Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

Gente, vocês viram o que esse garoto Cameron Boozer fez em Duke? 22.7 pontos e 10.1 rebotes por jogo sendo CALOURO. Absurdo.

Com 1,95m e 115kg aos 18 anos, o filho do Carlos Boozer tem o físico do Karl Malone e a maturidade que eu nunca vi num jogador dessa idade. E olha que ele jogou todas as 38 partidas como titular numa temporada pesada da ACC e March Madness. O técnico Jon Scheyer falou que ele “traz a mesma energia todo dia, a mesma preparação, independente do que aconteceu”.

O encaixe perfeito no Utah Jazz

Na minha visão, esse é exatamente o perfil que o Jazz precisa depois de duas temporadas horrorosas. Consistência, trabalho duro e mentalidade vencedora — tudo que faltou no time ultimamente. E tem mais: o pai dele passou seis temporadas no Jazz e voltou como scout ano passado. Isso aumenta as chances dele ficar mais tempo, né?

Eu sei que vão falar: “ah, mas ele não é tão atlético”. Verdade, ele pode ter problemas defensivos contra pivôs mais rápidos. Mas cara, basquete não é só highlight. É sobre fazer o que precisa ser feito pra ganhar. E Boozer fez isso em Duke — além de carregar o ataque, ele liderou o time em assistências com 4.1 por jogo.

Melhor jogador disponível sempre

“Mas o Jazz já tem muitos alas, não seria melhor pegar um armador como Darryn Peterson?” Olha, às vezes a gente fica muito preocupado com encaixe e esquece de pegar o melhor disponível. Lembram do Dylan Harper? Foi pro Spurs que já tinha De’Aaron Fox, Stephon Castle e Devin Vassell. E aí? Tá jogando 26 minutos por jogo nos playoffs.

Boozer é daqueles caras que abrem espaço na rotação na marra. Um brutamontes no garrafão que cansa a defesa adversária e ainda abre a quadra pros companheiros. Sinceramente acho que ele vai encontrar seu lugar no Jazz.

Comparações e potencial

As comparações que mais ouço são Kevin Love e Al Horford. Pode não ser sexy, mas os dois são campeões da NBA e se adaptaram perfeitamente ao que seus times precisavam. E imaginem o Boozer aprendendo com o próprio Kevin Love, que tá lá no Jazz agora, mais o Lauri Markkanen e companhia?

O teto dele lembra Paolo Banchero ou Alperen Sengun — dois caras que tão só subindo. Mas a comparação que me emociona mesmo é com Paul Millsap e o próprio Carlos Boozer da época que o Jazz chegou na final de conferência em 2007.

E aí, vocês acham que o Jazz tem coragem de apostar no filho do ídolo? Pra mim, seria a escolha mais óbvia do draft.

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