Tag: Utah Jazz

  • Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Wizards x Jazz: 16 derrotas seguidas é pra acabar com qualquer um

    Olha, eu já vi coisa ruim na NBA, mas o que tá acontecendo com o Washington Wizards é de chorar. Dezesseis derrotas consecutivas. DEZESSEIS! Pra vocês terem uma ideia, é quase um mês inteiro sem ganhar uma partida sequer.

    E agora eles vão enfrentar o Utah Jazz nesta quarta-feira, em Salt Lake City, numa tentativa desesperada de quebrar essa sequência infernal. Sinceramente? Não sei se escolheram o melhor adversário pra isso.

    O desespero é real

    Os Wizards estão com um aproveitamento de apenas 5-29 jogando fora de casa — e olha que já é difícil ganhar em casa, imagina na estrada. O time tá perdendo por uma média de 16 pontos de diferença nos últimos 10 jogos, sofrendo incríveis 130.6 pontos por partida. É muita bola na cesta do adversário, cara.

    Alex Sarr (que pode nem jogar por causa de uma lesão no dedo do pé) anda segurando as pontas com 16.5 pontos e 7.4 rebotes por jogo. Will Riley também tá fazendo a sua parte com 14.4 pontos nas últimas 10 partidas. Mas convenhamos: dois jogadores não fazem milagre quando o resto do time tá desmoronando.

    Utah não tá muito melhor

    Agora, antes de vocês pensarem que o Jazz vai atropelar os Wizards, vamos com calma. Utah também não anda nada bem, com apenas 21 vitórias em 72 jogos. Lauri Markkanen — que seria o cara pra fazer a diferença — tá fora com lesão no quadril.

    Quem tem carregado o time nas costas é Brice Sensabaugh, com quase 20 pontos de média nos últimos 10 jogos. Kyle Filipowski também tá ajudando com seus double-doubles regulares (10.5 pontos e 6.9 rebotes).

    O Jazz até tem uma vantagem: joga em casa, onde conseguiu 13 vitórias em 37 jogos. Não é lá essas coisas, mas é melhor que os Wizards na estrada, né?

    Vai rolar o jogo da vergonha?

    Olha, eu não quero ser pessimista, mas esse jogo tem cara de ser daqueles que ninguém quer ganhar. Os dois times estão brigando pra não terminar em último nas suas respectivas conferências — Washington já tá praticamente lá no Leste, Utah ainda tem uma briguinha no Oeste.

    A última vez que se enfrentaram, em março, o Jazz ganhou por 122-112, com Ace Bailey fazendo 32 pontos. Será que os Wizards conseguem a revanche e finalmente quebram essa maldição?

    Sinceramente, torço para que sim. Porque 16 derrotas seguidas é coisa que acaba com o psicológico de qualquer atleta. E aí, vocês acham que Washington consegue ou a sequência vai pra 17?

  • Hardy libera Ace Bailey pra mostrar emoção: ‘Não queremos robôs’

    Hardy libera Ace Bailey pra mostrar emoção: ‘Não queremos robôs’

    Olha, tem técnico que quer jogador robotizado, mas Will Hardy não é um deles. O comandante do Utah Jazz mandou um recado bem claro sobre Ace Bailey estar mostrando mais personalidade em quadra — e sinceramente, eu acho isso genial.

    Bailey, que foi a quinta escolha geral do Draft 2025, tá vivendo um momento especial na temporada. Nos últimos 10 jogos, o cara tá metendo uma média absurda de 21.2 pontos por partida. Pra quem chegou fazendo 13.4 pontos na temporada toda, esse salto é monstruoso.

    A filosofia do Hardy faz todo sentido

    “Eu acho que emoção é saudável e real. Nós não queremos que esses caras sejam robôs”, disse Hardy. E continuou: “Acho que o Ace revelou e se permitiu mostrar muito mais da sua personalidade…”

    Cara, isso me lembra muito do que a gente vê no basquete brasileiro — jogador que se solta, que põe a personalidade pra jogo, sempre rende mais. Bailey tá claramente mais confortável na NBA, e isso tá refletindo nos números.

    O Jazz pode estar com um record bem sofrível de 21-51 (incluindo a derrota pra Toronto na segunda), mas a organização tá pensando no futuro. E Bailey é peça central nesse projeto.

    Desenvolvimento acima de tudo

    Mesmo com seis derrotas nos últimos sete jogos, Hardy mantém o foco no desenvolvimento. E faz sentido, né? Temporadas perdidas são perfeitas pra esse tipo de trabalho.

    O que mais me impressiona é como Bailey conseguiu dar esse salto mental. Rookie normalmente demora pra se soltar, ainda mais sendo uma escolha tão alta do Draft — a pressão é pesada. Mas o garoto tá mostrando maturidade pra processar tanto as boas quanto as ruins.

    Vocês acham que essa abordagem do Hardy pode ser a chave pro Jazz montar algo sólido nos próximos anos? Porque pelo que tô vendo, Bailey pode ser uma das pedras fundamentais dessa reconstrução. O talento tá ali, e agora com a confiança crescendo, o céu é o limite.

  • Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Jazz apanha de 143-125 pros Raptors e volta pra idade da pedra

    Cara, se você assistiu esse jogo na segunda à tarde, provavelmente foi porque não tinha nada melhor pra fazer — tipo eu mesmo, navegando no League Pass procurando qualquer coisa pra passar o tempo entre os jogos do March Madness.

    E olha, que espetáculo deprimente foi esse Jazz 143 x 125 Raptors. Uma surra que deixou Utah de volta aos dinossauros, como diz o título original que eu li. Sinceramente? Era o que a gente esperava mesmo.

    O Jazz não consegue nem com 8 jogadores

    A situação do Utah tá tão dramática que eles foram pro jogo com apenas 8 caras disponíveis. Cody Williams foi “descansar” na praia — ops, digo, fazer fisioterapia no ombro (claro, né). E os veteranos Svi Mykhailiuk e Kevin Love continuam encostados no banco, aparentemente pra não “infectar” os outros com velhice. Monstro isso aí.

    Do outro lado, Toronto também poupou peças importantes como Ingram, Quickley e Poeltl, que tinham acabado de tomar 22 pontos de diferença do Phoenix na noite anterior. Mesmo assim, foi suficiente pra passar o rodo no Jazz em casa.

    Começou bem, terminou mal (como sempre)

    O primeiro quarto até enganou. John Konchar — que virou artilheiro por uns 12 minutos — começou perfeito, 2/2 nos arremessos e 8 pontos. Jazz chegou a abrir 5 pontos de vantagem e eu pensei: “será que hoje vai?”. Claro que não ia.

    Toronto virou com uma sequência de 8-0, acertando 57% dos chutes e distribuindo 11 assistências em 12 cestas convertidas. Kennedy Chandler ainda contribuiu com 3 pontos e 2 roubadas em 5 minutos. Fechou o primeiro quarto 31-25 pros canadenses.

    Aí no segundo quarto a coisa desandou de vez. Utah fez um bonito 0-4 nas bolas de três e mal conseguiu respirar em quadra. Ace Bailey até tentou com seus 13 pontos no jogo, mas não dava conta sozinho. O cara ainda meteu uma enterrada absurda que viralizou no Twitter, mas que não mudou o rumo da partida.

    Sandro virou o Giannis grego

    Vocês viram o que o Sandro Mamukelashvili fez? 15 pontos só no primeiro tempo, 4 roubadas (recorde da carreira) e 1 toco em 15 minutos. O cara virou literalmente o “verdadeiro Greek Freak” da noite. Jamal Shead também distribuiu 8 assistências e comandou o show.

    No terceiro quarto foi o enterro definitivo. Toronto fez 18-3 nos primeiros quatro minutos e abriu 24 pontos de diferença. Game over. Os Raptors terminaram o terceiro quarto com 117 pontos (!!) — recorde da franquia até ali — e incríveis 38 assistências coletivas.

    E aí, vocês ainda acreditam nesse Jazz ou já desistiram também? Porque eu tô achando que eles vão precisar de muito mais que força de vontade pra sair dessa situação. Pelo menos Ace Bailey tá dando uns sinais de vida…

  • Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Raptors meteu 143 no Jazz com show de bolas de 3

    Mano, que pancada foi essa dos Raptors no Jazz ontem! 143 a 127 — praticamente um massacre em Salt Lake City. E o mais impressionante? Foi um verdadeiro festival de arremessos de 3 pontos que deixou qualquer fã de basquete babando.

    RJ Barrett foi o cara da noite com 27 pontos, mas sinceramente? O time todo estava inspirado. Sandro Mamukelashvili (que nome é esse, cara?) cravou 23, Ja’Kobe Walter fez 21 e o Scottie Barnes quase fechou um triple-double com 20 pontos, 10 assistências e 7 rebotes.

    Chuva de bolas de 3 que deu até dó

    Agora vem a parte absurda: Toronto acertou 20 das 37 tentativas de 3 — isso é 54% de aproveitamento, gente! Barrett estava com o braço quente (4 de 5 do perímetro) e Walter simplesmente não errava: 6 de 8 de três pontos. Quando o time está assim, não tem defesa que segure.

    A pancada mesmo veio no terceiro quarto, quando os Raptors fizeram 49 pontos contra apenas 30 do Jazz. Virou passeio técnico depois disso. Barrett jogou apenas 25 minutos — nem precisou se esforçar muito — e ainda distribuiu 6 assistências sem cometer nenhuma bola perdida.

    Ace Bailey brilhou em vão pelo Jazz

    Do lado de Utah, o rookie Ace Bailey mostrou que tem futuro na liga: 37 pontos em uma noite perdida. Cara, 37 pontos sendo calouro e o time perdendo de lavada? Isso é personalidade. Brice Sensabaugh ainda ajudou com 24 saindo do banco, mas quando o adversário acerta 61% dos arremessos gerais, não tem muito o que fazer.

    O Jazz já estava matematicamente eliminado dos playoffs mesmo, então pelo menos serviu pra dar experiência pros jovens. E que experiência, né? Levar 143 pontos deve ensinar alguma coisa sobre defesa (risos).

    Curiosidade da noite: Markelle Fultz voltou à NBA depois de um tempo sumido! O cara que foi primeira escolha geral do draft de 2017 assinou contrato de 10 dias com Toronto e jogou 16 minutinhos saindo do banco. Dois pontos, 5 assistências — nada demais, mas é bom ver ele de volta às quadras.

    Com essa vitória, os Raptors (40-31) pararam uma sequência negativa de 2 derrotas e seguem brigando por uma vaga direta nos playoffs. Estão meio jogo à frente do Atlanta na briga pelo 5º lugar do Leste. Vocês acham que eles conseguem manter esse ritmo ofensivo nos próximos jogos?

  • Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Jazz aposta novamente em Bez Mbeng: vale a pena?

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Utah Jazz renovou o contrato de 10 dias do Bez Mbeng pela segunda vez, pensei: esse cara deve ter algo especial mesmo. Não é todo dia que um jovem de Yale consegue impressionar uma franquia da NBA a ponto de ganhar uma segunda chance.

    O que Mbeng mostrou até agora?

    Em cinco jogos pelo Jazz (sendo um como titular), o armador de 1,93m está fazendo números interessantes: 4,8 pontos, 4,2 assistências, 4,0 rebotes e 1,6 roubos de bola em 33 minutos por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que veio do college, tá longe de ser ruim.

    O que me chama atenção mesmo é a versatilidade do garoto. Armador que pega rebote? Que defende bem? Isso é ouro no basquete moderno. E sinceramente, com o Jazz em fase de reconstrução, faz todo sentido testar jovens talentos assim.

    A trajetória até aqui

    Antes de chegar ao Jazz, Mbeng estava arrebentando na G League pelo Sioux Falls Skyforce. Em 41 jogos, cravou médias de 6,5 pontos (com 49,5% de aproveitamento nos arremessos), 5,0 rebotes e 3,8 assistências. O mais louco? O cara fez um triple-double contra o Rio Grande Valley em fevereiro: 12 pontos, 13 rebotes e 12 assistências. Monstro!

    Na faculdade, em Yale, o negócio era ainda mais impressionante. Quatro temporadas, 120 jogos, e o cara foi eleito Melhor Jogador da Ivy League em 2024-25. Ah, e pegou o prêmio de Melhor Defensor da liga por três anos seguidos. Três! Isso não é coincidência, galera.

    Vai colar na NBA?

    Essa é a pergunta que não quer calar, né? Na minha visão, o Mbeng tem perfil pra pelo menos ser um jogador de rotação sólido. Não vai ser estrela, mas no basquete de hoje, um cara que defende múltiplas posições, distribui bem a bola e não precisa forçar o ataque tem muito valor.

    O Jazz claramente viu algo nele — senão não daria uma segunda chance. E olha, considerando que o time tá em rebuilding mesmo, por que não apostar num jovem hungão que já mostrou que sabe jogar basquete de verdade?

    Vocês acham que ele consegue se firmar no elenco ou é só mais um teste que não vai dar certo? Eu tô torcendo pro garoto, até porque ver alguém saindo de Yale e chegando na NBA é sempre inspirador.

  • Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Jazz e Wizards têm ouro no mercado do fantasy: vale pegar?

    Cara, enquanto todo mundo tá grudado na March Madness, aqui no fantasy basketball a coisa tá pegando fogo! Os playoffs estão rolando e é agora que você precisa garimpear esses jogadores disponíveis que podem ser a diferença entre levar o título ou ficar só no quase.

    E olha, tem umas pérolas no mercado que vocês precisam conhecer. Vamos aos destaques:

    Kennedy Chandler resolve no Jazz

    Mano, o Kennedy Chandler simplesmente chegou no Utah Jazz com contrato de 10 dias e meteu 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências em 37 minutos no primeiro jogo. Absurdo! Com Isaiah Collier e Keyonte George machucados (ambos com problema no posterior da coxa), o cara pode ter mais chances pela frente.

    Sinceramente, não esperava essa explosão logo de cara. O moleque tem apenas 0,9% de ownership nas ligas da ESPN – ou seja, tá praticamente livre no mercado. Se você precisa de armador, corre atrás!

    Bilal Coulibaly voltando com tudo

    O francês do Washington perdeu alguns jogos por conta de uma lesão no calcanhar, mas voltou sem perder o ritmo. Nos últimos cinco jogos, o cara tá metendo 19,2 pontos por partida, com 2,6 bolas de três e quase 3 roubos+tocos combinados.

    E aí, vocês lembram quando todo mundo duvidava do potencial dele? Pois é, tá aí provando que tem muito basquete pra mostrar. Com apenas 25,5% de ownership, ainda dá pra pescar ele em várias ligas.

    Outras apostas que podem dar certo

    Ayo Dosunmu virou titular no Minnesota com Anthony Edwards lesionado e tá voando – cinco jogos seguidos com pelo menos 17 pontos. Gary Payton II continua sendo aquele jogador completo que faz de tudo um pouquinho no Golden State.

    Na frente, P.J. Washington assumiu o protagonismo no Dallas depletado e tá mandando 20+ pontos nos últimos quatro jogos. E se vocês precisam de rebotes e tocos, Yves Missi no New Orleans tem pegado duplo-duplo em rebotes com pelo menos 3 tocos em quatro dos últimos cinco.

    Olha, eu sempre falo: playoff de fantasy é sobre timing e coragem pra apostar nos caras certos. Qual desses vocês acham que vale mais o risco?