Autor: Leandro Amorim

  • NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    NBA quebra tudo: audiência explode em 24 anos de recorde!

    Gente, vocês viram isso? A NBA simplesmente destruiu todos os números de audiência da temporada passada. Estou falando de 170 milhões de espectadores americanos na temporada regular — o maior número em 24 anos! Vinte e quatro anos, pessoal. Isso significa que não víamos números assim desde 2001.

    E o mais louco? Foi um aumento de 86% comparado com a temporada anterior. Oitenta e seis por cento! Eu já esperava que os números fossem bons com toda a movimentação no mercado, mas isso aí passou das minhas expectativas mais otimistas.

    O novo contrato de US$ 76 bilhões fazendo a diferença

    Essa explosão marca o primeiro ano do novo acordo de direitos de transmissão da liga — um contrato monstruoso de 11 anos que vale mais de US$ 76 bilhões. Sinceramente, quando vi esse número pela primeira vez pensei “não é possível”, mas os resultados estão aí provando que valeu cada centavo.

    A grande sacada foi trazer a Amazon Prime Video e ressuscitar a parceria com NBC/Peacock, que ficou fora por anos. Junto com ABC/ESPN e NBA TV, agora temos quatro plataformas principais bombardeando basquete pra geral. E funcionou, né não?

    A audiência média das quatro plataformas chegou no maior pico em 13 anos — aumento de 35% comparado com a temporada passada. Foram 57 jogos com pelo menos 2 milhões de espectadores cada, o melhor número desde 2011-12.

    All-Star Game voltou a bombar na NBC

    Olha só que absurdo: o All-Star Game na NBC teve média de 8,8 milhões de telespectadores. É a maior audiência do meio da temporada em 15 anos! Eu lembro como o pessoal reclamava que o jogo das estrelas estava perdendo o brilho, mas parece que mudou de canal e mudou tudo.

    E tem mais — os jogos da fase de grupos da NBA Cup (aquele torneio no meio da temporada) tiveram aumento de 90% na audiência. Noventa por cento! Quem diria que uma competição meio artificial ia colar tanto assim.

    No total, foram mais de 920 milhões de horas assistidas — aumento de 25% e também o melhor desde 2011-12. Vocês conseguem imaginar esse número? É muita gente grudada na TV vendo nossos caras jogarem.

    Redes sociais também explodiram

    Fora da TV tradicional, as redes sociais da NBA geraram 228 bilhões de visualizações segundo a Videocites — crescimento de 13% comparado com a temporada anterior. Duzentos e vinte e oito bilhões. Minha cabeça nem processa direito um número desses.

    E não para por aí: a frequência nos ginásios nos últimos três anos superou qualquer período comparável na história da liga. O pessoal não tá só assistindo em casa — tá lotando as arenas também.

    Na minha opinião, a NBA acertou em cheio com essa estratégia de diversificar as transmissões. Ter o jogo em streaming, TV aberta, TV fechada… cada um assiste onde prefere e todo mundo fica feliz. E aí, vocês acham que esses números se mantêm na próxima temporada ou foi só o hype inicial do novo contrato?

  • Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Notas da temporada: quem mandou bem e quem decepcionou na NBA

    Cara, que temporada regular maluca essa de 2025-26, né? Com o playoff começando, é hora de fazer aquela análise clássica: quem entregou o que prometeu e quem simplesmente desapontou. E olha, teve surpresa pra caramba esse ano.

    Vou ser sincero com vocês – algumas dessas notas me surpreenderam mesmo. Time que todo mundo achava que ia brigar pelo lottery pick chegando nos playoffs, medalhão fazendo feio… enfim, a NBA nunca deixa de nos surpreender.

    Os monstros que mereceram nota A

    Boston Celtics (56-26) – Mano, depois que o Tatum rasgou o tendão de Aquiles, todo mundo pensou “era isso pro Boston”. Aí eles foram lá e trocaram Porzingis e Jrue Holiday, perderam o Horford… parecia receita pro desastre. Mas o Jaylen Brown simplesmente decidiu virar Super Saiyan e o Joe Mazzulla mostrou por que é um dos melhores técnicos da liga. 56 vitórias sem o seu astro principal? Isso é coisa de técnico do ano mesmo.

    Charlotte Hornets (44-38) – Gente, isso aqui é surreal. O Charlotte foi de 26 vitórias (previsão) pra 44 e ainda por cima garantiu vaga no play-in. Depois do All-Star break foram 18-9 – números absurdos! Quem diria que veríamos os Hornets brigando por playoff de novo? Primeira vez em quase uma década que eles têm essa chance real.

    Detroit Pistons (60-22) – Olha só essa loucura: de 14 vitórias em 2023-24 pra 60 agora. SESSENTA! Isso só aconteceu duas vezes na história da franquia. O Cade Cunningham virou candidato a MVP (e merece), o Jalen Duren explodiu de vez… Detroit voltou a ser aquele time físico e cascudo que a gente conhece. Que evolução absurda.

    Phoenix renasceu das cinzas

    Phoenix Suns (45-37) – Sinceramente? Todo mundo achava que eles iam terminar em último lugar. EU achava isso também, não vou mentir. Mas o técnico Jordan Ott (que contratação, hein?) criou uma cultura de trabalho que funcionou. 45 vitórias sendo que a previsão era 30? Agora vão ter que ganhar na sexta pra garantir playoff, mas já foi um sucesso tremendo.

    San Antonio Spurs (62-20) – E o Wemby, galera? Depois daquela temporada passada complicada com o problema do coágulo… ninguém imaginava 62 vitórias. O cara simplesmente voltou e mostrou por que é considerado o futuro da liga. San Antonio de volta ao topo – que nostalgia boa!

    E vocês, qual resultado mais os surpreendeu?

    Eu confesso que não esperava tanto do Charlotte e do Detroit. Phoenix também foi uma surpresa positiva gigante. Já o Boston, mesmo sem Tatum, tem essa cultura vencedora que impressiona.

    Claro que ainda tem as notas B, C, D e F pra falar – e acreditem, tem muita decepção por aí também. Mas esses cinco times que tiraram A realmente merecem os parabéns. Superaram expectativas de forma espetacular.

    O que vocês acham? Quem mais merecia estar nessa lista dos melhores da temporada regular?

  • NBA explode na audiência: 86% de aumento é só o começo

    NBA explode na audiência: 86% de aumento é só o começo

    Mano, vocês viram os números que a NBA divulgou? Eu tô impressionado — e olha que eu já esperava coisa boa com essas mudanças todas na transmissão.

    170 milhões de americanos assistiram jogos da NBA nesta temporada regular. Cento e setenta milhões! É quase metade da população dos Estados Unidos vendo basquete. E o mais absurdo: isso representa um crescimento de 86% comparado à temporada passada.

    A revolução do streaming chegou de vez

    A grande novidade foi o Amazon Prime Video entrando no pedaço pela primeira vez. Eu confesso que fiquei meio cético no início — será que o pessoal ia se adaptar a assistir NBA no streaming? Mas cara, deu super certo.

    E o retorno da NBC depois de uma geração fora? Nostálgico demais. Quem é mais velho deve lembrar dos tempos áureos da liga nos anos 90 com a NBC transmitindo. Agora eles voltaram junto com o Peacock, e pelo visto o público abraçou.

    O contrato novo de 11 anos por mais de 76 bilhões de dólares que começou nesta temporada claramente foi um investimento certeiro. Quando você diversifica as plataformas assim, consegue alcançar muito mais gente.

    Os números que mais me chamaram atenção

    Olha só esses dados: 57 jogos tiveram média de mais de 2 milhões de telespectadores. É o maior número desde 2011-12! E não é só quantidade — as pessoas estão assistindo mais tempo também. Foram mais de 920 milhões de horas assistidas, um aumento de 25%.

    O All-Star Game na NBC teve média de 8.8 milhões de telespectadores. Desde 2011 não via um número assim para o jogo das estrelas. Será que foi só a nostalgia da volta da NBC ou o formato novo realmente funcionou melhor?

    E vocês sabem o que mais me deixa animado? A NBA Cup (aquele torneio no meio da temporada que muita gente criticou) teve 90% de aumento na audiência nos jogos da fase de grupos. Eu era meio cético com essa competição, mas parece que tá funcionando.

    Nas redes sociais também bombou

    228 bilhões de visualizações nas redes sociais da NBA. É difícil até processar esse número, né? Um crescimento de 13% que mostra como a liga entendeu que precisa estar presente em todas as plataformas.

    E não é só TV não — os ginásios também tão lotados. As últimas três temporadas tiveram a maior média de público na história da liga. O basquete tá realmente em alta em todos os aspectos.

    Sinceramente, acho que estamos vendo uma nova era dourada da NBA chegando. Com essas novas parcerias de transmissão, mais acessibilidade pro público e jogadores cada vez mais talentosos, o futuro da liga parece brilhante mesmo.

    E vocês, notaram essa explosão na audiência? Mudaram alguma coisa na forma de assistir os jogos com essas novas opções?

  • Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Wolves prontos pra ‘virar a chave’ depois de temporada irregular

    Cara, o Anthony Edwards viu a ovação que o Kevin Garnett tava recebendo da torcida dos Wolves e correu pra dar um abraço no lendário ala. Oito anos longe de Minneapolis, e o KG voltou pra dar aquela energia que só ele sabe dar.

    “Ele é o maior Timberwolf de todos os tempos”, disse o Ant-Man depois do treino. “Foi gigante ter ele de volta no ginásio, e espero que ele apareça nos playoffs pra nos dar mais energia.”

    E olha, energia é exatamente o que esse time precisa.

    Experiência existe, mas cadê a consistência?

    Depois de chegar nas finais da Conferência Oeste nos últimos dois anos, os Wolves têm toda a experiência do mundo pra fazer barulho nesses playoffs. O problema? Os últimos três meses foram meio… meh.

    “Sabemos que time podemos ser e quem fomos. A questão é se conseguimos manter isso”, admitiu o técnico Chris Finch. “Você nunca quer ser um time que precisa ‘virar a chave’, mas temos uma chave pra virar, e temos que fazer isso agora.”

    Sinceramente? Meio preocupante quando seu próprio técnico fala isso, né não?

    O motor desse time continua sendo o Edwards — quatro vezes All-Star, líder nato. Mas ele mesmo reconhece que fez parte do problema durante algumas fases ruins da temporada.

    Edwards admite: “Só querendo chegar nos playoffs”

    “Às vezes parecia que estávamos só tentando passar pela temporada regular pra chegar nos playoffs”, confessou o Edwards, que fez sua melhor temporada estatística: 28.8 pontos por jogo, 48.9% nos arremessos, 39.9% de três (todos recordes pessoais).

    Os números são monstruosos, mas o cara tá certo — dava pra sentir que faltava aquele gás extra durante a temporada.

    O que mais me preocupa é a defesa. Saíram do 1º lugar em 2023-24 pro 8º lugar agora. Isso não é só estatística, é perda de identidade mesmo. O Rudy Gobert, que já levou três prêmios de Melhor Defensor, sabe que a coisa tá séria:

    “Quando nosso grupo não tem escolha, geralmente aparece. Mais uma vez está tudo nas nossas mãos.”

    Ant-Man descansado e em forma

    Uma notícia boa: o Edwards jogou apenas 61 jogos (recorde pessoal negativo) por causa de dores no joelho, mas aproveitou pra se cuidar. Perdeu peso, chegou aos 218 libras — o mais baixo desde os 18 anos.

    “Não joguei muito no último mês”, disse ele, “então tô tentando voltar pro ritmo.”

    Olha, eu tô curioso pra ver se esse time consegue mesmo “virar a chave” contra o Denver no sábado. Vocês acham que dá pra confiar nos Wolves depois dessa temporada irregular? Experiência eles têm, talento também… mas será que o foco vai aparecer quando mais precisar?

  • NBA vai investigar pisão do LaMelo Ball que machucou Bam Adebayo

    NBA vai investigar pisão do LaMelo Ball que machucou Bam Adebayo

    Olha, eu sabia que essa história não ia ficar barata. A NBA anunciou que vai investigar oficialmente aquela jogada polêmica do LaMelo Ball que deixou Bam Adebayo machucado no play-in de terça-feira. E sinceramente? Era o mínimo que tinham que fazer.

    A situação foi assim: Charlotte ganhou do Miami por 127-126 na prorrogação — jogaço, aliás — mas o que todo mundo tá comentando é aquela rasteira que o LaMelo deu no Bam no segundo quarto. O cara do Heat pegou o rebote, tentou ficar em quadra, e o Ball simplesmente… deu um peteleco no pé dele. Resultado? Bam no chão com lesão nas costas e só 11 minutos de jogo.

    Spoelstra não perdoou

    Erik Spoelstra não tava pra brincadeira depois do jogo. O técnico foi direto: “Não acho fofo, não acho engraçado. É uma jogada estúpida e perigosa”. Cara, quando o Spo fala desse jeito, é porque a coisa tá séria mesmo.

    O mais revoltante? Os árbitros nem viram na hora. Zach Zarba explicou depois que não dava pra revisar porque não pararam o jogo na hora — aí quando foi ver, já era tarde demais. Que sistema é esse, mano?

    LaMelo pediu desculpas (duas vezes)

    O LaMelo pelo menos teve a decência de pedir desculpas. Disse que levou uma pancada na cabeça e ficou meio perdido, que ia ver como o Bam tava e tal. Mas aí que tá — os caras descobriram um vídeo de janeiro de 2024 onde o Ball faz praticamente a mesma coisa com o Adebayo!

    Coincidência? Sei não, viu. Quando é uma vez, pode ser acidente. Duas vezes com o mesmo jogador? Aí complica.

    A liga já entrou em contato com os dois times e vai entrevistar o LaMelo. As fontes dizem que pode rolar uma falta flagrante 1 ou até 2, mas suspensão é difícil. Na minha opinião, deveria sim levar pelo menos um jogo. Esse tipo de coisa não pode passar batido.

    E vocês, o que acham? Foi intencional mesmo ou só um lance infeliz do jogo? Porque pra mim, duas vezes com o mesmo cara não é coincidência não.

  • Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Play-in da NBA tá pegando fogo: 76ers vs Magic e Warriors vs Clippers

    Galera, a coisa tá esquentando na NBA! O play-in tournament continua hoje com dois jogaços que podem definir quem vai pros playoffs de verdade.

    No Leste, temos Orlando Magic contra Philadelphia 76ers — e olha, essa é uma daquelas batalhas que pode ir pra qualquer lado. Os dois times terminaram a temporada regular com 45 vitórias e 37 derrotas cada. Coincidência? Acho que não.

    Magic chegando com moral

    O Magic vinha numa sequência absurda de cinco vitórias seguidas antes de perder o último jogo da temporada pros Celtics (que estavam poupando todo mundo, né). Sinceramente, acho que esse time de Orlando tá mais maduro do que a galera imagina.

    Já os 76ers ganharam os dois últimos jogos depois de perder três seguidos. Meio instável, mas quando funciona… funciona mesmo. A Filadélfia levou a melhor no confronto direto da temporada, mas os times não se enfrentam desde janeiro — ou seja, tudo pode acontecer.

    No Oeste: lenda contra lenda

    E do lado de lá, prepara o coração: Warriors contra Clippers. Stephen Curry versus Kawhi Leonard. Dois ex-MVPs das Finais se enfrentando no play-in — primeira vez na história que isso acontece, segundo a ESPN.

    O Leonard teve uma das melhores temporadas da carreira: 27.9 pontos, 6.4 rebotes e 1.9 roubadas de bola por jogo. Monstro. Já o Curry jogou apenas 43 partidas por causa de uma lesão no joelho (a menor marca desde 2019-20), mas ainda assim cravou 26.6 pontos por jogo. Esse cara é diferenciado.

    Os Clippers ganharam três dos quatro confrontos diretos na temporada regular. Mas Warriors em jogo decisivo? Eu não duvido de nada.

    E agora, quem passa?

    No Leste, quem ganhar entre Magic e 76ers pega o segundo colocado Boston Celtics. Quem perder ainda tem chance: joga contra o Charlotte Hornets (que eliminou o Miami Heat ontem de virada, 127-126 na prorrogação — que jogaço!).

    No Oeste, a situação é parecida. Vencedor de Warriors x Clippers encara o Phoenix Suns na sexta. O perdedor? Vai pra casa. Já que o Portland Trail Blazers surpreendeu todo mundo ontem e eliminou os Suns por 114-110.

    Cara, eu tô ansioso demais pra esses jogos. O play-in sempre entrega emoção, e hoje não vai ser diferente. Vocês acham que os veteranos Warriors conseguem se impor, ou os Clippers vão mostrar que são o time mais completo?

  • LaMelo se desculpa por lance polêmico que machucou Bam Adebayo

    LaMelo se desculpa por lance polêmico que machucou Bam Adebayo

    Cara, que situação complicada rolou na vitória do Charlotte Hornets sobre o Miami Heat por 127-126 no play-in. O jogo foi eletrizante, mas teve um lance que deixou todo mundo falando — e não pelo motivo certo.

    No primeiro quarto, durante uma disputa de rebote, LaMelo Ball acabou derrubando Bam Adebayo de uma forma bem controversa. O garoto do Hornets já tinha caído no chão quando fez um movimento com a mão que passou por baixo dos pés do Bam, mandando o cara direto pro chão.

    Lance intencional ou acidente?

    Olha, vou ser sincero: assistindo o replay, o movimento do LaMelo pareceu bem suspeito. Muita gente nas redes sociais já tava chamando de jogada suja, e eu entendo o revolta. O Bam é literalmente o cara mais importante do Heat dos dois lados da quadra, e perdê-lo logo no começo do jogo mudou tudo.

    O pivô do Miami só conseguiu jogar 11 minutos antes de ter que sair machucado. Numa partida que foi decidida por apenas um ponto na prorrogação, faz toda diferença ter ou não ter seu melhor jogador em quadra.

    Pedido de desculpas tardio

    Depois da vitória, LaMelo veio a público se desculpar pelo lance: “Eu peço desculpas por isso. Levei uma pancada na cabeça e não sabia muito bem onde estava, mas vou procurá-lo para ver se ele está bem”.

    Sinceramente, acho que o garoto fez certo em se desculpar, mas o estrago já estava feito. O Heat teve que jogar praticamente o jogo inteiro sem seu melhor jogador, e isso pesou demais no final.

    Kel’el Ware até tentou dar conta do recado no lugar do Bam, mas convenhamos — não é a mesma coisa. O Hornets basicamente teve carta branca no garrafão nos momentos decisivos, sem ter que se preocupar com a presença intimidadora do Adebayo.

    E aí, vocês acham que foi intencional mesmo ou só um acidente infeliz? Porque pelo que vi, o LaMelo realmente levou uma pancada antes, mas aquele movimento da mão foi no mínimo questionável. O que importa agora é que o Hornets segue vivo na briga pela oitava posição, e vamos ver como isso vai afetar o grupo daqui pra frente.

  • Coby White salvou os Hornets quando mais precisavam — que jogada!

    Coby White salvou os Hornets quando mais precisavam — que jogada!

    Olha só, o LaMelo Ball até levou os créditos pelo final dramático dos Charlotte Hornets contra o Miami Heat (127-126 na prorrogação), mas cara… quem realmente salvou a pátria foi o Coby White. E que salvamento!

    A situação era desesperadora: Hornets perdendo por três (114-111), segundos finais do tempo regulamentar, e o time precisando de um milagre. O LaMelo estava construindo uma casa de tijolos do perímetro, e o rookie Kon Knueppel simplesmente não conseguia render. Foi aí que Charles Lee chamou a jogada certa — e o veterano não decepcionou.

    O arremesso que mudou tudo

    White acertou uma bola de três absurdamente difícil para empatar o jogo e levar para a prorrogação. Sinceramente? Eu já estava me preparando para ver os Hornets voltarem pra casa mais cedo, mas o cara simplesmente resolveu aparecer no momento mais importante da temporada.

    “Ele tem sido gigante desde que chegou aqui”, disse o técnico Charles Lee depois do jogo. “Mostrou novamente quem ele é numa partida decisiva — ganha ou vai pra casa. Não teve um primeiro tempo grande, mas continuou tentando e encontrou o caminho.”

    E é isso que eu mais admiro no White — a mentalidade. O cara já jogou quatro play-ins consecutivos. Quatro! Ele sabe como é a pressão, conhece o clima, e mais importante: não treme na hora H.

    Experiência que faz a diferença

    Vocês perceberam como ele estava meio sumido no último quarto? Eu tava até estranhando, porque o cara tinha pegado fogo no terceiro período. Mas Charles Lee guardou ele justamente pra esses momentos — e que sacada, hein?

    White chegou dos Bulls no deadline e comprou total a ideia de ser o sexto homem desse time. Com 17 pontos só no segundo tempo, mostrou que veterano experiente faz toda diferença quando a coisa aperta. Enquanto o rookie fenômeno Knueppel sentiu a pressão (normal, né?), foi o “velhão” de 26 anos que carregou o piano.

    Agora os Hornets estão a um passo dos playoffs de 2026. E olha que time interessante eles montaram — LaMelo com todo o talento do mundo, um rookie promissor, e veteranos inteligentes como o White pra equilibrar a equipe.

    Que jogo, pessoal. Essas partidas do play-in são sempre um infarto, mas quando dá certo… que sensação boa, né?

  • A cara do Blake Griffin após a bomba do Coby White foi impagável

    A cara do Blake Griffin após a bomba do Coby White foi impagável

    Cara, eu vi essa cena ao vivo e quase cuspi o guaraná na TV. O Coby White meteu uma bomba de 3 pontos nos segundos finais contra o Miami Heat, empatou o jogo pro Charlotte Hornets, e a reação do Blake Griffin no estúdio foi simplesmente perfeita.

    O homem ficou de boca aberta — literalmente. Aquela cara de “não acredito no que acabei de ver” que todo mundo que acompanha basquete já fez pelo menos uma vez na vida. Do lado dele, o Udonis Haslem (que é torcedor declarado do Heat) balançando a cabeça em puro desespero. Mano, essa imagem resumiu perfeitamente o que foi esse jogaço.

    A bomba que salvou os Hornets

    Vamos contextualizar: Charlotte estava praticamente eliminado do Play-In Tournament. Faltavam 11 segundos, eles precisavam de uma cesta de 3 pra empatar, e quem aparece? Coby White, que nem titular é, saindo do banco pra meter uma bomba completamente desequilibrado.

    E olha, não foi só sorte não. O cara teve uma noite monstro: 19 pontos em 26 minutos, acertou 5 de 3, pegou 5 rebotes e ainda fez 3 assistências. Sinceramente, quando o Hornets contratou ele em fevereiro, eu achei que ia ser mais um jogador qualquer. Que bom estar errado às vezes.

    Por que essa reação do Griffin foi tão especial?

    Blake Griffin sabe o que é pressão. O cara foi 5 vezes All-Star, jogou grandes momentos na carreira — e mesmo assim ficou chocado com o que viu. Isso mostra o nível da jogada do White.

    E vocês viram como o LaMelo Ball fechou o jogo na prorrogação? Bandeja no finalzinho, 127-126, Hornets classificado. Mas convenhamos: sem aquela bomba do White, não teria nem prorrogação pra acontecer.

    Agora é esperar pra ver se Charlotte consegue manter esse embalo na próxima fase. Enfrentar Orlando ou Philadelphia na sexta-feira não vai ser moleza, mas depois de uma noite dessas, qualquer coisa é possível. E aí, acham que os Hornets conseguem ir longe nesse Play-In?

  • Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que o Curry ia ter restrição de minutos no play-in, meu coração apertou um pouco. Cara voltou de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos seguidos, e agora os Warriors precisam dele mais do que nunca contra os Clippers.

    Steve Kerr foi bem direto ao explicar a situação na rádio. Não é questão de querer limitar o cara por estratégia — é literalmente porque ele não consegue aguentar mais minutos e manter a eficiência. “Não é sobre o quanto queremos ganhar, é sobre quantos minutos os caras conseguem literalmente jogar e continuar efetivos”, disse o técnico.

    A realidade da situação

    E não é só o Curry não. Al Horford e Kristaps Porzingis também estão na mesma situação. Kerr foi claro: é uma mistura de condicionamento físico e risco de lesão. “As duas coisas andam juntas”, explicou.

    Cara, eu entendo a preocupação do Kerr. O Curry tem 36 anos e acabou de voltar de uma lesão séria. Forçar a barra agora pode significar perder ele de vez nos playoffs — se é que chegarem lá.

    O dilema dos Warriors

    A situação é complicada, né? Os Warriors estão na 10ª posição e vão enfrentar os Clippers amanhã. Se ganharem, pegam os Suns na sexta pela 8ª colocação. Mas como você joga um jogo eliminatório com seu melhor jogador limitado?

    Na minha opinião, é um risco calculado. Melhor ter 25-30 minutos de Curry efetivo do que 40 minutos de um cara que não consegue produzir no final do jogo. E sinceramente? Depois de tudo que esse time já passou, eles sabem como gerenciar essas situações.

    Vocês acham que os Warriors conseguem passar dos Clippers mesmo com essas limitações? Eu tô torcendo, mas confesso que tô nervoso com essa história toda.