Tag: Duke

  • Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Elite Eight ontem à noite. UConn vs Duke, jogo pela vaga na Final Four, e um calouro chamado Braylon Mullins simplesmente resolveu entrar pra história do March Madness com um arremesso que eu vou lembrar pelo resto da vida.

    Imagina a cena: 0,4 segundos no relógio, UConn perdendo por 72-70, e o mlk pega a bola praticamente no logo da quadra e… SPLASH! 73-72 pros Huskies. Eu gritei tanto aqui em casa que acordei o cachorro do vizinho.

    A virada mais insana que você vai ver

    O mais louco de tudo? O Mullins tava 0 de 4 do perímetro antes desse arremesso. Zero! E quando mais precisou, mandou uma bomba que nem o Curry nos seus melhores dias. O próprio mlk disse na entrevista: “Só feliz de ver essa p*rra entrar”. Sem filtro, pura emoção.

    E olha, os Huskies mereceram essa. Saíram perdendo por 19 pontos (imagina a desgraça), chegaram a ficar 15 atrás no intervalo, mas voltaram como uma máquina no segundo tempo. Fizeram 44 pontos contra 28 do Duke na etapa final. Isso é caráter, meu amigo.

    A jogada do arremesso foi cinematográfica. Duke tinha 98,7% de chance de vitória segundo o ESPN Analytics – praticamente garantido, né? Aí o Cayden Boozer erra o passe, o Silas Demary Jr. rouba a bola, e o resto… bem, o resto vocês já sabem.

    Reed Jr. continua monstro neste torneio

    Enquanto todo mundo vai falar do Mullins (e com razão), não posso deixar passar batido o Tarris Reed Jr. O cara fez 26 pontos e 9 rebotes, continuando essa sequência absurda no torneio inteiro. É um dos caras que mais tem se destacado em todo o March Madness.

    Do lado do Duke, os gêmeos Boozer foram sensacionais também. Cameron com 27 pontos e Cayden com 15, mas não adiantou nada. Mais uma eliminação traumática pro Duke do Jon Scheyer – já é a terceira seguida que eles saem de forma dolorosa.

    Alex Karaban, que tem o RECORDE de vitórias no NCAA Tournament (17 na carreira), jogou mal a maior parte do tempo (5 pontos, 2 de 10 nos arremessos), mas acertou uma bomba crucial faltando 50 segundos pra deixar o jogo em 1 ponto de diferença. Veterano sendo veterano.

    UConn na Final Four de novo

    Agora é Final Four pra UConn pela terceira vez em quatro anos. Dan Hurley tá construindo uma dinastia moderna mesmo – bicampeões em 2023 e 2024, deram uma escorregada em 2025, mas voltaram com tudo.

    E o Mullins vai jogar a Final Four no estado natal dele, Indiana. Será que consegue mais uma mágica dessas? Contra Illinois na semifinal, com o vencedor pegando Michigan ou Arizona na decisão.

    Sinceramente, depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse UConn pode levar tudo de novo. Vocês acham que eles conseguem o terceiro título em quatro anos?

  • Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Foster volta de lesão e salva Duke na Elite Eight — que jogaço!

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Caleb Foster, do Duke, literalmente saiu de uma cirurgia no pé há 19 dias e decidiu que ia salvar o time na Elite Eight do March Madness. E olha que salvou mesmo.

    Os Blue Devils venceram St. John’s por 80 a 75, mas não foi nada fácil. St. John’s tava dominando — chegou a abrir 10 pontos de vantagem no segundo tempo. Eu já tava pensando: “Será que Duke vai ser eliminado assim, de primeira?” Aí que entra a magia do Foster.

    A volta mais improvável do ano

    O menino chegou na arena de patinete, gente. Patinete! Porque o pé ainda tá se recuperando da cirurgia. O técnico Jon Scheyer queria usar ele por apenas 8-10 minutos, só pra dar um descanso pro Cayden Boozer. Mas quando St. John’s começou a apertar, Foster virou o jogo.

    Primeira metade: zero pontos em 7 minutos. Segunda metade: 11 pontos cruciais, incluindo 7 pontos seguidos numa arrancada decisiva. E ainda acertou duas cestas fundamentais nos últimos 2 minutos e 15 segundos. Absurdo de determinação.

    “99% dos caras não voltariam a jogar nessas circunstâncias”, disse Scheyer depois do jogo. E tem razão — não existe estatística que meça o tamanho do coração desse garoto.

    Duke na Elite Eight de novo

    Com essa vitória, Duke avança para sua terceira Elite Eight consecutiva. Domingo eles enfrentam UConn, e sinceramente? Depois de ver essa performance do Foster, eu acredito em qualquer coisa.

    Isaiah Evans foi o cestinha da noite com 25 pontos, Cameron Boozer fez um double-double sólido (22 pontos e 10 rebotes), mas o protagonista mesmo foi Foster saindo do banco. St. John’s acertou 13 bolas de 3 — uma marca impressionante —, mas não foi suficiente.

    E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UConn com Foster ainda se recuperando? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa próxima batalha. Uma coisa é certa: se depender de coração e garra, os Blue Devils têm de sobra.

  • Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Duke elimina LSU com arremesso incrível no último segundo

    Cara, que final absurdo de jogo! Ashlon Jackson simplesmente decidiu virar heroína e mandou uma bomba de 3 pontos no último segundo para classificar Duke às quartas de final do March Madness feminino. Duke 87 x 85 LSU. Puro drama.

    Olha, eu tava acompanhando esse jogo e quando vi que LSU tinha virado com 9 segundos no relógio, pensei “acabou pro Duke”. Mikaylah Williams tinha acabado de fazer dois lances livres e colocado as Tigers na frente. Aí que a magia aconteceu.

    O arremesso que parou Sacramento

    Com 2.6 segundos restantes, Duke tinha posse de bola. A bola foi pra Ashlon Jackson na lateral, bem na frente do banco do Duke. Ela fingiu pro corpo da Flau’Jae Johnson e — PÁ! — mandou a bomba que bateu na borda do aro, deu aquela voltinha de matar o coração e caiu. Puro cinema.

    Jackson terminou com 21 pontos, mas foram esses 3 finais que vão ficar na memória pra sempre. Duke (27-8) agora enfrenta UCLA nas quartas, e sinceramente? Depois de um final desses, esse time tá com uma confiança absurda.

    LSU fez sua parte, mas não foi suficiente

    As Tigers jogaram pra caramba. MiLaysia Fulwiley foi um monstro com 28 pontos, e Mikaylah Williams colaborou com 22. LSU (29-6) chegou a estar perdendo por 11 pontos no último quarto e conseguiu virar — só não conseguiu segurar.

    O que mais me impressiona é que essa LSU vinha de uma campanha histórica, marcando mais de 100 pontos em 16 jogos na temporada (recorde da NCAA). Kim Mulkey, com aquele terno roxo cheio de paetês que só ela mesmo usa, tentou de tudo no banco, mas não deu.

    Duke, por outro lado, mostrou que aquela derrota pro LSU no começo da temporada foi aprendizado. Desde aquela queda (que deixou eles com 3-6), os Blue Devils ganharam 24 dos últimos 26 jogos. Isso é de outro mundo.

    Taina Mair e Toby Fournier fizeram 22 pontos cada uma pelo Duke. Time equilibrado, time perigoso. E aí, vocês acham que Duke consegue passar de UCLA nas quartas? Vai ser outro jogaço garantido.

  • Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Ngongba II pode ser pick 22 no Draft — Hawks de olho no pivô de Duke

    Olha, eu confesso que não esperava ver Patrick Ngongba II subindo tanto nas projeções do Draft 2026, mas o cara tá provando que merece mesmo. O pivô de Duke aparece como pick 22 no mock draft mais recente do USA TODAY, e sinceramente? Faz todo sentido.

    O que mais me impressiona no Ngongba é como ele evoluiu do primeiro pro segundo ano. Não é todo dia que você vê um pivotão de 2,11m com essa visão de jogo — o cara tem a maior taxa de assistências entre todos os calouros e sophomores da altura dele no college. Isso é absurdo pra um big man.

    Por que Atlanta faz sentido?

    Os Hawks aparecem como destino provável, e eu acho uma escolha inteligente. Time precisa de profundidade no garrafão, e Ngongba traz exatamente o que eles procuram: um cara que sabe passar a bola e criar espaço pra si mesmo. Ele não é só um pivô tradicional — o moleque sabe cortar pro aro como poucos.

    As estatísticas dele em Duke são sólidas sem ser espetaculares: 10.7 pontos, 6 rebotes e quase 2 assistências por jogo. Mas é o arremesso de 3 que me preocupa — 27.6% não vai cortar na NBA. Precisa melhorar urgente se quiser ser mais que um role player.

    O timing perfeito do March Madness

    Com Duke no Sweet 16, Ngongba tem a chance perfeita de mostrar serviço quando toda a liga tá assistindo. E vocês sabem como é — uma boa performance no March Madness pode mudar tudo na noite do Draft.

    Atlanta vai ter três picks nesse Draft (7º, 22º e 57º), então podem se dar ao luxo de apostar em potencial com Ngongba. Na minha opinião, é uma pick segura pra segundo turno — o cara não vai bustar, mas também não sei se vira All-Star.

    E aí, acham que ele aguenta a pressão de ser drafted no primeiro turno? Ou vocês acham que deveria ficar mais um ano no college?

  • Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Duke dispara na NBA: 27 ex-alunos jogando no torneio universitário

    Olha só que levantamento interessante: alguém foi lá e contou quantos ex-jogadores universitários estão atualmente na NBA dos times que chegaram no Sweet 16 do March Madness de 2026. E cara, Duke simplesmente destruiu a concorrência.

    São 27 jogadores que passaram por lá e hoje estão na liga. Vinte e sete! É quase um time inteiro, mais reservas e ainda sobra gente. Não é à toa que Duke é considerada uma das fábricas de talentos do basquete americano.

    Arizona e Michigan também mandam bem

    Logo atrás vem Arizona com 14 ex-alunos na NBA (o que já é um número bem respeitável) e Michigan com 15. Interessante como essas universidades conseguem formar jogadores que chegam no mais alto nível.

    UConn, que sempre aparece forte no March Madness, tem 9 representantes atualmente na liga. Arkansas também marca presença com 9 jogadores. Michigan State, que sempre dá trabalho no torneio universitário, coloca 7 nomes na NBA.

    Os números por região do torneio

    O que mais me chama atenção é como isso se distribui geograficamente. Na região Leste (sediada em Washington), Duke domina completamente — nenhum outro time da região chega nem perto dos 27.

    Já na região Oeste (San Jose), Arizona lidera com 14, seguido de Arkansas com 9 e Texas com 7. Purdue, que sempre tem times competitivos, surpreende negativamente com apenas 2 ex-alunos na NBA.

    No Meio-Oeste (Chicago), Michigan puxa a fila com 15, enquanto Iowa State tem 5, Alabama e Texas empatam com 7 cada, e Tennessee fecha com 6.

    A região Sul (Houston) é a mais equilibrada: Houston com 6, Illinois com 5, Iowa com 3 e Nebraska — pasmem — com apenas 1 representante na NBA.

    Sinceramente, esses números mostram não só a qualidade dos programas universitários, mas também como certas universidades se tornaram verdadeiras pipelines para a NBA. Duke é o exemplo perfeito disso — Coach K construiu um império lá que continua rendendo frutos até hoje.

    E aí, vocês ficaram surpresos com algum desses números? Eu confesso que não esperava que Michigan tivesse tantos ex-alunos na liga assim.