Tag: NBA Draft 2026

  • Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Olha só que loucura: a NBA fez o sorteio de desempate do draft de 2026 ontem, e o Utah Jazz saiu no lucro de uma forma que pode mudar tudo para a franquia. Eles conseguiram a 4ª melhor posição na loteria, enquanto o Sacramento Kings ficou com a 5ª. Parece pouco, mas fez TODA a diferença.

    Por que isso é tão importante? Simples: o pick do Jazz é protegido até a 8ª posição. Se eles caíssem para 9º lugar ou pior, o pick ia direto pro Oklahoma City Thunder. Mas agora? Garantiram que vão manter a escolha, não importa o que aconteça na loteria do dia 10 de maio.

    As chances continuam praticamente iguais

    Na prática, tanto Jazz quanto Kings têm 45,2% de chance de pular para o top 4 e 11,5% de chance de ganhar a primeira escolha geral. A diferença é que o Jazz tem essa garantia de não perder o pick – e isso vale ouro em uma temporada de reconstrução como a deles.

    Sinceramente? Acho que o Jazz deu sorte grande aqui. Imagina a decepção se perdessem um pick em um draft que pode ser histórico só por causa de um sorteio. Agora podem dormir tranquilos.

    Outros desempates que movimentaram o mercado

    O New Orleans Pelicans ficou com a 7ª posição na loteria, mas aqui vem o plot twist: eles não vão nem usar esse pick! Trocaram ele pro Atlanta Hawks no draft do ano passado. Os Hawks vão ficar com o melhor entre os picks dos Pelicans (7º) e do Milwaukee Bucks (10º).

    Já o Dallas Mavericks garantiu a 8ª posição. Com 29% de chance de subir na loteria, pode ser uma surpresa interessante – vocês acham que eles conseguem dar o salto?

    E olha que bagunça bonita: dos picks 16, 17 e 18, nenhum vai ser usado pelo time original. Oklahoma City pega o 16º (que era da Filadélfia), Memphis fica com o 17º (melhor entre Orlando e Phoenix), e Charlotte leva o 18º (o pior entre Orlando e Phoenix). É trade pra todo lado!

    O cronograma que todo fã tem que saber

    Agora é só aguardar: loteria dia 10 de maio em Chicago, combine de 10 a 17 de maio, e o draft em duas noites no Barclays Center – primeira rodada dia 23 de junho, segunda rodada no dia 24.

    Ah, e uma informação importante: a data limite para jogadores universitários confirmarem entrada no draft é na sexta-feira. Vai ter movimento nos próximos dias!

    O que vocês acham? O Jazz fez bem em manter esse pick protegido, ou deveriam ter arriscado tudo em uma troca maior?

  • Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Olha, eu sei que o pessoal já tá acostumado com calouro pulando direto pra NBA, mas Kingston Flemings da Houston me deixou meio de queixo caído. O garoto acabou de terminar o primeiro ano na faculdade e já tá se declarando pro Draft de 2026. Calma aí, jovem!

    Mas vamos aos fatos: o moleque tem fundamento. 16.1 pontos, 5.2 assistências e 4.1 rebotes por jogo na primeira temporada universitária. E olha só esses percentuais — 47.6% nos arremessos gerais e quase 39% nas bolas de três. Pro um calouro, isso é absurdo mesmo.

    ESPN já botou ele no radar

    A ESPN não tá brincando com o Flemings não. Colocaram ele como 7º melhor prospecto pra 2026, sendo o quarto melhor armador atrás de Darryn Peterson, Keaton Wagler e Darius Acuff Jr. Pra um cara de 1,90m que mal pisou na faculdade, tá bem cotado.

    Sinceramente, acho que o garoto tem potencial pra ser um armador sólido na liga. As assistências mostram que ele tem visão de jogo, e esses 38.7% de três já deixa qualquer scout de olho brilhando. Mas será que não tá muito cedo pra essa decisão?

    Houston vai sentir falta

    Os Cougars devem tá se mordendo agora. Flemings foi peça-chave no time deles essa temporada, e perder um cara que distribui mais de 5 assistências por jogo não é moleza pra ninguém. O moleque ainda roubava 1.5 bolas por partida — defesa nunca é demais na NBA.

    E aí, galera, vocês acham que ele aguenta o pulo direto da faculdade pra liga? Eu fico pensando se não seria melhor dar pelo menos mais um ano pra amadurecer o jogo… Mas com esses números e essa cotação toda, talvez seja mesmo a hora certa de tentar a sorte.

  • Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?

    Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.

    O cara que pode surpreender

    Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.

    Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.

    Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.

    O que ele traz de especial

    A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.

    E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.

    Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.

    Faz sentido para o Jazz?

    Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.

    Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.

    E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!

    Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?

  • Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Olha só que situação interessante: o Washington Wizards acabou de cumprir o principal objetivo da temporada, e nem foi ganhar jogos. Eles garantiram que vão manter sua escolha de primeira rodada do Draft de 2026!

    A matemática é simples — os Wizards vão terminar com no máximo o terceiro pior recorde da liga. Isso significa que não podem cair para uma posição pior que a sétima no draft. E aqui está o pulo do gato: a escolha tinha proteção top-8. Se caísse para nona posição ou pior, ia direto pro New York Knicks.

    O alívio de Washington

    Sinceramente, deve ter rolado uma festa discreta no escritório dos Wizards. Porque agora, em vez de entregar uma pick potencialmente valiosa, eles só vão mandar escolhas de segunda rodada em 2026 e 2027 para os Knicks. É tipo trocar ouro por bronze, sabe?

    Essa era a última temporada com proteção nessa pick. Daqui pra frente, os Wizards têm todas as suas escolhas de primeira rodada garantidas, com direito a swap em 2028 e 2030 (aquela famosa troca “mais favorável”). Mesmo perdendo duas picks de segunda rodada, Washington ainda tem até 12 escolhas de segunda rodada nos próximos sete drafts. É munição de sobra pra fazer negócios.

    A loteria que vem por aí

    Agora vem a parte emocionante — e aqui entre nós, eu acho que os Wizards fizeram a coisa certa em tankar discretamente. Os três times com os piores recordes dividem 52,1% de chance de ficar no top-4, e cada um tem 14% de probabilidade de ganhar a primeira escolha geral.

    Vocês acham que foi uma estratégia inteligente dos Wizards? Eu vejo muito sentido nisso. Melhor garantir uma pick no top-7 do que arriscar perder tudo pros Knicks, né? E com esse draft de 2026 sendo esperado como um dos mais profundos dos últimos anos, manter essa escolha pode ser a diferença entre reconstruir direito ou ficar mais alguns anos no limbo.

  • Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Gente, vocês viram o que aconteceu em Louisville? O Mikel Brown Jr., um calouro de apenas 18 anos, acabou de declarar para o Draft da NBA de 2026 — e olha que o moleque nem terminou a primeira temporada na faculdade direito por causa de lesão.

    Mas calma, não é loucura não. O garoto tem números absurdos: 18.2 pontos, 4.7 assistências e 3.3 rebotes por jogo em apenas 21 partidas antes de se machucar. PER de 20.8 — isso é coisa de All-Star, galera.

    A noite que mudou tudo

    O cara simplesmente fez 45 pontos contra NC State em fevereiro. Quarenta e cinco! Empatou o recorde histórico do programa de Louisville (que era de 1967) e ainda quebrou o recorde de pontos de um calouro na ACC. Mas sabe qual jogo ele considera o verdadeiro divisor de águas? Os 29 pontos contra Kentucky em novembro.

    “Foi naquele jogo contra Kentucky que eu senti que fiz uma declaração tipo ‘Ei, eu tô aqui. E vim pra ficar’”, disse Brown. E cara, quem acompanha basquete universitário sabe que derrubar Kentucky sendo calouro não é brincadeira.

    A lesão que assombra

    Aqui que a coisa complica. Brown perdeu 14 jogos por causa de uma lesão nas costas, incluindo os torneios da ACC e March Madness. Pra um prospecto que estava voando, isso é de apertar o coração.

    Mas o moleque tá otimista. Diz que tá melhorando com tratamento diário e que vai participar dos workouts antes do Draft e da Summer League em julho. Um scout da NBA que conversou com a ESPN ainda projeta ele no top-10, mesmo com a preocupação da lesão.

    Mentoria de peso

    E olha só que conexão interessante: Brown teve orientação do Donovan Mitchell antes de tomar essa decisão. Mitchell, que também é de Louisville e hoje é estrela do Cleveland Cavaliers, tem sido mentor do garoto desde o ensino médio.

    Sinceramente? Acho que o garoto tem tudo pra dar certo. Com 1,96m de altura e essa capacidade de pontuar, lembra muito alguns guards que chegaram na NBA nos últimos anos e fizeram a diferença. A questão mesmo é se essas costas vão aguentar o tranco da liga.

    O que vocês acham? Ele consegue se manter no top-10 mesmo com o histórico de lesão? Pra mim, se estiver 100% fisicamente, esse cara pode ser uma das grandes surpresas do Draft 2026.

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Olha, eu não sei vocês, mas estou completamente viciado nessas projeções de Draft. E o nome que mais me chama atenção agora é o de Darryn Peterson, do Kansas.

    O garoto de 19 anos está sendo cotado para ir na terceira posição geral para o Brooklyn Nets no Draft de 2026. E cara, faz todo sentido.

    Os números não mentem

    Peterson fechou a temporada com médias absurdas: 19,8 pontos por jogo, 4,4 rebotes e 44,2% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressiona? Os 38,4% nas bolas de três. Para um cara que tinha uma usage rate altíssima no Kansas, manter essa eficiência é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu acho que ele ainda é o jogador mais talentoso dessa classe toda de Draft. Sim, ele não é mais aquela aposta certeira para número 1 que era antes – teve umas inconsistências e uns problemas com lesão que assustaram os scouts. Mas talento puro? Poucos têm o que ele tem.

    Brooklyn precisa urgente de pontos

    E vamos combinar uma coisa: o Nets tem o pior ataque da NBA nesta temporada. É de dar dó. Eles PRECISAM de alguém que saiba colocar a bola na cesta, e Peterson resolve isso na primeira jogada.

    O que mais me anima nele é a capacidade de criar seu próprio arremesso. Quantos caras de 19 anos conseguem fazer isso com a eficiência que ele faz? É raro demais encontrar um prospecto que consegue pontuar tanto mantendo percentuais decentes.

    Vocês acham que o Brooklyn vai mesmo apostar nele na terceira posição? Na minha opinião, seria um acerto e tanto. O franchise precisa de uma mudança de rumo, e Peterson pode ser exatamente isso.

    Agora é esperar junho chegar para ver se essa projeção se confirma. Mas uma coisa eu garanto: quem pegar Peterson vai estar levando um jogador especial para casa.

  • Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Cara, vocês viram que a final da March Madness entre Michigan e UConn vai ser praticamente um showcase do Draft da NBA de 2026? Quatro caras que devem ser escolhidos na primeira rodada vão estar em quadra na segunda-feira. É basicamente um presente para os scouts da liga.

    E olha, eu tô acompanhando esse mock draft aí e sinceramente? O top 5 tá bem sólido. AJ Dybantsa do BYU segue firme como primeira escolha — e não é à toa. O cara é um monstro de 2,06m que tá fazendo 25,5 pontos por jogo e virou o maior pontuador do basquete universitário americano.

    O futuro número 1 é mesmo diferenciado

    Dybantsa não é só tamanho não. O maluco tem envergadura de mais de 2,10m, é atlético pra caramba e consegue criar a própria jogada de qualquer lugar da quadra. Melhorou muito no passe, na finalização com contato e até no arremesso de 3 (33,1%). Pra mim, é escolha óbvia pro Indiana.

    Logo atrás vem Darryn Peterson do Kansas na segunda posição. 2,03m jogando de armador? Isso sim é versatilidade. O cara tá fazendo 20,2 pontos com 38,2% do perímetro — números que impressionam qualquer um. Washington precisa muito de um cara assim.

    Cameron Boozer pode ser a escolha mais segura

    Na terceira posição, temos Cameron Boozer do Duke. E cara, esse pode ser o pick mais certeiro do draft inteiro. O texto original fala que os executivos têm medo de errar com Dybantsa ou Peterson se eles não desenvolverem todo o potencial, mas Boozer? É garantia de impacto imediato.

    22,5 pontos, 10,2 rebotes e ainda distribui 4,1 assistências por jogo. O cara é Player of the Year em qualquer premiação que você olhar. Fisicamente já tá pronto pro profissional e é um dos QIs de basquete mais altos do draft. Brooklyn não vai pensar duas vezes.

    Caleb Wilson do North Carolina aparece em quarto (Sacramento) — mais um grandão de 2,08m que voa no garrafão e tem potencial de estrela. Keaton Wagler do Illinois fecha o top 5 indo pro Utah como mais um armador gigante de 2,03m.

    A final vai decidir posições

    O louco é que essa final de segunda pode mexer com algumas posições. Quatro desses caras vão estar jogando sob pressão máxima, na frente de todos os scouts da NBA. Quem se destacar pode subir no draft, quem decepcionar pode cair algumas posições.

    Vocês acham que algum desses jovens vai conseguir dar aquele salto na final e brigar pela primeira posição? Ou Dybantsa já tem essa locked mesmo? A loteria do draft rola dia 10 de maio, mas essa final já vai dar umas dicas bem interessantes do que esperar em junho.

  • Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Darius Acuff tá aprontando no Arkansas? O moleque simplesmente chegou chutando a porta e agora tá dando dor de cabeça nos scouts da NBA. Até pouco tempo atrás, Darryn Peterson era considerado o armador número 1 do Draft de 2026, mas o calouro do Arkansas tá chegando forte na disputa.

    E olha, não é papo furado não. Vários olheiros da liga já colocam o Acuff na frente do Peterson entre os armadores. “Acuff definitivamente se colocou ainda mais no mapa”, disse um scout veterano. Cara, quando você ouve isso de gente que vive disso há anos, é porque a coisa tá séria mesmo.

    Calipari sabe o que fala

    O John Calipari — que já treinou monstros como Derrick Rose, Shai Gilgeous-Alexander e John Wall — disse que o Acuff é tão talentoso quanto qualquer calouro armador que ele já comandou. Mano, vindo do Calipari isso não é pouca coisa. O cara passou por Kentucky e viu muita gente boa, então quando ele fala assim é porque o garoto tem algo especial mesmo.

    E os números? Absurdos. Acuff fechou a temporada com 23.5 pontos e 6.4 assistências por jogo. Pra vocês terem noção do que isso representa: ele se tornou apenas o segundo jogador na história da SEC a liderar a conferência nas duas categorias na mesma temporada. O primeiro foi Pete Maravich em 1969-70 — ou seja, o moleque tá em boa companhia.

    Recordes que impressionam

    Não satisfeito em igualar uma lenda, o garoto ainda quebrou os recordes históricos do Arkansas com 845 pontos e 232 assistências em uma única temporada. Entre todos os prospectos do Draft 2026, ficou em segundo lugar em pontuação (atrás só do A.J. Dybantsa) e segundo em assistências.

    Mas o que mais me chama atenção são os percentuais de aproveitamento. O cara acertou 48.4% dos arremessos de quadra, 44% das bolas de três e 80.9% dos lances livres. Pra um calouro armador, esses números são de outro planeta. Sinceramente, eu não esperava ver uma eficiência dessas de um garoto de 18 anos.

    Claro, alguns scouts ainda têm suas dúvidas sobre o físico dele (1,90m) e a defesa pro nível da NBA. Mas o Calipari já saiu em defesa do pupilo, rebatendo essas críticas com firmeza. E convenhamos, se o cara que treinou Anthony Davis e outros defensores de elite tá dizendo que o garoto aguenta o tranco…

    Peterson ainda lidera a maioria das listas, mas essa distância tá diminuindo rápido. E aí pessoal, vocês acham que o Acuff consegue ultrapassar o Peterson até o Draft? A temporada que vem promete ser bem interessante de acompanhar.