Tag: Utah Jazz

  • Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Cara, que noite! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu mostrar pro Utah Jazz o que eles perderam. 34 pontos contra o ex-time, jogando com uma autoridade absurda. Mas o mais impressionante? O Evan Mobley também fez 34 pontos na mesma partida. Cleveland ganhou por 122-113 e foi um show à parte.

    Mitchell e Mobley dividindo os holofotes

    Olha, eu já vi muito jogo do Mitchell, mas essa sintonia dele com o Mobley tá ficando assustadora. O cara fez 34 pontos sem atrapalhar o pivô, que também explodiu com seus 34 pontos e 17 rebounds. É o tipo de química que ganha títulos, não vou mentir.

    Mitchell acertou 10 de 18 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. O único problema? A defesa continua meio mole. Mas sinceramente, quando você tá fazendo mais de 30 pontos pela 32ª vez na temporada, dá pra relevar alguns furos defensivos.

    Harden fazendo escola na armação

    E o James Harden? 14 assistências! O cara distribuiu 28 passes para cesta nos últimos dois jogos. Tá virando uma máquina de criar jogadas para os outros. Vocês perceberam como ele focou em alimentar o Mobley no garrafão? Cleveland errou muito de três (só 6 em 32 tentativas), mas compensou na pintura justamente por causa da visão do Barba.

    O Mobley jogou com uma agressividade que eu não via há tempo. Pedindo a bola, selando posição, finalizando com autoridade. 17 rebounds e 3 tocos completaram uma das melhores performances da temporada dele. Se ele mantiver esse nível, os Cavs podem ir longe nos playoffs.

    O banco fez a sua parte

    Sam Merrill não acertou NADA de três (0 em 8!), mas mostrou que evoluiu como jogador completo. Quatro cestas dentro da linha dos três pontos, cortando bem e até tocando uma bola por cima pro Mobley. Isso é maturidade.

    Keon Ellis continua sendo aquele jogador de alto risco e alta recompensa na defesa. Faz umas roubadas de bola incríveis, mas também força algumas jogadas perigosas. Com 13 pontos e boa eficiência nos arremessos próximos à cesta, deu pra relevar.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter essa pegada nos playoffs? Com Mitchell e Mobley jogando nesse nível, e o Harden distribuindo o jogo, esse time tem cara de que pode incomodar qualquer um no Leste.

  • Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Olha, vou ser sincero com vocês: os Cavs ganharam do Jazz por 122-113, mas que susto desnecessário foi esse? Era pra ter sido um passeio no parque contra um time que tá claramente tankeando, mas quase viramos motivo de piada na NBA.

    O Utah Jazz chegou nesse jogo sem SEIS jogadores da rotação principal. Cara, eles perderam cinco seguidas e nove dos últimos dez jogos. Era literalmente impossível perder essa, né? Mas os Cavs conseguiram tornar tudo dramático no último período.

    Evan Mobley salvou a pátria

    Se não fosse o Evan Mobley no quarto período, eu não sei como seria o final dessa história. O cara simplesmente resolveu ser dominante quando mais precisávamos – 10 pontos nos últimos 12 minutos, incluindo uma sequência absurda que decidiu o jogo.

    Foram três possessões seguidas que mostraram porque ele é special: uma bandeja com falta, uma enterrada de alley-oop do Sam Merrill, e outro and-one no pick-and-roll com o Harden. Transformou uma vantagem de 3 pontos numa liderança de 11 e matou o jogo.

    No final das contas, Mobley fechou com 34 pontos, 17 rebotes, 3 assistências e 3 tocos. Monstro absurdo. E ainda acertou 15 dos 21 arremessos – isso é eficiência, pessoal.

    Mitchell e Harden fizeram a parte deles

    Donovan Mitchell também cravou 34 pontos com 10-18 nos arremessos. Nada de novo por aqui – o cara é uma máquina de pontos quando precisa ser.

    Mas quem me impressionou mesmo foi o James Harden. Olha, eu sei que muita gente torce o nariz pro Barbudo, mas 14 assistências pelo segundo jogo seguido? O cara ainda sabe orquestrar um ataque como poucos. E ainda contribuiu com 13 pontos e 6 rebotes.

    Sinceramente, com os três melhores jogadores jogando nesse nível, essa vitória deveria ter sido bem mais tranquila. Mas aí vem o problema…

    Defesa de perímetro continua preocupante

    Os Cavs erraram 26 das 32 tentativas de três pontos. Isso é 18,8% de aproveitamento, gente! Não dá pra ganhar jogo assim na NBA moderna.

    E do outro lado? O Jazz acertou 15 das 29 tentativas de longa distância – mais de 50%! Cody Williams fez 26 pontos e Kyle Filipowski contribuiu com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes.

    Essa fragilidade defensiva no perímetro tá me preocupando seriamente. Contra times melhores que o Jazz, isso vai custar caro. E vocês acham que isso vai ser resolvido até os playoffs?

    Agora é foco total no próximo desafio: Lakers com Luka Doncic na terça-feira. Esse sim vai ser um teste de verdade pra ver se os Cavs aprenderam alguma coisa com esse susto desnecessário.

  • Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Cara, que jogo interessante temos hoje à noite! Os Cavaliers visitam o Utah Jazz no Delta Center, e olha, tem muito mais história nesse confronto do que pode parecer à primeira vista.

    Cleveland (46-28) está numa briga feroz pela terceira colocação no Leste — e sinceramente, depois daquela performance de 149 pontos contra o Miami, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar qualquer um nos playoffs. Enquanto isso, o Jazz (21-54) está naquela fase de desenvolvimento, apostando forte nos jovens talentos.

    A volta do Mitchell

    O grande protagonista da noite é obviamente o Donovan Mitchell. Voltando pra casa onde começou tudo… imagina a emoção do cara pisando naquela quadra vestindo a camisa de Cleveland? E não é só nostalgia não — o homem tá voando nesta temporada, candidato a MVP mesmo, especialmente depois que o James Harden chegou pra completar essa dupla monstruosa de armação.

    A ofensiva dos Cavs virou uma máquina, terceira melhor da liga em pontuação. Mas cuidado: o Jazz pode não estar ganhando muito, mas esse ritmo alucinado que eles jogam (lideram a liga em posses por jogo) pode ser uma pegadinha pra qualquer time visitante que bobear.

    Os jovens do Utah querem mostrar serviço

    Do lado do Jazz, o Kyle Filipowski tá sendo uma grata surpresa na temporada de rookie. O garoto tá fazendo 18.2 pontos e quase 9 rebotes por jogo — números absurdos pra um calouro. E o Cody Williams também tá crescendo na ala, mostrando que o futuro de Utah pode ser bem promissor.

    Olha, eu sei que o Jazz tá numa sequência de cinco derrotas, mas eles têm esse lance de manter os jogos competitivos até o final por causa do ritmo frenético. Vocês acham que os veteranos de Cleveland vão conseguir controlar essa loucura toda?

    Com Evan Mobley segurando o garrafão defensivamente e essa dupla Mitchell-Harden comandando o ataque, os Cavs entram como favoritos pesados (-17.5 pontos). Mas eu sempre fico com um pé atrás nesses jogos — times jovens jogando em casa podem surpreender.

    O jogo começa às 21h (horário de Brasília) e promete ser um festival de cestas. O total de pontos tá em 243.5 — ou seja, os bookmakers também esperam um jogaço de muito basquete ofensivo.

    Na minha opinião? Cleveland leva, mas Utah vai dar trabalho no primeiro tempo com esse ritmo maluco deles. No final, a experiência dos veteranos deve fazer a diferença.

  • Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Olha, vou ser sincero: o Utah Jazz tá vivendo um momento complicado na temporada. Com apenas 21 vitórias em 75 jogos, o time já pode até começar a sonhar com a loteria do Draft. Mas hoje à noite eles recebem o Cleveland Cavaliers em Salt Lake City, e toda partida é uma nova chance de mostrar serviço, né?

    O que mais me chama atenção é que o Jazz vem de três derrotas consecutivas jogando em casa. Cara, isso dói na alma de qualquer torcedor. Jogar mal fora de casa já é ruim, mas perder no seu próprio ginásio? Aí complica.

    Os números contam uma história interessante

    Mesmo com a campanha ruim, o Jazz tem alguns pontos positivos. Eles lideram a Conferência Oeste em assistências por jogo (29.4), com destaque para Isaiah Collier que distribui 7.2 por partida. Isso mostra que quando o time consegue movimentar bem a bola, as coisas fluem.

    Do lado dos Cavaliers, a situação é bem diferente. Com 46-28, eles ocupam a quarta posição no Leste e vêm jogando um basquete consistente longe de casa (22-14 como visitante). Jarrett Allen tem sido fundamental nos rebotes ofensivos, pegando 2.6 por jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: os times se enfrentaram em janeiro e o Jazz ganhou por 123-112, com Keyonte George fazendo um jogaço de 32 pontos. Será que conseguem repetir a dose? Até porque o George tá machucado agora…

    O departamento médico preocupa

    E por falar em lesões, olha só o tamanho do problema do Jazz: Lauri Markkanen (quadril), Keyonte George (perna), Walker Kessler (ombro, fora da temporada), Jusuf Nurkic (nariz, fora da temporada) e Jaren Jackson Jr. (joelho, fora da temporada). Meu Deus, é praticamente um time todo no departamento médico!

    Os Cavaliers também têm seus problemas, mas nada comparado. Craig Porter Jr., Dean Wade e Jaylon Tyson estão com status de “day to day”, mas nada que comprometa tanto quanto o que acontece em Utah.

    Com James Harden fazendo seus 24 pontos por jogo e Donovan Mitchell contribuindo com arremessos de 3 (2.0 por jogo nas últimas 10 partidas), Cleveland tem munição suficiente para continuar sua boa fase. Eles vêm de 7 vitórias em 10 jogos, enquanto o Jazz conseguiu apenas 1 vitória no mesmo período.

    Sinceramente, é difícil apostar no Jazz nessa. Mesmo jogando em casa, com tantos desfalques e vindo de três derrotas seguidas no próprio ginásio, fica complicado. Mas ei, é isso que torna o basquete especial – qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo, não é mesmo?

  • Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Green explode com 31 pontos e Suns destroem Jazz por 25 de diferença

    Cara, que show do Jalen Green ontem à noite! O cara simplesmente resolveu pegar fogo contra o Utah Jazz e mandou 31 pontos na vitória tranquila dos Suns por 134 a 109. E o mais louco? Nem precisou jogar o último quarto.

    Devin Booker também fez a sua parte com 26 pontos, mas quem roubou a cena mesmo foi o Green. O jovem tá mostrando que pode ser uma peça fundamental pra esse time de Phoenix que tava numa fase complicada — tinham perdido seis dos últimos sete jogos. Agora ficaram a apenas 3 jogos e meio do Houston, que ocupa a sexta posição no Oeste.

    Massacre desde o primeiro quarto

    Os Suns não deram nem chance pro Jazz respirar. Logo no primeiro quarto já abriram 37 a 17 com uma sequência absurda de 21 a 2. Green fez 11 pontos só nesse período, acertando três das oito bombas de três que Phoenix converteu no quarto inicial.

    No intervalo, a vantagem já era gritante: 73 a 45 — a maior vantagem no primeiro tempo da temporada pros Suns. Sinceramente, deu até pena do Jazz. Green já tinha 20 pontos na conta e o jogo tava praticamente decidido.

    Jazz sem seus principais jogadores

    Olha, tem que levar em conta que o Utah tá bem desfalcado mesmo. Lauri Markkanen (quadril), Isaiah Collier (coxa) e Keyonte George (perna) não jogaram. Fora que Walker Kessler e Jaren Jackson já tão fora da temporada com lesões mais sérias.

    Mesmo assim, Brice Sensabaugh e Kyle Filipowski fizeram 26 pontos cada um, tentando segurar as pontas. Mas quando você tem só dois jogadores fazendo quase todos os pontos do time no primeiro tempo (foram responsáveis por todos menos nove pontos), fica difícil competir contra um time que tá com todo mundo encaixado.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem entrar nos playoffs diretos ou vão ter que passar pelo play-in mesmo? Com o Green jogando nesse nível, eu tô começando a acreditar que eles podem surpreender.

  • Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Utah Jazz tá fazendo um tanking tão descarado que até dói de assistir. E sabem de uma coisa? Eu não tô nem reclamando.

    O time de Salt Lake City (21-53) visita o Phoenix Suns (40-33) neste sábado, e cara… é basicamente um passeio no deserto pra tomar uma surra e manter as chances no draft. Depois daquela “performance” contra o Denver — onde tiraram os titulares no último quarto como se fosse garbage time desde o primeiro minuto —, o Jazz garantiu praticamente a 5ª melhor chance na loteria.

    A corrida do tanking tá pegando fogo

    E não é só o Jazz não. Todo mundo tá de olho nesse draft porque, sinceramente, pode ser um dos últimos em que essa estratégia ainda funciona. A NBA tá mudando as regras da loteria de novo pra próxima temporada, e vai ficar tudo mais complicado.

    Mas voltando ao jogo de hoje: Phoenix precisa desesperadamente dessa vitória. O time do Devin Booker tá lutando pra não cair pro 7º lugar no Oeste, mas perderam 6 dos últimos 7 jogos. Perderam até pro Raptors, gente. Pro Raptors. Isso mostra que o start de foguete da temporada já era mesmo.

    Do lado do Jazz, é praticamente um hospital em quadra. Sem George, Collier, Markkanen, JJJ, Kessler e Nurkic — basicamente todo mundo que importa —, Will Hardy vai apostar nos garotos de novo.

    Os moleques tão dando show

    E olha, não vou mentir: tô curtindo ver esses jovens jogarem. O Ace Bailey, que começou a temporada meio devagar, virou uma máquina nas últimas semanas. Cody Williams também tá provando que não é só “o irmão do Jalen” e fez 24 pontos com 7 assistências contra Denver.

    Brice Sensabaugh então… esse cara é puro basquete ofensivo. Pode virar um dos melhores sextos homens da liga em pouco tempo, marquem minhas palavras.

    Phoenix entra como favorito por 16,5 pontos, e honestamente? Acho pouco. O Jazz literalmente não quer ganhar, e os Suns precisam voltar aos trilhos se quiserem ter alguma chance nos playoffs.

    Vocês acham que o tanking do Jazz tá sendo muito óbvio ou é só estratégia mesmo? Porque assistir esses caras “tentando” perder tá sendo quase cômico às vezes.

    De qualquer forma, aproveitem esses últimos jogos da temporada porque, segundo a franquia, ano que vem eles prometem competir de verdade. AJ Dybantsa que se prepare pra vestir o uniforme dourado e azul!

  • Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Wizards quebram jejum HISTÓRICO de 16 derrotas com show dos rookies

    Gente, eu não acreditei quando vi o placar. Os Wizards — sim, aqueles mesmos Wizards que estavam numa sequência TERRÍVEL de 16 derrotas — finalmente venceram. E que vitória! 133 a 110 contra o Jazz, com direito a show dos calouros.

    Juju Reese (irmão da Angel Reese, aquela monstro da WNBA) mandou um double-double absurdo: 26 pontos e 17 rebotes. Will Riley não ficou atrás, com 19 pontos e 10 rebotes. Cara, ver dois rookies fazendo isso juntos é coisa rara — não acontecia desde 2011, quando John Wall e Jordan Crawford fizeram a mesma coisa.

    O fim de um pesadelo

    Desde 20 de fevereiro contra o Indiana que Washington não ganhava nada. Dezesseis jogos! Eu como fã já estava com dó da torcida dos Wizards. Mas ontem foi diferente — eles nunca estiveram perdendo no jogo e chegaram a abrir 37 pontos no terceiro quarto.

    O Jazz até tentou uma reação no último período (fizeram uma sequência de 23-2 e chegaram perto), mas Reese e Sharife Cooper apareceram nos momentos decisivos. É isso que separa os bons jogadores dos medianos — saber a hora de aparecer.

    Tanking disfarçado?

    Olha, não vou ser hipócrita aqui. Todo mundo sabe que tanto Wizards quanto Jazz estão de olho no Draft. Mas mesmo assim, ver os calouros jogando dessa forma é animador. Reese está mostrando que tem futuro na liga, e Riley também não tá brincando.

    Washington dominou completamente o rebote (56-40) e mostrou que quando querem, conseguem jogar basquete de verdade. Do lado do Jazz, Cody Williams marcou 24 pontos e Blake Hinson fez recorde pessoal com 21, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que essa vitória pode dar uma animada no time pra terminar a temporada? Ou foi só um lampejo em meio à reconstrução? Próximo teste é contra os Warriors, sexta-feira — aí vamos ver se a coisa é séria mesmo.

  • Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Ace Bailey tá voando no Utah Jazz e pode ser a revelação que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Ace Bailey quando o Utah Jazz o pegou como quinta escolha do draft de 2025. Rookie sempre demora pra engatar, ainda mais em um time que tá claramente mirando na loteria. Mas, cara, o garoto tá me fazendo engolir minhas palavras de março pra cá.

    Os números não mentem — e são absurdos

    Em março, Bailey simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta. Dez jogos, média de 21.2 pontos, 4.3 rebotes, 2.2 assistências, 1.1 roubada e 1.1 toco por partida. Ah, e acertando 43.3% das bolas de três em quase 10 tentativas por jogo. Monstro.

    Mas o mais impressionante? Nos últimos quatro jogos ele subiu ainda mais o nível: 28 pontos, 6 rebotes, 3.3 assistências e 2.3 tocos de média. Contra os Raptors — mesmo numa derrota feia — o moleque cravou 37 pontos e ainda pregou uma enterrada de costas no RJ Barrett que foi parar em todos os highlights da temporada.

    A evolução do garoto é nítida. No começo da temporada ele tava meio perdido (normal, né?), mas agora tá jogando com uma confiança que me lembra muito aqueles caras que simplesmente “entendem” o jogo. As jogadas de isolamento, os arremessos sem hesitação, os cortes na hora certa.

    Mas é real ou é só estatística de fim de temporada?

    Essa é sempre a dúvida cruel, né? Lembram do Kenneth Lofton fazendo triple-double de quase 30 pontos pelo Jazz em 2024? Hoje ele tá jogando na China. Fim de temporada pode enganar muito.

    Mas, sinceramente, acho que o Bailey é diferente. Quando o Lauri Markkanen e o Keyonte George ainda tavam jogando regularmente no começo da temporada, dava pra ver que ele tava se adaptando devagar. Fazendo as jogadas certas, defendendo com inteligência, usando aquele físico privilegiado.

    E outra coisa: o cara tem 2,08m e joga nas três posições de frente. No basquete atual, isso é ouro puro. Se o Jazz conseguir montar um lineup com bastante altura na temporada que vem — e tudo indica que vão —, o Bailey pode ser aquela peça que encaixa perfeitamente no quebra-cabeças.

    Vocês acham que ele vai conseguir manter esse nível quando o jogo apertar de verdade no ano que vem? Eu tô apostando que sim. O garoto tem tudo pra ser uma das gratas surpresas da classe de 2025.

  • Ace Bailey tá pegando fogo! 95 pontos em 3 jogos pelo Jazz

    Ace Bailey tá pegando fogo! 95 pontos em 3 jogos pelo Jazz

    Cara, vocês viram o que o Ace Bailey tá fazendo no Utah Jazz? O moleque simplesmente acordou pra vida e decidiu que ia mostrar por que foi draftado tão alto. Nos últimos três jogos, o garoto anotou 95 pontos. Noventa e cinco! Isso não é brincadeira não.

    A sequência começou com uma pancada no Milwaukee Bucks: 33 pontos, 9 rebotes e 4 assistências numa goleada de 128-96. Depois veio um jogaço de 25 pontos contra o Philadelphia 76ers (mesmo perdendo), e ontem foi um show de 37 pontos na derrota pro Toronto Raptors.

    Entre os mais jovens da história

    Olha só que estatística absurda: Bailey é o quinto mais jovem da NBA a fazer 25+ pontos em três jogos consecutivos. Na frente dele? Apenas LeBron James, Cooper Flagg, Carmelo Anthony e Devin Booker. Companhia boa, né?

    E não é só nesses três jogos não — o cara tá numa crescente desde março começou. Dos 10 jogos do Jazz no mês, ele fez 20+ pontos em cinco deles e 15+ em sete. A média mensal dele bateu 21.2 pontos, a mais alta desde que chegou na liga.

    Os arremessos finalmente entrando

    Sabe aquela história de rookie precisando se adaptar? Pois é, parece que o Bailey finalmente pegou o jeito da coisa. O aproveitamento dele nos arremessos subiu drasticamente: 46.6% nos chutos gerais e uns monstruosos 43.8% do perímetro. Quando o cara pega ritmo de três, aí já era mesmo.

    Sinceramente, eu não esperava essa explosão tão cedo, mas faz sentido. O Jazz deu minutagem pra ele (cerca de 30 minutos por jogo) e o moleque correspondeu. Agora é esperar pra ver se mantém contra o Washington Wizards, que tá bem vulnerável.

    Enquanto isso, Dylan Harper continua fazendo sua parte no San Antonio Spurs — 24 pontos contra o Pacers e 21 contra o Heat nos últimos jogos. Só que ele ainda sai do banco, jogando uns 20 minutos por partida. Coisa de time que tá brigando por playoff, né?

    E aí, vocês acham que o Bailey consegue manter esse nível até o fim da temporada? Porque se conseguir, o Jazz vai ter um futuro bem interessante pela frente.

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.