Autor: Leandro Amorim

  • Mitchell faz história e corre pra noiva: que noite absurda dos Cavs!

    Mitchell faz história e corre pra noiva: que noite absurda dos Cavs!

    Gente, que noite foi essa de Donovan Mitchell ontem! O cara simplesmente resolveu fazer história da NBA — e ainda protagonizou uma das cenas mais fofas que já vi na temporada.

    Mitchell empatou nada mais, nada menos que o RECORDE HISTÓRICO de pontos em um tempo dos playoffs da NBA. Sim, você leu certo. E logo depois dessa performance monstro na vitória por 112-103 sobre o Pistons, o primeiro lugar que o Spida foi? Direto nos braços da noiva, a cantora Coco Jones.

    O momento mais fofo da noite

    Cara, a imagem do Mitchell correndo pra abraçar a Coco depois dessa exibição absurda me quebrou completamente. Os dois estão noivos desde julho do ano passado, e dá pra ver que ela é mesmo o porto seguro dele.

    O mais legal? A Coco não é só uma torcedora qualquer — ela é ganhadora do Grammy de 2024 e uma das maiores estrelas do R&B atual. Imagina a pressão de ter que render na frente da sua noiva que é literalmente uma das maiores artistas da atualidade?

    39 pontos em um tempo — isso é de outro planeta

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi algo parecido. Mitchell fez 39 pontos APENAS no segundo tempo. Trinta e nove! Sendo que 21 vieram só no terceiro quarto, empatando com LeBron James e Kyrie Irving como únicos na história da franquia a conseguir isso.

    E o contexto torna tudo ainda mais épico: os Cavs estavam perdendo a série por 2-0 para os Pistons. Era praticamente eliminação na prática. Aí o Mitchell resolveu virar o Neo do Matrix e simplesmente quebrou o jogo.

    A sequência de 8-0 que ele fez sozinho no terceiro quarto foi de arrepiar. Arremesso de 3, bandeja, enterrada — o cara fez de tudo. Os Pistons nem sabiam mais o que fazer pra parar ele.

    Cleveland tá vivo na briga

    Agora a série tá 2-2 e voltando pra Detroit na quarta. Sinceramente? Depois dessa exibição do Mitchell, eu não duvido mais de nada desses Cavs.

    O cara já tinha falado que ama Cleveland e quer jogar lá pro resto da carreira. “Minha noiva se sente bem aqui”, disse ele em abril. E ontem a gente viu o porquê — quando você tem uma base emocional sólida, consegue fazer essas loucuras em quadra.

    E aí, vocês acham que o Mitchell consegue manter esse nível? Porque se conseguir, esses playoffs vão ficar muito mais interessantes…

  • Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Haliburton manda a real sobre playoffs: ‘Cada jogada importa demais’

    Olha, eu sei que o Tyrese Haliburton tá vivendo um pesadelo desde aquela lesão no tendão de Aquiles no jogo 7 das Finais. Mas o cara não para de soltar umas pérolas sobre basquete, mesmo assistindo de casa.

    Em uma participação no NBA on Prime, o armador do Pacers explicou por que playoff é um negócio completamente diferente da temporada regular. E cara, ele acertou em cheio.

    A diferença que todo fã sente na pele

    “Eu acho que na temporada regular, ao longo de 82 jogos, você vai ter a chance de enfrentar times que estão meio que relaxando”, disparou Haliburton. “Mas no playoff, cada jogada importa demais, as margens são muito pequenas.”

    Mano, isso é exatamente o que a gente sente assistindo, não é? Na temporada regular tem aqueles jogos que você sabe que o time tá só cumprindo tabela. Mas no playoff? É guerra pura em cada posse de bola.

    E o exemplo perfeito rolou justamente na segunda-feira. Os Pistons – que são rivais de divisão do Pacers – tomaram uma surra histórica do Cavaliers no jogo 4 das semifinais do Leste. Cleveland ganhou de 112 a 103 e empatou a série em 2-2.

    Mitchell destruiu tudo (literalmente tudo)

    Donovan Mitchell fez uma das maiores atuações que eu já vi em playoff. O cara fez 39 pontos APENAS no segundo tempo – igualando um recorde da NBA. Fechou com 43 pontos no total e liderou uma sequência absurda de 24 a 0 que acabou com qualquer chance de Detroit.

    Enquanto isso, Cade Cunningham passou em branco. 19 pontos e 6 assistências – a primeira vez que ele não chegou aos 20 pontos nesses playoffs. Vocês acham que a pressão pesou?

    Sinceramente, dá pra ver como cada erro, cada arremesso perdido, cada falta boba faz uma diferença gigantesca nessa época do ano. Na temporada regular, você perde hoje e tem jogo amanhã. No playoff, você perde e pode estar indo pra casa.

    Pacers vivendo o purgatório

    E o Haliburton tá assistindo tudo isso de camarote, depois daquela temporada catastrófica de 18-61. Pra piorar, o Pacers ainda perdeu a 5ª escolha do Draft na loteria – que foi parar no Clippers por causa daquela troca do Zubac.

    A reação do Hali? Um meme do Lil Uzi Vert falando “I lost”. Pelo menos o cara tem senso de humor, né?

    A boa notícia é que ele já foi liberado totalmente para o minicamp de verão. E quando esse monstro voltar às quadras, esses times do Leste vão descobrir que “relaxar” não vai mais rolar. O Sexto Homem que se cuide!

  • LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    LeBron faz o famoso ritual do pó antes de jogo decisivo dos Lakers

    Olha, eu não sei se existe coisa mais icônica na NBA do que o LeBron jogando aquele pó de giz pro alto antes de um jogo importante. E ontem à noite, no Crypto.com Arena, foi exatamente isso que rolou — mas com aquele peso dramático que só um jogo de eliminação consegue trazer.

    Os Lakers estavam literalmente com a corda no pescoço. Thunder liderando por 3-0 na série dos playoffs do Oeste, e qualquer deslize significava fim de temporada. É nessas horas que o cara mostra do que é feito, né?

    O ritual que nunca envelhece

    Sinceramente, já perdi a conta de quantas vezes vi o LeBron fazendo esse ritual do pó de giz. Começou lá em Cleveland quando ele ainda era novinho, passou por Miami (onde ganhou dois títulos, diga-se de passagem), voltou pra Cleveland e agora continua nos Lakers. Cara, são mais de 20 anos dessa tradição!

    E o mais legal é que nunca perdeu a magia. Ali na mesa do marcador, com os companheiros e staff ao redor, o homem fez aquele momento que a galera já esperava. A NBA postou o vídeo nas redes sociais com a legenda perfeita: “O ritual do LeBron James nunca envelhece”.

    Mano, que pressão era aquela? Arena lotada, torcida chegando cedo só pra ver o aquecimento, todo mundo sabendo que se perdesse era tchau e benção. E o LeBron ali, zen, fazendo a mesma coisa que faz há décadas.

    Momento de vida ou morte pros Lakers

    Vamos combinar: estar 3-0 atrás numa série é praticamente uma sentença de morte na NBA. Historicamente, só algumas poucas equipes conseguiram reverter uma situação dessas. Os Lakers precisavam de um milagre, e todo mundo sabia disso.

    O Thunder chegou como primeiro seed do Oeste não foi à toa — time jovem, bem treinado e jogando um basquete moderno que dá trabalho pra qualquer um. Mas quando você tem LeBron James do outro lado, sempre existe uma chance, por menor que seja.

    A atmosfera no Crypto.com Arena estava elétrica. Torcida chegou cedo, aquecimento cheio, todo mundo sentindo que podia ser o último jogo da temporada. Nessas horas que você vê a diferença entre jogador comum e lenda — enquanto outros podem tremer, o LeBron faz questão de manter a calma e seguir seus rituais de sempre.

    Vocês acham que esse tipo de ritual realmente faz diferença no jogo ou é só psicológico mesmo? Eu, particularmente, acho que quando você tem mais de 20 anos fazendo a mesma coisa antes de jogos importantes, isso vira uma âncora emocional. Uma forma de se conectar com todas as vitórias e momentos especiais que vieram antes.

  • Austin Reaves deu show de drible e deixou defensor perdido

    Austin Reaves deu show de drible e deixou defensor perdido

    Cara, o Austin Reaves finalmente acordou. Depois de levar um banho de bola no Jogo 3 contra o Thunder, o cara resolveu mostrar porque ganhou aquela grana toda dos Lakers.

    E que jogada foi aquela? Reaves pegou a bola lá na linha dos três pontos, encarou o Jaylin Williams, deu um drible pelas costas e depois uma linda cortada que deixou o cara completamente perdido. Finalizou com uma bandeja de dedo que foi pura arte.

    A resposta que todo mundo esperava

    Sinceramente, eu tava começando a achar que os Lakers tinham jogado 150 milhões de dólares no lixo com o Reaves. O Thunder vinha cozinhando ele na defesa, o cara parecia perdido em quadra — até reclamando com os árbitros igual criança.

    Pior ainda: no Jogo 3, quem meteu 24 pontos no Lakers foi o Ajay Mitchell, um cara que ganha mixaria no Thunder comparado ao que o Reaves recebe. Aquilo doeu na alma de qualquer fã dos Lakers. O próprio Reaves fez só 17 pontos e ainda perdeu cinco bolas.

    Finalmente reagindo quando precisa

    Mas ontem foi diferente. Reaves começou voando — oito pontos nos primeiros 15 minutos, mais dois tocos na defesa. Tá aí uma coisa que eu sempre falo: quando a pressão aperta é que a gente vê quem é quem.

    Aquela jogada no Williams foi o tipo de lance que mostra que o cara tem talento de sobra. Só precisa jogar com mais consistência, né? Porque uma hora dessas, com os Lakers precisando evitar a varredura, não dá pra aparecer só em flashes.

    Vocês acham que o Reaves vai conseguir manter esse nível pelo resto da série? Ou vai voltar a desaparecer quando o Thunder apertar a marcação?

  • Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Dillon Brooks aparece na arquibancada pra ver LeBron sofrer

    Gente, vocês viram quem apareceu no jogo 4 entre Thunder e Lakers ontem? O Dillon Brooks. Isso mesmo, o cara que vive cutucando todo mundo na NBA resolveu comprar ingresso pra assistir o LeBron possivelmente se despedir dos playoffs na primeira fila.

    Olha, eu tenho que admitir: Brooks é um personagem único. O Phoenix Suns dele foi eliminado logo na primeira rodada pelo próprio Thunder, e aí o cara vai lá e senta na courtside do Crypto.com Arena pra ver se o OKC completa a varredura nos Lakers. É de uma petulância absurda — e eu meio que respeito isso.

    Thunder dominando de forma assustadora

    A situação dos Lakers tava desesperadora mesmo. Thunder liderando por 3-0, praticamente com um pé na próxima fase. No jogo 3, foi uma surra: 131-108. O Shai Gilgeous-Alexander fez o que quis em quadra — 23 pontos e 9 assistências em apenas 33 minutos. Cirúrgico.

    LeBron até tentou fazer a diferença com seus 19 pontos e 8 assistências, e o Rui Hachimura colaborou com 21 pontos. Mas sinceramente? O elenco dos Lakers não tá conseguindo acompanhar o ritmo do Thunder. Nem o Deandre Ayton nem o Marcus Smart conseguiram frear um ataque que acertou 56% dos arremessos.

    Brooks na primeira fila da desgraça alheia

    No começo do jogo 4, a tendência continuou. Thunder abriu 34-26 logo de cara, com o Ajay Mitchell sendo um pesadelo pros Lakers (ele tinha feito 24 no jogo anterior). E lá estava o Brooks, provavelmente saboreando cada erro dos Lakers.

    A pergunta que não quer calar: será que ele tava ali fazendo scouting do próximo adversário ou só queria mesmo ver o possível fim da era LeBron em Los Angeles? Conhecendo o Brooks, aposto na segunda opção. O cara é especialista em criar climão — mesmo quando nem tá jogando.

    Se o Thunder realmente fechasse a série ali (spoiler: fecharam), o Brooks ia ter o melhor lugar da arena pra ver os cumprimentos finais. Vocês acham que isso é falta de respeito ou só estratégia psicológica pra próxima temporada?

  • Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Jalen Duren desapareceu nos playoffs – Pistons em apuros

    Cara, o que tá acontecendo com o Jalen Duren? O pivot dos Pistons que foi All-Star pela primeira vez na carreira simplesmente sumiu nos playoffs. Na derrota de ontem pros Cavaliers por 112-103, o moleque fez apenas 8 pontos e pegou 2 rebotes. Dois rebotes! Um cara de 2,11m pegando dois rebotes numa semifinal de playoff.

    A situação tá ficando preocupante mesmo. Durante a temporada regular, Duren foi um monstro – média de 19.5 pontos acertando 65% dos arremessos e 10.5 rebotes por jogo. Números de MVP candidato, sem brincadeira. Mas aí chegaram os playoffs e o bicho desandou.

    A matemática não mente

    Os números são brutais: em 70 jogos na temporada regular, ele fez menos de 10 pontos apenas 6 vezes. Nos playoffs? Já são 5 jogos com pontuação simples contra os Cavs. Na série, ele tá fazendo só 9.5 pontos e 7 rebotes de média. Uma queda absurda.

    E o pior é que dá pra ver que não é só uma questão técnica. O garoto parece perdido em quadra, sem a confiança que tinha durante o ano. A intensidade dos playoffs claramente pegou ele de surpresa – coisa que acontece com muito rookie, mas Duren já tá na sua terceira temporada.

    Cleveland descobriu a receita

    Sinceramente, acho que os Cavs acharam o ponto fraco dos Pistons. Com Jarrett Allen, Evan Mobley e Dean Wade no garrafão, eles criaram uma muralha que tá incomodando demais o Duren. O cara não consegue respirar perto da cesta.

    Defensivamente então, nem se fala. Onde tá aquele pivot intimidador que protegia o aro durante a temporada? Mobley tá passeando no garrafão como se fosse treino.

    Caris LeVert salvou saindo do banco com 24 pontos, e o Cade Cunningham fez o dele com 19 pontos e 6 assistências (mas 5 turnovers que doeram). Só que numa série equilibrada dessas, você precisa que TODOS apareçam.

    Com a série empatada em 2-2 e o jogo 5 voltando pra Detroit na quarta, o Duren precisa acordar urgente. Porque se continuar assim, essa campanha histórica dos Pistons vai pelo ralo. E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão ou vai continuar sumido nos momentos decisivos?

  • Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Cara, o J.B. Bickerstaff estava pistola mesmo depois da derrota dos Pistons ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o lado dele.

    Detroit perdeu pro Cleveland por 112 a 103 no jogo 4, empatando a série em 2-2 nos playoffs. Mas não foi só a derrota que deixou o técnico dos Pistons nervoso — foi a arbitragem completamente desbalanceada que rolou na partida.

    A revolta do técnico

    “É inaceitável, é sim”, disparou Bickerstaff após o jogo. “Não fizemos o suficiente para nos ajudar, vou começar por aí. Mas desde que viemos para Cleveland, o apito mudou. Não tem como um cara do time deles arremessar mais lances livres que nosso time inteiro.”

    E os números realmente impressionam (negativamente). Os Pistons foram apenas 9 de 12 nos lances livres — porque só tiveram 12 tentativas na partida inteira! Enquanto isso, Cleveland fez 30 de 34. O Donovan Mitchell sozinho foi 13 de 15 da linha. Treze! Mais que todo o time de Detroit.

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha de arbitragem na NBA, mas isso aí é de arrepiar mesmo.

    Mitchell foi um monstro, mas…

    Olha, não dá para tirar o mérito do Mitchell. O cara simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no segundo tempo e marcou 39 dos seus 43 pontos nos últimos dois quartos — igualando um recorde histórico dos playoffs da NBA. Foi um show à parte.

    Mas aí que tá: mesmo com essa performance absurda, a discrepância nos lances livres chama atenção. Como é que um jogador consegue mais tentativas da linha que um time inteiro? Por mais que o Mitchell tenha jogado muito, isso não faz sentido estatisticamente.

    “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, continuou Bickerstaff. “Mas não podemos deixar isso ser a razão do porquê… Mas de novo, quando você olha a contagem de faltas, você olha a disparidade, isso é difícil de superar. E você fica se perguntando qual é a razão.”

    Contexto da série

    O mais interessante é que nos primeiros jogos a situação era bem diferente. No jogo 1, que Detroit ganhou, eles foram 27 de 35 nos lances livres enquanto Cleveland teve só 16 tentativas. No jogo 2, também vitória dos Pistons, a diferença foi bem menor.

    Mas desde que a série voltou para Cleveland… bom, os números falam por si só.

    E aí, vocês acham que essa pressão do Bickerstaff vai fazer diferença no jogo 5 em Detroit? Eu acho que ele fez certo em falar — às vezes os técnicos precisam mesmo chamar atenção para essas coisas, mesmo correndo o risco de levar uma multa da liga.

    A série tá empatada e promete pegada nos próximos jogos. Só espero que a arbitragem seja mais equilibrada daqui para frente, porque playoff da NBA já é tenso o suficiente sem essas polêmicas.

  • Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de três anos de sofrimento puro, o Utah Jazz conseguiu subir na loteria do Draft da NBA e vai draftar em segundo lugar em 2026. Três anos, gente! Três temporadas torcendo pro próprio time perder, vendo os caras principais praticamente aposentados no banco… foi de partir o coração, mas valeu a pena.

    Agora vem a parte boa: seja AJ Dybantsa ou Darryn Peterson, o Jazz vai pegar um monstro absoluto. Washington vai escolher um dos dois em primeiro, e Utah fica com o que sobrar — que sinceramente, tanto faz qual dos dois seja.

    Os dois são craques de verdade

    Olha, eu acompanho draft há anos e raramente vi duas opções tão equilibradas no topo assim. Dybantsa do BYU tem uma ligeira vantagem nas projeções, mas Peterson também é considerado material de primeira escolha. Os dois têm potencial All-NBA, podem disputar MVP no futuro… enfim, são jogadores de franquia mesmo.

    É aquela situação rara onde draftar em segundo é quase tão bom quanto draftar em primeiro. Você tem toda a emoção de pegar uma estrela, mas sem a pressão de “escolher o cara certo”. Washington escolhe um, Utah relaxa e pega o outro. Simples assim.

    Mas aí que começaram os rumores…

    Ryan Smith, não faça besteira!

    Jake Fischer soltou uma bomba: Michael Winger, presidente dos Wizards, disse que não descarta trocar a primeira escolha. O cara falou que não é um “momento salvador” pra Washington, que já tem Trae Young e Anthony Davis, e que se tiver 2-3 jogadores que eles gostam igualmente, podem negociar a pick.

    E claro, em questão de minutos já estavam especulando que o Jazz — que é fã declarado do Dybantsa — pode tentar subir pro primeiro lugar. Ryan Smith ainda jogou lenha na fogueira no programa do Pat McAfee, falando que “seria irresponsável se tudo não estivesse na mesa”.

    Gente, eu vou falar uma vez só: NÃO FAÇAM ISSO!

    Por que seria uma burrada

    Cara, vou ser bem direto: vocês não podem errar com nenhum dos dois. Peterson encaixa perfeitamente ao lado do Keyonte George — 1,98m, mentalidade de pontuador nato, joga duro pra caramba. O cara é um demônio em quadra e seria perfeito no Jazz.

    E o Dybantsa? Meu amigo, o cara é um fenômeno também. Qualquer um dos dois vai resolver os problemas de Utah pros próximos 10-15 anos.

    Então por que diabos vocês iriam trocar assets preciosos pra subir uma posição? Vocês já estão garantidos com uma das duas estrelas! É como trocar um Fusca e mais uma grana pra comprar uma Ferrari vermelha em vez de aceitar uma Ferrari azul de graça.

    E aí, pessoal do Jazz, vocês acham que vale a pena arriscar? Ou vão fazer a coisa sensata e ficar quietinhos na segunda posição esperando o presente cair no colo? Eu sei o que eu faria…

  • Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Mitchell fez 39 no segundo tempo e virou os playoffs pro Cleveland

    Cara, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Donovan Mitchell simplesmente decidiu que ia destruir todo mundo no segundo tempo e empatar a série pros Cavaliers. 39 pontos em dois quartos. Trinta e nove!

    O mais absurdo? O cara tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu já tava pensando que ia ser uma noite perdida pro Mitchell, mas aí ele voltou do intervalo como se fosse outro jogador.

    A virada que mudou tudo

    O jogo virou numa sequência de 6 minutos no começo do terceiro quarto — os Cavs fizeram uma corrida de 24-0 que simplesmente acabou com o jogo. Mitchell meteu 21 pontos só no terceiro quarto, acertando 8 de 9 arremessos. Isso é coisa de videogame, pessoal.

    Cleveland saiu de 4 pontos atrás no intervalo pra 18 na frente, e o Detroit nunca mais conseguiu voltar pro jogo. Final: 112-103 para os Cavaliers, série empatada em 2-2.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do Mitchell depois daquele primeiro tempo horroroso (1/8 nos arremessos). Mas é isso que separa os grandes dos bons — a capacidade de simplesmente apagar tudo e começar do zero.

    Harden segurou as pontas

    E vamos dar o crédito pro James Harden também. Enquanto o Mitchell tava travado no primeiro tempo, foi o Barba que manteve Cleveland vivo no jogo. 15 pontos e 6 assistências só na primeira metade, praticamente carregando o time nas costas.

    No final, Harden terminou com 24 pontos e 11 assistências. Evan Mobley ajudou com 17 pontos. Mas a noite foi mesmo do Mitchell — 43 pontos no total, sendo que 39 vieram no segundo tempo (empatando um recorde da era moderna dos playoffs).

    Do lado do Detroit, foi aquela coisa: Cade Cunningham até que se esforçou (19 pontos), mas precisou de 16 arremessos. Jalen Duren sumiu (só 8 pontos), e Tobias Harris foi ineficiente demais — 16 pontos em 17 tentativas.

    O banco do Detroit até salvou com Caris LeVert (24 pontos) e Paul Reed (15), mas não foi suficiente quando o Mitchell decidiu virar o Superman.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta-feira, e aqui tá uma estatística que me preocupa: Cleveland é 6-0 em casa nesses playoffs, mas 0-5 fora. E aí, acham que eles conseguem quebrar essa maldição jogando no Auburn Hills?

    Série empatada, melhor de três agora. Do jeito que o Mitchell tá jogando, qualquer coisa pode acontecer.

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.