Autor: Leandro Amorim

  • J. Cole desiste do basquete chinês após apenas um jogo

    J. Cole desiste do basquete chinês após apenas um jogo

    Cara, que história bizarra essa do J. Cole. O rapper resolveu tentar a vida no basquete profissional da China e… durou exatamente um jogo. Um. Jogo.

    Na terça-feira ele anunciou que tava voltando pros EUA depois de uma passagem relâmpago pelo Nanjing Monkey Kings, da liga chinesa. O motivo? Problemas com visto de trabalho que atrasaram tudo.

    Sonho curto demais

    “O processo do visto de trabalho demorou muito mais que o esperado, então só consegui jogar uma partida antes de ter que voltar”, disse Cole em um comunicado. Pelo menos ele foi educado e agradeceu o clube e a CBA pela oportunidade.

    Olha, eu até entendo a frustração do cara. Imagina você se preparar pra uma experiência dessas e ter que cortar tudo pela metade por causa de burocracia? Deve ter sido tenso.

    O acordo original era pra ele jogar pelo menos três partidas. Três! Não era nem uma temporada completa, mas mesmo assim não rolou. A vida às vezes é assim mesmo — você planeja uma coisa e acontece outra completamente diferente.

    Terceira tentativa no esporte profissional

    Essa não foi a primeira vez que o J. Cole tentou a sorte no basquete profissional, viu. Em 2021 ele jogou pelo Rwanda Patriots na Basketball Africa League (aquela liga que a NBA ajuda a organizar). Em 2022, foi a vez do Scarborough Shooting Stars, no Canadá.

    O cara realmente leva isso a sério. Não é só marketing — ele jogou basquete no ensino médio na Carolina do Norte e manteve o sonho vivo. Sinceramente acho que isso é admirável, mesmo que as tentativas não durem muito tempo.

    E vocês, o que acham? É legal ver um artista correndo atrás de um sonho antigo ou acham que é só jogada de marketing? Eu fico dividido, mas respeitando a tentativa.

    Agora é esperar pra ver se ele vai tentar uma quarta liga ou se vai focar só na música mesmo. O último álbum dele, “The Fall-Off”, saiu em fevereiro e tá bombando. Talvez seja melhor ficar no que sabe fazer melhor — pelo menos por enquanto.

  • Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Olha, eu não sei vocês, mas essa temporada dos Pelicans me deixou com mais dúvidas do que certezas. O Zion Williamson teve uma temporada até que decente — 21 pontos por jogo em 62 partidas (o que já é um milagre considerando o histórico de lesões do cara). Mas aí você olha pro lado e vê: 26 vitórias em 82 jogos. Vinte e seis!

    A situação ficou ainda mais estranha com a chegada do Derik Queen. Dois caras que ocupam praticamente o mesmo espaço na quadra, nenhum dos dois estica a quadra com arremessos de 3, nenhum protege o aro como deveria. O resultado? Quando jogavam juntos, o time tomava uma surra de 11 pontos a cada 100 posses. Pra vocês terem uma ideia, isso é nível Washington Wizards de ruindade.

    “Não temos intenção alguma”

    Com toda essa confusão, era natural que começassem os rumores sobre uma possível troca do Zion. Mas Joe Dumars, vice-presidente executivo dos Pelicans, foi direto ao ponto na terça-feira: “Não temos intenção alguma de fazer isso”.

    Sinceramente? Eu entendo a posição dele. O Zion ainda não fez 26 anos, quando está saudável é um monstro absoluto, e você não simplesmente desiste de um talento desses. Mas cara, a matemática não fecha muito bem quando você pensa no encaixe com o Queen e no futuro do time.

    Dumars disse que está “muito orgulhoso” da temporada do Zion, especialmente por ele ter conseguido se manter saudável na maior parte do ano. Depois de aparecer em apenas 30 jogos na temporada passada por causa de lesões no posterior e nas costas, conseguir 62 jogos foi quase um milagre.

    Nova Orleans é casa

    Do lado do jogador, o Zion deixou bem claro onde quer ficar. “Nova Orleans é casa pra mim”, disse ele na coletiva de fim de temporada. “Eu moro aqui. Fico na cidade durante toda a off-season. Muitos caras vazam quando a temporada acaba, eu não.”

    É bonito de ver, não vou mentir. O cara realmente parece ter criado raízes na cidade. Está lá desde os 19 anos, conhece cada cantinho, se sente em casa. Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que sentimento é suficiente quando o time não funciona?

    E tem a questão financeira também. O Zion tem mais dois anos de contrato (US$ 42,2 milhões e US$ 44,9 milhões), e pode assinar uma extensão de até US$ 177 milhões por três temporadas nesta off-season. Considerando o histórico de lesões e o investimento pesado no Queen, essa extensão parece bem improvável.

    Quando perguntaram pro Dumars sobre o encaixe entre Zion e Queen, ele meio que deu risada e disse que sempre acha engraçado quando questionam se dois jogadores podem jogar juntos. Citou até Tatum e Brown dos Celtics como exemplo. Olha, eu entendo o ponto dele, mas os números não mentem — e eles estão gritando que essa dupla não funciona.

    E aí, o que vocês acham? Os Pelicans devem insistir nessa parceria ou é hora de repensar o futuro? Uma coisa é certa: essa off-season vai ser decisiva para o destino do Zion em Nova Orleans.

  • Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Gente, finalmente aconteceu. Caleb Wilson oficializou hoje que tá indo pro Draft da NBA, e olha… eu tô com sentimentos mistos sobre isso.

    O cara fez um vídeo todo bonitinho agradecendo North Carolina, falando que foi uma honra usar a camisa 8 dos Tar Heels e que sempre deu o máximo. Bonito, né? Mas vamos aos fatos aqui.

    Os números são monstros, mas…

    Wilson teve médias absurdas na temporada de calouro: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Pra um freshman, isso é coisa de outro planeta mesmo. O problema? O cara simplesmente não conseguiu ficar inteiro.

    Primeiro quebrou um osso da mão esquerda. Beleza, lesão acontece. Mas aí, quando voltou, quebrou o polegar direito num treino SEM CONTATO. Cara, sem contato! Que azar é esse?

    E agora a ESPN tá projetando ele como 4ª escolha geral. Quarta! Com uma temporada cortada pela metade por duas lesões diferentes.

    Aposta arriscada pra times da NBA

    Olha, eu entendo o hype. Wilson tem 2,08m, é atlético pra caramba e mostrou que pode pontuar de várias formas. Mas me digam uma coisa: vocês drafcariam um cara que teve duas lesões em ossos diferentes na mesma temporada?

    Na minha visão, ele deveria ter ficado mais um ano em Chapel Hill. Trabalhar na força física, provar que consegue ficar saudável uma temporada inteira, desenvolver mais o jogo exterior. Mas né, quando a ESPN te coloca no top 5, é difícil resistir.

    O draft tá cada vez mais jovem mesmo. Esses caras saem direto do ensino médio achando que vão dominar a liga. Alguns conseguem — olha o Paolo Banchero ano passado. Outros… bem, a lista de bustos é longa.

    E aí, vai dar liga?

    Sinceramente? Wilson tem potencial pra ser especial. O físico tá lá, o instinto pra marcar pontos também. Mas NBA é outro nível de intensidade física, e se o cara já se machuca em treino de faculdade…

    Vai ser interessante ver qual time vai apostar nele no top 5. Provavelmente alguém que acredita mais no potencial do que no histórico de lesões. E torço pra que dê certo — o garoto merece.

    Só espero que ele tenha um bom círculo ao redor dele e trabalhe pesado na preparação física. Porque talento ele tem de sobra.

  • Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    Promessa 5 estrelas abandona North Carolina após mudança de técnico

    E lá se vai mais um. Dylan Mingo, uma das maiores promessas do basquete universitário americano, anunciou nesta segunda que não vai mais jogar por North Carolina. O garoto, que é ranqueado como número 9 na classe de 2026, decidiu abrir o jogo novamente após a demissão de Hubert Davis.

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do moleque. Você se compromete com um programa pensando em jogar para um técnico específico, aí do nada trocam tudo? Complicado mesmo.

    Michael Malone chegou, mas não convenceu

    A contratação de Michael Malone como novo head coach dos Tar Heels foi anunciada no início do mês, mas aparentemente não foi suficiente para segurar Mingo. O prospecto havia escolhido UNC numa disputa acirrada contra Baylor, Penn State e Washington — e agora todas essas opções voltam para a mesa.

    Ser ranqueado no top 10 da sua classe não é brincadeira. Estamos falando de um talento absurdo que pode definir o futuro de qualquer programa universitário. E vocês acham que ele vai acabar onde? Eu tenho um palpite de que Baylor pode voltar forte na disputa.

    Pelo menos uma boa notícia

    Nem tudo está perdido para Malone em Chapel Hill. O técnico conseguiu manter Maximo Adams, outro recruit top 25 que já estava comprometido com o programa. É uma vitória importante, considerando a turbulência que North Carolina está vivendo.

    Sinceramente, essa situação toda mostra como o basquete universitário americano mudou nos últimos anos. Os caras não pensam duas vezes antes de trocar de programa se algo não estiver do jeito que querem. E olha, não posso criticar — é o futuro deles que está em jogo.

    Agora é esperar para ver onde Mingo vai parar. Uma coisa é certa: qualquer programa que conseguir o garoto vai estar fazendo um baita negócio para os próximos anos.

  • Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Galera, a NBA acabou de confirmar uma mudança interessante pro Draft de 2026. Vai rolar em duas noites — terça, 23 de junho, e quarta, 24 de junho. Ambos os dias começando às 21h (horário de Brasília), transmitido pela ESPN.

    Olha, eu até entendo a lógica. A liga quer dar mais holofote pra cada pick, mais tempo pra análises… mas confesso que ainda prefiro o formato antigo de uma noite só. Era mais emocionante, na minha opinião.

    A corrida pela primeira escolha tá pegando fogo

    A loteria do Draft está marcada pra 10 de maio, e cara — que disputa maluca! Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de ficar com a primeira pick. E todos têm 52,1% de chance de pegar uma escolha no top 4.

    Logo atrás vem o Utah Jazz com 48,1% de chance no top 4 e 12,5% na primeira posição. Sinceramente, qualquer um desses times precisa MUITO de um rookie diferenciado.

    E por falar em diferenciado — A.J. Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson são os quatro nomes que todo mundo tá de olho. A expectativa é que eles sejam as quatro primeiras escolhas, só não sabemos ainda em que ordem. Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — vocês lembram dele no Chicago Bulls?

    Por que mudaram as datas?

    Aqui tem uma curiosidade que poucos vão falar: tradicionalmente o Draft sempre foi numa quinta-feira. Quando começaram a dividir entre primeira e segunda rodada em noites separadas, mudaram pra quarta e quinta.

    Mas desta vez decidiram antecipar pra terça e quarta. E sabe por quê? Pra não concorrer com o jogo dos Estados Unidos contra a Turquia na Copa do Mundo, que vai ser na quinta, 25 de junho, em horário nobre.

    Cara, isso mostra como o calendário esportivo tá cada vez mais disputado. A NBA não quer perder audiência nem pra Copa do Mundo — e olha que não é nem a fase final!

    O que vocês acham dessa mudança? Preferem o Draft concentrado numa noite só ou curtem mais essa pegada de evento de dois dias? Eu ainda tô me acostumando, mas reconheço que dá pra analisar melhor cada escolha quando não é tudo corrido.

  • Blazers vs Suns no Play-In: onde assistir e quem leva essa?

    Blazers vs Suns no Play-In: onde assistir e quem leva essa?

    Galera, chegou a hora! O torneio Play-In da Conferência Oeste começa hoje com um jogaço entre Portland Trail Blazers e Phoenix Suns. E olha, não vou mentir — tô ansioso pra ver esse confronto.

    Os Suns (45-37) recebem os Blazers (42-40) no Footprint Center, em Phoenix, com mando de quadra na disputa entre o 7º e 8º colocados. Quem ganhar pega a 7ª posição nos playoffs de verdade. Quem perder? Bom, ainda tem uma chance na repescagem, mas é vida ou morte.

    O duelo dos estilos

    Essa partida promete ser um choque interessante de estilos. De um lado, você tem Phoenix apostando pesado no perímetro — eles são o 5º melhor time da liga em cestas de três por jogo. Do outro, Portland chega como uma das equipes mais perigosas no rebote, ficando em 6º lugar na temporada.

    Devin Booker terminou entre os dez maiores pontuadores da temporada e vai ser a chave dos Suns. Mas cara, o que mais me chama atenção é ver como Donovan Clingan, o rookie sensação dos Blazers, vai se sair. O cara é um monstro nos rebotes — 11.6 por jogo — e transformou completamente a defesa de Portland.

    Deni Avdija também merece destaque pelos Blazers. 24.2 pontos por jogo não é brincadeira, e ele vai ter que sustentar o ataque contra uma defesa experiente dos Suns.

    Onde assistir e quando

    O jogo rola hoje às 23h (horário de Brasília) e vai passar exclusivamente no Prime Video. Sim, você vai precisar da assinatura da Amazon pra acompanhar.

    Sinceramente? Acho que essa exclusividade do streaming ainda incomoda muita gente, mas pelo menos a qualidade da transmissão é boa. E convenhamos, melhor ter onde assistir do que ficar na seca, né?

    Quem leva essa?

    Olha, Portland tem tudo pra dar trabalho. Eles dominam o garrafão com Clingan e ainda contam com a experiência do Jrue Holiday saindo do banco. Mas Phoenix jogando em casa, com Booker em boa fase… é difícil apostar contra.

    As odds favorecem os Suns por 3.5 pontos, e eu tendo a concordar. Play-In é sobre fazer cestas nos momentos decisivos, e Booker é especialista nisso. Mesmo assim, se os Blazers conseguirem dominar os rebotes ofensivos, podem muito bem surpreender.

    Minha previsão? Suns 116 x 111 Blazers. Jogo apertado, decidido nos últimos minutos, mas Phoenix avança por causa da experiência em casa.

    E vocês, o que acham? Portland tem chances reais de tirar essa de Phoenix?

  • Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Haliburton enfrentando herpes-zóster: ‘Tem sido péssimo’

    Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece uma notícia dessas. Tyrese Haliburton, armador do Indiana Pacers, está passando por um perrengue que vai muito além das quadras — ele está lidando com herpes-zóster (famosa ‘cobreiro’ aqui no Brasil).

    O moleque já tinha voltado bem da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nas Finais do ano passado. Parecia que tava tudo nos conformes, mas aí a vida resolveu pregar essa peça nele.

    A situação tá complicada mesmo

    ‘Eu nem conseguia aparecer na frente de uma câmera se quisesse no início, porque meu olho estava praticamente fechado’, contou o Haliburton. ‘Estava espalhado por todo o meu rosto.’

    Sinceramente? Só de imaginar o cara passando por isso já dá uma dó. E olha que não para por aí — os remédios que ele tá tomando pra controlar os sintomas estão fazendo ele ganhar peso. Qualquer atleta sabe como isso pode mexer com o psicológico.

    ‘Eu perdi parte da minha sobrancelha; meu olho está sempre inchado de tanto coçar’, explicou o armador. ‘Eu tenho dias bons e dias ruins, mas na maior parte são dias ruins. Então, não tem sido nada divertido.’

    E agora, como fica o Pacers?

    Vocês lembram como o Haliburton foi fundamental na campanha histórica do Pacers até as Finais da Conferência Leste na temporada passada, né? O cara é peça-chave nesse time de Indiana.

    O mais complicado é que essa doença não é como uma lesão muscular que você sabe mais ou menos quando vai melhorar. Herpes-zóster pode durar semanas, às vezes meses, e cada pessoa reage de um jeito diferente.

    Na minha opinião, o mais importante agora é o cara cuidar da saúde primeiro — basquete vem depois. Já imaginou ele tentando jogar com essa dor e coceira constante? Não dá, né não.

    E aí, quem aí já passou por algo parecido? Sabem como é difícil lidar com uma situação dessas quando você precisa estar 100% fisicamente pro trabalho?

  • Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Porter Jr. quer ficar no Brooklyn: ‘Quero fazer daqui minha casa’

    Michael Porter Jr. tá falando sério sobre querer ficar no Brooklyn. O cara literalmente disse que quer fazer dos Nets sua casa pelos próximos anos — e olha, considerando o momento de reconstrução da franquia, isso é bem interessante.

    “Se dependesse de mim, eu adoraria assinar uma extensão com essa franquia”, disparou Porter Jr. em entrevista. “Sinto que nos encaixamos bem. Temos ótimas vibrações, ótima energia no vestiário, e fazer parte de algo que está construindo de forma positiva seria incrível.”

    Acredita no projeto dos Nets

    O que mais me chamou atenção foi a confiança dele no projeto. Porter Jr. não tá só falando da boca pra fora — ele genuinamente acredita que Brooklyn pode decolar. “Vimos vislumbres disso nesta temporada”, disse ele, se referindo aos momentos bons que o time teve mesmo numa temporada de tantas mudanças.

    E sinceramente? Faz sentido. Os Nets têm uma base interessante e uma direção que parece saber o que tá fazendo. Porter Jr. ainda tem 25 anos e pode ser uma peça importante nessa reconstrução.

    “O front office tem a capacidade de fazer algumas jogadas e nos deixar ainda melhores”, completou o jogador. “Se o objetivo é vencer, que todos sabemos que é, então eu adoraria fazer daqui minha casa.”

    Autocrítica depois do All-Star

    Mas o cara também foi honesto sobre suas próprias limitações. Porter Jr. admitiu que não terminou a temporada no mesmo nível que começou — e a razão é meio que… humana demais.

    “Depois do intervalo do All-Star, quando percebi que não fui selecionado, tive uma pequena queda no foco, na preparação”, confessou. “Isso não pode acontecer independentemente do que está rolando com o time.”

    Cara, essa sinceridade é refrescante. Quantas vezes a gente não vê jogador assumindo que deixou a peteca cair por causa de frustração pessoal? Porter Jr. tá sendo real sobre isso.

    A questão agora é: será que Brooklyn vai apostar nele? O jogador entra no último ano de contrato e claramente quer ficar. Do lado dos Nets, ter um cara de 25 anos que já mostrou que pode render (lembrem dos números que ele fazia no Denver) e que quer fazer parte da reconstrução pode ser gold.

    Vocês acham que os Nets vão estender o contrato dele? Ou vão deixar rolar até o fim da temporada pra ver como as coisas se desenrolam?

  • Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Olha, eu já perdi as contas de quantas vezes li especulações sobre o Zion Williamson ser trocado pelos Pelicans. Todo ano é a mesma história — lesões, rumores, incertezas. Mas dessa vez parece que a diretoria de New Orleans tá sendo bem clara: Zion fica.

    Joe Dumars, vice-presidente de operações de basquete dos Pelicans, não deixou margem pra interpretação quando perguntaram sobre uma possível troca do astro. “Não temos nenhuma intenção de fazer isso”, disse na terça-feira. “Estamos ansiosos para trabalhar com ele na próxima temporada.”

    A montanha-russa que é a carreira do Zion

    Sinceramente, eu entendo a preocupação dos fãs. O cara é um monstro quando tá saudável — ninguém entra no garrafão como ele. Na temporada passada, jogou 62 partidas com médias de 21 pontos, 5.7 rebotes e 3.2 assistências. Números sólidos pra quem ainda tá se encontrando no jogo.

    Mas aí que tá o problema: disponibilidade. Em 2024-25 foram só 30 jogos (lesão de novo), enquanto em 2023-24 ele conseguiu jogar 70 — que foi quase um milagre considerando o histórico dele.

    E vocês lembram daqueles rumores em 2023? Os Pelicans quase trocaram ele pelos direitos de draft do Scoot Henderson. Na época eu pensei: “Cara, será que vale a pena apostar num novato em vez de tentar fazer dar certo com o Zion?” Aparentemente eles decidiram que vale sim.

    Contrato até 2028 e vontade de ficar

    Uma coisa que joga a favor dos Pelicans: Zion não pode sair como agente livre até 2028. Ou seja, se ele quiser jogar na NBA, vai ter que ser lá mesmo ou em algum lugar que a franquia aceite trocar.

    E pelo visto, o próprio jogador tá na mesma vibe. Ele já falou publicamente que quer continuar em New Orleans. Claro, jogador fala isso até o dia que pede troca, mas pelo menos o discurso tá alinhado.

    Olha, eu quero muito ver esse cara realizando o potencial que todo mundo sabe que ele tem. Quando tá 100%, é diversão garantida — aquelas enterradas são de outro planeta. A questão é se o corpo aguenta uma temporada inteira sem problemas.

    E aí, acham que os Pelicans estão certos em apostar todas as fichas no Zion? Ou deveriam ter trocado ele enquanto ainda tinha valor alto no mercado?

  • Curry com restrição de minutos no play-in? Kerr tá louco!

    Curry com restrição de minutos no play-in? Kerr tá louco!

    Gente, eu não sei se rio ou choro com essa notícia. Steve Kerr confirmou que vai limitar os minutos do Curry, Porzingis e Al Horford no jogo mais importante da temporada dos Warriors. Isso mesmo — no play-in contra os Clippers, onde uma derrota significa fim de papo, o técnico vai segurar os caras em menos de 40 minutos!

    Olha, eu entendo que o Curry tá com problemas no joelho desde o início da temporada. O Horford também tá sofrendo com a panturrilha, e tanto o Porzingis quanto o Draymond Green estão com dores nas costas. Mas cara, é literalmente vida ou morte aqui.

    Warriors na corda bamba

    Golden State conseguiu a última vaga do play-in com apenas 37 vitórias em 82 jogos. Sinceramente? Já é um milagre eles estarem aí. E agora vão enfrentar justamente os Clippers, que bateram neles por 115 a 110 no último jogo da temporada regular no domingo.

    A situação fica ainda mais tensa quando você lembra que o Jimmy Butler está fora desde janeiro por causa da lesão no joelho. O time já tá desfalcado, e agora ainda por cima vai jogar com o freio de mão puxado?

    Kerr vs NBA: a briga continua

    O mais interessante é que o próprio Kerr tem batido o pé contra o calendário maluco da NBA. Em março, ele mandou a real: “Sei que essa não será uma opinião popular no escritório da liga, mas vou continuar dizendo porque é óbvio que precisamos jogar menos jogos — precisamos tirar 10 jogos do calendário.”

    E olha, o cara tem razão. Seria uma liga mais competitiva e saudável se jogassem menos. Mas no fim das contas, dinheiro fala mais alto, né?

    Do outro lado, os Clippers pouparam o Kawhi Leonard nos últimos jogos da temporada regular justamente pra ele chegar inteiro no play-in. E Leonard teve uma temporada monstro: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 3.6 assistências por jogo em 68 partidas. Depois de jogar apenas 37 jogos na temporada passada por lesão, o cara voltou com tudo.

    Vocês acham que Kerr tá certo em poupar os jogadores numa situação dessas? Ou é hora de partir pra cima de vez, lesão ou não? Eu confesso que fico dividido — por um lado, saúde em primeiro lugar. Por outro, é agora ou nunca pros Warriors.