Tag: NBA rookies

  • Harper entra pro clube do Magic Johnson – e olha que é só rookie!

    Harper entra pro clube do Magic Johnson – e olha que é só rookie!

    Gente, vocês viram o que o Dylan Harper tá fazendo nos playoffs? O garoto simplesmente entrou numa lista que só tem ele e o lendário Magic Johnson desde 1980. Isso mesmo – 44 anos depois!

    Na derrota dos Spurs por 105-95 pro Knicks no Jogo 1 das Finais, Harper saiu do banco e mostrou por que foi a segunda escolha geral do Draft 2025. Em 28 minutos, fez 16 pontos (6/10 nos arremessos) e pegou 8 rebotes. Nada mal pra um calouro jogando sua primeira Final da NBA, né?

    O feito histórico que deixou todo mundo de queixo caído

    Segundo o StatMuse, Harper se tornou o primeiro rookie da Conferência Oeste desde Magic Johnson em 1980 a conseguir pelo menos 250 pontos e 100 rebotes numa única campanha de playoffs. Cara, isso é ABSURDO!

    Claro que Magic era outro nível – o cara já chegou na NBA parecendo um Hall da Fama garantido. E todos nós sabemos da lenda: quando Kareem se machucou nas Finais de 1980, Magic jogou de pivô no Jogo 6 decisivo e fez 42 pontos e 15 rebotes pra conquistar o título. Uma das maiores performances da história!

    Harper ainda não teve esse momento mágico (sem trocadilho) pelos Spurs, mas sinceramente? Ele pode precisar aparecer muito em breve.

    Hora de assumir o protagonismo?

    Com De’Aaron Fox completamente perdido (7 pontos, 3/14 nos arremessos), Harper pode ser a chave pros Spurs reagirem nessa série. O garoto tem mostrado que pressão não existe no vocabulário dele.

    E aí, vocês acham que ele consegue levar San Antonio longe nessas Finais? Uma coisa eu sei: estar no mesmo patamar que Magic Johnson aos 19 anos não é pra qualquer um. O moleque é especial mesmo.

    Os Spurs precisam urgentemente do Jogo 2 – e Harper pode ser exatamente o sexto homem que vai fazer a diferença. Afinal, não é todo dia que você vê um rookie fazendo história numa Final da NBA!

  • Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu não acreditava muito no Baylor Scheierman no começo da temporada. E não era nem descrença, sabe? Era mais uma questão de não saber onde enfiar o cara.

    Com a maioria dos jogadores, mesmo os imperfeitos, seu cérebro consegue colar uma etiqueta rapidinho. Jordan Walsh é aquela ala caótica e comprida. Hugo González é pura energia defensiva. Sam Hauser é o cara dos arremessos de 3. Mas o Baylor? Cara, o cara não me dava essa facilidade.

    A evolução que ninguém viu chegando

    Scheierman chegou na temporada com aquele brilho da Summer League, um cabelo despenteado que gerou muito hate nas redes sociais, e um jogo que mudava de forma dependendo da posse de bola. Às vezes parecia um arremessador. Outras vezes, um stopper defensivo. Na maioria do tempo, parecia alguém que tinha sido jogado num jogo da NBA depois de passar a tarde jogando no campinho da esquina.

    Mas sabe o que aconteceu? No final da temporada, essa falta de um rótulo limpo parou de ser um problema e virou justamente o ponto forte dele.

    Os números da temporada não são de outro mundo: 5.5 pontos, 3.5 rebotes e 1.5 assistências em 18.6 minutos por jogo. Mas a evolução conta a história real.

    Como rookie na temporada 24-25, ele converteu 35.5% dos arremessos de quadra e apenas 31.7% das bolas de três. Nesta temporada? Saltou para 45.3% e 39.9%, respectivamente. O true shooting dele subiu de 49.0 para 61.6. Os minutos foram de 12.4 para 18.6 por jogo.

    O crescimento constante que impressiona

    A melhora não chegou de uma vez só, foi mais como uma torneira pingando ao longo da temporada. 10 pontos e 13 rebotes barulhentos contra os Knicks em 8 de fevereiro (desculpa por ter que mencionar esses caras). Outro double-double com 16 pontos e 10 rebotes contra os Cavs em 8 de março. E o ponto alto: 30 pontos na última partida da temporada regular numa vitória gostosa do banco contra o Magic.

    Na entrevista de saída, Scheierman descreveu sua temporada como “um nível constante de crescimento durante todo o ano”. Parece chato? Talvez. Mas é provavelmente a maneira mais precisa de descrever o que realmente aconteceu.

    O cara simplesmente foi ficando mais confortável até os Celtics estarem usando ele em jogos importantes e ninguém mais questionando. E isso importa porque o jogo do Scheierman pode ser meio arriscado – ele joga com uma confiança que às vezes chega antes da justificativa. Eu respeito. Eu temo. Entendo por que o Joe Mazzulla às vezes parece estar fazendo conta de dividir na cabeça antes de colocar o Baylor em quadra.

    Confiança conquistada na marra

    O engraçado é que os Celtics começaram a confiar nele também. Depois que Scheierman fraturou o polegar, toda a sua comemoração se resumia a um bom e velho joinha. Olhando pra trás, tem algo perfeito nisso. A temporada do Baylor não foi especialmente barulhenta. Não foi suave o suficiente para ser entediante nem explosiva o suficiente para ser óbvia.

    Simplesmente continuou mandando um joinha até você finalmente ter que reconhecer que a jogada estava funcionando.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse crescimento na próxima temporada? Sinceramente, acho que o cara encontrou seu lugar no time. Não como uma estrela, mas como aquela peça útil que todo time campeão precisa ter.

  • VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    Cara, eu já falei aqui no site que o VJ Edgecombe ia ser especial, mas sinceramente? Nem eu esperava que ele fosse arrasar tanto logo na primeira temporada. O moleque acabou de ser nomeado para o All-Rookie First Team da NBA e olha… mereceu demais.

    A liga anunciou na quarta-feira que o armador do Philadelphia 76ers está entre os cinco melhores rookies da temporada 2025-26, junto com Cedric Coward (Memphis), Cooper Flagg (Dallas), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). E o mais impressionante? Edgecombe recebeu TODOS os 100 votos para o First Team. Zero votos para o Second Team. Isso é unanimidade, galera.

    Uma estreia de cinema no primeiro jogo

    Vocês lembram da estreia dele? 34 pontos contra o Boston Celtics no primeiro jogo da temporada. Trinta e quatro! Eu tava assistindo pensando “calma aí, esse cara tem apenas 20 anos”. Claro que ele não fez isso todo jogo (né, seria meio absurdo), mas a consistência que ele mostrou durante toda a temporada foi de impressionar.

    Em 75 jogos como rookie, Edgecombe teve médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências. Números sólidos, mas o que mais me chamou atenção foi a maturidade dele nos momentos decisivos. O cara já chegou sabendo jogar clutch — coisa que muito veterano não consegue fazer direito.

    Primeira vez desde Ben Simmons

    Uma curiosidade: o último jogador do Sixers a entrar no All-Rookie First Team foi Ben Simmons lá em 2017-18. Ou seja, fazia tempo que a Filadélfia não tinha um rookie desse nível. E olha que diferença de estilos, né? Simmons com aqueles problemas de arremesso, Edgecombe já chegou metendo de três sem medo.

    O que eu acho mais legal é que Edgecombe ficou em terceiro lugar na disputa do Rookie of the Year — atrás apenas de Flagg e Knueppel, que foram os outros dois caras que também receberam votos unânimes para o First Team. Estar nesse grupo seleto aos 20 anos é coisa de monstro mesmo.

    E vocês viram a qualidade dessa classe de rookies de 2025? Tem talento que não acaba mais. Vários caras nem chegaram nos 21 anos ainda e já tão mostrando que vieram pra ficar. Isso me deixa empolgado pensando no futuro da liga.

    Enfim, parabéns pro VJ Edgecombe. Que venham mais temporadas assim — o Sixers finalmente tem uma joia nas mãos!

  • Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Thiero tem chance de ouro nos playoffs pra garantir futuro nos Lakers

    Cara, tem uma história bem legal rolando nos playoffs dos Lakers que talvez vocês não estejam prestando atenção. O Adou Thiero, rookie que mal jogou na temporada regular, tá aproveitando uma oportunidade de ouro pra mostrar serviço quando mais importa.

    A situação é a seguinte: com o Jarred Vanderbilt machucado (luxação no mindinho, que dor) e o Luka Doncic ainda fora por conta da lesão na coxa, o garoto finalmente ganhou minutos nos playoffs contra o Thunder. E olha, não tá fazendo feio não.

    O conselho do craque

    Antes de entrar em quadra no Jogo 2, o próprio Luka foi lá dar uma força pro novato. “Ele só me disse pra jogar com raça, fazer o que eu sei e não complicar”, contou Thiero. Imagina a pressão de estrear nos playoffs da NBA? Eu ficaria tremendo só de pensar.

    Mas o moleque mostrou personalidade. Em 6 minutos no segundo quarto, pegou 3 rebotes e trouxe exatamente o que o JJ Redick queria: energia e fisicalidade. Duas coisas que os Lakers tão precisando desesperadamente contra esse Thunder cascudo.

    Crescendo quando mais precisa

    A boa impressão rendeu mais minutos no Jogo 3. Thiero foi o cara que mais rebotou no time (8 em 13 minutos!), sendo 5 defensivos e 3 ofensivos. Pra um novato de 1,90m que mal tinha jogado antes, isso aí é coisa de veterano.

    “Orei por momentos assim e trabalhei por momentos assim”, disse o garoto. Sinceramente, dá até arrepio ouvir isso. É disso que a NBA é feita — dessas histórias de superação.

    Claro que ainda tá aprendendo. Tomou uma falta boba de tela móvel no terceiro quarto, deixou de arremessar em algumas jogadas… Normal, né? O cara só tinha 149 minutos na temporada regular antes dos playoffs começarem.

    O futuro dos Lakers pode estar nas mãos dele

    Aqui que fica interessante a parada. Se os Lakers querem brigar de igual pra igual com Thunder e Spurs no futuro, precisam desenvolver caras como o Thiero. Jogadores jovens, baratos, que você pode contar quando a casa cai.

    O Austin Reaves já era essa peça, mas agora tá com 27 anos, veterano de 5 temporadas e vai receber uma grana preta na offseason. O Max Christie tava virando isso também, mas foi embora na troca pelo Luka.

    Os picks de 2023 (Jalen Hood-Schifino e Maxwell Lewis) nem na NBA estão mais. É cruel esse negócio. Já o Dalton Knecht e o Bronny James só jogaram lixo time contra o Thunder.

    Por isso que essa série tá sendo um teste de fogo pro Thiero. Com 1,90m, 100kg, atletismo absurdo e essa capacidade de salto que impressiona, ele pode ser exatamente o tipo de jogador que os Lakers precisam desenvolver.

    E aí, vocês acham que ele consegue se firmar na rotação? Porque olhando esses primeiros playoffs, eu tô começando a acreditar que o garoto pode ser uma grata surpresa.

  • 5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    5 caras sobem da G League pro Combine da NBA – quem são eles?

    Olha que interessante: cinco jogadores acabaram de receber o convite dos sonhos. Saíram do G League Elite Camp direto pro NBA Draft Combine. Pra quem não sabe, isso é tipo ser chamado da série B pro time principal — uma oportunidade de ouro que pode mudar a vida desses caras.

    Os escolhidos foram Rafael Castro, Jacob Cofie, Bryce Hopkins, Trey Kaufman-Renn e Aaron Nkrumah. Nomes que talvez vocês não conheçam ainda, mas que podem estar fazendo história daqui uns anos.

    Os gigantes do garrafão

    Castro é um pivô de 2,11m que jogou em George Washington. O cara é monstro: 15.3 pontos por jogo com 62.7% de aproveitamento nos arremessos. Cara, 62%! E ainda pegava 9.1 rebotes, 1.8 roubadas e 1.7 tocos. Sinceramente, números assim chamam atenção de qualquer scout.

    Cofie também é do garrafão, mas um pouco mais baixo (2,08m) e veio da USC. Os números dele são mais modestos — 9.9 pontos e 6.8 rebotes — mas 1.8 bloqueios por jogo não é brincadeira. Esse tipo de defensivo sempre tem espaço na NBA.

    A versatilidade que a liga ama

    Hopkins terminou a carreira universitária em St. John’s como um ala de 2,01m que sabia fazer de tudo: 13.6 pontos, 6.2 rebotes. Jogador completo, desses que os técnicos adoram porque encaixam em qualquer sistema.

    Kaufman-Renn (que nome é esse, cara?) foi titular por três anos em Purdue. Com 2,06m, o ala fazia 14.2 pontos com impressionantes 57.8% de aproveitamento, 8.3 rebotes e ainda distribuía 2.5 assistências. Versatilidade pura.

    E tem o Nkrumah, de Tennessee State, que com 1,98m era o cestinha do time: 17.7 pontos, além de roubar 2.8 bolas por jogo. Esse cara sabe jogar basquete, não tem jeito.

    Na minha visão, essa chamada pro Combine é gigantesca pra esses cinco. Agora é mostrar que não foi sorte — que realmente merecem uma chance na melhor liga do mundo. Vocês acham que algum deles consegue ser draftado?

  • VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    VJ Edgecombe é o futuro dos Sixers e já tem Embiid falando grosso

    Olha, eu sei que é estranho falar de futuro brilhante depois de levar uma vassourada dos Knicks nos playoffs, mas cara… o que o VJ Edgecombe mostrou na sua temporada de calouro foi simplesmente absurdo.

    O moleque de 20 anos fechou a temporada regular com médias de 16 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências, acertando 43% dos arremessos de quadra e 35% das bolas de três. Nos playoffs? 14 pontos por jogo em 11 partidas. Para um rookie, isso é coisa de monstro mesmo.

    Embiid já vê o sucessor

    E quem tá mais empolgado com tudo isso é o próprio Joel Embiid. Na entrevista pós-eliminação, o cara não conseguia parar de falar do VJ:

    “VJ é o próximo da fila. Philly conseguiu um cara especial nele. Ele é O cara. Tô falando pra vocês, esse moleque é diferente e isso foi só o primeiro ano. O segundo vai ser melhor, o terceiro melhor ainda.”

    Embiid ainda chamou ele de “monstro” depois. Vindo de quem vem, isso não é pouca coisa não.

    E sabe o que mais me impressiona? A humildade do garoto. Quando perguntaram sobre os elogios do Embiid, VJ respondeu na moral: “É ótimo ouvir isso, mas o trabalho tem que ser feito. Preciso continuar trabalhando duro.”

    Maxey reconhece o próprio reflexo

    Tyrese Maxey, que passou pelo mesmo processo há alguns anos, tá vendo a própria história se repetir:

    “Tipo dois, três anos atrás eu sentei aqui com Joel e com James Harden, e eles viram algo em mim. Acho que tô ficando velho agora, porque tô aqui sentado com o VJ e fico feliz em fazer parte da jornada dele.”

    É interessante ver como esses caras mais experientes abraçam os rookies. Paul George também entrou na jogada, ajudando principalmente na defesa e destacando como foi importante o VJ ter essa experiência completa de playoffs logo no primeiro ano.

    Sinceramente? Acho que os Sixers acertaram em cheio nessa escolha. Claro, ser eliminado na segunda rodada dói pra caramba, mas ter um cara de 20 anos já produzindo desse jeito… isso não é normal não.

    VJ já tem uma lista do que quer melhorar: controle de bola, arremesso (principalmente de três), e a mentalidade dele é perfeita. “Vou pra academia e vou melhorar. No ano que vem, nenhum time vai me deixar livre, pode ter certeza.”

    E vocês, acham que ele consegue dar o salto no segundo ano? Porque pelo que tô vendo, os veteranos do time já tão apostando todas as fichas nele.

  • VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    VJ Edgecombe manda recado após 76ers saírem perdendo por 2-0

    Olha, eu não vou mentir — ver os 76ers saindo de Nova York perdendo por 2-0 na série não é exatamente o que eu esperava depois daquele comeback insano contra o Celtics. Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando essa liga é que nunca se deve subestimar o coração de um time que já fez o impossível uma vez.

    E quem deixou isso bem claro foi o rookie VJ Edgecombe, que mandou um recado direto após a derrota por 108-102 no Game 2 contra os Knicks no Madison Square Garden: “Não desistam. Nós não vamos desistir”.

    O garoto não tá de brincadeira

    Cara, eu preciso admitir que esse Edgecombe me impressionou demais nessa temporada. O moleque chegou de Baylor e já mostrou que veio pra ficar. Nos playoffs então? Absurdo. Chegou aos dois dígitos em oito dos nove jogos da pós-temporada dos Sixers.

    E não é só pontuação não — o cara teve aquele jogaço contra o Celtics no Game 7, com 23 pontos numa pressão danada. Mas o que mais me marcou foi aquele 30 pontos e 10 rebounds no Game 2 contra Boston. Double-double decisivo numa vitória fora de casa. Monstro.

    No Game 2 contra os Knicks, ele não teve sua melhor noite (17 pontos, 6/13 nos arremessos), mas sinceramente? Depois do que vi contra o Celtics, não duvido de mais nada desse garoto.

    Celtics que o digam — comeback é possível

    Vocês acham que é loucura acreditar numa virada? Porque eu lembro muito bem do que aconteceu na série anterior. Os caras estavam 3-1 pra baixo contra um Celtics que todo mundo dava como favorito. E o que aconteceu? Três vitórias seguidas e classificação histórica.

    Claro, os Knicks jogaram o fino da bola na temporada regular e têm a vantagem de casa nos primeiros dois jogos. Mas basquete é isso aí — você nunca sabe o que pode acontecer quando a série volta pra Filadélfia.

    “Eles fizeram o que tinham que fazer, protegeram a casa deles”, disse Edgecombe. “Então nós não vamos desistir. Vamos continuar jogando com intensidade independente de qualquer coisa.”

    E aí, galera? Acham que os Sixers conseguem repetir o milagre? Porque se tem uma coisa que aprendi nestes anos todos acompanhando NBA é que jogador rookie com essa mentalidade pode fazer qualquer coisa acontecer. E Edgecombe tá provando que tem o coração de um veterano.

    A série volta pra Filadélfia agora, e eu já tô ansioso pra ver se esse time consegue fazer a torcida do Wells Fargo Center explodir mais uma vez.

  • Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Cara, domingo rola mais uma Draft Lottery da NBA — a 42ª edição dessa rifa milionária que define o futuro dos times. E olha, se tem uma coisa que nunca muda nessa liga é o seguinte: sempre tem alguém reclamando do formato do draft. Sempre.

    É sério. Pessoal tava pistola em 2017, em 2014, em 1993, em 1984… Basicamente desde que a NBA existe, há 76 anos, a liga nunca conseguiu deixar todo mundo feliz com a forma de distribuir os rookies. E sinceramente? Não é à toa.

    Por que só a NBA tem essa paranoia toda?

    Pensa comigo: a NFL nunca precisou de loteria. A MLB só criou uma em 2022. A NHL tem uma versão menor desde 95 (curiosamente comandada pelo Gary Bettman, que era advogado da NBA antes). Mas é que no basquete a parada é diferente, né?

    Um único monstro pode virar completamente o destino de uma franquia. Imagina o Lakers sem Magic, o Bulls sem Jordan, o Heat sem LeBron. Um cara só muda TUDO. E é por isso que essa distribuição de picks é tão polêmica — porque todos sabem que tankar uma temporada pode garantir uma década de sucesso.

    Foi aí que nasceu a Draft Lottery em 1985. A ideia era simples: os piores times precisam ter mais chances de pegar os melhores calouros, mas não pode ser garantido. Senão vira uma corrida pra ver quem perde mais feio.

    O problema que nunca acaba

    Só que olha só — desde a reforma de 2019, o tanking virou praticamente uma epidemia na liga. Eu diria que umas nove das dez equipes que ficaram fora dos playoffs esse ano tankaram de alguma forma. E isso tá matando a qualidade da temporada regular, cara.

    A NBA tá mexendo nos pauzinhos de novo, preparando mais mudanças pra tentar resolver essa bagunça. Mas aqui entre nós: será que vai dar certo dessa vez? Porque toda vez que eles mudam alguma coisa, aparecem consequências que ninguém esperava.

    Vocês acham que dá pra resolver esse negócio do tanking ou é algo inerente ao sistema? Na minha visão, enquanto um único jogador puder mudar tudo, sempre vai ter time disposto a perder de propósito pra conseguir ele.

    Os anos pré-loteria eram ainda mais selvagens

    Antes de 1985, a coisa era ainda mais doida. Entre 1950 e 1983, tinha essa regra absurda dos “territorial picks” — times podiam furar a fila do draft pra pegar caras que jogaram num raio de 80km da cidade deles, só abrir mão da primeira escolha.

    O Warriors fez isso sete vezes nos anos 50, incluindo com ninguém menos que o Wilt Chamberlain. Imagina se isso existisse hoje? O Lakers pegaria todo mundo da UCLA, o Knicks dominaria os caras de Nova York… seria um caos total.

    Mas enfim, domingo tem mais uma edição dessa rifa. Pacers, Wizards, Jazz, Nets e outros vão torcer pros números saírem. E pode ter certeza: independente de quem ganhe, alguém vai reclamar do sistema. Porque é tradição na NBA — sempre tem como melhorar, sempre tem como piorar também.

  • Murray-Boyles tá voando nos playoffs e não consegue parar de sorrir

    Murray-Boyles tá voando nos playoffs e não consegue parar de sorrir

    Cara, que história bonita essa do Collin Murray-Boyles! O rookie dos Raptors tá vivendo um sonho nos playoffs e, sinceramente, não tem como não ficar feliz vendo um jovem assim aproveitando cada segundo.

    Depois da vitória no Jogo 4 contra os Cavs — que deixou a série empatada em 2-2 — o garoto falou uma coisa que me emocionou: “Estou aproveitando cada momento. Quando a torcida está envolvida e todo mundo de pé, a energia é… eu nunca senti nada assim. Me faz sorrir, só de poder fazer parte disso.”

    Os números não mentem: ele tá voando

    No Jogo 4, Murray-Boyles fez 15 pontos, pegou 10 rebotes, deu 3 assistências e ainda roubou 2 bolas. Olha, double-double em playoff de rookie? Isso não é pra qualquer um.

    Mas o mais absurdo mesmo são os números da série toda: 17.7 pontos por jogo com 72.7% de aproveitamento nos arremessos. Setenta e dois vírgula sete por cento! Na temporada regular ele fazia 8.5 pontos com 57.9% — ou seja, o cara literalmente dobrou de produção quando a coisa ficou séria.

    Do banco para protagonista

    Lembra que os Raptors pegaram ele na 9ª escolha do Draft de 2025? Na época, muita gente questionou — não vou mentir, eu mesmo pensei se não era muito cedo pra apostar nele. Mas olha só como as coisas mudam.

    Durante a temporada regular, Murray-Boyles jogou 57 partidas (22 como titular) com uns 21 minutos por jogo. Papel de coadjuvante, né? Agora nos playoffs? O monstro tá jogando 27 minutos e sendo peça fundamental na rotação.

    E vocês viram como ele encaixou perfeitamente ao lado do Scottie Barnes e do RJ Barrett? Esses três formam um trio jovem que pode incomodar muito gente nos próximos anos. Brandon Ingram também fez 23 pontos no Jogo 4, mostrando que Toronto tem opções ofensivas de sobra.

    Sinceramente acho que essa série contra Cleveland vai ser decidida nos detalhes — e ter um rookie jogando com essa confiança toda pode ser o diferencial que os Raptors precisavam. E aí, acham que ele consegue manter esse nível até o final?

  • VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    VJ Edgecombe explode com 30 pontos e ganha elogio do Jaylen Brown

    Cara, o que o VJ Edgecombe fez ontem à noite foi simplesmente absurdo. 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo rookie? E ainda por cima contra os Celtics? Eu tô sem palavras.

    O moleque literalmente salvou os Sixers no Jogo 2. Philadelphia precisava desesperadamente de uma resposta depois de levar uma surra no primeiro jogo da série, e quem aparece? Um garoto de 19 anos que ninguém esperava que fosse fazer essa loucura toda.

    O elogio que vale ouro

    Mas sabe o que me impressionou mais? O Jaylen Brown — sim, o cara que tava do outro lado tentando parar ele — falou assim depois do jogo: “Ele é um jogador de verdade. É rookie, mas sabe jogar”.

    Porra, quando um cara do naipe do Jaylen Brown te reconhece assim, você sabe que fez algo especial. E olha que o Brown não é de ficar distribuindo elogios por aí, né?

    O que mais me chamou atenção foi a frieza do Edgecombe. O cara levou uma pancada feia no início do jogo, todo mundo achou que ia sair machucado, mas ele simplesmente levantou e continuou jogando. Terminou acertando 6 bolas de três em 19 tentativas do time inteiro.

    Fazendo história aos 19 anos

    E os números? Monstro. Ele se tornou o primeiro jogador desde Tim Duncan em 1998 a fazer pelo menos 30 pontos e 10 rebotes em um jogo de playoff sendo tão jovem. Mais jovem que o próprio Magic Johnson quando fez números parecidos.

    Sinceramente, eu não esperava isso do garoto tão cedo. Claro, todo mundo sabia que ele tinha potencial — não vira primeira escolha do draft à toa — mas fazer isso logo no primeiro ano, em playoff, contra Boston? É coisa de craque mesmo.

    O Tyrese Maxey também merece os parabéns. 29 pontos e 9 assistências, foi ele quem organizou tudo pra que o Edgecombe pudesse brilhar. Quando você tem dois caras assim trabalhando juntos, as coisas ficam perigosas.

    Série empatada e tudo em aberto

    Agora a série tá 1-1 e voltando pra Philadelphia. Os Sixers conseguiram o que precisavam: roubar o fator quadra de Boston e mostrar que essa série vai ser muito mais disputada do que todo mundo imaginou.

    Vocês acham que o Edgecombe consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Celtics vão ter um problemão nas mãos. Ter um rookie jogando assim em playoff é algo que pode mudar completamente uma série.

    Uma coisa é certa: o basquete americano ganhou mais uma estrela. E pelo jeito, essa estrela veio pra ficar.