Autor: Leandro Amorim

  • Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Cara, quem conhece a torcida do Knicks sabe que eles não ficam quietos quando veem sacanagem. E ontem à noite no Jogo 3 das Finals contra o Spurs… nossa, foi de arrepiar.

    A situação foi a seguinte: segundo quarto rolando, Stephon Castle (do Spurs) simplesmente atropelou o Jalen Brunson numa disputa de rebote. E quando digo atropelou, é atropelou mesmo — o cara passou por cima do Brunson como se fosse um obstáculo no caminho.

    A polêmica que incendiou o Madison Square Garden

    Os árbitros pararam pra revisar o lance (até aí, tudo bem), mas depois de olhar o replay umas cinco vezes, decidiram que era só falta comum. Falta comum! O Brunson no chão, reclamando das costas, e os caras acham que não tem nada demais.

    Aí que a coisa ficou boa. A torcida do Knicks simplesmente perdeu a linha. “Bulls—!” ecoou por todo o Madison Square Garden, seguido de um sonoro “Refs you suck!” que chegou limpo na transmissão da ABC. Os censores cochilaram legal, porque passou tudo no ar — e olha, eu não tô reclamando não.

    Knicks mostra personalidade mesmo com polêmica

    O mais impressionante? O time usou essa raiva como combustível. Saíram perdendo por 12 no primeiro quarto e viraram o placar, terminando o primeiro tempo ganhando de 64-57. Sinceramente, essa é a mentalidade que eu quero ver nas Finals.

    Brunson até machucou as costas no lance, mas continuou jogando. E vocês acham que os árbitros vão engolir essa pressão toda da torcida pros próximos jogos? Porque eu tenho minhas dúvidas… às vezes parece que quanto mais a galera reclama, mais os caras ficam teimosos.

    Mas uma coisa eu digo: essa atmosfera do Madison Square Garden nas Finals é impagável. A torcida do Knicks esperou décadas por esse momento, e eles não vão deixar nada passar batido. Nem que seja pra xingar os árbitros no horário nobre da TV.

  • Danny Green detona: título da bolha foi o mais difícil da carreira

    Danny Green detona: título da bolha foi o mais difícil da carreira

    Olha, mais um jogador falando sobre aquele título dos Lakers na bolha de 2020. E dessa vez é o Danny Green — cara que tem moral pra falar, porque já ganhou anel em vários lugares diferentes.

    Em uma entrevista pro Bleacher Report, o Green foi categórico: o título da bolha foi “de longe o mais difícil” da carreira dele. E mano, vindo de um cara que já foi campeão com Spurs e Raptors, isso tem peso.

    Por que foi tão pesado?

    “Foi de longe o campeonato mais difícil que tive que conquistar”, disse Green. “Fazer aquele ajuste jogando durante a COVID, com sua família e amigos não estando realmente lá, não sendo capaz nem de celebrar adequadamente. Fomos no mesmo restaurante que íamos todo dia e comemoramos como time, mas depois disso, nenhum desfile de verdade. Então foi diferente.”

    Cara, imagina só a pressão mental. Na bolha, segundo ele, “muitas coisas diferentes estavam acontecendo onde as paredes começam a se fechar em você mental e emocionalmente”. Joga a cada dois dias, sem família por perto, ambiente controlado… Deve ter sido sufocante mesmo.

    E vocês acham que os Lakers teriam ganhado mesmo sem a pandemia? Green acha que sim, chamou aquele time de “icônico e lendário”.

    O arremesso que não entrou

    Green não fugiu do assunto mais tenso: aquele arremesso no Jogo 5 das Finais contra o Heat que poderia ter acabado com a série. A bola não entrou, e os Lakers tiveram que decidir no Jogo 6.

    O mais interessante foi ele admitir que se apressou no lance — não percebeu quanto tempo tinha no relógio. Isso é o tipo de detalhe que só quem viveu aquilo pode contar, sabe?

    Mesmo depois do erro, Green disse que o clima no vestiário era de que eles iam “se recuperar e ganhar no Jogo 6”. E foi exatamente isso que aconteceu.

    A bomba do Anthony Davis

    Pra chegar nas Finais, os Lakers tiveram que passar pelo Denver. E quem esquece daquela bomba de 3 do Anthony Davis no último segundo do Jogo 2?

    Green falou sobre como aquele arremesso mudou tudo: “Com aquele game-winner, isso nos deu o momentum e confiança que precisávamos e também meio que colocou eles numa — tipo, é uma jogada devastadora de experimentar do outro lado.”

    Na opinião dele, aquela cesta praticamente garantiu o título. “Essa foi a jogada que, praticamente, eu acho que nos deu o campeonato”, disse Green. E olha, ele pode ter razão — Denver nunca mais foi o mesmo na série.

    Sinceramente? Acho que Green tem razão sobre a dificuldade daquele título. Jogar basquete no mais alto nível já é difícil, imagina fazer isso isolado do mundo, com toda a pressão extra da pandemia. E aí, vocês concordam que foi o título mais difícil da era moderna da NBA?

  • MSG explodindo! Knicks de volta em casa nas Finals após 25 anos

    MSG explodindo! Knicks de volta em casa nas Finals após 25 anos

    Gente, que momento absurdo foi esse no Madison Square Garden ontem à noite! Os Knicks finalmente voltaram pra casa pra disputar as Finals da NBA depois de 25 anos. VINTE E CINCO ANOS, galera!

    Olha, eu já vi muito jogo na minha vida, mas a energia que rolou no MSG antes do Jogo 3 foi de arrepiar mesmo. A torcida dos Knicks tava completamente maluca — e com razão né? O time tá a duas vitórias do primeiro título desde 1973.

    A volta dos heróis ao Garden

    Os preços dos ingressos tavam nas alturas (imagino que muita gente vendeu o rim pra estar lá), e o caos pra entrar no Garden foi total. Mas isso não importou nem um pouco. A fiel torcida laranja e azul mostrou porque o MSG é considerado o templo do basquete.

    Quando os jogadores pisaram na quadra pro aquecimento, o Garden literalmente explodiu. Chuck Barkley comentando que ficou arrepiado, e olha que o cara já viu de tudo no basquete. “Sports, there’s nothing like it”, disse o Ernie Johnson. E tá certíssimo!

    OG Anunoby e a magia do momento

    Uma das imagens mais marcantes foi a apresentação do OG Anunoby com a camisa número 8. Cara, ver a reação da torcida pra cada jogador sendo apresentado foi surreal. Vocês conseguem imaginar a pressão e ao mesmo tempo a adrenalina que esses caras tavam sentindo?

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão emocionante assim só no aquecimento. Se já tava dessa forma antes do jogo começar, imagina como deve ter sido durante os 48 minutos de jogo!

    É isso aí, galera — o basquete tem dessas coisas que não dá pra explicar. Depois de tanto tempo no deserto, os Knicks finalmente voltaram ao palco principal. E a Mecca do basquete mostrou mais uma vez porque é especial. Que atmosfera monstro!

  • Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Olha, quando o assunto é superstição no esporte, os americanos não brincam em serviço. E o Spike Lee? Esse cara levou a coisa pra outro patamar — literalmente celestial.

    O diretor mais fanático dos New York Knicks apareceu no Jogo 3 das Finals contra o San Antonio Spurs usando uma camisa personalizada do Papa Leo. Isso mesmo, você leu certo. Uma camisa do Papa.

    A história por trás é até interessante: Lee ganhou essa camisa do próprio pontífice durante uma visita ao Vaticano em novembro do ano passado. Imagina a cena — o cara vai lá no Vaticano, bate um papo com o Papa e ainda sai de lá com uma camisa dos Knicks abençoada. Só o Spike mesmo pra conseguir uma dessas.

    A maldição de 1973 e o desespero de Nova York

    Vamos ser honestos aqui: os Knicks não ganham um título desde 1973. Cinquenta e três anos, cara. Cinquenta e três! Eu nem tinha nascido e esse time já estava na seca. Então quando você espera tanto tempo assim, qualquer ajuda é bem-vinda — até mesmo a divina.

    O mais interessante é que Lee já tinha usado essa camisa antes, no Jogo 2 da primeira rodada contra o Atlanta Hawks. E adivinha só? Os Knicks perderam por 107-106. Uma das apenas duas derrotas que o time sofreu em toda essa caminhada dos playoffs.

    Será que o Papa não tá funcionando? Ou foi só azar mesmo?

    Madison Square Garden vira terra santa do basquete

    O Madison Square Garden ontem parecia mais uma procissão do que um jogo de basquete. Ben Stiller, Timothée Chalamet, e claro, nosso querido Spike Lee com sua camisa papal marcando presença na arquibancada.

    Sinceramente, eu acho genial a estratégia do Spike. Se não consegue ganhar no talento puro (que aliás, os Knicks têm de sobra nessa temporada), apela pra quem manda lá de cima. E olha, considerando que estamos falando de um time que passou décadas sendo motivo de piada na NBA, qualquer bênção é lucro.

    E aí, vocês acham que a intervenção divina vai funcionar? Ou os Spurs vão mandar essa história de Papa pra casa mesmo assim? Uma coisa eu garanto: se os Knicks levantarem esse troféu, pode ter certeza que vai ter uma missa de agradecimento no Vaticano.

  • Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Olha, eu não esperava estar escrevendo sobre política no meio das Finals da NBA, mas aqui estamos. O presidente Donald Trump apareceu no jogo 3 entre Knicks e Spurs no Madison Square Garden, e o comissário Adam Silver saiu em defesa da presença dele.

    Pra quem não sabe (ou esqueceu), esta é a primeira vez que o Knicks chega nas Finals desde 1999. Vinte e sete anos, pessoal. E no meio de toda essa emoção histórica, rola toda essa discussão sobre a presença do Trump na arquibancada.

    Silver defendendo o fã Trump

    “Ele é bem-vindo aqui”, disse Silver antes do jogo. E completou com algo que, sinceramente, faz sentido: “O que torna o esporte tão especial, especialmente quando há tantas coisas que dividem as pessoas, é que é algo que temos em comum.”

    Segundo o comissário, Trump é um fã “genuíno” do Knicks. E olha, isso não é novidade não. O cara costumava ser presença constante no Madison Square Garden, tinha até ingresso cativo na courtside. Ia até no Draft da NBA!

    “Ele era uma figura constante nos jogos do Knicks”, explicou Silver. Eu lembro de ver ele lá várias vezes quando era mais novo, sempre com aquela cara de quem tá levando o jogo a sério.

    Mas e a segurança?

    Agora, vamos falar da parte chata: a operação de segurança foi absurda. Os fãs tiveram que chegar duas horas antes do jogo. Duas horas! Imagina você, que já pagou uma fortuna pelo ingresso das Finals, tendo que chegar cedo desse jeito por causa da segurança presidencial.

    O perímetro de segurança ao redor do MSG foi estendido, proibindo trânsito de carros e pedestres. Basicamento transformaram o local num bunker.

    Mas Silver não tá nem aí para as reclamações: “Sim, há algum inconveniente para os fãs aqui, mas olhando ao redor da arena, está lotada. As pessoas ouviram, chegaram cedo, passaram por qualquer segurança extra que fosse necessária.”

    Esporte unindo ou dividindo?

    A questão é: será que funciona mesmo essa ideia de que o esporte une as pessoas? Eu quero acreditar que sim, mas vocês viram as reações nas redes sociais? Tá longe de ser consenso.

    Silver insiste que “devemos usar o esporte para criar mais senso de comunidade entre as pessoas, não menos”. Bonito no papel, mas na prática… bem, cada um tem sua opinião sobre isso.

    O que importa mesmo é que o Knicks tá nas Finals depois de quase três décadas. E independente de quem tá na arquibancada, essa é uma conquista que todo fã de basquete deveria celebrar. Ou pelo menos eu acho que sim — e vocês, o que acham?

  • Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi o Chet Holmgren praticamente desaparecer contra o Victor Wembanyama nas finais da Conferência Oeste, pensei: “Será que é isso mesmo pro menino?” Quatro pontos no Jogo 7 em casa. Quatro! Mas o Sam Presti, GM do Thunder, tá firme e forte defendendo o pivô.

    “Chet é um dos nossos”, disse Presti numa entrevista bem direta na segunda-feira. E olha, eu entendo a posição dele. O cara não é de fazer loucura, e sinceramente, seria meio burrice desistir do Holmgren depois de uma série ruim.

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que doem: Holmgren foi de monstro nos primeiros rounds pra fantasma contra os Spurs. Nas primeiras rodadas, o cara tava voando — 17.3 pontos contra o Suns, 20 pontos contra os Lakers. Aí chega o Wemby e… 10.7 por jogo. É de doer no coração de qualquer torcedor do Thunder.

    O mais absurdo? Durante a temporada regular, o menino teve sua melhor temporada: 17.1 pontos, 8.9 rebotes, quase 2 tocos por jogo. All-Star pela primeira vez, All-NBA Third Team, vice no prêmio de Defensive Player of the Year. Resumindo: foi um monstro o ano todo.

    Mas é isso aí — o playoffs é outro animal, né? E quando você enfrenta alguém como Wembanyama, que claramente tem uma rixa pessoal com você, a coisa complica. Ainda mais com Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados na série.

    Por que Presti tá certo em apostar no Chet

    Olha, eu concordo com o Presti nessa. O cara sempre foi questionado — desde o colegial, galera duvidava se ele aguentava a pancadaria da NBA por causa do físico. E olha onde ele chegou: campeão no ano passado, onde foi decisivo nas finais.

    “Ele não precisa de ninguém cutucando ele pra melhorar”, falou Presti. E faz sentido. Depois de ganhar o título ano passado, o cara veio ainda melhor na temporada seguinte. Isso mostra caráter, né?

    A questão é: será que o Thunder tem que se preocupar em enfrentar os Spurs e o Wemby pelos próximos anos? Com certeza. Mas trocar o Holmgren agora seria meio desesperado. O núcleo com Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e ele ainda tem muito pano pra manga.

    Eu acho que o Presti tá jogando o jogo longo aqui. Uma série ruim não apaga tudo que o Chet fez. E convenhamos — quando o cara tá no dia dele, é muito difícil parar. O Thunder só precisa encontrar uma forma de neutralizar o efeito Wemby, porque pelo jeito, esses dois vão se encontrar muito nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em manter a fé no Holmgren ou deveria pensar em mudanças mais drásticas?

  • Morreu Stacey King, lenda dos Bulls e voz inesquecível do basquete

    Morreu Stacey King, lenda dos Bulls e voz inesquecível do basquete

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Stacey King, aos 59 anos, nos deixou no domingo. Os Bulls anunciaram a morte do ex-jogador que foi muito mais que três anéis de campeão — foi uma das vozes mais marcantes do basquete americano.

    Sinceramente, quando penso no King, não lembro tanto dos números em quadra (6.4 pontos e 3.3 rebotes por jogo). Lembro da personalidade única que ele era. O cara jogou oito temporadas na NBA, passou por Bulls, Timberwolves, Heat, Celtics e Mavs, mas foi em Chicago que ele realmente encontrou sua casa.

    Muito mais que um jogador dos Bulls

    Jerry Reinsdorf, dono dos Bulls, disse uma coisa que me marcou: “Stacey era uma personalidade verdadeiramente única na história da nossa organização”. E olha, vindo do Reinsdorf, isso significa muito. O King tinha essa conexão especial com Chicago que durou mais de três décadas.

    Depois de pendurar as chuteiras, ele virou comentarista e cara… que comentarista! Mais de 20 anos narrando jogos dos Bulls, criando apelidos inesquecíveis e fazendo aquelas chamadas que só ele sabia fazer. Era impossível assistir um jogo com a narração dele e não se divertir.

    O legado vai além dos números

    Vocês sabiam que Oklahoma aposentou a camisa 33 dele em 2008? Isso mostra como o cara marcou época no college também. Mas o que mais me impressiona é como ele conseguiu se reinventar após a carreira de jogador.

    Quantos ex-atletas conseguem ter uma segunda carreira tão marcante quanto a primeira? O King conseguiu. Ele levou o basquete dos Bulls pra dentro da casa de gerações de fãs, como disse o próprio Reinsdorf.

    A causa da morte não foi divulgada, mas isso nem importa agora. O que importa é celebrar o que ele representou pro basquete. Três anéis como jogador, décadas como a voz dos Bulls, e principalmente, uma personalidade que marcou todo mundo que teve o prazer de conhecê-lo.

    Descanse em paz, King. Chicago nunca vai esquecer de você.

  • Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Olha, eu não sei vocês, mas já tava meio esperando isso acontecer. Landry Shamet tá chamando atenção de vários times pela liga toda, segundo o Marc Stein — e depois dos playoffs que o cara fez, não é surpresa nenhuma.

    O ala-armador de 29 anos tá numa situação interessante em Nova York. Atualmente com um contrato mínimo veterano, ele vai virar agente livre irrestrito no verão. E cara, com os números que ele tá colocando nos playoffs, vão ter times fazendo fila pra contratar.

    Os números não mentem

    Shamet tá metendo 6.6 pontos por jogo nos playoffs convertendo absurdos 56.3% dos arremessos de três. Cinquenta e seis porcento! Isso é coisa de monstro mesmo. Pra quem acompanha, sabe que especialista em bola de três assim não cresce em árvore.

    O cara sempre foi conhecido pelo arremesso, mas essa eficiência toda nos playoffs… sinceramente, eu não esperava que ele fosse TÃO preciso quando mais importa. E times pela liga inteira tão vendo isso também.

    Os Knicks podem segurá-lo?

    Aqui que fica interessante: Nova York tem os direitos de Early Bird dele, o que significa que podem oferecer um contrato começando em 105% do salário médio da liga. Não é pouca coisa.

    Na minha visão, os Knicks deveriam fazer de tudo pra manter o Shamet. O time precisa de arremessadores confiáveis, e depois de ver como ele performou quando importava… cara, seria burrice deixar escapar.

    Mas aí vem a pergunta: será que outros times não vão oferecer mais? Especialista em três pontos que acerta mais da metade nos playoffs é commodity valiosa demais na NBA moderna. E aí, vocês acham que ele fica em Nova York ou vai testar o mercado?

    Uma coisa é certa — quem pegar o Shamet vai estar levando um cara que não treme quando a coisa aperta. E isso, meus amigos, não tem preço.

  • Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Mano, o Trae Young vai embolsar uma grana absurda em Washington. Segundo as informações que estão rolando, o armador deve assinar um contrato de três anos por cerca de 120 milhões de dólares com os Wizards nesta offseason. Isso mesmo — 120 MILHÕES.

    A situação é a seguinte: o Young tem uma opção de jogador de 49 milhões para a próxima temporada, mas pode assinar um acordo ainda mais gordo. Até o dia 30 de junho, ele estava elegível para um contrato de três anos por 160 milhões, mas aparentemente vai ficar com algo em torno dos 120.

    E aí, vale a pena?

    Olha, eu entendo a estratégia dos Wizards. O cara tem apenas 27 anos e já provou que sabe distribuir assistências e marcar pontos. Mas sinceramente? Me preocupa um pouco essa aposta toda em cima de apenas cinco jogos em Washington.

    Porque vamos ser realistas aqui — Young jogou só cinco partidas pelos Wizards na temporada passada, com médias de 15.2 pontos e 6.2 assistências. É uma amostra bem pequena pra definir um investimento desse tamanho, não acham?

    O futuro em Washington

    Por outro lado, os Wizards estão claramente apostando no potencial do armador pra liderar o projeto de reconstrução. E cara, 40 milhões por ano não é pouco dinheiro não — é salário de superstar mesmo.

    A grande questão agora é: será que o Young consegue voltar ao nível que mostrou em Atlanta? Lá ele já teve temporadas com mais de 25 pontos de média e quase 10 assistências. Se ele conseguir repetir algo próximo disso em Washington, aí sim o investimento faz todo sentido.

    Vocês acham que os Wizards estão fazendo a escolha certa ou é muito risco pra pouco tempo de observação? Eu tô na dúvida, mas torço pra dar certo — sempre gosto de ver armadores talentosos brilhando na liga.

  • Vučević vai deixar o Celtics? Fonte diz que é ‘certeza’

    Vučević vai deixar o Celtics? Fonte diz que é ‘certeza’

    Olha, eu já meio que esperava isso, mas agora parece que virou oficial mesmo: Nikola Vučević deve deixar o Boston Celtics nesta offseason. Segundo o Marc Stein, que é uma das fontes mais confiáveis da NBA, a saída do pivô sérvio é vista como uma “certeza” pelo pessoal de dentro da organização.

    A passagem relâmpago em Boston

    Pra quem não lembra, o Vučević foi negociado pro Celtics bem no finalzinho da trade deadline. Sinceramente, na época eu achei meio estranho — um cara de 35 anos chegando num time que já tinha suas peças encaixadas. E olha, não deu muito certo mesmo.

    O sérvio conseguiu jogar apenas 16 partidas na temporada regular com a camisa verde. Motivo? Uma fratura no dedo da mão direita que complicou tudo. Quando finalmente voltou pros playoffs, a coisa não melhorou muito: 6.2 pontos em 19 minutos por jogo ao longo de seis partidas. Números bem abaixo do que a gente esperava de um cara que já foi All-Star duas vezes.

    Fez sentido a tentativa?

    Na minha visão, o Celtics tentou dar aquele upgrade no banco de reservas pensando nos playoffs. O problema é que lesão não avisa quando vai chegar, né? E quando o Vučević finalmente estava disponível, o time já tinha encontrado seu ritmo sem ele.

    Agora fica a pergunta: onde ele vai parar? Com 35 anos nas costas e vindo de uma temporada bem limitada, vai ser interessante ver que tipo de contrato ele consegue no mercado. O cara ainda tem basquete pra dar — aquele arremesso de 3 dele continua certeiro quando tá saudável.

    E vocês, acham que o Celtics deveria tentar mantê-lo por um valor menor, ou é melhor mesmo seguir sem ele? Eu acho que faz sentido os dois lados seguirem caminhos diferentes.