Tag: calouros NBA

  • Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Galera, saiu a confirmação oficial: Utah Jazz vai sediar a Summer League de Salt Lake City em 2026 de novo! E olha, pelo que tô vendo, essa edição tem tudo pra ser especial mesmo.

    O formato continua o mesmo: quatro times, seis jogos no total. Quem vai participar? Jazz (óbvio), Atlanta Hawks, Memphis Grizzlies e Oklahoma City Thunder. A parada vai rolar no Jon M. Huntsman Center, da Universidade de Utah, nos dias 4, 6 e 7 de julho.

    Por que pode ser histórica?

    Cara, vou ser sincero com vocês – raramente vi uma Summer League com tanto potencial pra ser absurda. Três dos quatro times (Jazz, Hawks e Grizzlies) tão brigando pelos primeiros picks do draft. E o Thunder? Mesmo sendo time bom, eles têm a escolha dos Clippers, que é a 12ª posição.

    Imaginem só: se o Jazz conseguir uma das primeiras escolhas no sorteio do dia 10 de maio, a gente pode ver Ace Bailey jogando de novo (ele provavelmente vai estar por lá) ao lado de outro calouro top. Isso seria monstruoso!

    Detalhes práticos que importam

    Os ingressos vão à venda em maio no site SLCSummerLeague.com. E uma curiosidade: pela segunda vez consecutiva, o evento vai ser na universidade porque o Delta Center tá em reforma. Sinceramente? Acho até melhor – o ambiente universitário pode ficar mais intimista e barulhento.

    Vocês acham que essa Summer League vai ser diferenciada mesmo ou é só expectativa de fã? Porque na minha opinião, com esses times todos potencialmente recheados de calouros top, pode ser uma das melhores que já vimos por lá.

  • Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Cara, eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, mas Kingston Flemings oficialmente declarou pro Draft da NBA de 2026. E olha, sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara teve uma temporada ABSURDA em Houston. 16.1 pontos, 5.2 assistências e ainda 38.7% dos três pontos como calouro. Isso mesmo, calouro. O maluco simplesmente fez a melhor temporada de um freshman na história dos Cougars. Não é pouca coisa não.

    Aquela noite contra Texas Tech que mudou tudo

    Vocês lembram daquela partida em janeiro? Flemings meteu 42 pontos contra Texas Tech numa derrota por 90-86. Quarenta e dois! Eu tava assistindo e não acreditava no que tava vendo. Foi ali que o país inteiro percebeu que tinha um monstro jogando em Houston.

    “Entrando nesta temporada, eu queria ser um dos melhores calouros e acho que provei isso”, disse Flemings. E provou mesmo, viu. O cara foi selecionado para o segundo time All-American — algo que poucos calouros conseguem.

    Kelvin Sampson e a escola Houston de basquete

    Uma parada que me chama atenção é como Flemings credita seu desenvolvimento ao sistema de Houston. O cara falou que Sampson foi o técnico perfeito pra ele, e olha, faz sentido. Houston sempre teve essa pegada mais dura, mais física.

    “Se você quer vencer, se quer se tornar um homem melhor, um jogador melhor, escolha Houston. Não vai ser fácil, mas todo dia você entra aqui tentando melhorar”, disse o garoto.

    E realmente, os números não mentem. Flemings pode ser o jogador mais bem selecionado no Draft da era Sampson em Houston. Atualmente quem tem esse recorde é Jarace Walker, que foi a 8ª escolha em 2023. Mas Flemings? O cara tá projetado no top-5.

    Só pra ter uma noção do que isso significa: Houston teve só quatro jogadores draftados sob Sampson, mesmo com todo o sucesso recente (sete Sweet 16 e duas Final Fours desde 2019). Flemings claramente tem o maior teto de todos eles.

    Próximos passos: se preparando pros tubarões da NBA

    Agora vem a parte séria. Flemings já sabe no que precisa trabalhar: arremesso de três, floater e principalmente o controle de bola. Ele quer driblar mais baixo e mais apertado pra aguentar a pressão dos defensores da NBA.

    “Acho que sou apenas um vencedor e alguém com quem os companheiros gostam de jogar”, disse sobre o que leva pra próxima fase. E essa mentalidade de Houston, essa garra, vai fazer diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que ele consegue se manter no top-5? Pra mim, o garoto tem tudo pra ser especial. Aquela performance de 42 pontos não foi sorte — foi só uma amostra do que tá por vir.

  • Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Olha, eu sei que o pessoal já tá acostumado com calouro pulando direto pra NBA, mas Kingston Flemings da Houston me deixou meio de queixo caído. O garoto acabou de terminar o primeiro ano na faculdade e já tá se declarando pro Draft de 2026. Calma aí, jovem!

    Mas vamos aos fatos: o moleque tem fundamento. 16.1 pontos, 5.2 assistências e 4.1 rebotes por jogo na primeira temporada universitária. E olha só esses percentuais — 47.6% nos arremessos gerais e quase 39% nas bolas de três. Pro um calouro, isso é absurdo mesmo.

    ESPN já botou ele no radar

    A ESPN não tá brincando com o Flemings não. Colocaram ele como 7º melhor prospecto pra 2026, sendo o quarto melhor armador atrás de Darryn Peterson, Keaton Wagler e Darius Acuff Jr. Pra um cara de 1,90m que mal pisou na faculdade, tá bem cotado.

    Sinceramente, acho que o garoto tem potencial pra ser um armador sólido na liga. As assistências mostram que ele tem visão de jogo, e esses 38.7% de três já deixa qualquer scout de olho brilhando. Mas será que não tá muito cedo pra essa decisão?

    Houston vai sentir falta

    Os Cougars devem tá se mordendo agora. Flemings foi peça-chave no time deles essa temporada, e perder um cara que distribui mais de 5 assistências por jogo não é moleza pra ninguém. O moleque ainda roubava 1.5 bolas por partida — defesa nunca é demais na NBA.

    E aí, galera, vocês acham que ele aguenta o pulo direto da faculdade pra liga? Eu fico pensando se não seria melhor dar pelo menos mais um ano pra amadurecer o jogo… Mas com esses números e essa cotação toda, talvez seja mesmo a hora certa de tentar a sorte.

  • Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Cara, o Ace Bailey simplesmente não tem papas na língua. Quando perguntaram pro calouro do Utah Jazz como ele descreveria sua primeira temporada na NBA em cinco palavras, a resposta foi épica: “Aprendendo, bom, ótimo, incrível… fantástico!”

    E olha, eu entendo o otimismo do garoto. Mesmo com o Jazz fazendo uma temporada sofrível (22-60, empatado com o pior recorde da Conferência Oeste junto com o Sacramento), o Bailey mostrou que tem personalidade pra enfrentar a pressão.

    Números que impressionam

    O moleque jogou 72 dos 82 jogos da temporada — nada mal pra um calouro que foi a 5ª escolha do Draft 2025. Médias de 13.8 pontos e 4.2 rebotes podem não parecer absurdas, mas pra quem tá começando em um time rebuilding, tá longe de ser ruim.

    O melhor jogo dele? 37 pontos contra o Toronto Raptors no dia 23 de março. Trinta e sete! Em 35 minutos de quadra. Sinceramente, quando vi esse número pensei: “esse menino tem futuro”.

    Abril foi um mês especial pro Bailey também — duas performances de mais de 20 pontos, incluindo 23 contra o Memphis na última sexta. Não é à toa que o técnico Will Hardy tá impressionado com a evolução do garoto.

    A confiança do técnico fala tudo

    Hardy não economizou elogios depois da derrota por 133-110 pro Washington Wizards (que por sinal era o pior time da liga na época). “O Ace tá assumindo responsabilidades maiores por períodos mais longos do jogo. É muito bom pra ele ter essas oportunidades”, disse o treinador.

    E eu concordo totalmente. O Jazz tava lidando com uma pilha de lesões, então o Bailey teve que crescer rápido. E parece que cresceu mesmo.

    Claro que ele não vai ganhar o prêmio de Calouro do Ano — Kon Knueppel e Cooper Flagg estão na frente na corrida. Mas cara, pro Jazz que tá claramente em processo de reconstrução, ter um calouro que evoluiu de “aprendendo” pra “fantástico” em uma temporada é ouro puro.

    Vocês acham que o Bailey tem potencial pra ser uma peça central no futuro do Jazz? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse tipo de mentalidade positiva em meio ao caos é exatamente o que times em rebuilding precisam.

  • Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Cara, que noite absurda do Jeremiah Fears! O garoto simplesmente decidiu que ia fazer história em New Orleans e cravou 40 pontos na vitória dos Pelicans sobre o Utah Jazz por 156-137. E olha, não foi só mais um jogo qualquer — foi quebra de recorde atrás de quebra de recorde.

    Fears, que foi a 7ª escolha do Draft (ou seja, chegou com expectativa mesmo), acertou 17 de 29 arremessos. Tá, o cara errou algumas bolas de 3 (apenas 1 de 7), mas compensou de sobra jogando no garrafão e nas intermediárias. O recorde anterior de pontos por um calouro dos Pelicans era de Marcus Thornton, com 37 pontos lá em 2010. Fears simplesmente passou o trator.

    Show de Jordan Poole no terceiro quarto

    Mas não foi só o Fears que brilhou, não. Jordan Poole — que passou mais da metade da temporada no banco — resolveu lembrar que sabe jogar basquete. O cara fez 34 pontos, sendo 22 só no terceiro quarto. E adivinha? Nesse período, os Pelicans fizeram 50 pontos, outro recorde da franquia em um único quarto!

    Poole acertou 7 de 16 tentativas do perímetro. Quando o homem tá com a mão quente, é melhor não atrapalhar mesmo. Foi apenas o sétimo jogo dele como titular na temporada, mas que forma de aproveitar a oportunidade.

    Pelicans sem os titulares principais

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda: os Pelicans jogaram SEM Zion Williamson, Trey Murphy III, Dejounte Murray, Herb Jones e Saddiq Bey. Alguns estavam machucados (Murphy com o tornozelo, Murray com a mão), mas Zion, Jones e Bey estavam disponíveis. Só que ficaram no banco mesmo.

    Por quê? Bem, era o último jogo em casa de uma temporada que já não ia dar em nada — segunda temporada consecutiva fora dos playoffs. Então a diretoria preferiu dar minutagem pros jovens e ver o que eles conseguem fazer. E conseguiram MUITO.

    Micah Peavy fez 20 pontos (recorde pessoal na temporada), Jordan Hawkins contribuiu com 25, e Derek Queen — primeira escolha de 2025, 13º no geral — cravou um double-double de 17 pontos e 12 rebotes. No final das contas, os Pelicans fizeram 90 pontos só na pintura. Noventa! Outro recorde da franquia.

    Do lado do Jazz, que perdeu o décimo jogo consecutivo (14 derrotas em 15 jogos), Kennedy Chandler fez 31 pontos e Cody Williams contribuiu com 26. Bez Mbeng, um cara de Yale jogando apenas seu 13º jogo na liga, fez 26 pontos de recorde pessoal.

    Sinceramente? Foi uma dessas noites que você lembra porque ama esse esporte. Jovens quebrando recordes, veteranos aproveitando as oportunidades, e basquete de alta pontuação. Os 156 pontos dos Pelicans também foram recorde da franquia — o anterior era 153, curiosamente também contra o Utah, em janeiro de 2024.

    E aí, vocês acham que o Fears consegue manter essa pegada na próxima temporada? Porque se conseguir, New Orleans pode ter achado uma joia mesmo.

  • Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Mano, que temporada absurda do Kon Knueppel! O cara simplesmente virou a mesa na corrida de Rookie of the Year e tá dominando as enquetes. Em uma pesquisa da ESPN com jornalistas, o novato do Charlotte Hornets arrebentou com 80 votos de primeiro lugar, deixando o favorito Cooper Flagg lá atrás com apenas 20.

    Sinceramente? Eu não esperava isso no começo da temporada. Todo mundo falava do Flagg como se já fosse dono do prêmio, e olha, o garoto dos Mavericks não tá jogando mal não. Mas o Knueppel… cara, que monstro!

    Os números não mentem

    Olha só esses stats do alemão: 18.8 pontos, 5.4 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Mas o mais impressionante mesmo é o arremesso de 3 – está acertando 43.1% em 8 tentativas por partida. OITO tentativas! E com essa porcentagem absurda.

    E não é só número não. O Charlotte Hornets tá na briga por uma vaga no play-in, e muito disso é mérito do Knueppel. O time encontrou uma identidade ofensiva com ele na quadra, e a torcida em Charlotte tá pirando.

    Flagg ainda tem chance?

    Cooper Flagg continua sendo um talento inegável, mas parece que a temporada histórica do Knueppel pesou mais na cabeça dos votantes. Na pesquisa, Flagg ficou com praticamente todos os votos de segundo lugar (79), então pelo menos o respeito tá aí.

    VJ Edgecombe do Philadelphia 76ers aparece em terceiro, mas bem distante dos dois primeiros. Dylan Harper e Derik Queen completam o top 5, mas é praticamente uma corrida de dois cavalos agora.

    E aí, vocês acham que o Knueppel consegue manter esse ritmo até o final da temporada? Ou o Flagg ainda pode dar a volta por cima? Uma coisa é certa – essa classe de calouros de 2024 tá sendo especial demais!