Autor: Leandro Amorim

  • Spike Lee usa camisa dos Knicks autografada pelo Papa na final da NBA

    Spike Lee usa camisa dos Knicks autografada pelo Papa na final da NBA

    Cara, só o Spike Lee mesmo pra aparecer no Jogo 3 das finais da NBA usando uma camisa dos Knicks autografada pelo Papa Leo XIV. Isso mesmo que vocês leram — AUTOGRAFADA PELO PAPA.

    O diretor de “Faça a Coisa Certa” mostrou no Instagram que ia vestir essa camisa azul personalizada que conseguiu durante uma visita ao Vaticano em novembro do ano passado. E olha só que coincidência massa: o Papa Leo XIV é formado em Villanova, mesma universidade do Jalen Brunson, Mikal Bridges e Josh Hart. Será que é sinal?

    Fé e tradição na torcida

    Sinceramente, se existe alguém que merece ver os Knicks campeões é o Spike Lee. O cara não é dessas celebridades que só aparece quando o time tá bem — ele tá lá desde sempre. Inclusive, ele mesmo falou no programa pré-jogo que tem season ticket desde o ano de estreia do Patrick Ewing, em 1985.

    “Eu peguei meus ingressos de temporada na manhã seguinte depois que o Dave DeBusschere tirou aquele envelope”, contou Spike, se referindo ao famoso draft lottery de 1985 que deu o Patrick Ewing pros Knicks. “Peguei o metrô e dormi na fila. Tenho ingressos desde o ano de rookie do Patrick, mas não comecei na courtside.”

    E o mais absurdo? Ele disse que poderia ter vendido os ingressos do Jogo 3 por meio milhão de dólares. Meio. Milhão. Mas tá lá, firme e forte, torcendo com a camisa do Papa.

    Time de destino

    O Spike tá convicto de que esse é um time de destino. Depois de varrer os Cavaliers na final do Leste, ele já declarou que não importa o adversário — os Knicks vão ser campeões. “Não me importo se é San Antonio ou OKC. Nós vamos ganhar”, disse o diretor.

    Ele até fez uma comparação emocionante com o time de 1970, quando tinha 13 anos e viu o famoso jogo do Willis Reed no Madison Square Garden. “Este é um time de destino, coração, garra. Me lembra do Willis, Dave DeBusschere, Bill Bradley…”, comentou Spike.

    E aí, vocês acham que a bênção papal vai funcionar? Porque se os Knicks realmente ganharem esse título, o Spike Lee vai ter histórias pra contar pro resto da vida — incluindo aquela vez que usou uma camisa autografada pelo Papa numa final da NBA. Só em Nova York mesmo!

  • Lakers de olho no Mitchell Robinson? Pode ser a solução pro garrafão

    Lakers de olho no Mitchell Robinson? Pode ser a solução pro garrafão

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi essa notícia do Mitchell Robinson sendo cotado pros Lakers, meu primeiro pensamento foi “finalmente alguém que entende de basquete nessa diretoria”.

    O gigante dos Knicks tá na free agency e, cara, faz todo sentido os Lakers correrem atrás. Depois daquela tentativa meio meia-boca com o Deandre Ayton na temporada passada (que sinceramente não deu muito certo), eles PRECISAM de um pivô de verdade.

    Por que Robinson faz sentido?

    Os números não mentem: 23.9% de taxa de rebote ofensivo. Vinte e três vírgula nove! Pra vocês terem ideia do que isso significa, o Ayton ficou em 11.5%. É quase o dobro. O cara é um monstro no rebote ofensivo.

    E tem mais — 97 enterradas em 60 jogos. Quase duas por partida. Imaginem esse cara recebendo passes do LeBron e do AD? Seria um festival de alley-oops no Crypto.com Arena.

    Segundo o Jake Fischer (que é bem ligado nessas movimentações), Lakers, Bulls, Hornets e Raptors estão todos de olho. Mas convenhamos, qual desses times oferece a chance de brigar por título igual LA?

    O grande problema: ele joga mesmo?

    Aqui que a coisa complica. Robinson é daqueles jogadores que quando tá em quadra, faz diferença absurda. O problema? Ele não fica em quadra.

    Essa temporada foram 60 jogos — que olha, pra ele já é recorde nos últimos anos. Entre 2023-24 e 2024-25, o cara jogou APENAS 48 partidas no total. Ou seja, uma temporada e meia em duas temporadas completas.

    É aquela situação clássica: quando joga, é fundamental. Mas e quando não joga? Aí fica aquele buraco no elenco que todo mundo conhece.

    Vale o risco?

    Na minha visão, sim. Os Lakers não têm muito o que perder nesse ponto. O Anthony Davis não pode fazer tudo sozinho no garrafão, e o que eles tentaram até agora não funcionou.

    Robinson tem só 26 anos, então não é questão de idade. É mais questão de conseguir manter o corpo inteiro. E olha, se os Knicks chegaram até as Finals com ele como peça importante, alguma coisa ele deve estar fazendo certo.

    Vocês acham que vale apostar nele? Ou preferem que os Lakers procurem uma opção mais “segura” mas talvez menos impactante? Deixem nos comentários o que pensam dessa possível aquisição!

  • Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Cara, que dor de cabeça foi esse Jogo 3 pros Knicks. Depois de abrir 2-0 na série, todo mundo esperava que eles chegassem no Madison Square Garden e fechassem o caixão dos Spurs. Mas basquete não é matemática, né?

    San Antonio fez exatamente o que tinha que fazer: saiu pancadando logo no primeiro quarto e abriu 11 pontos de vantagem. Era o soco na boca que todo mundo esperava de um time desesperado.

    O ataque funcionou… por uns 12 minutos

    Aí que os Knicks mostraram por que chegaram até aqui. No segundo quarto foi um show — 14 cestas em 19 arremessos e 42 pontos no período. Quarenta e dois! Isso é recorde de franquia em finais, meu amigo. O MSG tava pegando fogo.

    Foram pro vestiário com 7 pontos na frente e eu pensando: “Pronto, agora é só administrar.” Ledo engano.

    No terceiro quarto, o ataque simplesmente travou. Sabe quando você tá jogando videogame e o controle para de funcionar? Foi isso. Os Spurs aproveitaram pra virar o jogo e entraram no último quarto na frente.

    Brunson no banco = desastre total

    E olha só que situação absurda: com Jalen Brunson no banco por problemas de falta, os Knicks ficaram quase 8 minutos sem fazer uma cesta no quarto período. Oito minutos! Em uma final da NBA! Isso não pode acontecer.

    No final das contas, foi um festival de horrores: 36% nos arremessos gerais, 5 de 20 nas bolas de 3 no segundo tempo, apenas 18 assistências e — prepare o coração — 13 turnovers. Treze erros de ataque numa final. Mike Brown tava visivelmente irritado no pós-jogo.

    “Ficamos tão parados quanto eu já vi esse time o ano todo”, desabafou o técnico. “Ficamos só olhando um cara driblar demais, e quando a bola era passada, ninguém tomava decisões rápidas.”

    A sequência de 13 vitórias seguidas nos playoffs? Quebrada. E agora os Knicks precisam se reinventar pro Jogo 4 na quarta-feira.

    Brunson, pelo menos, manteve a classe: “Ganhando ou perdendo, nossa mentalidade é sempre melhorar no dia seguinte. Agora temos que aprender com a derrota.”

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em casa ou os Spurs empataram a série mesmo?

  • Spurs viram o jogo nos Finals! Wemby monstro quebra sequência dos Knicks

    Spurs viram o jogo nos Finals! Wemby monstro quebra sequência dos Knicks

    Cara, que jogaço! Os Spurs finalmente acordaram e fizeram o que a gente tava esperando desde o começo desses Finals. Depois de tomar duas surras em casa, eles foram lá no Madison Square Garden e quebraram a sequência de 13 vitórias seguidas dos Knicks nos playoffs. E olha que não foi fácil não…

    Wembanyama simplesmente resolveu jogar basquete de verdade. 32 pontos, 8 rebotes, 6 assistências. O francesinho virou o monstro que a gente sabe que ele é. Só pra ter uma ideia, ele se tornou o terceiro mais jovem da história a fazer 30+ pontos numa final da NBA. Tá na companhia do Magic Johnson e do Alvin Adams — não é pouca coisa não.

    O primeiro quarto foi um show à parte

    Os Spurs começaram voando. Abriram 12 pontos de vantagem logo no primeiro quarto, movimentando a bola que nem time europeu. Foram 11 assistências em 14 cestas convertidas nos primeiros 12 minutos. Sério, foi a primeira vez que um time conseguiu tantas assistências num primeiro quarto de final desde 2018, quando o Golden State fez isso contra Cleveland.

    E o Wemby? Rapaz, o cara tava fazendo enterradas que pareciam coisa de filme. Alley-oops absurdos que deixaram até a torcida dos Knicks de boca aberta.

    MSG perdeu a energia rapidinho

    Vocês sabem como é o Madison Square Garden quando tá pegando fogo, né? Pois é, dessa vez a energia foi embora nos primeiros minutos. Os Spurs fizeram os primeiros 7 pontos do jogo e acertaram 8 dos primeiros 10 arremessos. A torcida dos Knicks ficou tão nervosa que passou o jogo inteiro gritando “refs, you suck” pros árbitros.

    Ah, e teve um detalhe curioso: o Trump tava lá assistindo, o que fez com que os torcedores tivessem que chegar duas horas mais cedo por causa da segurança reforçada. Imagina a irritação do pessoal…

    Brunson tentou carregar os Knicks nas costas com seus 32 pontos, e o OG Anunoby ajudou com 28. Mas não foi suficiente. Pela primeira vez em 46 dias, Nova York perdeu um jogo.

    O mais incrível é que essa foi a terceira vitória consecutiva do time visitante nesses Finals. Isso só tinha acontecido uma vez desde 1993! Agora a série tá 2-1 e, sinceramente, eu tô começando a acreditar que os Spurs podem mesmo virar isso.

    E aí, vocês acham que San Antonio consegue empatar a série no jogo 4? Porque do jeito que o Wemby tá jogando, qualquer coisa pode acontecer…

  • Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Gente, o que diabos tá acontecendo em Washington? Sério mesmo.

    Enquanto todo mundo tá grudado nas Finais da NBA vendo os Knicks tentarem derrubar o reinado do Wembanyama, eu aqui não consigo parar de pensar no Draft de 2026. E olha, depois de 20 anos sofrendo com o Jazz, finalmente tenho motivos pra ficar empolgado.

    Jazz na pole position (quase)

    O Utah tem a segunda escolha num Draft que tá simplesmente monstro. AJ Dybantsa ou Darryn Peterson — um dos dois vai ser nosso, não importa o que Washington faça. São dois caras que podem facilmente virar All-Star, quem sabe até candidato a MVP no futuro.

    As regras são simples: Washington escolhe um, a gente fica com o outro. Easy.

    Mas aí que tá o problema — os Wizards tão criando um caos desnecessário. Primeiro disseram que não precisavam de um “salvador” no Draft. Depois o Cameron Boozer subiu nas projeções e todo mundo começou a falar dele. Agora ninguém sabe mais o que Washington vai fazer.

    A estratégia bizarra de Washington

    Cara, eu não entendo a estratégia deles. Se você quer aumentar o valor do seu ativo pra uma possível troca, não faz mais sentido mostrar o quanto você valoriza ele? Tipo, sai falando “cara, a gente AMA o Dybantsa” e vê os times desesperados oferecendo a casa toda por ele.

    É como tentar vender um carro falando que ele não presta. Não faz sentido nenhum.

    Mas sabe de uma coisa? Que se dane Washington.

    O Jazz tem uma diretoria inteligente que não vai se deixar levar por essa confusão toda. Danny Ainge e companhia sabem muito bem o que fazer — pegar o melhor jogador disponível na segunda posição e pronto.

    Não compliquem, por favor

    A única coisa que pode dar errado é se o Jazz resolver inventar moda e pegar alguém como Caleb Wilson. Pelo amor de tudo que é sagrado, NÃO FAÇAM ISSO.

    Vocês acham que Washington tá só criando smoke screen ou realmente não sabe o que fazer? Sinceramente, acho que é só teatro mesmo. No final das contas, tanto Dybantsa quanto Peterson são jogadores que podem mudar uma franquia.

    Depois de anos no deserto, finalmente temos uma chance real de pegar um craque. O Jazz só precisa não complicar o que é simples: escolher entre dois futuros astros da NBA. Qualquer um dos dois já tá de bom tamanho pra começar a sonhar com playoffs novamente em Salt Lake City.

  • Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Mike Brown explode contra arbitragem: ‘Nunca vi isso nas Finais’

    Cara, o Mike Brown tá pistola — e com razão. Depois da derrota dos Knicks pro Spurs no Jogo 3 das Finais da NBA, o técnico de Nova York simplesmente explodiu na coletiva. O motivo? Uma discrepância absurda nos lances livres que deixou qualquer um de queixo caído.

    “Nunca pensei que veria algo assim nas Finais da NBA”, disparou Brown após ver seu time tomar 24 lances livres do Spurs contra apenas 8 deles no segundo tempo. Vinte e quatro contra oito, gente. No segundo tempo de um jogo de Finais!

    A virada que não veio

    O jogo começou bem pros Knicks. Saíram atrás no primeiro quarto, mas meteram 42 pontos no segundo (absurdo!) e foram pro intervalo vencendo 64-57. Só que aí veio o pesadelo: saíram mortos no terceiro quarto e mesmo com uma tentativa de comeback no final, não conseguiram segurar a onda.

    Os Spurs dominaram o segundo tempo, 58-47, e aí que mora o problema. Como que em um jogo de Finais você vê uma diferença dessas nos lances livres? Brown deixou claro que não costuma reclamar da arbitragem, mas essa passou dos limites.

    “San Antonio é um grande time, eles são um grande time. Mas se jogarmos o Jogo 4 e no segundo tempo eles conseguirem 24 tentativas de lance livre contra nossas oito, isso vai diminuir muito nossas chances”, desabafou o técnico.

    Quando a física não bate

    Olha, eu entendo que o Spurs joga com muita intensidade física — o próprio Brown reconheceu isso. Mas basquete é um esporte de contato dos dois lados, né? Como que só um time consegue ir tantas vezes à linha de lance livre?

    No geral, San Antonio fez 25 de 32 lances livres, enquanto Nova York converteu 18 de 22. A diferença não tava só na quantidade, mas na oportunidade de pontuar “de graça”.

    Brown foi cirúrgico na análise: reconheceu que seu time jogou mal, que foram “estagnados como nunca” no ataque, tiveram 13 turnovers e deixaram Stephon Castle e De’Aaron Fox chegarem fácil no garrafão. Mas mesmo assim, aquela discrepância nos lances livres foi impossível de engolir.

    “Conversamos com os árbitros sobre a diferença nas marcações e espero que seja diferente na quarta-feira no Jogo 4”, disse Brown. E completou com um recado direto: “Se fizerem isso no Jogo 4, onde seja 24-8 no segundo tempo, vai ser difícil pra gente vencer”.

    E aí, vocês acham que Brown tem razão de reclamar ou é mimimi de quem perdeu? Porque sinceramente, 24 contra 8 em um segundo tempo de Finais é de doer mesmo…

  • Trump cochilou no jogo dos Knicks? Mano, que vexame no MSG

    Trump cochilou no jogo dos Knicks? Mano, que vexame no MSG

    Gente, eu não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. O Trump, aos 79 anos, foi assistir o Jogo 3 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs — primeira vez que o MSG recebe as Finais em 27 anos, né? — e o cara simplesmente… dormiu.

    Não, sério. DORMIU.

    Olha, eu já vi cada coisa no basquete, mas um presidente cochilando numa Final da NBA no meio do camarote é novo até pra mim. O maluco fechou a Penn Station toda, cancelou a festa do lado de fora do ginásio, fez o maior auê, só pra ir lá tirar um soninho enquanto 20 mil pessoas estavam gritando.

    A reação da galera foi épica

    As redes sociais pegaram fogo, óbvio. Um cara postou: “Fechou o centro de Manhattan inteiro só pra tirar uma soneca luxuosa no camarote do James Dolan enquanto o Garden tá praticamente tremendo”. Absurdo mesmo.

    Outro falou: “O cara tem literalmente 80 anos. Não sei por que ainda fazemos esse circo geriátrico com presidente”. Pesado, mas… não tá errado?

    E teve um que mandou a real: “Fez toda essa bagunça só pra nem ligar pro jogo quando chegou lá”. Cara, imagina você sendo um fã dos Knicks há décadas (que é o caso do Trump) e perder o sono justamente numa Final histórica.

    O jogo que ele perdeu dormindo

    E o pior? Os Knicks perderam por 115-111 pros Spurs, quebrando uma sequência absurda de 13 vitórias seguidas. Mano, 13 jogos! Era exatamente o tipo de jogo que você não pode piscar — e o cara literalmente fechou os olhos.

    Sinceramente, eu entendo que a agenda presidencial é pesada e tal, mas cara… é uma Final da NBA no MSG. É história sendo feita. Você pode dormir em casa depois, né?

    Vocês acham que isso vira meme eterno ou o pessoal esquece rápido? Porque eu tenho a impressão que essa imagem do Trump dormindo no camarote vai virar clássica igual aquele meme do Michael Jordan chorando.

  • Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Gente, vocês já pararam pra pensar na comparação mais absurda e ao mesmo tempo perfeita que eu ouvi essa semana? Mike Francesa, aquela lenda do rádio esportivo americano, falou que o Jalen Brunson é praticamente o Derek Jeter do basquete. E olha, depois de ver o que o cara tá fazendo nos playoffs, eu tô começando a concordar.

    “O que o Brunson é, é o que o Jeter era”, disse o Francesa no programa do Adam Schien. “Jeter nunca ganhou um MVP. Nunca foi o cara mais dominante. Mas era um jogador que sempre dava o seu melhor nos momentos decisivos.”

    E cara, os números não mentem. Brunson tá metendo 26.6 pontos por jogo nos playoffs, com 6.3 assistências e quase 3 rebotes. Mas o negócio não é nem os números — é QUANDO ele faz isso acontecer.

    Clutch time é com ele mesmo

    Lembram daquela virada histórica de 22 pontos contra os Cavaliers no Jogo 1 da final do Leste? Brunson meteu 15 pontos seguidos no meio daquela loucura. Na final contra os Spurs, mesma história: 13 pontos só no último quarto do Jogo 1.

    “A habilidade do Brunson de pontuar no quarto período é sobrenatural”, falou o Francesa. E ainda completou dizendo que o armador tem o melhor jogo de pés que ele já viu na NBA, perdendo só pro Hakeem Olajuwon. Monstro!

    Sinceramente? Eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o cara simplesmente vira uma máquina quando a pressão aperta. É aquele tipo de jogador que você quer do seu lado na hora do aperto.

    Liderança que vem de exemplo

    Mas o que mais me impressiona no Brunson é a mentalidade. O cara literalmente deixou 113 MILHÕES de dólares na mesa quando assinou aquela extensão de 4 anos por $156.5 milhões em julho de 2024. Podia ter esperado e embolsado um contrato máximo de 5 anos e $269 milhões.

    Por que ele fez isso? Pra dar espaço pro time contratar o Karl-Anthony Towns, o Mikal Bridges e manter o OG Anunoby. É o tipo de sacrifício que poucos jogadores fazem hoje em dia.

    E tem mais: mesmo sendo claramente o cara dos Knicks, ele falou pros repórteres que “não é uma estrela” quando perguntaram sobre ele ter tocado menos a bola na série contra os 76ers. Humildade pura.

    “Ele é o líder. Ele dá o tom certo”, disse Francesa. “Não põe a carroça na frente dos bois. Vai jogo a jogo e dá o tom perfeito.”

    Vocês acham que essa comparação com o Jeter faz sentido? Eu confesso que tô vendo cada vez mais semelhanças. Os dois nunca foram os mais talentosos do time, mas sempre apareciam quando mais precisavam.

  • Wemby ressuscita e Finals volta pra MSG: quando é o Game 4?

    Wemby ressuscita e Finals volta pra MSG: quando é o Game 4?

    Cara, que jogaço foi esse Game 3! O Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia deixar o San Antonio Spurs morrer na praia e entregou uma performance monstro: 32 pontos, 8 rebotes e 6 assistências. Depois daquela vacilada no final do Game 2, o francês mostrou por que é considerado o futuro da NBA.

    Os Spurs venceram por 115-111 no Madison Square Garden e evitaram a varrida — algo que, sinceramente, parecia bem provável depois dos dois primeiros jogos. Seis jogadores do San Antonio pontuaram em dois dígitos, mostrando que quando o time funciona coletivamente, eles conseguem competir até mesmo contra um Knicks que tá voando nessas playoffs.

    Game 4: a chance de ouro dos Knicks

    Agora vem o momento decisivo. O Game 4 acontece nesta quarta-feira, 10 de junho, às 21h30 (horário de Brasília), novamente no Madison Square Garden. E olha, se eu fosse apostar, diria que essa é a melhor chance dos Knicks fecharem a série em casa.

    Nova York ainda tem a vantagem de jogar em casa e liderar por 2-1. Se conseguirem vencer na quarta, praticamente põem as duas mãos na taça — afinal, fechar uma série em San Antonio não é brincadeira, especialmente com Wembanyama ganhando confiança.

    Os próximos jogos e o que esperar

    Caso os Spurs forcem um Game 5, a série volta pra San Antonio no sábado, 13 de junho. E aí as coisas ficam interessantes, porque jogando em casa, com a torcida empurrando, o San Antonio pode emplacar uma sequência perigosa.

    Eu não esperava que essa série chegasse até aqui com tanto equilíbrio, mas o Wemby tá mostrando que pode carregar um time nas costas quando precisa. A questão é: será que ele consegue manter esse nível? E vocês, acham que os Knicks fecham na quarta ou os Spurs vão conseguir levar pra San Antonio?

    Uma coisa é certa: se você tem ingresso pro Game 4, pode se preparar pra uma atmosfera insana no MSG. Depois dessa vitória dos Spurs, os preços dos ingressos dispararam — todo mundo quer ver se Nova York consegue fechar em casa ou se Wembanyama vai continuar fazendo mágica.

  • Knicks perdem em casa e veem série das Finais ficar 2-1

    Knicks perdem em casa e veem série das Finais ficar 2-1

    Cara, que jogaço foi esse no MSG ontem à noite! Os Knicks perderam por 115-111 para os Spurs no jogo 3 das Finais da NBA, e sinceramente? Doeu mais do que eu esperava. A sequência de 13 vitórias seguidas dos playoffs acabou da pior forma possível — em casa, com a torcida toda empolgada.

    Olha, eu tava achando que ia ser diferente. Primeira final em casa desde 1999, o Madison Square Garden fervendo desde antes da bola subir… mas foram os Spurs que começaram mandando bem. Wembanyama e Stephon Castle simplesmente resolveram acertar 10 das primeiras 13 tentativas. Dez de treze! Como você para isso?

    Josh Hart salvou o primeiro tempo

    O Hart tava meio sumido nos dois primeiros jogos (só 3 pontos somando tudo), mas ontem ele acordou pra vida. Começou 3 de 4 do garrafão e carregou o time nas costas quando ninguém conseguia acertar nada. Tomou um técnico meio besta depois de uma confusão com o Kornet, mas fazer o que né — às vezes a cabeça esquenta mesmo.

    E que segundo quarto foi aquele, meu amigo! Os Knicks fizeram 42 pontos — recorde da franquia em Finais. O OG Anunoby meteu 17 pontos só no período, o Hart continuou quente com mais 13, e de repente estavam ganhando por 7. Parecia que a casa ia abaixo no MSG.

    Wemby é um monstro mesmo

    Mas aí vem a real: esse Wembanyama é simplesmente absurdo. 32 pontos no final, e toda vez que os Knicks chegavam perto, ele tinha uma resposta. O Brunson também fez os 32 dele (que duelo!), mas não dava conta sozinho.

    O que mais me irritou foi ver o KAT sumindo de novo — só 11 pontos em 10 arremessos. E o Mikal Bridges? Dois pontos. Dois! Em uma final da NBA. Não dá pra ganhar assim, não importa o quanto o Brunson e o OG façam.

    A virada do jogo foi no terceiro quarto. Os Spurs saíram do vestiário com fome e conseguiram virar o placar quando o Brunson pegou a quarta falta. Aí complicou tudo.

    Stephon Castle decidiu nos momentos finais

    No último quarto foi de cortar o coração. Os Knicks erraram as primeiras nove tentativas de três, mas quando parecia que ia dar zebra mesmo, o Brunson e o Anunoby acertaram duas bolas de três seguidas nos momentos finais. O MSG explodiu!

    Só que o Stephon Castle — esse menino que saiu de UConn — não quis saber de drama. Acertou os dois lances livres decisivos quando o jogo tava 2 pontos de diferença e fechou a conta. Terminou com 23 pontos, 5 rebounds e 5 assistências. E ainda tinha falado que os Spurs iam ganhar a série depois do jogo 2…

    Agora é 2-1 para San Antonio, e vocês acham que os Knicks conseguem reagir? Porque se o KAT e o Bridges continuarem assim, vai ficar difícil mesmo. O time precisa acordar — e rápido.