Autor: Leandro Amorim

  • Edwards culpa as faltas do McDaniels pela derrota dos Wolves

    Edwards culpa as faltas do McDaniels pela derrota dos Wolves

    Olha, o Anthony Edwards não teve papas na língua depois da surra que os Wolves tomaram do Spurs na terça-feira. Perderam por 126 a 97 — sim, vocês leram certo — e agora estão com a corda no pescoço, precisando vencer os dois próximos jogos pra não ir pra casa.

    E sabe o que mais me chamou atenção? O Ant-Man foi direto ao ponto quando perguntaram o que deu errado: “Tudo começa com o Jaden McDaniels, tentando manter ele longe das faltas. Ele é muito importante pro time, é muito importante pra gente. Machuca todo mundo quando ele entra em problemas de falta.”

    O problema das faltas do McDaniels

    E não é que o Edwards tem razão? O McDaniels jogou 30 minutos no Jogo 5, fez 17 pontos e pegou 6 rebotes — números até que bons. Mas cometeu 5 faltas, mano. Cinco! Isso limita demais a agressividade defensiva dele, que é justamente onde o cara mais ajuda o time.

    Sinceramente, eu acho que essa é a chave da série. Os Wolves precisam do McDaniels solto defensivamente pra tentar parar (ou pelo menos incomodar) o Wembanyama. Porque o francesão tá fazendo o que quer em quadra — 27 pontos, 17 rebotes e 5 assistências no Jogo 5. Números de videogame.

    Wemby fazendo história

    E por falar no Wembanyama… cara, o moleque se tornou apenas o oitavo jogador na história da NBA a conseguir essa linha estatística em um jogo de playoffs. Com 20 anos de idade! É de outro planeta mesmo (literalmente, considerando a altura do maluco).

    O pior é que os Wolves sabem exatamente o que fazer — Edwards mesmo falou que conhecem o plano de jogo, sabem como executar o ataque, conhecem as coberturas defensivas. Mas na hora H, não tão conseguindo executar. “Eu não consigo identificar exatamente por que continuamos cometendo erros no plano de jogo”, disse o Edwards, visivelmente frustrado.

    Agora é tudo ou nada

    A boa notícia? Os Wolves já estiveram nessa situação antes. Há dois anos, contra o Denver, estavam 3-2 atrás na série e conseguiram virar, ganhando o Jogo 6 em casa e o decisivo fora. Será que conseguem repetir a dose?

    Eu tenho minhas dúvidas, não vou mentir. O Wemby tá jogando num nível absurdo, e esse Spurs parece ter encontrado o jogo deles no momento certo. Mas basket é basket — se o McDaniels conseguir ficar em quadra sem problemas de falta e o Edwards explodir (ele fez “só” 20 pontos no Jogo 5), quem sabe?

    O Jogo 6 é na sexta-feira, em Minneapolis. Vocês acham que os Wolves conseguem forçar um Jogo 7, ou o Wemby vai fechar a série em casa mesmo?

  • Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Wemby pistola destrói Minnesota e coloca Spurs a uma vitória da final

    Cara, eu sabia que o Wemby ia vir com sangue no olho depois daquela expulsão no Jogo 4. Mas o que ele fez ontem foi simplesmente monstruoso — 16 dos primeiros 21 pontos dos Spurs! O francês tava possuído.

    Olha só os números do primeiro quarto: 18 pontos (6/8 nos arremessos), 6 rebotes e ainda acertou duas de três. O cara literalmente decidiu que ia acabar com a festa dos Timberwolves em casa. E conseguiu.

    A diferença tá no banco

    Mas sinceramente? O que mais me impressionou não foi nem o show do Wembanyama. Foi ver como esse time jovem dos Spurs tem profundidade de verdade. Toda vez que Minnesota tentava uma reação — e tentaram várias vezes —, aparecia um cara diferente pra resolver.

    Hora era o Stephon Castle, hora o Keldon Johnson saindo do banco com 21 pontos, hora o Dylan Harper fazendo jogadas de veterano. Isso aí é o que separa um time bom de um time de playoff de verdade. Os Wolves só têm o Anthony Edwards pra isso — e quando ele não tá no seu melhor, a coisa desanda.

    O técnico Mitch Johnson resumiu bem: “Jogamos com o medo apropriado, disciplina, execução, físico e postura”. Traduzindo: os caras estavam ligados do primeiro ao último minuto.

    Garrafão foi território dos Spurs

    A diferença no garrafão foi absurda: 68 a 36 nos pontos na pintura. Os Spurs simplesmente dominaram a área, e o Wemby com seus 2,24m foi fundamental nisso. 27 pontos, 17 rebotes e 3 tocos — mas o mais importante foi a presença intimidadora que ele impôs.

    Minnesota até tentou algumas reações. No terceiro quarto fizeram uma sequência de 14-2 pra empatar o jogo (com o Wemby em quadra!). Mas aí que você vê a maturidade desse time jovem: responderam na lata com 11-2 e nunca mais deixaram os Wolves se aproximarem.

    De’Aaron Fox com 18 pontos, Castle com 17… todo mundo contribuindo. Enquanto isso, Julius Randle teve mais uma noite apagada: 17 pontos em 17 arremessos. Não dá pra ganhar playoff assim.

    Agora é sexta-feira, Jogo 6 em Minneapolis. Os Spurs estão a uma vitória da final do Oeste contra o Oklahoma City. Eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E vocês, acham que Minnesota consegue forçar o Jogo 7 ou os Spurs fecham fora de casa?

  • Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Lakers vão contratar 2 GMs assistentes – finalmente!

    Olha, eu não aguento mais ver o Lakers tomando decisões questionáveis por falta de estrutura no front office. Mas parece que a coisa vai mudar — e pode ser que seja pra melhor dessa vez.

    Rob Pelinka anunciou que o time vai contratar dois gerentes gerais assistentes. Dois! E olha só que inteligente a divisão: um vai cuidar da parte de scouts, draft e desenvolvimento de jogadores. O outro vai focar em salary cap, analytics e dados.

    Finalmente entenderam que precisam de ajuda

    Sinceramente? Era sobre hora. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que o Lakers tava meio perdido nas últimas temporadas. Claro que o Pelinka não vai admitir que tinha buraco na estrutura — ele disse que “não é que tivemos falhas, só queremos adicionar mais gente”. Tá bom, Rob.

    Mas a real é que essa mudança faz todo sentido. Com Mark Walter agora como dono majoritário (o mesmo cara que transformou os Dodgers), era questão de tempo até ele investir pesado no front office. E pelo jeito, não tão economizando — já contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais também.

    O que isso muda na prática?

    Cara, muda TUDO. Imagina ter dois especialistas cuidando de áreas super específicas? Um maluco só pra entender de salary cap e analytics, outro só pra avaliar jogador e draft. O Pelinka não vai mais precisar dar conta de absolutamente tudo sozinho.

    E vocês sabem como o Lakers sofre no draft, né? Talvez agora eles parem de pegar uns projetos estranhos e comecem a acertar mais nas escolhas. Pelo menos é o que a gente torce.

    O mais interessante é que eles já começaram as entrevistas mas ainda não contrataram ninguém. Pelinka também revelou que já fizeram várias outras contratações que o público nem fica sabendo — pessoal de analytics, scouts médicos, essas paradas mais técnicas.

    Mudança real ou só discurso?

    Olha, eu tô otimista mas com o pé no chão. O Lakers sempre foi bom em fazer barulho e prometer mudanças. Agora é ver se realmente vão contratar gente competente ou se vai ser mais do mesmo.

    O que vocês acham? Será que dessa vez eles acertam a mão? Ou vão contratar uns caras aleatórios só pra falar que mudaram alguma coisa?

    Uma coisa é certa: com LeBron provavelmente se aposentando em breve e AD entrando na reta final da carreira, não dá mais pra brincar de front office amador. É agora ou nunca.

  • Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Combine da NBA 2026: quem pode bombar nos scrimmages desta semana

    Olha, chegou uma das épocas mais legais do ano pra quem curte acompanhar os futuros craques da NBA. Os scrimmages do Combine 2026 rolam essa semana e, cara, sempre tem umas pérolas escondidas que aparecem do nada.

    Sinceramente? Eu amo essa fase. É quando você vê aquele pivô que ninguém conhecia destruindo todo mundo, ou aquele armador universitário que resolve mostrar que tem jogo pra Liga. Lembra do Jalen Williams em 2022? O cara simplesmente voou no draft depois de arrasar no Combine.

    Os caras que mais têm a perder (ou ganhar)

    A galera que mais me chama atenção são esses jogadores universitários que ainda podem voltar pra faculdade. Com essa era do NIL, a decisão ficou muito mais complicada — às vezes vale mais a pena ficar na college e ganhar uma grana do que ser escolhido no final da segunda rodada.

    Entre os que podem ir pro primeiro round, Cameron Carr do Baylor e Dailyn Swain do Texas são os nomes que eu tô de olho. Tyler Tanner, do Vanderbilt, também pode dar uma surpresa boa.

    Agora, tem uns caras meio no limbo que podem se dar muito bem ou muito mal. Tarris Reed Jr., que saiu de UConn, tá nessa situação. O moleque tem físico de NBA, mas precisa mostrar que desenvolveu o jogo ofensivo. Ryan Conwell, de Louisville, é outro que pode bombar se mostrar consistência no arremesso.

    As surpresas que eu tô esperando

    Vou ser sincero com vocês: adoro quando um cara que ninguém esperava resolve fazer um showzinho particular. Esse ano tem alguns nomes que podem dar essa alegria.

    Otega Oweh, de Kentucky, é daqueles atletas absurdos que às vezes os scouts da NBA piram. Se ele mostrar que consegue jogar basquete além de ser um fenômeno atlético, pode subir pra caramba no draft.

    Bruce Thornton, de Ohio State, é outro que eu tenho uma curiosidade danada pra ver. O cara foi muito subestimado na faculdade, mas tem umas características que podem funcionar bem como sexto homem na NBA.

    E olha, não durmam no Nick Martinelli de Northwestern. Esse cara tá voando abaixo do radar, mas tem uns fundamentos muito sólidos. Pode ser uma daquelas escolhas que daqui a uns anos todo mundo fala “nossa, como esse cara caiu tanto no draft?”

    Quando e onde assistir

    Os jogos rolam quarta-feira (13) às 15h na ESPN2 e quinta (14) no mesmo horário na NBA TV. Eu já marquei na agenda — vocês também deveriam.

    A real é que esses scrimmages sempre reservam umas surpresas. Pode ter certeza que pelo menos um cara que vocês nunca ouviram falar vai fazer um jogo monstro e começar a aparecer nos mocks drafts por aí.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a revelação dessa semana? Eu tô com o palpite de que algum desses pivôs vai surpreender todo mundo.

  • Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Cara, que bomba essa dos Sixers! Daryl Morey não é mais o presidente de operações de basquete da franquia. E olha, sinceramente? Não sei se fico surpreso ou não — o cara fez algumas jogadas boas, mas também deixou uns buracos enormes no elenco.

    Lembra da primeira noite de draft do Morey em 2020? O monstro draftou Tyrese Maxey, Isaiah Joe e Paul Reed, trocou aquelas âncoras do Al Horford e Josh Richardson, trouxe Danny Green e Seth Curry. Resultado? 49-23 na temporada regular, melhor da Conferência Leste. Não foi pouca coisa.

    Bob Myers assume e o relógio tá correndo

    Agora quem vai liderar a busca pelo substituto é Bob Myers — e cara, a pressão tá gigante. O draft da NBA é dias 23 e 24 de junho, e a agência livre começa logo depois. Quem vier vai ter que trabalhar correndo.

    E olha, não é que a situação esteja desesperadora. Maxey com 25 anos jogando como um superstar, VJ Edgecombe tendo uma temporada de rooky absurda. Joel Embiid e Paul George foram fundamentais naquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics no primeiro round. Isso aí ninguém tira.

    “Temos alguns jogadores que são quase intocáveis nesta liga: Tyrese, Joel, VJ, Paul”, disse Morey em fevereiro. “Gostamos do nosso núcleo.” Bom, pelo menos isso ele acertou.

    Mas os problemas são reais demais

    Só que não dá pra ignorar os elefantes na sala. Embiid tá otimista com o joelho esquerdo, mas cara… o cara tem 32 anos e vive machucado. É uma tempestade de lesões que não para nunca. E o Paul George? Fez 36 anos nos playoffs. A matemática é cruel com jogadores dessa idade.

    Descendo mais no elenco, a coisa fica feia. Kelly Oubre Jr. e Quentin Grimes foram os únicos outros a jogarem mais de 13 minutos nos playoffs — e os dois vão ser agentes livres. Depois deles? Andre Drummond, Adem Bona, Dominick Barlow e Justin Edwards. Vocês acham que isso é profundidade de verdade?

    O mais louco é que Morey insistia: “Sentimos que somos um time profundo”. Profundo onde, cara? Os caras terminaram em 23º lugar tanto em frequência de arremessos de 3 quanto em aproveitamento. Rebote defensivo então… nem vou comentar.

    A herança que sobrou

    E aí que tá — mandaram o Jared McCain embora pro Thunder no deadline e não trouxeram ninguém que prestasse. Converteram alguns contratos de two-way pra padrão (Barlow e Jabari Walker), assinaram com Cameron Payne e depois dispensaram porque ele se machucou.

    Quem assumir vai herdar um time com quatro jogadores muito bons, mas com buracos gigantes no resto do elenco. E aí, será que conseguem arrumar isso a tempo? Ou vão fazer mais uma temporada frustrante desperdiçando os últimos anos bons do Embiid?

    Uma coisa é certa: não vai ser fácil. Mas pelo menos tem material pra trabalhar — se souber usar direito.

  • Lakers querem LeBron e Reaves de volta – mas será que rola?

    Lakers querem LeBron e Reaves de volta – mas será que rola?

    Olha, vou ser sincero com vocês: eu não sei se acredito muito nessa história dos Lakers querendo todo mundo de volta. Claro que eles querem — quem não iria querer o LeBron James, mesmo aos 41 anos?

    Rob Pelinka saiu falando que quer tanto o King quanto Austin Reaves para a próxima temporada. E faz sentido, né? Os caras tiveram um período absurdo em março, fazendo 16-2 junto com Luka Dončić. Mas aí veio abril e tudo desandou com as lesões.

    O drama das lesões na hora errada

    Foi uma situação de dar dó mesmo. Luka com lesão no posterior da coxa e Reaves com problema no oblíquo — os dois fora justamente quando a coisa tava engrenando. Sobrou pro LeBron carregar o piano sozinho, coisa que ele fez com maestria contra o Houston na primeira rodada dos playoffs.

    Reaves até voltou no jogo 5 daquela série, mas quando chegaram no Thunder… rapaz, foi um massacre. 4-0 e tchau. Nem deu pra ver o que esse trio realmente pode fazer junto quando tá 100%.

    A matemática do Austin Reaves

    Agora vem a parte interessante: Reaves pode sair do contrato de $14,8 milhões e virar agente livre. Os Lakers podem ofertar até $241 milhões por cinco anos — começando com uns $41,5 milhões na primeira temporada. É dinheiro pra caramba!

    Mas se outro time com salary cap conseguir convencê-lo, seria “só” $178 milhões por quatro anos. Só entre aspas, né? (risos)

    Pelinka disse que o garoto quer continuar Laker, mas vocês sabem como é essa conversa de NBA… até a hora que aparece uma proposta que faz a cabeça rodar.

    LeBron aos 41 — e agora?

    E o LeBron? Cara, eu genuinamente não sei o que esperar. O homem fez $52,6 milhões na última temporada, tá na 23ª temporada dele, e Pelinka falou toda aquela ladainha de “queremos honrar ele” e “deixar ele decidir com calma”.

    Mas convenhamos: qual time não ia querer o LeBron? Mesmo com 41 anos, o cara ainda é um monstro. A questão é se ele quer mesmo continuar ou se vai pendurar as chuteiras de uma vez.

    O que vocês acham? LeBron volta pros Lakers ou é hora de aposentar? E o Reaves — vale mesmo essa grana toda? Sinceramente, acho que os Lakers vão ter que abrir o cofre se quiserem manter esse core junto com o Luka.

    Porque uma coisa é certa: com Luka liderando a liga em pontos (33,5 por jogo) e sendo candidato a MVP, os Lakers finalmente têm uma base sólida. Agora é não deixar as peças se espalharem por aí.

  • Giannis no Suns? A bomba que pode explodir antes do Draft

    Giannis no Suns? A bomba que pode explodir antes do Draft

    Gente, o negócio tá ficando sério. Giannis Antetokounmpo pode MESMO sair de Milwaukee, e Phoenix aparece como um dos destinos mais cotados pro Greek Freak. Eu confesso que sempre achei essa história meio forçada, mas agora… cara, os rumores tão ganhando força de um jeito que não dá pra ignorar.

    O Shams Charania acabou de soltar a bomba: os Bucks estão oficialmente ouvindo ofertas pelo duas vezes MVP. E olha, quando o Shams fala, a coisa é séria mesmo.

    Por que Milwaukee quer se livrar do Greek Freak?

    A situação em Milwaukee virou um caos total. Eles tentaram de tudo pra convencer o Giannis a ficar — mudaram técnico, trouxeram jogadores, fizeram promessas. Nada funcionou. E agora? Querem resolver isso antes mesmo do Draft, que acontece em junho.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do cara. Depois de ganhar um título em 2021, o time meio que estagnou. E quando você é do nível do Giannis, 31 anos, você não tem tempo a perder, né?

    Como diabos o Suns conseguiria essa troca?

    Aqui é onde a coisa complica. Giannis tem um salário GIGANTE — mais de 120 milhões pelos próximos dois anos. Pra fazer os números fecharem, Phoenix teria que mandar embora meio time.

    A conversa gira em torno do Jalen Green (que Milwaukee já demonstrou interesse antes), mais um entre Grayson Allen, Royce O’Neale ou Dillon Brooks. Aí você adiciona uns jovens como Ryan Dunn, Khaman Malauch… e TALVEZ role.

    O problema? Os Suns não têm quase picks de draft pra oferecer. Basicamente só sobrou a primeira rodada de 2027 e algumas migalhas. Numa disputa com outros 28 times da liga, isso pode não ser suficiente.

    Vale a pena essa loucura?

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: Giannis ainda é um MONSTRO. Mesmo aos 31, o cara ainda produz números absurdos — mais de 30 pontos, 11 rebotes por jogo. É um dos poucos caras que consegue carregar um time nas costas até o título.

    Mas imaginem o Big Three que isso criaria: Kevin Durant, Devin Booker e Giannis Antetokounmpo. Cara, isso é NBA 2K na vida real! Três caras que podem decidir qualquer jogo, qualquer playoff.

    O grande “mas” é óbvio: eles teriam que praticamente desmantelar todo o resto do elenco. E aí fica a pergunta — três estrelas e mais dez zebras conseguem ganhar um anel?

    E aí, pessoal, vocês acham que o Suns deveria apostar tudo numa troca dessas? Ou é melhor manter a profundidade do elenco e tentar construir algo mais sólido a longo prazo? Eu tô dividido, confesso.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar mesmo, vai mexer com toda a liga. E knowing Mat Ishbia, o dono dos Suns que não tem medo de gastar, eu não duvido NADA que ele tente fazer essa loucura acontecer.

  • Jokic finalmente entrou no clube milionário dos cards da NBA

    Jokic finalmente entrou no clube milionário dos cards da NBA

    Galera, aconteceu! O Nikola Jokic finalmente quebrou a barreira dos sete dígitos no mundo dos cards colecionáveis. O card Logoman do MVP sérvio de 2015-16 foi vendido por mais de 1 milhão de dólares no leilão da Goldin em abril.

    Olha, eu sempre achei que era questão de tempo. Três MVPs, um anel da NBA, e o cara ainda pode ganhar o quarto troféu de MVP nas próximas semanas (seria apenas o sexto da história a conseguir isso). Mas sinceramente? Ele demorou pra entrar nesse clube milionário comparado com outros astros.

    A hierarquia dos MVPs no mundo dos cards

    Vamos aos fatos: nem todo MVP vale a mesma coisa no mercado de colecionáveis. E cara, a diferença é absurda.

    O Giannis ainda reina absoluto com 1,8 milhão de dólares pelo seu Logoman de 2013-14. Greek Freak foi esperto — quebrou o recorde em 2021, quando o mercado estava pegando fogo. Até hoje nenhum MVP ativo conseguiu passar dele.

    Logo atrás vem o Jokic com esse 1 milhão redondinho. Depois temos o Shai Gilgeous-Alexander (o atual MVP) com 577 mil pelo Logoman dele de 2019. Se ele ganhar o bicampeonato de MVP agora em maio, esse preço vai parecer pechincha.

    Agora vem a parte triste da história: Joel Embiid com apenas 144 mil dólares. Cara, 144 mil! Pro MVP de 2023! O mercado nunca confiou nos joelhos do Process, e olha… considerando que ele nunca chegou numa Final de Conferência e que os Sixers fizeram feio contra os Knicks nos playoffs, talvez o mercado esteja certo.

    James Harden: o MVP esquecido

    E aí que chegamos no James Harden. Mano, 69 mil dólares pelo card mais caro dele. SESSENTA E NOVE MIL. Pra um MVP da NBA! A diferença dele pro Giannis é mais de 20 vezes.

    Tá, o MVP do Harden foi em 2018 e parece que foi há uma eternidade mesmo. Mas cara era um monstro naquela época. Aqueles step-backs de 3, as médias absurdas… O problema é que ele nunca ganhou um anel, e no mundo dos cards, isso pesa.

    Agora ele tá nos Cavaliers tentando o primeiro título da carreira aos 37 anos. Será que ainda dá tempo de valorizar esses cards?

    O segredo está no Logoman

    Repara uma coisa interessante: quatro dos cinco maiores preços dessa lista são de cards Logoman 1/1. Coincidência? Eu acho que não.

    No mundo dos colecionáveis de basquete, ter um patch do logo da NBA no seu card é tipo ter uma relíquia sagrada. É o Santo Graal. E quando é 1 de 1? Aí vira loucura total.

    A pergunta que não quer calar: será que existe um Logoman do rookie year do Harden por aí? E se existir, quanto será que vale? Alguém tá sentado em cima de uma mina de ouro sem saber?

    E vocês, acham que o Jokic vai levar o quarto MVP ou o SGA consegue o bicampeonato? Eu tô torcendo pro sérvio fazer história, mas o garoto do Thunder tá jogando um absurdo também…

  • LeBron aos 41: hora da aposentadoria ou mais uma temporada?

    LeBron aos 41: hora da aposentadoria ou mais uma temporada?

    Cara, a pergunta que não quer calar: será que o LeBron James vai pendurar as chuteiras? Aos 41 anos, o Rei pode ter jogado sua última partida pela NBA, e sinceramente, nem ele mesmo sabe ainda.

    Os Lakers foram varridos pelo Oklahoma City Thunder nas semifinais da Conferência Oeste — 4 a 0, sem dó nem piedade. Logo depois da eliminação, LeBron foi bem direto com os repórteres: “Eu não sei. Ainda tá fresco essa derrota, sabe? Não faço ideia do que o futuro me reserva.”

    Olha, eu entendo a indecisão do cara. Depois de 23 temporadas na liga (VINTE E TRÊS!), quebrar todo recorde possível — maior pontuador da história, mais jogos disputados, mais All-Stars… o homem já provou tudo que tinha pra provar.

    O ano da reinvenção

    A temporada 2025-26 foi diferente pra LeBron. Pela primeira vez na carreira, ele não foi a primeira opção do time. Com Luka Dončić e Austin Reaves comandando o ataque, o Rei virou terceira opção. E sabe o que é mais impressionante? O maluco ainda meteu 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências por jogo, com 51.5% de aproveitamento nos arremessos.

    Monstro demais, né? Aos 41 anos, se adaptar assim… É por isso que ele é o LeBron James.

    Quando Dončić e Reaves se machucaram no final da temporada regular, adivinha quem voltou a ser o protagonista? LeBron levou os Lakers pra uma vitória de virada contra o Houston Rockets na primeira fase dos playoffs. Prova que o fogo ainda queima forte aí dentro.

    A questão do processo

    O que mais me chamou atenção foi o que LeBron falou sobre “estar apaixonado pelo processo”. Cara, isso é coisa de quem realmente ama o que faz: “Chegar na arena 5h30 antes do jogo pra se preparar, mergulhar atrás de bolas perdidas, dar tudo de si.”

    E continuou: “Chegar no treino das 11h já às 8h da manhã, preparando corpo e mente.” Esse é o nível de dedicação que separa os bons dos lendários. A pergunta é: ele ainda tem essa paixão toda aos 41?

    Na minha opinião, LeBron ainda tem muito basquete pra dar. O cara jogou 60 partidas na temporada regular, se manteve saudável, e quando precisou, mostrou que ainda pode dominar qualquer jogo. Mas eu entendo a reflexão — família, corpo, mente… tudo isso pesa na balança.

    E aí, vocês acham que o Rei volta pra mais uma temporada ou é hora de passar o bastão definitivamente? Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, LeBron James já garantiu seu lugar como um dos maiores de todos os tempos.

  • Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Cara, quando você toma uma varredura de 4 a 0 nos playoffs, alguma coisa tem que mudar, né? Os Lakers acabaram de anunciar uma reformulação completa no front office depois do vexame contra o Thunder na primeira rodada dos playoffs de 2026.

    Rob Pelinka não titubeou nas palavras: vai rolar uma “desconstrução” total. E olha, sinceramente? Era sobre tempo. Tomar 4 a 0 do Thunder doeu, mas talvez seja exatamente o que os Lakers precisavam pra acordar pra vida.

    Dois novos gerentes assistentes chegando

    A novidade principal é que o time está contratando dois gerentes assistentes. Um vai cuidar da parte de draft e avaliação de jogadores — basicamente scout e desenvolvimento. O outro vai ser mais estratégico: salary cap, analytics, dados… essas paradas mais cerebrais que fazem toda diferença hoje em dia.

    “Não é que tínhamos buracos nessas posições”, disse Pelinka. “Temos uma equipe incrível que trabalha duro pra caramba. Só queremos adicionar mais.”

    Hmm, sei… Se não tinha buraco, por que a necessidade de contratar gente nova depois de uma eliminação tão constrangedora? Enfim, pelo menos estão reconhecendo que algo precisa mudar.

    A influência dos Dodgers está pesada

    Desde que Mark Walter (dono dos Dodgers) comprou o time em outubro, a coisa mudou de figura. Já rolou uma limpa geral: os irmãos Joe e Jesse Buss foram demitidos em novembro, a maioria do departamento de scout foi pro espaço…

    E agora vem a reconstrução. Contrataram Tony Bennett (ex-técnico de Virginia) como consultor do draft, executivos dos Dodgers como Farhan Zaidi e Andrew Friedman entraram em roles de consultoria. É a “Dodgerização” dos Lakers acontecendo em tempo real.

    O que eu acho? Olha, os Dodgers são uma máquina bem azeitada, então talvez essa influência seja exatamente o que os Lakers precisavam. Mas basquete não é baseball, né? Vamos ver se essa fórmula funciona na NBA.

    Mudanças até no prédio

    Não é só o front office que vai mudar. Com o time da G League se mudando pra Coachella Valley, sobrou espaço no CT. E aí que entra a grana dos Dodgers: vão construir laboratório de biomecânica, salas de movimento, centro de recuperação…

    Isso sim faz diferença! Quantas lesões os Lakers já perderam por falta de estrutura adequada? LeBron tá com 40 anos, AD vive se machucando… ter uma estrutura médica de primeira pode ser a diferença entre título e vexame.

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão dar resultado ou é só mais do mesmo? Uma coisa eu garanto: depois dessa eliminação vergonhosa, qualquer coisa é melhor que o status quo.