Tag: NBA Draft 2026

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Cara, o Draft Lottery de domingo pode ser histórico mesmo. E olha que não é exagero — estamos falando de uma das classes mais profundas que eu já vi nos últimos anos, com caras como AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Darryn Peterson no topo. Mas tem um detalhe que torna tudo ainda mais tenso: é a última vez que o sistema atual funciona.

    A partir de 2027, entra em vigor o novo formato 3-2-1, que basicamente acaba com qualquer garantia de pick alto. Imagina só: o Washington Wizards, que teve a pior campanha da temporada, pelo menos garante o pick 5 este ano. No sistema novo? O pior time da liga pode parar lá no 12º lugar. Absurdo, né?

    Sacramento precisa MUITO dessa sorte

    Na minha opinião, nenhum time precisa mais da primeira escolha do que o Sacramento Kings. Sinceramente, é de dar dó a situação deles. O elenco é velho, caro pra caramba, e eles só fizeram playoffs UMA vez nos últimos 20 anos (2023). Vinte anos, pessoal!

    O mais frustrante? Eles tinham o pior recorde por boa parte da temporada, aí resolveram ganhar cinco dos últimos seis jogos em março e se ferraram na loteria. Classic Kings, né? Com 11,5% de chance de levar a primeira pick, eles são o time que mais se beneficiaria de um cara franchise-changing.

    Brooklyn também tá na briga

    O Brooklyn Nets (14% de chance) é outro caso interessante. Eles tiveram CINCO escolhas de primeira rodada no draft passado — cinco! O que mais se destacou foi Egor Dёmin, que foi o 8º escolhido. Mas vamos combinar: ainda tá longe de ser o suficiente pra sair dessa reconstrução.

    E aí, vocês acham que os Kings merecem essa sorte depois de tanto sofrimento? Ou será que algum outro time consegue surpreender e levar a primeira pick? Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba.

    O que mais me impressiona nessa classe é que não tem consenso sobre quem é o melhor. Alguns defendem Dybantsa, outros preferem Caleb Wilson. Mas independente de quem você prefere, qualquer um dos três primeiros picks pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Com a mudança do sistema chegando e essa sendo possivelmente a última grande chance de conseguir um astro garantido, a pressão tá nas alturas. Domingo não pode chegar logo!

  • Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Olha só, enquanto todo mundo está vidrado no sorteio da loteria do Draft da NBA no domingo, os caras que vão realmente fazer a festa começam suas avaliações oficiais como prospectos da liga nos próximos dias. E tudo vai rolar em Chicago a partir de domingo mesmo.

    O Draft Combine da NBA vai acontecer de 10 a 17 de maio na Wintrust Arena e no Marriott Marquis. Sinceramente? Essa é sempre uma das épocas mais empolgantes do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da liga.

    Os “Sete Magníficos” do Brooklyn

    A NBA convidou 73 jogadores pro evento, mas vou focar nos sete monstros que estão sendo cotados na faixa de pick do Brooklyn – que pode ser desde a primeira escolha até a sétima posição:

    AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer, Caleb Wilson, Darius Acuff Jr., Keaton Wagler e Kingston Flemmings. Cara, que geração absurda essa, não acham?

    Todos esses caras vão estar em Chicago fazendo de tudo: drills, scrimmages, medições corporais, exames médicos e entrevistas. Lembro que ano passado dois jogadores que acabaram no Brooklyn dominaram nas estatísticas físicas – Drake Powell no salto vertical e Grant Nelson na corrida, com o gigante de 2,13m até quebrando o recorde do combine.

    A magia dos “Agent Days”

    Além do combine oficial, no final da semana que vem os agentes vão organizar os famosos “agent days” onde os clientes deles fazem mais drills. Foi num desses eventos ano passado que Egor Demin simplesmente explodiu depois de acertar 16 cestas de três consecutivas em 35 segundos. Absurdo demais!

    E vocês acham que algum desses prospects vai conseguir uma performance parecida esse ano?

    Segundas escolhas também importam

    O Brooklyn também tem duas picks de segunda rodada – a própria (33ª) e a do Los Angeles Clippers (43ª), que veio na troca do Mikal Bridges. Com essas escolhas bem depois da loteria, o leque de opções fica bem mais amplo.

    Pra pick 33, os mocks estão projetando nomes como Luigi Suigo (pivô de 2,18m), Joshua Jefferson do Iowa State, Tounde Yessoufou de Baylor e Tyler Tanner de Vanderbilt. Já pra 43ª posição, aparecem Malachi Moreno de Kentucky, Trevon Brazile do Arkansas e outros caras interessantes.

    Mas né, tudo isso pode mudar completamente depois que soubermos quem pega qual posição no sorteio de domingo. Na minha opinião, essa é uma das classes de Draft mais imprevisíveis dos últimos anos – e isso deixa tudo ainda mais emocionante pra nós que acompanhamos cada detalhe dessa maluquice toda.

  • AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    Gente, se vocês ainda não conhecem AJ Dybantsa, é melhor começar a prestar atenção. O freshman da BYU virou praticamente consenso entre os executivos da NBA como a escolha número 1 do Draft de 2026. E olha, não é pra menos.

    Os números do cara são simplesmente absurdos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo em 35 partidas nesta temporada. Mas não é só estatística não — os scouts estão babando no físico dele, no potencial ofensivo e principalmente na defesa. Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença na liga.

    Washington na pole position

    E quem deve ficar com essa joia? Tudo indica que será o Washington Wizards. Eles têm a melhor posição na loteria e, sinceramente, faz todo sentido. Com Trae Young e Anthony Davis já no elenco (imagina que time monstro), os Wizards estão claramente montando um time pra brigar de verdade no Leste.

    Vocês acham que Dybantsa aguenta a pressão de ser a primeira escolha? Eu acho que sim. O garoto tem tudo pra ser especial.

    Draft mais fraco, mas topo forte

    Uma coisa interessante: este ano só 71 jogadores se declararam para o draft — o menor número em mais de duas décadas! O NIL (Name, Image, Likeness) tá fazendo os caras ficarem mais tempo na faculdade, o que deixa o draft mais raso depois da loteria.

    Mas olha, o top 4 tá recheado de talento. Além do Dybantsa, temos Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — quem lembra dele no Bulls e no Jazz?

    O mais legal é ver como os times estão se posicionando. Indiana pega Peterson, Brooklyn fica com Boozer e Utah com Wilson. Cada um com seu estilo, cada um preenchendo uma necessidade específica.

    E aí, o que vocês acham? Dybantsa realmente merece ser o #1, ou tem algum outro nome que deveria estar na conversa? Pra mim, com esse físico e essa versatilidade toda, ele tem cara de futuro All-Star mesmo.

  • Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    E lá se vai o time campeão da NCAA de 2026. Michigan acabou de perder quatro peças fundamentais pro Draft da NBA, incluindo três que devem sair na primeira rodada. Sinceramente? Era esperado, mas dói ver um elenco tão dominante se desmanchando assim.

    O trio de ouro — Aday Mara, Morez Johnson Jr. e Yaxel Lendeborg — tá entre os primeiros 25 prospects da ESPN. Mara aparece em 13º, Johnson em 24º, e Lendeborg em 12º lugar. Ou seja: primeira rodada garantida pra todos.

    Aday Mara: o gigante de 2,20m que assombrava o garrafão

    Cara, esse Mara é um monstro mesmo. Com seus 2,20m de altura, o pivô espanhol foi titular em 39 dos 40 jogos que disputou como junior. Os números dele são absurdos: 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos por jogo.

    O que mais impressiona é a versatilidade — um cara dessa altura distribuindo quase 2.5 assistências por partida não é comum. E aqueles 2.6 bloqueios? Pure intimidação no garrafão. Na minha opinião, ele tem tudo pra ser uma surpresa positiva na NBA.

    Johnson Jr. e Cadeau: a dupla que completava o quebra-cabeça

    Morez Johnson Jr., o ala-pivô de 2,05m, foi um dos mais consistentes do time. Titular absoluto em todos os 40 jogos como sophomore, fechou a temporada com 13.1 pontos e 7.3 rebotes por partida. Double-double praticamente garantido a cada jogo.

    Já Elliot Cadeau traz uma história interessante — veio transferido de North Carolina e se adaptou perfeitamente ao esquema de Michigan. O armador de 1,85m comandou a orquestra Wolverine com 10.5 pontos e 5.8 assistências por jogo. Apesar de estar “só” em 68º na lista da ESPN, o cara tem jogo de sobra.

    O que isso significa pro futuro de Michigan?

    Olha, perder quatro jogadores fundamentais de um time campeão nacional nunca é fácil. Michigan vai ter que praticamente reconstruir o elenco do zero pra próxima temporada. A pergunta que fica é: como diabos eles vão substituir um pivô de 2,20m que tocava quase 3 bloqueios por jogo?

    Vocês acham que Michigan consegue manter o nível competitivo mesmo perdendo tanto talento de uma vez? Na minha visão, vai ser um teste de fogo pro coaching staff dos Wolverines. Recruiting pesado nas transferências vai ser fundamental.

    Uma coisa é certa: esses quatro caras fizeram história em Ann Arbor. Agora é torcer pra que brilhem tanto na NBA quanto brilharam no college.

  • Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Olha, quando eu vi as estatísticas do Hannes Steinbach pela primeira vez, pensei: ‘mais um europeu alto que vai apanhar na NBA’. Mas cara, depois de assistir alguns jogos do alemão de 2,11m em Washington, mudei completamente de ideia. O moleque pode ser um dos melhores reboteiros que chegam na liga nos últimos anos — e isso não é pouca coisa.

    O monstro dos rebotes que veio da Alemanha

    11,8 rebotes por jogo liderando o Big Ten? Absurdo. Mas o que mais me impressiona no Steinbach não são só os números — é COMO ele pega esses rebotes. O alemão tem umas mãos de manteiga que grudam em qualquer bola que passa perto dele. Uma vez que ele encosta o dedo na bola, pode ter certeza que vai ser dele.

    Com apenas 20 anos e pesando ‘só’ 100kg (aposto que ele está mais pesado agora), Hannes se movimenta pela quadra de um jeito fluido que não é comum para caras da altura dele. Não é um atleta explosivo tipo Giannis, mas tem essa pegada de gazela que funciona muito bem em transição. E sinceramente? Acho que é exatamente isso que muitos times da NBA estão procurando.

    A comparação que fizeram com um tight end do futebol americano faz todo sentido. Se o cara tivesse nascido nos EUA e crescido jogando football, provavelmente seria uma lenda. Mas sorte nossa que ele escolheu o basquete, né?

    Mais que só rebotes: tem jogo ofensivo também

    18,5 pontos por jogo como calouro em uma universidade forte não é brincadeira. Claro que a maioria dos pontos vem de jogadas oportunistas — rebotes ofensivos, transições, essas coisas. Mas cara, ele é TÃO bom nessas situações que nem parece defeito.

    O arremesso ainda está em desenvolvimento (34% de três é prometedor), mas a forma é limpa e o percentual de lance livre de 76% me deixa esperançoso. Quando você junta isso com os 70% que ele acerta dentro do garrafão, dá pra ver que o moleque tem toque. Só precisa de tempo para desenvolver o arremesso de longa distância.

    Na defesa, muita gente vai subestimar ele por não ser um gigante de 2,20m. Mas olha, o cara é inteligente, tem mobilidade boa e consegue acompanhar até os armadores em algumas trocas. Não vai ser o Dennis Rodman da vida, mas também não vai ser um buraco defensivo.

    Vale a pena apostar?

    Vocês acham que um especialista em rebotes ainda tem valor na NBA moderna? Eu acho que sim. Times como Denver e Boston mostraram que ter caras que fazem o trabalho sujo ainda é fundamental. E o Steinbach não é só rebote — ele traz outras coisas também.

    Claro, não espero que ele seja uma estrela. Mas um sexto homem sólido que resolve o problema dos rebotes do seu time e ainda contribui ofensivamente? Isso vale uma escolha na loteria, na minha opinião.

    O alemão ainda tem muito a evoluir, especialmente no arremesso. Mas com essa base sólida e essa idade, eu apostaria nele. Às vezes é melhor ter um cara que faz UMA coisa excepcionalmente bem do que um que faz várias coisas de forma mediana.

  • Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cara, era questão de tempo mesmo. Cameron Boozer, filho do nosso conhecido Carlos Boozer, acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026 depois de apenas uma temporada em Duke. E olha, pelo jeito que o garoto jogou, não dá pra culpar ele não.

    Números que impressionam até quem não entende nada

    O pivô de 2,05m fez uma temporada ABSURDA pelos Blue Devils. Médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências por jogo. Ah, e ainda acertou 39% dos arremessos de 3 — em 138 tentativas! Pra um cara da altura dele, isso é simplesmente monstruoso.

    E não é só estatística não. O moleque ganhou o prêmio de melhor jogador universitário do país (Naismith Player of the Year) e foi unanimidade no time ideal da temporada. Com 18 anos de idade. Imagina só.

    Genética não nega mesmo

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do pai, Carlos Boozer. O cara jogou 13 temporadas na liga, passou por Cavaliers, Jazz, Bulls e Lakers, sempre fazendo seus pontos e rebotes. Média de carreira? 16.2 pontos e 9.5 rebotes. Nada mal pra quem foi escolhido só na segunda rodada do Draft de 2002.

    E agora o filho pode muito bem ser a primeira escolha geral do Draft — coisa que o pai nunca conseguiu. A vida dá voltas mesmo, né?

    O que me chama atenção é como o Cameron joga. Não é só um grandão que fica embaixo da cesta esperando a bola. O cara sabe arremessar de longe, passa bem a bola, corre pick-and-roll… É um jogador completo mesmo. Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, disse que ele “não precisa de briga física pra fazer a diferença” — e isso é fundamental na NBA moderna.

    E o irmão gêmeo fica

    Agora vem a parte mais interessante da história. Cameron tem um irmão gêmeo, o Cayden, que também joga em Duke e vai ficar mais um ano na universidade. A resposta do cara no Instagram foi de partir o coração: “Acho que temos muito o que conversar hoje à noite”.

    Imagina só a situação? Os dois sempre jogaram juntos, foram recrutados juntos, chegaram em Duke juntos… e agora vão se separar pela primeira vez. Deve ser tenso demais.

    Duke teve uma temporada fantástica com os gêmeos. 35 vitórias e apenas 3 derrotas, campeões da ACC regular e do torneio da conferência. Chegaram até a final regional do March Madness antes de perder pro UConn num daqueles finais de filme — cesta no último segundo.

    E aí, vocês acham que o Cameron aguenta a pressão de ser possivelmente a primeira escolha do Draft? Uma coisa é jogar no universitário, outra é enfrentar LeBron James, Giannis e companhia logo de cara. Mas pelo que vi da temporada dele, o moleque tem talento e cabeça pra coisa.

    Sinceramente, acho que fizeram a escolha certa. Com o nível que ele mostrou, não faz sentido ficar mais um ano correndo o risco de se machucar ou ter uma temporada ruim. É partir pra cima e realizar o sonho de qualquer garoto que pega numa bola de basquete.

  • Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Olha, eu já estava esperando por essa. Darryn Peterson acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026, deixando Kansas depois de apenas uma temporada. E cara, que temporada foi essa!

    O moleque de 19 anos postou no Instagram com aquele papo clássico de “depois de muita reflexão e oração” — mas convenhamos, com os números que ele botou, não tinha muito o que pensar mesmo. 20.2 pontos por jogo na sua primeira temporada universitária. Vinte e dois pontos! Isso é coisa de monstro.

    Os números não mentem

    Peterson jogou 24 partidas e teve médias absurdas: 20.2 pontos, 4.2 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubos de bola em 29 minutos por jogo. Sinceramente, dá pra ver por que ele era considerado o melhor prospecto da sua turma antes daquelas preocupações com lesão que rolaram.

    O próprio Peterson admitiu que só começou a jogar no seu nível real no final da temporada. Imagina se ele tivesse estado 100% o ano todo? Os caras do Kansas devem estar chorando vendo ele ir embora agora.

    Draft 2026 já tem favoritos

    Segundo as casas de apostas, Peterson tem a segunda melhor chance de ser a primeira escolha geral do Draft, perdendo apenas para AJ Dybantsa. Ou seja, estamos falando de um cara que deve ser escolhido entre os três primeiros, fácil.

    A real é que Peterson sempre teve esse potencial todo — o problema foram as lesões que atrapalharam um pouco a avaliação dos scouts. Mas agora que mostrou do que é capaz em Kansas, não tem mais dúvida: esse moleque vai ser uma estrela na NBA.

    E vocês, acham que ele fez certo saindo agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu acho que quando você tem talento assim e já provou que consegue dominar no universitário, é partir pra próxima mesmo. Rock chalk forever, como ele disse!

  • Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Cara, o que tá acontecendo com o basquete universitário americano? Os caras mal pisam na faculdade e já tão de olho na NBA. Agora foi a vez de Darius Acuff Jr., armador de Arkansas, anunciar que vai se declarar pro Draft de 2026. Isso mesmo, 2026 — ainda nem terminou a temporada dele direito!

    O moleque de 1,91m fez uma temporada de calouro absolutamente monstruosa pelos Razorbacks. Olha só os números: 23.5 pontos, 6.4 rebotes e 3.1 assistências por jogo, acertando 44% das bolas de três. Quarenta e quatro por cento! Pra um calouro, isso é simplesmente absurdo.

    Calipari e sua fábrica de estrelas da NBA

    E aí que entra o fator John Calipari. O técnico — que já passou por Memphis e Kentucky — tem um histórico que fala por si só na preparação de jovens pra NBA. Derrick Rose, John Wall, De’Aaron Fox, Shai Gilgeous-Alexander… todos passaram pelas mãos dele antes de virarem lottery picks. Acuff disse que esse histórico pesou muito na decisão de ir pra Arkansas.

    Sinceramente? Faz todo sentido. Calipari entende como nenhum outro técnico universitário o que precisa pra chegar na liga. O cara sabe desenvolver armador jovem como ninguém.

    A influência de Allen Iverson

    Mas o que mais me chamou atenção foi a história com Allen Iverson. Os dois desenvolveram uma relação nos últimos meses, e AI tá sendo meio que mentor do garoto. Acuff até falou que fez trancinhas por causa do Iverson — olha o nível da inspiração!

    “Ele sempre me falou pra jogar cada jogo como se fosse o último”, contou Acuff. Cara, imagina receber conselho direto de uma lenda como Iverson. Isso não tem preço.

    O timing do anúncio também foi curioso. Acuff disse que assistir Lakers x Rockets nos playoffs reforçou ainda mais sua vontade de chegar lá. “Eu me vejo ali com certeza. Esse é um dos meus objetivos”, declarou.

    E vocês, o que acham? Muito cedo pra um calouro já estar pensando em NBA ou é o novo normal do basquete universitário? Com os números que o garoto tá fazendo, não dá pra culpar a ambição dele.

  • Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Olha, o negócio esquentou ontem para definir as posições finais da loteria do Draft 2026. O Utah Jazz conseguiu ganhar o desempate contra o Sacramento Kings e garantiu a quarta posição na loteria — uma diferença que pode ser crucial na noite do sorteio.

    E cara, que ironia! Os Kings estavam ali, firmes e fortes para terminar entre os quatro piores times da liga, mas aí resolveram ganhar três dos últimos dez jogos da temporada. Enquanto isso, o Jazz fez exatamente o contrário: perdeu nove dos últimos dez. Na penúltima partida da temporada regular, Sacramento teve a chance de cravar a quarta posição, mas foi lá e venceu o Golden State Warriors em casa. Vai entender…

    Como ficaram as odds na loteria?

    Agora vem a parte interessante. Quando há empate na classificação final, as odds são divididas meio a meio entre os times. Tanto Kings quanto Jazz têm 45,2% de chance de conseguir uma pick no top 4 e 11,5% de probabilidade de levar a primeira escolha geral.

    Mas aqui que a coisa fica tensa para Sacramento: existe uma chance — pequena, mas existe — de eles caírem até a nona posição. É só 0,6% de probabilidade, mas imagina a cara dos caras se isso acontecer? Por outro lado, têm 8,5% de chance de pegar a oitava pick.

    Outros desempates que movimentaram o draft

    Não foram só Kings e Jazz que disputaram posição. O New Orleans Pelicans venceu o desempate contra o Dallas Mavericks pela sétima colocação na loteria. E olha que curioso: ano passado Dallas ganhou um desempate parecido contra o Bulls, conseguiu a 11ª posição e acabou levando a primeira pick geral pra casa, escolhendo o Cooper Flagg. Dessa vez não deu sorte.

    Agora Dallas fica com 29% de chance no top 4 e apenas 6,7% de probabilidade de repetir a dose com outra primeira pick consecutiva. Detalhe importante: os Mavericks não controlam sua própria primeira escolha até 2031 depois deste draft.

    No meio da primeira rodada também teve movimento. Os Suns ganharam desempate triplo com Magic e 76ers pela 16ª pick (que vai pro Memphis). Philadelphia ficou com a 17ª (que vai pro Thunder) e Orlando com a 18ª (pros Hornets).

    A loteria promete emocionar

    A loteria vai rolar no dia 10 de maio em Chicago, e cara, Washington, Indiana e Brooklyn dividem as melhores chances com 14% cada para a primeira pick. Mas sinceramente? Depois de ver Dallas sair da 11ª posição direto pro topo ano passado, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Sacramento vai conseguir se manter no top 5 ou vai pagar o preço por ter ganhado aqueles jogos no final da temporada? E o Jazz, será que finalmente acerta na loteria depois de tanto tempo reconstruindo? Uma coisa é certa: maio vai ser tenso para esses GMs.