Tag: Duke

  • Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Olha, depois de uma temporada de estreia absolutamente monstruosa na NBA, Cooper Flagg resolveu dar uma relaxada — e pelo jeito não tá sozinho nessa. O jovem craque dos Mavericks apareceu nas redes sociais curtindo as Turks e Caicos com quem parece ser sua nova namorada, Arianna Roberson.

    A galera percebeu a conexão quando os dois postaram fotos no mesmo lugar — aqueles balanços famosos sobre o mar em Noah’s Ark — no mesmo dia. Claro que eles foram espertos e não postaram foto juntos (ainda), mas qualquer um que acompanha as redes conseguiu ligar os pontos facilmente.

    Conexão Duke que pode ter virado romance

    A história faz todo sentido quando você para pra pensar. Arianna é pivô do time feminino de Duke e eles se conheceram quando eram calouros em 2024-25. Ou seja, rolou aquela química de campus mesmo. Ela, aliás, não é qualquer uma no basquete — irmã do ex-NBA Andre Roberson, que jogou principalmente no Thunder.

    Sinceramente? Acho massa ver o Cooper relaxando assim. O garoto de 19 anos teve uma pressão absurda na primeira temporada — foi pick número 1, virou Rookie of the Year e ainda entrou pra história ao lado do Michael Jordan como os únicos calouros a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubos de bola.

    Números que impressionam, mas playoff que decepciona

    Falando em números, o que o Flagg fez em sua primeira temporada foi simplesmente absurdo: 21 pontos por jogo com 46% de aproveitamento, mais 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Estatísticas de veterano, não de calouro.

    Mas né, individual é uma coisa, coletivo é outra. Dallas ficou de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo desde aquela final perdida em 2023-24. Deve ter sido frustrante pra ele, mas pelo menos agora tá aproveitando as férias bem merecidas.

    E aí, vocês acham que essa parceria Duke vai dar certo? Eu sempre torço pelos casais que se conheceram na faculdade — tem algo de especial nisso, né?

  • Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Olha, quando eu li essa notícia quase derrubei o café. Duke firmou uma parceria com a Amazon que vai colocar três jogos da temporada no Prime Video. É isso mesmo — o time de basquete universitário mais tradicional dos EUA agora vai estar na mesma plataforma onde você assiste The Boys.

    E não são jogos qualquer, não. O cronograma é de dar água na boca:

    • UConn no dia 25 de novembro
    • Michigan em 21 de dezembro
    • Gonzaga no dia 20 de fevereiro

    Todos em quadra neutra, o que significa ambiente totalmente diferente do Cameron Indoor Stadium. Vai ser interessante ver como os Blue Devils se saem longe de casa, especialmente contra esses adversários pesados.

    Mais que streaming: oportunidades para os atletas

    O que me chamou mais atenção foi que a parceria vai além dos jogos. Os jogadores vão poder promover as partidas e ter oportunidades de receita através do NIL (Name, Image, Likeness). Isso é revolucionário, gente.

    Nina King, diretora atlética de Duke, não escondeu o entusiasmo: “Como o primeiro parceiro de esportes universitários do Prime Video, essa colaboração não só expande o alcance global do basquete masculino de Duke, mas também cria oportunidades significativas para nossos atletas”.

    Sinceramente, acho genial. O basquete universitário precisa dessa inovação para competir com a NBA pela atenção dos fãs.

    Uma jogada de mestre ou aposta arriscada?

    Por um lado, é incrível ver Duke sendo pioneira nessa parceria. Amazon tem alcance mundial e isso pode expor o programa para uma audiência completamente nova. Por outro, será que os fãs tradicionais vão curtir ter que assinar mais um serviço só pra acompanhar três jogos?

    E aí, vocês acham que outras universidades vão seguir o exemplo? Porque se der certo, pode ser o início de uma revolução no modo como consumimos basquete universitário.

    Uma coisa é certa: Duke continua sendo Duke — sempre um passo à frente quando o assunto é inovação. Agora é torcer para que os jogos sejam tão bons quanto a ideia por trás dessa parceria.

  • Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Duke fecha com John Blackwell e vira candidato real ao título

    Olha, eu não esperava que o Jon Scheyer fosse fazer uma jogada dessas tão cedo na carreira dele como técnico principal. O cara acabou de fisgar o John Blackwell, que tava sendo disputado por meio país e era considerado o terceiro melhor transfer disponível no portal.

    E que jogador, meu amigo. O garoto saiu de Wisconsin depois de fazer uma temporada monstro: 19.1 pontos, 5.1 rebotes e 2.3 assistências por jogo. Ganhou até menção honrosa no All-Big Ten, que não é brincadeira nenhuma.

    O arremesso de 3 que impressiona

    Mas o que mais me chamou atenção nos números do Blackwell foi o aproveitamento de além do arco. Cara converteu 38.9% das bolas de três — e olha que ele tentava mais de 7 por jogo! Quando ele recebia a bola livre pra arremessar, o percentual subia pra absurdos 44.2%.

    A cereja do bolo? Foi ele quem deu a primeira derrota pro Michigan na temporada, que depois virou campeão nacional. Meteu 26 pontos com quatro bolas de três. Imagina a pressão que é quebrar uma invencibilidade dessa?

    Duke apostando na experiência

    O que mais me impressiona é a mudança de estratégia de Scheyer. Tradicionalmente, Duke sempre foi o time dos calouros cinco estrelas que ficam um ano e vazam pro Draft. Agora o cara tá construindo um elenco com mais experiência, mantendo veteranos como Cayden Boozer e Patrick Ngongba II.

    Sinceramente, acho que essa é a jogada certa. College basketball tá cada vez mais competitivo, e ter jogadores que já sabem o que é pressão de março faz toda diferença. Blackwell provou isso nos playoffs: 22 pontos e 10 rebotes na derrota de Wisconsin pro High Point, e média de 26 pontos no torneio da Big Ten.

    E vocês viram como ele é clutch na linha do lance livre? 86.3% de aproveitamento. Isso é fundamental nos momentos decisivos — daqueles que definem se você volta pra casa ou continua sonhando com o título.

    Time pra brigar pelo caneco

    Com essa contratação, Duke não tá só montando um time competitivo. Tá montando um candidato real ao título nacional. A classe de calouros continua elite (Cam Williams, Deron Rippey Jr. e Bryson Howard são todos top-15), mas agora tem a experiência que faltava.

    Na minha visão, Scheyer finalmente entendeu a fórmula: misturar talento jovem com veteranos que já passaram pelo fogo. E Blackwell, com 1,93m e essa capacidade de pontuar de qualquer lugar da quadra, encaixa como uma luva no sistema de Duke.

    Podem anotar aí: Duke vai ser um dos favoritos na próxima temporada. E olha que eu não sou muito de fazer previsões assim tão cedo, mas esse elenco tem cara de quem vai longe em março.

  • Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Cameron Boozer acabou de ser eleito o Jogador do Ano da Associated Press — e ele é apenas um CALOURO. O cara tem 18 anos e já tá dominando o basquete universitário americano como se fosse veterano de 10 temporadas.

    E o mais absurdo? Ele é o segundo jogador de Duke consecutivo a ganhar esse prêmio. Ano passado foi Cooper Flagg, agora é o Boozer. Mano, que fábrica de talentos é essa em Durham?

    Na companhia dos gigantes

    Cameron agora faz parte de um grupo bem seleto — apenas cinco calouros conseguiram esse feito na história. Os outros quatro? Todos viraram superestrelas da NBA: Cooper Flagg (2024), Zion Williamson (2019), Anthony Davis (2012) e Kevin Durant (2007). Detalhe: todos eles foram escolhidos entre as duas primeiras posições do Draft da NBA.

    Sinceramente, quando você vê esses números do Boozer, fica fácil entender o porquê do prêmio. O garoto teve médias de 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, com aproveitamento de 55.6% nos arremessos de quadra e 39.1% das bolas de três. Vinte e dois double-doubles na temporada — empatado na liderança nacional!

    “Isso mostra mais sobre o que nosso time fez, porque o sucesso coletivo realmente ajuda em prêmios como este”, disse Boozer à AP. Humilde o moleque, né? Mas a real é que ele carregou Duke nas costas em várias partidas.

    Duke virando máquina de produzir talentos

    Com 2,06m e 113kg, Boozer tem físico de ala-pivô da NBA mas joga como se fosse um armador às vezes — 4.1 assistências por jogo pra um cara do garrafão é coisa de outro mundo. E vocês viram como ele ajudou Duke a chegar ao #1 do ranking e garantir a primeira cabeça de chave geral do March Madness?

    O técnico assistente Chris Carrawell não segurou a emoção: “Tivemos a sorte de ter dois dos melhores calouros que já jogaram basquete universitário em anos consecutivos. E o Cam está lá em cima junto com eles.”

    A votação nem foi apertada — 59 dos 61 votos foram pro Boozer. Os outros dois foram pro AJ Dybantsa, de BYU, que também é um monstro mas não chegou perto do impacto do garoto de Duke.

    Duke agora tem NOVE jogadores diferentes que ganharam esse prêmio da AP — mais que qualquer outro programa do país. UCLA vem em segundo com cinco. É muita tradição, pessoal.

    E aí, vocês acham que o Boozer vai seguir o caminho dos outros quatro e virar primeira ou segunda escolha do Draft? Pelo jeito que o garoto joga, eu não duvido nada que ele declare pra NBA depois dessa temporada histórica.

  • Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Cameron Boozer divide scouts: piso alto, mas teto é discussão

    Olha, eu sempre fico curioso quando um prospecto causa tanto debate assim. Cameron Boozer é exatamente isso: um cara que todo mundo concorda que vai ser útil na NBA, mas quando a conversa vira pro teto dele… aí a coisa complica.

    O filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?) liderar todos os prospectos do Draft em player efficiency rating não é brincadeira. O moleque simplesmente mandou ver em Duke e levou o time até as Elite Eight. Mas aí que mora o problema — ou a oportunidade, dependendo de como você vê.

    O que todo mundo concorda

    “Acho que as pessoas ficaram meio cegas pra produção dele e o arquétipo”, disse um executivo da Conferência Leste. Cara, isso me lembrou muito das discussões sobre Luka Doncic antes dele chegar na NBA. Todo mundo falava que ele era “devagar” demais.

    A versatilidade ofensiva do Boozer é única nessa classe do Draft. O executivo comparou ele com Sabonis e Sengun — dois caras que também ouviram muito sobre atletismo, mas que compensaram tudo com QI de jogo absurdo. E convenhamos, os dois tão indo muito bem na liga, né?

    Mas tem as dúvidas…

    “Não sou muito fã de um cara que só joga numa posição”, falou um scout. E olha, entendo a preocupação. Se você tem que construir todo um sistema em volta de um jogador, ele precisa valer MUITO a pena.

    O negócio é que Boozer não tem aquela explosão atlética que a gente tá acostumado a ver nos primeiros picks. As “pernas pesadas” que mencionaram podem ser um problema real pra finalizar na área e proteger o aro. Sinceramente? Acho que essa vai ser a grande questão: ele consegue compensar essas limitações físicas só com inteligência?

    Um executivo fez uma comparação interessante: “Ele não tem a aparência atlética, então as pessoas colocam limites nele. Não sei por que continuam botando teto num moleque de 19 anos. Tem várias formas de falar sobre atletismo, não só o quanto você consegue pular”.

    E aí, vocês acham que QI de jogo e versatilidade ofensiva compensam as limitações físicas? Porque uma coisa é certa: Cameron Boozer sabe jogar basquete. A questão é se isso vai ser suficiente no nível que importa.

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.

  • Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cayden Boozer se culpa por eliminação de Duke: ‘Arruinei nossa temporada’

    Cara, que peso nas costas de um garoto de 18 anos. Cayden Boozer, o calouro de Duke, assumiu toda a culpa pela eliminação do time na Elite Eight do March Madness. E olha, eu entendo o sentimento dele, mas sinceramente? Acho pesado demais.

    A situação foi assim: restando 7.5 segundos, Duke ganhando por dois pontos de UConn, e Boozer recebe a bola no meio da quadra. Ele tenta um passe para Pat Ngongba que estava completamente livre, mas Silas Demary consegue desviar a bola. Resultado? Braylon Mullins pega o rebote e METE uma bomba quase do meio da quadra com 1.8 segundo no cronômetro. Game over. 73-72 para UConn.

    O peso da responsabilidade

    “Eu poderia ter segurado melhor a bola e não ter perdido ela”, disse Boozer após o jogo. “Assumo toda a responsabilidade. Eu vi dois caras livres e estava só tentando fazer o passe chegar lá, mas poderia ter tido mais calma. A gente tinha tempo. Eu perdi a bola. Eu arruinei a temporada do nosso time.”

    Mano, escutar um garoto falar isso dói no coração. Qualquer um que já jogou basquete sabe como é carregar o peso de um erro no final do jogo. Mas aqui que tá — basquete é esporte coletivo, e uma temporada não se resume a um lance.

    Companheiros defendem o calouro

    Dame Sarr, companheiro de equipe, não deixou barato: “Eu nunca vou deixar ele falar isso de novo, porque ele não falhou com a gente de forma alguma. Ele nos levantou.” E o cara tem razão total.

    Boozer assumiu a titularidade depois que Caleb Foster quebrou o pé em 7 de março. E olha só o que o moleque fez: ajudou Duke a ganhar o torneio da ACC e os dois primeiros jogos do March Madness. Isso aí não é pouca coisa não.

    O técnico Jon Scheyer também tirou a pressão do garoto: “É fácil olhar para aquele lance — eu olho para todos os lances que aconteceram, especialmente no segundo tempo. Isso não é sobre um lance. É sobre cada lance que nos colocou naquela posição.”

    Vocês acham que é justo um calouro carregar esse peso todo? Na minha visão, o garoto mostrou personalidade e caráter assumindo a responsabilidade, mas basketball é jogo de equipe. Duke chegou longe com ele no comando — isso já é vitória pra um cara que nem deveria estar jogando se não fosse a lesão do Foster.

    March Madness é isso aí — um lance pode mudar tudo. Mas temporadas se constroem com 40 minutos de jogo, não com 7.5 segundos.

  • Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que acabei de ver. Braylon Mullins, um calouro que ninguém esperava muito, simplesmente decidiu fazer história ontem. O garoto roubou uma bola no meio da quadra e mandou uma bomba de 35 METROS no último segundo para dar a vitória pro UConn sobre Duke por 73-72. Trinta e cinco metros, gente. É quase da linha de meio de campo!

    E o mais absurdo? Os Huskies estavam perdendo por 19 pontos no primeiro tempo. Dezenove. Qualquer um teria desligado a TV pensando que já era. Mas não, esse time do UConn tem uma mentalidade diferente mesmo.

    A reviravolta mais maluca do torneio

    Duke tava controlando tudo. Cameron Boozer — que deve ser o jogador do ano da NCAA — fez 27 pontos e parecia que ia levar os Blue Devils pra mais uma Final Four. Ainda estavam ganhando por dois dígitos faltando só seis minutos pro fim.

    Aí que o UConn resolveu acordar pra vida. Tarris Reed Jr. fez 26 pontos mantendo o time vivo, e nos últimos quatro minutos choveu bola de três dos Huskies. Mas ninguém imaginava que ia terminar daquele jeito.

    Com 10 segundos no relógio, Silas Demary Jr. acertou apenas um dos dois lances livres, deixando Duke na frente por dois. Os Blue Devils só precisavam segurar a bola, mas Cayden Boozer tentou um passe no meio da quadra que foi interceptado. E aí o Mullins pegou a sobra e… BOOM.

    Duke quebra novamente na reta final

    Sinceramente, eu sinto até pena do Duke. É o segundo ano seguido que eles entregam uma liderança no final do March Madness. Ano passado perderam pro Houston tendo seis pontos de vantagem faltando 1:14. Agora isso. A pressão deve estar pesada demais nesses garotos.

    O mais louco é que essa jogada do Mullins aconteceu exatamente 36 anos depois do Christian Laettner eliminar UConn com outra cesta no último segundo. O karma deu a volta, né?

    Dan Hurley disse depois do jogo que “é cultura do UConn, coração do UConn”. E cara, ele tem razão. É a terceira Final Four deles em quatro anos. Esse time simplesmente não desiste nunca.

    Agora UConn vai enfrentar Illinois na semifinal, enquanto Michigan pega Arizona. E olha, mesmo sendo considerado azarão contra Illinois (odds de 2.5 pontos), depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada desse UConn. E vocês, acham que eles conseguem repetir o título do ano passado?

  • UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    Cara, o que aconteceu ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. UConn perdendo por 19 pontos no primeiro tempo, Duke dominando com os gêmeos Boozer metendo bola, e aí… BAM! Braylon Mullins resolve virar herói aos 39min59s e manda uma bomba de 35 pés pra classificar os Huskies pro Final Four.

    Olha, eu já vi muita coisa maluca no March Madness, mas essa aí foi de arrepiar. O moleque de 18 anos, CALOURO, pega a bola restando 0,4 segundos no relógio e decide que ia ser ele mesmo. Não teve hesitação, não teve medo — só mandou ver.

    A jogada que mudou tudo

    A situação era a seguinte: UConn perdendo por 2, restando 10 segundos. Os caras precisavam de um milagre. Aí o Silas Demery consegue desviar um passe do Cayden Boozer no meio da quadra, a bola sobra pro Mullins que passa pro Karaban. E aqui que fica interessante — o Karaban tinha a chance de tentar o arremesso, mas olhou pro Mullins e pensou: “Esse moleque tem mais chance que eu”.

    “Quando vi o Braylon, tive o instinto de passar pra ele”, disse o Karaban depois. “Tinha o Cam Boozer na minha frente, seria um arremesso mais difícil. Então passei pro Braylon e quando vi ele soltar a bola… cara, eu soube que ia entrar.”

    Sinceramente? Que atitude do veterano. Em um momento desses, muitos jogadores seriam egoístas e tentariam eles mesmos. Mas o Karaban mostrou porque UConn tem essa mentalidade vencedora.

    Duke dominou, mas não fechou

    Vamos dar o mérito: Duke jogou MUITO. Os gêmeos Boozer foram monstros — 42 pontos combinados. Cameron e Cayden simplesmente resolveram que iam acabar com o sonho de tricampeão da UConn. Por 39 minutos e meio, parecia que iam conseguir mesmo.

    O time do Hurley chegou a estar 19 pontos atrás no primeiro tempo. DEZENOVE! Qualquer um pensaria “acabou”. Mas essa experiência de ter ganho dois títulos seguidos faz diferença. Ball e Karaban, os únicos que sobraram daqueles times campeões, sabiam que não podia desistir.

    “Você só precisa continuar jogando”, disse o Ball. “O arremesso nem sempre vai entrar, mas você não pode parar de jogar.” E olha que ironia — ele e o Karaban fizeram um jogo horrível no ataque (5/21 combinados), mas apareceram na hora H.

    O sonho do moleque vira realidade

    O mais legal dessa história toda? O Mullins falou que essa era exatamente a jogada que ele sonhava quando era criança. “Você joga por esses momentos”, disse ele. “Você sonha com isso. Definitivamente pensava nisso na infância.”

    E aí que fica mais emocionante ainda — o Final Four vai ser em Indianápolis, a 30 minutos de onde o garoto cresceu. Mano, o roteiro tá escrito. UConn indo pro terceiro título em quatro anos, com um calouro da região decidindo no último segundo.

    Vocês acham que os Huskies conseguem fechar mais esse? Com essa mentalidade e essa experiência, eu não duvido de nada. O Hurley montou uma máquina de vencer, e jogadas como essa mostram que quando a coisa aperta, eles sempre dão um jeito.

    March Madness sendo March Madness. Por isso que a gente ama esse torneio maluco!

  • Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Braylon Mullins — se lembra desse nome porque vai entrar pra história do March Madness pra sempre.

    O garoto tava tendo uma noite horrível do perímetro. 0 de 4 nos três pontos. Zero. Mas às vezes o basquete é assim mesmo — você erra quatro seguidas e na quinta, quando mais importa, você manda uma que faz o mundo parar.

    O arremesso que parou a América

    Faltando segundos no cronômetro, UConn perdendo por 70-69 pro Duke, Karaban pega a bola e olha pro Mullins no meio da quadra. O moleque recebe ali no logo mesmo e… cara, eu não acredito que vou escrever isso… solta uma bomba de três que entra limpinha. 72-70. Game over.

    “Olhei pro cronômetro e vi cinco segundos”, disse o Mullins depois do jogo, ainda em choque. “Tentei passar pra alguém que tinha acertado alguma coisa no jogo, mas o Karaban devolveu. Aí vi três segundos no relógio e pensei: é a última chance.”

    Duke ainda teve 0,4 segundos pra tentar alguma coisa, mas já era. UConn tá na Final Four de novo.

    Virada épica contra Duke

    O mais absurdo é que os Huskies tavam apanhando o jogo todo. Chegaram a ficar 19 pontos atrás! Dezenove! Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra eles. Mas essa equipe do Dan Hurley tem uma coisa especial — eles simplesmente não desistem nunca.

    Foi uma virada gradual, ponto a ponto, até que Duke entregou uma bola nos segundos finais e deu a chance que o Mullins precisava. E olha, de Indiana (onde ele jogou no ensino médio) pra Indianapolis na Final Four — tem coisa mais cinematográfica que isso?

    Agora é UConn contra Illinois na Final Four. Os Huskies tão correndo atrás do terceiro título em quatro anos. Vocês acham que conseguem? Porque depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse time tem proteção divina mesmo.

    Às vezes o March Madness cria esses momentos que você nunca esquece. E cara, esse arremesso do Mullins vai estar passando na TV até 2050.