Tag: NBA Draft 2026

  • Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Calouro de Louisville vira sensação e já mira Draft 2026

    Gente, vocês viram o que aconteceu em Louisville? O Mikel Brown Jr., um calouro de apenas 18 anos, acabou de declarar para o Draft da NBA de 2026 — e olha que o moleque nem terminou a primeira temporada na faculdade direito por causa de lesão.

    Mas calma, não é loucura não. O garoto tem números absurdos: 18.2 pontos, 4.7 assistências e 3.3 rebotes por jogo em apenas 21 partidas antes de se machucar. PER de 20.8 — isso é coisa de All-Star, galera.

    A noite que mudou tudo

    O cara simplesmente fez 45 pontos contra NC State em fevereiro. Quarenta e cinco! Empatou o recorde histórico do programa de Louisville (que era de 1967) e ainda quebrou o recorde de pontos de um calouro na ACC. Mas sabe qual jogo ele considera o verdadeiro divisor de águas? Os 29 pontos contra Kentucky em novembro.

    “Foi naquele jogo contra Kentucky que eu senti que fiz uma declaração tipo ‘Ei, eu tô aqui. E vim pra ficar’”, disse Brown. E cara, quem acompanha basquete universitário sabe que derrubar Kentucky sendo calouro não é brincadeira.

    A lesão que assombra

    Aqui que a coisa complica. Brown perdeu 14 jogos por causa de uma lesão nas costas, incluindo os torneios da ACC e March Madness. Pra um prospecto que estava voando, isso é de apertar o coração.

    Mas o moleque tá otimista. Diz que tá melhorando com tratamento diário e que vai participar dos workouts antes do Draft e da Summer League em julho. Um scout da NBA que conversou com a ESPN ainda projeta ele no top-10, mesmo com a preocupação da lesão.

    Mentoria de peso

    E olha só que conexão interessante: Brown teve orientação do Donovan Mitchell antes de tomar essa decisão. Mitchell, que também é de Louisville e hoje é estrela do Cleveland Cavaliers, tem sido mentor do garoto desde o ensino médio.

    Sinceramente? Acho que o garoto tem tudo pra dar certo. Com 1,96m de altura e essa capacidade de pontuar, lembra muito alguns guards que chegaram na NBA nos últimos anos e fizeram a diferença. A questão mesmo é se essas costas vão aguentar o tranco da liga.

    O que vocês acham? Ele consegue se manter no top-10 mesmo com o histórico de lesão? Pra mim, se estiver 100% fisicamente, esse cara pode ser uma das grandes surpresas do Draft 2026.

  • Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Cameron Boozer pode ser o mais confiável do Draft 2026

    Olha, vou ser sincero com vocês: Cameron Boozer não vai ser o primeiro colocado no Draft da NBA de 2026. Nem o segundo. Mas sabem de uma coisa? Talvez ele seja exatamente o que os times precisam — um cara sólido, confiável, que você sabe que vai entregar.

    O filho do Carlos Boozer (sim, aquele mesmo do Jazz e Bulls) é um monstro de 2,06m e 113kg que simplesmente não para de fazer double-double. E cara, as comparações com o pai são inevitáveis, mas Cameron é bem mais completo do que o velho Carlos jamais foi.

    O filho que superou o pai

    Primeiro, vamos falar do óbvio: Cameron tem o físico do pai, mas com um upgrade completo no software. Enquanto Carlos era mais bruto, o garoto tem handle, arremesso de 3 pontos (39,2%!) e uma visão de jogo que impressiona. Sinceramente? Acho que ele vai ter uma carreira mais longa e versátil que o pai teve.

    Na temporada 2025-26 em Duke, os números falam por si só: 22,5 pontos, 10,2 rebotes e 4,1 assistências por jogo. Ah, e levou os Blue Devils até a Final Four do March Madness. Nada mal para um garoto de 18 anos, né?

    O que mais me impressiona nele

    Vocês sabem o que eu acho mais absurdo no jogo do Cameron? A facilidade que ele tem para atacar a cesta mesmo sendo um grandão. A maioria dos caras desse tamanho fica só no perímetro ou esperando no garrafão, mas ele coloca a bola no chão, usa a força e vai para cima. É como se fosse um Jayson Tatum mais pesado — e isso é um baita elogio.

    O jogo de costas dele é de outro nível também. No high school, ele simplesmente dominava todo mundo com força e toque. Na faculdade, teve que se adaptar, mas continuou sendo efetivo. E quando os caras recuam para não levar a enterrada? Ele acerta o arremesso de 3. É difícil defender um cara assim.

    Uma coisa que me chamou atenção: em dezembro passado, ele estava acertando 47% das bolas de 3 pontos! Para um cara de 113kg, isso é surreal. E não é só sorte não — o movimento dele é limpo, a liberação é alta, e ele tem confiança para arremessar.

    Na defesa, consegue marcar desde armadores grandes até pivôs mais leves. Usa a força para empurrar os caras para o garrafão e força arremessos difíceis. É aquele tipo de jogador que técnico adora: versátil e confiável.

    Sinceramente, acho que Cameron pode não ser o cara mais talentoso dessa classe, mas vai ser aquele que os GMs vão olhar daqui uns anos e pensar: ‘cara, que pechincha’. Às vezes é melhor ter certeza do que apostar no potencial, não acham?

  • Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Olha, eu não sei vocês, mas estou completamente viciado nessas projeções de Draft. E o nome que mais me chama atenção agora é o de Darryn Peterson, do Kansas.

    O garoto de 19 anos está sendo cotado para ir na terceira posição geral para o Brooklyn Nets no Draft de 2026. E cara, faz todo sentido.

    Os números não mentem

    Peterson fechou a temporada com médias absurdas: 19,8 pontos por jogo, 4,4 rebotes e 44,2% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressiona? Os 38,4% nas bolas de três. Para um cara que tinha uma usage rate altíssima no Kansas, manter essa eficiência é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu acho que ele ainda é o jogador mais talentoso dessa classe toda de Draft. Sim, ele não é mais aquela aposta certeira para número 1 que era antes – teve umas inconsistências e uns problemas com lesão que assustaram os scouts. Mas talento puro? Poucos têm o que ele tem.

    Brooklyn precisa urgente de pontos

    E vamos combinar uma coisa: o Nets tem o pior ataque da NBA nesta temporada. É de dar dó. Eles PRECISAM de alguém que saiba colocar a bola na cesta, e Peterson resolve isso na primeira jogada.

    O que mais me anima nele é a capacidade de criar seu próprio arremesso. Quantos caras de 19 anos conseguem fazer isso com a eficiência que ele faz? É raro demais encontrar um prospecto que consegue pontuar tanto mantendo percentuais decentes.

    Vocês acham que o Brooklyn vai mesmo apostar nele na terceira posição? Na minha opinião, seria um acerto e tanto. O franchise precisa de uma mudança de rumo, e Peterson pode ser exatamente isso.

    Agora é esperar junho chegar para ver se essa projeção se confirma. Mas uma coisa eu garanto: quem pegar Peterson vai estar levando um jogador especial para casa.

  • Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Final da March Madness vai ser um showcase do Draft 2026

    Cara, vocês viram que a final da March Madness entre Michigan e UConn vai ser praticamente um showcase do Draft da NBA de 2026? Quatro caras que devem ser escolhidos na primeira rodada vão estar em quadra na segunda-feira. É basicamente um presente para os scouts da liga.

    E olha, eu tô acompanhando esse mock draft aí e sinceramente? O top 5 tá bem sólido. AJ Dybantsa do BYU segue firme como primeira escolha — e não é à toa. O cara é um monstro de 2,06m que tá fazendo 25,5 pontos por jogo e virou o maior pontuador do basquete universitário americano.

    O futuro número 1 é mesmo diferenciado

    Dybantsa não é só tamanho não. O maluco tem envergadura de mais de 2,10m, é atlético pra caramba e consegue criar a própria jogada de qualquer lugar da quadra. Melhorou muito no passe, na finalização com contato e até no arremesso de 3 (33,1%). Pra mim, é escolha óbvia pro Indiana.

    Logo atrás vem Darryn Peterson do Kansas na segunda posição. 2,03m jogando de armador? Isso sim é versatilidade. O cara tá fazendo 20,2 pontos com 38,2% do perímetro — números que impressionam qualquer um. Washington precisa muito de um cara assim.

    Cameron Boozer pode ser a escolha mais segura

    Na terceira posição, temos Cameron Boozer do Duke. E cara, esse pode ser o pick mais certeiro do draft inteiro. O texto original fala que os executivos têm medo de errar com Dybantsa ou Peterson se eles não desenvolverem todo o potencial, mas Boozer? É garantia de impacto imediato.

    22,5 pontos, 10,2 rebotes e ainda distribui 4,1 assistências por jogo. O cara é Player of the Year em qualquer premiação que você olhar. Fisicamente já tá pronto pro profissional e é um dos QIs de basquete mais altos do draft. Brooklyn não vai pensar duas vezes.

    Caleb Wilson do North Carolina aparece em quarto (Sacramento) — mais um grandão de 2,08m que voa no garrafão e tem potencial de estrela. Keaton Wagler do Illinois fecha o top 5 indo pro Utah como mais um armador gigante de 2,03m.

    A final vai decidir posições

    O louco é que essa final de segunda pode mexer com algumas posições. Quatro desses caras vão estar jogando sob pressão máxima, na frente de todos os scouts da NBA. Quem se destacar pode subir no draft, quem decepcionar pode cair algumas posições.

    Vocês acham que algum desses jovens vai conseguir dar aquele salto na final e brigar pela primeira posição? Ou Dybantsa já tem essa locked mesmo? A loteria do draft rola dia 10 de maio, mas essa final já vai dar umas dicas bem interessantes do que esperar em junho.

  • Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Darius Acuff tá aprontando no Arkansas? O moleque simplesmente chegou chutando a porta e agora tá dando dor de cabeça nos scouts da NBA. Até pouco tempo atrás, Darryn Peterson era considerado o armador número 1 do Draft de 2026, mas o calouro do Arkansas tá chegando forte na disputa.

    E olha, não é papo furado não. Vários olheiros da liga já colocam o Acuff na frente do Peterson entre os armadores. “Acuff definitivamente se colocou ainda mais no mapa”, disse um scout veterano. Cara, quando você ouve isso de gente que vive disso há anos, é porque a coisa tá séria mesmo.

    Calipari sabe o que fala

    O John Calipari — que já treinou monstros como Derrick Rose, Shai Gilgeous-Alexander e John Wall — disse que o Acuff é tão talentoso quanto qualquer calouro armador que ele já comandou. Mano, vindo do Calipari isso não é pouca coisa. O cara passou por Kentucky e viu muita gente boa, então quando ele fala assim é porque o garoto tem algo especial mesmo.

    E os números? Absurdos. Acuff fechou a temporada com 23.5 pontos e 6.4 assistências por jogo. Pra vocês terem noção do que isso representa: ele se tornou apenas o segundo jogador na história da SEC a liderar a conferência nas duas categorias na mesma temporada. O primeiro foi Pete Maravich em 1969-70 — ou seja, o moleque tá em boa companhia.

    Recordes que impressionam

    Não satisfeito em igualar uma lenda, o garoto ainda quebrou os recordes históricos do Arkansas com 845 pontos e 232 assistências em uma única temporada. Entre todos os prospectos do Draft 2026, ficou em segundo lugar em pontuação (atrás só do A.J. Dybantsa) e segundo em assistências.

    Mas o que mais me chama atenção são os percentuais de aproveitamento. O cara acertou 48.4% dos arremessos de quadra, 44% das bolas de três e 80.9% dos lances livres. Pra um calouro armador, esses números são de outro planeta. Sinceramente, eu não esperava ver uma eficiência dessas de um garoto de 18 anos.

    Claro, alguns scouts ainda têm suas dúvidas sobre o físico dele (1,90m) e a defesa pro nível da NBA. Mas o Calipari já saiu em defesa do pupilo, rebatendo essas críticas com firmeza. E convenhamos, se o cara que treinou Anthony Davis e outros defensores de elite tá dizendo que o garoto aguenta o tranco…

    Peterson ainda lidera a maioria das listas, mas essa distância tá diminuindo rápido. E aí pessoal, vocês acham que o Acuff consegue ultrapassar o Peterson até o Draft? A temporada que vem promete ser bem interessante de acompanhar.

  • Yaxel Lendeborg pode ser top 7 no Draft: será que aguenta a NBA?

    Yaxel Lendeborg pode ser top 7 no Draft: será que aguenta a NBA?

    Gente, vocês conhecem o Yaxel Lendeborg? Se não conhecem, é melhor começar a prestar atenção nesse cara. O pivô de Michigan está literalmente destruindo na March Madness e já tem projeção pra ser escolhido no 7º pick do Draft 2026 pelo Memphis Grizzlies.

    Olha, eu confesso que no começo estava meio cético com esse garoto. Transferir de UAB (uma universidade menor) pra Michigan é sempre uma interrogação — será que vai conseguir jogar no mesmo nível contra times maiores? A resposta veio na quadra: 17,7 pontos e 7 rebotes por jogo, com aproveitamento absurdo de 50,9% nos arremessos de quadra.

    Por que Memphis faz sentido

    Os Grizzlies estão numa reconstrução pesada depois de trocar o Jaren Jackson Jr., e sinceramente acho que Lendeborg pode encaixar perfeitamente no esquema deles. O cara joga dos dois lados da quadra — não é só um especialista ofensivo não.

    E o mais impressionante? 35,3% nas bolas de três. Cara, um pivô que consegue esticar a quadra desse jeito é ouro puro na NBA moderna. Vocês viram como ele está jogando nesse Sweet 16? É o tipo de jogador que não some nos momentos decisivos.

    Melhor jogador “NBA-ready” do Draft?

    Segundo a análise do USA TODAY, Lendeborg pode ser o cara mais preparado pra NBA de toda essa classe de 2026. Isso é coisa séria, pessoal. Quando falam que um universitário está “NBA-ready”, significa que ele não vai precisar de 2-3 anos pra se adaptar — pode contribuir desde o primeiro ano.

    O que me chama atenção é que Memphis tem histórico de draftar caras com trajetória parecida. Pegaram Jaylen Wells e Cedric Coward seguindo essa mesma linha de raciocínio.

    E aí, vocês acham que ele realmente tem potencial pra ser um starter na NBA? Ou é mais um caso de hype da March Madness que não se sustenta no próximo nível? Na minha opinião, 3,2 assistências por jogo pra um cara da posição dele mostra uma visão de jogo que pode fazer a diferença lá em cima.

    O Draft tá previsto pro final de junho, mas com essa performance no torneio universitário, não duvido nada que ele suba ainda mais nas projeções. Tem jogador que nasce pra esses momentos de pressão — e pelo que tô vendo, Lendeborg pode ser um desses.

  • Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Amari Allen pode ser pick 30 do Draft 2026 – Dallas de olho no calouro do Alabama

    Olha só que interessante: enquanto todo mundo tá vidrado no March Madness e nos jogos do Sweet 16, já começou a especulação sobre o Draft de 2026. E tem um nome que tá chamando atenção — Amari Allen, do Alabama.

    O garoto de 6’7″ (isso é quase 2,01m pra quem tá acostumado com metro) tá sendo projetado como pick 30 pelo USA TODAY, último da primeira rodada, indo direto pro Dallas Mavericks. Sinceramente? Não é uma má posição pra um calouro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Allen tá fazendo uma temporada sólida no Alabama. 11.7 pontos, 7.1 rebotes e 3.1 assistências por jogo. Mas o que mais me impressiona é o arremesso de 3 — 36.5% de aproveitamento. Pra um garoto de 2 metros que também pega rebote e distribui assist, isso é ouro puro na NBA moderna.

    Durante os jogos da SEC (que é uma conferência bruta), ele melhorou ainda mais: 12.9 pontos e quase 7 rebotes, com 39.5% nas bolas de três em quase 5 tentativas por jogo. Cara, esses números de calouro são absurdos.

    Por que Dallas faz sentido

    O Mavericks tendo Luka e agora precisando de peças que encaixem ao redor dele… Allen parece ser exatamente o tipo de jogador que eles procuram. Um ala versátil, que não precisa da bola na mão pra produzir, defende múltiplas posições e ainda acerta de longe.

    E vamos combinar — ser escolhido como último pick da primeira rodada não é demérito nenhum. Significa contrato garantido e uma chance real de mostrar serviço logo de cara.

    O que vocês acham? Allen tem potencial pra ser um daqueles calouros que surpreendem na NBA? Porque pelo que tô vendo dos highlights dele no Alabama, o moleque joga pra caramba e tem uma mentalidade boa — sempre fazendo a jogada certa, não forçando nada.

    Agora é torcer pra ele continuar jogando bem no March Madness. Afinal, é nesses jogos que os olheiros da NBA realmente prestam atenção.

  • Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Karim Lopez pode fazer história: primeiro mexicano no 1º round da NBA

    Cara, vocês sabiam que o México nunca teve um jogador selecionado no primeiro round do Draft da NBA? Pois é, mas isso pode mudar em 2026. Karim Lopez, de apenas 19 anos, acaba de declarar para o Draft e tá sendo projetado como o cara que vai quebrar essa barreira histórica.

    Olha, quando eu vi essa notícia, pensei: finalmente! O garoto é um forward de 2,06m com envergadura de 2,16m — números que fazem qualquer scout babar. Mas não é só físico não. Lopez passou as duas últimas temporadas jogando pelo New Zealand Breakers na NBL australiana, e os números impressionam.

    Os números que chamam atenção

    Na última temporada, o moleque fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, com aproveitamento de 49% nos arremessos. Pode parecer modesto, mas considerem: ele jogou apenas 25,6 minutos por partida. E teve 30 jogos como titular, estabelecendo um recorde da NBL Next Stars com 358 pontos na temporada.

    O que mais me impressiona é a versatilidade. Os scouts da NBA tão de olho no tamanho posicional dele, nas habilidades com a bola e na capacidade de criar jogadas. Claro que tem coisa pra melhorar — principalmente o arremesso de perímetro e explosão física — mas cara tem apenas 19 anos!

    A jornada até aqui foi insana

    A história do Lopez é dessas que dá filme. Nasceu em Hermosillo, no México, filho do Jesus Hiram Lopez, que jogou pela seleção mexicana. Aos 14 anos (imaginem vocês!), se mudou pra Espanha pra jogar no Joventut Badalona. Em 2024, deu o salto pro basquete australiano.

    “Sempre foi meu sonho jogar na NBA”, disse Lopez pra ESPN. “É bem especial estar nessa posição agora.” E sinceramente, eu acredito nele. O garoto tem a mentalidade certa.

    Mais que basquete: uma questão de representatividade

    Aqui que a coisa fica linda, gente. Lopez não tá pensando só na carreira dele. “Um dos meus objetivos é inspirar jovens no México. Mostrar que não importa de onde você vem”, falou.

    Cara, isso me lembra muito do que o Nenê fez pelo basquete brasileiro lá atrás. Ter um representante mexicano no primeiro round seria gigantesco pro basquete latino-americano como um todo.

    Lopez tá ranqueado em 11º no Big Board da ESPN pra 2026. Nada mal pra um cara de 19 anos que ainda tem margem pra evoluir muito. O Draft Combine rola de 10 a 17 de maio em Chicago, e o Draft mesmo fica pra final de junho.

    Vocês acham que ele consegue mesmo ser selecionado no primeiro round? Eu tô torcendo demais pra que sim. Seria histórico demais!