Tag: NBA Draft 2026

  • Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Gente, o que diabos tá acontecendo em Washington? Sério mesmo.

    Enquanto todo mundo tá grudado nas Finais da NBA vendo os Knicks tentarem derrubar o reinado do Wembanyama, eu aqui não consigo parar de pensar no Draft de 2026. E olha, depois de 20 anos sofrendo com o Jazz, finalmente tenho motivos pra ficar empolgado.

    Jazz na pole position (quase)

    O Utah tem a segunda escolha num Draft que tá simplesmente monstro. AJ Dybantsa ou Darryn Peterson — um dos dois vai ser nosso, não importa o que Washington faça. São dois caras que podem facilmente virar All-Star, quem sabe até candidato a MVP no futuro.

    As regras são simples: Washington escolhe um, a gente fica com o outro. Easy.

    Mas aí que tá o problema — os Wizards tão criando um caos desnecessário. Primeiro disseram que não precisavam de um “salvador” no Draft. Depois o Cameron Boozer subiu nas projeções e todo mundo começou a falar dele. Agora ninguém sabe mais o que Washington vai fazer.

    A estratégia bizarra de Washington

    Cara, eu não entendo a estratégia deles. Se você quer aumentar o valor do seu ativo pra uma possível troca, não faz mais sentido mostrar o quanto você valoriza ele? Tipo, sai falando “cara, a gente AMA o Dybantsa” e vê os times desesperados oferecendo a casa toda por ele.

    É como tentar vender um carro falando que ele não presta. Não faz sentido nenhum.

    Mas sabe de uma coisa? Que se dane Washington.

    O Jazz tem uma diretoria inteligente que não vai se deixar levar por essa confusão toda. Danny Ainge e companhia sabem muito bem o que fazer — pegar o melhor jogador disponível na segunda posição e pronto.

    Não compliquem, por favor

    A única coisa que pode dar errado é se o Jazz resolver inventar moda e pegar alguém como Caleb Wilson. Pelo amor de tudo que é sagrado, NÃO FAÇAM ISSO.

    Vocês acham que Washington tá só criando smoke screen ou realmente não sabe o que fazer? Sinceramente, acho que é só teatro mesmo. No final das contas, tanto Dybantsa quanto Peterson são jogadores que podem mudar uma franquia.

    Depois de anos no deserto, finalmente temos uma chance real de pegar um craque. O Jazz só precisa não complicar o que é simples: escolher entre dois futuros astros da NBA. Qualquer um dos dois já tá de bom tamanho pra começar a sonhar com playoffs novamente em Salt Lake City.

  • Lakers testam Skyy Clark e Trey Kaufman-Ren no Draft 2026

    Lakers testam Skyy Clark e Trey Kaufman-Ren no Draft 2026

    Olha, eu sempre fico curioso quando os Lakers fazem esses testes pré-Draft, principalmente quando eles têm uma pick lá no final. Mas dessa vez parece que eles estão levando a sério mesmo — e acabaram de testar uns caras interessantes, incluindo Skyy Clark (UCLA) e Trey Kaufman-Ren (Purdue).

    A estratégia dos undrafted players

    Cara, essa estratégia do Lakers de pescar jogador não draftado é genial. Lembram do Austin Reaves? Pois é, ele passou batido no Draft de 2021 e olha onde tá hoje. Agora eles trouxeram até o Tony Bennett (ex-técnico de Virginia) como consultor do Draft — isso mostra que tão levando a parada a sério mesmo.

    O Clark é um armador que passou duas temporadas na UCLA e na última temporada mandou bem: 11.5 pontos por jogo e acertou 42.7% das bolas de três. Sinceramente, esse percentual de três pontos me impressiona. Para um time que às vezes sofre pra criar arremessos limpos, ter um cara assim no banco seria uma mão na roda.

    Kaufman-Ren: o garoto da jogada decisiva

    Agora o Trey Kaufman-Ren é outro papo. Esse moleque de Purdue fez uma temporada monstro: 14.2 pontos e 8.3 rebotes. Mas o que me marcou mesmo foi aquela cesta no último segundo contra Oklahoma — 19 pontos e 18 rebotes (sete ofensivos!). Absurdo.

    E aquela enterrada no March Madness que classificou Purdue pra Elite Eight? Cara, foi de arrepiar. Esse tipo de momento mostra que o garoto tem sangue frio quando a coisa aperta. O Lakers precisa exatamente disso: um cara que não treme na hora H.

    Apostando nas margens

    Na minha opinião, os Lakers tão fazendo certinho. Com pick tarde no Draft, você tem que ser criativo mesmo. Além do Clark e Kaufman-Ren, eles testaram também Tamin Lipsey (Iowa State) e Peter Suder (Miami OH). É muita gente sendo avaliada.

    O Kaufman-Ren especialmente me chama atenção porque o Lakers sempre sofreu com profundidade nas alas e rebote. Um cara de 2,06m que sabe jogar nas duas pontas da quadra? Olha, se ele cair como undrafted, seria uma pechincha.

    E aí, vocês acham que algum desses caras tem potencial pra virar a próxima descoberta dos Lakers? Eu tô de olho especialmente no Clark — esse percentual de três pontos não mente.

  • Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Cara, o Draft da NBA de 2026 tá chegando (menos de três semanas!) e as especulações estão a todo vapor. E olha, tem uns debates bem interessantes rolando por aí.

    AJ Dybantsa, do BYU, continua sendo o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral pelo Washington Wizards. Sinceramente? Faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que consegue criar arremesso do nada, pressiona o garrafão quando quer e tem um fadeaway impossível de bloquear. É esse tipo de ala versátil que Washington tá desesperadamente precisando.

    Jazz pescando um armador especial

    Na segunda escolha, o Utah Jazz deve ir atrás de Darryn Peterson, do Kansas. Esse menino de 1,96m é diferenciado — tem tudo que um armador da NBA moderna precisa: tamanho, arremesso (38,2% de três!), e o mais importante: aguenta pancada nos playoffs. Quantos calouros conseguem jogar naquela intensidade toda? Peterson consegue.

    Mas aí vem a pergunta: vocês acham que ele vai conseguir juntar aquela criatividade maluca que mostrava no high school com a consistência que exibiu em Kansas? Se conseguir, Utah vai ter um problemão bom nas mãos.

    A grande discussão da terceira escolha

    E é na terceira posição que a coisa fica interessante. Cameron Boozer, do Duke, aparece como favorito para o Memphis. O filho do Carlos Boozer (lembram dele?) é um QI basketball absurdo — processa o jogo de um jeito avançado que me lembra um pouco do Kevin Love nos tempos de Minnesota.

    Os números não mentem: 39,1% de aproveitamento de três pontos e 10,2 rebotes por jogo. É consistência pura. Pode não ser o cara que vai carregar um time nas costas, mas é daqueles jogadores que impactam vitórias por uma década inteira.

    Logo atrás, Caleb Wilson (North Carolina) pro Chicago Bulls na quarta posição. Outro ala-pivô interessante, mas com perfil mais atlético que técnico por enquanto.

    Uma coisa que me chamou atenção: o final da primeira rodada tá bem fraco mesmo. Vários calouros que poderiam ser escolhidos no primeiro round decidiram ficar no college por causa desses contratos de NIL gordos. É a nova realidade da NBA — não dá mais pra contar só com calouros desesperados pra sair da faculdade.

    Ah, e tem uma incógnita gigante: Luigi Suigo, um pivô italiano de 2,21m (!). Se ele mantiver o nome no Draft até 13 de junho, pode facilmente ser primeira rodada. Se sair, vai direto pro Villanova. Imaginem esse gigante jogando college basketball…

    E aí, quem vocês acham que realmente vai com a primeira escolha? Dybantsa tá fichado mesmo ou algum GM vai resolver apostar numa surpresa?

  • Bulls testam futuros top 10 do Draft – movimento suspeito no ar?

    Bulls testam futuros top 10 do Draft – movimento suspeito no ar?

    Olha, tem coisa estranha rolando em Chicago. Os Bulls fizeram um workout na terça-feira com quatro caras que todo mundo projeta sendo escolhidos no top 15 do Draft 2026. O problema? Eles têm apenas a 15ª pick.

    Os nomes que passaram pelo treino foram Keaton Wagler (Illinois), Kingston Flemings (Houston), Nate Ament (Tennessee) e Morez Johnson (Michigan). E aí que a coisa fica interessante — segundo as projeções, todos esses garotos devem sair BEM antes da vez de Chicago.

    As peças do quebra-cabeça

    Wagler pode ser a 5ª escolha geral. Flemings está cotado pra ser o 9º. Ament pode ir pro Dallas no 10º, e Johnson tem tudo pra ser pescado pelo Heat na 13ª posição. Então me explica uma coisa: por que diabos os Bulls estão testando esses caras?

    A resposta mais óbvia é que eles estão planejando subir no Draft. E sinceramente? Faz sentido. Wagler teve uma temporada absurda em Illinois, levando o time até o Final Four. Johnson foi peça fundamental no título da NCAA que Michigan conquistou em abril — cara simplesmente não errava nos momentos decisivos.

    Bulls em reconstrução total

    O timing também não é coincidência. Chicago está passando por uma reformulação completa, com Bryson Graham assumindo como VP de Operações de Basquete. Eles estão procurando técnico novo e claramente querem fazer barulho nesse Draft.

    A grande questão é: o que eles têm pra oferecer numa troca? E mais importante ainda — vale a pena quebrar o banco por esses caras quando você tem tantos buracos no elenco?

    Na minha visão, se os Bulls realmente querem um desses quatro, vão ter que desembolsar bastante. Mas olhando o currículo deles, especialmente o Johnson que foi campeão universitário há pouco tempo, talvez seja um investimento que vale a pena.

    Vocês acham que Chicago consegue fazer uma dessas trocas acontecer? O Draft está marcado para 23-24 de junho, então logo logo vamos descobrir se essa movimentação toda vai dar em alguma coisa.

  • Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Olha só que coisa interessante: três times que você não esperaria estão desesperados pra subir no top 10 do draft de 2026. Thunder, Bulls e Hornets. Cada um por um motivo diferente, mas todos com a mesma sede de pegar um talento premium.

    Vamos começar pelo Oklahoma City Thunder, que ainda deve estar com gosto amargo na boca depois daquela derrota em casa pro San Antonio Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste. Cara, perder um jogo 7 em casa dói demais. Mas Sam Presti não é bobo – ele já está pensando no futuro.

    O Thunder quer Cam Boozer (e quem não quer?)

    Segundo Brett Siegel, insider da ClutchPoints, o Thunder está “ativamente tentando subir pro top 10” do draft. E adivinha quem eles querem? Cam Boozer. Filho do Carlos Boozer, pra quem não lembra daqueles tempos do Chicago Bulls.

    O problema é que pra pegar o Boozer, eles vão precisar subir pro top 4. E isso não vai ser barato, não. O Thunder tem duas picks nesse draft, então talvez consigam fazer uma troca interessante. Eles também estão de olho no Nate Ament, do Tennessee, como uma possível substituição pro Lu Dort.

    Sinceramente? Faz sentido. O Thunder é jovem, talentoso, e quase chegou nas finais. Um talento a mais pode ser a diferença entre quase e conseguir.

    Bulls querem duas picks no top 10 – ambição ou desespero?

    Agora vem a parte que me deixou surpreso: o Chicago Bulls também quer subir no draft. Eles já têm a 4ª pick (sorte deles na loteria), mas querem MAIS. Querem uma segunda pick no top 10.

    Mano, isso é ambição ou é desespero? Depois de anos sendo medianos, parece que a diretoria finalmente acordou pra vida. Ter duas picks no top 10 num draft que promete ser absurdo pode revolucionar aquela franquia.

    Charlotte também quer entrar na festa

    E pra fechar o trio, temos o Charlotte Hornets. Eles têm duas picks de primeira rodada e estão considerando usar elas pra subir também. Faz sentido total – o time tem alguns talentos interessantes, mas precisa de mais consistência.

    O que mais me chama atenção é que todo mundo sabe que essa classe de draft vai ser especial. Não é à toa que rolou uma “tankagem histórica” essa temporada. Times literalmente jogaram pra perder pra ter picks melhores.

    Vocês acham que algum desses times consegue fazer a troca? O draft começa dia 23 de junho, então a loucura da negociação já deve estar rolando nos bastidores. Eu tô ansioso pra ver se o Presti consegue fazer mais uma de suas mágicas.

  • Spurs na final e ainda pensando no futuro: o que rola no Draft 2026?

    Spurs na final e ainda pensando no futuro: o que rola no Draft 2026?

    Mano, que loucura é essa? Os Spurs tão na final da NBA contra os Knicks e os caras JÁ tão de olho no draft de 2026. Eu sei que parece meio doido pensar em draft quando você tá brigando pelo título, mas é exatamente essa mentalidade que fez San Antonio virar uma máquina de reconstrução.

    Pensa só: ano passado eles tinham duas escolhas de loteria e pegaram Dylan Harper e Carter Bryant. Somando com Stephon Castle (4º pick) e o monstro do Wemby (1º overall), os caras montaram um core que já tá disputando o caneco. Isso é surreal, sinceramente.

    O que os especialistas estão prevendo

    Olha, mesmo brigando pelo título, os Spurs ainda têm munição pesada no draft: pick 20 e três escolhas de segunda rodada. E os experts já tão de olho em quem eles podem pegar.

    A escolha mais cotada pro pick 20? Jayden Quaintance, pivô do Kentucky. Tanto o Brett Siegel (ClutchPoints) quanto a ESPN botam ele indo pra San Antonio. O cara tem uma história meio maluca — começou na Arizona State com 17 anos, mostrou potencial defensivo absurdo, mas se machucou. Depois foi pro Kentucky, jogou só quatro jogos e já se declarou pro draft.

    Produção? Quase zero (8.8 pontos por jogo em duas temporadas). Mas o teto desse moleque é estratosférico. Imagina ele aprendendo defesa com o Wemby, que acabou de ganhar DPOY? Seria uma dupla de torres assombrada.

    Outras opções que fazem sentido

    Allen Graves, do Santa Clara, também aparece em algumas projeções. O The Ringer e a Sports Illustrated colocam ele indo pros Spurs. Mesmo perfil defensivo, cara que incomoda demais — rouba bola pra caramba, defende bem no perímetro e ainda dá uma força no garrafão.

    O interessante é que nenhum expert tá vendo os Spurs indo atrás de pontuação. Faz sentido, né? Com Wemby, Harper e Castle, eles já têm criação e pontos suficiente. Agora é consolidar a defesa e adicionar peças complementares.

    Sobre as escolhas de segunda rodada, a real é que provavelmente eles vão trocar a maioria. Time que tá na final não tem espaço pra quatro calouros no elenco. Melhor usar essas picks pra conseguir veteranos ou capital futuro.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem ganhar o título E ainda fazer um draft inteligente? Essa franquia não para de impressionar, cara. Do rebuild completo à final em tempo recorde — isso é masterclass de gestão esportiva.

  • Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Olha, eu não esperava essa! O Jazz com a segunda escolha geral do Draft 2026 e todo mundo achando que eles iam de Darryn Peterson… mas aí que tá o plot twist. Pelo jeito, Utah pode surpreender geral e ir de Caleb Wilson.

    Por que Wilson faz sentido pro Jazz?

    Sinceramente, quando você para pra pensar, faz todo sentido. O Jazz já tem Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr., Walker Kessler e Kyle Filipowski — ou seja, altura não é problema. Mas sabe o que tá faltando? Explosão atlética no garrafão.

    Wilson traz exatamente isso. O cara é um monstro de 2,06m que voa pela quadra, defende qualquer posição e ainda por cima tem potencial All-Star. E diferente do Peterson, que ia querer suas 15 tentativas por jogo desde o primeiro dia, Wilson pode crescer no próprio ritmo.

    Cara, imagina só: enquanto todo mundo espera que Utah pegue mais um armador (sendo que eles já têm Keyonte George, Cody Williams, Brice Sensabaugh…), eles vão e escolhem um ala-pivô que pode resolver o problema de atletismo deles de uma vez.

    Peterson escorrega até os Grizzlies

    Agora, ver o Peterson — que todo mundo considerava pick garantido no top 2 — caindo até a terceira posição com o Memphis… isso sim é interessante. Os Grizzlies tão precisando do armador do futuro mesmo, especialmente com as incertezas em torno do Ja Morant.

    Peterson tem 1,96m, arremessa melhor que o Ja (38% de 3 na faculdade) e ainda projeta defender melhor. Mas teve umas red flags na temporada dele em Kansas que podem ter assustado Utah.

    O Memphis, por outro lado, tá numa situação que não dá pra ser exigente. Time machucado, precisando de uma renovação… Peterson na terceira pick seria quase um presente dos céus.

    E aí, vocês acham que o Jazz realmente vai ter coragem de passar do Peterson? Eu tô aqui imaginando a cara dos torcedores se isso acontecer mesmo. Às vezes as franquias surpreendem — e não necessariamente pro mal.

    AJ Dybantsa continua sendo consenso pro Washington na primeira pick, isso ninguém discute. Mas essa segunda escolha pode ser bem mais interessante do que a gente imagina.

  • Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser a salvação do Utah Jazz no Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Cameron Boozer fez em Duke? 22.7 pontos e 10.1 rebotes por jogo sendo CALOURO. Absurdo.

    Com 1,95m e 115kg aos 18 anos, o filho do Carlos Boozer tem o físico do Karl Malone e a maturidade que eu nunca vi num jogador dessa idade. E olha que ele jogou todas as 38 partidas como titular numa temporada pesada da ACC e March Madness. O técnico Jon Scheyer falou que ele “traz a mesma energia todo dia, a mesma preparação, independente do que aconteceu”.

    O encaixe perfeito no Utah Jazz

    Na minha visão, esse é exatamente o perfil que o Jazz precisa depois de duas temporadas horrorosas. Consistência, trabalho duro e mentalidade vencedora — tudo que faltou no time ultimamente. E tem mais: o pai dele passou seis temporadas no Jazz e voltou como scout ano passado. Isso aumenta as chances dele ficar mais tempo, né?

    Eu sei que vão falar: “ah, mas ele não é tão atlético”. Verdade, ele pode ter problemas defensivos contra pivôs mais rápidos. Mas cara, basquete não é só highlight. É sobre fazer o que precisa ser feito pra ganhar. E Boozer fez isso em Duke — além de carregar o ataque, ele liderou o time em assistências com 4.1 por jogo.

    Melhor jogador disponível sempre

    “Mas o Jazz já tem muitos alas, não seria melhor pegar um armador como Darryn Peterson?” Olha, às vezes a gente fica muito preocupado com encaixe e esquece de pegar o melhor disponível. Lembram do Dylan Harper? Foi pro Spurs que já tinha De’Aaron Fox, Stephon Castle e Devin Vassell. E aí? Tá jogando 26 minutos por jogo nos playoffs.

    Boozer é daqueles caras que abrem espaço na rotação na marra. Um brutamontes no garrafão que cansa a defesa adversária e ainda abre a quadra pros companheiros. Sinceramente acho que ele vai encontrar seu lugar no Jazz.

    Comparações e potencial

    As comparações que mais ouço são Kevin Love e Al Horford. Pode não ser sexy, mas os dois são campeões da NBA e se adaptaram perfeitamente ao que seus times precisavam. E imaginem o Boozer aprendendo com o próprio Kevin Love, que tá lá no Jazz agora, mais o Lauri Markkanen e companhia?

    O teto dele lembra Paolo Banchero ou Alperen Sengun — dois caras que tão só subindo. Mas a comparação que me emociona mesmo é com Paul Millsap e o próprio Carlos Boozer da época que o Jazz chegou na final de conferência em 2007.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem coragem de apostar no filho do ídolo? Pra mim, seria a escolha mais óbvia do draft.

  • Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Galera, depois de ter que literalmente COMPRAR uma vaga no Draft de 2025 (que vergonha, né?), os Lakers finalmente têm uma pick própria no primeiro round do Draft 2026. É a 25ª posição, que sinceramente é meio loteria — pode sair uma pérola ou uma pedra.

    Olha só os últimos caras que saíram nessa posição: Quentin Grimes em 2021 e Immanuel Quickley em 2020. Dois jogadores sólidos que estão fazendo a diferença na NBA. Ah, e os próprios Lakers pegaram o Moe Wagner nessa mesma pick em 2018. Então já sabemos que dá pra pescar coisa boa por aí.

    A caçada pelos talentos começou

    O time de olheiros dos Lakers tá fazendo um trabalho de formiguinha, testando uma galera absurda de prospects. E eu vou ser honesto com vocês — alguns desses nomes eu nem conhecia direito até começar a pesquisar.

    Os caras trouxeram pra workout: Sam Alexis do Indiana, Drake Allen da Utah State, Duke Brennan da Villanova (esse nome é diferente, né?), Rafael Castro da George Washington, e por aí vai. A lista tá gigantesca: Zuby Ejiofor, Jaden Henley, Alex Karaban do UConn…

    O que mais me chama atenção é o Baba Miller da Cincinnati. Esse cara tem 2,08m e joga como ala-pivô, algo que os Lakers sempre precisaram desde que o AD virou mais centro.

    Jogada de mestre ou desespero?

    Na minha visão, os Lakers tão fazendo o certo em testar essa quantidade monstruosa de jogadores. Com o LeBron já nos 40 anos (sim, 40!) e o Anthony Davis entrando nos 30, eles PRECISAM de sangue novo que venha barato e ready.

    O que me preocupa é: será que eles realmente vão acertar? A franquia não tem um histórico muito brilhante no Draft nos últimos anos, vamos combinar. Mas quem sabe com essa 25ª pick eles não pescam um diamante bruto?

    E aí, pessoal, qual desses prospects vocês acham que tem mais cara de Laker? Eu confesso que tô curioso pra ver se eles vão apostar num jogador mais físico ou se vão tentar achar o próximo sniper de três pontos.

  • E agora, Sixers? 4 opções pro draft que podem mudar tudo

    E agora, Sixers? 4 opções pro draft que podem mudar tudo

    Cara, o draft da NBA tá chegando e o Philadelphia 76ers continua naquela correria pra achar um novo presidente de operações de basquete. Bob Myers disse que espera ter o próximo contratado antes do draft, mas imagina só: se conseguir, o cara vai ter menos de um mês pra se preparar pro pick 22 que veio dos Houston Rockets.

    Olha, eu tô acompanhando essa situação dos Sixers há um tempo e, sinceramente, essa pick 22 pode ser uma baita oportunidade ou uma grande dor de cabeça. Vocês sabem como é — nessa posição do draft, qualquer coisa pode rolar.

    Allen Graves: o cara que todo mundo tá de olho

    Se tem um nome que tá aparecendo em quase todo mock draft pros Sixers, é o Allen Graves, ala de 2,01m do Santa Clara. O monstro converteu 40% dos arremessos de três pontos na última temporada — absurdo, né?

    A galera do SB Nation e da ESPN tão batendo nessa tecla, e eu entendo o porquê. É aquele tipo de jogador que o Nick Nurse adoraria ter: alto QI de basquete, bom arremesso de longa distância. O problema? Não é lá essas coisas em termos de atletismo, e tem uma tendência a se meter em confusão com faltas.

    Mas pensando bem, pra um time que precisa de profundidade e versatilidade, Graves faz todo sentido. E convenhamos, jogador que acerta 4 de cada 10 bolas de três não cresce em árvore.

    As apostas arriscadas que podem valer ouro

    Agora, se os Sixers quiserem apostar mais alto, tem o Karim Lopez dos New Zealand Breakers. Cara de 2,06m que jogou profissionalmente e fez 11.9 pontos por jogo na NBL. O louco é que ele enfrentou os próprios Sixers na pré-temporada de 2024, mas com só 17 anos na época, ficou no banco.

    A Sports Illustrated tá apostando nele pros Sixers, e eu vejo a lógica. É aquele tipo de jogador que pode render muito mais do que parece à primeira vista.

    Tem também o Chris Cenac Jr. do Houston, que o pessoal da Bleacher Report comparou com Bobby Portis. Com 2,08m descalço e envergadura de 2,26m, o garoto de 19 anos tem físico pra incomodar qualquer um. Fez 9.5 pontos e 7.9 rebotes em 24.8 minutos por jogo.

    A jogada mais ousada de todas

    Mas ó, se quiserem mesmo surpreender, tem o Luigi Suigo, pivô do KK Megabasket da Sérvia. Yahoo Sports tá apostando nele pros Sixers na pick 22, mesmo ele sendo projetado pro início da segunda rodada pela maioria.

    A ideia é clara: encontrar alguém pra dar respiro pro Joel Embiid. Em 16 minutos por jogo, Suigo fez 8.1 pontos, 5.3 rebotes e 1.1 tocos. Não são números de outro mundo, mas o cara tem três anos de basquete profissional na Europa.

    Kevin O’Connor, que já queria que os Sixers pegassem Khaman Maluach no draft passado, tá batendo forte nessa tecla de pegar um pivô. E vocês, acham que faz sentido apostar em um europeu pra dar suporte ao Embiid?

    Olha, na minha opinião, qualquer uma dessas escolhas pode dar certo ou errado. O importante é que o novo presidente, seja quem for, tenha uma visão clara do que o time precisa. Porque uma coisa é certa: os Sixers não podem dar bobeira nesse draft.