Autor: Leandro Amorim

  • Wemby quer o MVP e não aceita discussão: ‘Deveria liderar a corrida’

    Wemby quer o MVP e não aceita discussão: ‘Deveria liderar a corrida’

    Olha, o Wembanyama decidiu que não vai mais ficar na retranca. O francês monstro do Spurs bateu o pé e disse o que todo mundo já sabia: ele quer o MVP desta temporada e, na visão dele, nem deveria ter debate.

    Depois de mais uma exibição dominante na vitória de 136-111 contra o Heat — que selou o título da divisão Southwest para os Spurs —, o garoto de 2,24m foi direto ao ponto: “Eu penso sobre isso sim. Acho que agora existe um debate, e deveria existir, mesmo eu acreditando que deveria liderar a corrida. Estou tentando garantir que no final da temporada não haja mais debate”.

    Cara, que confiança é essa? E olha que ele tem razão pra falar assim.

    Os números não mentem

    Wemby está fazendo médias de 24.3 pontos, 11.2 rebotes, 3.0 assistências e 3.0 tocos por jogo. Quer saber o que isso significa? Só seis jogadores na história da NBA conseguiram fazer isso numa temporada. Kareem fez cinco vezes, Hakeem duas, e Shaq, Patrick Ewing e David Robinson uma vez cada. O sexto cara dessa lista seleta? O próprio Wembanyama, que já tinha feito isso na temporada passada (em apenas 46 jogos, diga-se de passagem).

    É surreal pensar que um moleque de 22 anos está numa lista com essas lendas, não é?

    Nas casas de apostas, o atual MVP Shai Gilgeous-Alexander ainda é o favorito, seguido pelo Doncic. Wemby aparece em terceiro, na frente até do Jokic. O problema é que existe aquela regra chata dos 65 jogos mínimos — Jokic só pode perder mais um jogo, e o francês pode faltar no máximo três vezes.

    A campanha do gigante francês

    O mais legal é que Wembanyama não está só falando por falar. Ele tem argumentos sólidos, e dividiu sua “campanha” em três pontos principais.

    Primeiro: “Defesa é 50% do jogo e está sendo desvalorizada na corrida do MVP. Acredito que sou o jogador mais impactante defensivamente na liga”. E sinceramente, quem discorda disso? O cara é um garrafão ambulante que bloqueia tudo que vê pela frente.

    Segundo ponto foi uma cutucada direta no favorito: “Quase varremos o OKC na temporada e dominamos eles três vezes com o time completo”. Ouch. Imagina o Shai ouvindo isso…

    O terceiro argumento foi mais sutil: “Impacto ofensivo não é só pontos”. E ele tem razão — assistências, espaçamento, como os adversários precisam se ajustar… tudo isso conta.

    Os Spurs estão voando

    Com 54 vitórias e 18 derrotas, San Antonio vai ser cabeça de chave 1 ou 2 no Oeste. Vinte e duas vitórias nos últimos 24 jogos. É um absurdo o que esse time está fazendo, e obviamente o Wembanyama é o grande responsável.

    O técnico Mitch Johnson está completamente apaixonado pelo seu craque: “Ele afeta o jogo de todas as formas possíveis — na quadra, nos dois lados da bola, com e sem a posse… tanto quanto qualquer outro jogador que já vi”.

    Vocês acham que o Wemby consegue tirar o MVP do Shai? Na minha opinião, se os Spurs terminarem com a primeira colocação geral e ele mantiver esses números defensivos absurdos, vai ser difícil negar. O problema é que os eleitores ainda têm aquele preconceito com jogadores muito novos pra MVP.

    Mas uma coisa é certa: MVPs vão chegar pra esse monstro. A questão é se vai ser agora ou se ele vai ter que esperar mais um pouco.

  • Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Lauren Betts mete 35 pontos e UCLA atropela rumo ao Sweet 16

    Gente, eu preciso falar sobre o que a Lauren Betts fez ontem à noite. A garota simplesmente DESTRUIU, marcando 35 pontos — recorde da carreira dela — numa vitória de 87-68 da UCLA sobre Oklahoma State. E olha, não foi nem perto de ser jogo duro.

    Os Bruins (33-1) chegaram a abrir 25 pontos de vantagem no primeiro tempo, jogando em casa no Pauley Pavilion. A torcida foi ao delírio quando Betts saiu faltando um minuto pro fim — foi o último jogo dela em casa, então imaginem a emoção. Até o Dwyane Wade tava lá na arquibancada com a Gabrielle Union e a filha deles de 7 anos assistindo ao show.

    Números absurdos da Betts

    Olha só esses números: 15 de 19 nos arremessos e ainda pegou 9 rebotes. É monstruoso mesmo. Quando Oklahoma State tentou uma reação no terceiro quarto (cortaram a desvantagem pra 13 pontos), foi ela quem fechou a torneira. Marcou 10 dos últimos 12 pontos do período pra UCLA.

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão fácil assim. As Cowgirls começaram perdidas — erraram 14 de 16 arremessos no primeiro quarto e ainda entregaram 6 bolas. Resultado? UCLA abriu 21-6 logo de cara.

    Rumo ao confronto de gigantes

    Agora vem o interessante: UCLA vai enfrentar Minnesota no Sweet 16, e é um duelo entre times da Big Ten. Na temporada regular, os Bruins já tinham passado por cima das Golden Gophers por 76-58, mas March Madness é outra história, né?

    O que mais me impressiona é a consistência dessa UCLA. Essa foi a quarta classificação consecutiva pro Sweet 16, e elas tão claramente mirando uma volta ao Final Four. Com uma campanha de 33-1 e destruindo todo mundo no caminho, é difícil apostar contra elas.

    Vocês acham que alguém consegue parar esse rolo compressor dos Bruins? Porque pelo jeito que elas tão jogando, o título pode muito bem passar por Los Angeles esse ano.

  • Moses Moody sofre lesão horrível no joelho e sai de maca

    Moses Moody sofre lesão horrível no joelho e sai de maca

    Gente, que lance terrível aconteceu ontem à noite no jogo dos Warriors. Moses Moody teve que sair de maca depois de uma lesão no joelho que deu até arrepio de ver.

    A situação foi assim: Warriors ganhando dos Mavericks na prorrogação, 137 a 131, e o Moody rouba a bola com uns 60 segundos no relógio. Bandeja livre na frente, aquelas que você faz até dormindo. Só que na hora do impulso, cara, o negócio desandou feio.

    O momento que ninguém queria ver

    O pivô da questão é que o Moody plantou o pé esquerdo pra subir pro aro e simplesmente desistiu da enterrada no meio do caminho. Levou a mão direto pro joelho e despencou ali embaixo da cesta. Deu pra ver que era coisa séria pela reação dele.

    O banco dos Warriors reagiu na hora — aquela reação que você já sabe que a coisa tá feia. Os médicos correram pra quadra e ainda cobriram o joelho dele pra ninguém ver direito. Sinceramente, essas horas que você percebe como o basquete pode ser cruel.

    Noite que começou bem, terminou mal

    O mais bizarro é que o Moody tava tendo uma noite monstro: 23 pontos, 3 rebotes e 3 assistências. Jogando pra caramba numa prorrogação decisiva contra Dallas. E aí, num lance rotineiro desses, acontece isso.

    Eu já vi muito joelho estourar no basquete, mas essa situação do cara desistir da jogada no meio do movimento é de dar um frio na barriga. Você imagina a dor que deve ter sido pra ele simplesmente parar de pular assim, né?

    Por enquanto não saiu o diagnóstico oficial, mas vendo a cena toda e o fato de precisar de maca… cara, não tô com expectativa boa não. Vocês acham que pode ser ligamento cruzado? Espero muito que seja só susto, mas essas lesões de joelho no basquete são sempre preocupantes.

    O Warriors acabou levando o jogo, mas imagino que a comemoração ficou meio sem graça depois dessa. Agora é torcer pro Moody se recuperar logo e voltar pra quadra.

  • Jalen Williams volta e Thunder segue imparável: 12 vitórias seguidas

    Jalen Williams volta e Thunder segue imparável: 12 vitórias seguidas

    Cara, o Thunder tá simplesmente voando — e agora com Jalen Williams de volta, a coisa ficou ainda mais séria. Depois de ficar praticamente dois meses parado por causa de uma lesão no posterior da coxa (sim, aquela chatice que não deixa ninguém em paz), o cara voltou ontem contra o Sixers e mostrou que não perdeu o timing.

    18 pontos, 4 rebotes e 6 assistências em apenas 20 minutos. Vinte minutos! E o mais importante: ele disse que finalmente — FINALMENTE — o pulso operado tá 100%. “Tá melhor do que nunca”, foram as palavras dele. Imagina a sensação de não saber como suas mãos vão responder quando você entra em quadra? Pois é, era isso que ele tava passando desde o começo da temporada.

    A temporada complicada do Williams

    Olha, sinceramente? Eu não esperava que a temporada ia ser tão complicada pro Williams. O cara foi protagonista na conquista do primeiro título do Thunder em junho (que campanha absurda, né?), aí fez cirurgia no pulso no período de descanso e só conseguiu estrear lá pro final de novembro.

    Quando voltou, parecia que ia desenrolar. Mas aí veio essa lesão no posterior da coxa que simplesmente não sarava. Resultado: das últimas 28 partidas antes de ontem, ele tinha jogado apenas 2. Duas!

    E sabe o que mais me impressiona? O cara não tá reclamando. Disse que se estivesse em outro time talvez ficaria mais frustrado, mas que o ambiente do Thunder é tão bom que isso o ajuda a se manter positivo. Maturidade total.

    Thunder na briga pelo bi inédito

    Agora vem a parte que me deixa mais animado: o Thunder tá tentando algo que nenhum time consegue desde o Warriors em 2017-18 — ser bicampeão. Oito anos sem nenhum time conseguir repetir o título. Oito!

    E mesmo com todas essas lesões (Shai Gilgeous-Alexander perdeu 12 jogos, Williams praticamente a temporada toda, Hartenstein, Caruso… a lista não para), eles seguem dominando. Doze vitórias seguidas e um recorde de 15-1 desde o All-Star Break. É de outro planeta.

    O mais louco? Ontem foi apenas a sexta vez na temporada que o quinteto titular da final de junho jogou junto. Seis vezes! E mesmo assim eles tão onde tão. Imagina quando todo mundo estiver 100%…

    Vocês acham que o Thunder consegue o bi histórico? Com o Williams voltando no timing certo e o time pegando embalo, eu tô começando a acreditar cada vez mais. Quarta-feira eles enfrentam o Celtics em Boston — vai ser um belo teste pra ver se a máquina tá mesmo azeitada pro que vem pela frente.

  • VJ Edgecombe mete 35, mas Sixers caem pro Thunder na volta de McCain

    VJ Edgecombe mete 35, mas Sixers caem pro Thunder na volta de McCain

    Olha, quando o jogo mais esperado da sua temporada é o retorno de um cara que você trocou no deadline, a coisa não tá boa mesmo não.

    Os Sixers tomaram uma surra de 123-103 do Oklahoma City Thunder na última segunda-feira. E olha, “Hospital Sixers” é apelido que cola — metade do elenco tá no departamento médico.

    VJ Edgecombe foi um monstro

    Mas cara, que show foi esse do VJ Edgecombe! O moleque meteu 35 pontos contra uma das melhores defesas da liga. Foi 14 de 28 nos arremessos e — pasmem — 7 de 15 de três pontos. Recorde da carreira dele do perímetro.

    Sinceramente, não esperava que ele conseguisse furar a defesa do Thunder assim. O cara tava usando as cortinas perfeitamente e mandando aquele pull-up do meio da quadra com uma facilidade absurda. É impressionante como ele evoluiu desde que chegou em Philly.

    Do outro lado, Shai Gilgeous-Alexander fez os 22 dele sem forçar muito. Quando um cara desse nível não precisa se esforçar pra fazer 22, você já sabe que o jogo não vai ser bom pro seu time.

    McCain voltou pra casa (e doeu)

    E aí, o que acharam da volta do Jared McCain? O garoto fez 13 pontos em 5 de 11 arremessos — justamente o suficiente pra deixar todo mundo pistola. As duas primeiras bolas de três que ele acertou foram com movimento, jogando com o pivô dele. Exatamente o tipo de coisa que ele não conseguia fazer consistentemente quando tava aqui.

    Os aplausos quando ele entrou foram altos, mas quando ele acertou aqueles arremessos… cara, deu pra sentir o silêncio no Wells Fargo Center. O Maxey ali na lateral fazendo carinha de “podia ser eu fazendo isso”.

    A real é que McCain tá jogando com muito mais confiança no Thunder. Será que o problema era mesmo o sistema dos Sixers ou faltava paciência mesmo?

    Enfermaria lotada de novo

    Pra completar o cenário de terror, os Sixers seguem com aquela lista de lesionados que não acaba mais: Tyrese Maxey (dedo), Joel Embiid (oblíquo), Paul George (suspenso), Kelly Oubre Jr. (cotovelo), Johni Broome (menisco) e agora até Quentin Grimes ficou fora por doença.

    Com esse tanto de desfalque, sobrou pro VJ carregar o piano. E olha, ele carregou mesmo — 35 pontos não é brincadeira não. Mas basquete é esporte coletivo, né? Um cara sozinho não ganha jogo na NBA, por melhor que seja a performance individual.

    Os Sixers tão com 39 vitórias e 33 derrotas, esperando os resultados do Magic e Hawks pra saber se sobem na tabela. Com essa zaga toda machucada, vai ser difícil fazer barulho nos playoffs. Mas quem sabe o VJ não continua nesse nível?

  • VJ Edgecombe mete 7 de três e salva a honra dos 76ers lesionados

    VJ Edgecombe mete 7 de três e salva a honra dos 76ers lesionados

    Mano, não tem jeito. Os Philadelphia 76ers viraram oficialmente o “Hospital Sixers” e ontem à noite foi só mais um capítulo dessa novela médica. Perderam de 123-103 pro Oklahoma City Thunder, mas o que realmente importa aqui é o show que o rookie VJ Edgecombe fez na quadra.

    Pra vocês terem noção do caos: sem Embiid (oblíquo), sem Maxey (dedo), sem Paul George (suspenso) e sem Kelly Oubre Jr. (cotovelo). Basicamente sobrou pro Edgecombe e a gurizada enfrentar o melhor time da NBA. E o moleque respondeu à altura.

    35 pontos de puro talento

    Edgecombe não brincou em serviço. Cravou 35 pontos — melhor marca da partida — com SETE bolas de três. Sete! Recorde pessoal do garoto. E olha que começou meio travado, acertando só 3 de 10 no primeiro quarto. Mas aí que tá o diferencial dos monstros: não desistem.

    No segundo tempo, o cara virou uma máquina de pontos. 9 de 14 nos arremessos de quadra e 4 de 7 do perímetro. Contra a defesa do Thunder, que não é moleza pra ninguém. Sinceramente, foi o tipo de performance que faz a gente esquecer temporariamente que o time tá destruído de lesão.

    E vocês viram a forma como ele comandou o ataque? Rookie assumindo a responsabilidade, partindo pro contra-ataque, aproveitando cada brecha que o OKC dava. Foi uma aula de como não se intimidar mesmo estando em desvantagem numérica absurda.

    O drama McCain que todo mundo esperava

    Agora, tem uma parte dessa história que eu não podia deixar passar. Jared McCain, ex-76ers que agora joga pelo Thunder, entrou no primeiro quarto e meteu duas bolas de três consecutivas. Como se estivesse mandando um recado pro time que o dispensou.

    A reação do Tyrese Maxey no banco foi impagável — dá pra ver a cara de “que saudade desse moleque” misturada com um pouco de arrependimento. McCain sempre foi querido pela torcida e pela equipe, então ver ele destruindo logo de cara deve ter doído um pouquinho.

    Olha, sendo realista aqui: era impossível os Sixers ganharem esse jogo. Thunder veio de 11 vitórias seguidas, time completo, jogando em casa. Mas conseguir uma performance dessas do Edgecombe já valeu como vitória moral. O moleque mostrou que tem estrutura pra ser peça fundamental quando o elenco estiver inteiro.

    Paul George volta na quarta-feira contra o Chicago Bulls, e talvez — só talvez — a gente comece a ver esse time mostrando um pouco mais do seu potencial real. Até lá, é torcer pra enfermaria não ganhar mais pacientes.

  • Senators fazem história defensiva com apenas 4 zagueiros em quadra

    Senators fazem história defensiva com apenas 4 zagueiros em quadra

    Cara, eu já vi muito jogo maluco de hockey na minha vida, mas o que rolou ontem à noite no Madison Square Garden foi simplesmente absurdo. Os Ottawa Senators conseguiram segurar os New York Rangers em apenas nove arremessos ao gol — o menor número registrado por qualquer time da NHL desde 2003. Nove arremessos, gente. Nove!

    E o mais impressionante? Fizeram isso jogando com apenas quatro defensores por mais da metade da partida. Thomas Chabot saiu no final do primeiro período depois de levar uma tacada no braço direito, e Lassi Thomson — que estava jogando seu primeiro jogo desde novembro de 2022 — se machucou no segundo tempo.

    Uma defesa de outro mundo

    Olha, eu acompanho NHL há anos e sinceramente nunca vi uma atuação defensiva tão dominante assim. Os Senators já estavam sem dois dos seus quatro principais defensores (Jake Sanderson e Nick Jensen), e ainda perderam mais dois durante o jogo. Mesmo assim, conseguiram fechar completamente o ataque dos Rangers.

    Jordan Spence patinou por incríveis 26 minutos e 44 segundos — recorde pessoal dele. Tyler Kleven jogou 24:30, Artem Zub 23:44 e Nikolas Matinpalo 18:19. Cara, esses caras literalmente não saíram do gelo!

    “Os garotos jogaram de forma fantástica”, disse James Reimer, o goleiro dos Senators. E olha, ele nem precisou trabalhar tanto — foram apenas oito defesas para garantir a vitória por 2-1.

    Números que fazem história

    Pra vocês terem noção do quão raro isso é: os Senators se tornaram o primeiro time desde o início da era do salary cap (2005-06) a segurar um adversário abaixo de 10 arremessos. A última vez que isso aconteceu foi em dezembro de 2003, quando New Jersey segurou Washington com apenas nove tentativas.

    E pros Rangers? Rapaz, foi o pior desempenho ofensivo deles desde 1955. Setenta anos, pessoal. O capitão J.T. Miller nem tentou enrolar: “Eles foram melhores que a gente. Não tínhamos nada. Fomos superados em tudo”.

    Na minha visão, essa é a prova de que hockey é muito mais que talento individual — é sobre sistema, disciplina e, principalmente, coração. Os Senators estão numa briga desesperada por uma vaga nos playoffs da Conferência Leste, e essa vitória mostra exatamente o tipo de mentalidade que pode levá-los longe.

    E aí, vocês acham que conseguem manter esse nível defensivo absurdo? Porque se continuarem assim, vão dar muito trabalho pra qualquer um na pós-temporada.

  • KD assume culpa por derrota dos Rockets: ‘Eu perdi o jogo pra gente’

    KD assume culpa por derrota dos Rockets: ‘Eu perdi o jogo pra gente’

    Gente, o Kevin Durant saiu da quadra ontem com cara de quem tomou um banho de água fria. E olha que não é exagero — o cara que normalmente faz cesta de qualquer jeito, de qualquer posição, simplesmente travou contra os Lakers numa partida que era crucial pros Rockets.

    “Eu sinto que perdi o jogo pra gente hoje”, disse KD na coletiva pós-jogo. E cara, pra quem conhece o Durant, sabe que ele não fala isso à toa. O monstro marcou apenas 18 pontos e cometeu SETE erros de ataque. Sete! Um cara que tem a bola grudada na mão igual cola.

    Lakers aplicaram a receita de bolo perfeita

    O que mais me chamou atenção foi como os Lakers conseguiram tirar o Durant do jogo. Dupla marcação o tempo todo, forçando outros caras do Houston a resolver. E por incrível que pareça, funcionou mesmo com Jabari Smith Jr. e Amen Thompson fazendo 41 pontos juntos.

    “No primeiro tempo eu tava confortável no um contra um, saindo das telas, no pick-and-roll. Mas eles decidiram não me deixar confortável mais”, explicou Durant. A parada é que no segundo tempo o cara fez apenas 2 pontos. DOIS! Pra quem tá acostumado a ver o KD metendo 30 dormindo, isso é simplesmente absurdo.

    Houston sentiu falta de um armador de verdade

    Olha, eu venho falando isso faz tempo: desde que o Fred VanVleet se machucou, os Rockets ficaram órfãos de um armador que conseguisse assumir a responsabilidade quando a coisa aperta. O Amen Thompson tá evoluindo, mas ainda não tá no nível pra ser o cara nos momentos decisivos.

    “Quando eu tenho a bola, parece um contra cinco. Vejo dois caras vindo pelos cantos, caras nas linhas de lance livre… É quase uma zona quando eu tenho a bola”, desabafou Durant. E sinceramente, dá pra entender a frustração do cara.

    A verdade nua e crua é que os Lakers entregaram o manual de como parar os Rockets. E podem ter certeza que nos playoffs, todos os times vão usar essa mesma receita. A pergunta que fica é: Houston consegue encontrar uma solução até lá? Porque do jeito que tá, as aspirações de título podem ir pro espaço bem rápido.

    Vocês acham que os Rockets conseguem se reinventar sem um armador de elite? Ou vão depender só do Durant fazer mágica mesmo sendo dupla marcado o jogo todo?

  • Udoka detona arbitragem ‘mole’ após derrota vergonhosa dos Rockets

    Udoka detona arbitragem ‘mole’ após derrota vergonhosa dos Rockets

    Cara, o Ime Udoka simplesmente perdeu a linha ontem. E olha, não vou mentir — até entendo o cara.

    Os Houston Rockets tomaram uma surra histórica no primeiro quarto contra o Chicago Bulls (41 pontos! Quarenta e um!), conseguiram uma virada épica no último período, mas no final das contas perderam por 132 a 124. E o técnico? Levou duas técnicas e foi expulso faltando 9 segundos pro fim.

    “Arbitragem mole pra caramba”

    Na coletiva pós-jogo, Udoka não segurou a língua: “A falta flagrante foi mole pra caramba, não foi nada. E as técnicas também foram moles demais.” Depois ainda emendou dizendo que não queria “reclamar de uma equipe de arbitragem mole”.

    A primeira técnica veio quando ele contestou uma falta flagrante marcada contra o Amen Thompson — que sinceramente, vendo o replay, parecia mais um lance normal de basquete. A segunda foi nos segundos finais, quando reclamou de uma falta ofensiva do Kevin Durant numa tela.

    Chicago converteu os quatro lances livres das violações técnicas. Detalhe que pode ter custado o jogo, né?

    KD monstro, mas não foi suficiente

    O mais doído é que os Rockets tinham tudo pra ganhar. Durant fez 40 pontos com 15/23 nos arremessos — simplesmente absurdo. Alperen Sengun também foi um monstro: 33 pontos acertando 16 de 19 tentativas. Esses números são de videogame, galera.

    Os caras viraram o placar na metade do último quarto, mas aí o Josh Giddey, Matas Buzelis e Jalen Smith decidiram virar três Steph Curry nos 90 segundos finais. Três bombas de 3 seguidas pro Bulls fechar o caixão.

    Problema crônico dos Rockets

    Agora vem o dado que mais me incomoda: essa foi a 12ª derrota dos Rockets na temporada contra times com campanha negativa. Doze! É o maior número entre todas as equipes com campanha positiva.

    “É a NBA, se você entra em quadra desse jeito, vai ser inconsistente e ter derrotas ruins. E essa foi mais uma delas”, admitiu Udoka.

    Com a derrota, Houston caiu da 4ª pra 6ª posição no Oeste, meio jogo atrás do Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves. Na reta final da temporada regular, cada posição importa — e perder pra um Bulls que tá na 25ª colocação em ataque é de doer.

    E aí, vocês acham que o Udoka exagerou na crítica à arbitragem ou os caras realmente foram muito rigorosos? Porque pelo que vi, tinha espaço pra reclamação mesmo…

  • Nets x Blazers: time destroçado encara mais uma missão impossível

    Nets x Blazers: time destroçado encara mais uma missão impossível

    Olha, eu não sei se rio ou se choro com essa situação dos Nets. O time tá literalmente desmontando na reta final da temporada — e ainda tem que jogar contra Portland hoje à noite, 22h (horário de Brasília).

    Pra vocês terem uma ideia do caos: sete jogadores estão no departamento médico. Sete! É quase metade do elenco. O Egor Demin já era pra temporada toda, o Michael Porter Jr. vai ficar pelo menos 3 semanas fora, e agora o Danny Wolf machucou o tornozelo no último jogo.

    O hospital ambulante dos Nets

    A lista de lesionados é de dar dó: Wolf (tornozelo), Powell (joelho), Mann (descanso), Porter Jr. (posterior da coxa), Clowney (punho), Sharpe (cirurgia no dedão) e Dëmin (fascite plantar). Sinceramente, acho que até eu conseguiria uma vaga no banco desse jeito.

    E o mais engraçado — se é que dá pra chamar de engraçado — é que eles vêm de back-to-back. Ontem jogaram contra Sacramento e hoje já têm que entrar em quadra de novo. Com essa quantidade de desfalques, vai ser interessante ver quem sobrou pra jogar.

    Entre ganhar e perder na tanking race

    O artigo original fala uma coisa curiosa: “Os Nets perderam (ou ganharam) dependendo de como você vê”. E faz todo sentido. Com 17 vitórias e 54 derrotas, Brooklyn tá claramente na corrida pelo pior recorde da liga.

    Mas olha, como fã de basquete, sempre fico meio dividido nessas situações. Por um lado, entendo a estratégia do tanking. Por outro, é triste ver um time profissional basicamente desistindo da temporada. E aí, vocês acham que vale a pena esse sofrimento todo por uma chance melhor no draft?

    O jogo rola às 22h no horário de Brasília, e honestamente? Minha expectativa é zero. Não pelo Portland, que também não tá lá essas coisas, mas pelos Nets que mal conseguem fechar um quinteto decente.

    Enfim, mais uma noite dos “Late Night Nets” — como eles mesmo chamam esses jogos tardios. Pelo menos quem for assistir vai ver história sendo feita: a arte de como (não) montar um time de basquete profissional.