Autor: Leandro Amorim

  • Wemby e os Spurs podem ganhar tudo em 2026? Experiência é superestimada

    Wemby e os Spurs podem ganhar tudo em 2026? Experiência é superestimada

    Cara, eu tô impressionado com o que os Spurs estão fazendo esta temporada. Sério mesmo. Vegas deu 44.5 vitórias pra eles antes da temporada começar — eles fecharam com 62-20, o segundo melhor recorde da NBA. E ainda tem gente duvidando se eles podem ganhar tudo?

    O Wembanyama simplesmente não liga pra teto baixo. O monstro de 2,24m tá construindo um caso sólido pro MVP e levando San Antonio direto pro páreo de título. Mas aqui que fica interessante: mesmo destruindo as expectativas, as casas de aposta ainda não compraram a ideia totalmente.

    Os números não mentem

    Segundo o BetMGM, os Spurs têm +450 pra levar o título (18% de chance implícita). Não tá ruim, mas ainda fica bem atrás do Oklahoma City Thunder, atual campeão, que tem 44% de chance. Mais que o dobro!

    Só tem um probleminha nessa matemática: os Spurs massacraram o Thunder nos confrontos diretos. Ganharam quatro dos cinco jogos, e três dessas vitórias foram por dupla diferença. Como é que explica isso?

    A resposta que todo mundo dá é sempre a mesma: “Ah, mas eles não têm experiência de playoffs.” E foi exatamente isso que perguntaram pro Wemby depois de uma performance de 40 pontos. A resposta dele? “Não temos experiência, né? Que se dane.”

    Experiência tá superestimada?

    Olha, eu acho que o francês tem razão. A NBA moderna tá completamente diferente da que a gente conhecia. LeBron e Curry dominaram por quase uma década, mas agora? Sete anos consecutivos com campeões diferentes. A liga nunca teve tanta paridade assim.

    Os Spurs têm idade média de 25,4 anos — praticamente a mesma do Thunder (25,2). Dylan Harper, Stephon Castle, Keldon Johnson… galera jovem que nunca pisou num playoff da NBA. Mas será que isso é realmente um problema?

    Harrison Barnes (33 anos) é praticamente o veterano do time, com anel de 2015 pelo Warriors. De’Aaron Fox tem 28 e jogou playoffs uma vez só pelo Sacramento. Luke Kornet tem um anel de 2022 pelo Boston no banco.

    Segundo a pesquisa do Yahoo Sports, os Spurs coletivamente têm apenas 5.615 minutos de experiência em playoffs — quarto menor do campo. Parece assustador no papel, mas e se isso for na verdade uma vantagem?

    A fórmula da temporada moderna

    Pensa comigo: quantos times “experientes” a gente viu tropeçar nos últimos anos? A NBA virou uma liga de ritmo alucinante, onde atletismo e energia muitas vezes valem mais que “know-how”.

    E o Wemby? O cara tá jogando num nível absurdo. Defesa alien, arremesso de 3 funcionando, criação pra outros jogadores evoluindo… sinceramente, eu não sei se experiência vai importar quando você tem um monstro desses no seu time.

    Vocês acham que a juventude dos Spurs vai pesar contra eles, ou pode ser justamente o combustível que eles precisam pra surpreender todo mundo? Porque uma coisa eu garanto: subestimar o Wembanyama em 2026 pode ser um erro caro pra muita gente.

  • Torcida do Clippers zoa Podziemski com placas de brócolis

    Torcida do Clippers zoa Podziemski com placas de brócolis

    Gente, eu vi isso ao vivo e quase morri de rir. A torcida do Clippers decidiu que ia meter o pau no Brandin Podziemski dos Warriors no play-in de ontem, e o que fizeram? Encheram “The Wall” (aquela parede de torcedores atrás da cesta) com placas de brócolis zoando o cabelo do garoto.

    Cara, o Podziemski até sorriu quando foi pros lances livres no primeiro quarto. Imagina você na situação: jogo eliminatório, pressão total, e 4.500 torcedores gritando com você segurando brócolis. Bizarro, mas genial.

    “The Wall” é coisa séria

    Pra quem não conhece, “The Wall” do novo ginásio dos Clippers é absurdo mesmo. São 51 fileiras com 4.500 assentos só pra fazer barulho e atrapalhar o adversário nos lances livres. E funciona — na temporada passada os oponentes converteram só 73,4% dos lances livres quando enfrentaram essa galera.

    E olha que deu certo ontem também. O Podziemski acertou o primeiro lance livre, mas errou o segundo. Ainda bem que o Kristaps Porziņģis estava ali pra pegar o rebote e enterrar. Que jogada!

    Warriors reagiram, mas…

    Depois de um começo meio morno, os Warriors acordaram no segundo quarto e diminuíram a diferença. O próprio Podziemski estava jogando bem — 4 de 8 nos arremessos com duas bolas de três. E o mais importante: não perdeu o bom humor com a zoação.

    Sinceramente, acho que essa é a atitude certa. Ficar pistola com torcida nunca dá certo. O garoto mostrou personalidade e seguiu jogando seu basquete. E vocês, acham que esse tipo de provocação da torcida funciona ou só serve pra motivar mais o jogador?

    No fim das contas, isso mostra como a NBA tá cada vez mais criativa pra criar clima nos jogos. Brócolis como arma psicológica… só na NBA mesmo!

  • NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    Gente, que polêmica! Os fãs da NBA tão revoltados com Adam Silver e eu sinceramente entendo o por quê. A liga divulgou o calendário da primeira rodada dos playoffs de 2026 e… cara, os Lakers ganharam uma folga suspeita demais.

    Olha só que esquema: LA vai começar a série contra os Rockets no sábado, mas depois ganha DOIS DIAS inteiros de descanso antes do Jogo 2. E não para por aí — mais dois dias off antes do Jogo 3, e o Jogo 5 só vai rolar no dia 29 de abril.

    Calendário “conveniente” demais

    Agora vem a parte suspeita. Austin Reaves (lesão no oblíquo) e Luka Dončić (problema no posterior da coxa) tão fora desde 2 de abril. O JJ Redick, técnico dos Lakers, disse que os dois ficam “por tempo indefinido”, mas os médicos estimaram cerca de um mês para volta.

    Fazendo as contas? O Jogo 5 marca EXATAMENTE quatro semanas da lesão dos dois caras. Coincidência? Eu duvido muito.

    “Adam Silver, seu esperto”, escreveu um fã no Reddit. “A gente vê o que você fez aí e agradece.” Outro postou no X: “Três folgas de dois dias pros Lakers, eles querem mesmo que o Luka jogue na primeira rodada” — e ainda colocou emoji de peixe, insinuando que tem coisa podre aí.

    Teoria da conspiração ou cuidado médico?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi um calendário tão “generoso” assim. Se rolar Jogos 6 e 7, eles acontecem nos dias 1 e 3 de maio — ou seja, mais de um mês completo pros dois voltarem caso precise de um jogo decisivo.

    Na minha visão? A NBA sempre teve seus favoritos, mas isso aqui tá muito na cara. Os Lakers são uma das franquias que mais vendem, mais audiência, mais grana. É business, pessoal.

    E vocês, acham que é coincidência ou o Silver realmente deu uma mãozinha pros Lakers? Porque sinceramente, esse calendário tá mais suspeito que arbitragem de final de Copa do Mundo.

    Uma coisa eu garanto: se o Luka e o Reaves voltarem justamente no Jogo 5, a internet vai pegar fogo. E eu vou estar aqui pipocando vendo a confusão!

  • Celtics x 76ers: Esse clássico promete fogo nos playoffs

    Celtics x 76ers: Esse clássico promete fogo nos playoffs

    Cara, que saudade de ver esse clássico! Boston Celtics e Philadelphia 76ers vão se enfrentar pela 24ª vez na história dos playoffs da NBA — e olha, essa rivalidade nunca decepciona.

    Os Celtics terminaram a temporada regular com 56-26, garantindo a segunda colocação no Leste. Já os Sixers tiveram que suar na camisa pra chegar aqui: 45-37 na temporada e ainda precisaram passar pelo Magic no play-in. Mas chegaram, e isso é o que importa.

    Tatum volta no momento certo

    A grande novidade é que Jayson Tatum finalmente está 100% depois de perder os quatro jogos contra o Philadelphia na temporada regular por causa da lesão no tendão de Aquiles. E cara, faz TODA a diferença ter o cara de volta. Na minha opinião, sem ele a série seria bem mais equilibrada — com ele, Boston vira favorito moleza.

    Durante a temporada, as equipes dividiram os confrontos 2-2. Mas vamos combinar: sem Tatum, essas vitórias dos Celtics foram no sufoco. Duas derrotas por 1 e 2 pontos de diferença. Com o craque de volta…

    Embiid é a grande incógnita

    Do lado do Philadelphia, a grande pergunta é: Joel Embiid vai jogar? O cara passou por uma apendicectomia de emergência e ninguém sabe ao certo se ele vai estar em condições. Se não rolar, toda a pressão vai cair no colo de Tyrese Maxey e Paul George.

    E olha, o Maxey é monstro — pode decidir um jogo sozinho se estiver inspirado. Mas sustentar isso numa série de sete jogos contra um Boston que tem Tatum E Brown? Complicado.

    O que mais me chama atenção é que Boston domina praticamente todas as estatísticas da temporada, exceto pontos por jogo. Defensivamente então, nem se fala — os caras são uma muralha quando querem.

    Minha análise sincera

    Vocês acham que Philadelphia tem chance real nessa série? Eu vou ser honesto: acho difícil. Boston venceu cinco das últimas seis séries de primeira rodada em no máximo cinco jogos. É uma máquina de fazer varredura.

    Mas (sempre tem um mas, né?), se os Sixers conseguirem manter os jogos equilibrados até o final e Maxey resolver virar o Michael Jordan por alguns jogos… aí a coisa pode ficar interessante. O Philadelphia tem um dos melhores aproveitamentos em momentos decisivos da liga.

    A série começa domingo, dia 19, com transmissão da ABC. Vai ser show — esses clássicos entre rivais históricos sempre entregam drama e jogadas absurdas. Só espero que não termine em 4-0 porque aí perde a graça.

  • NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    NBA admite erro gigante: LaMelo deveria ter sido expulso

    Olha só que situação absurda rolou na NBA. A liga saiu publicamente pra admitir que os árbitros erraram feio no jogo entre Charlotte e Miami. LaMelo Ball deveria ter sido expulso por uma falta flagrante em Bam Adebayo — e isso pode ter mudado completamente o resultado da partida.

    O que aconteceu foi o seguinte: no segundo quarto, LaMelo puxou o tornozelo do Bam de forma completamente desnecessária, causando uma lesão nas costas que tirou o pivô do Heat do jogo. E os três árbitros da partida (Zach Zarba, Curtis Blair e Gediminas Petraitis) simplesmente não viram nada. Nada!

    A polêmica que definiu tudo

    A NBA classificou a jogada como “contato desnecessário e imprudente” e disse que deveria ter sido falta flagrante tipo 2 — ou seja, expulsão automática. Se tivesse sido marcada na hora, Miami ganharia dois lances livres e a posse de bola. Mas não foi.

    E o pior? Charlotte ganhou de 127 a 126 na prorrogação, com LaMelo fazendo a bandeja decisiva. O próprio cara que deveria ter sido expulso acabou decidindo o jogo. Miami foi eliminada e perdeu sua melhor chance nos playoffs sem o Bam em quadra.

    Sinceramente, eu fico impressionado como uma jogada dessas passa despercebida. Erik Spoelstra, técnico do Heat, não poupou críticas: “Não acho que isso pertence ao jogo, derrubar caras, palhaçadas”. E ele tá certo, né?

    LaMelo já tinha histórico

    O mais bizarro é que não foi a primeira vez. Em janeiro de 2024, LaMelo já tinha feito algo parecido com o Bam — agarrou a perna dele durante uma transição. Na época, Adebayo tropeçou mas não caiu. Agora não teve a mesma sorte.

    LaMelo foi multado em 60 mil dólares: 35 mil pela falta e mais 25 mil por usar palavrões em entrevista depois do jogo. Ah, e teve também um lance onde ele bateu no mascote do Charlotte na comemoração, mas a NBA nem comentou isso (vai entender).

    Vocês acham que a NBA deveria ter algum mecanismo pra revisar jogadas assim mesmo quando não são marcadas na hora? Porque pela regra atual, como não houve apito, não rolou revisão no replay. Miami ficou literalmente sem recurso.

    O Charlotte segue vivo nos playoffs e vai enfrentar Orlando na sexta-feira. LaMelo pode jogar normalmente, mesmo com toda essa polêmica. Já o Heat… bem, temporada encerrada por causa de um erro de arbitragem que a própria liga admitiu.

  • LaMelo Ball leva multa pesada após jogada suja no Bam Adebayo

    LaMelo Ball leva multa pesada após jogada suja no Bam Adebayo

    Olha, eu sei que o play-in é tenso e a pressão tá lá em cima, mas o que o LaMelo Ball fez com o Bam Adebayo foi totalmente desnecessário. O cara levou uma multa de 35 mil dólares da NBA e ainda foi retroativamente punido com flagrante 2 pela jogada que machucou o pivô do Heat.

    A situação foi assim: segundo quarto do jogo eliminatório entre Hornets e Heat, LaMelo leva um toco, cai no chão e — aqui que a coisa fica feia — puxa a perna do Adebayo na raiva. O resultado? Bam caiu de mal jeito, saiu de jogo com lesão nas costas e não voltou mais.

    Erik Spoelstra não perdoou

    O técnico do Miami não poupou palavras. Chamou a jogada de “estúpida” e disse que Ball deveria ter sido expulso ali mesmo. Sinceramente? Spoelstra tá coberto de razão. A NBA concordou, tanto que deu flagrante 2 — que é exatamente a punição para jogadas que merecem expulsão.

    E não parou por aí. LaMelo ainda levou mais 25 mil de multa por ter soltado uns palavrões na entrevista depois do jogo. Cara, 60 mil dólares numa noite só. Dá pra comprar um carro importado com isso!

    Desculpa que não cola

    Depois da vitória por 127-126 na prorrogação — que por sinal foi um jogaço —, Ball tentou se justificar dizendo que “não sabia nem onde estava” porque tinha levado uma pancada na cabeça. E pediu desculpas, falou que ia falar com o Adebayo.

    Olha, eu entendo que no calor do momento as coisas acontecem. Mas puxar a perna de um cara de 2,06m que tá caindo? Isso aí é perigoso demais. O próprio James Jones, vice-presidente executivo da NBA, classificou como “contato desnecessário e imprudente que criou risco significativo de lesão”.

    O curioso é que essa punição foi mais pesada que a do Joel Embiid em situação parecida há dois anos. Embiid só levou flagrante 1 quando pareceu derrubar o Mitchell Robinson dos Knicks. A diferença? Embiid pelo menos tentou argumentar que estava se protegendo de uma queda.

    LaMelo não vai ser suspenso — o que é bom pros Hornets, que jogam contra o Orlando Magic na sexta pela 8ª posição no Leste. Mas fica a lição: por mais que a pressão seja gigante, não dá pra perder a cabeça assim. E vocês, acham que a punição foi justa ou deveria ter sido mais pesada?

  • LaMelo Ball multado em R$ 180 mil por entrada violenta em Bam

    LaMelo Ball multado em R$ 180 mil por entrada violenta em Bam

    Olha só que confusão o LaMelo Ball arrumou. O cara foi multado em US$ 35 mil (uns R$ 180 mil na cotação atual) por uma entrada desnecessária no Bam Adebayo durante aquele jogaço do Play-In entre Hornets e Heat.

    A NBA não brincou em serviço — além da multa, ainda deram um Flagrant Foul 2 para o LaMelo na revisão da liga. E olha que a jogada nem foi revisada durante o jogo! Foi só depois, no escritório da NBA, que decidiram que a entrada foi “desnecessária e imprudente”, criando risco significativo de lesão.

    A jogada que custou caro

    A confusão rolou no segundo quarto daquela vitória épica dos Hornets por 127-126 na prorrogação, lá no dia 14 de abril. Faltavam 11 minutos e 13 segundos pro intervalo quando o LaMelo decidiu ir pra cima do Bam de uma forma meio… digamos, questionável.

    Sinceramente, não sei o que passou na cabeça do menino. O Bam é um dos caras mais respeitados da liga, e fazer uma jogada dessas num jogo eliminatório? Meio desnecessário.

    Xingou no ar e pagou mais caro ainda

    Mas espera que não acabou. O LaMelo ainda levou mais US$ 25 mil de multa (outros R$ 130 mil) por ter soltado uns palavrões durante uma entrevista ao vivo na TV após o jogo. Cara, US$ 60 mil no total! Dava pra comprar uma Ferrari usada com esse dinheiro.

    O lado positivo? Pelo menos ele não foi suspenso e vai poder jogar na próxima fase do Play-In na sexta-feira. Os Hornets precisam dele se quiserem continuar sonhando com os playoffs.

    E aí, pessoal, acham que a multa foi justa ou a NBA pegou pesado demais? Esse tipo de jogada realmente não tem espaço no basquete de hoje, ainda mais num momento decisivo como esse.

  • LaMelo Ball leva multa de $35 mil por jogada suja no Bam

    LaMelo Ball leva multa de $35 mil por jogada suja no Bam

    Mano, que situação feia essa do LaMelo Ball. A NBA não perdoou e aplicou uma multa pesada de $35 mil no armador do Hornets por uma jogada que, sinceramente, não tinha necessidade nenhuma.

    O lance aconteceu no play-in game entre Charlotte e Miami, quando o LaMelo derrubou o Bam Adebayo com um movimento que a liga classificou como “desnecessário e imprudente”. E olha, eu vi o replay umas cinco vezes – não dá pra defender não. O cara simplesmente passou a perna no Bam quando ele tentava sair de quadra após pegar um rebote.

    A lesão que mudou tudo

    O pior é que o Bam machucou as costas na queda e não voltou mais pro jogo. Cara jogou só 11 minutos! E detalhe: o Miami perdeu por um ponto na prorrogação, justamente num daqueles jogos que todo mundo sabe que cada minuto do seu melhor jogador faz diferença.

    Ironia do destino? O próprio LaMelo marcou a cesta da vitória nos segundos finais. Imagina o gosto amargo que ficou pros torcedores do Heat…

    Erik Spoelstra não poupou palavras depois do jogo: “É uma jogada estúpida e perigosa. Não tem graça nenhuma fazer essas palhaçadas.” E olha, eu concordo com o treinador. Esse tipo de coisa não deveria rolar na NBA.

    LaMelo se desculpou, mas…

    O armador pelo menos assumiu o erro e pediu desculpas duas vezes. Disse que levou uma pancada na cabeça e estava meio zonzo, mas vamos combinar – isso não justifica né? Principalmente porque não foi a primeira vez.

    Tem um vídeo de janeiro de 2024 que ressurgiu agora, mostrando o LaMelo fazendo movimento parecido no próprio Bam. Coincidência? Eu acho difícil.

    Ah, e tem mais: além dos $35 mil pela jogada suja, ele ainda levou mais $25 mil por falar palavrão na entrevista pós-jogo. No total, $60 mil que saíram do bolso do moleque.

    A NBA também retroativamente deu falta flagrante 2 pro LaMelo, mesmo os árbitros não tendo marcado nada na hora. O Zach Zarba explicou que eles não puderam revisar durante o jogo porque a jogada não foi apitada na hora.

    E aí, vocês acham que a multa foi suficiente? Na minha opinião, esse tipo de jogada deveria render suspensão também. O Hornets agora vai enfrentar o perdedor de 76ers x Magic na próxima fase, mas essa polêmica vai ficar marcada.

  • Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Os Comandantes do Tank do Jazz que jamais esqueceremos

    Cara, o Utah Jazz finalmente saiu da era do tanking e agora é hora de homenagear os verdadeiros heróis dessa jornada — os comandantes do tank! E olha, chamar esses caras de comandantes do tank não é desrespeitoso, não. Na verdade, é reconhecer o papel fundamental que tiveram em garantir picks altos no draft enquanto mostravam seu talento pro resto da liga.

    Luka Šamanić: O Tank Commander Internacional

    O croata Šamanić chegou no Jazz depois de passar apenas duas temporadas em San Antonio (imagina ser dispensado pelos Spurs?). Na temporada 2023-24, ele jogou 43 partidas pelo Jazz com médias modestas de 4 pontos e 2 rebotes. Mas olha só o que importa: ajudou o time a conquistar um recorde de 31-51 e a 9ª escolha geral do draft.

    Hoje ele tá mandando bem na liga russa, fazendo 13 pontos e 5 rebotes por jogo. Sinceramente? Acho que ele pode ter uma segunda chance na NBA se continuar evoluindo assim.

    Talen Horton-Tucker: O Mais Fascinante de Todos

    THT é simplesmente meu favorito dessa lista. Duas temporadas no Jazz sendo ao mesmo tempo empolgante e frustrante de assistir — o cara às vezes esquecia que tinha quatro companheiros em quadra junto com ele! Mas que show, meus amigos.

    A melhor partida dele foi contra o Spurs: 41 pontos! As bandejas acrobáticas e enterradas monstruosas eram de outro mundo. O problema? A visão de túnel era real. Hoje ele tá no Fenerbahçe, na Euroliga, e com 25 anos ainda tem tempo de voltar pra NBA.

    Vocês acham que ele consegue desenvolver o passe e ter uma segunda chance?

    Os Outros Guerreiros do Tank

    Darius Blazley teve uma passagem relâmpago pelo Jazz — apenas 6 jogos, 4 derrotas. Missão cumprida! O cara rodou por vários times da NBA e infelizmente teve uns problemas recentemente na China (empurrou um companheiro de time, foi dispensado). Com 25 anos, torço pra ele dar a volta por cima.

    Juan Toscano-Anderson, campeão da NBA com o Warriors, fez 22 jogos pelo Jazz. O único cara na história da franquia a usar a camisa #95 — isso é história, pessoal! Hoje tá jogando na Itália e se mantendo ativo.

    Kenneth Lofton Jr. pode ter jogado apenas 4 partidas, mas que impressão deixou! 27 pontos, 9 rebotes e 8 assistências numa vitória sobre os Clippers. O cara não tem o físico típico da NBA, mas joga pra caramba. De todos da lista, acredito que ele tem as melhores chances de voltar.

    É isso aí, galera. Esses caras podem não ter trazido vitórias, mas trouxeram esperança na forma de picks altos no draft. Trabalho ingrato, mas essencial. E agora que o Jazz saiu do tanking, fica a nostalgia desses tempos loucos.

  • NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    NCAA quer limitar idade dos atletas — e isso pode mudar tudo

    Olha só que bomba a NCAA soltou essa semana: eles tão estudando criar um limite de idade para os atletas universitários. A ideia é que os caras tenham uma janela de cinco anos para competir na Divisão I, começando logo depois de se formar no ensino médio ou quando completar 19 anos — o que vier primeiro.

    Cara, isso é gigante. Se rolar mesmo, vai mexer com todo mundo — desde o garoto que quer fazer um gap year até aqueles veteranos que ficam na faculdade até os 25 anos aproveitando os contratos de NIL (Name, Image and Likeness).

    Por que a NCAA tá pensando nisso agora?

    A resposta é simples: grana. Com todo esse negócio de revenue sharing e NIL deals bombando, uma galera tá processando a NCAA querendo estender suas carreiras universitárias. É uma bagunça total nos tribunais.

    E tem mais — o Trump até deu uma cutucada nisso com uma ordem executiva no começo de abril. Coincidência? Eu duvido.

    O modelo atual deixa os caras jogarem quatro temporadas em cinco anos, sem limite de idade. Mas agora eles querem botar uma coleira. Claro que vão ter exceções para gravidez, serviço militar e missões religiosas — até que faz sentido.

    Mudanças que já viraram realidade

    Enquanto isso, a NCAA já aprovou umas mudanças que vão pegar no ano que vem. A mais polêmica? Quem entrar no draft profissional e não sair não pode mais jogar na faculdade.

    Isso veio por causa de duas situações absurdas que rolaram. O Charles Bediako do Alabama jogou na G-League por três anos depois de entrar no draft da NBA, voltou pra faculdade e… foi barrado pela Suprema Corte do Alabama. Imagina a dor de cabeça.

    Já o James Nnaji foi até draftado pelo Detroit Pistons, jogou profissionalmente na Europa, e conseguiu voltar como calouro no Baylor porque nunca assinou com a NBA nem jogou na G-League. Maluco genial ou brecha na regra? Vocês decidem.

    Com as novas regras, casos como o do Nnaji não rolariam mais. Uma vez que você entra no draft e fica por lá, era isso — acabou a faculdade.

    E agora, o que vem por aí?

    Por enquanto é só papo. O Conselho da Divisão I não tomou posição oficial, só mandou o pessoal da NCAA continuar conversando com todo mundo pra ver o que acham.

    Na minha visão? Isso vai dar uma confusão danada. Imagina os advogados já afiando as garras pra derrubar qualquer mudança dessas. E os jogadores que tão na faculdade agora? Como fica?

    Uma coisa é certa: o basquete universitário tá mudando na velocidade da luz. Entre NIL, revenue sharing e agora essas mudanças de elegibilidade, daqui a uns anos pode ser que a gente nem reconheça mais o March Madness.

    O que vocês acham? Faz sentido limitar a idade ou isso vai mais atrapalhar do que ajudar?