Autor: Leandro Amorim

  • Wemby calou o Madison Square Garden: Spurs vencem fora e Finals volta a viver

    Wemby calou o Madison Square Garden: Spurs vencem fora e Finals volta a viver

    Cara, se você me falasse há um mês que o Victor Wembanyama ia fazer o Madison Square Garden ficar em silêncio numa final de NBA, eu riria da sua cara. Mas foi exatamente isso que aconteceu ontem à noite.

    O francesão simplesmente decidiu que ia estragar a festa dos nova-iorquinos. 32 pontos, 8 rebotes, 6 assistências e 3 tocos numa vitória de 115-111 que cortou a série para 2-1. Sinceramente? Foi o melhor jogo dele nessas Finals até agora.

    O Garden estava pegando fogo (até o Wemby chegar)

    Olha, o clima no Madison Square Garden estava surreal. Donald Trump na suíte (levando vaias, óbvio), prefeito da cidade pagando mil dólares por um ingresso em pé, Spike Lee na primeira fila… Era praticamente um evento de Hollywood que por acaso tinha um jogo de basquete rolando.

    Os ingressos chegaram a custar 10 mil dólares! Dez mil! Você compra um carro seminovo com essa grana. Mas é isso aí, primeira final em casa dos Knicks desde 1999 — eu nem tinha nascido direito quando isso aconteceu pela última vez.

    O problema é que toda essa festa bonita esbarrou numa realidade: o Wembanyama tá jogando numa dimensão totalmente diferente nessa série.

    Brunson lutou, mas não deu conta do alienígena

    Jalen Brunson fez a parte dele com 32 pontos também, e o OG Anunoby ajudou com 28. Mas sabe como é, quando o resto do time trava no último quarto — e foi exatamente isso que aconteceu com os Knicks —, não adianta ter dois caras jogando bem.

    Do outro lado, o Stephon Castle (que jogo dele, meu Deus!) marcou os dois lances livres que praticamente definiram tudo faltando 6.8 segundos. 23 pontos no total. Esse moleque tá crescendo na hora certa.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem virar essa série? Olha, nunca na história da NBA um time perdeu os dois primeiros jogos em casa numa final e conseguiu ser campeão. NUNCA. Mas se tem alguém capaz de quebrar essa estatística, é esse Wembanyama mesmo.

    Os Knicks ainda lideram 2-1 e continuam sonhando com o primeiro título desde 1973. Jogo 4 é na quarta-feira, no mesmo Madison Square Garden. Só que agora os Spurs sabem que podem ganhar lá. E isso muda tudo.

  • Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Suns devem dispensar Mark Williams se ele atrapalhar Maluach?

    Olha, eu tô aqui pensando numa situação que pode definir o futuro dos Suns: vale a pena manter Mark Williams se isso pode prejudicar o crescimento do Khaman Maluach?

    A situação é a seguinte: no draft de 2025, Phoenix pegou Maluach na 10ª escolha e, literalmente no mesmo dia, trocou a 29ª pick mais uma primeira de 2029 pelo Williams do Charlotte. Na época fez todo sentido — pegar um jovem talento e colocar um veterano pra ajudar no desenvolvimento.

    O dilema do segundo ano

    Mas agora, entrando na segunda temporada do Maluach, a parada mudou. O garoto mostrou flashes do que pode ser, especialmente nos últimos 45 jogos da temporada passada quando o Williams se machucou. Foram oito jogos com pelo menos 2 tocos nesse período — números que impressionam pra quem ainda tá aprendendo a jogar basquete de alto nível.

    E é aqui que a coisa fica interessante. Williams jogou a melhor temporada da carreira dele, com 12 pontos e 8 rebotes em 64% de aproveitamento. Números sólidos, sem dúvida. Mas será que vale a pena manter ele se isso significa menos minutos pro Maluach?

    O potencial inexplorado

    Cara, vamos ser honestos: Maluach é visto como o jogador com maior potencial não aproveitado do elenco atual dos Suns. Com 2,16m de altura e envergadura de 2,31m, o cara tem físico de monstro. E ainda atira de três! É o tipo de pivô moderno que qualquer time sonha em ter.

    Na minha visão, se os Suns querem mesmo montar um time campeão ao redor do Devin Booker — como o Matt Ishbia vive repetindo —, eles não podem se dar ao luxo de bloquear o desenvolvimento de um talento desse calibre.

    Sinceramente, acho que chegou a hora de tomar uma decisão difícil. Williams é agente livre restrito, e mesmo que Phoenix tenha investido muito nele (duas primeiras escolhas!), às vezes você precisa engolir o orgulho e pensar no futuro.

    E aí, vocês acham que os Suns devem apostar todas as fichas no desenvolvimento do Maluach ou manter a segurança do Williams? É uma decisão que pode definir os próximos anos da franquia.

  • Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Draymond Green detona mentalidade dos Spurs: “Já se deram por satisfeitos?”

    Cara, quando o Draymond Green fala sobre mentalidade de playoffs, a gente escuta. E o que ele falou sobre os Spurs depois de levarem 2 a 0 dos Knicks nas finais é de arrepiar — no mal sentido.

    O veterano dos Warriors não segurou a língua no último episódio do The Draymond Green Show. Na visão dele, o San Antonio tá parecendo uma equipe que já se deu por satisfeita só por ter chegado nas finais. E olha, eu tendo a concordar com o Green nessa.

    A ressaca do Thunder ainda não passou?

    Lembram daquela vitória épica no jogo 7 contra o Thunder? O Wembanyama chorando no final da partida, emocionado por ter derrubado o atual campeão? Aquilo foi lindo de ver, mas será que o San Antonio gastou toda sua energia emocional naquele momento?

    É isso que o Draymond tá questionando, e faz sentido. Os Spurs chegaram nas finais depois de uma batalha absurda contra Oklahoma City, com direito a MVP das finais do Oeste pro franzão. Mas desde então? Parece que estão jogando no automático.

    No jogo 1, entregaram uma vantagem no último quarto. No jogo 2, cometeram erros bobos nos segundos finais. São coisas que mostram inexperiência mesmo, mas também falta daquela fome que separa os bons dos grandes.

    Os Knicks tão voando baixo

    Do outro lado, o New York tá com uma sede absurda. Uma franquia que não ganha título desde 1973 — vocês conseguem imaginar? — jogando em casa, com uma cidade inteira esperando há mais de 50 anos.

    A sequência dos caras é de dar medo: 13 vitórias consecutivas nos playoffs. É a segunda maior sequência da história da NBA nos playoffs. Treize seguidas, mano!

    E o mais impressionante é que eles conseguiram isso começando as finais fora de casa, em San Antonio. Pegaram o jogo 1 de virada e confirmaram no jogo 2. Isso é coisa de time campeão.

    Wembanyama precisa acordar pro jogo

    O Victor é um monstro, a gente sabe. Mas nas finais ele ainda não mostrou por que ganhou o MVP das finais do Oeste. Tá meio perdido no sistema, parece que os Knicks encontraram uma forma de neutralizar parte do impacto dele.

    Sinceramente? Acho que o Green tocou numa ferida real dos Spurs. Eles têm talento de sobra, mas talento sozinho não ganha final da NBA. Precisa de garra, de querer mais que o adversário, de sentir que aquela é sua única chance.

    E aí, o que vocês acham? Os Spurs conseguem acordar pro jogo 3 no Madison Square Garden, ou vai ser mais uma noite frustrante pra galera de San Antonio?

    Uma coisa é certa: se não mudarem a postura rapidinho, a festa vai ser toda de Nova York. E vai ser uma festa e tanto depois de 53 anos de espera.

  • Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Cara, eu não consigo parar de pensar no que o Jalen Brunson tá fazendo com o Knicks nessas Finals. O maluco pode se tornar o primeiro ex-jogador de Villanova a ganhar o prêmio de MVP das Finais da NBA. Isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Olha, Villanova sempre teve jogadores que ganharam anel de campeão — desde o Red Klotz em 1948 até o Kyle Lowry em 2019 com o Toronto. Sem falar no Donte DiVincenzo que levou com o Milwaukee em 2021. Mas MVP das Finals? Nunca.

    Por que isso é tão especial?

    A real é que os caras de Villanova sempre foram peças importantes, mas nunca O cara principal. Mesmo o Lowry, que foi monstro no título dos Raptors, ficou na sombra do Kawhi Leonard — que sinceramente mereceu mesmo.

    Agora o Brunson tá lá, favorito nas casas de apostas, liderando o Knicks numa vantagem de 2-0 sobre o San Antonio. E olha só os números: 25 pontos por jogo nas Finals. Tá jogando muita bola.

    O que mais me impressiona é que nem o próprio Jay Wright, técnico que trabalhou com ele em Villanova, esperava que o Brunson chegasse NESSE nível. E convenhamos, quem esperava? Eu lembro quando ele saiu do Dallas e muita gente duvidava se ele conseguiria ser o cara principal de um time de playoff.

    Trio de Villanova fazendo história

    E tem mais uma parada louca: além do Brunson, o Knicks tem o Josh Hart e o Mikal Bridges — todos ex-Villanova. É tipo uma reunião de ex-alunos, só que no palco mais importante do basquete mundial.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão? Porque jogar no Madison Square Garden, com toda essa expectativa, não é brincadeira. Mas pelo que tô vendo, o cara tá tranquilão. Aliás, parece que quanto maior a pressão, melhor ele joga.

    Se o Brunson realmente levar esse MVP, vai quebrar um jejum histórico de Villanova. E olha que a escola tem tradição no basquete universitário — mas ter o primeiro MVP de Finals seria algo completamente diferente.

    Faltam no máximo mais quatro jogos pra saber se a história vai ser escrita. E sinceramente? Eu tô torcendo pra ele conseguir. Seria muito louco ver um cara que muitos subestimaram chegar no topo absoluto do basquete mundial.

  • Prefeito de NY paga R$ 5 mil pra ver Knicks nas Finals do nariz sangra

    Prefeito de NY paga R$ 5 mil pra ver Knicks nas Finals do nariz sangra

    Olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas isso aqui é diferente. O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, chegou no Madison Square Garden de SUV blindado pra assistir o Jogo 3 das Finals entre Knicks e Spurs — e pasmem, o cara foi direto pro nariz sangra!

    Durante coletiva na segunda-feira, Mamdani foi bem direto: “Comprei meu ingresso por quase mil dólares no Madison Square Garden. Vou ao Jogo 3 de hoje à noite e vou ficar em pé durante todo o jogo”. Cara, quase cinco mil reais pra ficar em pé lá no último andar do Garden. Isso que é amor pelo time!

    Política e basquete: uma mistura que funciona

    O que me impressiona é a humildade do cara. Prefeito da maior cidade dos EUA poderia facilmente conseguir um lugar na primeira fila, ao lado dos famosos. Mas não — escolheu ficar no alto com outros legisladores estaduais, vivendo a experiência real do torcedor comum.

    As redes sociais do time postaram um vídeo do Mamdani sendo escoltado por seguranças até a entrada do Garden. A cena toda tinha uma vibe meio surreal — SUV preto, esquema de segurança, mas o destino final era o setor mais barato da arena.

    Finals históricas no Garden

    E que momento pra estar lá, né? Os Knicks estavam tentando abrir 2-1 na série contra os Spurs — uma oportunidade única que a cidade de Nova York não via há décadas. Imagina a pressão, a energia da torcida, e o prefeito lá em cima gritando junto com todo mundo.

    Sinceramente, acho que isso mostra o quanto as Finals mexem com todo mundo. Não importa se você é prefeito, CEO ou estudante — quando seu time chega nas Finals, você faz o que for preciso pra estar lá dentro. E ficar de pé por três horas? Pequeno preço a pagar por uma memória que vai durar pra sempre.

    Vocês fariam a mesma coisa? Pagar essa grana toda pra ver uma final mesmo que fosse do último lugar da arena?

  • Fox reclama de segurança ‘tipo aeroporto’ no MSG por causa do Trump

    Fox reclama de segurança ‘tipo aeroporto’ no MSG por causa do Trump

    Cara, que situação bizarra rolou no Madison Square Garden ontem. O De’Aaron Fox, armador do Spurs, chegou cedo pro Jogo 3 das Finais e saiu reclamando da segurança absurda que tiveram que enfrentar por causa da presença do presidente Donald Trump na arena.

    “Acho que o presidente estar aqui torna tudo inconveniente para todo mundo”, desabafou o Fox. E olha, não é pra menos. O cara disse que foi tipo passar no aeroporto — revista completa, chegada mais cedo, menos bagagem permitida. “Quanto menos coisa você puder trazer, melhor. Estamos sendo revistados como se fosse a TSA. Meio inconveniente pro pessoal que tem que jogar”.

    MSG virou Fort Knox

    A coisa tá tão séria que colocaram cerca ao redor do Madison Square Garden e os funcionários enfrentaram uma hora de fila às 9h25 da manhã pra um jogo que só começaria às 20h30. Uma hora, gente! Pra trabalhar!

    E não foram só os jogadores que se ferraram. A imprensa perdeu o acesso normal de pré-jogo — justamente na maior partida da temporada até agora. Os Knicks avisaram pros torcedores chegarem duas horas antes, sem bolsa nenhuma, e se prepararem pra revista “estilo TSA”.

    Sinceramente? Eu entendo a necessidade de segurança quando o presidente vai no jogo, mas imagina você que gastou uma fortuna no ingresso (e teve gente pagando dezenas de milhares de dólares) ter que enfrentar esse perrengue todo.

    Torcedores pagaram o pato

    Quando os fãs começaram a chegar, se depararam com múltiplos checkpoints e filas que se espalhavam por quarteirões. A famosa festa de assistir o jogo do lado de fora da arena? Cancelada.

    O mais engraçado é que o James Dolan, dono dos Knicks, que convidou o Trump. Aí você me pergunta: valeu a pena toda essa confusão pra ter o presidente assistindo? Fox claramente não achou que sim.

    E vocês, o que acham? Presidente no jogo é legal, mas será que vale toda essa dor de cabeça pro pessoal que só quer ver uma boa partida de basquete? Imagino como deve ter sido estressante pros próprios jogadores terem que lidar com isso antes do jogo mais importante da temporada.

  • Wemby tá perdido nos Finals – será que precisa virar o Tim Duncan?

    Wemby tá perdido nos Finals – será que precisa virar o Tim Duncan?

    Cara, eu não esperava estar escrevendo isso, mas o Wemby tá meio perdido nesses Finals contra o Knicks. E olha que eu sou fã do moleque desde que ele chegou na NBA, mas sinceramente? Tá rolando algo estranho com o jogo dele.

    Duas vezes nessa série o San Antonio construiu vantagens importantes. Duas vezes não adiantou nada. O Knicks simplesmente chega, executa o básico de forma perfeita e vira o jogo. É frustrante de assistir, principalmente pra quem torce pelos Spurs.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: comparando com o resto dos playoffs, o Vic tá fazendo 27.5 pontos (era 24.6), mas os números que importam estão em queda livre. Aproveitamento de arremessos caiu de 50.9% pra 40.5%. Das três? De 37% pra míseros 26.7%. E o pior: saltou de 2.9 turnovers por jogo pra 5.0!

    Eu tô vendo os jogos e é visível – o Wemby não tem aquela presença avassaladora de sempre. Sabe quando você vê ele em quadra e pensa “esse maluco vai dominar”? Pois é, não tô sentindo isso nos Finals.

    Do lado do Knicks, o Karl-Anthony Towns tá metendo 43% das três e fazendo o Wemby correr atrás dele igual criança no parquinho. O KAT tá sacando que pode esticar a defesa dos Spurs e ainda conseguindo algumas penetrações espetaculares, deixando o francesão comendo poeira.

    O problema da versatilidade

    Aqui que fica interessante (e meio irônico): quando tinha 15 anos, o Wemby recusou a proposta da academia do Barcelona porque não queria ficar limitado ao papel de pivô tradicional. Ele queria liberdade pra desenvolver todas as habilidades possíveis.

    E funcionou, né? O cara chegou na NBA como um fenômeno. Mas agora parece que essa mesma versatilidade tá atrapalhando. Ele tá tentando fazer muita coisa – arremessos de três difíceis demais, muitos dribles no garrafão, forçando jogadas que não existem.

    Vocês acham que talvez seja hora do Wemby abraçar um pouco mais o “Big Fundamental”? Tipo, pegar uma página do livro do Tim Duncan e focar no que realmente funciona?

    A defesa do Knicks tá funcionando

    Olha, tem que dar crédito pro esquema do Knicks. O KAT conseguiu se manter na frente do Wemby sem cometer faltas bobas (coisa que ele fazia bastante antes), o Josh Hart e o Mitchell Robinson estão cortando os rebotes ofensivos… É um trabalho coletivo impressionante.

    O resultado? Um Wembanyama que, pela primeira vez desde que chegou na liga, parece… controlável. Isso é absurdo de falar, mas é o que tá acontecendo.

    Não vou mentir – como fã dos Spurs e do basquete em geral, tô ansioso pra ver se o Vic consegue fazer os ajustes necessários. Porque se ele encontrar o equilíbrio entre a versatilidade dele e a disciplina tática que o momento exige, essa série ainda pode virar.

    E aí, galera do Sexto Homem? Vocês acham que o Wemby vai conseguir se reinventar no meio dos Finals ou os Knicks realmente encontraram a fórmula pra neutralizar o fenômeno francês?

  • Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Olha só que história interessante: o Atlanta Hawks acabou de renovar o contrato do técnico Quin Snyder — e uma das razões pode ser o fato de eles terem sido o último time a derrotar os New York Knicks nesta temporada. Isso mesmo, os caras que hoje estão dominando as finais da NBA contra o Spurs por 2-0.

    Na minha opinião, essa renovação faz todo sentido. Snyder, de 59 anos, conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time que trocou sua estrela (Trae Young foi negociado) em uma máquina competitiva. Os Hawks terminaram a temporada regular com 46 vitórias e 36 derrotas, garantindo a sexta colocação no Leste.

    A série que quase mudou tudo

    E que série foi aquela contra os Knicks nos playoffs, hein? Atlanta chegou a liderar por 2-1 na melhor de sete, e por um momento eu realmente acreditei que eles iam fazer a zebra. Mas aí os Knicks acordaram pra vida e ganharam três seguidas — começando uma sequência absurda de 13 vitórias consecutivas que os levou até as finais.

    O mais impressionante é que desde aquela virada, os Knicks simplesmente não perderam mais. Nenhum jogo. Zero. E pensar que os Hawks estiveram a um jogo de quebrar essa sequência…

    A revolução silenciosa em Atlanta

    Mas vamos falar sério: o que o Snyder fez em Atlanta foi monstro. Mesmo com a saída do Trae Young, ele conseguiu moldar um time defensivamente sólido. A contratação de Nickeil Alexander-Walker foi genial — o cara veio dos Timberwolves e mudou completamente a pegada defensiva do time.

    Os números não mentem: Atlanta teve o 12º melhor net rating da liga na temporada regular. Pra vocês terem ideia, isso foi melhor que o Lakers, que fez 53-29. Absurdo, né?

    E tem também o desenvolvimento do Jalen Johnson, que acabou sendo selecionado para o terceiro time da NBA. Esse garoto tem tudo pra ser especial, e o trabalho do Snyder com ele tem sido fundamental.

    Sinceramente, acho que os Hawks estão no caminho certo. Snyder chegou lá em fevereiro de 2023, depois que demitiram o Nate McMillan no meio da temporada. O cara tinha saído do Jazz após oito anos de trabalho sólido, então já chegou com credibilidade.

    Agora é ver se conseguem dar o próximo passo na próxima temporada. Com esse núcleo jovem e a experiência de ter incomodado os futuros campeões, eu diria que o futuro é promissor em Atlanta. E vocês, acham que os Hawks podem surpreender ainda mais no ano que vem?

  • GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    Cara, o Sam Presti simplesmente perdeu a paciência. O GM do Thunder saiu em defesa do Shai Gilgeous-Alexander de uma forma que eu nunca vi antes — sete minutos DIRETO falando sobre como o MVP da liga não merece nem metade das críticas que recebe.

    E olha, eu concordo 100% com o cara.

    A frase que resume tudo

    “Ele está jogando contra seis pessoas. Cinco defensores em quadra, e o sexto defensor são as redes sociais.” Mano, que frase é essa? O Presti acertou em cheio.

    O negócio é o seguinte: o Shai virou alvo da galera por causa daqueles tombos após os arremessos. Todo mundo chamando de cera, de anti-jogo, até o Wembanyama falando sobre “basquete ético” (que frase mais sem noção, sinceramente). O Jaylen Brown também já cutucou o cara em coletiva.

    Mas aí que tá — na minha visão, isso virou uma perseguição coordenada. E o Presti sacou isso perfeitamente.

    Quebrou todos os estereótipos

    O GM foi cirúrgico na análise. Pegou todas aquelas críticas clichês que a galera faz dos jogadores da NBA e mostrou como o Shai é o oposto de tudo isso:

    Não joga defesa? O cara é um dos melhores defensores da posição. Só arremessa de 3? Trouxe o meio-de-quadra de volta como arte — e que arte! Reclama com os árbitros? Três técnicas no ano inteiro, e uma foi por balançar a toalha comemorando um companheiro.

    Sério, quando você para pra pensar, é absurdo mesmo. O Shai joga os 82 jogos, não faz drama, produz em alto nível dos dois lados da quadra, e ainda assim virou vilão?

    O circo das coletivas

    E tem uma coisa que o Presti falou que me chamou atenção: “A coletiva pós-jogo virou púlpito para criar vantagem competitiva”. Cara, isso é real demais. Antes os caras falavam do próprio time, agora todo mundo usa a coletiva pra criticar o adversário e os árbitros.

    Não que eu ache isso necessariamente errado — faz parte do jogo mental. Mas quando vira perseguição sistemática a um jogador específico, aí já é demais.

    Vocês acham que o Presti exagerou na defesa? Ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, alguém tinha que falar. O Shai tá lá jogando um basquete lindo, carregando um time jovem, e ainda tem que aguentar essa pressão toda.

    Uma coisa é certa: o Thunder tem sorte de ter um GM que bota a cara a tapa pelos seus jogadores assim. E nós, como fãs de basquete, devíamos valorizar mais jogadores como o Shai — que fazem tudo certo dentro e fora das quadras.

  • Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Suns vão mexer no Draft de novo? A pergunta de sempre voltou

    Olha, chegou junho e a gente já sabe o que isso significa: hora do Draft da NBA. E com ele, aquela pergunta que não quer calar quando se trata do Phoenix Suns — eles vão ficar quietos na 47ª escolha ou vão sair negociando por aí igual louco?

    Sinceramente, conhecendo o Brian Gregory e essa diretoria, apostar que vão ficar parados é quase ingenuidade. Desde que o cara chegou há duas temporadas (e virou GM na temporada passada), os Suns viraram especialistas em dar nó em pingo d’água no Draft.

    O histórico fala por si só

    Cara, só olha o que esses caras fizeram nos últimos anos. Duas temporadas atrás, eles dançaram na mesa do Draft pra conseguir o Ryan Dunn — e ainda conseguiram assets pra subir no segundo turno e pegar o Oso Ighodaro. Absurdo de eficiência.

    No ano passado? Mesma coisa, só que maior ainda. Trocaram nada menos que o Kevin Durant (sim, o KD!), pegaram a 10ª escolha que era deles mesmo originalmente, draftaram o Khaman Maluach, e ainda usaram outros assets da troca pra subir até a 31ª posição e pegar o Rasheer Fleming.

    Foi tipo assistir um mestre de xadrez jogando — só que com draft picks.

    O dilema financeiro é real

    Agora vem a parte complicada. Por mais que seja tentador ver eles fazendo mágica de novo, tem uma questão que não dá pra ignorar: grana. Os Suns tão numa situação financeira bem apertada, e qualquer movimento pra cima no Draft vai custar caro.

    Pensa assim: se eles quiserem a 17ª escolha do Oklahoma City Thunder, por exemplo, o rookie vai custar uns 4,6 milhões de dólares já na próxima temporada. E aí eu pergunto — onde esse cara vai jogar? Porque minutos pra rookies não crescem em árvore, principalmente num time que quer voltar aos playoffs.

    A situação fica ainda mais complicada quando você lembra que eles querem manter o Collin Gillespie, o Jordan Goodwin e possivelmente o Mark Williams. Cada dólar conta nessa matemática maluca que é o salary cap da NBA.

    E agora, José?

    É um dilema clássico dos Suns moderns: investir em juventude ou manter a continuidade? Por um lado, adicionar sangue novo sempre é tentador — ainda mais quando você tem um track record de acertar nas escolhas. Por outro, manter o grupo que deu certo na temporada passada também faz muito sentido.

    Na minha visão, eles vão acabar fazendo alguma coisa. Gregory não é do tipo que fica parado quando vê oportunidade. Mas a grande questão é se vale a pena sacrificar flexibilidade financeira futura por um jogador que pode nem ver a quadra direito na primeira temporada.

    E vocês, o que acham? Os Suns devem ir all-in na juventude de novo ou manter a calma e focar em manter o elenco atual? Eu tenho a impressão de que dia 23 de junho vai ser mais uma noite de surpresas no deserto do Arizona.