz construiu algo especial. Eles têm Markkanen estabelecido, George explodindo, Jackson Jr. chegando forte, Kessler crescendo no garrafão e Bailey mostrando potencial absurdo. Agora vão adicionar mais um talento de elite? Cara, esse pode ser o núcleo de um time campeão.

    Na minha visão, Utah já fez o trabalho pesado. Não precisa de firula nem de tentar ser esperto demais. Pega quem sobrar na segunda posição e segue construindo uma das melhores bases jovens da liga.

    E aí, vocês acham que o Jazz deveria mexer no que tá dando certo? Porque eu tô achando que eles já ganharam essa parada antes mesmo do draft começar.

  • Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Nova loteria da NBA pode quebrar o mercado de trades

    Olha, eu não sei se vocês estão acompanhando essa história da nova loteria que a NBA quer implementar, mas o bagulho pode virar uma confusão total no mercado de trocas. E quando eu digo confusão, é CONFUSÃO mesmo.

    A liga está propondo o sistema 3-2-1, que basicamente deixaria as chances de ganhar a loteria muito mais equilibradas. Isso significa que um time que termine em 16º lugar — que hoje não tem chance nenhuma de pegar uma das três primeiras escolhas — teria 2,7% de chance de ganhar a primeira pick geral. Pra vocês terem uma ideia, isso é mais do que Dallas tinha no ano passado quando ganharam o direito de escolher o Cooper Flagg (1,8%).

    O problema real: primeiro round vale ouro agora

    E aí que a coisa fica interessante (e complicada). Se qualquer pick de primeira rodada pode virar loteria, os GMs vão segurar essas escolhas com unhas e dentes. Imaginem vocês: hoje um time que projeta terminar bem pode trocar tranquilamente uma pick futura sabendo que vai ser lá pelo 20º-30º lugar. Com o novo sistema? Essa mesma pick pode virar primeira geral.

    “Esse sistema tiraria ainda mais controle das mãos dos times sobre como se reconstruir”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E eu concordo com o cara — imagina a dor de cabeça que isso vai ser?

    O timing foi péssimo

    Mas o que mais me irrita nessa história toda é o timing. Vários times já fizeram trades de picks futuras baseados no sistema atual, sem saber que a NBA estava cogitando essa mudança radical. É como se você vendesse seu carro por um preço X e no dia seguinte descobrisse que ele vale 3X mais.

    Sinceramente, acho que a liga vacilou nessa. Tudo bem querer combater o tanking — que realmente é um problema —, mas mexer nas regras no meio do jogo assim é complicado. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai realmente resolver o problema do tanking ou só vai criar uma bagunça maior ainda no mercado?

    A votação está marcada para 28 de maio, e eu tenho a impressão de que vai dar muito pano pra manga ainda.

  • NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    NBA vai furar com as piores equipes no novo Draft? Executivos estão pistola

    Cara, a NBA tá prestes a virar o Draft de cabeça pra baixo. E sinceramente? Eu acho que vão acabar criando mais problema do que solução.

    A proposta do sistema “3-2-1” vai ser votada dia 28 de maio pelos donos das franquias. Se 23 dos 30 aprovarem (e tudo indica que vão), a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Só que os executivos das equipes estão meio pistola com a coisa toda.

    O que muda na prática?

    A ideia é expandir a loteria de 14 pra 16 times. Os três piores times vão ganhar apenas duas bolinhas cada (perdendo uma como “punição”), mas não podem cair além da 12ª posição. Os times do 4º ao 10º lugar ganham três bolinhas cada. E aqui vem o absurdo: as chances máximas de ganhar a 1ª escolha caem de 14% pra apenas 8,1%.

    “Eles estão obcecados em fazer isso”, desabafou um GM assistente pro The Athletic. E olha, dá pra entender a revolta.

    Na minha visão, isso é reagir demais a um problema que talvez nem seja tão grande assim. Vários executivos acham que as regras atuais só precisam ser aplicadas com mais rigor – não mudadas completamente.

    A real sobre o tanking

    Todo mundo sabe que alguns times fazem corpo mole no final da temporada pra pegar uma escolha melhor no Draft. A NBA multou o Utah Jazz em 500 mil dólares e o Indiana Pacers em 100 mil em fevereiro, mas foi só isso. Os três piores times tiveram um recorde combinado de 12-72 após o All-Star break. Doze vitórias em 72 jogos, gente!

    “David Stern não mudaria o sistema”, disse um executivo. “Ele pegaria um martelo maior”. E tem razão – às vezes a solução é aplicar melhor as regras que já existem, não criar regras novas que podem ferrar todo mundo.

    Vocês acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou só vai prejudicar os times que estão genuinamente ruins?

    Consequências que ninguém pensou

    Aqui vem o que me deixa mais preocupado: essas mudanças podem bagunçar o mercado de trades de um jeito que ninguém esperava. Com as chances mais distribuídas, até a 16ª escolha vai ter 2,7% de chance de virar a 1ª pick. Isso é mais que os 1,8% que o Dallas tinha quando ganhou o direito de draftar o Cooper Flagg.

    Resultado? Todas as escolhas de primeira rodada vão ficar mais valiosas. Num mercado já complicado por causa das restrições salariais, isso pode fazer os times segurarem ainda mais suas picks futuras.

    Olha, eu entendo a frustração da liga com o tanking. É chato ver time fazendo corpo mole. Mas será que essa não é uma solução mais complicada que o problema original? Só o tempo vai dizer.

  • AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    Cara, tem que admirar a confiança do AJ Dybantsa. Enquanto a maioria dos calouros fica de modéstia falsa, o garoto chega no combine da NBA e fala sem papas na língua: “É definitivamente um objetivo meu ser o número 1”.

    E olha a justificativa dele: “Eu sou número um no ranking desde quando, nono ano? E nunca caí. Então não vou cair no draft.” Monstro.

    Confiança ou arrogância?

    Sinceramente? Eu acho essa atitude refrescante. Vivemos numa era onde todo mundo quer parecer humilde, mas os grandes sempre tiveram essa sede. O cara fala abertamente que quer ser um “Hall of Famer” — e convenhamos, sem essa mentalidade você não chega lá mesmo.

    Claro que alguns executivos vão ver isso como red flag. “Ai, vai dar trabalho, é diva”. Mas pô, você prefere um cara que sonha pequeno? O Washington, que tem a primeira escolha, pelo menos sabe o que está comprando.

    No combine, o Dybantsa conversou com praticamente todo mundo — Jazz, Bulls, Kings, Nets, Hawks, Mavericks, Grizzlies e Clippers também bateram um papo. Normal, né? Todo mundo quer ver de perto o que pode ser a cara da franquia pelos próximos 15 anos.

    Zuby Ejiofor acerta tudo no combine

    Quem também chamou atenção foi o Zuby Ejiofor, do St. John’s. O cara simplesmente meteu tiro de tudo quanto é jeito no combine. 17 de 30 no dribble, 12 de 25 no drill de três pontos… Os números não mentem.

    “Sinto que é algo que poderia ter mostrado um pouco mais na faculdade”, ele disse. E faz sentido — às vezes o sistema não te favorece, mas no combine você mostra seu real potencial. O empresário dele acredita que vai ser escolhido entre as posições 25 e 35. Nada mal para quem subiu de patamar.

    Enquanto isso, o Milan Momcilovic (Iowa State) ainda está decidindo se entra no draft ou não. Se ele recuar, pode ganhar mais de 5 milhões de dólares em NIL se ficar na faculdade. Cinco milhões! E o Kentucky já está de olho nele.

    Vocês acham que essa nova geração com toda essa confiança vai dar certo na NBA? Eu acho que sim — basquete sempre foi sobre mentalidade, e esses moleques já chegam sabendo o próprio valor.

  • Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Cara, essa confissão do Curry me pegou completamente desprevenido. O cara que construiu uma das maiores dinastias da NBA no Golden State Warriors praticamente não sabia nem onde o time ficava quando foi draftado em 2009!

    Em um podcast recente, o Steph admitiu que assim que recebeu a ligação do Warriors — ele foi a 7ª escolha geral —, a primeira coisa que fez foi pegar o celular para procucar onde diabos ficava Golden State. Imagina a cena: Larry Riley (GM na época) e Don Nelson (técnico) ligando todo empolgados, e o Curry ali “ahan, legal, mas… onde fica isso mesmo?”

    O sonho era outro: Nova York

    E olha só que plot twist. O Curry tava de olho mesmo era no New York Knicks. “Tudo que eu pensava era Nova York”, confessou ele. Sinceramente, faz todo sentido né? Jovem de 21 anos, a Big Apple chamando, Madison Square Garden… quem não sonharia?

    Mas aí que tá o lance. Os próprios fãs dos Knicks acabaram criando uma das memórias favoritas dele da noite do draft. Quando o Warriors escolheu o Curry antes do New York ter chance, a torcida no Madison Square Garden surtou — e vaiou ALTO.

    No primeiro momento, o Steph não entendeu nada. Depois caiu a ficha: “Aaah, eles me queriam aqui!” Meio irônico pensar que os fãs que vaiaram são os mesmos que hoje em dia sofrem vendo ele meter 30 pontos no MSG como se fosse brincadeira.

    Quando o destino acerta em cheio

    “Cuidado com o que você deseja”, disse o próprio Curry. E cara, que sorte a dele (e nossa, que acompanhamos essa loucura). O que começou como confusão sobre geografia virou uma das maiores histórias de sucesso da NBA.

    4 títulos da NBA, 2 MVPs, 12 All-Star Games, e o cara que revolucionou o basquete com os arremessos de 3. Imaginem se ele tivesse ido mesmo pros Knicks? Provavelmente ainda estaríamos esperando eles chegarem nos playoffs.

    E vocês, acham que o Curry teria se tornado o mesmo monstro jogando em Nova York? Ou foi essa confusão geográfica que mudou o rumo da NBA para sempre?

    PS: Detalhe mórbido que o próprio Curry mencionou — o draft de 2009 foi no mesmo dia que Michael Jackson morreu (25 de junho). Meio pesado pensar nisso, mas faz parte da história.

  • Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Warriors com a 11ª pick: Dunleavy vai ‘explorar tudo’ no Draft

    Olha, depois de amarrar o Steve Kerr por mais dois anos, agora é que a coisa fica interessante mesmo para o Mike Dunleavy e os Warriors. E o cara tem uma baita decisão pela frente: o que fazer com essa 11ª pick do Draft 2026?

    “É uma pick de loteria, e numa draft forte dessas, a gente pode conseguir um jogador muito bom”, disse o GM. “Mas vamos olhar tudo. Se aparecer oferta pela pick, pra subir, descer, ou trocar por um veterano que pode ajudar, com certeza vamos analisar.”

    A memória do Klay e a pressão do momento

    Dunleavy não tá inventando moda quando fala que já teve sucesso com a 11ª pick antes. Foi exatamente nessa posição que os Warriors pescaram o Klay Thompson em 2011 — e cara, que pescada foi essa, né?

    Mas sinceramente, a situação hoje é bem diferente. O Curry tá chegando nos 37 anos, o Draymond também não é mais um pivete, e Golden State sabe que não pode ficar esperando um rookie desenvolver por 2-3 anos. O negócio é agora ou nunca.

    Por isso que o Yaxel Lendeborg, de Michigan, tá sendo cotado como favorito. Com 24 anos, o cara já vem mais “pronto” que a maioria dos calouros. Faz sentido, né?

    A tentação das mega trocas

    E aí que fica interessante. Segundo informações do Brett Siegel, os Warriors provavelmente vão trocar essa pick mesmo. E quando você junta ela com o resto do capital de draft que eles têm… meu amigo, dá pra sonhar alto.

    Imagina só: Giannis? Kawhi Leonard? Ou apostas menores como Michael Porter Jr. ou Trey Murphy? Dunleavy foi esperto e não entregou nada, mas deixou a porta aberta: “Sempre temos capital de draft pra estar na conversa.”

    Eu, particularmente, acho que eles vão mesmo por uma troca. Não faz sentido desperdiçar os últimos anos do Curry apostando numa loteria de rookie — por melhor que seja o draft.

    O dilema eterno: presente vs futuro

    Se resolverem ficar com a pick mesmo, aí vem outro papo: draftar pra agora ou pra depois? Porque cara, são filosofias completamente diferentes.

    Um Nate Ament do Tennessee pode ter um teto altíssimo, mas vai precisar de tempo. Já o Lendeborg pode contribuir desde o primeiro dia, mas talvez não tenha o mesmo potencial explosivo.

    Como o próprio Kerr falou, eles querem “construir uma fundação mais sólida pra próxima temporada que vai durar por anos”. Traduzindo: não querem só pensar no agora, mas também não podem ignorar a janela do Curry.

    E vocês, acham que os Warriors devem apostar alto numa troca ou ir com calma no Draft mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Nets de olho em Mikal Brown Jr. na 6ª escolha — ou vão tentar subir?

    Nets de olho em Mikal Brown Jr. na 6ª escolha — ou vão tentar subir?

    Olha, depois do Combine ter acabado e as equipes estarem fazendo as últimas avaliações, uma coisa tá ficando cada vez mais clara: o Nets tem interesse real no Mikal Brown Jr., armador de 1,96m de Louisville. E sinceramente? Faz todo sentido.

    O garoto de 20 anos impressionou em Chicago, especialmente no treino particular na quinta-feira. Mais importante ainda — as preocupações sobre aquela lesão nas costas que ferrou com a temporada dele praticamente sumiram. Os médicos deram sinal verde.

    Sean Marks ainda tá pensando no que fazer

    A verdade é que o GM Sean Marks ainda não bateu o martelo. Mesmo depois daquela decepção na loteria (cara, caiu da 4ª pra 6ª posição… doeu até em mim), o Nets tem opções. Pode tentar subir no Draft, descer, pegar mais uma primeira escolha, ou — no cenário mais improvável — entrar no top 4 onde estão os caras que mudam franquia.

    Mas se ficarem na 6ª mesmo, Brown pode ser a jogada certa. O Jonathan Wasserman do Bleacher Report já colocou ele indo pro Brooklyn no mock mais recente.

    “Seria uma grande oportunidade”

    E o próprio Brown tá empolgado com a possibilidade. Falou pro Brian Lewis que seria “uma grande oportunidade” jogar no Brooklyn, que é praticamente uma tela em branco pra construir algo novo.

    Agora, eu sei o que vocês tão pensando: “Mas cara, o Nets já tem guard demais!” É verdade. Na temporada passada eles jogaram com Egor Demin (8ª escolha), Nolan Traore (19ª), Drake Powell (22ª) e Ben Saraf (26ª) na armação em diferentes momentos.

    A resposta do Brown? Clássica: “Posso me adaptar a qualquer situação.” Disse que pode ser o cara principal ou jogar junto com outros armadores. Destacou que arremessa bem, mas o diferencial mesmo é a visão de jogo — sabe onde cada companheiro gosta de receber a bola.

    A concorrência tá pesada

    Claro que tem outros guards na briga entre as escolhas 5-10. Keaton Wagler de Illinois tem o arremesso, Darius Acuff Jr. de Arkansas tem técnica e experiência. Brayden Burries do Arizona tem a altura, Kingston Flemings de Houston tem defesa e velocidade.

    Mas todos têm seus problemas também. Wagler não tem atletismo de elite, Flemings é meio baixinho, Acuff não defende bem e Burries não tem uma habilidade que se destaque muito. Pro Brown, a preocupação é a lesão.

    “Me sinto incrível”, disse ele. “Melhor do que há muito tempo.” Falou que a lesão até ajudou ele a entender o que precisa priorizar no treino e no cuidado com o corpo.

    Vocês acham que o Nets deveria apostar no Brown ou tentar uma troca pra subir no Draft? Pra mim, se o cara tá 100% fisicamente, pode ser uma baita escolha. Armador de quase 2 metros que arremessa bem e tem visão? No Brooklyn que tá reconstruindo tudo? Faz sentido demais.

  • Matt Able tá em dúvida cruel: NBA ou UNC? Situação tá pegando fogo

    Matt Able tá em dúvida cruel: NBA ou UNC? Situação tá pegando fogo

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando os fãs da UNC de cabelo em pé é a situação do Matt Able. O cara tá literalmente “indo e voltando” na decisão de ficar no Draft da NBA ou voltar pra faculdade. E sinceramente? Eu entendo a angústia da torcida.

    Able, que veio do NC State (sim, aquela rivalidade clássica), tá participando do NBA Draft Combine pra receber feedback dos times. Só que a porta sempre ficou aberta pra ele ficar no draft mesmo. Resultado? Torcida da Carolina nervosa e os rivais do State zoando mais que o normal.

    A declaração que deixou todo mundo na tensão

    Depois de uma performance monstro no scrimmage de ontem, alguém perguntou pro Able se ele ia mesmo ficar no draft. A resposta dele foi essa bomba aí:

    “É definitivamente uma decisão difícil. Eu amo a UNC, tô empolgado pra chegar lá em algum momento… Ainda tô indo e voltando nisso. Preciso pensar mais, conversar com minha equipe e descobrir.”

    Cara, essa frase me deu uns flashbacks ruins. Lembram do Henri Veesaar? Disse praticamente a mesma coisa antes de se comprometer 100% com a NBA. Será que o Able vai pelo mesmo caminho?

    Kevin Thomas e aquele story misterioso

    Aqui fica interessante: Kevin Thomas, ex-companheiro de time do Able, acabou de se comprometer com UNC. E adivinha? Able postou um story no Instagram reagindo à notícia. Os dois jogaram juntos no AAU e podem ser companheiros de novo se o Able voltar pra faculdade.

    E tem mais — o cara apareceu numa entrevista usando camisa dos Tar Heels. Coincidência? Eu acho que não, mas vai saber né?

    A matemática cruel do basquete

    No final das contas, o próprio Able disse que a decisão vai depender de onde ele tá sendo projetado no draft. E olha, isso faz total sentido. Por que recusar dinheiro da segunda rodada pra jogar mais um ano na faculdade?

    Mas aqui entre nós: será que vale mesmo a pena arriscar? O cara tem potencial, mas o draft tá cada vez mais imprevisível. Uma lesão, uma temporada ruim, e tchau NBA.

    Michael Malone deve tá roendo as unhas esperando uma definição. Montar elenco sem saber se vai ter uma das suas principais peças é osso, né?

    E vocês, o que acham? Able fica ou vai? Eu tô genuinamente curioso pra ver no que vai dar essa novela toda.

  • Blackman aponta o óbvio: Mavs só vão melhorar se pararem de se machucar

    Blackman aponta o óbvio: Mavs só vão melhorar se pararem de se machucar

    Olha, eu não esperava que fosse ouvir revelações bombásticas do Rolando Blackman sobre os problemas do Dallas Mavericks, mas o cara foi direto ao ponto: “Eles precisam ter a sorte de se manter saudáveis.” Sinceramente? Até uma criança de 10 anos assistindo pela primeira vez conseguiria chegar nessa conclusão.

    Os Mavs terminaram com a 9ª escolha no Draft depois de uma temporada 2025-26 completamente desastrosa. E quando você vê os números das lesões, fica claro por que tudo deu errado em Dallas.

    O departamento médico virou enfermaria

    Prepara o coração: 18 jogadores diferentes ficaram no estaleiro durante a temporada. Dezoito! Isso representa mais de 72,6 milhões de dólares em salários de caras que ficaram assistindo de casa. Só ficaram atrás do Indiana Pacers, que perdeu o Tyrese Haliburton a temporada inteira.

    O Kyrie Irving obviamente foi uma baita parte dessa conta. Mas imagina se eles ainda tivessem o Anthony Davis no elenco (que foi trocado pro Washington em fevereiro)? Provavelmente teriam assumido a liderança “nada honrosa” dessa estatística.

    É impressionante como um time que chegou às Finais há poucos anos conseguiu implodir dessa forma. Claro que lesão faz parte do esporte, mas 18 jogadores? Isso já passa do azar e entra no território do “tem algo muito errado acontecendo aí”.

    A esperança mora no Draft e na saúde

    A boa notícia é que eles têm uma escolha top-10 no Draft, o Cooper Flagg teve uma offseason completa pra se adaptar, e teoricamente vão ter um Irving saudável na próxima temporada. Mas como o próprio Blackman falou, nada disso adianta se o elenco inteiro continuar se machucando.

    Na minha visão, esse papo de “sorte” esconde alguns problemas estruturais. Será que o departamento médico está fazendo o trabalho direito? A preparação física está adequada? Ou realmente foi só azar mesmo?

    Vocês acham que só ter todo mundo saudável vai ser suficiente pra colocar Dallas de volta na briga no Oeste? Porque sinceramente, mesmo com todos jogando, esse elenco ainda me parece meio limitado pra brigar com os grandes.