Autor: Leandro Amorim

  • Senators dão mais um passo rumo aos playoffs ao vencer Rangers

    Senators dão mais um passo rumo aos playoffs ao vencer Rangers

    Olha, vou ser sincero: não esperava que os Senators conseguissem manter esse ritmo. Mas os caras estão simplesmente voando! Ontem à noite, em Nova York, eles venceram os Rangers por 2 a 1 e continuaram essa arrancada absurda rumo aos playoffs da NHL.

    Shane Pinto abriu o placar no power play, Warren Foegele marcou seu quinto gol em apenas nove jogos desde que chegou via trade (o cara tá pegando fogo!), e Ottawa fez mais um jogo sólido para se manter na briga por uma vaga.

    Rangers em crise total

    Cara, os Rangers estão numa situação complicada. Só nove arremessos ao gol a noite toda — um número que iguala o pior da franquia desde 1955. Isso mesmo, 1955! É de dar dó ver um time com tanto talento desperdiçando a temporada dessa forma.

    Igor Shesterkin, coitado, fez 31 defesas e foi praticamente o único motivo pelo qual o placar não foi muito pior. O goleiro russo tá carregando esse time nas costas, mas sozinho não dá.

    Senators na cola dos playoffs

    Agora vem o dado que me deixa empolgado: Ottawa ganhou o terceiro jogo seguido e tem um aproveitamento monstro de 14-3-2 desde 25 de janeiro. Estão a apenas dois pontos da segunda vaga de wild card na Conferência Leste, com 12 jogos restantes.

    Na minha visão, se continuarem nesse ritmo, vão conseguir a vaga sim. Mas a situação da defesa me preocupa — Thomas Chabot e Lassi Thomson se machucaram durante o jogo, e eles já estavam sem Jake Sanderson e Nick Jensen por lesão. Terminaram a partida com apenas quatro defensores!

    Momentazo especial da noite: Mika Zibanejad chegou ao seu milésimo jogo na temporada regular. Curioso que ele jogou suas primeiras 281 partidas justamente pelos Senators antes de ir para Nova York. A vida dá voltas, né?

    E aí, vocês acham que os Senators conseguem manter esse embalo e garantir a vaga nos playoffs? Com essa defesa desfalcada, vai ser punk…

  • Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Lakers tomam invertida dos Pistons e veem sequência de 9 vitórias ir pro espaço

    Nove jogos. Nove vitórias seguidas. E aí do nada — PAAAAH — acabou tudo de uma vez. Os Lakers perderam pros Detroit Pistons por 113 a 110 numa partida que doeu na alma, especialmente porque o Luka Dončić teve a chance de empatar no último segundo e mandou a bola pra arquibancada.

    Olha, sinceramente eu não esperava que essa sequência fosse acabar assim. Contra os Pistons, sem o Cade Cunningham (que tá fora com um pulmão colapsado — situação bizarra), parecia jogo ganho. Mas o basquete é isso aí, né? Uma hora a casa cai.

    Dončić fez a parte dele, mas…

    O esloveno meteu 32 pontos, pegou 7 rebotes e distribuiu 6 assistências. Números de All-Star, sem dúvida. Só que quando você erra 10 arremessos de 3 em 13 tentativas, fica difícil. E no momento mais importante — aqueles 12 segundos finais quando podia virar o jogo — ele simplesmente não acertou.

    Austin Reaves também batalhou pra caramba. 24 pontos e ainda colocou os Lakers na frente com 29 segundos pro fim, atropelando o Daniss Jenkins na bandeja. Mas aí o tal do Jenkins — que ninguém conhecia direito até ontem — resolveu ser protagonista e cravou uma meia distância que calou o Crypto.com Arena.

    LeBron sumiu no primeiro tempo

    Cara, ver o LeBron James passar um primeiro tempo INTEIRO sem marcar um ponto é de partir o coração. Aconteceu apenas três vezes na carreira dele — a última tinha sido em 2010, quando eu ainda estava no ensino médio! O Rei só conseguiu acertar o primeiro arremesso aos 5:54 do terceiro quarto, uma bomba de 3 que começou a reação dos Lakers.

    E que reação! Partiu pra cima com tudo: bloqueio, assistência pro Reaves de 3, bandeja em contra-ataque… Em poucos minutos, o cara lembrou todo mundo por que ainda é o LeBron James aos 41 anos.

    O time fez uma corrida de 20 a 6 que empatou o jogo no finzinho do terceiro período. Por uns momentos ali, eu pensei: “Pronto, agora vai.” Mas os Pistons não se intimidaram.

    Quando a casa cai

    Toda vez que os Lakers ameaçavam virar, Detroit respondia na lata. Foi um quarto período de infarto, com as duas equipes se alternando na liderança. O Luke Kennard — que tinha sido o herói na vitória contra o Orlando — teve uma chance de ouro de colocar os Lakers na frente faltando 1:20, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Aí você vê o cara jogando os braços pro alto, frustrado. Basquete é cruel às vezes.

    No final das contas, quem brilhou mesmo foram os caras de Detroit. Jenkins com 30 pontos (sem o Cade!), Jalen Duren fazendo double-double com 20 e 11 rebotes. Os Lakers tavam sem o Rui Hachimura e o Marcus Smart — duas peças importantes no encaixe do time.

    E aí, vocês acham que essa derrota pode abalar o psicológico dos Lakers pra reta final da temporada? Com 46 vitórias em 72 jogos, eles tão bem encaminhados pros playoffs, mas sequências assim criam confiança. Perder do jeito que perderam pode deixar uma marca.

  • Cavs x Magic pode ser prévia dos playoffs — e Orlando tá desesperado

    Cavs x Magic pode ser prévia dos playoffs — e Orlando tá desesperado

    Olha só que situação interessante se formou no Leste da NBA. Os Cavaliers praticamente garantiram o quarto lugar na conferência (44-27), mas ninguém sabe ainda quem eles vão pegar na primeira rodada dos playoffs. E um dos possíveis oponentes? Justamente o Orlando Magic.

    A temporada regular entre esses dois times tá 2-1 para Cleveland, mas o último confronto foi aquela pancada que Orlando deu nos Cavs há dez dias: 128-122. O Desmond Bane simplesmente decidiu que ia ser monstro naquele jogo.

    Magic despencando no momento mais crítico

    Mas desde aquela vitória bonita, cara… o Magic tá numa sequência horrorosa. Cinco derrotas seguidas! A mais dolorosa foi ontem, em casa, perdendo pros Pacers — que convenhamos, não tão lá essas coisas essa temporada.

    É aquela situação clássica: time brigando por vaga nos playoffs e tropeçando justamente quando não pode tropeçar. Paolo Banchero carregando o piano sozinho não tá dando conta.

    Desfalques pesando dos dois lados

    E não tá fácil pra nenhum dos dois times, viu. Cleveland vai ter que se virar sem Jarrett Allen (joelho) e Jaylon Tyson (dedão do pé). Já Orlando… meu amigo, a enfermaria tá lotada: Jalen Suggs (gripe), Franz Wagner (tornozelo), Jonathan Isaac (joelho) e Anthony Black (abdominal).

    Sinceramente, não sei como Orlando consegue competir com tantos desfalques importantes. Wagner especialmente faz uma falta absurda no ataque deles.

    O jogo é hoje às 21h, no Rocket Arena, em Cleveland. As apostas ainda não saíram, mas imagino que os Cavs sejam favoritos — principalmente jogando em casa e com Orlando nessa sequência ruim.

    A pergunta que não quer calar: vocês acham que o Magic consegue se reerguer a tempo dos playoffs, ou essa sequência negativa vai acabar custando a vaga? Porque do jeito que tá, qualquer tropeço pode ser fatal nessa briga louca pelas últimas posições no Leste.

  • Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Jenkins explode e acaba com sequência histórica dos Lakers

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar monstro e detonou os Lakers com 30 pontos — recorde pessoal do garoto — numa vitória épica por 113-110 que acabou com a sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles.

    Olha, eu não esperava isso. Os Lakers estavam numa fase absurda, embalados, e aí chega esse pivete do Jenkins e resolve fazer a partida da vida dele. Seis pontos nos últimos 34 segundos! É isso que separa os grandes dos medianos — na pressão, ele não tremeu.

    A virada que ninguém viu vindo

    O negócio estava feio pros Pistons no terceiro quarto. Lakers chegaram a abrir 16 pontos de vantagem e eu já tava pensando “acabou”. Mas Detroit mostrou porque vem fazendo uma temporada surpreendente — quarta vitória consecutiva e sétima em oito jogos.

    Jalen Duren foi fundamental também, com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes. O garoto tá crescendo muito nessa temporada, e jogos como esse mostram porque ele pode ser uma peça importante pro futuro dos Pistons.

    Luka brilha mas não é suficiente

    Do lado dos Lakers, Luka Dončić fez o que sempre faz: mandou 32 pontos. Austin Reaves ajudou com 24, mas não foi suficiente. O mais bizarro? LeBron James ficou ZERADO no primeiro tempo. Zero pontos! Claro que ele se recuperou no segundo e terminou com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes (quase um triple-double), mas esse primeiro tempo foi estranho demais.

    A parte mais doida do jogo foram os últimos segundos. Lakers conseguiram virar pra 108-107 com lances livres do Deandre Ayton, mas Jenkins respondeu na lata. Reaves ainda empatou de novo, 110-109, mas aí o pivete dos Pistons mostrou sangue frio e fechou a conta.

    Luka ainda teve a chance do empate no último segundo, mas errou um arremesso de três contestado. Sinceramente? Foi justo. Detroit jogou melhor quando precisava e Jenkins foi simplesmente sensacional.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo? Porque a temporada deles tá sendo uma surpresa muito positiva!

  • Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Hawks metem 146 pontos com 8 caras em double-digit — que atropelo!

    Mano, que surra foi essa? Os Hawks simplesmente resolveram fazer chuva de bola ontem à noite e meteram 146 pontos nos coitados do Grizzlies. E o mais absurdo: OITO jogadores diferentes fizeram double-digit de pontos. Oito! Quando foi a última vez que você viu isso?

    O grande nome da noite foi Nickeil Alexander-Walker com 26 pontos, mas sinceramente, essa foi uma vitória coletiva mesmo. Onyeka Okongwu e Jonathan Kuminga contribuíram com 16 cada, CJ McCollum adicionou 15, e a festa continuou com Dyson Daniels (12), Corey Kispert, Zaccharie Risacher e Jock Landale com 11 cada. Cara, quando oito caras fazem double-digit, você sabe que o negócio tá funcionando perfeitamente.

    Chuva de três pontos em Atlanta

    Os números são de dar inveja: 53% nos arremessos de quadra (49 de 92) e 46% nas bolas de três (25 de 54). Vinte e cinco bolas de três convertidas! Os Hawks estavam jogando NBA 2K na vida real.

    E olha só que diferença: enquanto Atlanta metia quase metade dos arremessos do perímetro, Memphis acertou apenas 33% das tentativas de três pontos. Quando a diferença é tão gritante assim, não tem jeito — vira atropelo mesmo.

    Grizzlies vivendo um pesadelo

    Do outro lado, os Grizzlies estão passando por um momento terrível. Esta foi a 11ª derrota em 12 jogos — imagina a moral do elenco. A única vitória nesse período foi contra o Denver Nuggets, no dia 18 de março.

    GG Jackson até tentou com 26 pontos, Tyler Burton adicionou 20, mas não tinha o que fazer contra essa máquina ofensiva dos Hawks. E pra piorar, Memphis tá literalmente desmontado: Ja Morant, Brandon Clarke, Zach Edey, Santi Aldama, KCP e Scotty Pippen Jr. todos fora por lesão. É muita baixa importante.

    Com essa vitória — a 11ª consecutiva em casa —, os Hawks chegaram aos 40-32 na temporada e seguem firmes na briga por uma vaga nos playoffs. Estão na sexta colocação do Leste, meio jogo atrás do Toronto.

    Vocês acham que esse time dos Hawks tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com esse ataque funcionando assim, qualquer um pode sofrer numa série de sete jogos.

  • Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Curry vai jogar o play-in se o joelho permitir, garante Kerr

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Stephen Curry fora das quadras por quase dois meses é de partir o coração. E agora, com os Warriors brigando desesperadamente por uma vaga no play-in, Steve Kerr finalmente abriu o jogo sobre o retorno do Chefe.

    A situação é a seguinte: Curry está parado desde 30 de janeiro por causa de uma síndrome patelar-femoral e contusão óssea no joelho direito. Cara, dois meses longe das quadras pros padrões do Curry é uma eternidade.

    Warriors em queda livre sem o Chefe

    Os números não mentem – e doem de ver. Com Curry em quadra, Golden State estava com 23 vitórias e 17 derrotas. Sem ele? 10-22. Isso mesmo, dez e vinte e duas. Uma sequência de 1-8 que deixou qualquer torcedor dos Dubs com depressão.

    “Não estamos correndo atrás de uma vaga no play-in. Nós estamos no play-in não importa o que façamos”, disse Kerr antes do jogo contra Dallas na segunda. E sinceramente, essa frase resume bem o desespero da situação.

    Na minha visão, é impressionante como um jogador pode fazer tanta diferença assim. Estamos falando de Stephen Curry aos 38 anos ainda liderando o time em pontuação com 27.2 por partida. Monstro.

    O dilema do retorno

    Kerr foi bem claro: se o Curry estiver saudável, ele joga. “Se há algum risco de dano a longo prazo no joelho, ele não joga”, completou o técnico. Cara, que posição difícil, né?

    O que mais me chama atenção é que os Warriors estão na 10ª posição da Conferência Oeste. Se terminarem aí, vão ter que vencer DOIS jogos fora de casa só pra chegar nos playoffs. Com Curry machucado e o time em crise… complicado demais.

    O treino que estava marcado foi adiado pela equipe médica, e agora é aguardar. “É tudo parte da reabilitação e dos diferentes testes que ele faz”, explicou Kerr, tentando não criar expectativas.

    E aí, vocês acham que o Curry consegue voltar a tempo de salvar a temporada dos Warriors? Porque pela situação atual, sem ele é praticamente impossível sonhar com playoffs. Uma lenda de 38 anos ainda carregando um time nas costas – isso é NBA raiz!

  • Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cincinnati contrata ex-aluno como novo técnico em volta emocional

    Cara, que história bonita essa do Cincinnati. O programa acabou de anunciar Jerrod Calhoun como novo técnico — e olha só que loucura: o cara é ex-aluno da própria universidade. Volta pra casa depois de 22 anos, agora como comandante do time que ele torcia quando era estudante.

    Calhoun estava fazendo um trabalho monstro no Utah State. Nos últimos dois anos, o time dele foi 55-15 e se classificou pro March Madness nas duas temporadas. Nada mal, né? A última participação acabou no domingo passado, com derrota pro Arizona por 78-66 na segunda rodada. Mesmo assim, temporada de 29-7 e títulos da temporada regular e do torneio da Mountain West.

    A trajetória até chegar aqui

    O que mais me impressiona na história do Calhoun é a paciência. O cara se formou em Cincinnati em 2004, foi assistente estudantil do Bob Huggins por um ano. Depois seguiu Huggins pra West Virginia, onde ficou como assistente de 2007 a 2012. Aí foi construindo nome devagar: técnico principal do Fairmont State (Divisão II) de 2012 a 2017, onde fez 124-38 e chegou na final nacional em 2017. Detalhe curioso: um dos assistentes dele por três anos foi Joe Mazzulla — sim, o atual técnico do Boston Celtics.

    No Youngstown State, de 2017 a 2024, teve campanha de 118-106. Números modestos, mas sempre evoluindo. Até que chegou a chance no Utah State e mostrou que estava pronto pro próximo nível.

    O desafio que espera em Cincinnati

    Agora a bronca: Cincinnati não vai pro March Madness há SETE anos. Sete! É a maior seca do programa em mais de três décadas. Pra quem já teve dois títulos nacionais e foi potência nos anos 90 e 2000 com Huggins, isso dói.

    Wes Miller foi demitido no início do mês depois de cinco temporadas com 100-74. Desde que entraram na Big 12 em 2024-25, os Bearcats têm 37-31 no geral e apenas 16-22 na conferência. Ou seja, Calhoun herda um programa histórico, mas que precisa de uma reconstrução séria.

    Vocês acham que a conexão emocional com a universidade vai ajudar o Calhoun a reconectar os fãs com o programa? Sinceramente, eu acho que sim. Às vezes é isso que um programa precisa — alguém que entende o DNA do lugar e tem aquela fome de provar que pode fazer a diferença exatamente onde tudo começou pra ele.

  • Pistons derrubam sequência épica dos Lakers com defesa absurda no Luka

    Pistons derrubam sequência épica dos Lakers com defesa absurda no Luka

    Cara, eu tava aqui pensando que os Lakers iam emplacar a décima vitória seguida. Nove jogos, mano! Mas aí vem o Detroit Pistons e quebra a festa na raça, vencendo por 113 a 110 em um jogaço que decidiu nos últimos segundos.

    E olha que final dramático: Lakers perdendo por 3 pontos, 9 segundos no relógio, bola na linha dos 3. Era a chance perfeita pro LeBron armar uma jogada e manter a sequência viva. Só que o Pistons deflectiu o passe dele e a bola sobrou pro Luka Dončić lá no meio da quadra.

    Jalen Duren virou monstro na defesa

    Aqui que a coisa ficou interessante. O Luka pegou a bola quase no logo e teve que criar algo do nada. Do outro lado? Jalen Duren grudado nele igual chiclete. O garoto de 2,06m não deu nem meio metro de espaço.

    O Dončić tentou se livrar da marcação, mas o Duren tava inspirado. No final, sobrou um arremesso forçado, daqueles que você torce pra entrar mas já sabe que não vai rolar. E não rolou mesmo — a bola nem chegou perto da cesta.

    Sinceramente, foi uma defesa de manual do Duren. O cara neutralizou completamente um dos melhores finalistas de jogo da liga atual. Aquele tipo de jogada que define partidas grandes.

    Sequência histórica chega ao fim

    Nove vitórias seguidas não é brincadeira na NBA de hoje. Os Lakers tavam voando, parecendo aqueles times históricos de Kobe e Shaq. Mas o basquete é isso aí — uma hora a conta chega.

    O que me chamou atenção foi como o Pistons segurou a pressão. Time jovem, jogando contra LeBron e Luka na reta final, e não tremeu. Essa vitória pode ser um divisor de águas na temporada deles.

    E vocês, acham que os Lakers vão conseguir emplacar outra sequência assim? Ou esse tropeço pode abalar o time na reta final da temporada regular? Porque uma coisa é certa: quando chegarem os playoffs, esse tipo de defesa que o Duren fez vai fazer toda a diferença.

  • Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Thunder arrasa Sixers e chega a 12 vitórias seguidas – absurdo!

    Mano, tem como parar esse Thunder? A resposta é não. Doze vitórias consecutivas. DOZE. O time de Oklahoma City simplesmente atropelou o Philadelphia 76ers por 123 a 103 na noite de segunda-feira, e olha que os Sixers estavam mais desfalcados que time de várzea no fim do ano.

    Shai Gilgeous-Alexander marcou 22 pontos com a tranquilidade de sempre, enquanto Jalen Williams voltou de lesão com tudo e cravou 18. Mas a história mais bonita da noite foi do Jared McCain – 13 pontos no primeiro jogo dele contra o ex-time. Imagina a emoção do cara jogando na Philadelphia depois de ser trocado mês passado?

    Sixers sem meio mundo, Thunder sem dó

    VJ Edgecombe fez o que pôde pelos Sixers com 35 pontos, mas cara… jogar sem Tyrese Maxey, Joel Embiid E Paul George? É pedir pra apanhar. Embiid tá parado desde 26 de fevereiro com lesão no oblíquo – o cara tá virando lenda urbana no basquete, só que ao contrário.

    E Paul George? Suspenso por 25 jogos por violação da política antidrogas da liga. Vinte e cinco jogos! Na minha opinião, isso explica muito sobre a temporada bizarra dos Sixers.

    Thunder voando alto rumo ao título

    Com 57 vitórias e apenas 15 derrotas, Oklahoma City tem o melhor record da NBA. São os atuais campeões e tão mostrando que não foi sorte – é time mesmo. McCain abriu o jogo com duas bombas de três no primeiro quarto, Thunder abriu 35-25 e nunca mais olhou pra trás.

    O intervalo chegou com 65-43 no placar. Vinte e dois pontos de diferença no primeiro tempo? Game over. Jaylin Williams saiu do banco com 18 pontos, Chet Holmgren contribuiu com 17. Esse banco do Thunder é coisa de monstro.

    Vocês acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque pelo jeito que eles tão jogando, o bicampeonato tá mais perto do que longe. Próximo desafio é quarta-feira contra o Boston Celtics – aí sim vai ser teste de verdade.

  • Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Wemby demolindo: 26 pontos e 15 rebotes na maior goleada do ano

    Cara, o Victor Wembanyama simplesmente não para. Ontem à noite, o francês de 2,24m meteu 26 pontos, 15 rebotes e ainda bloqueou 5 arremessos na vitória dos Spurs por 136 a 111 sobre o Miami Heat. E olha só que absurdo: foi a sexta vitória consecutiva de San Antonio!

    Os Spurs viraram máquina de vencer

    Sinceramente, eu não esperava que os Spurs chegassem nesse nível tão rápido. Desde o começo de fevereiro, eles têm um aproveitamento monstro de 22-2 — o melhor da liga nesse período. Ontem eles abriram até 30 pontos de vantagem sobre o Heat, a maior diferença que qualquer visitante conseguiu em Miami nesta temporada.

    E não foi só o Wemby não. Keldon Johnson e Dylan Harper saíram do banco fervendo, cada um com 21 pontos. Stephon Castle também ajudou com 19. Esse elenco tá encaixado demais.

    Heat patinando na briga pelos playoffs

    Do outro lado, a situação do Heat tá complicada. Quinta derrota seguida e eles continuam empacados nessa briga louca da Conferência Leste pelos playoffs. Miami (38-34) tá na 9ª posição, mas olha que aperto: Philadelphia tem uma vitória a mais, Orlando tá meio jogo na frente, e Charlotte chegou a só meio jogo atrás.

    Norman Powell foi o cestinha do Heat com 21 pontos saindo do banco, mas não adiantou muita coisa. Bam Adebayo e Tyler Herro fizeram 18 cada, mas quando você toma 76 pontos só no primeiro tempo… aí complica.

    O mais impressionante é que Wembanyama já conseguiu pelo menos 26 pontos, 15 rebotes e 5 tocos em quatro jogos nesta temporada. O resto da liga inteira? Só uma vez — Zach Edey em novembro. É monstro demais esse garoto.

    Os Spurs (54-18) continuam na cola do Oklahoma City (57-15) na briga pelo primeiro lugar geral da NBA e vantagem de quadra nos playoffs. E vocês, acham que eles conseguem alcançar o Thunder? Essa temporada tá cada vez mais emocionante!