Tag: Utah Jazz

  • Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Cara, o que eu vi ontem à noite foi quase um crime contra o basquete. Jazz perdendo de 35 pontos pro Thunder, 146 a 111, em Oklahoma City. E sabe qual é o mais louco? Era exatamente isso que tinha que acontecer.

    Olha, ninguém com dois neurônios funcionando achava que o Utah tinha chance nesse jogo. O Thunder meteu 24 bolas de três com mais de 53% de aproveitamento — isso é coisa de videogame, gente. A defesa do Jazz simplesmente não existiu, mas convenhamos: era pra não existir mesmo.

    A guerra psicológica com Sacramento

    O negócio agora é uma batalha mental com o Kings pra ver quem consegue perder mais jogos. É isso aí — estamos numa disputa pra ver quem fica no top-3 do draft. E sinceramente? Prefiro isso do que fingir que estamos brigando por playoff.

    O que me deixa maluco é que ninguém sabe o que Sacramento tá fazendo. Eles também tão tentando tankar ou tão jogando sério? Mistério total.

    Brice Sensabaugh foi um monstro

    No meio desse massacre todo, Sensabaugh fez 34 pontos. Trinta e quatro! O cara tava jogando como se fosse jogo 7 das finais. Meteu umas bolas de três absurdas e atacou o garrafão quando deu. Na moral, esse menino tem futuro.

    Kyle Filipowski também deu o que podia contra os gigantes do Thunder. Enfrentar Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein não é brincadeira não. Fez mais um double-double (terceiro em quatro jogos) mesmo errando muito arremesso.

    Ace Bailey teve uma noite quieta com 14 pontos, mas fez UMA enterrada de recuperação que foi absurda. Daquelas que você salva no celular e fica assistindo de novo.

    E os outros?

    Cody Williams me decepcionou um pouco — só 8 pontos. Cara, quando você tem poucas oportunidades de ser protagonista, tem que aproveitar melhor, né?

    Oscar Tshiebwe fez 4 pontos, 4 rebotes e 2 assistências em 20 minutos como titular. Coitado, contra essa máquina do Thunder não tinha o que fazer mesmo. O tempo dele no Jazz tá chegando ao fim.

    Vocês acham que esse tanking descarado vai dar certo? Porque eu tô achando que a gente vai conseguir um pick maneiro no draft. E olha que eu nem tô bravo com essa surra — era exatamente o que precisávamos.

  • Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Jazz leva surra histórica do Thunder: 35 pontos de diferença!

    Olha, eu já vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou entre Jazz e Thunder foi de chocar qualquer um. 111 a 146. Cento e onze a cento e quarenta e seis! O Utah simplesmente não existiu em quadra e levou uma das maiores surras que eu já presenciei na temporada.

    O mais interessante da noite foi o duelo entre os irmãos Williams — que duelo, né? O Jalen, que é o mais velho e já All-Star, mostrou toda sua qualidade com 15 pontos e 7 assistências em apenas 26 minutos. Já o Cody, que é o caçula, passou sufoco: apenas 8 pontos com 3 acertos em 11 tentativas. Deu pra sentir a diferença de experiência ali.

    Thunder massacrou com ataque equilibrado

    O Oklahoma mostrou por que é uma das equipes mais temidas da liga. Chet Holmgren (21 pontos) e Shai Gilgeous-Alexander (20) lideraram o ataque, mas o mais impressionante foi ver SETE jogadores diferentes marcando dois dígitos. Isso é profundidade, pessoal.

    Cason Wallace saiu do banco com 16 pontos, e pasmem: até o Brandon Carlson, ex-Utah, fez 11 contra seu ex-time. Imagina a satisfação do cara marcar contra a antiga casa? (E olha que ele nem é dos principais jogadores!)

    Sensabaugh lutou sozinho por Utah

    Pelo lado do Jazz, pelo menos o Brice Sensabaugh mostrou raça. O moleque fez 34 pontos, 4 rebotes e 4 assistências tentando segurar uma maré que já estava impossível. Chegaram a ficar 43 pontos atrás — quarenta e três! É surreal pensar nisso numa liga onde qualquer time pode reagir.

    Svi Mykhailiuk teve uma noite… interessante. Depois de quase 20 jogos no banco, o cara foi solto e decidiu chutar 16 vezes — sendo 14 de três pontos. Infelizmente só acertou 6. Entendo a sede, mas às vezes é melhor ser mais seletivo, né não?

    Kyle Filipowski teve números decentes com 20 pontos e 14 rebotes em 10-15 arremessos, mas quando você perde por 35, números individuais meio que perdem o sentido.

    Com essa derrota constrangedora, o Jazz continua na briga pela quarta posição no draft. Sinceramente? Do jeito que as coisas andam, talvez seja melhor mesmo focar no futuro. O próximo desafio é contra o Pelicans em Nova Orleans na terça — será que conseguem se reerguer ou vem mais uma surra?

  • Thunder marca 146 pontos e passa o rolo no Jazz com show ofensivo

    Thunder marca 146 pontos e passa o rolo no Jazz com show ofensivo

    Mano, que aula de basquete o Oklahoma City Thunder deu no Utah Jazz ontem à noite! 146 pontos — isso mesmo, cento e quarenta e seis — numa verdadeira clínica ofensiva que deixou o Jazz sem reação alguma. Final: 146 a 111, e foi pouco.

    Chet Holmgren comandou a festa com 21 pontos, enquanto Shai Gilgeous-Alexander contribuiu com 20 e nem precisou jogar o último quarto. O cara tá numa sequência absurda de 138 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos. Pra vocês terem noção do monstro que esse canadense é.

    Show de arremessos de 3 pontos

    O que mais impressionou foi a eficiência do Thunder. 58,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra e — segurem-se nas cadeiras — 24 cestas de 3 em 45 tentativas. Mais da metade! É o tipo de noite que todo técnico sonha em ter.

    Cason Wallace marcou 16 pontos saindo do banco, e Jalen Williams contribuiu com 15. Ah, e tem um detalhe curioso: Cody Williams, irmão do Jalen, estava jogando pelo Jazz. Imagina o clima na mesa de jantar depois dessa surra, né?

    Corrida pela primeira posição esquenta

    Com essa vitória — a quinta consecutiva —, o Thunder abriu três jogos de vantagem sobre o San Antonio Spurs na briga pela primeira colocação. Faltam apenas quatro jogos pra terminar a temporada regular, e sinceramente, tá difícil ver alguém parando esse time de Oklahoma City.

    A última derrota em casa foi lá em 12 de fevereiro contra o Milwaukee. Com o Shai em quadra então? Janeiro, contra o Toronto. É casa forte demais.

    Do lado do Jazz, Brice Sensabaugh fez o que pôde com 34 pontos, e Kyle Filipowski contribuiu com um double-double de 20 pontos e 14 rebotes. Mas não deu nem pra sonhar — foi a nona derrota seguida pra Utah.

    Uma jogada que resumiu a noite: Cason Wallace perdeu uma enterrada em contra-ataque no primeiro tempo, mas Jalen Williams pegou a bola no ar e mandou pra dentro com as duas mãos. Puro Thunder basketball.

    O que vocês acham? Esse Thunder tem cara de campeão ou ainda falta alguma coisa? Eu tô começando a acreditar seriamente nesse time, viu.

  • Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Durant lidera goleada dos Rockets: 5ª vitória seguida!

    Mano, o Houston tá pegando fogo! Os Rockets acabaram de aplicar uma sacolada histórica no Jazz, ganhando de 140-106, e agora são cinco vitórias consecutivas. Kevin Durant foi o cara da noite com 25 pontos, mas sinceramente? O time todo tava jogando um basquete absurdo.

    Durant acertou 8 de 12 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. Detalhe que me chamou atenção: essa foi a 45ª vez na temporada que ele fez 20+ pontos com pelo menos 50% de aproveitamento. Tá perdendo só pro Shai Gilgeous-Alexander que tem 47 vezes. Cara, aos 37 anos o homem continua um monstro.

    Rockets voando rumo aos playoffs

    Amen Thompson também brilhou com 21 pontos, e o turco Alperen Sengun contribuiu com 19. Os Rockets (48-29) já garantiram vaga nos playoffs na quinta-feira, e agora estão a apenas um jogo do Denver na briga pela quarta posição do Oeste. Imagina se conseguem essa colocação? Seria um baita diferencial na primeira fase.

    Do lado do Jazz, Cody Williams foi bem com 27 pontos e 11 rebotes, mas o time como um todo… cara, foi sofrível. Acertaram apenas 5 de 27 tentativas de 3 pontos. Cinco! De vinte e sete! Como que ganha jogo assim?

    Domínio total desde o primeiro quarto

    Houston começou na frente e nunca mais foi alcançado. Abriram 5-0 e foram aumentando a vantagem aos poucos. No final do primeiro quarto já lideravam por 12, e no intervalo a diferença era de 19 pontos.

    O Jazz até tentou uma reação no terceiro período, diminuindo para 14 pontos de diferença, mas os Rockets responderam com uma sequência devastadora de 19-4 nos últimos 3 minutos do período. Aí acabou o jogo — entraram no último quarto ganhando por 29 pontos!

    Utah (21-57) tá numa fase terrível, são oito derrotas seguidas e 12 perdas nos últimos 13 jogos. E aí, vocês acham que os Rockets conseguem manter esse embalo até os playoffs? Domingo eles enfrentam o Warriors fora de casa — vai ser um bom teste.

  • Jazz aposta no rookie Bez Mbeng até o fim da temporada

    Jazz aposta no rookie Bez Mbeng até o fim da temporada

    Cara, tem uns caras que simplesmente aparecem do nada e conquistam o coração da torcida. É exatamente isso que tá rolando com Bez Mbeng no Utah Jazz. O garoto acabou de assinar contrato pro resto da temporada depois de impressionar em dois contratos de 10 dias.

    Olha, eu confesso que quando ele chegou não fazia muito barulho. Mas 11 jogos depois? O moleque mostrou que tem estrela. Com seus 1,93m, ele vem fazendo de tudo na quadra: 5.0 pontos, 3.4 rebounds, 3.4 assistências e ainda rouba quase 2 bolas por jogo. Em quase 30 minutos de quadra!

    De dois contratos de 10 dias para a permanência

    A história do Mbeng é dessas que a gente adora no basquete. O Jazz testou ele em dois contratos curtos — aqueles famosos “10-day contracts” que são tipo um período de experiência. E cara, ele passou no teste com louvor.

    Agora a franquia de Utah não tinha mais escolha: ou assinava com ele pro resto da temporada ou perdia o garoto. E fizeram a escolha certa, na minha opinião. Um rookie que consegue contribuir em praticamente todos os fundamentos do jogo? Isso não se acha na esquina.

    O que isso significa para o Jazz?

    Sinceramente, acho que o Jazz tá construindo algo interessante pra futuro. Mbeng é daqueles jogadores que não vão ganhar manchete todo dia, mas que fazem o trabalho sujo — roubo de bola, assistência, energia defensiva. Vocês sabem como é: aquele sexto homem ideal que todo time precisa ter.

    E o timing não podia ser melhor. Com o Jazz focando mais no desenvolvimento de jovens talentos, ter um cara como Mbeng no elenco pode ser ouro. Ele já mostrou que não trava sob pressão e sabe se adaptar ao ritmo da NBA.

    O que acham? Será que ele consegue se firmar como uma peça importante no futuro do Jazz? Eu tenho um bom pressentimento sobre esse moleque.

  • Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Jamal Murray meteu 10 bolas de 3 e destruiu o Jazz

    Gente, o que o Jamal Murray fez ontem contra o Utah Jazz foi simplesmente absurdo. Dez — isso mesmo, DEZ — arremessos de 3 pontos convertidos, incluindo uma bomba do meio da quadra que entrou no estouro do cronômetro do primeiro quarto. O cara terminou com 37 pontos na vitória por 130-117 dos Nuggets.

    Sinceramente, eu já vi muito basquete na minha vida, mas essa performance do Murray foi de outro planeta. E olha que ele teve a companhia do monstro Nikola Jokić, que fez mais um triple-double tranquilão: 17 rebotes, 15 pontos e 12 assistências. Quinto triple-double em seis jogos. Esse sérvio é uma máquina mesmo.

    Show de bola de 3 desde o primeiro minuto

    A coisa começou quente logo de cara. Murray acertou as três primeiras tentativas de 3 dos Nuggets, ajudando o time a abrir 12-0 no placar. Os seis primeiros arremessos de quadra de Denver foram todos do perímetro — e todos entraram. É brincadeira isso?

    No primeiro quarto, os Nuggets foram 9 de 18 do perímetro, com Murray sozinho fazendo cinco bolas de 3. A cereja do bolo foi aquela bomba do meio da quadra no apagar das luzes, colocando Denver na frente por 39-28. Cara, eu tava vendo ao vivo e quase derrubei a cerveja quando vi a bola entrar.

    Jazz tentou reagir mas não deu conta

    O Utah até tentou esboçar algumas reações. Brice Sensabaugh teve uma noite bacana com 28 pontos e seis de três, e Kyle Filipowski ajudou com 25 pontos e 12 rebotes. Mas convenhamos — quando o Murray tá nesse clima, é muito difícil parar.

    O Jazz chegou a encostar no placar no último quarto, ficando apenas quatro pontos atrás (101-97), mas aí o Murray e o Christian Braun resolveram acabar com a festa. Os dois fizeram cestas consecutivas que deram início a uma sequência de 15-2 que sepultou de vez as chances do Utah.

    Com essa, os Nuggets embalaram a sétima vitória seguida e seguem firmes na briga pelos playoffs. Já o Jazz… coitados, sétima derrota consecutiva e apenas 3 vitórias nos últimos 22 jogos. Tá complicado lá em Utah.

    E vocês, acham que o Murray consegue manter esse nível absurdo de arremesso? Porque se conseguir, os Nuggets vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    Jazz aposta mais uma vez em Kennedy Chandler com novo contrato

    O Utah Jazz decidiu dar mais uma chance para Kennedy Chandler, assinando com o armador um segundo contrato de 10 dias. E olha, depois dos números que ele vem apresentando, não é surpresa nenhuma.

    Chandler tem 1,83m e 77kg — não é o físico mais imponente da liga, né? Mas o garoto de 23 anos vem mostrando que tamanho não é documento. Em seis jogos pelo Jazz, ele tá fazendo uma média absurda de 14.2 pontos e 6.8 assistências por partida. Isso em mais de 32 minutos por jogo, inclusive com uma partida como titular.

    Da G League direto pro show

    Antes de chegar em Utah, Chandler estava destruindo tudo no Delaware Blue Coats, time da G League. Foram 41 jogos como titular em 42 aparições — praticamente intocável no lineup. Os números? 17 pontos e 9 assistências por jogo. Monstro.

    Sinceramente, sempre fico impressionado quando vejo caras saindo da G League e fazendo diferença imediata na NBA. Não é fácil fazer essa transição, mas Chandler parece ter se adaptado rapidinho ao ritmo da liga principal.

    Trajetória de luta

    O armador foi escolhido pelo Dallas Mavericks na 38ª posição do draft de 2022 — uma escolha bem no finalzinho da segunda rodada. Passou por Memphis na temporada 2022-23, jogou 36 partidas, mas acabou rodando muito pela G League desde então. Foram 153 jogos espalhados por quatro times diferentes: Memphis Hustle, Long Island Nets, Raptors 905 e Delaware.

    Essa jornada toda me lembra muito do Raulzinho, que também passou perrengue na G League antes de conseguir se firmar (embora no caso do brasileiro tenha sido mais difícil ainda). É aquela coisa: às vezes o timing não bate, mas quando a oportunidade aparece, você tem que agarrar com unhas e dentes.

    Na faculdade, Chandler foi uma peça importante no Tennessee em 2021-22, sendo titular em todos os 34 jogos e fazendo 13.9 pontos por partida. Memphis de berço, Tennessee na faculdade e agora tentando se firmar no Jazz — a trajetória do cara é bem interessante.

    E aí, acham que ele consegue um contrato por mais tempo? Pelos números que vem apresentando em Utah, eu apostaria que sim. O Jazz claramente viu algo especial no garoto.

  • Jazz pode ter defesa decente ano que vem? E quem vira All-Star?

    Jazz pode ter defesa decente ano que vem? E quem vira All-Star?

    Olha, mais uma temporada do Utah Jazz chegando ao fim lá embaixo na tabela. Nada que a gente já não esperasse, né? Mas agora vem a pergunta que não quer calar: será que ano que vem esses caras conseguem pelo menos não passar vergonha na defesa?

    Porque sinceramente, desde que começou essa reconstrução toda, a defesa do Jazz tem sido uma piada. Uma piada mesmo. Em nenhum momento — e eu digo NENHUM — eles conseguiram montar alguma coisa que prestasse do lado defensivo. É de dar dó de assistir às vezes.

    O trio que pode mudar tudo

    Mas ó, pensando no ano que vem, o negócio pode ficar interessante. Imagina um garrafão com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Cara, no papel isso aí tem tudo pra funcionar. O JJJ é um monstro defensivamente (quando não tá suspenso), o Kessler mostrou que sabe tapar o garrafão, e o Lauri… bom, ele pelo menos tem o tamanho, né?

    A pergunta é: conseguem chegar no top-10 da liga defensivamente? Eu acho que é possível, mas vai depender muito de como o Will Hardy vai conseguir fazer essa galera jogar junto. Porque defesa não é só talento individual — tem que ter sistema, comunicação, entrosamento.

    E o All-Star Game? Quem vai?

    Agora vem outra discussão boa: quem do Jazz tem chance real de ir pro All-Star Game? Porque vamos combinar, provavelmente pelo menos um vai — o Jazz sempre consegue emplacar alguém, mesmo nos anos difíceis.

    Na minha visão, o Lauri Markkanen continua sendo o nome mais óbvio. O cara já foi All-Star, sabe jogar, e se o time melhorar um pouquinho ele volta a aparecer. Mas e o JJJ? Se ele conseguir ficar longe de suspensões bobas e jogar uma temporada inteira, o cara pode explodir de vez.

    E vocês, o que acham? Quem apostam que vai representar Utah no All-Star? E mais importante: será que essa defesa finalmente vai deixar de ser motivo de piada? Eu tô tentando ser otimista, mas depois de tantos anos apanhando…

    Uma coisa é certa: se o Jazz conseguir pelo menos uma defesa mediana, esse time pode surpreender muita gente. Porque talento ofensivo eles têm — só falta o outro lado da quadra funcionar.

  • Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Jazz na pior em casa: consegue parar o Jokic e os Nuggets?

    Olha só a situação do Utah Jazz: quatro derrotas consecutivas jogando em casa. Quatro! E agora vai receber justamente o Denver Nuggets, que tá voando com 8 vitórias nos últimos 10 jogos. Sinceramente, não sei se consigo ver luz no fim do túnel pra esse Jazz.

    O time de Salt Lake City tá numa situação complicada mesmo — 21 vitórias e 55 derrotas na temporada. Pior defesa da Conferência Oeste, tomando 125.4 pontos por jogo. Os caras deixam os adversários acertarem quase 50% dos arremessos. É de chorar.

    Jokic é monstro demais pra esse Jazz

    Do outro lado, você tem Nikola Jokic fazendo mais um triple-double quase que por brincadeira — 27.9 pontos, 12.9 rebotes e 10.8 assistências de média. No último confronto entre os times, há poucos dias, ele cravou 33 pontos na vitória por 135-129.

    E não é só o sérvio não. Jamal Murray tá encaixando as bolas de três também, assim como todo o ataque dos Nuggets que tem a quinta melhor média de assistências da liga (28.8 por jogo). Quando esse time tá entrosado, é difícil de parar.

    Kyle Filipowski até que vem jogando bem pelo Jazz, com 11.1 pontos e 49.5% de aproveitamento, mas cara… olha essa lista de contundidos do Utah: Lauri Markkanen fora, Keyonte George machucado, Walker Kessler perdeu a temporada toda. É praticamente metade do time no departamento médico.

    Matemática cruel

    Os números não mentem: nos últimos 10 jogos, o Jazz ganhou apenas 1. Um jogo! Enquanto isso, Denver tem 8 vitórias no mesmo período, fazendo média de 127 pontos por partida.

    Vocês acham que tem alguma chance do Jazz conseguir quebrar essa sequência negativa em casa? Eu, particularmente, acho difícil. Não com essa defesa furada e enfrentando um dos melhores times do Oeste.

    O jogo rola na quarta-feira, às 22h (horário do Leste americano). Pode ser que o Jazz surpreenda jogando em casa, mas realísticamente falando… Denver tem tudo pra confirmar o favoritismo e deixar Utah ainda mais na pior nessa temporada já perdida.

  • Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Gente, que jogaço foi esse dos Cavs ontem! Evan Mobley e Donovan Mitchell decidiram fazer uma competição particular de quem fazia mais pontos e empataram em 34 cada um. O resultado? Uma virada espetacular contra o Jazz por 122 a 113.

    Mobley tá simplesmente jogando o fino da bola nessa temporada. Cara fez 8 enterradas — OITO! — e ainda pegou 16 rebotes e deu 3 tocos. É mole? O pivô de 2,13m foi o cara que definiu tudo com uma jogada de três pontos que deixou o placar 117 a 106 faltando pouco mais de 3 minutos.

    Harden distribuindo jogo

    James Harden não tava no clima de pontuar muito (só 13 pontos), mas distribuiu assistências como ninguém: 14 passes para cesta. Sinceramente, essa versão “playmaker” do Barba tá funcionando demais pros Cavs. Cinco vitórias seguidas fora de casa e seis dos últimos sete jogos no geral.

    Do lado do Jazz… rapaz, que situação complicada. Cody Williams fez 26, Kyle Filipowski 20 e Ace Bailey 19, mas não adiantou nada. São seis derrotas consecutivas e 10 perdidas nos últimos 11 jogos. Tá feio a coisa em Utah.

    Jazz desfalcado de propósito?

    Olha, vou ser sincero: o Jazz só jogou com 8 caras ontem, sendo dois com contratos de 10 dias e um two-way player. Kevin Love e Svi Mykhailiuk ficaram no banco como “dispensas saudáveis”. Traduzindo: time tá claramente pensando no draft e não quer ganhar muito jogo não.

    Bailey até chegou a dar esperança pro Jazz quando fez uma bandeja acrobática que colocou o time na frente 105 a 103, mas aí o garoto foi pro banco e não voltou mais. Coincidência? Eu duvido…

    Os Cavs agora viajam pra Los Angeles enfrentar os Lakers na terça, enquanto o Jazz recebe o Denver na quarta. E aí, vocês acham que esse Jazz vai conseguir sair dessa sequência ruim ou vai continuar na fossa até o final da temporada?