Tag: Utah Jazz

  • AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    Olha, vou falar uma coisa que pode soar exagerado, mas não é: AJ Dybantsa é simplesmente o prospect mais completo que eu vi em muito tempo. E quando eu falo muito tempo, estou falando de gerações mesmo.

    O cara saiu de BYU como líder de pontuação da NCAA sendo apenas um calouro — 25 pontos por jogo, gente! Vocês conseguem dimensionar o absurdo que isso representa? Ser o cestinha da NCAA no primeiro ano é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele é tão especial?

    Sinceramente, é mais fácil falar o que ele NÃO tem do que listar suas qualidades. Dybantsa tem físico de veterano da NBA, pode jogar em múltiplas posições, tem facilidade para criar jogadas e ainda por cima é eficiente nos arremessos. Na minha visão, essa temporada inteira foi só um aquecimento para ele — tipo um Giannis jovem se preparando para dominar a liga.

    A única crítica real que consigo fazer é na defesa. Mas olha, considerando que ele carregou praticamente sozinho o ataque dos Cougars (ainda mais depois que Richie Saunders se machucou), eu até perdoo. E mesmo assim, ele não foi ruim defensivamente — só ficou um pouco abaixo da média da liga.

    Eu sempre disse: quando você tem um talento desses, você pega e pergunta depois.

    O encaixe perfeito no Jazz

    Se eu fosse o Danny Ainge, estaria babando por esse garoto. O Utah Jazz tem a segunda escolha do Draft e, cara, pode ser que seja o suficiente para pescar o Dybantsa. Os Wizards ainda não bateram o martelo na primeira escolha, então quem sabe?

    Com Keyonte George se consolidando na armação (6.1 assistências por jogo na reta final da temporada passada — monstro!), falta exatamente um ala-armador de elite. E é aí que o Dybantsa se encaixa como uma luva.

    Imagina só um quinteto com George, Dybantsa, Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Eu fico arrepiado só de pensar. Ou então, se resolverem apostar no Ace Bailey como titular e trocar o Markkanen por mais picks… cara, as possibilidades são infinitas.

    O mais legal do Dybantsa é a versatilidade. Pode jogar desde armador até ala-pivô em situações específicas. Will Hardy vai ter um baú de opções táticas nas mãos.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem chance real de pescar esse fenômeno? Ou os Wizards vão fazer a escolha óbvia e pegar ele em primeiro?

  • Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Nova regra da loteria da NBA beneficia Utah e prejudica Memphis

    Olha só que situação bizarra rolou com as novas regras da loteria da NBA. Vazou que a liga vai implementar mudanças que vão mexer com tudo que a gente conhece sobre o draft — e cara, tem time que vai se dar bem e outros que vão se ferrar legal.

    A informação veio do Kevin O’Connor e sinceramente, quando eu li pela primeira vez pensei: “Adam Silver, o que diabos você tá fazendo?”

    As novas regras que mudaram tudo

    Basicamente é assim: nenhum time pode pegar a primeira escolha em dois anos seguidos, e também não pode ficar no top-5 por três anos consecutivos. Até aí, faz sentido né? Ninguém aguenta mais ver San Antonio pegando pick top-4 três vezes seguidas.

    Mas aqui que a coisa fica interessante (e complicada): eles decidiram aplicar essa regra olhando para trás, desde 2025 e 2026. Ou seja, se Washington ganhar a loteria de novo em 2027, automaticamente desce para segunda posição.

    E o mais maluco? A regra segue o time ORIGINAL, não quem tem o pick. Isso significa que se o Time A tem o pick do Time B e esse pick cai em primeiro, o Time B não pode pegar primeiro no ano seguinte — mesmo que seja com outro time segurando o pick.

    Utah Jazz se deu bem, Memphis se ferrou

    Aqui que entra a treta do Utah Jazz e Memphis Grizzlies. Lembram da trade que levou Jaren Jackson Jr. para Utah? Pois é, Utah trocou seu pick de 2027 para Memphis.

    O problema é que Utah pegou quinta posição em 2025 e segunda em 2026. Com a nova regra, eles não podem ficar no top-5 em 2027. E como Memphis agora tem esse pick, eles também não podem receber uma escolha top-5 — mesmo sendo donos do pick agora!

    Mano, que sacanagem isso. Memphis fez uma trade pensando em uma coisa e agora se fode por causa de uma regra retroativa que nem existia na época.

    Na minha opinião, essa história de “pick restrictions for repeat lottery winners” é meio forçada. Cara, pegar a quinta posição é ser “winner”? Ano passado Utah ficou puto da vida por ter pego só a quinta escolha. E agora isso conta como se eles tivessem ganhado na loteria?

    Minha visão sobre essas mudanças

    Olha, eu entendo querer evitar que times peguem primeira escolha em anos consecutivos. Isso faz sentido. Mas essa regra do top-5 por três anos? Acho que foi longe demais.

    E essa história de aplicar retroativamente é complicada pra caramba. Times fizeram trades baseados nas regras que existiam na época. Agora você muda tudo e ferrra com acordos que já estavam feitos?

    Vocês acham que a NBA deveria ter aplicado essas regras só daqui pra frente? Porque sinceramente, essa situação do Memphis está bem injusta. O time fez uma trade legítima e agora se prejudica por uma regra que nem existia.

    No final das contas, típico da NBA: resolve um problema e cria outros três. Vamos ver como isso vai afetar as próximas loterias e se mais times vão se ferrar com essas mudanças malucas.

  • Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Olha, não sei vocês, mas eu acho que o Portland Trail Blazers finalmente tá levando essa busca por técnico a sério. Mike Williams, assistente do Utah Jazz, virou finalista pra comandar o time de Oregon — e sinceramente? Faz todo sentido.

    Williams tá no Jazz desde 2023, trabalhando com Will Hardy. E cara, quem acompanha a NBA sabe que a comissão técnica de Utah virou referência em desenvolvimento de jogadores. O time pode não estar brigando por título, mas a forma como eles trabalham com os mais novos impressiona qualquer um que entende do riscado.

    Por que Portland quer esse cara?

    Vamos ser honestos: o Trail Blazers precisa de alguém que saiba mexer com jovem. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe… esses moleques têm talento de sobra, mas precisam de direção. E Williams parece ser exatamente o tipo de cara que sabe como extrair o melhor desses caras.

    A experiência dele no Jazz conta muito. Hardy montou um sistema moderno, focado no desenvolvimento, e Williams foi peça importante nisso tudo. Agora Portland quer essa receita pra si — e eu não culpo eles não.

    Trail Blazers finalmente acertando?

    Vou ser sincero com vocês: Portland vive numa eterna transição há anos. Sempre promettendo, nunca entregando. Mas essa busca por técnico parece diferente. Eles não tão correndo atrás de nome famoso só pra impressionar torcida.

    Williams representa algo que Portland precisa desesperadamente: estrutura. O cara entende de basquete moderno, sabe trabalhar com jovens e — o mais importante — conhece o processo de construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de comandar uma franquia que há anos promete virar a página? Porque vou te falar, não é moleza não. Mas se for pra apostar em alguém, prefiro mil vezes apostar num cara que provou que sabe desenvolver talento do que em algum nome badalado sem proposta clara.

    A decisão sai em breve. E pela primeira vez em muito tempo, tenho a sensação de que Portland pode acertar de verdade. Williams não vai resolver tudo da noite pro dia, mas pode ser exatamente o que esses moleques precisam pra explodir de vez.

  • Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Gente, o Kendrick Perkins acabou de soltar uma bomba no ar. O cara foi lá no “NBA Today” da ESPN e comparou Darryn Peterson – que deve ser a segunda escolha do Draft 2026 – nada mais, nada menos que com o Kobe Bryant. Isso mesmo, o Mamba.

    Olha, eu acompanho Draft há anos e raramente vejo alguém fazer uma comparação tão pesada assim. Perkins não tava brincando quando disse que o “teto” do Peterson é o Kobe, enquanto o “piso” seria o Bradley Beal. Entre você e eu, qualquer uma dessas duas opções já seria absurda pra um moleque que ainda tá na faculdade.

    O que faz Peterson ser tão especial?

    Segundo o ex-pivô da NBA, três coisas chamam atenção no garoto do Kansas: ritmo de jogo, arremesso e inteligência no pick-and-roll. “Ele sabe fazer as leituras certas”, disse Perkins. E cara, quando um cara que jogou contra os melhores fala isso, a gente tem que prestar atenção.

    O Peterson teve uma temporada complicada pelos Jayhawks – jogou apenas 24 partidas por causa de lesões. Mas Brian Windhorst, que tava no mesmo programa, deixou claro que os times da NBA já estão investigando tudo isso a fundo. “Os scouts acham que ele pode ser o cara mais talentoso de todo o Draft”, revelou o jornalista.

    Draft 2026 tá uma loucura

    Sinceramente? Esse Draft de 2026 tá prometendo ser histórico. AJ Dybantsa do BYU aparece como favorito pra primeira escolha, mas Peterson logo atrás com essa comparação com Kobe… Mano, imagina se os dois realmente virarem o que estão projetando?

    O Utah Jazz, que tem a segunda pick, deve estar babando. E vocês, acham que Peterson aguenta essa pressão toda de ser comparado com uma lenda? A primeira rodada do Draft acontece na terça-feira, dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver onde esse moleque vai parar.

    Uma coisa é certa: se o Perkins tá certo e o Peterson realmente tem esse potencial todo, a NBA vai ganhar mais um monstro. Agora é esperar pra ver se a realidade bate com a expectativa.

  • AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    Olha, eu sempre achei que o Draft de 2026 ia ser meio bagunçado, mas a situação tá mais confusa do que eu imaginava. AJ Dybantsa, que todo mundo colocava como certo pro número 1 dos Wizards, não é mais consenso entre as franquias da liga.

    Diferente de outros anos onde você tinha aquele prospecto que se destacava quilômetros dos demais, 2026 tá uma briga de foice. Dybantsa, Darryn Peterson, Cam Boozer e Caleb Wilson — qualquer um desses quatro pode ser argumentado como a primeira escolha. E isso deixa tudo muito mais interessante (e imprevisível).

    A temporada freshman mudou tudo

    Durante suas temporadas de freshman, Dybantsa acabou passando Peterson como a “escolha mais segura” para o topo do draft. Mas segura mesmo? Sinceramente, acho que essa palavra nem existe quando se trata de jovens de 18 anos.

    O que mais me chama atenção é como essa falta de consenso pode mexer com as trocas. Se não tem um cara óbvio pro número 1, as equipes vão ficar muito mais dispostas a negociar posições dentro desse top 4. E isso pode render umas movimentações bem interessantes na offseason.

    Utah Jazz na espreita

    A situação fica ainda mais tempestuosa com o Utah Jazz rondando. Ryan Smith, dono do Jazz, tem uma ligação forte com o programa de BYU, que é onde Dybantsa brilha. A conexão é óbvia demais pra ser ignorada.

    Os caras podem muito bem fazer uma proposta pros Wizards pra subir da 2ª posição pra primeira. Mas olha, eles também podem simplesmente ficar quietos na segunda posição e pegar either Dybantsa ou Peterson — qualquer um dos dois seria um baita negócio.

    E tem mais: Peterson encaixaria que nem luva no frontcourt atual do Utah, com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler. Faz muito sentido do ponto de vista de fit.

    Vocês acham que Washington vai mesmo segurar a primeira escolha, ou vão acabar negociando? Porque na minha opinião, com tantas opções boas disponíveis, pode ser mais inteligente acumular assets do que apostar todas as fichas num prospecto só.

  • Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Olha só que situação absurda o Utah Jazz se meteu. Depois de anos apanhando e reconstruindo, os caras saltaram para a segunda posição do draft 2026. E agora tem gente falando se eles deveriam trocar por a primeira pick? Sinceramente? Acho uma burrada.

    Vamos contextualizar essa história toda. O Jazz fez uma reconstrução que parecia impossível — mantiveram Lauri Markkanen (que muita gente achava que iam trocar), pescaram Keyonte George na 16ª posição e transformaram o moleque numa estrela em ascensão. Sem contar que conseguiram Jaren Jackson Jr. numa troca esperta e ainda draftaram Ace Bailey na quinta posição no ano passado.

    Peterson vale a primeira pick mesmo?

    Darryn Peterson era consenso entre os especialistas como a primeira escolha antes da temporada começar. Mesmo depois de altos e baixos em Kansas, o Jonathan Givony ainda coloca ele no topo. Mas aí que tá — se Washington pegar AJ Dybantsa com a primeira, Peterson cai direto no colo do Jazz.

    Por que diabos eles iriam trocar Ace Bailey MAIS a segunda pick só para subir uma posição? Não faz o menor sentido. Se você tem a chance de pescar um cara com talento de primeira pick sem abrir mão de nada, você vai e pega.

    Washington quer trocar? Red flag na certa

    Aqui entre nós — se Washington tá disposto a trocar a primeira pick por a segunda do Jazz, isso já diz tudo, né? Ninguém sonharia em trocar a primeira posição se não achasse que a segunda é praticamente igual em valor.

    O Jazz construiu algo especial. Eles têm Markkanen estabelecido, George explodindo, Jackson Jr. chegando forte, Kessler crescendo no garrafão e Bailey mostrando potencial absurdo. Agora vão adicionar mais um talento de elite? Cara, esse pode ser o núcleo de um time campeão.

    Na minha visão, Utah já fez o trabalho pesado. Não precisa de firula nem de tentar ser esperto demais. Pega quem sobrar na segunda posição e segue construindo uma das melhores bases jovens da liga.

    E aí, vocês acham que o Jazz deveria mexer no que tá dando certo? Porque eu tô achando que eles já ganharam essa parada antes mesmo do draft começar.

  • A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    Cara, vou ser sincero com vocês: eu sempre tive uma pulga atrás da oreja com aquela troca do Jazz em 2019. Na época todo mundo bateu palma, mas olhando hoje… será que não foi uma das maiores burradas da franquia?

    A situação era a seguinte: Houston Rockets acabou de passar o rodo no Jazz nos playoffs pela segunda vez seguida, com James Harden sendo praticamente imparável. O front office de Salt Lake City entrou em pânico e decidiu que precisava “melhorar” o time. O alvo? A eficiência de três pontos, que tava meio meia-boca mesmo.

    A troca que mudou tudo

    Em julho de 2019, o Jazz mandou Jae Crowder, Grayson Allen, Kyle Korver, os direitos do Darius Bazley E uma primeira rodada futura (que virou o Walker Kessler, olha só) pro Memphis em troca do Mike Conley. Isso sem falar que deixaram o Ricky Rubio vazar de graça pra Phoenix por “apenas” 17 milhões por ano, enquanto o Conley ganhava mais de 30 milhões.

    Monstro de troca, né? E olha que eu não tenho nada contra o Mike Conley — o cara sempre foi um armador de elite, com ótima visão de jogo e um arremesso confiável. Nos 10 anos anteriores, ele convertia 37,4% dos seus arremessos de três numa média de 4 tentativas por jogo. Distribuía 6 assistências por partida. Era exatamente o que o Donovan Mitchell precisava ao lado dele.

    Os números não mentem (ou mentem?)

    No papel, a troca funcionou. O ataque do Jazz saltou da 13ª posição na liga pra primeira colocada na temporada seguinte. Conley tinha uma eficiência muito superior ao Rubio — 11 pontos percentuais de diferença no eFG%. Era matemática pura.

    Mas aqui que fica interessante (e eu fico meio bolado): quando você olha como esses caras complementavam especificamente o Donovan Mitchell, a diferença não era tão absurda assim. O rating ofensivo com Conley era apenas 3 pontos melhor, e o True Shooting do time subia só 1,6%.

    O Rubio pode não ter sido o cara mais eficiente do mundo, mas ele elevava a qualidade dos arremessos de TODO MUNDO na quadra. E isso não aparece nas estatísticas básicas.

    E se o Jazz tivesse ficado com Rubio?

    Olha, eu sei que é fácil falar agora, mas imaginem se o Jazz tivesse mantido o Rubio por 17 milhões, economizado aquela fortuna com o Conley e ainda ficado com todas aquelas peças que mandaram embora? Walker Kessler sozinho já taria valendo o investimento hoje em dia.

    O time provavelmente continuaria competitivo, gastaria bem menos e ainda teria flexibilidade pra outras movimentações. Às vezes a melhor troca é a que você NÃO faz, sacam?

    E vocês, o que acham? Foi burrada mesmo ou tô sendo injusto com a decisão do Jazz? Conley ajudou sim, mas será que o preço valeu a pena?

  • Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Gente, que situação interessante está rolando em Utah! O Jazz não está satisfeito com a 2ª escolha do Draft 2026 e quer subir para a 1ª posição. E sabe o que é mais louco? AJ Dybantsa, que todo mundo considera o principal nome dessa safra, aparentemente toparia ficar por lá mesmo.

    Olha, eu entendo perfeitamente o Jazz nessa. Quando você tem a chance de pegar o cara que pode mudar sua franquia pelos próximos 10-15 anos, você faz de tudo, né?

    Dybantsa quer ficar em casa

    O mais interessante dessa história toda é que o próprio Dybantsa, que jogou em Brigham Young (ali pertinho de Salt Lake City), sinalizou que gostaria de continuar em Utah. Cara, isso é praticamente um presente dos céus para o Jazz! Quantas vezes você vê um prospecto top 1 querendo ficar na região onde já está?

    Segundo o pessoal da CBS Sports, isso foi confirmado durante o Combine em Chicago. E Danny Smith, do Jazz, já deixou claro que “tudo deve estar em cima da mesa” quando perguntado sobre a possibilidade de negociar para subir. Traduzindo: eles vão fazer qualquer negócio necessário.

    Washington pode aceitar a proposta?

    Do outro lado temos o Washington Wizards, que tem a 1ª escolha. O presidente da equipe, Michael Winger, já disse que está pelo menos “aberto” a trocar a escolha. Mas vamos combinar – na teoria todo mundo está aberto, na prática é bem diferente.

    Sinceramente? Eu acho bem difícil o Wizards abrir mão da primeira escolha, ainda mais para um time da mesma conferência que pode virar rival nos próximos anos. Mas o Jazz tem algumas peças interessantes e escolhas futuras que podem fazer Washington pensar duas vezes.

    A questão é: o que exatamente Utah estaria disposto a oferecer? Lauri Markkanen? Múltiplas escolhas de primeira rodada? Vai ser interessante ver se eles conseguem montar um pacote irresistível.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Ou o Washington vai segurar a primeira escolha mesmo? Eu tô na torcida para ver esse drama todo se desenrolar até junho!

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que temporada de Draft é igual novela — nunca falta drama. E o maior boato rolando por aí agora? O Utah Jazz pode estar disposto a dar qualquer coisa pro Washington Wizards pra trocar de posição no Draft 2026 e pegar AJ Dybantsa com a primeira escolha.

    Ryan Smith, dono do Jazz, não tá brincando em serviço quando o assunto é Dybantsa. Em entrevista pro Deseret News, o cara foi direto: “tudo deve estar na mesa” quando perguntaram se ele toparia negociar pra subir da segunda pra primeira posição. Monstro.

    A conexão Utah faz todo sentido

    E convenhamos, faz total sentido essa obsessão do Jazz pelo garoto. Dybantsa não é qualquer um — o cara jogou o último ano do ensino médio no Utah Prep e depois brilhou na BYU. É praticamente um filho adotivo do estado. Imagina a pressão (boa) que seria ter esse moleque jogando profissionalmente onde tudo começou?

    “A gente não controla isso”, disse Smith. “Estamos tentando ganhar um campeonato. Então tudo deveria estar na mesa. Austin e Danny (Ainge) também são conhecidos por fazer umas loucuras na noite do Draft.”

    E quando ele fala de “loucuras”, não tá exagerando. Lembram de 2017? Danny Ainge, que hoje tá no Jazz como executivo, estava no Celtics e fez aquela troca histórica — desceu da primeira pra terceira posição, trocou com o Sixers, e no final das contas pegou Jayson Tatum enquanto Philly ficou com Markelle Fultz. Genial.

    Mas calma, não tá garantido nada

    Agora, antes de todo mundo do Jazz começar a sonhar acordado, tem um detalhe importante: Dybantsa no Wizards não é certeza. Diferente do ano passado, quando Cooper Flagg era consenso absoluto pra primeira escolha, esse Draft tá bem mais aberto.

    Um olheiro falou pro Adam Finkelstein da CBS Sports que a ida do Dybantsa pra Washington “absolutamente não” é garantida. “Ficamos surpresos com a transmissão fazer parecer que era algo certo”, disse o cara.

    Sinceramente? Acho que isso deixa tudo ainda mais interessante. Além do Dybantsa, tem nomes como Peterson e Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer) na conversa pro pick número um.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Porque se rolar, vai ser um dos movimentos mais ousados que a gente já viu em Draft da NBA. O Ryan Smith parece disposto a apostar todas as fichas — e olha que ele não é de brincadeira quando quer alguma coisa.