Autor: Leandro Amorim

  • Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Olha só que cena absurda aconteceu ontem à noite no jogo 4 entre Lakers e Thunder. O Dillon Brooks — sim, aquele mesmo que vive cutucando o LeBron — estava lá na primeira fila do Crypto.com Arena assistindo o jogo como se fosse um fã qualquer. Só que não era qualquer um, né?

    O cara foi lá apoiar os compatriotas canadenses Shai Gilgeous-Alexander e Luguentz Dort, que estão tentando eliminar os Lakers e chegar na final do Oeste pela segunda vez consecutiva. Até aí, tudo normal — amigos apoiando amigos. Mas quando a câmera da Amazon Prime focou no Brooks sentado ali na baseline, todo enfeitado de corrente, bem na hora que o LeBron tava na linha do lance livre… cara, foi épico demais.

    A rivalidade que não acaba nunca

    Vocês lembram das tretas entre Brooks e LeBron quando ele estava no Memphis Grizzlies, né? Pois é, a coisa continuou forte mesmo com o Brooks agora no Phoenix Suns. O maluco simplesmente não consegue ficar na dele quando se trata do King. E imaginem vocês as provocaçõezinhas que devem ter rolado durante o jogo…

    Sinceramente, acho que o Brooks foi lá mais pra “hate watch” (assistir torcendo contra) do que pra apoiar os canadenses. Que delícia de rivalidade, gente! É isso que faz a NBA ser especial — essas picuinhas que se estendem além da quadra.

    E o futuro do mala no Suns?

    Falando sério agora, o Brooks pode assinar uma extensão de contrato com o Phoenix nesta offseason. A pergunta que não quer calar é: os Suns vão renovar com ele agora ou vão esperar até o ano que vem, quando ele vira agente livre?

    O cara foi fundamental na mudança de mentalidade e cultura que o time teve nesta temporada. Aquela pegada mais durona, mais “bad boy”. Na minha visão, isso vale muito — mas a questão é quanto o Phoenix está disposto a pagar por essa identidade.

    Enquanto isso não se resolve, pelo menos o Brooks tá curtindo as férias do jeito certo: continuando a tradição sagrada de qualquer jogador do Suns de torcer contra os Lakers. E aí, vocês acham que ele vai ficar no Arizona mesmo?

  • Thunder varre Lakers e manda LeBron pra casa nos playoffs

    Thunder varre Lakers e manda LeBron pra casa nos playoffs

    Cara, eu não acredito que acabou assim. O Oklahoma City Thunder acabou de completar uma varredura histórica contra o Los Angeles Lakers, vencendo por 115-110 no Jogo 4 e mandando LeBron James direto pra casa nos playoffs.

    Olha, eu achava que os Lakers iam pelo menos ganhar UM jogo nessa série. Mas não — foi 4-0 mesmo, e agora o Thunder emplacou nove vitórias consecutivas nos playoffs, incluindo toda a campanha do título do ano passado. Isso aí é história sendo escrita, galera.

    Lakers quase conseguiram o impossível

    O jogo foi emocionante até o final, vou dar essa. Os Lakers saíram na frente no primeiro quarto com uma arrancada de 18-7, mas aí o Thunder mostrou por que são os campeões. Responderam com uma sequência absurda de 17-0 no segundo período — seventeen to ZERO, pessoal. Depois disso, nunca mais perderam a liderança.

    Austin Reaves jogou muito no começo, perfeito nos arremessos, mas não deu conta de segurar a pressão do Thunder. LeBron ainda machucou o tornozelo no final do segundo quarto (aquela torção clássica que todo mundo que joga basquete já passou), mas voltou normal pro terceiro tempo.

    O mais louco foi o final. Os Lakers conseguiram virar pra 4 pontos de vantagem no quarto período — primeira vez que terminaram liderando um quarto nessa série inteira. Jaxson Hayes mandou uma enterrada monstruosa no Chet Holmgren que quase quebrou o aro.

    Thunder mostrou caráter de campeão

    Mas é isso que separa campeões de aspirantes, né? Na hora que apertou, o Thunder não se desesperou. Shai Gilgeous-Alexander fez 35 pontos com 8 assistências — o cara simplesmente não tem como parar quando está inspirado. E Ajay Mitchell contribuiu com 28 pontos numa atuação que mostrou a profundidade desse elenco.

    A jogada que definiu tudo foi uma enterrada de duas mãos do Holmgren EM CIMA do LeBron. Sim, você leu certo. O jovem mandou uma bomba no Rei, colocou o Thunder na frente e praticamente selou o jogo. LeBron ainda teve uma chance de empatar com uma bandeja, mas errou — e olha que era uma jogada que ele normalmente faz de olho fechado.

    Rui Hachimura fez 25 pontos pelos Lakers, Reaves terminou com 27, mas não foi suficiente. LeBron ficou com 24 pontos e 12 rebotes — números bons, mas você sente que não foi o bastante quando sua temporada acaba assim.

    E agora, qual o futuro do Rei?

    A grande pergunta que fica é: o que vem pela frente pro LeBron? Aos 41 anos (vai fazer em dezembro), ele vai ser agente livre nesse verão. Sinceramente, eu não sei se ele aguenta mais uma temporada frustrante assim. Os Lakers construíram um time que parecia competitivo no papel, mas quando enfrentou um adversário de elite como o Thunder, simplesmente não teve como.

    Vocês acham que ele fica em Los Angeles tentando mais uma vez, ou será que rola uma mudança radical na carreira? A única certeza é que ver o cara que dominou a liga por mais de uma década sendo varrido nos playoffs é meio surreal.

    Enquanto isso, o Thunder segue imparável. Nove vitórias seguidas nos playoffs, defendendo o título como poucos times conseguem fazer na NBA moderna. Na final do Oeste, vão enfrentar Minnesota Timberwolves ou San Antonio Spurs — série empatada em 2-2.

    Uma coisa é certa: esse Thunder não veio pra brincadeira. E poor LeBron… mais uma temporada que termina cedo demais.

  • Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Caris LeVert explode e JB Bickerstaff elogia: ‘Verdadeiro competidor’

    Olha, não vou mentir — o Jogo 4 dos Pistons contra os Cavs foi de partir o coração. Estavam vencendo por quatro pontos no intervalo, tudo controlado, e aí veio o Donovan Mitchell e simplesmente destruiu tudo no segundo tempo. O cara fez 39 dos seus 43 pontos na segunda etapa. Trinta e nove! Resultado? Derrota por 112-103 e série empatada em 2-2.

    Mas nem tudo foi desgraça para Detroit. Sabe quem resolveu aparecer na hora certa? Caris LeVert. O cara saiu do banco e meteu 24 pontos com aproveitamento absurdo: 10/16 do campo. Foi o cestinha do time, monstro!

    A ressurreição de LeVert

    Pra vocês terem noção do quão impressionante foi essa performance: LeVert tinha feito apenas 14 pontos em toda a série até ontem. Na verdade, nos playoffs inteiros, ele tinha 24 pontos no total — e igualou isso em um jogo só. É ou não é basketball?

    JB Bickerstaff, técnico dos Pistons, não poupou elogios ao veterano depois da partida. “Ele veio e nos deu exatamente o que precisávamos. Nos deu uma faísca incrível nos dois lados da quadra”, disse o treinador. E complementou com uma frase que me marcou: “LeVert é um verdadeiro competidor e entende o momento.”

    Motivação extra contra o ex-time

    Aqui tem um tempero especial que talvez explique a performance do LeVert. Tanto ele quanto Bickerstaff são ex-Cavs. O próprio LeVert foi trocado por Cleveland no deadline de 2025 para trazer DeAndre Hunter. Imaginem a motivação extra de mostrar pro antigo time o que estão perdendo.

    Sinceramente, acho que essa pode ser a virada de chave que os Pistons precisavam. LeVert mostrou que ainda tem lenha pra queimar, e com certeza ganhou mais minutos na rotação daqui pra frente. A pergunta que fica é: será que ele consegue manter esse nível nos próximos jogos? Porque se conseguir, essa série vai ficar muito mais interessante.

    E vocês, acham que os Pistons conseguem usar essa performance do LeVert como combustível para virar a série? A coisa tá pegando fogo no Leste!

  • JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    Cara, o JB Bickerstaff não conseguiu se segurar depois da derrota do Pistons pros Cavaliers no jogo 4. E olha, eu entendo completamente a revolta do cara.

    Os números dos lances livres foram absolutamente bizarros. Detroit converteu 9 de 12 tentativas — só 12 tentativas, gente! Enquanto isso, Cleveland foi pra linha 34 vezes e acertou 30. É muita diferença pra ser coincidência.

    “Desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou”

    Bickerstaff não poupou palavras na coletiva. “É inaceitável. Não fizemos o suficiente, obviamente, para nos ajudarmos, e vou começar por aí. Mas desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou. Não é possível que um cara do time deles arremesse mais lances livres que nossa equipe inteira.”

    E ele tá certo, véi. Detroit não é time de ficar parado no perímetro — eles atacam o garrafão, vão pra cima. Como que só conseguem 12 tentativas?

    O mais interessante (e suspeito) foi quando Bickerstaff mencionou os comentários públicos do Kenny Atkinson sobre o Pistons. “Desde que o Kenny fez seus comentários publicamente sobre nós, os apitos mudaram nesta série.” Eita, agora a coisa ficou quente!

    Pistons fizeram a parte deles em quadra

    Mesmo com a arbitragem controversa, Detroit mostrou que tem time. Caris LeVert liderou com 24 pontos, enquanto Cade Cunningham (que eu acho que vai ser estrela) contribuiu com 19 pontos e 6 assistências. Tobias Harris e Paul Reed também fizeram a diferença.

    O problema é que quando você enfrenta uma discrepância de 22 lances livres, fica complicado demais. São pontos de graça que fazem toda a diferença no placar final.

    Agora é aguardar o jogo 5 em casa. Vocês acham que os árbitros vão manter esse padrão quando a série voltar pra Detroit? Sinceramente, espero que não, porque o basquete merece ser decidido em quadra, não na mesa dos árbitros.

  • Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Donovan Mitchell conseguiu transformar o que parecia ser uma das piores atuações da carreira dele em algo absolutamente histórico. Estou falando de uma virada completa de chave que deixou todo mundo de queixo caído.

    O cara fez APENAS 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu tava vendo o jogo e pensando “nossa, o Mitchell tá tendo uma noite horrorosa”. Mas aí veio o segundo tempo e… meu Deus do céu!

    De vilão a herói em 24 minutos

    Mitchell voltou pra quadra completamente transfigurado. Meteu 39 pontos no segundo tempo, igualando o recorde da NBA em playoffs de pontos numa única metade de jogo. Trinta e nove pontos! É muita bola, gente.

    O recorde era do Eric “Sleepy” Floyd desde 1987, quando o Warriors enfrentou o Lakers. Mitchell teve até chance de quebrar o recorde, mas errou o segundo lance livre faltando 27 segundos. Ele mesmo brincou depois: “Todo mundo me avisou que eu perdi um lance livre que quebraria o recorde”.

    Sinceramente? Não me importo nem um pouco que ele tenha errado. O que importa é que os Cavs venceram por 112-103 e empataram a série em 2-2 contra o Detroit Pistons.

    A sequência que mudou tudo

    No primeiro tempo, Mitchell simplesmente não conseguia acertar nada. Errou os primeiros seis arremessos de quadra e só foi pontuar nos últimos minutos do segundo quarto. Parecia que ia ser uma daquelas noites que a gente prefere esquecer.

    Mas no terceiro quarto? O homem virou um monstro. Fez 21 pontos só no período – igualando outro recorde da franquia. Durante uma sequência de 24-0 dos Cavs (que começou nos últimos segundos do primeiro tempo), Mitchell meteu 15 pontos. Foi uma exibição de puro basquete.

    “Às vezes é natural, né? Eu não tava forçando a barra, focando na defesa e esperando a oportunidade de atacar a cesta”, explicou Mitchell depois do jogo. E quando a oportunidade chegou, cara… ele não desperdiçou.

    No segundo tempo, foram 12 acertos em 18 tentativas de quadra, incluindo três bolas de 3 pontos, e impressionantes 12 de 13 nos lances livres. É esse tipo de eficiência que separa os bons jogadores dos grandes.

    E agora, Detroit?

    Com a série empatada, o Jogo 5 vai ser em Detroit. Os Cavs ainda não conseguiram vencer fora de casa nos playoffs essa temporada, então vai ser o primeiro grande teste. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível absurdo de jogo?

    Uma coisa é certa: se ele conseguir jogar nem que seja 70% do que jogou ontem, Detroit vai ter problemas sérios. E olha que os Pistons sabem disso. Como disse o pivô Paul Reed: “Donovan Mitchell estava nos matando, e é basicamente isso”.

    Mitchell já tem oito jogos de playoffs com pelo menos 40 pontos na carreira, quatro deles pelos Cavs. Três jogos consecutivos com mais de 30 pontos nessa série. O cara tá on fire e Cleveland precisa aproveitar isso para finalmente chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018.

    Que jogaço, pessoal. Às vezes o basquete nos presenteia com essas noites mágicas que a gente nunca esquece.

  • Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Jalen Williams esquece Jalen Duren no Mount Rushmore dos Jalens

    Cara, o Jalen Williams do Thunder resolveu criar uma polêmica bem divertida ontem. O Richard Jefferson perguntou qual seria o Mount Rushmore dos Jalens da NBA, e olha só a lista que ele deu: Jalen Rose, Jalen Brunson, Jalen Johnson e… ele mesmo.

    E cadê o Jalen Duren? Simplesmente sumiu da lista!

    A omissão que chamou atenção

    Sinceramente, eu entendo a escolha do Williams até certo ponto. O cara citou jogadores mais conhecidos pela criação de jogadas e pontuação. O Jalen Rose foi uma lenda, o Brunson tá voando no Knicks, o Johnson tem sido uma revelação no Hawks. E ele mesmo? Bom, tá fazendo uma pós-temporada absurda com mais de 20 pontos por jogo.

    Mas deixar o Duren de fora foi meio injusto, não acham? O pivô do Pistons pode não ter os números ofensivos dos outros (10.4 pontos por jogo), mas o cara é um monstro no rebote com mais de 9 por partida. E olha que eles foram draftados juntos em 2022!

    Estilos diferentes, qualidades únicas

    A questão é que cada Jalen tem seu próprio estilo. O Williams é versátil, joga de armador até ala, tem QI de basquete altíssimo e forma uma dupla absurda com o Shai Gilgeous-Alexander no Thunder. Já o Duren é mais tradicional — domina o garrafão, pega rebote pra caramba e tem sido peça fundamental na ascensão do Pistons.

    E por falar nisso, que diferença de momento para os dois times, né? Enquanto o Thunder tá prestes a varrer os Lakers nas Finais do Oeste (imagina repetir o título!), o Pistons tá apertado contra o Cavaliers, perdendo por 2-1 na série.

    Vocês concordam com a lista do Williams ou acham que o Duren merecia estar lá? Eu, pessoalmente, colocaria os quatro que ele citou mais o Duren — que se dane se são cinco no Mount Rushmore!

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Cara, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente absurdo. O cara tava praticamente dormindo no primeiro tempo, Cleveland perdendo por 4 pontos no intervalo, todo mundo já imaginando os Cavs tomando um 3-1 dos Pistons. Aí o homem vai lá e resolve virar o LeBron de 2016.

    21 pontos. No terceiro quarto. Vinte e um pontos em 12 minutos de jogo.

    E olha só que loucura: esse recorde de 21 pontos em um quarto nos playoffs dos Cavs era dividido entre LeBron James e Kyrie Irving. Agora o Mitchell entrou nesse clube seleto. Imagina estar no mesmo patamar que esses dois monstros?

    A virada mais épica da temporada

    O que mais me impressionou foi a transformação completa no vestiário. Mitchell saiu de um primeiro tempo apagado (só 4 pontos) para um show solo que vai ficar na história. E não parou por aí — no último quarto ele ainda meteu mais 18 pontos.

    No final das contas: 39 pontos só no segundo tempo. Isso mesmo, 39 pontos em dois quartos. É o maior número de pontos marcados em um tempo da história dos playoffs da NBA. Eu ainda tô processando essa informação.

    O resultado? Cavs 112, Pistons 102. Série empatada em 2-2. Cleveland conseguiu evitar aquela situação terrível de estar perdendo por 3-1 fora de casa.

    Agora vem o teste de verdade

    Só que tem um probleminha aí: os Cavs ainda não ganharam UM jogo sequer fora de casa nos playoffs. Zero. E adivinha onde vai ser o jogo 5?

    Detroit.

    Sinceramente, eu acho que o Mitchell acordou algo especial nesse time. A forma como ele dissecou a defesa dos Pistons foi de outro mundo — arremessos de média distância, enterradas, bolas de 3. O cara fez de tudo.

    E vocês, acham que os Cavs conseguem quebrar esse tabu jogando fora? Porque se conseguirem, vão pegar o Knicks na final do Leste. E depois dessa performance do Mitchell, eu não duvido mais de nada.

  • Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mitchell fez história: 39 pontos no segundo tempo salvaram os Cavs

    Mano, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 43 pontos na vitória por 112-103 sobre o Detroit, empatando a série em 2-2. Mas o mais louco? Ele tinha QUATRO pontos no intervalo. Quatro. E terminou com 39 no segundo tempo.

    Isso mesmo que vocês leram. 39 pontos numa metade só de jogo de playoffs. É RECORDE histórico da NBA, gente!

    A “Cavalanche” que ninguém viu chegar

    Os Cavs estavam praticamente mortos — perdendo por quatro no intervalo e quase indo pra um buraco 3-1 na série. Aí o Mitchell simplesmente resolveu que não ia deixar isso acontecer. O cara começou o terceiro quarto metendo oito pontos em um minuto e meio. Um minuto e meio!

    E daí veio a tal da “Cavalanche” — 23-0 de parcial pra abrir o segundo tempo. Vinte e três a zero! É a maior sequência de pontos sem resposta pra começar uma metade de playoff nos últimos 30 anos. Se considerarmos os dois últimos pontos do primeiro tempo, foram 25-0. Segundo maior run da era moderna dos playoffs.

    Sinceramente, eu já vi muito jogo bom na minha vida, mas isso aí foi de outro planeta. O Mitchell sozinho fez 21 pontos no terceiro quarto — quinta vez na carreira que ele marca 20+ numa parcela só de playoffs. Só Stephen Curry e Jamal Murray conseguiram isso tantas vezes também.

    O cara que nasceu pra playoffs

    E olha, não é de hoje que o Mitchell é monstro nos playoffs. Lembram dos 57 pontos contra o Denver em 2020? Terceira maior pontuação da história dos playoffs. No ano passado meteu 50 contra o Orlando na primeira rodada.

    Agora com essa performance, ele chegou ao quarto jogo de 40+ pontos pelos Cavs nos playoffs. Passou até o Kyrie Irving e só fica atrás do LeBron (que tem 24, né… é o LeBron). Nos últimos três jogos dessa série? 109 pontos. Cento e nove!

    Tá certo que ele não estava no melhor momento — apenas 12/39 de três na série toda e meio apagado na primeira rodada contra Toronto. Mas eu sempre falei: com o Mitchell é questão de tempo. Uma hora a bomba explode.

    Agora é melhor de três

    A série virou um melhor de três, com jogo 5 na quarta em Detroit. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem segurar esse cara depois do que aconteceu ontem? Porque eu tô achando difícil, viu. Quando o Mitchell pega fogo desse jeito, não tem muito o que fazer.

    O cara é puro espetáculo. Sempre foi, sempre vai ser. E momentos como esse são exatamente o motivo pelo qual a gente ama essa liga maluca.

  • Haslem defende Wemby: ‘Às vezes você tem que mostrar os dentes’

    Haslem defende Wemby: ‘Às vezes você tem que mostrar os dentes’

    Olha só que papo interessante rolou essa semana. Udonis Haslem, o eterno veterano do Heat que virou analista, saiu em defesa do Victor Wembanyama depois daquela expulsão polêmica no Jogo 4 contra o Minnesota.

    Pra quem perdeu o capítulo, o francesão levou um Flagrant 2 e foi pra rua depois de acertar uma cotovelada no Naz Reid durante uma disputa de rebote. Primeiro cartão vermelho da carreira dele na NBA — imagina a frustração.

    “Tem que traçar uma linha na areia”

    Enquanto meio mundo tá criticando o Wemby, o Haslem veio com uma visão totalmente diferente no programa da Prime. “Eu não concordo com ninguém se machucando, mas às vezes você tem que tomar uma posição e traçar uma linha na areia, e foi isso que o Wemby fez”, falou o cara que conhece bem o que é defender território em quadra.

    Sinceramente? Eu entendo a lógica do Haslem. O maluco passou 20 anos na NBA sendo exatamente esse tipo de jogador — aquele que não deixa ninguém passar por cima. Ele tá vendo no Wemby algo que muita gente não quer ver: personalidade.

    O lance aconteceu no segundo quarto, numa disputa de rebote que envolveu também o Jaden McDaniels. Foi aquela confusão de corpo que sempre rola embaixo da cesta, só que o Victor perdeu a linha e mandou a cotovelada. Resultado: 12 minutos de jogo, 4 pontos, 4 rebotes e um pé na bunda pra arquibancada.

    Playoffs de aprendizado

    Mas vamos combinar uma coisa — mesmo com essa escorregada, o Wembanyama tá fazendo uma pós-temporada absurda pra um cara de segundo ano. Nos oito jogos até agora, ele tá com médias de 19.6 pontos e 10.5 rebotes. Não é o LeBron de 2003, mas pra um pivô de 21 anos carregando os Spurs nas costas? Tá ótimo.

    A boa notícia é que ele não vai levar suspensão pro Jogo 5. A série tá 2-2 e volta pra San Antonio — onde a torcida vai receber o francês como herói, tenho certeza. E aí, vocês acham que essa expulsão vai fazer o Wemby jogar com mais cautela ou com mais raiva ainda?

    (Spoiler: conhecendo a personalidade dele, aposto na segunda opção)