Tag: NBA Draft

  • Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Três de Gonzaga no radar da NBA: Combine pode abrir portas

    Olha, eu sempre fico animado quando vejo jogadores universitários conseguindo essas chances de mostrar serviço para a NBA. E dessa vez são três caras de Gonzaga que estão no radar: Graham Ike, Isiah Harwell e Jack Kayil.

    O interessante é que cada um deles está em situações bem diferentes. Ike e Harwell foram convidados pro G-League Combine (que rola de 8 a 10 de maio em Chicago), enquanto Jack Kayil já foi direto pro NBA Combine — que é o evento principal, de 10 a 17 de maio.

    A estratégia do G-League Combine

    Sinceramente, eu acho essa divisão super inteligente da NBA. O G-League Combine virou tipo uma “peneira” — quem se destaca lá ganha o direito de participar do evento principal. Foi exatamente isso que aconteceu com Ryan Nembhard ano passado, que hoje está no Dallas Mavericks.

    Graham Ike é um cara que eu acompanho há um tempo. Forward sólido, joga duro no garrafão e tem um arremesso decente de média distância. Já o Harwell chegou como transfer de Houston e mostrou que tem potencial pra jogar nas duas posições (armador e ala). Vocês acham que eles conseguem se destacar o suficiente pra subir pro NBA Combine?

    Jack Kayil e o dilema alemão

    Agora, o caso do Kayil é mais complicado. O moleque foi convidado direto pro NBA Combine — o que já mostra que alguém lá em cima está de olho nele. Mas tem um porém: ele tem compromissos com o Alba Berlin, na Alemanha.

    Na minha opinião, isso pode até ser bom pros fãs de Gonzaga. Se ele não participar do Combine por causa dos compromissos na Europa, as chances dele ficar mais um ano na universidade aumentam bastante. E olha, pra um time como Gonzaga, ter um cara com potencial NBA no elenco não é pouca coisa.

    O prazo pra jogadores universitários desistirem do Draft vai até 27 de maio. Pros internacionais, como o Kayil, é até 13 de junho. Vai ser interessante acompanhar essas decisões.

    A temporada de Draft sempre traz essas histórias fascinantes. Desde caras lutando pra conseguir uma chance no G-League até outros que já estão no radar direto da NBA. E o bacana é que dá pra acompanhar tudo isso — o G-League Combine rola no site oficial da G-League, enquanto o NBA Combine vai passar na ESPN2.

    O Draft 2026 vai ser no Barclays Center, no Brooklyn, nos dias 23 e 24 de junho. Duas noites de sonhos se realizando e corações se partindo. Enfim, é isso que a gente ama no basquete, não é?

  • As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    Cara, vocês já pararam pra pensar nas maiores zebras da loteria do Draft da NBA? Eu tava fuçando os números aqui e simplesmente não acredito em algumas dessas viradas — times que praticamente não tinham chance nenhuma e saíram com a primeira escolha geral.

    Olha, desde 1985 quando começou esse sistema e os Knicks pegaram o Patrick Ewing, já rolaram umas histórias malucas. E com a loteria de 2026 chegando aí em maio (10 de maio em Chicago, marquem na agenda), vale lembrar dessas zebradas históricas.

    As maiores surpresas de todos os tempos

    Orlando Magic em 1993 — a zebra das zebras

    Mano, 1,52% de chance. Um vírgula cinquenta e dois por cento! E os caras ganharam. Pegaram o Chris Webber com a primeira pick — que depois foi parar no Golden State numa negociação com o Penny Hardaway. Imaginem a festa em Orlando naquele dia.

    Chicago Bulls em 2008 — o destino sorriu

    Essa aqui é linda demais. Os Bulls tinham apenas 1,70% de chance, eram o nono pior time da liga. E adivinha só? Ganharam e pegaram o Derrick Rose — que era DE CHICAGO! O cara voltou pra casa, virou Rookie of the Year em 2009 e MVP em 2011. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Na minha visão, essa foi a zebra mais poética da história. Um moleque local sendo draftado pelo time da cidade dele com chances quase zero? Absurdo.

    Outras loucuras que marcaram época

    Cleveland Cavaliers em 2014

    Os Cavs também com 1,70% e ganharam. Pegaram o Andrew Wiggins, que depois virou moeda de troca pra trazer o Kevin Love. Estratégia que funcionou — eles ganharam o título em 2016.

    Dallas Mavericks em 2025

    Essa é recente, galera! 1,80% de chance e ganharam o Cooper Flagg. Imaginem só — logo depois de mandarem o Luka Dončić pros Lakers numa troca envolvendo o Anthony Davis. Flagg acabou de ser eleito Rookie of the Year de 2026. Às vezes o timing é tudo no basquete.

    E vocês sabiam que os Clippers em 2011 tinham só 2,80% de chance, ganharam, pegaram o Kyrie Irving… e trocaram ele pros Cavaliers antes mesmo do draft? Kyrie virou campeão NBA em Cleveland em 2016. Imaginem como os torcedores dos Clippers se sentiram.

    A zebra brasileira que quase foi

    Falando em surpresas, sempre fico pensando: e se um dia um time brasileiro tivesse uma pick alta dessas por algum milagre? Seria loucura total ver um Nenê ou um Varejão sendo draftados em primeiro.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e essas histórias nunca deixam de me impressionar. Às vezes é melhor ter sorte do que ser bom mesmo — pelo menos no dia da loteria! E aí, qual dessas zebras vocês acham mais impressionante?

    A loteria de 2026 tá aí. Quem será que vai surpreender dessa vez?

  • NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    NBA vai acabar com o tanking? Proposta radical muda tudo no Draft

    Galera, parece que o Adam Silver finalmente decidiu partir pra cima dos times que fazem tanking descaradamente. A NBA tá finalizando uma proposta que pode mudar completamente a cara do Draft — e olha, se passar, vai ser um baque nos times que gostam de “construir pelo futuro” perdendo de propósito.

    A ideia é simples: fazer com que perder doa de verdade.

    Como funciona essa nova loteria 3-2-1?

    A proposta aumenta o número de times na loteria de 14 para 16. Mas aqui vem a pegadinha que vai fazer os GMs suarem frio.

    Os times que ficarem de fora dos playoffs e do play-in, mas que não estiverem na “zona de rebaixamento” (posições 4 a 10 piores), ganham 3 bolinhas cada um na loteria. Até aí, tranquilo.

    Agora vem a parte cruel: os três piores times da temporada vão pra essa tal zona de rebaixamento. Esses caras só ganham 2 bolinhas, mas têm garantida pelo menos a 12ª escolha. Os outros podem despencar até a 16ª posição!

    E tem mais — na minha opinião, essa é a mudança mais inteligente. Nenhum time pode ganhar a loteria dois anos seguidos ou pegar três top-5 consecutivos. Acabou a festa, Philadelphia 76ers do passado.

    Silver não tá brincando em serviço

    O comissário foi direto ao ponto numa conferência recente: “Devemos ter um sistema onde você odeie perder. Não deveria ser motivo de orgulho. Perder deveria ser desconfortável.”

    Cara, eu concordo 100% com ele. Quantas vezes a gente não viu time claramente jogando pra perder nas últimas rodadas? É constrangedor pra liga, pros fãs e pro esporte em si.

    O sistema atual já tinha mudado em 2019 justamente pra tentar frear o tanking, mas aparentemente não foi suficiente. Hoje os três piores times têm 14% de chance cada um de pegar a primeira escolha — bem diferente de quando o pior automaticamente ficava com ela.

    Vai rolar mesmo?

    A proposta precisa ser aprovada pelos donos dos times no dia 28 de maio. Sinceramente? Acho que passa. A pressão pública contra o tanking tá muito forte, e Silver já deixou claro que vai “fazer algo mais extremo” que as mudanças anteriores.

    O que vocês acham? Essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão encontrar outras formas de “reconstruir”? Uma coisa é certa: se passar, vai ser bem mais arriscado apostar todas as fichas em ser ruim de propósito.

    Eu, particularmente, tô ansioso pra ver. Basquete é pra ser competitivo até o último segundo da última partida da temporada.

  • NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu botar ordem na casa! Depois de uma temporada completamente ridícula onde alguns times pareciam competir pra ver quem perdia mais, a liga está preparando uma proposta anti-tanking que promete mexer com tudo que a gente conhece sobre o Draft Lottery.

    A ideia é simples: punir quem faz corpo mole de propósito. E olha, era hora mesmo — cinco times terminaram com mais de 60 derrotas essa temporada. Cinco! É muita zona pra uma liga que se diz a melhor do mundo.

    Como funciona o novo sistema “3-2-1”?

    Então, aqui vem a parte interessante (e meio confusa). Ao invés dos 14 times de sempre, agora serão 16 times no sorteio. E a coisa fica assim:

    Os três piores times da liga — que hoje têm as maiores chances — vão ter apenas DUAS bolinhas no sorteio (5,4% de chance). Já os times que ficaram entre o 4º e 10º piores vão ter TRÊS bolinhas cada (8,1%). Ou seja, é melhor ser ruim mas não TÃO ruim assim.

    Cara, isso é genial na minha opinião. Imagina só: um time que tá brigando pra não ser o pior absoluto tem mais chances de pegar uma pick alta do que quem simplesmente desistiu da temporada. É como se a liga tivesse falado: “Quer tankar? Então se prepara pra se ferrar.”

    Mudanças que vão impactar pra caramba

    E tem mais coisa louca: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, nem pegar três picks do top-5 seguidas. Sabe o que isso significa? Times como Spurs (que pegaram Wembanyama), Pistons e Rockets teriam sido impedidos de montar seus núcleos atuais.

    Sinceramente, eu tô dividido nisso. Por um lado, entendo a necessidade de dar mais competitividade. Por outro, será que não é meio cruel demais com times que estão genuinamente ruins e precisam se reconstruir?

    A liga também vai ter mais poder pra punir quem fizer tanking descarado — e não vai ser só aquelas multazinhas de 100 mil dólares que o Adam Silver dava antes. Agora pode rolar redução nas chances do sorteio ou até mudança na posição do draft.

    Vai dar certo ou é só mais uma tentativa?

    O mais interessante é que isso é um teste. O sistema expira depois do Draft de 2029, então a NBA pode voltar atrás se der muito errado. Esperto da parte deles — ninguém quer criar um monstro que não consegue controlar depois.

    Olha, eu acho que era necessário fazer alguma coisa. Essa temporada foi constrangedora em alguns momentos, com times claramente jogando pra perder. Os Washington Wizards terminaram como os piores e vão ter uma pick garantida no top-5 num draft que todo mundo fala que é histórico.

    E vocês, acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de contornar o sistema? Eu tenho minhas dúvidas — quando tem muito dinheiro envolvido, sempre aparece alguém pra tentar burlar as regras.

    Se aprovada em 28 de maio, a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Vai ser interessante acompanhar como os GMs vão reagir a isso tudo.

  • NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    NBA pode mudar draft de vez: pior time não teria mais vantagem

    Olha, essa notícia me deixou meio de queixo caído. A NBA tá considerando uma mudança radical no sistema de draft que pode virar tudo de cabeça pra baixo. E sabe o que mais me impressiona? É que faz MUITO sentido.

    A proposta é simples na teoria, mas revolucionária na prática: os três piores times da liga não teriam mais as maiores chances de pegar a primeira escolha do draft. Imagina só — acabar com aquela lógica de “quanto pior, melhor” que rola há décadas.

    Como funcionaria o novo sistema

    Pelo que o jornalista Mark Stein reportou, os times com a 4ª a 10ª pior campanha teriam as melhores chances de fisgar o número 1 — 8,1% cada um. Três bolinhas na loteria pra cada time.

    Já os três piores times? Só 5,4% de chance. Duas bolinhas cada. A mesma probabilidade dos times com a 11ª a 14ª pior campanha.

    Cara, eu sei que parece meio injusto na primeira olhada, mas pensa comigo: isso acabaria de vez com o tanking. Sabe aquela situação chata de time claramente perdendo de propósito no final da temporada? Era pra ser coisa do passado.

    Outro ponto interessante é que a loteria passaria de 14 pra 16 times. Os dois perdedores do play-in entre 7º e 8º colocados entrariam na brincadeira com 2,7% de chance cada — uma bolinha só, mas pelo menos teriam uma oportunidade.

    O que isso muda na prática

    Sinceramente? Acho genial. Lembra do Dallas Mavericks ano passado? Eles tinham só a 11ª melhor chance na loteria e mesmo assim pescaram o Cooper Flagg na primeira escolha. O cara virou Rookie of the Year! Isso só prova que talento pode vir de qualquer lugar.

    Compare com os Wizards, Pacers e Nets deste ano — cada um com 14% de chance de pegar a primeira escolha. No sistema novo, essa probabilidade cairia pra 5,4%. É uma diferença absurda.

    A votação pode rolar já no dia 28 de maio, bem depois da loteria deste ano que acontece dia 10. E vocês, o que acham? Será que essa mudança vai mesmo acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de continuar perdendo de propósito?

    Na minha opinião, qualquer coisa que torne a liga mais competitiva é bem-vinda. Ver time claramente jogando pra perder no final da temporada é deprimente pra qualquer fã de basquete.

  • NBA quer acabar com o tanking: novo sistema ‘3-2-1’ chega em 2027

    NBA quer acabar com o tanking: novo sistema ‘3-2-1’ chega em 2027

    Galera, a NBA finalmente está tomando uma atitude sobre o maior problema da liga: o tanking descarado. E olha, eu achava que eles nunca iam ter coragem de mexer nisso de verdade.

    A proposta que tá na mesa é chamada de sistema “3-2-1” e, sinceramente, é bem mais radical do que eu esperava. Se for aprovada, entra em vigor no Draft de 2027 e vai mudar completamente a forma como os times pensam sobre perder de propósito.

    Como funciona essa parada toda?

    A ideia é aumentar o número de times na loteria de 14 para 16. Além dos 10 times que ficam fora dos playoffs, agora entram também os 9º e 10º colocados de cada conferência e quem perder no Play-In entre 7º e 8º lugar.

    Mas aqui vem o golpe: os três piores times da liga vão para uma “zona de rebaixamento” e ganham apenas 2 bolinhas cada um na loteria. Isso significa que suas chances de pegar a 1ª escolha caem de 14% para 5,4%. É uma queda brutal, cara.

    Os outros sete times que ficam fora dos playoffs ganham 3 bolinhas. O 9º e 10º lugares ficam com 2, e quem perde no Play-In entre 7º e 8º ganha 1. No total, são 37 bolinhas divididas entre 16 times.

    Quem sai ganhando e quem se ferra?

    Os times que mais se beneficiam são justamente aqueles que tentam competir mas não conseguem chegar nos playoffs. O 10º colocado, por exemplo, vê suas chances subir de 3% para 8,1% — um salto de mais de 5%!

    Já os três piores times? Se ferram bonito. E tem mais: eles podem cair até a 12ª posição no draft. Imagina você perdendo de propósito o ano todo e acabar com a 12ª escolha? Vai doer.

    Na minha opinião, isso é exatamente o que a liga precisava. Quantas vezes a gente viu times como os Pistons fazendo aquelas temporadas horríveis só pra tentar pegar um prospect top? É ridículo.

    Adam Silver não tá brincando

    Além de tudo isso, tem umas regras que mostram que o comissário tá com sangue no olho. Nenhum time pode ganhar a 1ª escolha em anos consecutivos, nem ficar no top 5 por três anos seguidos.

    E o mais pesado: o Adam Silver vai ter poder para punir tanking diretamente, podendo mexer nas chances do time na loteria ou até alterar sua posição no draft. Cara, isso é coisa séria.

    Vocês acham que isso vai realmente acabar com o tanking? Eu tenho minhas dúvidas. Time desesperado sempre dá um jeito, mas pelo menos agora vai ficar bem mais arriscado apostar todas as fichas em perder.

    O que me preocupa é se isso não vai acabar criando uma zona cinzenta perigosa, onde times mediocres ficam eternamente mediocres porque não conseguem nem tankar direito nem competir de verdade. Mas enfim, alguma coisa tinha que ser feita.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança? Vocês acreditam que vai funcionar ou os times vão encontrar outros jeitos de furar o sistema?

  • NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    NBA quer acabar com tanking: vem aí a loteria ‘3-2-1’

    Gente, a NBA finalmente decidiu meter o pé na porta do tanking. E quando eu digo meter o pé, é METER MESMO. O comissário Adam Silver apresentou pros GMs uma reforma completa do Draft que promete virar o jogo de cabeça pra baixo — literalmente punindo quem resolve fazer corpo mole na temporada.

    A nova regra se chama “3-2-1 lottery” e, sinceramente, é mais complexa que jogada do Popovich nos playoffs. Mas vou explicar de um jeito que até minha vó entenderia.

    Como funciona essa bagunça toda

    Primeiro, eles vão expandir a loteria de 14 pra 16 times. Mas aqui vem o plot twist que vai fazer muito GM suar frio: os três piores times da liga vão ser PUNIDOS. Isso mesmo, punidos por serem ruins demais.

    Os times que ficarem em 4º ao 10º pior lugar vão ganhar três bolinhas na loteria cada um — que é o máximo possível. Já os três lanternas? Só duas bolinhas. E tem mais: eles são garantidos de pegar no máximo a 12ª escolha, mas os outros 13 times da loteria podem cair até a 16ª posição.

    Ou seja, se você resolver fazer tanking descarado, pode acabar pegando uma pick pior que um time que pelo menos tentou competir. É genial, na minha opinião.

    As regras anti-sorte também mudaram

    Mas a coisa não para por aí. Eles também criaram umas travas pra evitar que algum time vire “filho da sorte” da loteria:

    – Acabou a possibilidade de ganhar a 1ª pick em anos consecutivos
    – Proibiram também ganhar três picks do top-5 seguidas
    – E eliminaram algumas proteções de picks que existiam antes

    Cara, eu tô achando isso ABSURDO. No bom sentido. Quantas vezes a gente não viu time claramente fazendo corpo mole nas últimas semanas pra garantir uma posição pior? Lembra dos Sixers na era “Trust the Process”? Pois é.

    Silver não tá brincando em serviço

    O Adam Silver foi bem claro: tanking é a prioridade número um dele agora. E olha a declaração do cara: “Nós vamos resolver isso. Ponto final.” Sem papas na língua.

    A votação dos donos de time acontece dia 28 de maio, e se passar (que parece que vai), entra em vigor a partir do Draft de 2027. Tem também uma cláusula que faz a regra valer até 2029 — coincidindo com o fim do acordo coletivo atual.

    E aí, vocês acham que isso vai funcionar mesmo? Na minha visão, alguns times ainda vão tentar dar uma de espertos, mas pelo menos agora o risco é real. Imagina você fazer tanking a temporada toda e acabar pegando a 16ª escolha? Seria um vexame histórico.

    A NBA tá mandando um recado claro: quer competir de verdade ou vai ficar em casa assistindo os outros jogarem basquete bonito. E sinceramente? Era hora.

  • Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Draft da NBA 2026 tem menor número de calouros desde 2003

    Olha só que situação interessante está rolando na NCAA. O Draft da NBA de 2026 registrou apenas 71 jogadores universitários se declarando elegíveis – o menor número desde 2003. Cara, isso é MUITO baixo considerando que no ano passado foram 106 e em 2021 chegou ao pico absurdo de 363 caras.

    E o motivo? Dinheiro, meu amigo. Puro e simples dinheiro.

    NIL mudou o jogo completamente

    Com o NIL (Name, Image, Likeness) liberado, os universitários agora podem faturar uma grana considerável sem precisar correr pro draft. Alguns programas estão gastando mais de 20 milhões de dólares só na montagem do elenco. É coisa de maluco!

    Na minha visão, isso tá criando uma nova dinâmica no basquete universitário. Os calouros que antes saíam correndo pra NBA agora pensam duas vezes. Por que se arriscar sendo escolhido lá na segunda rodada quando você pode ficar mais um ano, se desenvolver E ainda por cima ganhar uma grana no college?

    Os grandes nomes que quase não se declararam

    Vários prospects de primeira linha esperaram até os últimos dias pra se declarar, incluindo Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e AJ Dybantsa (BYU). Todos cotados como possíveis primeiras escolhas gerais, mas mesmo assim hesitaram.

    O mais interessante é o caso do Alijah Arenas, filho do Gilbert Arenas (lembram dele?). O garoto se declarou, mas logo depois voltou atrás e vai ficar mais um ano em USC. Ele tava se recuperando de uma lesão no joelho depois de um acidente de carro – situação complicada pra qualquer jovem.

    Sinceramente, acho que essa mudança é boa pro desenvolvimento dos jogadores. Quantos caras a gente não viu se queimar saindo muito cedo? Agora eles podem amadurecer mais no college sem perder dinheiro. É uma situação win-win.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu tô curioso pra ver como isso vai afetar o nível da NBA nos próximos anos.

  • NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    Galera, parece que a NBA tá mesmo decidida a mexer no Draft Lottery de uma vez por todas. E olha, a proposta que tá ganhando força é bem maluca: 18 times na loteria em vez dos atuais 14, com as chances muito mais equilibradas.

    Segundo o que tá rolando nos bastidores, a ideia que mais tá pegando é essa: os 10 piores times da liga teriam 8% de chance cada um de pegar a primeira escolha. Os outros 8 times dividiriam os 20% restantes. Sinceramente? Acho meio bizarro.

    O que muda na prática

    Se isso for aprovado (e só vai rolar se o Board of Governors votar a favor mês que vem), não são só os times do play-in que vão pra loteria. Os 4 times com pior campanha que chegaram aos playoffs mas perderam na primeira rodada também entram na brincadeira.

    Imaginem se isso existisse essa temporada — Raptors e talvez até o Phoenix estariam na loteria! E aí? Vocês acham justo um time que chegou aos playoffs ganhar a primeira escolha do Draft?

    Na minha visão, isso vai gerar uma polêmica monstro no primeiro ano que acontecer. Porque vai acontecer, né? Com a sorte que a NBA tem pra essas coisas…

    Menos tanking, mais problemas?

    A lógica do Adam Silver é simples: se todo mundo tem chance parecida, ninguém vai querer perder de propósito. E até faz sentido — dar 8% igual pra todos os 10 piores diminui o incentivo de correr atrás do pior recorde da liga.

    Mas olha só que paradoxo absurdo: nos anos que aparecer um Wembanyama ou Cooper Flagg da vida, os times vão tankar do mesmo jeito pra garantir que ficam no bottom-10. E nos anos de Draft fraco (como deve ser o próximo), o Silver vai sair por aí falando que a solução dele funcionou perfeitamente.

    Cara, eu entendo a intenção, mas tô com os GMs que falaram pros caras do The Athletic: isso pode criar problemas novos que vão ter que resolver depois. O Draft existe justamente pra ajudar os times ruins a ficarem bons — é assim no futebol americano, hockey, baseball. Por que no basquete tem que ser complicado?

    Lembram do que rolou com Dallas? 11 times tinham recorde pior que eles, mas os caras ganharam na loteria com 1,8% de chance e pegaram o Cooper Flagg. Como isso ajuda um time que tá realmente sofrendo há anos?

    O que vocês acham dessa mudança? Comentem aí — na boa, tô curioso pra saber se eu tô sendo muito conservador ou se essa história de 18 times na loteria é furada mesmo.

  • Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Cooper Flagg leva o prêmio de Calouro do Ano da NBA!

    Gente, era meio óbvio que ia dar Cooper Flagg, né? O garoto simplesmente destruiu na temporada de estreia e levou o prêmio de Rookie of the Year da NBA 2025-26, deixando o ex-companheiro de Duke, Kon Knueppel, na segunda colocação.

    Flagg recebeu 56 votos de primeiro lugar contra 44 do Knueppel — uma disputa bem acirrada, mas no final das contas a escolha número 1 do draft mostrou por que foi a primeira pick.

    Os números não mentem

    Olha só os números do moleque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 33.5 minutos por jogo ao longo de 70 partidas pelo Dallas Mavericks. Absurdo, né?

    E o mais impressionante é que ele conseguiu isso jogando ao lado do Luka Dončić — não é fácil brilhar quando você tem um dos melhores do mundo no seu time. Mas o Flagg se adaptou rapidinho e mostrou que veio pra ficar.

    Sinceramente, eu esperava números bons dele, mas 21 pontos de média na primeira temporada? Isso aí é coisa de craque mesmo. O último rookie que fez algo parecido foi… cara, nem lembro. Tem que voltar alguns anos.

    Knueppel também arrebentou

    Agora, vamos falar do Knueppel porque o cara também teve uma temporada monstruosa. 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências em 81 jogos pelo Charlotte Hornets.

    Mas o que mais impressiona é a eficiência dele do perímetro: 42.5% em 642 tentativas de três pontos, convertendo 273 bolas — um RECORDE para rookies. Monstro!

    Vocês acham que se ele tivesse caído num time melhor teria levado o prêmio? Porque olha, jogar em Charlotte não é moleza… O time não ajuda muito mesmo.

    O futuro está garantido

    “Essa é uma honra verdadeiramente especial”, disse Flagg após receber o prêmio. “Sou grato por receber esse reconhecimento e agradeço a todos na organização do Dallas Mavericks que acreditaram em mim desde o primeiro dia.”

    O cara ainda completou dizendo que nada disso aconteceria sem os companheiros de equipe e técnicos — classe pura. Gosto de ver essa humildade.

    VJ Edgecombe ficou em terceiro na votação, mas sinceramente, essa disputa foi mesmo entre os dois ex-Blue Devils.

    E aí, pessoal, vocês concordam com a escolha? Na minha opinião foi a decisão certa — Flagg teve mais impacto no time e ajudou Dallas a brigar por playoffs. Knueppel teve números incríveis, mas no final das contas o Flagg foi mais completo.