Tag: NBA Draft 2026

  • Bulls devem fugir de Ja Morant como o diabo foge da cruz

    Bulls devem fugir de Ja Morant como o diabo foge da cruz

    Olha só que loucura apareceu por aí: tem gente sugerindo que o Bulls deveria ir atrás do Ja Morant dos Grizzlies. Cara, sinceramente? Essa seria uma das piores decisões que a nova diretoria de Chicago poderia tomar.

    O Bulls tá passando por uma reformulação completa — finalmente! — depois de anos patinando na mediocridade. Contrataram o Bryson Graham como VP de operações, garantiram a 4ª escolha no draft de 2026, e tão procurando um novo técnico pra substituir o Billy Donovan. É uma oportunidade de ouro pra construir algo sólido de verdade.

    Agora imagina estragar tudo isso apostando no Morant?

    Por que Ja virou um problema gigante

    Quando o garoto chegou na NBA em 2019, eu tava empolgadíssimo. O moleque tinha um pouco do Allen Iverson, do nosso eterno Derrick Rose, e do Russell Westbrook — uma mistura explosiva de atletismo e coragem pra atacar o garrafão. Ganhou o prêmio de Rookie do Ano em 2020 e parecia que ia dominar a liga.

    Aí começou a desandar tudo.

    As polêmicas extra-quadra são de dar dor de cabeça mesmo. Duas suspensões por postar arma no Instagram — oito jogos na primeira, 25 na segunda. Cara, que maluquice é essa? E olha que eu nem entrei no mérito das lesões constantes que têm atormentado ele.

    Ombro, quadril, pelve, panturrilha, cotovelo… o garoto virou um hospital ambulante. Nesta temporada (2024-25), ele teve que parar em março pra fazer uma injeção de plasma rico em plaquetas no cotovelo. Média de pontos despencou de 27.4 em 2021-22 pra apenas 19.5 agora, com 41% de aproveitamento nos arremessos — o pior da carreira dele.

    Bulls não pode se dar ao luxo de apostar nessa

    Vocês acham que vale a pena trocar o futuro promissor por um jogador que custa 40 milhões por ano até 2028-29 e passa mais tempo no departamento médico que em quadra?

    Eu entendo a pressão pra encontrar uma estrela rapidinho, mas essa não é a resposta. O Bulls tem a 4ª e a 15ª escolhas do draft pra trabalhar. Tem espaço no salary cap pra ser inteligente no mercado. Por que diabos iriam hipotecar tudo isso num cara que virou sinônimo de dor de cabeça?

    O Memphis já tá querendo se livrar dele — e olha que eles foram os caras que apostaram 193 milhões nele em 2022! Se os próprios Grizzlies tão com dor de cabeça, imagina como seria pro Bulls.

    Na minha visão, Chicago precisa de consistência, saúde e liderança — três coisas que o Morant simplesmente não oferece mais. Melhor apostar nas escolhas do draft, ser paciente, e construir algo sustentável.

    Tem muito peixe bom no mar, mas Ja Morant seria definitivamente o pior que eles poderiam pescar agora.

  • Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Olha, quando o Brian Windhorst bate o pé em alguma coisa sobre Draft da NBA, a gente pelo menos para pra escutar, né? E o cara acabou de soltar uma bomba sobre Darryn Peterson, ex-Kansas: o garoto não passa do pick 2. Ou vai em primeiro, ou em segundo. Simples assim.

    “Darryn Peterson não vai passar do segundo pick. Ele vai em primeiro ou segundo, e eu acho que tá bem aberto quem pode ir na frente dele. Pode ser ele ou o AJ Dybantsa”, cravou Windhorst. E quando esse cara fala com essa convicção, geralmente não tá brincando.

    O que fez Peterson virar essa sensação?

    Cara, o garoto simplesmente meteu 20 pontos de média no Kansas. Vinte pontos. Em uma temporada apenas. Levou os Jayhawks de volta pro March Madness, mesmo perdendo pro St. John’s ali no Round of 32 — mas isso não tira o brilho do que ele fez na temporada regular.

    Sinceramente, eu não esperava que um calouro fosse causar tanto impacto assim no Kansas. O programa já é tradicionalmente forte, mas Peterson chegou e assumiu o protagonismo de cara. Isso não é qualquer um que faz.

    Mas tem um porém aí…

    Agora, nem tudo são flores. O Peterson perdeu vários jogos por lesão durante a temporada — e isso tá sendo questionado pra caramba no combine do Draft. Os times querem saber se ele aguenta o tranco de 82 jogos por temporada na NBA.

    Mas olha a resposta do garoto: “Eu não tinha o mesmo passo que tinha antes. Se uma coisa tá ruim, outra melhora. Meu arremesso melhorou por causa disso.” Gostei da mentalidade. Em vez de chorar, ele se adaptou e evoluiu em outras áreas.

    E vocês acham que essa mentalidade vai funcionar na NBA? Porque uma coisa é certa: na liga, todo mundo joga machucado em algum momento.

    O Draft Class de 2026 tá absolutamente recheado de talentos. Além do Peterson, tem o AJ Dybantsa (que muitos consideram o favorito pro primeiro pick), Caleb Wilson, Cameron Boozer e Darius Acuff Jr. É uma safra que promete ser histórica.

    Washington Wizards tem o primeiro pick, Utah Jazz fica com o segundo. Se o Windhorst tiver certo, um desses dois times vai levar o Peterson. Pessoalmente, acho que ele tem tudo pra dar certo — jogador que produz assim na faculdade geralmente se adapta bem na NBA.

    O Draft começa dia 23 de junho. Vamos ver se a previsão do Windhorst se confirma ou se ele vai ter que engolir as palavras depois.

  • Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Olha, o Sacramento Kings já tá de olho no Draft de 2026 — e pelo jeito, eles estão apaixonados por um garoto que tá fazendo barulho no Arkansas. Darius Acuff Jr., armador de 1,88m, virou o xodó da franquia californiana.

    E não é pra menos, né? O moleque tá tendo uma temporada de calouro absurda: 23.5 pontos, 6.4 assistências por jogo e acertando 44% dos arremessos de 3 (em quase 6 tentativas por partida). Cara, esses números são de veterano experiente, não de freshman.

    Sacramento precisa de um armador urgente

    A situação do Kings na posição de armador tá meio complicada, pra falar a verdade. O Devin Carter, que eles draftaram em 2024, não desenvolveu como esperavam. E o Russell Westbrook? Bom, ninguém sabe se ele volta mesmo na próxima temporada.

    Sinceramente, acho que faz todo sentido eles mirarem no Acuff. O garoto tem tudo que você quer num armador moderno: visão de jogo, pode criar jogadas pros companheiros e ainda resolve na hora de marcar pontos. E aqueles 48% nos arremessos de campo? Monstro.

    Reconstrução à vista?

    Pelo que tá circulando por aí, o Kings pode estar caminhando pra uma reconstrução mesmo. DeMar DeRozan, Zach LaVine e até o Sabonis estariam disponíveis em trocas. Se for isso mesmo, faz sentido apostar num jovem talento como o Acuff.

    Imagina ele formando dupla com o Keegan Murray? E ainda tem os outros jovens que eles draftaram recentemente — Maxime Raynaud e Nique Clifford. Seria um núcleo bem interessante pra construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que o Acuff tem potencial pra ser a peça que faltava em Sacramento? Ou será que é cedo demais pra apostar todas as fichas nele?

  • Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Olha, o Phoenix Suns tá correndo atrás do prejuízo. Com apenas um mês pro Draft 2026, eles finalmente começaram a acelerar os treinos com os prospetos que podem rolar na pick 47 — que, convenhamos, é praticamente a única que sobrou pra eles.

    Segundo o insider John Gambadoro, os Suns já testaram Robert McCray V, da Florida State, e devem receber Ryan Conwell (Louisville) e Bryce Hopkins (St. John’s) na próxima semana. Todos veteranos de college — pelo menos quatro anos cada um. McCray foi All-ACC Third Team, Conwell pegou Second Team All-ACC, e Hopkins Second-Team All-Big East.

    O preço das superestrelas

    Cara, isso é o que acontece quando você vai all-in. As trocas por Kevin Durant e Bradley Beal em 2023 deixaram Phoenix praticamente sem assets de draft. Aliás, eles nem primeira rodada têm mais — mandaram embora no deadline de 2025 pra se livrar do Jusuf Nurkić pros Hornets.

    É meio irônico, né? Ano passado eles conseguiram entrar na primeira rodada e pegaram Khaman Maluach na 10ª posição (depois de trocar o próprio KD pro Houston). Agora estão de volta à realidade: garimpando na segunda rodada.

    Apostando na experiência

    Uma coisa que chama atenção é o perfil dos caras que eles estão testando. McCray, Conwell e Hopkins — todos com bagagem de college, jogadores mais maduros. Faz sentido pra um time que precisa de contribuição imediata, não projeto de longo prazo.

    Sinceramente? Acho que os Suns tão certos em focar em veteranos de college. Com a pressão que esse time tem pra ganhar agora, não dá pra ficar desenvolvendo rookie de 19 anos. Eles precisam de gente que chegue e já entenda o jogo.

    Tem rumores de que Phoenix pode tentar subir pra primeira rodada de novo, mas vamos ser realistas — com o que? Não sobrou muita coisa pra negociar. A pick 47 pode ser a única chance mesmo de adicionar sangue novo ao elenco.

    O Draft rola nos dias 23 e 24 de junho. Vamos ver se os Suns conseguem achar alguma pérola perdida. E vocês, acham que vale a pena apostar em veteranos de college na segunda rodada?

  • Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Bruce Thornton vai ser draftado? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Cara, o NBA Combine acabou e agora é aquela ansiedade louca até o Draft de 2026, que tá chegando aí em junho. E tem um nome que tá mexendo com a cabeça de todo mundo: Bruce Thornton, armador do Ohio State que pode se tornar o primeiro Buckeye draftado desde Brice Sensabaugh em 2023.

    Sinceramente? Eu tô dividido nessa.

    As chances reais do Bruce

    O garoto tá sendo cotado como uma escolha do meio pro final da segunda rodada — ou seja, aquela zona onde você provavelmente vai parar no G-League de qualquer jeito, mas pelo menos com um contrato two-way na mão. E olha, não vou mentir: depois de ver tantos jogadores de Ohio State que eu achava que iam ser draftados ficando de fora (Duane Washington, Kaleb Wesson), eu aprendi a não criar expectativa demais.

    O problema do Bruce — e isso é cruel mas é realidade — são coisas que ele simplesmente não pode mudar. O cara mede exatos 1,83m e pesa 102kg. Pra um armador da NBA, isso é… complicado. Muito complicado. É tipo tentar jogar de pivô com 1,90m, sabe? Dá pra fazer, mas você vai ter que ser MUITO especial em outras coisas.

    E aí que a coisa fica mais tensa: no Combine, ele foi um dos mais lentos no teste de agilidade. 11,55 segundos, ficando no top 10 dos mais devagar. Pra quem acompanha Ohio State, isso não é surpresa — ele sempre foi mais daquele armador “cerebral”, que pensa cada jogada, do que desses malucos que saem voando na transição.

    Mas peraí… e o lado bom?

    Agora, antes de enterrar o menino, vamos ser justos: o cara ARREMESSA. E arremessou bem no Combine também. Na era atual da NBA, onde todo mundo vive e morre pela linha de 3, isso conta — e muito. Bruce sempre teve aquela pegada de cestinha confiável, e isso pode ser seu diferencial.

    A questão é: será que isso compensa as limitações físicas? Eu fico pensando… quantos armadores “baixinhos” estão se dando bem na NBA hoje? Você tem o Fred VanVleet, tem o Kyle Lowry (já meio aposentado), mas são exceções que confirmam a regra.

    Minha sincera opinião

    Olha, se fosse apostar, eu diria que ele vai undrafted mas acaba assinando com alguém logo depois. Às vezes é até melhor assim — você escolhe o time que te dá mais oportunidade, ao invés de ser a 58ª escolha e ir parar num time que já tem a posição fechada.

    Bruce tem talento, tem QI de jogo e trabalha pra caramba. Não duvido nada que ele se vire pra conseguir uma vaga eventualmente. Mas usar uma pick nele no Draft? Aí acho que os times vão pensar duas vezes.

    E vocês, o que acham? Vale a pena alguém gastar uma escolha com ele, ou é melhor esperar ele ficar livre e negociar direto? Deixa nos comentários aí — tô curioso pra saber a opinião de vocês!

  • Executivos da NBA mandam recado: dupla deve ficar na faculdade

    Executivos da NBA mandam recado: dupla deve ficar na faculdade

    Olha só que interessante: 10 executivos da NBA foram consultados sobre o que alguns prospectos deveriam fazer — ficar no Draft ou voltar pra faculdade. E adivinhem? Praticamente todos mandaram dois caras específicos voltarem pros estudos.

    Jeff Goodman, do The Field of 68, fez essa pesquisa e os resultados foram bem claros. Estamos falando de Malachi Moreno, pivô do Kentucky, e Milan Momcilovic, que pode ir pro Kentucky também.

    Moreno quase unanimous

    O Moreno, que é do próprio Kentucky (imaginem a pressão), recebeu 9 votos pra voltar e apenas 1 pra ficar no Draft. Cara, isso é praticamente um “volta pra casa, moleque” em coro.

    E faz sentido, né? O pivô de 2,08m é visto como a peça central que o Kentucky precisa pra temporada 2026-27. Mark Pope deve estar rezando todos os santos pra esse cara voltar — seria tipo ter o Nenê voltando pro Vasco (guardadas as proporções, claro).

    Momcilovic: unanimidade total

    Agora o Momcilovic foi ainda mais brutal. Dez executivos, dez votos pra voltar. Zero pra ficar no Draft. Unanimidade completa!

    Mas aqui vem a parada mais louca: se ele voltar mesmo pra faculdade, o Kentucky vai ter que abrir o cofre. Isaac Trotter, da 247 Sports, falou que o valor do NIL (Name, Image, Likeness) dele pode chegar nos 6 milhões de dólares. Seis milhões! “É difícil deixar 6 milhões na mesa”, disse o cara.

    Sinceramente? Com essa grana toda rolando no basquete universitário americano, não sei se eu teria coragem de recusar. Vocês fariam o quê no lugar deles?

    Kentucky sonhando alto

    Se o Kentucky conseguir trazer esses dois caras, o time pode virar candidato real ao título nacional. E olha que não tô exagerando não — a combinação de talento seria absurda.

    O Draft de 2026 tá chegando em um mês, então essas decisões vão sair logo. Mas pelos sinais que os executivos da NBA mandaram, parece que tanto Moreno quanto Momcilovic têm mais o que ganhar ficando mais um ano na faculdade.

    Vai ser interessante acompanhar se eles vão seguir os conselhos dos profissionais ou se vão arriscar o salto direto pros profissionais. E aí, o que vocês acham que eles deveriam fazer?

  • Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Cara, acabou o Combine da NBA e já dá pra sentir o cheiro de mudança no ar. Alguns caras se transformaram em monstros durante essa semana em Chicago, enquanto outros… bem, vamos dizer que criaram mais dúvidas do que respostas. E olha que ainda tem até 27 de maio pra galera decidir se fica no Draft ou volta pra faculdade.

    Vou ser sincero: sempre fico hypado com essa época. É quando descobrimos quem realmente tem o que é preciso pra NBA e quem tava só se iludindo. Vamos aos fatos!

    Os que bombaram no Combine

    Cameron Carr (Baylor) – Mano, esse garoto simplesmente destruiu Chicago. Estava fora da loteria antes do Combine, mas agora? Pode entrar no top 14 fácil. 1,95m com envergadura de 2,16m e um salto vertical de 42.5 polegadas. Isso é coisa de cartoon!

    Mas o mais absurdo foi no scrimmage: 30 pontos, 6 bolas de três e 7 rebotes. TRINTA PONTOS num scrimmage de Draft. Eu tô começando a acreditar nesse moleque. Se cair numa situação boa, pode ser uma pechincha no fantasy.

    Aday Mara (Michigan) – 2,21m descalço com envergadura de 2,28m. O alcance de pé dele (2,98m) é o SEGUNDO MAIOR da história do Combine. Segundo maior, pessoal! Óbvio que é lerdo nos testes de velocidade, mas surpreendeu na agilidade.

    Pra mim, esse cara é um Zach Edey ou Donovan Clingan da vida. Vai tocar bloco e pegar rebote que é uma beleza. E ainda tem uns flashes de passe estilo Marc Gasol. Mesmo sem jogar o scrimmage, já tá sendo cotado pro top 10.

    As surpresas que ninguém esperava

    Morez Johnson Jr. (Michigan) – Salto de 39 polegadas, segundo melhor tempo na agilidade E ainda acertou 17 de 25 bolas de três no treino de arremesso. Dezessete de vinte e cinco! Sendo que na temporada ele só acertava 34% com volume baixíssimo.

    Sinceramente, não esperava isso dele. O Yahoo Sports já tem ele mockado pro OKC na 17ª posição, o que seria perfeito pro fantasy. Thunder sabe desenvolver talento como ninguém.

    Tarris Reed Jr. (UConn) – Segundo mais pesado entre os pivôs, mas terminou em segundo lugar no teste de agilidade. Pés rápidos + 2,08m + envergadura de 2,24m = receita pra switchear na defesa.

    Jogou bem nos dois scrimmages: 9 pontos e 5 rebotes num dia, 17 pontos, 5 rebotes e 2 tocos no outro. Pode ser chamado no final da primeira rodada e virar um sleeper interessante pro dynasty.

    E vocês, acham que algum desses caras vai surpreender na NBA? Eu tô de olho especialmente no Carr – acho que pode ser o steal do Draft se cair no time certo.

  • Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Olha, essa situação do Darryn Peterson tá ficando meio estranha, não acham? O cara que era considerado o maior prospecto da classe de 2026 ainda não teve seus exames médicos liberados para os times da NBA. E todo mundo tá de olho nisso porque, convenhamos, foi justamente por causa das cãibras que a temporada dele em Kansas virou uma bagunça.

    A questão é que Peterson botou a culpa na creatina — disse que tomou doses muito altas. Sinceramente, eu acho meio estranho um atleta de elite não saber dosar suplemento básico, mas enfim… O importante agora é saber se tem algo mais sério por trás disso.

    AJ Dybantsa aproveitou a deixa

    E enquanto Peterson lida com essa indefinição médica, o AJ Dybantsa da BYU simplesmente passou na frente dele na maioria das análises. Faz sentido, né? Os times preferem apostar no cara que não tem essas interrogações sobre a saúde.

    Mas aqui entre nós: se Peterson conseguir provar que tá 100%, ele ainda tem o maior potencial de toda a classe. O cara tem físico (envergadura de braços absurda, +5¼ polegadas), e quando tava bem em quadra, mostrava por que era o número 1.

    Entrevistas impressionaram

    Uma coisa boa: fontes da ESPN dizem que Peterson se saiu muito bem nas entrevistas da semana passada. Composto, focado, maduro — palavras que você quer ouvir sobre um prospecto que passou por perrengue.

    O moleque respondeu as perguntas difíceis sobre a temporada estranha dele sem fugir do assunto. Isso mostra personalidade, e convenhamos, na NBA você vai enfrentar muito mais pressão que isso.

    Agora é esperar os resultados dos exames. Vocês acham que os times vão ter coragem de apostar alto nele mesmo com essas dúvidas médicas? Porque talento ele tem de sobra — a questão é se o corpo vai aguentar a intensidade da liga.

  • Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Draft 2026: O que rolou no Combine e onde pode ter trade no top 10

    Cara, acabou o Combine da NBA 2026 em Chicago e as fofocas estão fervendo! Não é só sobre quem pulou mais alto ou quem arremessou melhor — é sobre os bastidores, as conversas de corredor, os GMs sussurrando estratégias. E olha, tem coisa interessante rolando.

    Top 4 praticamente definido (ou não?)

    Todo mundo já sabe que AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson vão sair nas primeiras quatro picks. Washington, Utah, Memphis e Chicago vão escolher entre esses monstros. Mas a ordem? Aí já é outra história. E sinceramente, eu tô começando a ouvir uns rumores de que nem tudo tá tão certo quanto parecia.

    O negócio é que o draft mesmo começa depois desses quatro saírem. E é aí que a coisa fica interessante.

    Quatro armadores seguidos? Duvido muito

    No papel, faz sentido: Clippers (5), Nets (6), Kings (7) e Hawks (8) todos precisam de armador. E tem Darius Acuff, Kingston Flemings, Keaton Wagler e Mikel Brown disponíveis. Parece perfeito, né?

    Mas os scouts que eu conversei estão céticos. Quatro armadores seguidos? Meio forçado. O único time que NÃO precisa de armador no top 8 é justamente o Clippers — eles pegaram o Darius Garland no trade deadline. Irônico, não?

    E é justamente aí que pode rolar uma movimentação. Os Clippers podem querer trocar essa pick. Faz sentido: pra que pegar um armador se você já tem o Garland? Melhor transformar essa escolha em múltiplos assets, seja trocando pra baixo e ganhando outra pick, seja vendendo por picks futuras.

    Michigan subindo no conceito

    Se alguém vai quebrar essa sequência de armadores, pode ser o Aday Mara, de Michigan. O cara tem 2,13m, protege o garrafão como poucos, é mais móvel do que deveria ser pra esse tamanho e ainda passa a bola bem. Tipo um pivô europeu clássico, sabe?

    Brayden Burries (Arizona) também tá na conversa, assim como Nate Ament (Tennessee) — embora sobre o Ament ainda tem muito debate.

    Mas o Mara… cara, ele encaixa em qualquer time. Clippers e Kings especialmente poderiam usar um cara assim. A questão é: alguém vai ter coragem de pegar ele no 5 ou 7? Não sei, mas já não é mais loucura como era há algumas semanas.

    O que vocês acham? Rola mesmo um trade no top 10? E esse trio de Michigan pode mesmo furar a zona da loteria? A temporada ainda nem acabou direito e já tô ansioso pro draft!

  • Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Gente, que situação interessante está rolando em Utah! O Jazz não está satisfeito com a 2ª escolha do Draft 2026 e quer subir para a 1ª posição. E sabe o que é mais louco? AJ Dybantsa, que todo mundo considera o principal nome dessa safra, aparentemente toparia ficar por lá mesmo.

    Olha, eu entendo perfeitamente o Jazz nessa. Quando você tem a chance de pegar o cara que pode mudar sua franquia pelos próximos 10-15 anos, você faz de tudo, né?

    Dybantsa quer ficar em casa

    O mais interessante dessa história toda é que o próprio Dybantsa, que jogou em Brigham Young (ali pertinho de Salt Lake City), sinalizou que gostaria de continuar em Utah. Cara, isso é praticamente um presente dos céus para o Jazz! Quantas vezes você vê um prospecto top 1 querendo ficar na região onde já está?

    Segundo o pessoal da CBS Sports, isso foi confirmado durante o Combine em Chicago. E Danny Smith, do Jazz, já deixou claro que “tudo deve estar em cima da mesa” quando perguntado sobre a possibilidade de negociar para subir. Traduzindo: eles vão fazer qualquer negócio necessário.

    Washington pode aceitar a proposta?

    Do outro lado temos o Washington Wizards, que tem a 1ª escolha. O presidente da equipe, Michael Winger, já disse que está pelo menos “aberto” a trocar a escolha. Mas vamos combinar – na teoria todo mundo está aberto, na prática é bem diferente.

    Sinceramente? Eu acho bem difícil o Wizards abrir mão da primeira escolha, ainda mais para um time da mesma conferência que pode virar rival nos próximos anos. Mas o Jazz tem algumas peças interessantes e escolhas futuras que podem fazer Washington pensar duas vezes.

    A questão é: o que exatamente Utah estaria disposto a oferecer? Lauri Markkanen? Múltiplas escolhas de primeira rodada? Vai ser interessante ver se eles conseguem montar um pacote irresistível.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Ou o Washington vai segurar a primeira escolha mesmo? Eu tô na torcida para ver esse drama todo se desenrolar até junho!