Autor: Leandro Amorim

  • Spurs destroem o Heat por 25 pontos com show de Wembanyama

    Spurs destroem o Heat por 25 pontos com show de Wembanyama

    Gente, que cacetada foi essa dos Spurs no Heat ontem à noite! 136 a 111. Vinte e cinco pontos de diferença em Miami. Sinceramente, eu não esperava uma surra dessa magnitude.

    O Victor Wembanyama simplesmente resolveu mostrar por que é candidato a MVP e melhor defensor da liga ao mesmo tempo. 26 pontos, 14 rebotes, 4 assistências e ainda meteu 5 tocos. Cinco! O cara é um monstro mesmo, não tem como negar. Cada jogada dele parecia cena de filme — principalmente aquelas duas enterradas no terceiro quarto que praticamente mataram o jogo.

    O banco dos Spurs foi absurdo

    Mas olha, não foi só o Wemby não. O banco de San Antonio veio pra guerra mesmo. Keldon Johnson (21 pontos) e Dylan Harper (também 21) simplesmente atropelaram os reservas do Heat. O Johnson principalmente — os caras da transmissão ficaram chamando ele de “bola de boliche” de tanto que ele metia o ombro e ia pro garrafão.

    E o Stephon Castle? 19 pontos, 7 rebotes, 6 assistências. Esse moleque tá jogando demais. Junto com o De’Aaron Fox (14 e 6), formaram uma dupla que não deu sossego pro Miami a noite toda.

    Do lado do Heat, só os veteranos conseguiram produzir alguma coisa: Tyler Herro (18), Bam Adebayo (18) e Norman Powell (21). O resto… cara, foi bem complicado de assistir se você é torcedor de Miami.

    Primeiro tempo foi um recital ofensivo

    O negócio começou equilibrado, viu? Primeiro quarto bem físico, daqueles que lembram playoffs. Mas aí o Fox começou a distribuir bola, o Harper entrou no clima, e quando você viu, San Antonio já estava com 76 a 58 no intervalo.

    Quase 80 pontos no primeiro tempo! Com 52% nos arremessos de quadra, 45% nas bolas de três e 88% nos lances livres. Números completamente surreais.

    E no terceiro quarto? Rapaz, foi o golpe de misericórdia. Os Spurs abriram com uma sequência de 13 a 0 que incluiu duas enterradas do Wembanyama que fizeram a galera de Miami ficar em silêncio. A vantagem chegou aos 29 pontos e o jogo praticamente acabou ali.

    Com essa vitória, San Antonio chegou aos 54-18 e garantiu o mando de quadra na primeira rodada dos playoffs. Quinta vitória consecutiva que o Heat leva mais de 120 pontos — isso é preocupante demais pros caras de Miami.

    E vocês, acham que os Spurs conseguem chegar longe nos playoffs com esse time jovem? Porque olhando esse jogo, eu tô começando a acreditar que pode rolar algo especial mesmo…

  • Lakers tem sequência de 9 vitórias quebrada em Detroit

    Lakers tem sequência de 9 vitórias quebrada em Detroit

    Cara, tinha que acabar em algum momento, né? A sequência de nove vitórias seguidas dos Lakers finalmente chegou ao fim ontem à noite, numa derrota apertadíssima por 113 a 110 para os Pistons em Detroit. E olha, foi de quebrar o coração mesmo.

    O mais louco é que os Lakers chegaram a estar perdendo por 16 pontos no segundo tempo. DEZESSEIS! Aí quando você pensa que já era, os caras voltaram pra empatar no quarto período. Aqueles últimos 40 segundos foram de infarto — as duas equipes trocaram a liderança várias vezes.

    Final dramático que dói na alma

    Nos momentos finais, foi uma loucura total. Deandre Ayton e Daniss Jenkins acertaram lances livres, Reaves e Jenkins trocaram cestas de média distância. Quando o Luka errou uma tentativa, Jenkins colocou Detroit na frente por três. A última tentativa do Luka — uma bola de três desesperada numa jogada quebrada — nem chegou perto da cesta.

    Na minha visão, esse tipo de derrota dói mais que uma surra. Os Lakers mostraram personalidade pra voltar no jogo, mas não conseguiram fechar. É o esporte, né?

    Desfalques pesaram dos dois lados

    As duas equipes estavam desfalcadas, mas Detroit bem mais. Os Pistons seguem sem Cade Cunningham por causa de um pneumotórax (meu Deus, que situação), enquanto os Lakers não contaram com Marcus Smart e Rui Hachimura — lesões menores, felizmente.

    Uma coisa interessante é que dessa vez os Lakers se impuseram no garrafão, algo que não aconteceu no último confronto entre as equipes. Foram 58 a 48 pontos na pintura a favor de Los Angeles, além de 16 pontos em contra-ataques contra apenas 8 de Detroit.

    Mas os Pistons compensaram acertando 11 bolas de três contra 8 dos Lakers, e principalmente transformando os 12 turnovers de LA em 17 pontos. Aí complica mesmo.

    Daniss Jenkins foi o cara da noite pelos Pistons, liderando o time e acertando bolas de três fundamentais. Pelo lado dos Lakers, Luka Dončić começou bem mas não conseguiu sustentar até o final.

    E aí, vocês acham que essa derrota vai afetar o psicológico do time? Nove vitórias seguidas não é brincadeira, mas perder assim, na raça, pode até ser melhor que uma goleada. Pelo menos mostra que o time tem fibra pra reagir quando está atrás no placar.

  • Roki Sasaki tá preocupando no spring training dos Dodgers

    Roki Sasaki tá preocupando no spring training dos Dodgers

    Olha, vou ser sincero: tô ficando preocupado com o Roki Sasaki. O japonês que chegou nos Dodgers com tanto hype teve mais uma apresentação complicada no spring training, dessa vez contra os Angels.

    Seis walks em pouco mais de duas entradas. Seis walks, gente! E ainda permitiu cinco corridas. O cara jogou apenas 66 arremessos e só 32 foram strikes. Pra quem tá acostumado com a precisão dos pitchers japoneses, isso é meio assustador.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos que doem: ERA de 15.58 em quatro jogos de exibição. Quinze walks em apenas 8⅔ entradas. Cara, eu sei que é spring training, mas esses números fazem qualquer fã dos Dodgers perder o sono.

    O mais preocupante foi a primeira entrada. Sasaki simplesmente não conseguiu eliminar ninguém. Acertou o Zach Neto com uma fastball (na contagem 3-0, imaginem a situação), depois veio o Mike Trout numa jogada de escolha, e aí foi ladeira abaixo. Três walks consecutivos e tchau, substituído pelo Ronan Kopp.

    Na minha opinião, dá pra ver que o cara tá sentindo a pressão. É diferente jogar na MLB, né? A zona de strike é outra, os árbitros têm critérios diferentes, e a pressão psicológica deve ser monstro.

    O contexto que importa

    Lembrando que Sasaki assinou com os Dodgers em janeiro do ano passado por uma pechincha – contrato de ligas menores com bônus de US$ 6,5 milhões. Isso porque ele tinha menos de 25 anos e estava sujeito às regras do pool internacional.

    O mais interessante é que ele foi fundamental nos playoffs do ano passado. Saindo do bullpen, o japonês foi um monstro: apenas uma corrida limpa em 10⅔ entradas e três saves para ajudar os Dodgers no bicampeonato consecutivo.

    Mas agora, como starter, parece que é outro filme. Será que a transição do bullpen pra rotação tá pesando? Ou é só questão de tempo mesmo?

    Com Yoshinobu Yamamoto confirmado como titular da abertura na quinta contra o Arizona, Sasaki vai ter mais tempo pra se ajustar. Torço pra que seja só uma fase ruim, porque o potencial tá ali. Vocês acham que ele consegue se encontrar antes do início da temporada regular?

  • Theegala salva LA no finalzinho e TGL ganha o primeiro jogo épico

    Theegala salva LA no finalzinho e TGL ganha o primeiro jogo épico

    Cara, que final maluco foi esse no TGL ontem à noite! O Sahith Theegala resolveu aparecer na hora H e mandou uma tacada perfeita no último buraco pra dar a vitória pro Los Angeles sobre o Jupiter Links por 6-5. Agora o LA está na frente por 1-0 na final.

    O drama do último buraco

    Olha, eu não esperava essa reviravolta. O Jupiter estava vencendo 5-4 chegando no par-5 final, e aí o LA resolveu jogar o martelo — ou seja, aquele buraco valia dois pontos. Era tudo ou nada.

    E o Theegala, que tinha passado o jogo inteiro errando (mandou duas bolas pra fora, acertou bunker num par-5, errou um putt de 1 metro), simplesmente acertou uma bomba direto no fairway. A segunda tacada deixou a bola a uns 10 metros do buraco pra um birdie de duas tacadas.

    Do outro lado, o Kevin Kisner — que tava comentando na NBC e só entrou porque o Akshay Bhatia está jogando na Índia — não conseguiu responder à altura. Errou o tee, errou a segunda, wedge ficou curto. Teve uma chance de chip de 6 metros pra empatar e ganhar tudo, mas passou raspando.

    Onde estão os grandes nomes?

    Sinceramente, essa final perdeu muito sem os principais. O Tiger Woods, que é o cara do Jupiter, tá fora o ano todo se recuperando da cirurgia nas costas. O Collin Morikawa do LA também não jogou por causa de lesão nas costas depois do Players Championship.

    Isso meio que explica por que o match ficou tão equilibrado — com os principais jogadores, provavelmente seria menos dramático.

    Como chegamos até aqui

    O Jupiter tinha saído na frente 3-2 depois das tacadas alternadas com os três jogadores. Aí o LA virou pra 4-3 nos singles, mas o Kisner empatou em 4-4 com uma tacada espetacular — mandou o driver direto no green depois que o Theegala errou.

    O Justin Rose três-puttou de longe e deu 5-4 pro Jupiter. No par-3 seguinte, o Tom Kim acertou a 2 metros, Jupiter jogou o martelo, LA aceitou o desafio, e o Tommy Fleetwood respondeu com uma tacada ainda melhor — 1,2 metro — pra empatar.

    E aí foi pro 15º buraco, onde o Theegala finalmente mostrou por que está na elite mundial.

    Vocês acham que o LA consegue fechar em casa hoje à noite? Porque se o Jupiter empatar, vai ter jogo 3 logo em seguida. Vai ser uma terça-feira de muito golfe no SoFi Center!

  • Warriors podem ter reforços contra Mavs após sequência terrível

    Warriors podem ter reforços contra Mavs após sequência terrível

    Olha, eu não vou mentir: essa trip de seis jogos fora de casa dos Warriors tem sido um pesadelo total. Mas pelo menos hoje contra o Dallas tem uma luz no fim do túnel — dois caras importantes podem voltar pra ajudar o time.

    As novidades no departamento médico

    Moses Moody está como “questionável” depois de ficar 10 jogos parado com uma torção no punho. Cara, março inteiro sem jogar! Se ele conseguir voltar hoje seria monstro, porque o time tá precisando de qualquer ajuda possível.

    E tem mais: Kristaps Porziņģis também está como “provável” depois de sair do último jogo com dores nas costas. Quando vi ele saindo de quadra no sábado, pensei “pronto, lá se vai mais um”. Mas parece que não foi nada sério. E olha, com Horford e Post machucados, o letão é fundamental no garrafão.

    De’Anthony Melton também deve jogar, mesmo com uma contusão na mão. O cara tem sido irregular ultimamente, mas com Curry fora, todo mundo que consegue segurar uma bola é bem-vindo.

    Curry ainda longe, e a situação tá feia

    Steph Curry continua fora — já são 22 jogos seguidos, gente! A síndrome patelofemoral no joelho direito tá sendo um inferno. Pelo menos parece que ele vai treinar essa semana, o que já é alguma coisa.

    Sinceramente? O elenco dos Warriors tá mais furado que peneira. Butler ainda se recuperando da cirurgia no joelho (vai ficar fora uns 10 meses ainda), Horford com problema muscular e pode até encerrar a temporada por aqui, Seth Curry também machucado…

    Do lado dos Mavs, Kyrie Irving continua fora a temporada toda por causa da cirurgia no joelho. Brandon Williams tá no protocolo de concussão há uma semana — uma pena porque o cara finalmente achou seu lugar em Dallas, fazendo 12.8 pontos por jogo.

    O que esperar do jogo

    Cara, qualquer coisa que não seja mais uma derrota já tá valendo pra Golden State. Essa road trip de seis jogos foi um desastre completo, e eles precisam pelo menos terminar com dignidade.

    Vocês acham que Moody e Porziņģis conseguem fazer a diferença? Ou será que já era pra essa temporada dos Warriors? Uma coisa é certa: sem Curry, fica difícil sonhar alto mesmo.

    O jogo rola às 22h30 (horário de Brasília) e vai passar no NBC Bay Area e Peacock. Vamos ver se pelo menos conseguem uma vitória pra não voltar pra casa de cabeça baixa.

  • Arremessador rookie descobre que fez a equipe durante visita do técnico

    Arremessador rookie descobre que fez a equipe durante visita do técnico

    Cara, imagina a cena: você tá lá na mound, concentrado no jogo, e de repente o técnico vem te visitar. Primeira coisa que passa na cabeça? “Pronto, me ferraram, vou sair de jogo”. Mas não foi isso que aconteceu com Carter Baumler, o rookie dos Texas Rangers.

    O garoto de 24 anos estava no quinto inning contra o Kansas City Royals quando Skip Schumaker, o técnico dos Rangers, saiu do dugout e foi até ele. Junto vieram o catcher Danny Jansen e toda a defesa interna. Baumler já estava se preparando mentalmente pra sair de campo quando ouviu a notícia: ele tinha conseguido uma vaga no roster de abertura da temporada.

    “Pensei que estava sendo tirado de jogo”

    “Eu não estava esperando isso. Fiquei tipo, por que ele tá vindo aqui? Aí ele subiu na mound e me disse que eu fiz o time”, contou Baumler durante uma entrevista ao vivo na Rangers Sports Network. “Cara, honestamente, eu pensei que estava sendo tirado de jogo… Óbvio, quando o técnico vem até você, normalmente é porque acabou.”

    A reação dos companheiros foi demais. Jansen deu uns tapinhas no peito do rookie com a luva, os infielders vieram cumprimentar. Baumler abriu um sorrisão, mas conseguiu se recompor na hora – ainda tinha jogo pra jogar, né? E fechou a entrada em grande estilo: strikeout em Isaac Collins com uma reta de 96.8 mph.

    Caminho difícil até chegar aos Rangers

    Olha, a trajetória desse cara é inspiradora. Baumler foi selecionado pelo Baltimore na quinta rodada do draft de 2020, saindo direto do ensino médio em Iowa. Logo depois, teve que passar pela cirurgia Tommy John – aquela que todo arremessador tem pesadelo, sabe?

    Ficou na organização dos Orioles de 2022 até 2025, mas no ano passado foi deixado de fora do roster de 40 homens. Aí os Pirates pescaram ele na primeira rodada do Rule 5 draft em dezembro e no mesmo dia negociaram com o Texas. Que reviravolta, hein?

    “Alguns anos atrás eu nunca teria esperado isso”, disse Baumler. “Olhando pra trás… fico feliz por ter mantido a cabeça baixa e continuado martelando.”

    E que spring training ele fez! Em oito jogos, permitiu apenas uma corrida limpa e fez 10 strikeouts em 9.1 innings. Números de monstro pra quem nunca jogou acima da Double-A.

    Sinceramente, adoro essas histórias de superação no baseball. O cara passou por cirurgia, foi deixado pra trás, mudou de organização duas vezes em um dia e agora vai estrear nas grandes ligas. E vocês, acham que ele vai conseguir se firmar no bullpen dos Rangers?

  • Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Arizona State contrata Randy Bennett e Saint Mary’s promove ex-pupilo

    Olha, não esperava essa movimentação toda no basquete universitário americano esta semana, mas aqui estamos. Randy Bennett, o cara que transformou Saint Mary’s numa potência do basquete college, aceitou o desafio de treinar Arizona State.

    E quando digo transformou, é transformar mesmo. O homem pegou um programa que tinha feito 2-27 na temporada anterior e, em 24 anos, levou os Gaels para 12 March Madness. Doze! Isso é consistência de alto nível.

    Um trabalho que merece respeito

    Bennett, de 63 anos, é nativo do Arizona — então tem aquele gostinho especial de voltar pra casa. O que ele fez em Saint Mary’s foi simplesmente absurdo: venceu pelo menos 20 jogos em 18 das últimas 19 temporadas. Caramba! E ainda por cima desenvolveu aquela rivalidade épica com o Mark Few, do Gonzaga, que todo mundo que acompanha college basketball conhece.

    Sete vezes técnico do ano na WCC. Quatro títulos consecutivos da conferência na temporada regular. Na minha opinião, o cara merecia uma oportunidade num programa maior há tempos.

    “Seria preciso uma situação especial para deixarmos Saint Mary’s”, disse Bennett. E faz sentido — ele estava numa das melhores conferências do país e tinha construído algo sólido.

    Arizona State apostando pesado

    A contratação faz todo sentido pro Arizona State. Eles demitiram Bobby Hurley depois de 11 temporadas (só três participações no March Madness, convenhamos que é pouco). Agora apostaram num cara com currículo extenso e, principalmente, com conexões na Costa Oeste — fundamental pra recrutar bem.

    Graham Rossini, diretor atlético da ASU, destacou exatamente isso: o sucesso sustentado ao longo de décadas e a habilidade comprovada de identificar talentos internacionais. Vocês acham que Bennett vai conseguir levar esse mesmo padrão pra Tempe?

    E tem um detalhe interessante: Arizona State está numa vibe positiva no esporte universitário. O football chegou no College Football Playoff em 2024, e o basquete feminino também foi pro NCAA Tournament com uma técnica de primeiro ano.

    Enquanto isso, Saint Mary’s não ficou no vácuo. Promoveram Mickey McConnell, que jogou pelo Bennett de 2007 a 2011 e está na comissão técnica desde 2019. É aquela história clássica: ex-jogador que virou técnico e agora assume o programa. Sinceramente, acho uma boa — ele conhece a casa e a filosofia do trabalho.

    Vai ser interessante acompanhar como essas duas transições vão rolar. Bennett num programa maior, com mais recursos, mas também com mais pressão. E McConnell tentando manter o padrão Saint Mary’s que todos conhecemos.

  • NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    NBA corta projeção do salary cap em 2026-27: o que isso significa?

    Olha, acabou de rolar uma mudança que pode mexer com os planos de muito time por aí. A NBA baixou a projeção do salary cap para a temporada 2026-27 de US$ 166 milhões para US$ 165 milhões. Parece pouco? Um milhão a menos pode parecer troco de pinga, mas no mundo da NBA, isso é coisa séria.

    O motivo? Queda na receita da mídia local. E faz sentido — com tantos cortes de cabo e mudanças no consumo de TV, era questão de tempo até isso refletir nos números da liga.

    Como ficam os valores em 2026-27

    Com o salary cap projetado em US$ 165 milhões, os outros números também se ajustam. O piso salarial (aquele mínimo que os times têm que gastar) fica em US$ 149 milhões. Já o nível da luxury tax vai para US$ 201 milhões.

    E aí que a coisa fica interessante: o primeiro “apron” — aquela linha que limita algumas movimentações dos times — vai estar em US$ 209 milhões. O segundo apron, que é onde a coisa aperta mesmo, fica em US$ 222 milhões.

    Na minha visão, esses valores ainda são absurdos se comparados com o que víamos alguns anos atrás. Lembram quando achávamos que US$ 100 milhões era muito dinheiro?

    A evolução do salary cap

    Pra vocês terem uma ideia da loucura que foi essa escalada, o salary cap atual de 2024-25 é de US$ 140,588 milhões. Para a próxima temporada (2025-26), ele já salta para US$ 154,647 milhões. Isso por causa dos novos contratos de TV com ESPN, NBC e Amazon — sim, a Amazon agora transmite NBA também.

    Mas o salto mais absurdo mesmo foi em 2016. O salary cap passou de US$ 70 milhões para US$ 94,143 milhões de uma temporada para outra. Foi aí que começou essa era maluca de contratos gigantescos que vemos hoje.

    Sinceramente, acho que essa pequena redução na projeção não vai mudar muita coisa. Os times grandes vão continuar gastando como sempre, e os pequenos vão continuar chorando. O que vocês acham? Essa diferença de US$ 1 milhão realmente importa ou é só detalhe técnico?

    Uma coisa é certa: com esses valores todos aumentando, fica cada vez mais difícil montar um time competitivo gastando pouco. A NBA virou um negócio de bilionários mesmo — e olha que ainda estamos falando de projeções para 2026!

  • Bucks dispensam Cam Thomas e promovem Pete Nance pro elenco principal

    Bucks dispensam Cam Thomas e promovem Pete Nance pro elenco principal

    Os Bucks acabaram de fazer uma jogada que, sinceramente, eu não esperava nessa altura do campeonato. Dispensaram o Cam Thomas pra promover o Pete Nance do contrato two-way pro elenco principal. E olha, essa decisão diz muito sobre como Doc Rivers enxerga o futuro da equipe.

    O Cam Thomas chegou em Milwaukee em fevereiro depois que o Brooklyn Nets liberou ele. Jogou 18 partidas pelos Bucks, mas aparentemente não convenceu a diretoria. O mais complicado é que agora, se ele assinar com outro time, não pode disputar os playoffs. Cara, que timing ruim pra um jogador que tava tentando se firmar na liga.

    Pete Nance ganha a confiança de Doc Rivers

    Enquanto isso, o Pete Nance vem ganhando cada vez mais espaço na rotação. Desde o início de fevereiro, ele tá jogando uma média de 15,3 minutos por jogo — um salto considerável pra quem começou a temporada praticamente sem minutos garantidos.

    Na temporada toda, o cara tá com médias modestas: 4,5 pontos e 2,2 rebotes em 12,1 minutos por partida, em 37 jogos. Números não chamam muito atenção no papel, mas quem acompanha os Bucks sabe que ele vem sendo sólido quando é chamado.

    Uma aposta no futuro?

    O interessante é que o Nance dividiu a temporada 2024-25 entre os Bucks e o Philadelphia 76ers. Ou seja, já rodou um pouco pela liga e agora Milwaukee decidiu apostar nele de vez.

    Na minha visão, essa mudança mostra que Doc Rivers quer manter a flexibilidade do elenco pros playoffs, mas também tá de olho no desenvolvimento de jogadores jovens. O Nance tem 25 anos e ainda pode evoluir bastante.

    Vocês acham que foi a decisão certa? Dispensar o Thomas, que tem mais experiência ofensiva, pra apostar no potencial do Pete Nance? Eu confesso que fiquei dividido, mas Doc Rivers deve ter seus motivos — afinal, ele que vê os caras treinando todo dia.

  • Jordan sai do top 5 da NBA, mas sua equipe na NASCAR tá voando

    Jordan sai do top 5 da NBA, mas sua equipe na NASCAR tá voando

    Olha, eu nunca imaginei que ia escrever uma frase dessas: Michael Jordan não está mais entre os 5 maiores cestinhas da história da NBA. Kevin Durant passou o GOAT na lista de pontuações e agora Jordan ocupa o 6º lugar com 32.292 pontos (Durant tem 32.294).

    Mas sabe o que é mais louco? Jordan parecia estar pouco se importando com isso. Algumas horas depois de ser ultrapassado, lá estava ele comemorando como um maluco na Victory Lane de Darlington, abraçando Tyler Reddick depois de mais uma vitória histórica da 23XI Racing — a equipe de NASCAR que ele co-possui com Denny Hamlin.

    O monstro da NASCAR que Jordan criou

    Cara, o que o Reddick tá fazendo na pista é simplesmente absurdo. O cara ganhou quatro das primeiras seis corridas da temporada. Pra vocês terem noção, apenas dois lendários fizeram isso antes: Dale Earnhardt e Bill Elliott. É um feito que pouquíssimos conseguem na história da NASCAR.

    E não foi fácil não. O Reddick teve que superar problemas na bateria do carro e estava com uma desvantagem enorme nas últimas 50 voltas. Mas o cara não desistiu — e Jordan, que pulou a barreira de segurança pra comemorar, sabia exatamente o porquê:

    “Acho que a chave para ele ganhar foi manter a cabeça no lugar”, disse Jordan após a corrida. “Precisávamos acertar o carro, e acho que ele fez um trabalho inacreditável. Uma vez que ele voltou pra pista, senti que o espírito competitivo dele ia levar até o final.”

    Durant reconhece a grandeza

    Voltando pro basquete (que é nossa paixão aqui no Sexto Homem), Durant teve classe total ao falar sobre ultrapassar Jordan. O cara disse que é “meio louco” passar alguém que significa tanto pro jogo.

    “Ele está num mundo próprio, numa galáxia própria como alguém que eu admiro e respeito”, falou Durant. Sinceramente, essa humildade do KD é admirável. O cara sabe que Jordan poderia ter muito mais pontos se não tivesse se aposentado duas vezes no auge da carreira.

    E é verdade mesmo — Jordan deixou alguns milhares de pontos na mesa com as aposentadorias. Imaginem se ele tivesse jogado todas as temporadas possíveis? Essa marca seria muito mais difícil de ser quebrada.

    Vocês acham que Jordan se incomoda mesmo com isso? Olhando ele comemorando na NASCAR, parece que o cara encontrou uma nova paixão pra canalizar aquela competitividade insana que sempre teve. E pelo jeito, tá dando certo pra caramba.