Tag: Utah Jazz

  • Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Gente, o que diabos tá acontecendo em Washington? Sério mesmo.

    Enquanto todo mundo tá grudado nas Finais da NBA vendo os Knicks tentarem derrubar o reinado do Wembanyama, eu aqui não consigo parar de pensar no Draft de 2026. E olha, depois de 20 anos sofrendo com o Jazz, finalmente tenho motivos pra ficar empolgado.

    Jazz na pole position (quase)

    O Utah tem a segunda escolha num Draft que tá simplesmente monstro. AJ Dybantsa ou Darryn Peterson — um dos dois vai ser nosso, não importa o que Washington faça. São dois caras que podem facilmente virar All-Star, quem sabe até candidato a MVP no futuro.

    As regras são simples: Washington escolhe um, a gente fica com o outro. Easy.

    Mas aí que tá o problema — os Wizards tão criando um caos desnecessário. Primeiro disseram que não precisavam de um “salvador” no Draft. Depois o Cameron Boozer subiu nas projeções e todo mundo começou a falar dele. Agora ninguém sabe mais o que Washington vai fazer.

    A estratégia bizarra de Washington

    Cara, eu não entendo a estratégia deles. Se você quer aumentar o valor do seu ativo pra uma possível troca, não faz mais sentido mostrar o quanto você valoriza ele? Tipo, sai falando “cara, a gente AMA o Dybantsa” e vê os times desesperados oferecendo a casa toda por ele.

    É como tentar vender um carro falando que ele não presta. Não faz sentido nenhum.

    Mas sabe de uma coisa? Que se dane Washington.

    O Jazz tem uma diretoria inteligente que não vai se deixar levar por essa confusão toda. Danny Ainge e companhia sabem muito bem o que fazer — pegar o melhor jogador disponível na segunda posição e pronto.

    Não compliquem, por favor

    A única coisa que pode dar errado é se o Jazz resolver inventar moda e pegar alguém como Caleb Wilson. Pelo amor de tudo que é sagrado, NÃO FAÇAM ISSO.

    Vocês acham que Washington tá só criando smoke screen ou realmente não sabe o que fazer? Sinceramente, acho que é só teatro mesmo. No final das contas, tanto Dybantsa quanto Peterson são jogadores que podem mudar uma franquia.

    Depois de anos no deserto, finalmente temos uma chance real de pegar um craque. O Jazz só precisa não complicar o que é simples: escolher entre dois futuros astros da NBA. Qualquer um dos dois já tá de bom tamanho pra começar a sonhar com playoffs novamente em Salt Lake City.

  • Wemby virou o pesadelo do Jazz? Spurs dominam o Oeste

    Wemby virou o pesadelo do Jazz? Spurs dominam o Oeste

    Cara, eu tô vendo o Victor Wembanyama demolir todo mundo no Oeste e só consigo pensar numa coisa: o Utah Jazz tá ferrado.

    É isso mesmo. Enquanto eu aqui torcia contra o Oklahoma City Thunder na final da Conferência (quem não gosta de ver o atual campeão caindo, né?), o francesinho de 2,24m simplesmente carregou o San Antonio Spurs nas costas e mostrou pra todo mundo que chegou pra ficar. E agora? Agora qualquer time que sonhe com o título vai ter que passar por cima dele.

    O monstro que o Oeste criou

    Olha, eu não vou mentir — ver o Wemby jogando desse jeito me dá arrepios. Não é só o tamanho absurdo, é a forma como ele controla o jogo dos dois lados da quadra. Enterradas brutais, tocos que mandam a bola na arquibancada, arremessos de 3 que não fazem sentido algum pra um cara daquela altura.

    E o pior? Ele tem só 22 anos! Enquanto a gente aqui no Brasil ainda tava tentando entender se ele era real ou ficção científica, o cara já tá levando time às finais de conferência. Os Spurs viraram uma máquina de 60 vitórias na temporada, e francamente, isso me assusta.

    Como é que o Jazz — ou qualquer outro time — vai competir com isso?

    A esperança utah (que pode ser ilusão)

    Mas calma aí, não vamos jogar a toalha ainda. O Jazz tem algumas cartas na manga que podem incomodar o gigante francês. Walker Kessler, aquele torres de 2,18m que bloqueia tudo o que vê pela frente, é uma das melhores defesas contra pivôs dominantes da liga.

    E tem o Jaren Jackson Jr. também — ex-Melhor Defensor do Ano que consegue espaçar a quadra no ataque e, pasmem, nunca perdeu pra Wembanyama nos confrontos diretos. Tá, eu sei que esses jogos foram antes do Spurs virar esse monstro de 60 vitórias, mas deixa eu sonhar um pouco, né?

    A ideia é simples: se você não consegue parar o Wemby com um jogador só (e convenhamos, ninguém consegue), pelo menos tenta recriar o impacto dele usando dois ou três caras. Kessler segura o garrafão, JJJ marca na linha dos 3, e torce pro plano dar certo.

    Realidade crua: estamos todos ferrados

    Sinceramente? Acho que estamos todos assistindo o nascimento de uma nova dinastia. Jogadores como Wembanyama simplesmente ganham títulos — é a lei da natureza no basquete. Tim Duncan fez isso por décadas em San Antonio, e agora parece que o francês vai continuar a tradição.

    O que me deixa genuinamente preocupado é que o Jazz finalmente parece pronto pra brigar por algo grande, mas o timing não podia ser pior. Justo agora que Utah monta um time competitivo, aparece esse alienígena pra estragar a festa.

    Agora é torcer pra que o New York Knicks consiga fazer milagre nas Finais e pelo menos adie essa dominação por mais um ano. Porque se o Wemby levantar o troféu agora, pode ir se preparando: os próximos anos no Oeste vão ser um pesadelo pra qualquer um que sonhe com o título.

    E vocês, acham que alguém consegue parar essa máquina francesa? Ou já podemos ir reservando os próximos cinco títulos pros Spurs?

  • Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Olha, eu não esperava essa! O Jazz com a segunda escolha geral do Draft 2026 e todo mundo achando que eles iam de Darryn Peterson… mas aí que tá o plot twist. Pelo jeito, Utah pode surpreender geral e ir de Caleb Wilson.

    Por que Wilson faz sentido pro Jazz?

    Sinceramente, quando você para pra pensar, faz todo sentido. O Jazz já tem Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr., Walker Kessler e Kyle Filipowski — ou seja, altura não é problema. Mas sabe o que tá faltando? Explosão atlética no garrafão.

    Wilson traz exatamente isso. O cara é um monstro de 2,06m que voa pela quadra, defende qualquer posição e ainda por cima tem potencial All-Star. E diferente do Peterson, que ia querer suas 15 tentativas por jogo desde o primeiro dia, Wilson pode crescer no próprio ritmo.

    Cara, imagina só: enquanto todo mundo espera que Utah pegue mais um armador (sendo que eles já têm Keyonte George, Cody Williams, Brice Sensabaugh…), eles vão e escolhem um ala-pivô que pode resolver o problema de atletismo deles de uma vez.

    Peterson escorrega até os Grizzlies

    Agora, ver o Peterson — que todo mundo considerava pick garantido no top 2 — caindo até a terceira posição com o Memphis… isso sim é interessante. Os Grizzlies tão precisando do armador do futuro mesmo, especialmente com as incertezas em torno do Ja Morant.

    Peterson tem 1,96m, arremessa melhor que o Ja (38% de 3 na faculdade) e ainda projeta defender melhor. Mas teve umas red flags na temporada dele em Kansas que podem ter assustado Utah.

    O Memphis, por outro lado, tá numa situação que não dá pra ser exigente. Time machucado, precisando de uma renovação… Peterson na terceira pick seria quase um presente dos céus.

    E aí, vocês acham que o Jazz realmente vai ter coragem de passar do Peterson? Eu tô aqui imaginando a cara dos torcedores se isso acontecer mesmo. Às vezes as franquias surpreendem — e não necessariamente pro mal.

    AJ Dybantsa continua sendo consenso pro Washington na primeira pick, isso ninguém discute. Mas essa segunda escolha pode ser bem mais interessante do que a gente imagina.

  • Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Galera, vamos ser sinceros aqui — o Jazz tem a #2 pick no draft e isso vai mexer COM TUDO na rotação do time. Eu sei que depois da temporada sofrível que eles tiveram, é difícil até imaginar como seria um time funcional, mas a realidade é que alguém vai se dar mal quando o calouro chegar.

    E olha, ainda não sabemos quem Washington vai escolher em primeiro, mas as opções mais prováveis pro Jazz são AJ Dybantsa (BYU) ou Darryn Peterson (Kansas). E cara, cada escolha dessas vai impactar diferente na rotação — vamos destrinchar isso.

    Peterson seria o cenário dos sonhos

    Sinceramente? Torço pra que seja Peterson. O cara resolve o maior problema do Jazz: shooting guard titular. Keyonte George já mostrou que é o futuro armador da franquia (desculpa aí, Isaiah Collier, te amo mas é a realidade), então falta só um 2 de qualidade.

    Peterson teve uma temporada estranha em Kansas — várias “lesões” que pareciam mais precaução mesmo. Mas se os relatos sobre ele ter resolvido os problemas de cãibra forem verdade… monstro, o garoto pode ser especial.

    Agora, o porém: Ace Bailey volta pro banco. E isso cria um efeito dominó terrível pra Cody Williams, Brice Sensabaugh e Elijah Harkless — todos perdem minutos.

    Bailey não merecia isso

    Olha, tenho que falar: Bailey começou a pegar o jeito da NBA nos últimos 20 jogos da temporada. O cara fez quase 19 pontos, 5 rebotes e 36% de três numa sequência absurda. Três jogos de 30 pontos! Parecia que finalmente tinha entendido o jogo.

    Mas é aquela coisa — Peterson parece ter um teto ofensivo maior, então Bailey provavelmente vira sexto homem. Não é o fim do mundo, mas dói ver um cara que estava evoluindo tanto voltar pro banco.

    A única saída seria trocar Lauri Markkanen (ai, meu coração), mas duvido que isso role antes do deadline. Sem isso, não dá pra Bailey e Peterson dividirem 30+ minutos cada um.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar o desenvolvimento do Bailey por um calouro? Ou o Jazz deveria focar em outras posições no draft? Honestamente, acho que é uma escolha difícil mas necessária — às vezes você tem que quebrar alguns ovos pra fazer uma omelete campeã.

  • Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Cameron Boozer fez em Duke? 22.7 pontos e 10.1 rebotes por jogo sendo CALOURO. Absurdo.

    Com 1,95m e 115kg aos 18 anos, o filho do Carlos Boozer tem o físico do Karl Malone e a maturidade que eu nunca vi num jogador dessa idade. E olha que ele jogou todas as 38 partidas como titular numa temporada pesada da ACC e March Madness. O técnico Jon Scheyer falou que ele “traz a mesma energia todo dia, a mesma preparação, independente do que aconteceu”.

    O encaixe perfeito no Utah Jazz

    Na minha visão, esse é exatamente o perfil que o Jazz precisa depois de duas temporadas horrorosas. Consistência, trabalho duro e mentalidade vencedora — tudo que faltou no time ultimamente. E tem mais: o pai dele passou seis temporadas no Jazz e voltou como scout ano passado. Isso aumenta as chances dele ficar mais tempo, né?

    Eu sei que vão falar: “ah, mas ele não é tão atlético”. Verdade, ele pode ter problemas defensivos contra pivôs mais rápidos. Mas cara, basquete não é só highlight. É sobre fazer o que precisa ser feito pra ganhar. E Boozer fez isso em Duke — além de carregar o ataque, ele liderou o time em assistências com 4.1 por jogo.

    Melhor jogador disponível sempre

    “Mas o Jazz já tem muitos alas, não seria melhor pegar um armador como Darryn Peterson?” Olha, às vezes a gente fica muito preocupado com encaixe e esquece de pegar o melhor disponível. Lembram do Dylan Harper? Foi pro Spurs que já tinha De’Aaron Fox, Stephon Castle e Devin Vassell. E aí? Tá jogando 26 minutos por jogo nos playoffs.

    Boozer é daqueles caras que abrem espaço na rotação na marra. Um brutamontes no garrafão que cansa a defesa adversária e ainda abre a quadra pros companheiros. Sinceramente acho que ele vai encontrar seu lugar no Jazz.

    Comparações e potencial

    As comparações que mais ouço são Kevin Love e Al Horford. Pode não ser sexy, mas os dois são campeões da NBA e se adaptaram perfeitamente ao que seus times precisavam. E imaginem o Boozer aprendendo com o próprio Kevin Love, que tá lá no Jazz agora, mais o Lauri Markkanen e companhia?

    O teto dele lembra Paolo Banchero ou Alperen Sengun — dois caras que tão só subindo. Mas a comparação que me emociona mesmo é com Paul Millsap e o próprio Carlos Boozer da época que o Jazz chegou na final de conferência em 2007.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem coragem de apostar no filho do ídolo? Pra mim, seria a escolha mais óbvia do draft.

  • Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Kessler fica no Utah! Jazz vai desembolsar até 30 milhões por ano

    Olha, eu não esperava que o Utah Jazz fosse soltar essa grana toda, mas parece que o Walker Kessler realmente virou peça fundamental no projeto deles. Segundo o Tim Bontemps da ESPN, o pivô vai renovar com o Jazz por algo entre 25 e 30 milhões de dólares por ano. Trinta milhões! Pra um cara que jogou apenas cinco jogos na temporada passada.

    Mas calma, antes de criticar, vamos aos números que justificam essa bolada toda.

    Os números que convenceram a diretoria

    Em apenas cinco partidas na temporada 25-26 (sim, ele se machucou cedo), Kessler meteu 14.4 pontos, 10.8 rebotes, 3.0 assistências e 1.4 tocos por jogo. O mais absurdo? O cara acertou 70.3% dos arremessos de quadra e 6 de 8 tentativas do perímetro. Gente, um pivô de 2,18m fazendo 75% dos arremessos de três!

    Claro, foram só cinco jogos, então vamos com calma com essa empolgação do arremesso de longa distância. Mas se for legítimo mesmo, cara… o Jazz pode ter encontrado uma pecinha muito especial.

    O frontcourt dos sonhos está tomando forma

    Agora o negócio fica interessante de verdade. Com Kessler garantido no garrafão, o Jazz vai formar um trio de frente monstruoso: Kessler de pivô, Jaren Jackson Jr. de ala-pivô e Lauri Markkanen de ala. Três caras altos, que sabem jogar basquete moderno.

    A estratégia faz muito sentido, sinceramente. Jackson Jr. nunca foi um reboteiro nato, então ter Kessler ali pra limpar o garrafão é fundamental. E os dois juntos no bloqueio? Vai ser difícil meter uma bandeja nesse time.

    O engraçado é que o Markkanen, com seus 2,13m, vai jogar de ala mesmo. Imagina o pesadelo que vai ser marcar esse cara no perímetro?

    E agora? Draft na área

    Com Kessler resolvido, o Jazz pode focar totalmente na segunda escolha do draft. Todo mundo tá falando que eles vão de Darryn Peterson, do Kansas. Faz sentido — eles precisam de um armador que saiba criar jogadas e marcar pontos.

    Vocês acham que 30 milhões por ano pro Kessler é muito? Olha, considerando o mercado maluco da NBA hoje em dia, e vendo o potencial do cara… eu acho que pode ser um negócio inteligente. Especialmente se ele realmente desenvolveu esse arremesso de três que mostrou nesses cinco jogos.

    O Utah tá montando algo interessante por lá. Não vai ser candidato ao título já na próxima temporada, mas esse núcleo jovem tem cara de quem pode incomodar no Oeste daqui a uns dois anos.

  • NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    NBA mudou regra e ferrou o Grizzlies no meio do jogo

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas essa aqui tá no top 3 das mais bizarras. O Memphis Grizzlies tá literalmente se coçando depois que a liga mudou as regras do draft lottery no meio do campeonato — e agora eles perderam valor em uma pick que achavam que era garantida.

    A história é assim: lá em fevereiro, quando rolou toda aquela confusão da trade do Jaren Jackson Jr., o Grizzlies conseguiu uma pick de primeira rodada do Utah Jazz que era, teoricamente, sem proteção nenhuma. Era pra ser deles, não importava onde o Jazz terminasse na classificação.

    A nova regra que mudou tudo

    Aí que entra a nova regra “3-2-1” da NBA. Basicamente, se um time cai no top 5 do draft por dois anos seguidos, ele não pode cair de novo no terceiro ano. O problema? O Utah já caiu no top 5 em 2025 e 2026 no lottery (sim, eu sei que parece confuso, mas é assim que funciona). Agora, com a nova regra, essa pick que o Memphis tem do Jazz automaticamente virou protegida top-5.

    Sinceramente? Eu acho sacanagem. O Grizzlies negociou uma coisa e agora tem outra completamente diferente. É como se você comprasse um carro 0km e depois descobrisse que ele tem 50 mil quilômetros porque mudaram a definição de “0km”.

    A justificativa da NBA (que não convence)

    O Evan Wasch, vice-presidente executivo da NBA, tentou explicar a parada numa coletiva quinta-feira. Segundo ele, se fizessem exceção pras picks já trocadas, elas ficariam “mais valiosas” que todas as outras. Cara, é óbvio que ficariam — foi exatamente isso que os times negociaram!

    A liga avisou todos os times sobre essa mudança antes da votação de quinta, então tecnicamente não pegou ninguém de surpresa. Mas convenhamos: avisar na última hora não é bem a mesma coisa que negociar de forma transparente desde o início.

    Outros times também se deram mal

    Memphis não tá sozinho nessa. O Dallas Mavericks também se complicou com uma pick de 2027 protegida top-2 que mandaram pro Charlotte. E o Houston Rockets? Eles têm um swap de picks sem proteção com o Brooklyn que agora também tá sujeito às mesmas restrições.

    Na minha opinião, a NBA meio que fez os times de otário aqui. Mudou as regras no meio do jogo e ainda por cima com aquela justificativa meio meia-boca. E aí, vocês acham que isso é justo? Ou a liga tinha que ter feito exceção pras trades que já tinham acontecido?

    Uma coisa é certa: da próxima vez que um GM for negociar qualquer pick, vai ter que colocar uns 50 asteriscos no contrato. Porque aparentemente na NBA, “sem proteção” não significa mais sem proteção.

  • Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Grizzlies votaram contra nova loteria da NBA por motivo bem egoísta

    Olha só que situação mais interessante rolou essa semana. O Memphis Grizzlies foi o único time que votou contra as mudanças na loteria da NBA — e agora descobrimos o porquê. Spoiler: é puro interesse próprio mesmo.

    O Shams Charania revelou que os Grizzlies votaram contra simplesmente por causa da nova regra que impede um time de pegar top 5 em três anos consecutivos. E por que isso importa pra eles? Simples: eles têm a pick de primeira rodada do Utah Jazz em 2027, que é a melhor entre as que conseguiram do Cleveland, Minnesota e Utah.

    O problema do Jazz (que vira problema do Memphis)

    Aqui que fica interessante. O Jazz já está no terceiro ano consecutivo com pick no top 5 — e pela nova regra, isso significa que a pick de 2027 deles NÃO pode ser top 5, independente de quão ruins eles sejam. E como o Memphis tem essa pick? Bem, eles basicamente perderam uma loteria na mesa de negociações.

    Na minha visão, é meio tosco votar contra uma mudança que claramente vai melhorar a liga só porque você quer manter uma vantagem específica. Mas também entendo — estamos falando de potencialmente milhões de dólares e a diferença entre pegar um All-Star ou um cara que vai ficar no banco.

    Por que isso importa pra nós

    As novas regras vão nivelar muito mais o campo da loteria. Times ruins não vão mais poder ficar ruins de propósito por anos seguidos esperando picks altas. E sinceramente? Era hora. Quantas vezes a gente não viu times claramente “tankando” nos últimos jogos da temporada?

    O mais engraçado é que o Memphis provavelmente nem precisava dessa pick pra ser competitivo. Com Ja Morant voltando healthy e o elenco que eles têm, deveriam estar brigando por playoff, não por lottery picks.

    E aí, o que vocês acham? Os Grizzlies estavam certos em defender seus interesses ou foram meio mesquinhos? A nova loteria vai ser muito mais justa, mas sempre tem alguém que sai perdendo na mudança.

  • Jazz pode ganhar picks de primeira do Cavaliers – e tá ficando real

    Jazz pode ganhar picks de primeira do Cavaliers – e tá ficando real

    Galera, vocês lembram daquela troca bombástica do Donovan Mitchell pro Cleveland em 2022? Pois então, agora as coisas estão ficando interessantes pro Jazz. Muito interessantes.

    O Utah tem direito de trocar picks com Cleveland em 2028, e ainda pode pegar as duas melhores escolhas entre Cavaliers, Minnesota e Utah em 2029. Na época parecia distante, mas cara… depois do que rolou nos playoffs, essa parada tá ganhando uma cara bem diferente.

    Cleveland tá numa sinuca de bico

    Os Cavs tomaram uma surra histórica dos Knicks nos playoffs – perderam por 37 pontos no jogo 4 e foram eliminados numa série que foi constrangedora de assistir. E olha que Boston e Indiana nem estavam 100% saudáveis essa temporada.

    O mais louco? Mitchell foi flagrado gritando com os companheiros no timeout, tentando acordar o time que já tinha entregado os pontos. Sinceramente, foi de dar dó. Você vê que o cara tá se matando e o resto do elenco não acompanha.

    E agora vem a parte que deixa tudo mais complicado pra eles: James Harden vai renovar contrato. Segundo o Brian Windhorst da ESPN, o barba vai assinar um novo acordo que pode até permitir algumas trocas grandes, mas também vai amarrar ainda mais a folha salarial.

    All-in de novo? Será que cola?

    Cleveland vai trazer todo mundo de volta – Mitchell, Harden, técnico Kenny Atkinson… A aposta é ir com tudo mais uma vez. Mas na minha visão, esse “tudo” parece meio limitado.

    Tão rolando uns papos sobre tentar buscar o Giannis, mas pra isso acontecer teriam que mexer com o Evan Mobley – e pelo que tudo indica, eles não querem nem ouvir falar disso. Até sussurros sobre uma volta do LeBron apareceram, mas são só sussurros mesmo.

    A real é que Cleveland tá numa situação complicada. Time bom, mas não o suficiente. Talentoso, mas sem química. E quanto mais eles forçarem essa barra sem resultado, melhor fica pra gente aqui no Utah.

    Vocês acham que os Cavs conseguem dar a volta por cima na próxima temporada? Porque se rolar mais uma decepção, essas picks podem valer ouro pro Jazz. E considerando como anda a coisa por lá, não seria surpresa nenhuma.

  • Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Cara, que ironia do basquete. Jordan Clarkson, que passou cinco temporadas e meia em Utah sendo um dos queridinhos da torcida, finalmente chegou nas Finais da NBA. Só que agora ele tá vestindo a camisa do New York Knicks, entrando poucos minutos por jogo e marcando 3 pontos numa noite que deve estar sendo uma das mais especiais da vida dele.

    Na segunda-feira, os Knicks varreram os Cavaliers e garantiram vaga nas Finais pela primeira vez desde 1999. E o Clarkson? Lá estava ele no banco, comemorando com o time que finalmente o levou aonde o Jazz nunca conseguiu.

    A transformação de estrela para coadjuvante

    Olha só como o basquete é louco. Aos 33 anos, o Clarkson virou praticamente um mascote nos Knicks – média de 8,6 pontos na temporada regular e 5,4 nos playoffs. Longe daquele cara que ganhava prêmio de Sexto Homem do Ano em Utah e carregava o time nas costas quando precisava.

    Mas sabe o que é mais impressionante? Ele já tinha chegado numa Final antes, em 2018 com os Cavaliers. Só que naquela época foi diferente – foi trocado no meio da temporada pelos Lakers e basicamente virou banco de banco contra os Warriors. Agora ele tá vivendo isso de uma forma completamente diferente.

    O que Utah não conseguiu entregar

    Sinceramente, dói um pouco ver isso acontecer. O Clarkson foi um monstro em Utah, virou ídolo da torcida, ganhou prêmio individual, mas nunca nem chegou numa final de conferência com o Jazz. As últimas três temporadas por lá foram praticamente um desperdício – times em reconstrução que não tinham chance nenhuma de chegar longe.

    E agora? O cara sai de Utah, aceita um papel menor em Nova York, e boom – Finais da NBA. Às vezes o timing no basquete é tudo, né?

    Claro que ele provavelmente não vai jogar muito contra San Antonio ou Oklahoma City (quem passar na outra chave), mas cara… estar ali, naquele palco, depois de tudo que passou? Isso já é uma vitória gigante pra ele.

    Vocês acham que ele vai ter pelo menos uns minutinhos decisivos nas Finais? Porque seria épico ver o veterano entrando numa hora crucial e fazendo a diferença. O basquete às vezes escreve essas histórias mágicas mesmo.