Autor: Leandro Amorim

  • Draymond Green comendo mosca: Warriors de novo no Play-In

    Draymond Green comendo mosca: Warriors de novo no Play-In

    Cara, tem coisa mais engraçada que ver o Draymond Green ter que engolir as próprias palavras? O cara que um dia disse que “lutar por uma vaga no Play-In não me motiva nem um pouco” tá aí de novo, precisando dessa droga de torneio pra manter a temporada viva.

    Lembro perfeitamente de 2021 quando ele soltou essa. Os Warriors estavam na 9ª posição, e o Draymond basicamente cuspiu no Play-In na frente dos repórteres. Na época eu até entendi – o maluco tinha três anéis, tinha destruído todo mundo por anos seguidos. Pra ele, aquilo era tipo um jogo de aquecimento.

    A vida dá voltas que nem bola na tabela

    Três anos depois, em 2024, já com quatro títulos no currículo, ele mudou o discurso e chamou o Play-In de “a melhor coisa já criada” – mas no mesmo fôlego disse que odiava aquela porcaria. Clássico Draymond: contraditório até o último fio de cabelo.

    E agora? 2026, Warriors com 37-45 de campanha, décima colocação. Décima. Os caras que costumavam passar direto pros playoffs agora tão pedindo carona pro Play-In Mountain, como se fosse favor.

    Olha, sinceramente acho que essa humildade forçada faz bem pro Draymond. O basquete tem dessas – quando você acha que tá acima de alguma coisa, a vida te coloca no seu devido lugar rapidinho.

    Warriors precisam mais que tudo

    A real é que Golden State tá desesperado. Dois anos seguidos dependendo do Play-In! Imagina se alguém falasse isso em 2017 pros Warriors? Os caras iam rir na sua cara.

    Mas agora não tem mais essa de “não me motiva”. Quando você termina a temporada regular com campanha negativa, qualquer chance de estender a temporada vira questão de vida ou morte. E o Draymond sabe disso melhor que ninguém – o cara odeia perder mais que qualquer coisa no mundo.

    Na quarta-feira ele vai ter a chance de mostrar isso debaixo dos holofotes do Play-In. Será que consegue levar esses Warriors pra mais uma jornada nos playoffs? Vocês acham que ainda têm lenha pra queimar ou é só saudade mesmo?

    Uma coisa eu garanto: ver o Draymond tendo que se humilhar pro Play-In depois de falar tanta merda é quase tão divertido quanto um triple-double do cara.

  • Hornets elimina Heat nos play-ins em jogo INSANO de prorrogação

    Hornets elimina Heat nos play-ins em jogo INSANO de prorrogação

    Cara, que jogaço foi esse dos Hornets contra o Heat! LaMelo Ball e Miles Bridges praticamente carregaram Charlotte nas costas pra eliminar Miami por 127 a 126 na prorrogação. E olha, eu não esperava que seria TÃO emocionante assim.

    A coisa toda se decidiu nos últimos segundos. Ball fez uma bandeja com 4.7 segundos restantes na prorrogação, e quando parecia que Miami ia empatar, Miles Bridges apareceu pra fazer um toco no Davion Mitchell bem no apito final. Simplesmente monstro!

    LaMelo comandou o show

    O garoto Ball tá jogando um basquete absurdo ultimamente. Foram 30 pontos e 10 assistências — um double-double que valeu a temporada do Heat. Bridges também não ficou atrás: 28 pontos e 9 rebotes. Esses dois estão em sintonia total, parece que jogam juntos há anos.

    E tem o Coby White também, que fez uma bomba de 3 pontos faltando 10.8 segundos no tempo regulamentar pra levar o jogo pra prorrogação. Sem ele, não teria nem overtime pra contar história.

    Miami sentiu a pressão

    Do lado do Heat, Mitchell fez 28 pontos e Andrew Wiggins contribuiu com 27, mas não foi suficiente. O grande problema foi perder o Bam Adebayo por lesão nas costas no segundo período — e olha que foi numa jogada meio sem querer com o Ball.

    Sinceramente, acho que Miami sentiu demais a ausência do Bam no garrafão. Ele faz muita falta tanto no ataque quanto na defesa, e numa partida decidida nos detalhes como essa, cada peça conta.

    Agora Charlotte vai enfrentar o perdedor de Philadelphia x Orlando na sexta-feira, brigando pela última vaga dos playoffs no Leste. É a chance dos Hornets voltarem aos playoffs depois de uma década — dá pra acreditar? Dez anos sem pós-temporada é muito tempo pra qualquer torcida.

    E aí, vocês acham que os Hornets conseguem manter esse ritmo e garantir a vaga? Esse time tá com uma energia diferente, mas sei que a pressão só aumenta daqui pra frente.

  • Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Cara, o Play-In Tournament já começou e que loucura! Portland Blazers garantiu vaga na playoffs pela primeira vez desde 2021, derrubando o Phoenix Suns numa virada épica de 11 pontos no último quarto. Sinceramente? Eu não esperava isso dos Blazers — eles tavam mortos no jogo e de repente… BAM! Deni Avdija simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    E que noite maluca foi essa. Do outro lado, Charlotte Hornets e Miami Heat protagonizaram um jogaço clássico desses que a gente vai lembrar por anos. LaMelo Ball finalmente conseguiu sua primeira vitória em playoffs — o garoto tava com esse macaco nas costas há tempos.

    O Heat perdeu, mas pode ter ganhado

    Olha, pode parecer loucura, mas o Miami Heat perdendo pode ter sido a melhor coisa que aconteceu com eles. Sério mesmo. Quatro anos seguidos no Play-In é frustrante pra um time acostumado a brigar por título. Agora eles garantem uma posição no Draft da NBA, e sabem como é — os dois últimos times que ganharam na loteria (Mavericks e Hawks) tinham perdido no Play-In.

    Pat Riley deve estar até aliviado. Esse elenco atual não tem cara de time campeão, mas com uma pick boa no draft… aí a conversa muda completamente. Imaginem se conseguirem pescar um Giannis Antetokounmpo com essa pick na mão?

    Kon Knueppel e o banco de reservas

    Agora vem a parte triste da história. Kon Knueppel, que vinha fazendo uma temporada de rookie absurda, teve uma das piores noites da carreira. Acabou no banco, vendo o jogo de longe enquanto seus companheiros brigavam por uma vaga na pós-temporada.

    O mais doloroso? As chances dele no Rookie of the Year podem ter ido pro espaço. Como os jogadores ainda podem votar (por causa daquela confusão toda com a regra dos 65 jogos), uma atuação dessas no momento mais importante do ano pesa — e muito. Injusto? Talvez. Mas é assim que funciona na NBA.

    O garoto vai ter mais chances de se redimir na sexta-feira, mas primeira impressão em playoffs é tudo. E a dele não foi das melhores, não vou mentir.

    Agora é torcer pros próximos jogos. Warriors e Clippers se enfrentam, Philadelphia pega o Orlando, e ainda temos mais três vagas pra definir. Vocês acham que os Blazers conseguem fazer algum barulho nos playoffs ou foi só um momento de sorte?

  • Miles Bridges quebra jejum no Play-In e Hornets sonham com playoffs

    Miles Bridges quebra jejum no Play-In e Hornets sonham com playoffs

    Cara, que jogo absurdo ontem! O Charlotte Hornets finalmente conseguiu vencer no Play-In Tournament, derrubando o Miami Heat por 127-126 na prorrogação. E olha, todo mundo tá falando do LaMelo Ball — que realmente foi monstro —, mas quem merece palmas também é o Miles Bridges.

    O cara foi DECISIVO nos momentos finais. Primeiro, fez uma enterrada espetacular pra manter o Hornets vivo. Depois, quando parecia que o Heat ia roubar a vitória nos últimos segundos, Bridges voou (literalmente voou!) pra bloquear a bandeja do Davion Mitchell. Que absurdo de jogada defensiva!

    Finalmente quebrou a maldição do Play-In

    No final do jogo, Bridges estava visivelmente emocionado. E não era pra menos — ele já tinha participado do Play-In duas vezes antes e sempre saiu de mãos vazias. O Coby White, que veio do Bulls no deadline, tinha um histórico ainda pior: quatro participações no Play-In, sempre perdendo pro Heat.

    “Foi incrível. Eu já estive no Play-In duas vezes e perdi. O Coby já esteve quatro vezes. Então, conseguir uma vitória assim… estamos simplesmente felizes em vencer”, disse Bridges após o jogo. Deu pra sentir o alívio na voz dele.

    E que atuação, meu amigo! Bridges fechou a noite com 28 pontos (incluindo cinco bolas de três), nove rebotes, duas assistências e três tocos. O White saindo do banco também foi fundamental: 19 pontos, cinco rebotes, três assistências e duas roubadas de bola. Ah, e também acertou cinco de três!

    Um passo mais perto de quebrar o jejum histórico

    Agora vem a parte mais interessante: o Hornets tá a uma vitória de quebrar um jejum de NOVE ANOS sem playoffs. Nove anos! É o maior jejum ativo da NBA atualmente. Imaginem a pressão que esses caras tão sentindo.

    Sinceramente, eu não esperava que o Hornets chegasse até aqui quando a temporada começou. Mas essa equipe tem mostrado uma garra impressionante, especialmente depois que trouxeram o Coby White no deadline. O cara foi uma adição perfeita — ontem mesmo ele mandou uma bomba de três nos últimos segundos do tempo regulamentar pra levar o jogo pra prorrogação.

    Agora eles vão enfrentar o perdedor do confronto entre Philadelphia 76ers e Orlando Magic. E aí, vocês acham que o Hornets consegue dar mais esse passo e finalmente voltar pros playoffs? A torcida de Charlotte tá sonhando alto, e depois de ontem, quem pode culpá-los?

  • Herro explode contra LaMelo: ‘Jogada suja que acabou com nossa season’

    Herro explode contra LaMelo: ‘Jogada suja que acabou com nossa season’

    Cara, que final de temporada amargo pro Heat. E olha, eu tô aqui ainda processando o que aconteceu naquela eliminação pros Hornets. Tyler Herro não conseguiu segurar a revolta depois que LaMelo Ball praticamente encerrou a temporada de Miami de duas formas: com a cesta da vitória E com uma jogada no mínimo questionável que machucou o Bam Adebayo.

    Vamos aos fatos: Charlotte ganhou de 127 a 126 no play-in, eliminando o Heat da pós-temporada. Mas antes disso rolar, LaMelo fez uma jogada que deixou todo mundo de Miami pistola – ele derrubou o Bam, que saiu mancando e não voltou mais pro jogo.

    A revolta do Herro foi total

    “Foi uma loucura. Jogo com o Bam há muito tempo e nunca vi ele mancando desse jeito. Ele é o cara que sempre fica em quadra, não importa a dor. E dessa vez mal conseguiu andar até o vestiário”, disparou Herro após o jogo. E aí veio a parte mais pesada: “Todo mundo viu. Não foi a jogada certa.”

    Olha, quando o Herro fala que “todo mundo viu”, ele tá claramente insinuando que foi intencional. E cara, conhecendo como é a rivalidade na NBA, essa tensão toda faz sentido. O Bam é um dos caras mais resistentes da liga – se ele saiu de quadra assim, é porque a pancada foi braba mesmo.

    LaMelo virou persona non grata em Miami

    Sinceramente? Do ponto de vista do Heat, LaMelo Ball virou o grande vilão da história. Primeiro machuca o pivô titular deles numa jogada duvidosa, depois cravo a cesta que elimina o time da pós-temporada. É o tipo de situação que deixa qualquer torcida revoltada.

    Erik Spoelstra, técnico do Heat, já tinha reclamado que o garoto dos Hornets deveria ter sido expulso pela jogada. Agora o Herro vem e confirma: na visão de Miami, aquilo foi proposital. E vocês, o que acham? Foi mesmo ou tô viajando na maionese?

    O mais doído de tudo é que o Heat dependia desse jogo pra seguir vivo na temporada. Perder o Bam numa jogada dessas e ainda tomar a eliminação do mesmo cara… cara, isso vai ficar marcado.

  • Luka volta da Espanha, mas Lakers podem ter que confiar no LeBron

    Luka volta da Espanha, mas Lakers podem ter que confiar no LeBron

    Olha, o Luka Dončić acabou de voltar pra Los Angeles depois de passar uns dias na Espanha fazendo uns tratamentos meio futuristas no músculo posterior da coxa esquerda. Platelet-rich plasma (PRP) e células-tronco — basicamente, o cara foi atrás de tudo que é tecnologia pra tentar acelerar a recuperação.

    A pergunta que não quer calar: será que ele vai conseguir voltar a tempo dos playoffs contra o Houston Rockets? Sinceramente, tô com o pé atrás.

    A realidade é dura pros Lakers

    Tanto o Luka quanto o Austin Reaves se machucaram no mesmo jogo contra o Thunder, dia 2 de abril. E olha, lesão grau 2 no posterior da coxa não é brincadeira — normalmente são 3 semanas no mínimo, mas pode facilmente virar 4 ou 5. O PRP pode ajudar? Talvez. Mas não existe milagre, né.

    O primeiro jogo da série é no sábado, e tudo indica que os Lakers vão ter que começar sem os dois caras. Isso significa uma coisa: LeBron James, aos 41 anos, vai ter que carregar o piano sozinho contra a sexta melhor defesa da liga. Cara, o Amen Thompson é um monstro defensivo — longo, atlético, desses que fazem a vida do armador virar um inferno.

    MVP sem prêmio?

    Aqui que fica mais doloroso ainda. O Luka teve uma temporada ABSURDA: 33.8 pontos por jogo (liderando a liga), 7.8 rebotes e 8.3 assistências. Números de MVP fácil. Só que por causa dessa lesão, ele ficou com 64 jogos — um a menos que o mínimo de 65 pra concorrer aos prêmios da temporada.

    Detalhe interessante: os Lakers entraram com um recurso alegando “circunstâncias extraordinárias” porque o Luka perdeu dois jogos no começo da temporada pra voar pra Eslovênia pro nascimento do filho dele. Ou seja, não foi por lesão. A decisão sai nas próximas 24 horas — vocês acham que a liga vai dar uma de coração mole?

    Na minha visão, sem Luka e Reaves, os Lakers viraram zebra completa contra Houston. E olha que depois do All-Star break, eles tavam com uma cara de time perigoso no Oeste. Agora? LeBron vai ter que fazer milagre (de novo).

  • LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    Gente, vocês sabiam que o LaMelo Ball praticamente fez o trabalho de scout dos Hornets? Pois é, saiu uma história da ESPN essa semana que mostra como o armador foi fundamental na escolha do Kon Knueppel no draft de 2025. E olha, que sacada absurda do garoto.

    A situação foi mais ou menos assim: Charlotte tinha apenas 14% de chance de pegar a primeira pick (assim como Jazz e Wizards), mas mesmo antes da loteria rolar, LaMelo já tava martelando no ouvido do GM Jeff Peterson sobre um cara específico do Duke.

    “Esse moleque é diferente”

    Enquanto todo mundo babava pelo Cooper Flagg – que realmente era o consenso número 1 -, o Melo ficava falando do Knueppel pra quem quisesse ouvir. Cara, o armador assistiu vários jogos do Duke durante a temporada e ficou impressionado com o QI de jogo do forward. “Esse cara entende de basquete de verdade”, deve ter pensado.

    E Peterson confirmou que LaMelo foi cirúrgico na análise: “Ele foi muito detalhado explicando por que gostava dele. E foi ainda mais impressionante porque tinha outros caras que ele não destacou da mesma forma. Ele pode ter futuro no front office se quiser”.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do LaMelo. O garoto sempre foi criticado pelo jogo meio solto, aquela atitude às vezes não muito séria, mas QI de basquete nunca faltou pra ele.

    A combinação perfeita

    E cara, como deu certo! Charlotte saltou de 19-63 para 44-38 nesta temporada, garantindo vaga no Play-In. Knueppel virou peça-chave nessa transformação com aquele arremesso de 3 letal e uma maturidade tática impressionante pra um rookie.

    A química entre LaMelo, Brandon Miller e Knueppel tá funcionando que é uma beleza. O Duke kid joga sem ego, abre espaço pra todo mundo, e transformou Charlotte numa pedreira de se enfrentar. Imaginem se eles passarem do Play-In e pegarem uma primeira seed nos playoffs?

    Claro, a gente nunca vai saber como seria com o Flagg no lugar. O garoto tem potencial de superestrela mesmo, mas será que encaixaria tão bem quanto o Knueppel nesse sistema? Difícil dizer.

    O que importa é que LaMelo mostrou que entende muito de basquete – e que Charlotte finalmente achou a peça que faltava pro quebra-cabeças. Os Hornets viraram um time pra se ficar de olho no Leste, independente do que rolar nessa pós-temporada.

    E aí, vocês acham que LaMelo tem futuro como executivo quando pendurar as chuteiras?

  • Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Gente, que jogaço foi esse ontem no Arizona! Os Portland Trail Blazers estavam praticamente enterrados no quarto período, perdendo por 11 pontos pros Phoenix Suns, mas conseguiram uma virada absolutamente épica pra vencer 114-110 no play-in da NBA.

    E o cara que resolveu virar super-herói foi ninguém menos que Deni Avdija. O israelense simplesmente meteu 41 pontos e ainda distribuiu 12 assistências. Mas olha, o lance que definiu tudo aconteceu faltando 16 segundos pro fim.

    O lance que mudou tudo

    A situação tava assim: Jordan Goodwin tinha acabado de fazer uma bandeja pros Suns e colocado Phoenix na frente por 110-109 com 32 segundos no relógio. Todo mundo já tava vendo os Blazers eliminados.

    Aí que o Avdija resolveu mostrar porque basquete é um esporte de detalhes. O cara partiu pro garrafão igual um possesso, fez a cesta sofrendo falta e ainda converteu o lance livre adicional. 112-110 pros Blazers com 16 segundos restantes.

    Na minha opinião, foi uma das jogadas mais clutch que vi esse ano. A pressão era absurda e o moleque não tremeu nem um pouco.

    Final de filme de Hollywood

    Os Suns ainda tiveram chance de empatar ou virar. Jalen Green — que fez 35 pontos na partida — tentou uma bomba de três mas errou. Goodwin pegou o rebote ofensivo (que coração não aguentou nessa hora), mas aí que o Matisse Thybulle apareceu pra roubar a bola e selar a vitória dos Blazers.

    Sinceramente? Achei que Portland tava morta e enterrada quando Phoenix abriu 11 pontos de vantagem no último período. Os caras fizeram uma sequência de 11-0 e chegaram a liderar por 98-87 faltando pouco mais de 7 minutos. Mas basquete é isso — o jogo só acaba quando acaba mesmo.

    Jerami Grant, que voltou depois de sete jogos fora por lesão, também foi fundamental nos momentos finais. Fez uma bomba de três da esquina que colocou Portland na frente por 107-106 faltando menos de 2 minutos.

    E agora?

    Com essa vitória suada, os Trail Blazers garantiram a 7ª colocação no Oeste e vão enfrentar o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. Já os Suns terão uma nova chance — vão receber o vencedor de Clippers x Warriors na sexta-feira. Quem ganhar pega a 8ª vaga e encara o poderoso Oklahoma City Thunder.

    Devin Booker fez 22 pontos pelos Suns, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Blazers no final. E vocês, acham que Portland tem chance real contra os Spurs? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível!

  • LaMelo Ball quase mata o Hornets do coração mas faz a cesta da vitória

    LaMelo Ball quase mata o Hornets do coração mas faz a cesta da vitória

    Cara, o LaMelo Ball é simplesmente um caso à parte na NBA. O moleque consegue ser o mais talentoso e o mais desesperador jogador da liga ao mesmo tempo — e ontem à noite contra o Heat foi a prova definitiva disso.

    Os Charlotte Hornets venceram o Miami Heat por 127-126 na prorrogação no play-in da Conferência Leste, mas que susto! O Heat foi eliminado e Charlotte vai encarar Magic ou 76ers na sexta pela última vaga dos playoffs.

    A montanha russa emocional do LaMelo

    Agora vem a parte absurda: o LaMelo literalmente perdeu e ganhou o jogo em 12 segundos. Juro por Deus, esse moleque vai me matar do coração.

    Primeiro ele entrega a bola de um jeito amador depois de um arremesso de 3 do Tyler Herro — um passe telegrafado e fraquíssimo que foi direto pro Pelle Larsson. Aí, só pra completar o show de horrores, ele comete falta no Herro numa tentativa de 3 pontos. Três lances livres convertidos, e o Hornets que tinha o jogo controlado de repente precisava de uma cesta no último lance.

    E o que o maluco fez? Acertou a cesta da vitória.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse cara. É o tipo de jogador que te tira 10 anos de vida mas te faz apaixonar pelo basquete ao mesmo tempo.

    Os números da loucura

    Olha só a estatística do LaMelo: 30 pontos em 31 arremessos, 10 assistências, mas 2 de 16 do perímetro. Dezesseis tentativas de 3 pontos! O cara estava chutando de qualquer lugar da quadra como se fosse treino no quintal de casa.

    E sabe o que é mais doido? Com ele em quadra, Charlotte foi +15 contra o Heat. Sem ele, Miami foi +14. O impacto desse moleque é absurdo — quando funciona, é basquete arte. Quando não funciona… bom, vocês viram os últimos 12 segundos do tempo regulamentar.

    Por isso que eu falo: jogar contra o LaMelo deve ser tipo enfrentar um cara que não tem medo de morrer. Ele vai chutar de 10 metros com 2 de 15 no jogo. Vai fazer um passe de 12 metros por cima da defesa em jogo decisivo. E vai acertar quando mais importa.

    E aí, vocês acham que Charlotte consegue passar da próxima fase com essa montanha russa emocional chamada LaMelo Ball? Uma coisa é certa: não vai ser boring.

  • Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Gente, que noite absurda do Deni Avdija! O cara simplesmente resolveu jogar basquete no modo impossível e carregou os Blazers nas costas pra uma vitória épica sobre os Suns por 114-110 no play-in. Quarenta e um pontos. E não foi só pontuação — foi clutch time no seu melhor estilo.

    Olha só a situação: Portland perdendo por 11 pontos no último quarto. Qualquer um pensaria “acabou a temporada”. Mas não, os caras fizeram uma virada que me deixou gritando na sala. E o Avdija? Simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda.

    O lance que decidiu tudo

    Com 16 segundos no relógio e o jogo empatado, Avdija fez o que todo mundo sonha fazer: enterrou uma bandeja com falta e ainda converteu o lance livre. 112-110 pra Portland. Sinceramente, eu não esperava essa frieza dele num momento desses.

    Os Suns ainda tentaram responder — Jordan Goodwin tinha colocado eles na frente segundos antes com uma bela bandeja. Mas aí vem o Jalen Green tentando o arremesso de 3 da virada… e errou. Goodwin pegou o rebote ofensivo (que coração!), mas o Matisse Thybulle apareceu do nada e roubou a bola. Game over.

    E agora, playoffs!

    Com essa vitória, Portland garantiu a 7ª posição no Oeste e vai enfrentar o San Antonio Spurs na primeira rodada. Vocês acham que conseguem fazer barulho nos playoffs? Depois dessa apresentação do Avdija, eu tô começando a acreditar que sim.

    Já os Suns… cara, que situação complicada. Agora eles vão ter que esperar o vencedor de Clippers x Warriors na sexta-feira. Quem ganhar leva a 8ª vaga e encara ninguém menos que o Oklahoma City Thunder — que tá voando na primeira posição. O perdedor vai pra casa. Pressão total.

    Eu tenho que admitir: não via o Avdija como esse tipo de jogador clutch. O cara sempre foi consistente, mas 41 pontos num jogo decisivo? Isso é coisa de All-Star. Portland pode ter encontrado seu novo líder no momento perfeito da temporada.