Tag: NBA Draft 2026

  • Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Hannes Steinbach pode ser o reboteiro monstro que a NBA precisa?

    Olha, quando eu vi as estatísticas do Hannes Steinbach pela primeira vez, pensei: ‘mais um europeu alto que vai apanhar na NBA’. Mas cara, depois de assistir alguns jogos do alemão de 2,11m em Washington, mudei completamente de ideia. O moleque pode ser um dos melhores reboteiros que chegam na liga nos últimos anos — e isso não é pouca coisa.

    O monstro dos rebotes que veio da Alemanha

    11,8 rebotes por jogo liderando o Big Ten? Absurdo. Mas o que mais me impressiona no Steinbach não são só os números — é COMO ele pega esses rebotes. O alemão tem umas mãos de manteiga que grudam em qualquer bola que passa perto dele. Uma vez que ele encosta o dedo na bola, pode ter certeza que vai ser dele.

    Com apenas 20 anos e pesando ‘só’ 100kg (aposto que ele está mais pesado agora), Hannes se movimenta pela quadra de um jeito fluido que não é comum para caras da altura dele. Não é um atleta explosivo tipo Giannis, mas tem essa pegada de gazela que funciona muito bem em transição. E sinceramente? Acho que é exatamente isso que muitos times da NBA estão procurando.

    A comparação que fizeram com um tight end do futebol americano faz todo sentido. Se o cara tivesse nascido nos EUA e crescido jogando football, provavelmente seria uma lenda. Mas sorte nossa que ele escolheu o basquete, né?

    Mais que só rebotes: tem jogo ofensivo também

    18,5 pontos por jogo como calouro em uma universidade forte não é brincadeira. Claro que a maioria dos pontos vem de jogadas oportunistas — rebotes ofensivos, transições, essas coisas. Mas cara, ele é TÃO bom nessas situações que nem parece defeito.

    O arremesso ainda está em desenvolvimento (34% de três é prometedor), mas a forma é limpa e o percentual de lance livre de 76% me deixa esperançoso. Quando você junta isso com os 70% que ele acerta dentro do garrafão, dá pra ver que o moleque tem toque. Só precisa de tempo para desenvolver o arremesso de longa distância.

    Na defesa, muita gente vai subestimar ele por não ser um gigante de 2,20m. Mas olha, o cara é inteligente, tem mobilidade boa e consegue acompanhar até os armadores em algumas trocas. Não vai ser o Dennis Rodman da vida, mas também não vai ser um buraco defensivo.

    Vale a pena apostar?

    Vocês acham que um especialista em rebotes ainda tem valor na NBA moderna? Eu acho que sim. Times como Denver e Boston mostraram que ter caras que fazem o trabalho sujo ainda é fundamental. E o Steinbach não é só rebote — ele traz outras coisas também.

    Claro, não espero que ele seja uma estrela. Mas um sexto homem sólido que resolve o problema dos rebotes do seu time e ainda contribui ofensivamente? Isso vale uma escolha na loteria, na minha opinião.

    O alemão ainda tem muito a evoluir, especialmente no arremesso. Mas com essa base sólida e essa idade, eu apostaria nele. Às vezes é melhor ter um cara que faz UMA coisa excepcionalmente bem do que um que faz várias coisas de forma mediana.

  • Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cameron Boozer vai pro Draft! Filho do Carlos resolve sair de Duke

    Cara, era questão de tempo mesmo. Cameron Boozer, filho do nosso conhecido Carlos Boozer, acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026 depois de apenas uma temporada em Duke. E olha, pelo jeito que o garoto jogou, não dá pra culpar ele não.

    Números que impressionam até quem não entende nada

    O pivô de 2,05m fez uma temporada ABSURDA pelos Blue Devils. Médias de 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências por jogo. Ah, e ainda acertou 39% dos arremessos de 3 — em 138 tentativas! Pra um cara da altura dele, isso é simplesmente monstruoso.

    E não é só estatística não. O moleque ganhou o prêmio de melhor jogador universitário do país (Naismith Player of the Year) e foi unanimidade no time ideal da temporada. Com 18 anos de idade. Imagina só.

    Genética não nega mesmo

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do pai, Carlos Boozer. O cara jogou 13 temporadas na liga, passou por Cavaliers, Jazz, Bulls e Lakers, sempre fazendo seus pontos e rebotes. Média de carreira? 16.2 pontos e 9.5 rebotes. Nada mal pra quem foi escolhido só na segunda rodada do Draft de 2002.

    E agora o filho pode muito bem ser a primeira escolha geral do Draft — coisa que o pai nunca conseguiu. A vida dá voltas mesmo, né?

    O que me chama atenção é como o Cameron joga. Não é só um grandão que fica embaixo da cesta esperando a bola. O cara sabe arremessar de longe, passa bem a bola, corre pick-and-roll… É um jogador completo mesmo. Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, disse que ele “não precisa de briga física pra fazer a diferença” — e isso é fundamental na NBA moderna.

    E o irmão gêmeo fica

    Agora vem a parte mais interessante da história. Cameron tem um irmão gêmeo, o Cayden, que também joga em Duke e vai ficar mais um ano na universidade. A resposta do cara no Instagram foi de partir o coração: “Acho que temos muito o que conversar hoje à noite”.

    Imagina só a situação? Os dois sempre jogaram juntos, foram recrutados juntos, chegaram em Duke juntos… e agora vão se separar pela primeira vez. Deve ser tenso demais.

    Duke teve uma temporada fantástica com os gêmeos. 35 vitórias e apenas 3 derrotas, campeões da ACC regular e do torneio da conferência. Chegaram até a final regional do March Madness antes de perder pro UConn num daqueles finais de filme — cesta no último segundo.

    E aí, vocês acham que o Cameron aguenta a pressão de ser possivelmente a primeira escolha do Draft? Uma coisa é jogar no universitário, outra é enfrentar LeBron James, Giannis e companhia logo de cara. Mas pelo que vi da temporada dele, o moleque tem talento e cabeça pra coisa.

    Sinceramente, acho que fizeram a escolha certa. Com o nível que ele mostrou, não faz sentido ficar mais um ano correndo o risco de se machucar ou ter uma temporada ruim. É partir pra cima e realizar o sonho de qualquer garoto que pega numa bola de basquete.

  • Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Olha, eu já estava esperando por essa. Darryn Peterson acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026, deixando Kansas depois de apenas uma temporada. E cara, que temporada foi essa!

    O moleque de 19 anos postou no Instagram com aquele papo clássico de “depois de muita reflexão e oração” — mas convenhamos, com os números que ele botou, não tinha muito o que pensar mesmo. 20.2 pontos por jogo na sua primeira temporada universitária. Vinte e dois pontos! Isso é coisa de monstro.

    Os números não mentem

    Peterson jogou 24 partidas e teve médias absurdas: 20.2 pontos, 4.2 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubos de bola em 29 minutos por jogo. Sinceramente, dá pra ver por que ele era considerado o melhor prospecto da sua turma antes daquelas preocupações com lesão que rolaram.

    O próprio Peterson admitiu que só começou a jogar no seu nível real no final da temporada. Imagina se ele tivesse estado 100% o ano todo? Os caras do Kansas devem estar chorando vendo ele ir embora agora.

    Draft 2026 já tem favoritos

    Segundo as casas de apostas, Peterson tem a segunda melhor chance de ser a primeira escolha geral do Draft, perdendo apenas para AJ Dybantsa. Ou seja, estamos falando de um cara que deve ser escolhido entre os três primeiros, fácil.

    A real é que Peterson sempre teve esse potencial todo — o problema foram as lesões que atrapalharam um pouco a avaliação dos scouts. Mas agora que mostrou do que é capaz em Kansas, não tem mais dúvida: esse moleque vai ser uma estrela na NBA.

    E vocês, acham que ele fez certo saindo agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu acho que quando você tem talento assim e já provou que consegue dominar no universitário, é partir pra próxima mesmo. Rock chalk forever, como ele disse!

  • Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Calouro de Arkansas já mira NBA Draft de 2026

    Cara, o que tá acontecendo com o basquete universitário americano? Os caras mal pisam na faculdade e já tão de olho na NBA. Agora foi a vez de Darius Acuff Jr., armador de Arkansas, anunciar que vai se declarar pro Draft de 2026. Isso mesmo, 2026 — ainda nem terminou a temporada dele direito!

    O moleque de 1,91m fez uma temporada de calouro absolutamente monstruosa pelos Razorbacks. Olha só os números: 23.5 pontos, 6.4 rebotes e 3.1 assistências por jogo, acertando 44% das bolas de três. Quarenta e quatro por cento! Pra um calouro, isso é simplesmente absurdo.

    Calipari e sua fábrica de estrelas da NBA

    E aí que entra o fator John Calipari. O técnico — que já passou por Memphis e Kentucky — tem um histórico que fala por si só na preparação de jovens pra NBA. Derrick Rose, John Wall, De’Aaron Fox, Shai Gilgeous-Alexander… todos passaram pelas mãos dele antes de virarem lottery picks. Acuff disse que esse histórico pesou muito na decisão de ir pra Arkansas.

    Sinceramente? Faz todo sentido. Calipari entende como nenhum outro técnico universitário o que precisa pra chegar na liga. O cara sabe desenvolver armador jovem como ninguém.

    A influência de Allen Iverson

    Mas o que mais me chamou atenção foi a história com Allen Iverson. Os dois desenvolveram uma relação nos últimos meses, e AI tá sendo meio que mentor do garoto. Acuff até falou que fez trancinhas por causa do Iverson — olha o nível da inspiração!

    “Ele sempre me falou pra jogar cada jogo como se fosse o último”, contou Acuff. Cara, imagina receber conselho direto de uma lenda como Iverson. Isso não tem preço.

    O timing do anúncio também foi curioso. Acuff disse que assistir Lakers x Rockets nos playoffs reforçou ainda mais sua vontade de chegar lá. “Eu me vejo ali com certeza. Esse é um dos meus objetivos”, declarou.

    E vocês, o que acham? Muito cedo pra um calouro já estar pensando em NBA ou é o novo normal do basquete universitário? Com os números que o garoto tá fazendo, não dá pra culpar a ambição dele.

  • Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Jazz ganha desempate e pode roubar pick top 4 dos Kings no Draft 2026

    Olha, o negócio esquentou ontem para definir as posições finais da loteria do Draft 2026. O Utah Jazz conseguiu ganhar o desempate contra o Sacramento Kings e garantiu a quarta posição na loteria — uma diferença que pode ser crucial na noite do sorteio.

    E cara, que ironia! Os Kings estavam ali, firmes e fortes para terminar entre os quatro piores times da liga, mas aí resolveram ganhar três dos últimos dez jogos da temporada. Enquanto isso, o Jazz fez exatamente o contrário: perdeu nove dos últimos dez. Na penúltima partida da temporada regular, Sacramento teve a chance de cravar a quarta posição, mas foi lá e venceu o Golden State Warriors em casa. Vai entender…

    Como ficaram as odds na loteria?

    Agora vem a parte interessante. Quando há empate na classificação final, as odds são divididas meio a meio entre os times. Tanto Kings quanto Jazz têm 45,2% de chance de conseguir uma pick no top 4 e 11,5% de probabilidade de levar a primeira escolha geral.

    Mas aqui que a coisa fica tensa para Sacramento: existe uma chance — pequena, mas existe — de eles caírem até a nona posição. É só 0,6% de probabilidade, mas imagina a cara dos caras se isso acontecer? Por outro lado, têm 8,5% de chance de pegar a oitava pick.

    Outros desempates que movimentaram o draft

    Não foram só Kings e Jazz que disputaram posição. O New Orleans Pelicans venceu o desempate contra o Dallas Mavericks pela sétima colocação na loteria. E olha que curioso: ano passado Dallas ganhou um desempate parecido contra o Bulls, conseguiu a 11ª posição e acabou levando a primeira pick geral pra casa, escolhendo o Cooper Flagg. Dessa vez não deu sorte.

    Agora Dallas fica com 29% de chance no top 4 e apenas 6,7% de probabilidade de repetir a dose com outra primeira pick consecutiva. Detalhe importante: os Mavericks não controlam sua própria primeira escolha até 2031 depois deste draft.

    No meio da primeira rodada também teve movimento. Os Suns ganharam desempate triplo com Magic e 76ers pela 16ª pick (que vai pro Memphis). Philadelphia ficou com a 17ª (que vai pro Thunder) e Orlando com a 18ª (pros Hornets).

    A loteria promete emocionar

    A loteria vai rolar no dia 10 de maio em Chicago, e cara, Washington, Indiana e Brooklyn dividem as melhores chances com 14% cada para a primeira pick. Mas sinceramente? Depois de ver Dallas sair da 11ª posição direto pro topo ano passado, qualquer coisa pode acontecer.

    O que vocês acham? Sacramento vai conseguir se manter no top 5 ou vai pagar o preço por ter ganhado aqueles jogos no final da temporada? E o Jazz, será que finalmente acerta na loteria depois de tanto tempo reconstruindo? Uma coisa é certa: maio vai ser tenso para esses GMs.

  • Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Olha só que loucura: a NBA fez o sorteio de desempate do draft de 2026 ontem, e o Utah Jazz saiu no lucro de uma forma que pode mudar tudo para a franquia. Eles conseguiram a 4ª melhor posição na loteria, enquanto o Sacramento Kings ficou com a 5ª. Parece pouco, mas fez TODA a diferença.

    Por que isso é tão importante? Simples: o pick do Jazz é protegido até a 8ª posição. Se eles caíssem para 9º lugar ou pior, o pick ia direto pro Oklahoma City Thunder. Mas agora? Garantiram que vão manter a escolha, não importa o que aconteça na loteria do dia 10 de maio.

    As chances continuam praticamente iguais

    Na prática, tanto Jazz quanto Kings têm 45,2% de chance de pular para o top 4 e 11,5% de chance de ganhar a primeira escolha geral. A diferença é que o Jazz tem essa garantia de não perder o pick – e isso vale ouro em uma temporada de reconstrução como a deles.

    Sinceramente? Acho que o Jazz deu sorte grande aqui. Imagina a decepção se perdessem um pick em um draft que pode ser histórico só por causa de um sorteio. Agora podem dormir tranquilos.

    Outros desempates que movimentaram o mercado

    O New Orleans Pelicans ficou com a 7ª posição na loteria, mas aqui vem o plot twist: eles não vão nem usar esse pick! Trocaram ele pro Atlanta Hawks no draft do ano passado. Os Hawks vão ficar com o melhor entre os picks dos Pelicans (7º) e do Milwaukee Bucks (10º).

    Já o Dallas Mavericks garantiu a 8ª posição. Com 29% de chance de subir na loteria, pode ser uma surpresa interessante – vocês acham que eles conseguem dar o salto?

    E olha que bagunça bonita: dos picks 16, 17 e 18, nenhum vai ser usado pelo time original. Oklahoma City pega o 16º (que era da Filadélfia), Memphis fica com o 17º (melhor entre Orlando e Phoenix), e Charlotte leva o 18º (o pior entre Orlando e Phoenix). É trade pra todo lado!

    O cronograma que todo fã tem que saber

    Agora é só aguardar: loteria dia 10 de maio em Chicago, combine de 10 a 17 de maio, e o draft em duas noites no Barclays Center – primeira rodada dia 23 de junho, segunda rodada no dia 24.

    Ah, e uma informação importante: a data limite para jogadores universitários confirmarem entrada no draft é na sexta-feira. Vai ter movimento nos próximos dias!

    O que vocês acham? O Jazz fez bem em manter esse pick protegido, ou deveriam ter arriscado tudo em uma troca maior?

  • Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Calouro da Houston se declara pro Draft 2026 – Tá cedo demais?

    Olha, eu sei que o pessoal já tá acostumado com calouro pulando direto pra NBA, mas Kingston Flemings da Houston me deixou meio de queixo caído. O garoto acabou de terminar o primeiro ano na faculdade e já tá se declarando pro Draft de 2026. Calma aí, jovem!

    Mas vamos aos fatos: o moleque tem fundamento. 16.1 pontos, 5.2 assistências e 4.1 rebotes por jogo na primeira temporada universitária. E olha só esses percentuais — 47.6% nos arremessos gerais e quase 39% nas bolas de três. Pro um calouro, isso é absurdo mesmo.

    ESPN já botou ele no radar

    A ESPN não tá brincando com o Flemings não. Colocaram ele como 7º melhor prospecto pra 2026, sendo o quarto melhor armador atrás de Darryn Peterson, Keaton Wagler e Darius Acuff Jr. Pra um cara de 1,90m que mal pisou na faculdade, tá bem cotado.

    Sinceramente, acho que o garoto tem potencial pra ser um armador sólido na liga. As assistências mostram que ele tem visão de jogo, e esses 38.7% de três já deixa qualquer scout de olho brilhando. Mas será que não tá muito cedo pra essa decisão?

    Houston vai sentir falta

    Os Cougars devem tá se mordendo agora. Flemings foi peça-chave no time deles essa temporada, e perder um cara que distribui mais de 5 assistências por jogo não é moleza pra ninguém. O moleque ainda roubava 1.5 bolas por partida — defesa nunca é demais na NBA.

    E aí, galera, vocês acham que ele aguenta o pulo direto da faculdade pra liga? Eu fico pensando se não seria melhor dar pelo menos mais um ano pra amadurecer o jogo… Mas com esses números e essa cotação toda, talvez seja mesmo a hora certa de tentar a sorte.

  • Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Keaton Wagler pode ser a carta na manga do Utah Jazz no Draft?

    Olha só, o Utah Jazz está naquela posição clássica de Draft que todo mundo conhece — sonhando com os grandes nomes mas preparando o plano B. AJ Dybantsa seria o sonho dourado, Darryn Peterson encaixaria como uma luva, e Cameron Boozer… cara, imagina o filho do Carlos seguindo os passos do pai?

    Mas e se o Jazz cair naquela zona perigosa do Draft? Aquela onde você não pega os superstars óbvios mas ainda precisa fazer uma escolha que faça sentido? É aí que entra Keaton Wagler, da Universidade de Illinois.

    O cara que pode surpreender

    Com 1,98m e apenas 19 anos, Wagler teve uma temporada absurda pelos Fighting Illini. Os números falam por si: 17,9 pontos, 5,1 rebotes e 4,2 assistências por jogo, convertendo 44,5% dos arremessos de quadra e — pasmem — 39,7% das bolas de três.

    Sinceramente? Esses números de rookie na NCAA me chamaram muito a atenção. O garoto ganhou o prêmio Jerry West de melhor shooting guard do ano e foi eleito o calouro do ano da Big Ten. Não é pouca coisa, gente.

    Na minha opinião, o que mais impressiona no Wagler é o QI de basquete. O cara tem apenas 12,4% de rate de turnovers — isso é coisa de veterano! Ele não força jogadas, não tenta ser herói a todo momento. Joga simples, efetivo.

    O que ele traz de especial

    A grande sacada do Wagler é que ele resolve dois problemas de uma vez: criação de jogada e arremesso de longa distância. O Utah precisa de alguém que possa dividir as responsabilidades com o Keyonte George, e esse cara parece perfeito para isso.

    E olha que interessante — ele reboteia bem para um armador (5,1 por jogo), o que encaixaria perfeitamente no ritmo acelerado que o Jazz gosta de imprimir. É daqueles jogadores que pega o rebote e já sai correndo para o contra-ataque. Eu adoro esse tipo de jogador.

    Defensivamente ele não é um monstro, mas também não é um buraco. Com 1,98m de altura e 2,13m de envergadura, não vira alvo fácil para os adversários explorarem no pick-and-roll.

    Faz sentido para o Jazz?

    Cara, eu acho que faz todo sentido. O Danny Ainge sempre gostou desses jogadores cerebrais, que não cometem erros bobos e sabem onde devem estar na quadra. O Wagler é exatamente isso — um cara que você coloca em quadra e sabe que não vai fazer besteira.

    Claro, ele não tem o atletismo explosivo que todo mundo quer ver nos calouros. Mas às vezes o que você precisa é de alguém confiável, que acerta os arremessos abertos e toma as decisões certas nos momentos importantes.

    E vocês, o que acham? Será que o Wagler pode ser aquela escolha “certinha” que surpreende todo mundo? Ou o Jazz deveria apostar mais alto em potencial atlético? Deixem nos comentários, quero saber a opinião de vocês!

    Uma coisa é certa — este Draft de 2026 vai ser cheio de surpresas. E o Keaton Wagler pode muito bem ser uma delas.

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?

  • Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Wizards garantem pick de 2026 – missão cumprida na temporada

    Olha só que situação interessante: o Washington Wizards acabou de cumprir o principal objetivo da temporada, e nem foi ganhar jogos. Eles garantiram que vão manter sua escolha de primeira rodada do Draft de 2026!

    A matemática é simples — os Wizards vão terminar com no máximo o terceiro pior recorde da liga. Isso significa que não podem cair para uma posição pior que a sétima no draft. E aqui está o pulo do gato: a escolha tinha proteção top-8. Se caísse para nona posição ou pior, ia direto pro New York Knicks.

    O alívio de Washington

    Sinceramente, deve ter rolado uma festa discreta no escritório dos Wizards. Porque agora, em vez de entregar uma pick potencialmente valiosa, eles só vão mandar escolhas de segunda rodada em 2026 e 2027 para os Knicks. É tipo trocar ouro por bronze, sabe?

    Essa era a última temporada com proteção nessa pick. Daqui pra frente, os Wizards têm todas as suas escolhas de primeira rodada garantidas, com direito a swap em 2028 e 2030 (aquela famosa troca “mais favorável”). Mesmo perdendo duas picks de segunda rodada, Washington ainda tem até 12 escolhas de segunda rodada nos próximos sete drafts. É munição de sobra pra fazer negócios.

    A loteria que vem por aí

    Agora vem a parte emocionante — e aqui entre nós, eu acho que os Wizards fizeram a coisa certa em tankar discretamente. Os três times com os piores recordes dividem 52,1% de chance de ficar no top-4, e cada um tem 14% de probabilidade de ganhar a primeira escolha geral.

    Vocês acham que foi uma estratégia inteligente dos Wizards? Eu vejo muito sentido nisso. Melhor garantir uma pick no top-7 do que arriscar perder tudo pros Knicks, né? E com esse draft de 2026 sendo esperado como um dos mais profundos dos últimos anos, manter essa escolha pode ser a diferença entre reconstruir direito ou ficar mais alguns anos no limbo.