Tag: NBA Draft 2026

  • Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Nets caem para 6ª posição no Draft – que azar desgraçado!

    Cara, eu tô passando mal aqui. O Brooklyn Nets conseguiu a façanha de ter a terceira PIOR campanha da NBA e mesmo assim caiu para a sexta posição no Draft Lottery de 2026. Sexta posição! Com o terceiro pior recorde da liga!

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra nessa NBA, mas isso aí foi de doer o coração. Os Nets tinham 7% de chance de cair para a sétima posição e 26% de ficar na sexta. Adivinha o que aconteceu? Exato.

    O plano que deu errado

    Pra entender a dor, preciso voltar um pouquinho. Em junho de 2024, o Sean Marks fez umas trocas que pareciam geniais na época. Mandou o Mikal Bridges pro Knicks em troca de CINCO escolhas de primeira rodada. Logo depois, trocou quatro picks do Phoenix e swaps com Houston pra recuperar suas próprias escolhas de 2025 e 2026.

    A ideia era simples: fazer tank pesado por duas temporadas e pegar uns caras bons no topo do Draft. Marks até foi eleito o 8º melhor executivo da liga pelos próprios pares. Todo mundo achando que o cara era um gênio.

    Só que tank é uma loteria, né? E o Nets descobriu isso da pior forma possível.

    Dois anos de sofrimento pra nada

    Em 2025, depois de começar 9-10, eles conseguiram a oitava posição – apenas duas à frente do pick do Suns que tinham trocado. Agora pegaram a sexta, perdendo a chance de escolher entre os quatro consensos do topo: AJ Dybantsa, Cameron Boozer, Darryn Peterson e Caleb Wilson.

    E o mais doloroso? O Knicks pode estar vindo de uma final da NBA enquanto isso. A vida não perdoa mesmo.

    Um analista da CBS resumiu bem: “Os Nets trocaram três picks de primeira e um swap pra recuperar controle das suas escolhas de 2025 e 2026 e poder fazer tank. Resultado? Caíram um total de cinco posições nas duas loterias. Absolutamente brutal.”

    Eu concordo 100%. Brutal é pouco.

    E agora, José?

    O Houston ainda tem swap com Brooklyn em 2027, então essa janela de duas temporadas realmente acabou. Tem gente falando que o Nets pode tentar trocar pra subir no Draft agora, mas sinceramente? Todo mundo ama esses quatro caras do topo. Vai ser difícil demais.

    O Washington Wizards, que teve a pior campanha, levou a primeira escolha. Indiana, com o segundo pior recorde, caiu “só” pra quinta posição. Mas Chicago, com o NONO pior recorde, subiu pra quarta. Memphis saltou da sexta pra terceira, trocando de lugar justamente com o Nets.

    Vocês acham que o Nets deveria ter feito tank ainda mais pesado? Ou a sorte simplesmente não estava do lado deles? Porque olhando assim, parece que o universo conspirou contra o Brooklyn mesmo.

    Uma coisa é certa: dois anos sofrendo pra isso é de amargar qualquer torcedor. Pelo menos eles têm mais algumas escolhas pra trabalhar, mas cara… que decepção brutal.

  • Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Bucks ficam com a 10ª pick de 2026 – e ainda bem que não caíram no top 4

    Cara, que alívio! O Draft Lottery de 2026 acabou e os Bucks conseguiram exatamente o que a gente esperava: a 10ª pick. E olha, sinceramente? Foi o melhor cenário possível pra Milwaukee.

    Deixa eu explicar a treta toda. Os Bucks tinham trocado o direito de troca de picks com o New Orleans (que depois virou do Atlanta). Se Milwaukee tivesse caído no top 4, teriam que trocar com Atlanta – que acabou ficando com a 8ª pick. Imagina a dor de cabeça: ganhar na loteria só pra ter que entregar a pick pros Hawks? Que pesadelo seria isso.

    Os sortudos da vez

    Washington levou a 1ª pick (14% de chance), seguido por Utah na 2ª. Mas os caras que realmente deram sorte foram Memphis (3ª pick) e Chicago (4ª). Os Grizzlies tinham apenas 37,2% de chance de pular pro top 4, e os Bulls? Só 20,2%. Absurdo a sorte desses times.

    O favorito absoluto pra primeira escolha é AJ Dybantsa, do BYU. O moleque é um monstro mesmo, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Essa classe de 2026 tá sendo considerada uma das melhores dos últimos anos.

    Indiana se ferrou bonito

    Agora a parte mais engraçada (pelo menos pra nós): Indiana se deu mal pra caramba. Eles tinham o segundo pior record da liga, mas caíram pra 5ª pick. E o pior? No deadline, os Pacers trocaram duas primeiras escolhas (incluindo a de 2026, protegida top 4) pro Clippers pelo Ivica Zubac.

    Como eles não ficaram no top 4, vão ter que mandar essa pick mesmo pros Clippers. Cara, que negócio ruim foi esse. Trocaram Bennedict Mathurin, Isaiah Jackson e duas picks por um pivô que tá longe de ser extraordinário.

    E o futuro do Giannis?

    Falando nisso, Brooklyn acabou com a 6ª pick e todo mundo sabe que eles querem o Giannis há tempos. Se os Bucks resolverem ouvir propostas (Deus me livre), os Nets têm uma das melhores picks pra oferecer. Golden State ficou só com a 11ª e Miami com a 13ª – meio difícil competir com o que o Brooklyn pode oferecer.

    Vocês acham que a diretoria de Milwaukee vai mesmo considerar trocar o Greek Freak? Na minha opinião, seria loucura total. O cara ainda tá no auge, e com a 10ª pick podem pegar um jovem talento pra complementar o time.

    Por enquanto, vamos torcer pra que usem essa escolha com sabedoria. A temporada de 2026 promete ser interessante!

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.

  • Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Galera, o Draft Lottery de 2026 acabou de definir uma das ordens mais empolgantes que já vimos nos últimos anos. E cara, que distribuição maluca! O Washington Wizards levou a primeira pick, seguido pelo Utah Jazz em segundo e Memphis Grizzlies em terceiro.

    Olha só: todas as apostas apontam pra AJ Dybantsa ser o cara escolhido em primeiro. O ex-BYU é uma máquina de fazer pontos — 25.5 por jogo, galera! — e tem tudo pra ser aquele jogador franchise que o Wizards tanto precisa. Com 2,06m de altura e uma versatilidade absurda, o moleque sabe criar jogadas do nada e tem atletismo de sobra.

    Peterson pode roubar a cena

    Mas vou te falar uma coisa: Darryn Peterson do Kansas pode muito bem ser o melhor jogador desse draft a longo prazo. Sério, esse cara era o número 1 saindo do ensino médio e já mostrou que consegue superar o próprio Dybantsa nos confrontos diretos — tanto na base quanto na faculdade.

    E tem uma parada interessante: Carlos Boozer, pai do Cameron Boozer (que tá em Duke), é scout do Jazz e tem essa segunda pick nas mãos. Imagina a pressão! Ele vai entre Peterson, o próprio filho ou Caleb Wilson da North Carolina. Que decisão, hein?

    Clippers deram a sorte grande

    Agora, quem realmente se deu bem nessa história foram os Los Angeles Clippers. Lembram daquela troca do Ivica Zubac? Pois é, eles pegaram uma pick protegida top-4 do Pacers, mas que cairia pra eles se ficasse entre 5-9. E adivinha só? Caiu exatamente na quinta posição!

    Os Pacers se ferraram bonito — tinham 52% de chance de ficar no top-4 e saíram sem pick nenhuma na loteria. Com Tyrese Haliburton machucado a temporada toda, fizeram apenas 19-63 e agora ficaram no prejuízo total.

    Sinceramente? Esse draft tá com uma cara de ser histórico. A profundidade de talentos é absurda, e praticamente qualquer pick no top-10 pode mudar uma franquia completamente. Peterson arremessou 38.2% de três em Kansas (mesmo com toda a polêmica), Dybantsa é um criador nato, e Wilson tem um potencial que pode ser o maior de todos.

    E aí, vocês acham que Dybantsa realmente vai ser o primeiro ou Peterson pode dar a virada? O Draft acontece em 23-24 de junho no Barclays Center, e eu já tô contando os dias!

  • Bulls de olho em Yaxel Lendeborg: o perfil que Graham quer no draft

    Bulls de olho em Yaxel Lendeborg: o perfil que Graham quer no draft

    Cara, o Chicago Bulls tem uma filosofia bem clara pra essa temporada de draft que tá chegando. O novo VP de operações de basquete, Bryson Graham, trouxe uma mentalidade que eu acho que faz muito sentido pro basquete moderno: buscar jogadores que se encaixam no “SLAP” – Size (tamanho), Length (envergadura), Athleticism (atletismo) e Physicality (físico).

    E adivinha quem tá na mira? Yaxel Lendeborg, o pivô do Michigan que simplesmente destruiu na NCAA e levou o título universitário. Monstro de 2,06m com envergadura de 2,24m — números absurdos que fazem qualquer GM babar.

    O que torna Lendeborg especial

    Olha, eu vi esse cara jogar na NCAA e o negócio é sério. Ele não é só tamanho, sabe? Tem uma mobilidade impressionante pra defender na linha de três pontos e ainda consegue dominar o garrafão. Fechou a temporada com médias de 15,1 pontos e 6,8 rebotes, mas os números não contam a história toda.

    O que mais me impressiona no Lendeborg é a versatilidade defensiva. Consegue trocar nas telas, defender guards rápidos e ainda proteger o aro. É exatamente o tipo de jogador que prospera na NBA de hoje — não é à toa que Oklahoma City Thunder e Charlotte Hornets também tão de olho nele.

    As chances dos Bulls no draft

    Segundo as projeções da loteria, os Bulls devem ficar com a 9ª escolha. Sinceramente? Pode ser perfeito pra pegar o Lendeborg. Eles têm apenas 4,5% de chance de conseguir a primeira escolha geral, mas uma probabilidade de 20,3% de entrar no top-4.

    O legal é que Chicago vai ter duas escolhas no top-15 da primeira rodada. Isso dá uma flexibilidade interessante — podem pegar o Lendeborg numa escolha e ainda apostar em outro prospecto na outra. Estratégia inteligente, principalmente considerando que o elenco atual precisa de sangue novo.

    E aí, vocês acham que o Lendeborg consegue se adaptar rápido ao ritmo da NBA? Na minha opinião, jogadores que dominam tanto dos dois lados da quadra têm tudo pra dar certo na liga.

  • Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Draft da NBA 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira pick

    Olha, chegou a hora mais tensa do ano na NBA — a loteria do Draft 2026 acontece neste domingo em Chicago, e eu já tô ansioso pra ver quem vai dar sorte (ou azar, dependendo do ponto de vista).

    A briga tá acirrada lá em cima. Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de fisgar a primeira escolha geral. Logo atrás vêm Utah Jazz e Sacramento Kings, ambos com 11,5% de probabilidade.

    O Jazz que nunca dá sorte na loteria

    Tem um dado que me impressiona: o Utah Jazz NUNCA subiu de posição na loteria. Nunca, cara. Imagina a frustração da torcida… Enquanto isso, nas duas últimas temporadas, o time que ganhou a loteria subiu pelo menos nove posições. É muita sorte concentrada!

    Entre 2015 e 2019, antes da reforma na loteria, o time com as melhores odds sempre levava a primeira pick. Agora a coisa mudou — e isso deixa tudo mais imprevisível e emocionante, na minha opinião.

    Quem vai representar cada franquia

    A NBA já anunciou quem vai estar no palco representando cada time, e tem algumas escolhas bem interessantes. O Brooklyn vai com Vince Carter — lenda absoluta e Hall of Famer. John Wall vai representar Washington, o que faz total sentido considerando a história dele na capital.

    Dos Pacers, quem sobe no palco é T.J. McConnell — jogador que eu sempre respeitei pela raça. Charlotte escolheu Kon Knueppel, que é jogador atual. Miami vai com Alonzo Mourning, outro monstro dos anos 90.

    Sinceramente, acho genial quando as franquias colocam lendas pra representar nesses momentos. Traz aquela energia especial, sabe?

    Bastidores da loteria

    O que muita gente não sabe é que tem toda uma operação nos bastidores. Cada time também manda um representante pra “drawing room” — a sala onde acontece o sorteio de verdade. Ali ficam executivos, GMs e até donos como Joe Tsai do Brooklyn.

    A imprensa também vai estar presente na sala do sorteio. Tem nomes pesados como Zach Lowe (The Ringer), Brian Windhorst (ESPN) e até jornalistas internacionais como o Simone Sandri da Gazzetta dello Sport italiana.

    E aí, quem vocês acham que vai levar a primeira pick? Eu tenho um palpite que um desses times que nunca ganha nada vai acabar dando sorte. Seria típico da NBA, não acham?

    Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba. Esses GMs devem estar suando frio pensando no futuro das franquias.

  • Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Draft da NBA 2026: Quem mais merece a primeira escolha geral?

    Cara, o Draft Lottery de domingo pode ser histórico mesmo. E olha que não é exagero — estamos falando de uma das classes mais profundas que eu já vi nos últimos anos, com caras como AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Darryn Peterson no topo. Mas tem um detalhe que torna tudo ainda mais tenso: é a última vez que o sistema atual funciona.

    A partir de 2027, entra em vigor o novo formato 3-2-1, que basicamente acaba com qualquer garantia de pick alto. Imagina só: o Washington Wizards, que teve a pior campanha da temporada, pelo menos garante o pick 5 este ano. No sistema novo? O pior time da liga pode parar lá no 12º lugar. Absurdo, né?

    Sacramento precisa MUITO dessa sorte

    Na minha opinião, nenhum time precisa mais da primeira escolha do que o Sacramento Kings. Sinceramente, é de dar dó a situação deles. O elenco é velho, caro pra caramba, e eles só fizeram playoffs UMA vez nos últimos 20 anos (2023). Vinte anos, pessoal!

    O mais frustrante? Eles tinham o pior recorde por boa parte da temporada, aí resolveram ganhar cinco dos últimos seis jogos em março e se ferraram na loteria. Classic Kings, né? Com 11,5% de chance de levar a primeira pick, eles são o time que mais se beneficiaria de um cara franchise-changing.

    Brooklyn também tá na briga

    O Brooklyn Nets (14% de chance) é outro caso interessante. Eles tiveram CINCO escolhas de primeira rodada no draft passado — cinco! O que mais se destacou foi Egor Dёmin, que foi o 8º escolhido. Mas vamos combinar: ainda tá longe de ser o suficiente pra sair dessa reconstrução.

    E aí, vocês acham que os Kings merecem essa sorte depois de tanto sofrimento? Ou será que algum outro time consegue surpreender e levar a primeira pick? Uma coisa é certa: domingo vai ser tenso pra caramba.

    O que mais me impressiona nessa classe é que não tem consenso sobre quem é o melhor. Alguns defendem Dybantsa, outros preferem Caleb Wilson. Mas independente de quem você prefere, qualquer um dos três primeiros picks pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Com a mudança do sistema chegando e essa sendo possivelmente a última grande chance de conseguir um astro garantido, a pressão tá nas alturas. Domingo não pode chegar logo!

  • Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Brooklyn Nets: O ‘verão das nossas vidas’ começa na próxima semana

    Olha só, enquanto todo mundo está vidrado no sorteio da loteria do Draft da NBA no domingo, os caras que vão realmente fazer a festa começam suas avaliações oficiais como prospectos da liga nos próximos dias. E tudo vai rolar em Chicago a partir de domingo mesmo.

    O Draft Combine da NBA vai acontecer de 10 a 17 de maio na Wintrust Arena e no Marriott Marquis. Sinceramente? Essa é sempre uma das épocas mais empolgantes do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da liga.

    Os “Sete Magníficos” do Brooklyn

    A NBA convidou 73 jogadores pro evento, mas vou focar nos sete monstros que estão sendo cotados na faixa de pick do Brooklyn – que pode ser desde a primeira escolha até a sétima posição:

    AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer, Caleb Wilson, Darius Acuff Jr., Keaton Wagler e Kingston Flemmings. Cara, que geração absurda essa, não acham?

    Todos esses caras vão estar em Chicago fazendo de tudo: drills, scrimmages, medições corporais, exames médicos e entrevistas. Lembro que ano passado dois jogadores que acabaram no Brooklyn dominaram nas estatísticas físicas – Drake Powell no salto vertical e Grant Nelson na corrida, com o gigante de 2,13m até quebrando o recorde do combine.

    A magia dos “Agent Days”

    Além do combine oficial, no final da semana que vem os agentes vão organizar os famosos “agent days” onde os clientes deles fazem mais drills. Foi num desses eventos ano passado que Egor Demin simplesmente explodiu depois de acertar 16 cestas de três consecutivas em 35 segundos. Absurdo demais!

    E vocês acham que algum desses prospects vai conseguir uma performance parecida esse ano?

    Segundas escolhas também importam

    O Brooklyn também tem duas picks de segunda rodada – a própria (33ª) e a do Los Angeles Clippers (43ª), que veio na troca do Mikal Bridges. Com essas escolhas bem depois da loteria, o leque de opções fica bem mais amplo.

    Pra pick 33, os mocks estão projetando nomes como Luigi Suigo (pivô de 2,18m), Joshua Jefferson do Iowa State, Tounde Yessoufou de Baylor e Tyler Tanner de Vanderbilt. Já pra 43ª posição, aparecem Malachi Moreno de Kentucky, Trevon Brazile do Arkansas e outros caras interessantes.

    Mas né, tudo isso pode mudar completamente depois que soubermos quem pega qual posição no sorteio de domingo. Na minha opinião, essa é uma das classes de Draft mais imprevisíveis dos últimos anos – e isso deixa tudo ainda mais emocionante pra nós que acompanhamos cada detalhe dessa maluquice toda.

  • AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito absoluto para ser #1 no Draft 2026

    Gente, se vocês ainda não conhecem AJ Dybantsa, é melhor começar a prestar atenção. O freshman da BYU virou praticamente consenso entre os executivos da NBA como a escolha número 1 do Draft de 2026. E olha, não é pra menos.

    Os números do cara são simplesmente absurdos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo em 35 partidas nesta temporada. Mas não é só estatística não — os scouts estão babando no físico dele, no potencial ofensivo e principalmente na defesa. Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogador completo que faz a diferença na liga.

    Washington na pole position

    E quem deve ficar com essa joia? Tudo indica que será o Washington Wizards. Eles têm a melhor posição na loteria e, sinceramente, faz todo sentido. Com Trae Young e Anthony Davis já no elenco (imagina que time monstro), os Wizards estão claramente montando um time pra brigar de verdade no Leste.

    Vocês acham que Dybantsa aguenta a pressão de ser a primeira escolha? Eu acho que sim. O garoto tem tudo pra ser especial.

    Draft mais fraco, mas topo forte

    Uma coisa interessante: este ano só 71 jogadores se declararam para o draft — o menor número em mais de duas décadas! O NIL (Name, Image, Likeness) tá fazendo os caras ficarem mais tempo na faculdade, o que deixa o draft mais raso depois da loteria.

    Mas olha, o top 4 tá recheado de talento. Além do Dybantsa, temos Darryn Peterson (Kansas), Cameron Boozer (Duke) e Caleb Wilson (North Carolina). Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — quem lembra dele no Bulls e no Jazz?

    O mais legal é ver como os times estão se posicionando. Indiana pega Peterson, Brooklyn fica com Boozer e Utah com Wilson. Cada um com seu estilo, cada um preenchendo uma necessidade específica.

    E aí, o que vocês acham? Dybantsa realmente merece ser o #1, ou tem algum outro nome que deveria estar na conversa? Pra mim, com esse físico e essa versatilidade toda, ele tem cara de futuro All-Star mesmo.

  • Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    Michigan perde 4 jogadores pro Draft: time campeão NCAA se desmancha

    E lá se vai o time campeão da NCAA de 2026. Michigan acabou de perder quatro peças fundamentais pro Draft da NBA, incluindo três que devem sair na primeira rodada. Sinceramente? Era esperado, mas dói ver um elenco tão dominante se desmanchando assim.

    O trio de ouro — Aday Mara, Morez Johnson Jr. e Yaxel Lendeborg — tá entre os primeiros 25 prospects da ESPN. Mara aparece em 13º, Johnson em 24º, e Lendeborg em 12º lugar. Ou seja: primeira rodada garantida pra todos.

    Aday Mara: o gigante de 2,20m que assombrava o garrafão

    Cara, esse Mara é um monstro mesmo. Com seus 2,20m de altura, o pivô espanhol foi titular em 39 dos 40 jogos que disputou como junior. Os números dele são absurdos: 12.1 pontos, 6.8 rebotes, 2.4 assistências e 2.6 tocos por jogo.

    O que mais impressiona é a versatilidade — um cara dessa altura distribuindo quase 2.5 assistências por partida não é comum. E aqueles 2.6 bloqueios? Pure intimidação no garrafão. Na minha opinião, ele tem tudo pra ser uma surpresa positiva na NBA.

    Johnson Jr. e Cadeau: a dupla que completava o quebra-cabeça

    Morez Johnson Jr., o ala-pivô de 2,05m, foi um dos mais consistentes do time. Titular absoluto em todos os 40 jogos como sophomore, fechou a temporada com 13.1 pontos e 7.3 rebotes por partida. Double-double praticamente garantido a cada jogo.

    Já Elliot Cadeau traz uma história interessante — veio transferido de North Carolina e se adaptou perfeitamente ao esquema de Michigan. O armador de 1,85m comandou a orquestra Wolverine com 10.5 pontos e 5.8 assistências por jogo. Apesar de estar “só” em 68º na lista da ESPN, o cara tem jogo de sobra.

    O que isso significa pro futuro de Michigan?

    Olha, perder quatro jogadores fundamentais de um time campeão nacional nunca é fácil. Michigan vai ter que praticamente reconstruir o elenco do zero pra próxima temporada. A pergunta que fica é: como diabos eles vão substituir um pivô de 2,20m que tocava quase 3 bloqueios por jogo?

    Vocês acham que Michigan consegue manter o nível competitivo mesmo perdendo tanto talento de uma vez? Na minha visão, vai ser um teste de fogo pro coaching staff dos Wolverines. Recruiting pesado nas transferências vai ser fundamental.

    Uma coisa é certa: esses quatro caras fizeram história em Ann Arbor. Agora é torcer pra que brilhem tanto na NBA quanto brilharam no college.