Tag: Utah Jazz

  • Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Cara, o Utah Jazz finalmente saiu da era do tanking e agora é hora de homenagear os verdadeiros heróis dessa jornada — os comandantes do tank! E olha, chamar esses caras de comandantes do tank não é desrespeitoso, não. Na verdade, é reconhecer o papel fundamental que tiveram em garantir picks altos no draft enquanto mostravam seu talento pro resto da liga.

    Luka Šamanić: O Tank Commander Internacional

    O croata Šamanić chegou no Jazz depois de passar apenas duas temporadas em San Antonio (imagina ser dispensado pelos Spurs?). Na temporada 2023-24, ele jogou 43 partidas pelo Jazz com médias modestas de 4 pontos e 2 rebotes. Mas olha só o que importa: ajudou o time a conquistar um recorde de 31-51 e a 9ª escolha geral do draft.

    Hoje ele tá mandando bem na liga russa, fazendo 13 pontos e 5 rebotes por jogo. Sinceramente? Acho que ele pode ter uma segunda chance na NBA se continuar evoluindo assim.

    Talen Horton-Tucker: O Mais Fascinante de Todos

    THT é simplesmente meu favorito dessa lista. Duas temporadas no Jazz sendo ao mesmo tempo empolgante e frustrante de assistir — o cara às vezes esquecia que tinha quatro companheiros em quadra junto com ele! Mas que show, meus amigos.

    A melhor partida dele foi contra o Spurs: 41 pontos! As bandejas acrobáticas e enterradas monstruosas eram de outro mundo. O problema? A visão de túnel era real. Hoje ele tá no Fenerbahçe, na Euroliga, e com 25 anos ainda tem tempo de voltar pra NBA.

    Vocês acham que ele consegue desenvolver o passe e ter uma segunda chance?

    Os Outros Guerreiros do Tank

    Darius Blazley teve uma passagem relâmpago pelo Jazz — apenas 6 jogos, 4 derrotas. Missão cumprida! O cara rodou por vários times da NBA e infelizmente teve uns problemas recentemente na China (empurrou um companheiro de time, foi dispensado). Com 25 anos, torço pra ele dar a volta por cima.

    Juan Toscano-Anderson, campeão da NBA com o Warriors, fez 22 jogos pelo Jazz. O único cara na história da franquia a usar a camisa #95 — isso é história, pessoal! Hoje tá jogando na Itália e se mantendo ativo.

    Kenneth Lofton Jr. pode ter jogado apenas 4 partidas, mas que impressão deixou! 27 pontos, 9 rebotes e 8 assistências numa vitória sobre os Clippers. O cara não tem o físico típico da NBA, mas joga pra caramba. De todos da lista, acredito que ele tem as melhores chances de voltar.

    É isso aí, galera. Esses caras podem não ter trazido vitórias, mas trouxeram esperança na forma de picks altos no draft. Trabalho ingrato, mas essencial. E agora que o Jazz saiu do tanking, fica a nostalgia desses tempos loucos.

  • Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love quer ficar no Jazz: ‘Tenho muito a oferecer ainda’

    Kevin Love completou 18 anos de NBA. Dezoito! E sabe qual foi a surpresa? O cara falou que quer continuar no Utah Jazz, mesmo depois de uma temporada completamente maluca onde o time fez apenas 22 vitórias.

    Olha, eu não esperava essa declaração do Love nas entrevistas de fim de temporada. O veterano de 37 anos deixou bem claro que se apaixonou pela comunidade de Salt Lake City e quer estender a carreira o máximo possível antes de pendurar as chuteiras.

    A paixão inesperada por Utah

    “Fui recebido de braços abertos por todos. Já disse antes e repito: tive uma experiência incrível aqui”, disparou Love. E cara, isso vindo de um cara que já jogou em Cleveland (com LeBron), Miami e agora Utah… significa alguma coisa.

    O mais interessante? Mesmo com o Jazz terminando na última colocação do Oeste, Love não perdeu o tesão pelo basquete. Pelo contrário – ele deixou claro que tem “muito a oferecer, mesmo que não seja jogando”. Isso me lembra muito o papel que ele teve nos Cavaliers em 2016, sendo aquele veterano que orienta os mais novos.

    Os números não mentem (mas também não impressionam)

    Vamos ser sinceros: 6.7 pontos e 5.8 rebotes em 37 jogos não é exatamente um MVP season. Mas aí que tá o lance – Love não tá mais no Jazz pra ser estrela. Ele virou aquele veterano sábio que ensina os pivôs mais novos como se posicionar no garrafão, como fazer aquela enterrada no momento certo.

    E sinceramente? Acho que faz todo sentido o Jazz querer manter ele. Time jovem, reconstruindo, precisa de alguém que já viveu de tudo na liga. Love já foi campeão, já passou por momentos difíceis, já sabe o que é pressão de playoffs.

    O futuro do Jazz passa pelos veteranos?

    Aqui que fica interessante: será que Utah vai mesmo apostar na experiência do Love pra 2026-27? O time claramente tá numa reconstrução total, terminaram atrás até do Sacramento Kings (e olha que os Kings também não fizeram uma temporada das melhores).

    Mas pensando bem, faz sentido. Love pode ser aquele cara que fica no banco, orienta os garotos, e quando precisar entrar pra dar uns minutos, ele entrega. Não vai ser All-Star, mas vai cumprir o papel.

    E vocês, acham que o Jazz deveria renovar com o Love? Ou é melhor apostar 100% na juventude e mandar o veterano embora? Eu, particularmente, acho que um cara com a experiência dele pode fazer toda diferença num vestiário jovem. Às vezes o sexto homem não precisa ser o melhor jogador do banco – precisa ser o mais inteligente.

  • Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Ace Bailey manda a real sobre sua temporada de calouro no Jazz

    Cara, o Ace Bailey simplesmente não tem papas na língua. Quando perguntaram pro calouro do Utah Jazz como ele descreveria sua primeira temporada na NBA em cinco palavras, a resposta foi épica: “Aprendendo, bom, ótimo, incrível… fantástico!”

    E olha, eu entendo o otimismo do garoto. Mesmo com o Jazz fazendo uma temporada sofrível (22-60, empatado com o pior recorde da Conferência Oeste junto com o Sacramento), o Bailey mostrou que tem personalidade pra enfrentar a pressão.

    Números que impressionam

    O moleque jogou 72 dos 82 jogos da temporada — nada mal pra um calouro que foi a 5ª escolha do Draft 2025. Médias de 13.8 pontos e 4.2 rebotes podem não parecer absurdas, mas pra quem tá começando em um time rebuilding, tá longe de ser ruim.

    O melhor jogo dele? 37 pontos contra o Toronto Raptors no dia 23 de março. Trinta e sete! Em 35 minutos de quadra. Sinceramente, quando vi esse número pensei: “esse menino tem futuro”.

    Abril foi um mês especial pro Bailey também — duas performances de mais de 20 pontos, incluindo 23 contra o Memphis na última sexta. Não é à toa que o técnico Will Hardy tá impressionado com a evolução do garoto.

    A confiança do técnico fala tudo

    Hardy não economizou elogios depois da derrota por 133-110 pro Washington Wizards (que por sinal era o pior time da liga na época). “O Ace tá assumindo responsabilidades maiores por períodos mais longos do jogo. É muito bom pra ele ter essas oportunidades”, disse o treinador.

    E eu concordo totalmente. O Jazz tava lidando com uma pilha de lesões, então o Bailey teve que crescer rápido. E parece que cresceu mesmo.

    Claro que ele não vai ganhar o prêmio de Calouro do Ano — Kon Knueppel e Cooper Flagg estão na frente na corrida. Mas cara, pro Jazz que tá claramente em processo de reconstrução, ter um calouro que evoluiu de “aprendendo” pra “fantástico” em uma temporada é ouro puro.

    Vocês acham que o Bailey tem potencial pra ser uma peça central no futuro do Jazz? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse tipo de mentalidade positiva em meio ao caos é exatamente o que times em rebuilding precisam.

  • Nurkic quer ficar no Jazz: ‘Virou algo lindo’ diz o pivô

    Nurkic quer ficar no Jazz: ‘Virou algo lindo’ diz o pivô

    Olha, eu não esperava que o Jusuf Nurkic fosse se apaixonar tanto pelo Utah Jazz depois de apenas uma temporada. Mas o pivô de 31 anos deixou bem claro: quer continuar vestindo a camisa do Jazz na próxima temporada.

    “Seria fácil voltar, e eu quero voltar. Amo tudo sobre o estado e o time. Foi uma daquelas coisas que você não tinha expectativas, e acabou virando algo lindo”, disse Nurkic em entrevista recente. Cara, quando um jogador fala assim, é porque realmente se identificou com o projeto.

    Uma temporada cortada pela metade

    Infelizmente para o Nurkic, a temporada dele foi interrompida em fevereiro por uma lesão no nariz que exigiu cirurgia. Até lá, tinha jogado apenas 41 partidas (36 como titular) e estava produzindo bem: 10.9 pontos, 10.4 rebotes e 4.8 assistências por jogo, com 50.3% de aproveitamento nos arremessos.

    E teve um momento histórico também — Nurkic se tornou o primeiro jogador da franquia a conseguir três triple-doubles consecutivos. Não é pouca coisa, né?

    O problema é que ele estava no último ano de um contrato de US$ 70 milhões por quatro temporadas que assinou com o Portland em 2022. Agora vira agente livre irrestrito. E aí que a coisa fica interessante.

    Jazz em reconstrução total

    Sinceramente, foi uma temporada para esquecer para o Jazz. Terminaram em 15º no Oeste, com apenas 22 vitórias em 82 jogos. Uma pancadaria. E não foi só culpa das lesões do Nurkic, não — Walker Kessler jogou apenas cinco partidas antes de passar por cirurgia no ombro, e o recém-contratado Jaren Jackson Jr. também teve que parar por problemas no joelho.

    O time teve que se virar com uma rotação improvisada: Kevin Love, o rookie Kyle Filipowski e Oscar Tshiebwe no garrafão. Imagina a dificuldade.

    Mas aqui que eu fico pensando — será que faz sentido o Jazz renovar com Nurkic? O cara tem experiência, produz, e claramente quer ficar. Por outro lado, o time está claramente em modo reconstrução, com Ace Bailey sendo uma das principais apostas para o futuro.

    Com mais uma escolha alta no draft (vão ser o 15º a escolher), o Jazz pode estar tentado a apostar na juventude. E aí, vocês acham que Nurkic se encaixa nesse projeto a longo prazo? Na minha visão, um veterano assim pode ser importante para ensinar os mais novos, mas só se o preço for certo.

    Vamos ver o que a diretoria do Jazz decide fazer. Uma coisa é certa: Nurkic já conquistou seu espaço em Salt Lake City.

  • Keyonte George promete playoffs em 2027: ‘Sem dúvidas nenhuma’

    Keyonte George promete playoffs em 2027: ‘Sem dúvidas nenhuma’

    Cara, eu sei que o Jazz fez uma temporada horrorosa (22-60, empatado com Sacramento como pior do Oeste), mas tem um cara lá que tá respirando confiança pura: Keyonte George. E olha, eu meio que acredito nele.

    Nas entrevistas de fim de temporada na segunda, o garoto de 22 anos simplesmente mandou: “Com certeza. Sem dúvidas nenhuma” quando perguntaram se o Jazz consegue playoffs na próxima temporada. Sem piscar, sem hesitar. Só confiança mesmo.

    O crescimento do jovem armador

    Vamos aos fatos: George fez sua melhor temporada em três anos na liga. Médias de 23,6 pontos, 6,1 assistências e 1,1 roubos de bola por jogo. Números de estrela, pessoal. O problema? Ficou limitado a apenas 54 jogos por lesões.

    Mas quando jogou, mostrou que pode ser um dos armadores mais produtivos da NBA. E isso aos 22 anos — imagina quando pegar o jeito da coisa de vez?

    “No papel, somos fenomenais”

    A explicação do George fez sentido, não vou mentir: “No papel, somos fenomenais. Somos grandes, temos envergadura, sabemos arremessar, chegamos no garrafão. Temos vários caras defensivos que protegem a pintura e o perímetro. Se você olhar pra gente, temos todas as ferramentas.”

    E ele não parou por aí. Falou que espera que o time seja mais coeso agora, depois de mais uma temporada difícil. “De cima a baixo, todo mundo sabe do que é capaz. Então espero que tenhamos boa camaradagem. Espero que cheguemos com um objetivo comum todos os dias.”

    Sinceramente? Quando você olha o elenco deles — George, Lauri Markannen, Walker Kessler, Jaren Jackson Jr., Ace Bailey — realmente tem talento ali. A questão é: conseguem ficar saudáveis?

    Vocês acham que o Jazz tem chance real de brigar por uma vaga nos playoffs? Ou é só otimismo de jovem mesmo? Eu tô na dúvida, mas torço pra dar certo — adoro quando um azarão resolve incomodar.

  • Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Lakers fecham temporada contra Jazz que quer perder – 3ª colocação em jogo

    Cara, chegamos no final da temporada regular e os Lakers têm tudo pra fechar com chave de ouro. Domingo à noite eles enfrentam o Utah Jazz no Crypto.com Arena, e olha… o Jazz literalmente NÃO QUER ganhar esse jogo.

    Com 52 vitórias e 29 derrotas, LA tá numa situação interessante. Eles podem até pegar a 3ª colocação se as coisas se alinharem direito. Mas pra isso rolar, precisam fazer a parte deles (que deveria ser moleza) e torcer pro Denver perder pros Spurs.

    Jazz fazendo tanking descarado

    O Utah tá com 22-59, empatado como 4º pior da liga. E eles nem disfarçam mais – praticamente todo mundo importante tá “machucado”. Isaiah Collier, Kyle Filipowski, Keyonte George, Lauri Markkanen, Walker Kessler… a lista é gigante.

    Sinceramente? É até constrangedor ver um time fazer tanking tão na cara dura assim. Mas é a realidade da NBA moderna.

    Do lado do Denver, a situação é parecida. O Jokić vai jogar só uns 20 minutinhos pra se qualificar pros prêmios de fim de ano, e o resto do elenco deve ficar no banco. Já o San Antonio pode ir com força total – Wemby, Vassell e Stephon Castle estão apenas como “questionáveis”.

    Lakers precisam do momentum

    Depois daquela sequência horrorosa de algumas semanas atrás (lembram da confusão toda?), os Lakers conseguiram se reerguer. Duas vitórias seguidas contra Warriors e Suns mostraram que o time ainda tem o que é preciso.

    Na minha visão, o mais importante não é nem a colocação final. É entrar nos playoffs com confiança. E nada melhor que uma vitória tranquila pra isso, né?

    LeBron e Jaxson Hayes aparecem como “questionáveis” por conta de “gerenciamento de lesão no pé esquerdo” – que coincidência, os dois com o mesmo problema, rsrs. Austin Reaves e Luka Dončić (não confundam com o esloveno) estão fora.

    O cenário ideal? Lakers abrem vantagem grande no primeiro tempo, descansam os titulares e entram nos playoffs sem mais nenhuma lesão boba. Vocês acham que vai ser tão simples assim ou o Utah pode aprontar alguma?

    Uma coisa é certa: depois de tanta turbulência nesta reta final, fechar a temporada com uma vitória fácil seria perfeito pro psicológico do time.

  • Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    Jazz aposta em Hayden Gray da G-League com contrato de 2 anos

    O Utah Jazz acabou de fazer uma movimentação interessante no mercado, assinando com o armador Hayden Gray por dois anos. E olha, eu confesso que não esperava essa — o cara estava jogando pelo Maine Celtics na G-League e agora vai ter a chance de mostrar serviço na NBA.

    Gray não é nenhum desconhecido para quem acompanha a liga de desenvolvimento. O armador de 1,93m fez uma temporada bem sólida por lá: 48 jogos, sendo 23 como titular, com médias de 9.9 pontos, 2.8 rebotes, 5.8 assistências e 2.1 roubos de bola em quase 28 minutos por partida.

    Números que chamam atenção

    Sinceramente, o que mais me impressiona nos números do Gray são as assistências e os steals. 5.8 passes para cesta por jogo na G-League é coisa séria — mostra que o cara tem visão de jogo e consegue distribuir bem a bola. E 2.1 roubos? Isso indica que ele tem boas mãos defensivas, algo que sempre é valorizado na NBA.

    Claro, G-League é uma coisa, NBA é outra completamente diferente. Mas o Jazz claramente viu algo nele que vale a pena apostar.

    Vaga liberada no elenco

    A contratação do Gray faz o Jazz voltar ao limite máximo de 15 jogadores com contratos padrão. Isso porque o segundo contrato de 10 dias do Kennedy Chandler expirou depois do jogo de sexta-feira — uma oportunidade que o jovem armador não conseguiu aproveitar.

    E aí, vocês acham que o Gray vai conseguir se firmar no elenco do Jazz? O time de Utah está claramente em processo de reconstrução, então pode ser uma boa oportunidade para ele mostrar que tem potencial. Na minha visão, dois anos de contrato mostra que a organização realmente acredita no potencial dele — não é só um teste rápido.

    Vamos acompanhar como ele se adapta ao ritmo da NBA. Às vezes esses caras que vêm da G-League com fome de provar seu valor acabam surpreendendo todo mundo.

  • Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Jazz quebra jejum de 10 derrotas com show de Hinson e dois triple-doubles

    Cara, que noitaça foi essa do Utah Jazz! Depois de 10 derrotas consecutivas – dez! – o time finalmente conseguiu voltar a vencer, e que vitória foi essa. Blake Hinson fez a partida da vida dele: 30 pontos, recorde pessoal. E o mais louco? Não foi só ele que brilhou.

    O Jazz atropelou o Memphis Grizzlies por 147 a 101, numa dessas goleadas que a gente fica até com pena do adversário. Mas olha, depois de tanto sofrimento, os caras mereciam uma noite dessas.

    Dois triple-doubles no mesmo jogo – coisa rara!

    Agora vem a parte mais absurda da história: Bez Mbeng e John Konchar conseguiram triple-double no mesmo jogo. Isso é raríssimo, galera! Mbeng fez 27 pontos (recorde pessoal também), 11 rebotes e 11 assistências. Konchar teve 11 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    E a cereja do bolo? Quando o Konchar fez o 11º ponto dele, completando o triple-double, o Jaren Jackson Jr. ficou tão empolgado que correu pra dentro da quadra e tomou uma técnica! (risos) Imagina a emoção do cara vendo o ex-companheiro de Memphis fazendo história no Jazz.

    Memphis estava bem desfalcado mesmo

    Olha, vou ser honesto aqui: o Memphis tava jogando praticamente com reservas e jogadores de contrato de 10 dias. Tinham 14 caras no departamento médico e só 6 jogaram. É aquela situação clássica do final de temporada, onde os times que não vão pros playoffs deixam os jovens jogarem pra ver o que rola.

    Mesmo assim, alguns garotos do Grizzlies aproveitaram a chance. Dariq Whitehead fez 21 pontos (recorde dele), Tony Okani marcou 20 (também recorde pessoal), e Adama Bal contribuiu com 18.

    Do lado do Jazz, além do Hinson e do Mbeng, Kennedy Chandler fez 26 pontos e Ace Bailey marcou 23. E o Oscar Tshiebwe? Monstro no garrafão: 22 rebotes (recorde pessoal) e 16 pontos.

    Temporada acabando, mas a paixão continua

    Sinceramente, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o banco do Jazz comemorando cada ponto, cada conquista individual. Cara, isso é lindo de ver! Mesmo numa temporada perdida, numa partida que até prejudica as chances de draft, os caras estavam lá vibrando com os companheiros.

    O Jazz chegou a abrir 55 pontos de vantagem – coisa de videogame mesmo. Fizeram 86 pontos na área pintada e 45 pontos em contra-ataques. Foi um show ofensivo completo.

    E aí, vocês acham que essas performances individuais podem render alguma oportunidade pros jovens na próxima temporada? O Hinson e o Mbeng mostraram que têm potencial, né não?

  • Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?

    Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.

    O cara que pode surpreender

    Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.

    Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.

    Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.

    O que ele traz de especial

    A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.

    E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.

    Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.

    Faz sentido para o Jazz?

    Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.

    Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.

    E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!

    Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.

  • Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Cara, que noite absurda do Jeremiah Fears! O garoto simplesmente decidiu que ia fazer história em New Orleans e cravou 40 pontos na vitória dos Pelicans sobre o Utah Jazz por 156-137. E olha, não foi só mais um jogo qualquer — foi quebra de recorde atrás de quebra de recorde.

    Fears, que foi a 7ª escolha do Draft (ou seja, chegou com expectativa mesmo), acertou 17 de 29 arremessos. Tá, o cara errou algumas bolas de 3 (apenas 1 de 7), mas compensou de sobra jogando no garrafão e nas intermediárias. O recorde anterior de pontos por um calouro dos Pelicans era de Marcus Thornton, com 37 pontos lá em 2010. Fears simplesmente passou o trator.

    Show de Jordan Poole no terceiro quarto

    Mas não foi só o Fears que brilhou, não. Jordan Poole — que passou mais da metade da temporada no banco — resolveu lembrar que sabe jogar basquete. O cara fez 34 pontos, sendo 22 só no terceiro quarto. E adivinha? Nesse período, os Pelicans fizeram 50 pontos, outro recorde da franquia em um único quarto!

    Poole acertou 7 de 16 tentativas do perímetro. Quando o homem tá com a mão quente, é melhor não atrapalhar mesmo. Foi apenas o sétimo jogo dele como titular na temporada, mas que forma de aproveitar a oportunidade.

    Pelicans sem os titulares principais

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda: os Pelicans jogaram SEM Zion Williamson, Trey Murphy III, Dejounte Murray, Herb Jones e Saddiq Bey. Alguns estavam machucados (Murphy com o tornozelo, Murray com a mão), mas Zion, Jones e Bey estavam disponíveis. Só que ficaram no banco mesmo.

    Por quê? Bem, era o último jogo em casa de uma temporada que já não ia dar em nada — segunda temporada consecutiva fora dos playoffs. Então a diretoria preferiu dar minutagem pros jovens e ver o que eles conseguem fazer. E conseguiram MUITO.

    Micah Peavy fez 20 pontos (recorde pessoal na temporada), Jordan Hawkins contribuiu com 25, e Derek Queen — primeira escolha de 2025, 13º no geral — cravou um double-double de 17 pontos e 12 rebotes. No final das contas, os Pelicans fizeram 90 pontos só na pintura. Noventa! Outro recorde da franquia.

    Do lado do Jazz, que perdeu o décimo jogo consecutivo (14 derrotas em 15 jogos), Kennedy Chandler fez 31 pontos e Cody Williams contribuiu com 26. Bez Mbeng, um cara de Yale jogando apenas seu 13º jogo na liga, fez 26 pontos de recorde pessoal.

    Sinceramente? Foi uma dessas noites que você lembra porque ama esse esporte. Jovens quebrando recordes, veteranos aproveitando as oportunidades, e basquete de alta pontuação. Os 156 pontos dos Pelicans também foram recorde da franquia — o anterior era 153, curiosamente também contra o Utah, em janeiro de 2024.

    E aí, vocês acham que o Fears consegue manter essa pegada na próxima temporada? Porque se conseguir, New Orleans pode ter achado uma joia mesmo.