Autor: Leandro Amorim

  • Kerr pode estar fazendo seu último jogo no Warriors hoje

    Kerr pode estar fazendo seu último jogo no Warriors hoje

    Olha só que situação doida: Steve Kerr pode estar comandando o Golden State Warriors pela última vez HOJE. É isso mesmo que vocês leram.

    O Warriors enfrenta o Clippers hoje à noite num jogo eliminatório do play-in, e acabamos de descobrir que o futuro do Kerr como técnico não vai ser resolvido logo depois da temporada acabar. Ele quer ter “conversas sobre o panorama geral” antes de tomar qualquer decisão definitiva.

    A situação tá tensa demais

    Cara, o timing disso é quase cinematográfico. O cara que transformou o Warriors de azarão em dinastia — mudando o basquete pra sempre, diga-se de passagem — tá no último ano de contrato. E vai comandar um time quebrado (37-45 na temporada regular) em Los Angeles, numa partida que se perder, já era.

    Pensa na pressão que é isso. Kerr tá lá há mais de uma década, ganhou quatro títulos, criou aquele ataque mágico que todo mundo copia hoje. A forma como ele aproveitou a gravidade do Curry pra abrir espaço pro resto do time? Genial. Parecia que ia durar pra sempre.

    Só que agora ele tá treinando um time que mal conseguiu se arrastar pela temporada regular, perdendo o Jimmy Butler e o Moses Moody por lesão. E o mais louco: Kerr QUER ficar no Warriors. Ele mesmo disse que adoraria continuar, mas também admitiu que a situação tá fluida.

    Jogo com peso extra

    Então hoje não é só Warriors x Clippers pelo direito de avançar. É o Steve Kerr possivelmente comandando pela última vez um time que ele construiu, numa partida que pode acabar com a temporada antes mesmo dessas “conversas maiores” acontecerem.

    Na minha visão, isso adiciona uma camada extra de drama que já não precisava existir. Imaginem o Kerr ali na lateral, sabendo que pode ser o último jogo dele com essa camisa? Pesado.

    E aí, vocês acham que o pedigree de campeão do Kerr (cinco títulos como jogador, quatro como técnico) vai ser suficiente pra entregar mais uma vez quando tudo tá em jogo? Porque uma coisa é certa: sucesso no passado não garante emprego no presente, e o Kerr sabe disso melhor que ninguém.

    Hoje descobrimos se a magia ainda funciona quando as costas estão contra a parede.

  • Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Olha, eu adoro essa abordagem do Kenny Atkinson com o Cleveland Cavaliers. O cara simplesmente não quer entregar quem vai ser o titular na posição 3, e sinceramente? Acho genial.

    Os Cavs tiveram nada menos que 41 formações iniciais diferentes na temporada regular. Quarenta e uma! Isso por causa de lesões e aquelas trocas malucas no deadline que mexeram com todo mundo. E mesmo assim, com os playoffs começando no sábado, Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Estratégia ou indecisão?

    Quando perguntaram de novo na quarta-feira quem seria o ala titular, o técnico foi esperto: “Não quero falar algo agora e depois mudar”. Cara, isso é psicologia pura. Deixa todo mundo na expectativa, inclusive o adversário.

    A real é que vai depender do matchup. E olha que interessante — se o Immanuel Quickley, armador titular do Toronto Raptors, não jogar por causa da lesão no posterior, isso pode mudar completamente a estratégia dos Cavs para o jogo 1.

    Dean Wade, Max Strus, Sam Merrill e Jaylon Tyson já ganharam chances na posição durante a temporada. Cada um traz algo diferente pro jogo, e isso que é o mais legal dessa situação toda.

    Quem vocês acham que deveria começar?

    Na minha visão, essa flexibilidade pode ser a arma secreta do Cleveland nos playoffs. Imagina só — o adversário não sabe se vai enfrentar a defesa mais física do Wade, o arremesso mortal do Strus, ou a energia do Tyson?

    Como o próprio Atkinson falou: “Essa posição vai ser flexível tanto para começar quanto para terminar os jogos. Você tem que conquistar”.

    Monstro isso aí. Competição interna saudável e deixa o time sempre alerta. Só vamos descobrir mesmo quando a bola subir no sábado, e olha que nem assim tá garantido que vai ser o mesmo cara durante toda a série.

  • Edwards quer trazer energia do Garnett pros playoffs após temporada morna

    Edwards quer trazer energia do Garnett pros playoffs após temporada morna

    Cara, o Anthony Edwards tá tentando canalizar o espírito do Kevin Garnett pra salvar essa temporada meio sem graça dos Timberwolves. E olha, eu entendo a estratégia.

    A cena aconteceu na semana passada quando o KG voltou ao Target Center depois de oito anos. Edwards correu pra dar um abraço no lendário ala-pivô, que é simplesmente o maior Timberwolf da história. “Foi gigantesco ter ele de volta no ginásio”, disse Edwards após o treino. “Esperamos que ele volte pros playoffs pra nos dar energia.”

    E energia é exatamente o que esse time precisa, não vou mentir. Depois de chegar nas finais da Conferência Oeste nos últimos dois anos, Minnesota tá entrando nos playoffs contra o Denver no sábado com uma bagagem meio pesada — uma temporada regular bem morna nos últimos três meses.

    Edwards carregando o piano sozinho

    Assim como o Garnett carregou aqueles times antigos (lembram da final do Oeste em 2004?), hoje é o Edwards que tem que ser o motor dessa máquina. E sinceramente? Ele fez a parte dele estatisticamente.

    O cara meteu médias de 28.8 pontos por jogo com 48.9% nos arremessos e 39.9% de três — todos recordes pessoais na carreira. Mas mesmo assim, ele admitiu que às vezes o time parecia que tava só “tentando passar pela temporada pra chegar nos playoffs”.

    Isso é preocupante, pessoal. Quando um jogador do calibre do Edwards fala isso, é porque a coisa tava feia mesmo.

    Defesa que sumiu no mapa

    A maior regressão foi na defesa — coisa que dói na alma de qualquer fã de basquete. Os Wolves terminaram em oitavo lugar no rating defensivo depois de estar em sexto em 2024-25 e em PRIMEIRO em 2023-24. Absurdo como um time regride assim.

    “Quando nosso grupo não tem escolha, normalmente aparece”, disse o Rudy Gobert. E é isso aí — agora não tem mais desculpa, não tem mais “ah, é só temporada regular”.

    Edwards pelo menos tá descansado. Jogou apenas 61 partidas (recorde negativo da carreira) por causa de dores no joelho, mas usou o tempo pra se cuidar. Tá com 218 libras — o peso mais baixo desde os 18 anos.

    “Não joguei muito no último mês, então tô tentando voltar à forma”, disse Edwards.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem ligar a chave quando a coisa apertar? Ou essa temporada morna vai se estender pros playoffs?

  • Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Olha, eu sinceramente não esperava essa. Alex Condon, o gigante australiano de 2,11m do Florida, resolveu adiar o sonho NBA e voltar pra mais uma temporada universitária. E cara, pode ser uma das decisões mais inteligentes que eu vi ultimamente.

    O moleque claramente sabe onde está pisando. Com apenas 17% nos arremessos de 3 pontos na temporada passada (9 de 53 tentativas), ele entendeu que precisa trabalhar mais essa parte do jogo antes de se aventurar no draft. Pra um cara de 2,11m que quer jogar na NBA moderna, não tem como fugir do arremesso de longa distância.

    Um elenco que promete dar trabalho

    E não é só o Condon que ficou. Florida conseguiu manter sete jogadores do time campeão de 2025 — sim, aquele time que conquistou o título nacional. Boogie Fland (armador), Urban Klavzar (ala-armador) e mais uma galera decidiu apostar em mais um ano juntos.

    Agora, a grande incógnita fica por conta de Thomas Haugh. O cara foi o cestinha do time e todo mundo fala que é uma escolha garantida na loteria do draft. Será que ele também vai resistir ao chamado da NBA? Essa decisão pode definir se Florida vai brigar de novo pelo título ou não.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Condon fez uma temporada sólida como junior, com médias de 15.1 pontos, 7.5 rebotes e 3.6 assistências. Liderou o time em tocos (48) — coisa que eu esperava de um grandalhão desse nível. Mas também liderou em turnovers (83), e teve oito jogos com pelo menos 4 erros de ataque. Aí é complicado.

    Na minha visão, mais um ano na faculdade pode ser o que ele precisa pra chegar na NBA como uma escolha de primeira rodada, talvez até na loteria. Porque vamos combinar: big man que sabe tocar o jogo, distribui assistência E consegue acertar de 3? Isso vale ouro no mercado atual.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Ou ele deveria ter se arriscado no draft mesmo com essas limitações no arremesso?

  • Warriors +5.5 contra Clippers? Esse parlay pode render +600!

    Warriors +5.5 contra Clippers? Esse parlay pode render +600!

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando vi que o modelo da SportsLine está dando Warriors +5.5 contra os Clippers hoje, meu primeiro pensamento foi “será que eles enlouqueceram?”. Mas depois que vi os números, cara… faz todo sentido.

    O Play-In Tournament de 2026 está pegando fogo e hoje temos dois jogaços pela frente. Primeiro, às 19h30, Philadelphia 76ers recebem o Orlando Magic com os Sixers favoritinhos por apenas 2.5 pontos. Depois, às 22h, Warriors enfrentam os Clippers em LA, e é aí que a coisa fica interessante.

    Por que apostar nos Warriors cobrir o spread?

    Mano, eu acompanho essa rivalidade há anos e posso garantir: quando Warriors e Clippers se enfrentam, nunca é moleza. O modelo da SportsLine rodou 10.000 simulações (eu nem tenho paciência pra isso) e chegou numa conclusão que me deixou pensativo.

    Os Clippers podem até ter levado a melhor nos últimos anos, mas olha só esse dado: desde o início da temporada passada, LA só conseguiu vencer Golden State por mais de 5 pontos UMA vez. Uma! Isso com todo o respeito ao time do Clippers, mas os Warriors sabem jogar contra eles.

    E tem mais: Curry e Draymond estão saudáveis. Ok, Jimmy Butler não vai jogar por causa do joelho (que doideira ele estar nos Warriors, né?), mas convenhamos — quando você tem o Chef na quadra, sempre tem chance.

    O parlay que pode mudar sua quarta-feira

    Aqui vem a parte que me deixou empolgado. O modelo não parou só no Warriors +5.5. Eles montaram um parlay de três apostas que, se der certo, paga mais de +600. Cara, isso é quase 7 vezes o valor apostado!

    Além dos Warriors cobrindo o spread, o modelo tem mais duas apostas trancadas — incluindo uma de over/under que acerta em quase 60% das simulações. Infelizmente, só conseguimos ver essas outras escolhas no site deles, mas pelo histórico… vale a pena dar uma olhada.

    Vocês acham que os Warriors conseguem segurar a pressão em LA? Porque eu, sinceramente, tô começando a acreditar que esse time ainda tem lenha pra queimar no Play-In.

    Uma coisa que me impressiona é como o modelo da SportsLine tem performado. Mais de $10,000 em lucro nos últimos oito anos apostando $100 por jogo. E nesta temporada? 23-9 (72% de aproveitamento) nas apostas contra o spread mais bem avaliadas.

    Claro que apostar é sempre um risco, mas com dados assim… difícil ignorar, não é mesmo?

  • Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Westbrook quer ficar no Kings: ‘Se me quiserem, eu fico’

    Olha, eu não sei se esperava essa. Russell Westbrook acabou de deixar claro que topa ficar mais uma temporada no Sacramento Kings — mesmo depois de uma temporada que, vamos combinar, foi bem longe do ideal.

    “Se eu for bem-vindo de volta, então eu volto”, disse o armador veterano quando perguntaram se ele retornaria para os Kings na próxima temporada. Simples assim. Direto ao ponto, no estilo Westbrook.

    Uma temporada para esquecer

    Cara, que temporada difícil foi essa para Sacramento. O time terminou empatado na última posição da Conferência Oeste, e ainda por cima Westbrook ficou de fora dos últimos jogos por lesão. Não é exatamente o final que você sonha quando assina com um time novo, né?

    Mas olhando os números individuais do Russ, a coisa não foi tão catastrófica assim. Em 64 jogos (foi contratado praticamente em cima da hora, antes do início da temporada regular), ele teve médias de 15.2 pontos, 5.4 rebotes, 6.7 assistências e 1.3 roubos de bola.

    Vale a pena apostar no veterano?

    Sinceramente, acho que os números do Westbrook não são ruins para um cara que já passou dos 35 anos e que chegou no Kings meio que de paraquedas. O problema é que números individuais não ganham jogos sozinhos — e Sacramento mostrou isso na pele.

    A questão agora é: o Kings vai querer de volta? Westbrook ainda tem aquela intensidade toda, aquela vontade de competir que sempre teve. Mas será que ele encaixa no projeto de Sacramento para 2024-25?

    E aí, o que vocês acham? Dariam mais uma chance para o Westbrook em Sacramento, ou acham que é hora dos Kings tentarem algo diferente? Eu fico na dúvida, pra ser honesto. O cara ainda joga, mas talvez não seja exatamente o que o Kings precisa para sair dessa situação complicada.

  • Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Olha só que nome interessante surgindo no radar: Sean Sweeney. Nunca foi técnico principal na NBA, mas tá sendo apontado como O cara pra preencher uma das vagas que vão aparecer nessa offseason.

    O cara tá no San Antonio Spurs agora como assistente-técnico do Mitch Johnson, mas a trajetória dele é que impressiona. Passou quatro anos como braço direito do Jason Kidd no Dallas Mavericks – e vocês sabem como o Kidd valoriza assistentes que entendem do jogo.

    O pedigree que conta

    Mas aqui que fica interessante: antes do Mavs, o Sweeney trabalhou com o Kidd lá no Milwaukee Bucks. E adivinha quem era o jogador que ele ajudou a desenvolver? O Giannis Antetokounmpo. Isso mesmo, ele foi o técnico de desenvolvimento do Greek Freak durante os primeiros anos da carreira do cara que virou MVP duas vezes.

    “Ele é o melhor disponível (entre os técnicos estreantes) por uma margem gigante”, disse um scout da Conferência Leste pro The Athletic. Quando os caras de dentro da liga falam assim, é porque tem substância.

    Depois do Milwaukee, ainda passou pelo Detroit Pistons trabalhando com Dwane Casey. Ou seja, o cara não é novato não – tem experiência com diferentes estilos e filosofias de jogo.

    Onde ele pode parar?

    Por enquanto, Milwaukee Bucks e New Orleans Pelicans são os dois times que tão oficialmente procurando técnico. Sinceramente, seria meio irônico se o Sweeney voltasse pros Bucks como técnico principal depois de ter ajudado a formar o Giannis lá, né?

    E aí, vocês acham que ele tem o perfil pra aguentar a pressão de ser técnico principal? Porque uma coisa é ser assistente, outra é ter que tomar as decisões finais e enfrentar a imprensa quando as coisas não vão bem. Mas pelo histórico, parece que o cara tem tudo pra dar certo.

  • Play-In 2026: Hornets e Blazers surpreendem no primeiro dia

    Play-In 2026: Hornets e Blazers surpreendem no primeiro dia

    Olha, eu confesso que não esperava muito do primeiro dia do Play-In de 2026, mas que surpresa boa que foi terça-feira! Hornets eliminando o Heat e Portland passando pelo Suns? Sinceramente, quem apostaria nisso?

    Charlotte finalmente acordou pro jogo

    O Hornets contra o Heat foi simplesmente absurdo. Depois de anos sendo piada na liga, Charlotte mostrou que pode brigar com qualquer um quando resolve jogar sério. E contra Miami, que sempre aparece nos momentos decisivos? Isso é coisa de quem tem personalidade.

    Miami não é time pra facilitar, a gente sabe disso. Mas parece que a idade finalmente pesou, e o Hornets aproveitou cada oportunidade que teve. Foi um jogaço de assistir — desses que você fica grudado na TV até o último segundo.

    Portland dando trabalho pro favoritão Suns

    Agora, o Blazers passando pelo Suns foi ainda mais surreal. Phoenix chegou como um dos favoritos da conferência, e aí vem Portland — que todo mundo já tinha dado como morto — e estraga a festa completamente.

    Cara, eu sempre digo: Play-In é isso aí. É onde os azarões têm chance real de mostrar que basquete se joga em quadra, não no papel. Portland provou que experiência em playoffs conta muito, mesmo quando o time não tem o melhor elenco da liga.

    E vocês viram como o Suns saiu de quadra? Parecia não acreditar no que tinha acontecido. Às vezes o favoritismo pesa tanto que o time esquece de jogar o básico.

    Agora a pergunta que não quer calar: será que essas duas surpresas do primeiro dia são só o começo de um Play-In completamente maluco? Porque se for assim, preparem o pipoca — vai ser um show à parte até chegar nos playoffs de verdade.

  • LaMelo Ball na mira da NBA por rasteira em Bam Adebayo

    LaMelo Ball na mira da NBA por rasteira em Bam Adebayo

    Olha só a confusão que o LaMelo Ball arrumou pra ele. O armador do Charlotte Hornets está sendo investigado pela NBA por uma rasteira no Bam Adebayo durante o jogo do play-in contra o Miami Heat na terça-feira — partida que os Hornets ganharam de 127 a 126 na prorrogação.

    A liga já entrou em contato com as duas franquias e vai entrevistar o Ball, segundo fontes próximas. O lance está sendo analisado pra uma possível upgrade pra falta flagrante 1 ou 2, mas pelo jeito uma suspensão é improvável.

    O lance polêmico

    A jogada aconteceu no início do segundo quarto. Depois de ter seu arremesso bloqueado, o Adebayo pegou o rebote perto da lateral. O Ball, que estava caindo no chão, deu uma rasteirada no pé do Adebayo, derrubando ele pesado — e sem apito nenhum dos árbitros.

    O pior é que o Bam machucou as costas na queda e não voltou mais pro jogo, ficando apenas 11 minutos na quadra. Enquanto isso, o LaMelo foi lá e fez a cesta da vitória faltando 4.7 segundos. Irônico demais.

    “A jogada não foi apitada na hora”, explicou o árbitro Zach Zarba depois. “O jogo continuou com um contra-ataque rápido. E como não paramos o jogo imediatamente, a janela pra revisar o lance se fechou.” Ou seja, os caras não puderam nem olhar no replay.

    Spoelstra pistola e LaMelo se desculpando

    Erik Spoelstra, técnico do Heat, não poupou palavras depois da derrota. “Eu não acho engraçadinho nem fofo. Acho uma jogada estúpida e perigosa. Obviamente nosso melhor jogador saiu lesionado”, disparou o treinador. “Isso é uma vergonha. Deveria ser penalizado por isso. Rasteirar os caras, palhaçadas… isso não tem lugar no jogo.”

    Sinceramente? Spoelstra tem razão. Por mais que tenha sido no calor do momento, esse tipo de lance pode machucar sério.

    O LaMelo, pelo menos, se desculpou depois do jogo. “Peço desculpas por isso. Levei uma pancada na cabeça na jogada e meio que não sabia onde estava. Mas vou procurar ele, ver se tá bem”, disse o armador.

    Aqui entre nós: tomou pancada na cabeça ou não, rasteira é rasteira. E olha que surgiu um vídeo de janeiro do ano passado mostrando o Ball fazendo movimento parecido na perna do Adebayo. Coincidência? Acho difícil.

    E aí, vocês acham que a NBA vai dar alguma punição pro LaMelo ou vai passar pano mesmo?

  • Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Cara, o Deni Avdija simplesmente resolveu virar o monstro na hora H! 41 pontos, 12 assistências e 7 rebotes na vitória por 114-110 sobre o Phoenix Suns. E não foi qualquer vitória não — foi a que garantiu os Blazers nos playoffs pela primeira vez desde 2021.

    Olha, eu não vou mentir: não esperava isso do Avdija. O cara vinha oscilando na segunda metade da temporada regular, mas quando a pressão apertou, ele mostrou por que foi All-Star pela primeira vez na carreira. Foi um daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre.

    A ressurreição de Portland

    Três anos. Três anos os Blazers ficaram de fora dos playoffs depois daquela eliminação dolorosa pro Denver Nuggets em 2021. E agora? Voltaram com tudo, garantindo a 7ª colocação no Oeste — que tá cada vez mais maluco.

    “É a melhor coisa que já aconteceu comigo na carreira até agora”, disse o Avdija depois do jogo. E dá pra entender a emoção do cara, né? Primeira vez nos playoffs como protagonista absoluto.

    A defesa de Portland também merece destaque. Conseguiram limitar o Devin Booker a apenas 17 arremessos de quadra, terminando com 22 pontos. Isso é trabalho de equipe, pessoal. Jalen Green até fez 35 pontos pros Suns, mas não foi suficiente.

    Wembanyama nos playoffs

    Agora vem a parte interessante: Blazers vs Spurs na primeira rodada. Victor Wembanyama fazendo sua estreia nos playoffs. Sinceramente, eu tô ansioso pra ver como o francês vai se comportar na pós-temporada.

    As odds não tão favorecendo Portland não — Spurs são favoritos com -2500. Mas basquete é isso aí, qualquer coisa pode acontecer. E depois do que o Avdija fez ontem, quem sabe o que mais vem por aí?

    Enquanto isso, os Suns vão enfrentar o vencedor de Clippers x Warriors na quarta-feira. Los Angeles é favorito com -208, mas Golden State sempre tem aquela magia dos playoffs.

    Vocês acham que Portland tem chance real contra San Antonio? Ou foi só um momento de brilho do Avdija?