O Draft Combine da NBA tá rolando em Chicago e já tem gente subindo e descendo no radar dos olheiros. E cara, que diferença alguns centímetros fazem na vida de um jogador, né?
O grande vencedor dos primeiros dias foi Darius Acuff Jr., do Arkansas. O cara tinha uma interrogação gigante sobre a altura dele, e olha só — mediu 1,88m descalço com envergadura de 2,01m. Pode não parecer muito, mas pra um armador isso é ouro puro. Na minha opinião, ele acabou de garantir que vai ser o primeiro armador “de verdade” a sair no draft.
A decepção de Koa Peat
Agora, quem não teve um dia dos melhores foi Koa Peat, do Arizona. O garoto acertou apenas 6 de 25 tentativas na prova de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, gente. Pra um cara que quer jogar na NBA moderna, onde todo mundo tem que saber atirar de longe, isso aí é preocupante.
Enquanto isso, Alex Karaban do UConn foi um dos destaques positivos nos testes de arremesso. O timing é tudo na vida, né? Alguns caras conseguem mostrar o melhor nos momentos que mais importam.
Michigan pode ter três na primeira rodada
E os campeões do March Madness? O Michigan pode ter três jogadores na primeira rodada do draft. Aday Mara, Yaxel Lendeborg e Morez Johnson Jr. estão todos cotados. Johnson é quem mais me impressiona — tem o tamanho perfeito pra jogar qualquer posição de ala na NBA. O cara consegue abusar de defesas menores no ataque e ainda tem mobilidade pra marcar na linha dos três pontos.
Sinceramente? Acho que ganhar o título universitário deu uma moral absurda pra esses garotos do Michigan. Mara especialmente vem numa crescente desde o torneio.
Uma coisa que me chamou atenção foi o caso de Kingston Flemings, do Houston. O menino tem apenas 1,93m de envergadura sendo que mede 1,89m de altura. Isso é bem limitado pra NBA, mas o cara conseguiu roubar 1,5 bolas por jogo na temporada. Como ele fazia isso com braços tão curtos? Deve ser pura inteligência de jogo.
E aí, pessoal — vocês acham que essas medições realmente importam tanto assim ou é mais hype? Eu sempre fico dividido entre os números físicos e o que o jogador realmente produz em quadra. O que vocês pensam?

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