Tag: Draft Combine

  • Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Cara, acabou o Combine da NBA e já dá pra sentir o cheiro de mudança no ar. Alguns caras se transformaram em monstros durante essa semana em Chicago, enquanto outros… bem, vamos dizer que criaram mais dúvidas do que respostas. E olha que ainda tem até 27 de maio pra galera decidir se fica no Draft ou volta pra faculdade.

    Vou ser sincero: sempre fico hypado com essa época. É quando descobrimos quem realmente tem o que é preciso pra NBA e quem tava só se iludindo. Vamos aos fatos!

    Os que bombaram no Combine

    Cameron Carr (Baylor) – Mano, esse garoto simplesmente destruiu Chicago. Estava fora da loteria antes do Combine, mas agora? Pode entrar no top 14 fácil. 1,95m com envergadura de 2,16m e um salto vertical de 42.5 polegadas. Isso é coisa de cartoon!

    Mas o mais absurdo foi no scrimmage: 30 pontos, 6 bolas de três e 7 rebotes. TRINTA PONTOS num scrimmage de Draft. Eu tô começando a acreditar nesse moleque. Se cair numa situação boa, pode ser uma pechincha no fantasy.

    Aday Mara (Michigan) – 2,21m descalço com envergadura de 2,28m. O alcance de pé dele (2,98m) é o SEGUNDO MAIOR da história do Combine. Segundo maior, pessoal! Óbvio que é lerdo nos testes de velocidade, mas surpreendeu na agilidade.

    Pra mim, esse cara é um Zach Edey ou Donovan Clingan da vida. Vai tocar bloco e pegar rebote que é uma beleza. E ainda tem uns flashes de passe estilo Marc Gasol. Mesmo sem jogar o scrimmage, já tá sendo cotado pro top 10.

    As surpresas que ninguém esperava

    Morez Johnson Jr. (Michigan) – Salto de 39 polegadas, segundo melhor tempo na agilidade E ainda acertou 17 de 25 bolas de três no treino de arremesso. Dezessete de vinte e cinco! Sendo que na temporada ele só acertava 34% com volume baixíssimo.

    Sinceramente, não esperava isso dele. O Yahoo Sports já tem ele mockado pro OKC na 17ª posição, o que seria perfeito pro fantasy. Thunder sabe desenvolver talento como ninguém.

    Tarris Reed Jr. (UConn) – Segundo mais pesado entre os pivôs, mas terminou em segundo lugar no teste de agilidade. Pés rápidos + 2,08m + envergadura de 2,24m = receita pra switchear na defesa.

    Jogou bem nos dois scrimmages: 9 pontos e 5 rebotes num dia, 17 pontos, 5 rebotes e 2 tocos no outro. Pode ser chamado no final da primeira rodada e virar um sleeper interessante pro dynasty.

    E vocês, acham que algum desses caras vai surpreender na NBA? Eu tô de olho especialmente no Carr – acho que pode ser o steal do Draft se cair no time certo.

  • Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Cara, acabou o Combine da NBA 2026 em Chicago e as fofocas estão fervendo! Não é só sobre quem pulou mais alto ou quem arremessou melhor — é sobre os bastidores, as conversas de corredor, os GMs sussurrando estratégias. E olha, tem coisa interessante rolando.

    Top 4 praticamente definido (ou não?)

    Todo mundo já sabe que AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson vão sair nas primeiras quatro picks. Washington, Utah, Memphis e Chicago vão escolher entre esses monstros. Mas a ordem? Aí já é outra história. E sinceramente, eu tô começando a ouvir uns rumores de que nem tudo tá tão certo quanto parecia.

    O negócio é que o draft mesmo começa depois desses quatro saírem. E é aí que a coisa fica interessante.

    Quatro armadores seguidos? Duvido muito

    No papel, faz sentido: Clippers (5), Nets (6), Kings (7) e Hawks (8) todos precisam de armador. E tem Darius Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown disponíveis. Parece perfeito, né?

    Mas os scouts que eu conversei estão céticos. Quatro armadores seguidos? Meio forçado. O único time que NÃO precisa de armador no top 8 é justamente o Clippers — eles pegaram o Darius Garland no trade deadline. Irônico, não?

    E é justamente aí que pode rolar uma movimentação. Os Clippers podem querer trocar essa pick. Faz sentido: pra que pegar um armador se você já tem o Garland? Melhor transformar essa escolha em múltiplos assets, seja trocando pra baixo e ganhando outra pick, seja vendendo por picks futuras.

    Michigan subindo no conceito

    Se alguém vai quebrar essa sequência de armadores, pode ser o Aday Mara, de Michigan. O cara tem 2,13m, protege o garrafão como poucos, é mais móvel do que deveria ser pra esse tamanho e ainda passa a bola bem. Tipo um pivô europeu clássico, sabe?

    Brayden Burries (Arizona) também tá na conversa, assim como Nate Ament (Tennessee) — embora sobre o Ament ainda tem muito debate.

    Mas o Mara… cara, ele encaixa em qualquer time. Clippers e Kings especialmente poderiam usar um cara assim. A questão é: alguém vai ter coragem de pegar ele no 5 ou 7? Não sei, mas já não é mais loucura como era há algumas semanas.

    O que vocês acham? Rola mesmo um trade no top 10? E esse trio de Michigan pode mesmo furar a zona da loteria? A temporada ainda nem acabou direito e já tô ansioso pro draft!

  • Draft 2026: os 22 caras que ainda não sabem se viram pros ou voltam pra faculdade

    Draft 2026: os 22 caras que ainda não sabem se viram pros ou voltam pra faculdade

    Gente, vocês sabiam que uma das coisas mais interessantes do Draft da NBA 2026 não são os caras que vão ser escolhidos, mas sim aqueles que ainda tão em dúvida se viram profissionais ou voltam pra NCAA?

    É isso mesmo. Só 71 jogadores se declararam candidatos este ano – bem menos que o normal. Desses, 42 receberam convite pro combine em Chicago, aquela peneira monstro onde os caras mostram o que sabem fazer. E agora? Agora é aquela pressão absurda: escuto os empresários e viro pro, ou volto pra faculdade mais um ano?

    As decisões mais tensas do combine

    Olha, eu acompanho Draft há anos e posso falar: essa decisão é de arrancar os cabelos. Imagina você sendo Dailyn Swain, do Texas. O cara tem 1,98m, envergadura de 2,08m, tá rankeado em 19º lugar… e disse pros repórteres que tá “com os dois pés” na ideia de virar pro. Tanto que nem participou do segundo dia de scrimmages!

    Mas aí tem o Morez Johnson Jr., de Michigan, que acabou de ser campeão da NCAA. Cara com 2,06m de altura e absurdos 2,20m de envergadura (+7 centímetros!). E sabe o que ele disse? “Pra ser sincero, nem conversei com meus empresários sobre isso ainda.” Imagina a tensão!

    O mais louco é que alguns nomes que todo mundo achava que iam pro Draft simplesmente… não entraram. Thomas Haugh (Florida), Braylon Mullins (UConn), Patrick Ngongba II (Duke) – todos considerados possíveis primeira rodada, mas decidiram nem testar as águas.

    O deadline que decide tudo

    A parada é a seguinte: esses caras têm até 27 de maio, 23h59, pra decidir. Ou mantêm a elegibilidade universitária, ou partem pro abraço profissional. Sem volta.

    Christian Anderson Jr., do Texas Tech, disse que tá “100% investido no Draft”, mas não fechou completamente a porta pra voltar. Cara, eu entendo a pressão. Você tem 20 anos, uma janela que pode não se repetir… mas e se não der certo?

    E tem histórias curiosas, como a do alemão Jack Kayil, que nem tava no combine porque tá jogando na Sérvia, mas já bateu o martelo: vai ficar no Draft e tchau, Gonzaga.

    Sinceramente, acho que essa geração tá mais cautelosa que as anteriores. Talvez seja pela economia, talvez pelo NIL (Name, Image, Likeness) que permite os caras ganharem uma grana boa ainda na faculdade. Ou talvez eles tão simplesmente sendo mais espertos.

    E vocês, o que acham? Se fossem esses jogadores, iam pro Draft ou voltavam pra faculdade? Eu, no lugar do Morez Johnson, acho que testaria. Campeão da NCAA aos 20 anos, com aquela envergadura absurda… mas cada caso é um caso, né?

  • Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Draft Combine: os quatro caras que o Nets pode pegar na 6ª escolha

    Cara, vou ser sincero: é difícil escrever sobre Draft quando o Nets acabou de tomar uma surra histórica no último jogo. Mas a vida segue, e o time tem a 6ª escolha geral no draft — depois de cair três posições na loteria. Não é o ideal, mas pelo menos é pick de loteria.

    O pior? Com os Rockets tendo direito de troca na primeira escolha do ano que vem, provavelmente só vamos ver outro pick top 3 daqui a dois anos. Mas enfim, vamos focar no que temos.

    Os quatro nomes na mira

    O NBA Draft Combine tá rolando, e quatro caras aparecem consistentemente nos mocks para a faixa do Nets: Darius Acuff Jr., Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown Jr. Cada um com seu perfil, mas todos interessantes.

    Nas medições antropométricas, Wagler lidera em altura (1,96m com tênis), enquanto Brown Jr. se destaca no alcance em pé (2,54m). O que me chamou atenção foi o wingspan do Acuff Jr. — mesmo sendo o mais baixo (1,88m), tem uma envergadura de 2,01m que compensa bem.

    Lembram que o Nets priorizou tamanho posicional nas escolhas do ano passado? Então, Brown Jr. e Wagler fazem mais sentido nessa filosofia. Mas athleticism também conta, né?

    Quem se destacou nos testes físicos

    Olha, o Flemings foi o grande destaque nos testes de agilidade e salto. O moleque tem um salto vertical máximo de 1,03m — isso é absurdo! Nos testes de velocidade também se saiu bem, junto com o Acuff Jr.

    É interessante ver como cada um se posiciona. O Acuff Jr., por exemplo, não tem papas na língua: se vê como “definitivamente um armador superstar”. Gosto da confiança, mas NBA é outro nível, né?

    Já o Brown Jr. disse que jogar pelo Nets seria “uma grande oportunidade”. Diplomático, mas demonstra interesse genuíno. O Wagler vai se reunir com a organização na quinta-feira — sempre um bom sinal quando o time quer ver o cara de perto.

    E agora, qual faz mais sentido?

    Na minha visão, cada um traz algo diferente. O Flemings tem essa explosão atlética que pode compensar a altura menor. O Wagler e Brown Jr. têm o tamanho que a franquia valoriza. E o Acuff Jr.? Tem a mentalidade e o wingspan interessante.

    Sinceramente, acho que o Nets vai pelo tamanho. Depois da temporada que tivemos, precisamos de fundamentos sólidos antes de apostar em potencial puro. Mas quem vocês acham que faria mais sentido na 6ª posição?

    Uma coisa é certa: com Aday Mara (pivô espanhol de 2,13m) e Zuby Ejifor também na lista de encontros, a diretoria tá fazendo o dever de casa. Vamos ver se conseguem acertar dessa vez.

  • Dailyn Swain se mantém no Draft 2026 e vai testar a sorte na NBA

    Dailyn Swain se mantém no Draft 2026 e vai testar a sorte na NBA

    Olha, eu não vou mentir: quando vi que o Dailyn Swain decidiu ficar no Draft de 2026, pensei “cara, esse moleque tem coragem”. O ala do Texas falou pra ESPN que tá “com os dois pés dentro” da decisão, e isso foi durante o Combine em Chicago.

    Sinceramente? Entendo a decisão dele. O cara tem 2,01m e 96kg – um porte interessante para a posição. Nos testes atléticos, mandou bem no salto vertical máximo e na corrida de três quartos da quadra. Mas aí que tá… a envergadura e alguns outros números não impressionaram tanto.

    O arremesso que divide opiniões

    E aqui mora o problema: o arremesso do Swain tá gerando polêmica. Tem uns scouts falando que a mecânica dele é meio travada, que ele abaixa demais a bola quando pega a posse. Vi uns vídeos dele no Combine e… bom, não é o arremesso mais bonito que já vi na vida.

    Mas ó, o moleque sabe partir pro garrafão como poucos. Como finalizador, ele é monstro. No primeiro jogo do Combine, fez 8 pontos (3/8 nos arremessos), pegou 5 rebotes, deu 2 assistências e roubou 2 bolas. Não foi espetacular, mas mostrou que pode jogar.

    Projeção e o que esperar

    A ESPN projeta ele como uma escolha do fim da primeira rodada. Olha, sendo bem honesto, acho que pode até dar certo. O cara tem 21 anos, ainda dá pra trabalhar esse arremesso. E se algum time conseguir lapidar essa mecânica…

    Pra quem torce pro Texas, a decisão do Swain pelo menos dá uma tranquilizada pro Sean Miller. O técnico pode focar em fechar o resto do elenco para 2026-27 sem ficar se perguntando se o cara vai ou não fica.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão da NBA com esse arremesso ainda cru? Eu tenho minhas dúvidas, mas já vi caras com mecânicas piores darem certo por lá.

  • Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    Acuff Jr. impressiona no Combine, mas Peat decepciona nos arremessos

    O Draft Combine da NBA tá rolando em Chicago e já tem gente subindo e descendo no radar dos olheiros. E cara, que diferença alguns centímetros fazem na vida de um jogador, né?

    O grande vencedor dos primeiros dias foi Darius Acuff Jr., do Arkansas. O cara tinha uma interrogação gigante sobre a altura dele, e olha só — mediu 1,88m descalço com envergadura de 2,01m. Pode não parecer muito, mas pra um armador isso é ouro puro. Na minha opinião, ele acabou de garantir que vai ser o primeiro armador “de verdade” a sair no draft.

    A decepção de Koa Peat

    Agora, quem não teve um dia dos melhores foi Koa Peat, do Arizona. O garoto acertou apenas 6 de 25 tentativas na prova de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, gente. Pra um cara que quer jogar na NBA moderna, onde todo mundo tem que saber atirar de longe, isso aí é preocupante.

    Enquanto isso, Alex Karaban do UConn foi um dos destaques positivos nos testes de arremesso. O timing é tudo na vida, né? Alguns caras conseguem mostrar o melhor nos momentos que mais importam.

    Michigan pode ter três na primeira rodada

    E os campeões do March Madness? O Michigan pode ter três jogadores na primeira rodada do draft. Aday Mara, Yaxel Lendeborg e Morez Johnson Jr. estão todos cotados. Johnson é quem mais me impressiona — tem o tamanho perfeito pra jogar qualquer posição de ala na NBA. O cara consegue abusar de defesas menores no ataque e ainda tem mobilidade pra marcar na linha dos três pontos.

    Sinceramente? Acho que ganhar o título universitário deu uma moral absurda pra esses garotos do Michigan. Mara especialmente vem numa crescente desde o torneio.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o caso de Kingston Flemings, do Houston. O menino tem apenas 1,93m de envergadura sendo que mede 1,89m de altura. Isso é bem limitado pra NBA, mas o cara conseguiu roubar 1,5 bolas por jogo na temporada. Como ele fazia isso com braços tão curtos? Deve ser pura inteligência de jogo.

    E aí, pessoal — vocês acham que essas medições realmente importam tanto assim ou é mais hype? Eu sempre fico dividido entre os números físicos e o que o jogador realmente produz em quadra. O que vocês pensam?

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.

  • Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Olha só, enquanto todo mundo está vidrado no sorteio da loteria do Draft da NBA no domingo, os caras que vão realmente fazer a festa começam suas avaliações oficiais como prospectos da liga nos próximos dias. E tudo vai rolar em Chicago a partir de domingo mesmo.

    O Draft Combine da NBA vai acontecer de 10 a 17 de maio na Wintrust Arena e no Marriott Marquis. Sinceramente? Essa é sempre uma das épocas mais empolgantes do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da liga.

    Os “Sete Magníficos” do Brooklyn

    A NBA convidou 73 jogadores pro evento, mas vou focar nos sete monstros que estão sendo cotados na faixa de pick do Brooklyn – que pode ser desde a primeira escolha até a sétima posição:

    AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer, Caleb Wilson, Darius Acuff Jr., Keaton Wagler e Kingston Flemmings. Cara, que geração absurda essa, não acham?

    Todos esses caras vão estar em Chicago fazendo de tudo: drills, scrimmages, medições corporais, exames médicos e entrevistas. Lembro que ano passado dois jogadores que acabaram no Brooklyn dominaram nas estatísticas físicas – Drake Powell no salto vertical e Grant Nelson na corrida, com o gigante de 2,13m até quebrando o recorde do combine.

    A magia dos “Agent Days”

    Além do combine oficial, no final da semana que vem os agentes vão organizar os famosos “agent days” onde os clientes deles fazem mais drills. Foi num desses eventos ano passado que Egor Demin simplesmente explodiu depois de acertar 16 cestas de três consecutivas em 35 segundos. Absurdo demais!

    E vocês acham que algum desses prospects vai conseguir uma performance parecida esse ano?

    Segundas escolhas também importam

    O Brooklyn também tem duas picks de segunda rodada – a própria (33ª) e a do Los Angeles Clippers (43ª), que veio na troca do Mikal Bridges. Com essas escolhas bem depois da loteria, o leque de opções fica bem mais amplo.

    Pra pick 33, os mocks estão projetando nomes como Luigi Suigo (pivô de 2,18m), Joshua Jefferson do Iowa State, Tounde Yessoufou de Baylor e Tyler Tanner de Vanderbilt. Já pra 43ª posição, aparecem Malachi Moreno de Kentucky, Trevon Brazile do Arkansas e outros caras interessantes.

    Mas né, tudo isso pode mudar completamente depois que soubermos quem pega qual posição no sorteio de domingo. Na minha opinião, essa é uma das classes de Draft mais imprevisíveis dos últimos anos – e isso deixa tudo ainda mais emocionante pra nós que acompanhamos cada detalhe dessa maluquice toda.

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.