Autor: Leandro Amorim

  • Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Gente, vocês acreditam nisso? A cadeira que a Taylor Swift sentou durante o jogo 3 das finais da Conferência Leste entre Cavaliers e Knicks está sendo leiloada. E olha, o preço já passou dos 6 mil dólares!

    A Swift foi assistir o jogo no dia 23 de maio na Rocket Arena, em Cleveland, junto com o noivo Travis Kelce (sim, aquele cara do Chiefs). Imagina só: você vai num jogo da NBA e depois descobrem que sua cadeira virou item de colecionador. Absurdo, né?

    O que tem de especial nessa cadeira?

    Olha, é uma cadeira normal de courtside com logo dos Cavaliers, apoio de braço e porta-copo. Mas cara, foi onde a Swift sentou durante um dos jogos mais falados dos playoffs de 2026. Tem até um autenticador que estava lá pra confirmar que ela realmente usou.

    A descrição do leilão fala que a Swift é “uma das artistas mais reconhecidas de sua geração” e que a presença dela “reflete o alcance cultural dos playoffs da NBA”. Marketing puro, mas funciona, porque o lance já teve 38 lances até domingo.

    E tem mais: a cadeira do Travis Kelce também tá sendo leiloada, mas por “apenas” 525 dólares. Desculpa, Travis, mas você não é a Taylor Swift (risos).

    Outros famosos também estão no páreo

    A parada não para por aí. Tem cadeira do Ben Stiller (que é fanático pelos Knicks) sendo leiloada por 385 dólares, e até do Timothée Chalamet por 106 dólares. A cadeira da Kylie Jenner, namorada dele, tá em 280 dólares.

    Sinceramente? Acho meio bizarro isso de leiloar cadeira de famoso, mas entendo a lógica. Os playoffs de 2026 foram históricos, e ter um “pedaço” dessa história… sei lá, tem gente que paga.

    Timing perfeito com as Finais da NBA

    O mais engraçado é que isso tudo acontece justo agora, com os Knicks nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Eles estão 2-0 contra os Spurs e podem levar o primeiro título desde 1973. As passagens estão custando uma fortuna – os mais baratos tão na casa dos cinco dígitos!

    E aí, será que a Taylor aparece nas Finais? Ela mora em Nova York, então não duvido nada. Imaginem o preço que uma cadeira das Finais da NBA com a Swift custaria…

    Uma coisa é certa: o cruzamento entre NBA e cultura pop nunca foi tão forte. E vocês, pagariam essa grana numa cadeira de famoso?

  • Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Mano, o Jalen Brunson tá a duas vitórias de conquistar algo que pode mudar completamente a carreira dele — e ao mesmo tempo descobrir uma verdade meio amarga que o Stephen Curry conhece muito bem.

    Depois de bater o San Antonio Spurs duas vezes fora de casa pra começar as Finais, o Knicks tá ali, pertinho do título. E o capitão do time, nosso queridinho subestimado, pode estar prestes a aprender uma lição que todo armador “pequeno” da NBA acaba descobrindo mais cedo ou mais tarde.

    O cara que ninguém acreditava

    Olha só a ironia: Brunson ouviu 32 nomes serem chamados antes do dele no Draft de 2018. Trinta e dois! Quando perguntaram pra ele recentemente o que os olheiros perderam sobre ele antes do Draft, a resposta foi certeira: “Tudo”.

    E não é mentira. O cara é bicampeão da NCAA, três vezes All-NBA, três vezes All-Star, Clutch Player of the Year de 2025 e MVP das Finais da Conferência Leste de 2026. Mas ainda assim… sabe como é, né?

    A sina dos armadores “baixinhos”

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio cruel. Nos anos 2020, qualquer cara que leva o time dele pro título costuma ser reconhecido automaticamente como o melhor jogador da liga. O LeBron saiu da bolha de 2020 no trono. O Giannis era “Robin” até ganhar o Finals MVP em 2021 e virar o melhor do mundo. O Jokic “não conseguia ganhar por causa da defesa” até ser MVP das Finais em 2023.

    Mas o Curry? Cara, mesmo sendo absurdamente dominante, teve que aguentar o Kevin Durant levar o Finals MVP nas duas primeiras. Quando finalmente ganhou o seu em 2022, ainda teve gente falando que ele não tava no nível do Jokic. Sério?

    É simples: parece que você precisa ter 2,10m pra ser respeitado nessa liga. O Curry é apenas um dos dois melhores armadores da história da NBA, mas hey, ele é “baixinho” demais pro clube mais exclusivo.

    Brunson vai se importar?

    Sinceramente acho que não. Assim como o Curry, o Brunson parece ser daqueles caras que deixam o jogo falar por eles. Se ele conseguir levar esse título pro Madison Square Garden — e olha que as chances estão ótimas —, pode ter certeza que ele vai aprender a mesma lição.

    Vocês acham que ele vai se importar com o que os “especialistas” vão falar? Eu duvido. Championship ring brilha mais que qualquer opinião, não é mesmo?

    Duas vitórias. É só isso que separa o Brunson de entrar pra história — e de descobrir que às vezes ser campeão não é suficiente pros outros, mas é mais que suficiente pra você.

  • Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Olha, eu não sei vocês, mas tô aqui nervoso demais com essa final. Os Spurs estão literalmente contra a parede — 0-2 para os Knicks, perderam os dois primeiros jogos EM CASA. É, meus amigos, a situação tá feia pro lado de San Antonio.

    Mas o que me chamou atenção foi a postura do calouro Dylan Harper. O garoto simplesmente chegou e falou a real sobre o jogo 3 de hoje à noite no Madison Square Garden. E cara, as palavras dele me arrepiaram.

    “Desespero” como combustível

    “Desespero. Eu acho que jogo meu melhor basquete quando sinto esse tipo de desespero, e é exatamente isso que a gente precisa agora”, disse Harper. “Vou entrar em quadra e não importa as circunstâncias — se eu não jogar com esse fogo, essa garra, vou estar fazendo um desserviço com todo mundo.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O moleque entende a gravidade do momento. Estamos falando de um rookie que tá jogando sua primeira final da NBA e já entende que ou vira o Mamba ou vai pra casa. Isso me lembra muito da postura do nosso Nenê quando jogava momentos decisivos.

    Mission Impossible no Garden

    E o cenário não podia ser mais hostil. O Madison Square Garden vai estar pegando fogo (no mau sentido para os Spurs). Os ingressos estão custando mais de 10 mil dólares — dez mil! — porque os torcedores dos Knicks estão desesperados para ver o time na final pela primeira vez neste século.

    Imaginem a pressão: você é um garoto de 19 anos, primeira temporada na liga, e tem que jogar em Nova York, com toda aquela energia selvagem da torcida, sabendo que se perder hoje, praticamente acabou. Histórico não mente — equipes que perdem os dois primeiros jogos em casa raramente conseguem reverter.

    Mas sabe o que me dá esperança? Esses Spurs jovens já mostraram que sabem virar jogo. Nas duas séries anteriores dos playoffs, eles saíram atrás no placar e conseguiram buscar a classificação. Será que conseguem fazer mais uma mágica?

    Fogo vs experiência

    Harper também falou sobre execução: “A gente tem que entrar em quadra com um nível altíssimo de execução.” E aí está a chave de tudo. Os Spurs têm o talento, têm a juventude, têm essa fome que o Harper mencionou. Mas os Knicks têm Nova York do lado deles e a experiência de saber como fechar uma série.

    Vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos ganhar hoje e manter a série viva? Eu, particularmente, tô torcendo pelo caos. Uma final que vai pro jogo 7 seria o sonho de qualquer fã de basquete.

    O jogo 3 rola hoje às 21h30 (horário de Brasília) direto de Nova York. Harper prometeu fogo — agora é ver se ele e os Spurs conseguem entregar.

  • Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Cara, que reviravolta nas Finals de 2026! Quem diria que os Knicks iam conseguir abrir 2-0 jogando FORA de casa contra os Spurs? Todo mundo coroando o Wembanyama como o melhor jogador da liga antes mesmo da série começar, mas Nova York veio pra mostrar que não tá de brincadeira.

    Com a série voltando pro Madison Square Garden, o ranking de candidatos ao MVP das Finals mudou completamente. E olha, sinceramente? Acho que nem o próprio Wemby esperava estar nessa situação.

    Dylan Harper fazendo história como calouro

    Monstro, esse menino tá jogando muito! Dylan Harper é só um rookie, mas já tá tendo uma das melhores performances de Finals pra um calouro desde os tempos do Magic Johnson. O filho do Ron Harper foi a 2ª escolha do draft e jogou pouquinho na temporada regular — só 22.6 minutos por jogo. Mas nas Finals? Completamente diferente.

    Os 15.5 pontos por jogo dele são os segundos maiores dos Spurs na série. E o mais impressionante: não tá parecendo nem um pouco com rookie sob essa pressão toda. Ganhar o MVP com o time perdendo por 2-0 é praticamente impossível, mas se os Spurs conseguirem uma virada histórica, pode ser que seja por causa desse garoto.

    OG Anunoby — o candidato surpresa dos Knicks

    O OG não é um cara de fazer barulho, né? Raramente dá entrevista, não fica fazendo jogada pro highlight. Mas, cara, que defensor absurdo! E ofensivamente tem sido uma máquina nos playoffs — 19.3 pontos com 47.8% de aproveitamento de três.

    Nas Finals, manteve o nível: 17 pontos por jogo acertando 45.5% das bolas de três. Se continuar nesse ritmo quente, pode muito bem entrar na briga pelo troféu. Vocês acham que ele tem chances reais ou é só um sonho?

    Wemby caindo ladeira abaixo

    Olha, dói no coração falar isso do fenômeno francês, mas estar perdendo por 2-0 complica muito a vida dele. O cara era o grande favorito, é claramente o melhor defensor da NBA (ganhou o DPOY), lidera a liga em tocos desde que chegou… Tá fazendo 27.5 pontos por jogo na série, que é absurdo!

    Mas teve aquele turnover no Jogo 2 que custou caro pros Spurs. E ainda perdeu a chance de empatar no último segundo. Jerry West é o ÚNICO cara que ganhou MVP das Finals no time perdedor (1969). Será que Wemby consegue repetir o feito?

    Na minha visão, se San Antonio virar essa série — o que seria completamente insano — só pode ser ele o MVP. Mas do jeito que tá…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva? KAT assumindo a liderança pros Knicks ou Wemby ainda consegue dar a volta por cima?

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…

  • Giannis no Celtics? Windhorst derruba o sonho dos fãs de Boston

    Giannis no Celtics? Windhorst derruba o sonho dos fãs de Boston

    Olha, eu sei que muita gente anda sonhando com a possibilidade do Giannis Antetokounmpo vestir o verde do Boston Celtics. Mas aí chegou o Brian Windhorst — que vocês conhecem, né? O cara que sempre está por dentro de tudo na NBA — e jogou um balde de água fria na galera.

    A situação é a seguinte: os Bucks aparentemente estão dispostos a ouvir ofertas pelo Greek Freak, e o Celtics teoricamente teria como montar um pacote atrativo. Até o Jaylen Brown chegou a ser mencionado como uma possível peça de troca. Mas calma aí…

    A realidade é mais complicada

    Windhorst foi direto ao ponto numa entrevista: “Não ouvi dizer que Boston está na lista do Giannis. Não ouvi que o Giannis está preparado para assinar uma extensão com Boston”.

    E aí? Faz sentido a preocupação dele. Por mais que o Celtics seja uma das franquias mais tradicionais da liga e sempre briga por título, não adianta nada fazer uma troca monstruosa dessas se o cara não quer ficar. Imagina trocar o Brown e outros ativos importantes para ver o Giannis vazar na primeira oportunidade?

    O que me chama atenção é que o próprio Windhorst admitiu que pode estar errado. “Talvez seja verdade. Só porque eu não ouvi não significa que não é real”, disse ele. Honesto da parte dele, né?

    Jaylen Brown no meio da confusão

    Falando no Brown, tem umas especulações rolando de que ele estaria frustrado com o front office dos Celtics. O cara fez uma temporada absurda — tipo MVP mesmo — e agora aparece como moeda de troca? Complicado.

    Mas o próprio Jaylen já reafirmou o compromisso com o time. Sinceramente, acho que seria uma loucura o Celtics abrir mão de um jogador de 29 anos no auge para apostar numa situação tão incerta.

    E o Giannis, como anda?

    O Greek Freak teve uma temporada complicada — jogou apenas 36 partidas, o menor número da carreira. Mesmo assim, manteve números monstruosos: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo.

    A questão é: será que ele realmente quer sair de Milwaukee? E se quiser, Boston seria mesmo uma opção? Windhorst parece cético, e olha que o cara raramente erra nessas coisas.

    Na minha opinião, os fãs dos Celtics não deveriam criar muita expectativa por enquanto. Às vezes é melhor manter o que está funcionando do que apostar tudo numa jogada arriscada. O que vocês acham? Vale a pena sonhar ou é melhor ser realista?

  • Wolves voltam às origens com uniformes nostálgicos de arrepiar

    Wolves voltam às origens com uniformes nostálgicos de arrepiar

    Olha, eu não esperava que fosse ficar emocionado com uniforme novo, mas os Timberwolves conseguiram me pegar desprevenido. O time de Minnesota revelou ontem uma identidade visual completamente reformulada que é basicamente uma carta de amor para todas as gerações de fãs da franquia.

    E cara, que sacada genial. Eles pegaram o melhor de cada era e misturaram tudo numa receita que funciona perfeitamente.

    O retorno das cores clássicas

    A grande jogada foi trazer de volta o esquema de cores da temporada inaugural de 1989-90: branco, azul e verde. Sinceramente, sempre achei essas cores muito mais marcantes que aquelas outras mais recentes. Os uniformes principais (association e icon) vão usar essa paleta nostálgica que, convenhamos, é linda demais.

    Mas o que me deixou mais empolgado foi o uniforme statement — aquele preto da era das árvores de pinho que voltou com tudo. A diferença é que agora, em vez de “Timberwolves” no peito, eles colocaram só “Wolves” com um contorno azul e verde que simplesmente brilha. É moderno mas respeitando a história. Genial.

    Kevin Garnett dando sua benção

    E não podia faltar o KG participando da revelação, né? O cara apareceu vestindo as três versões do uniforme, e isso meio que selou o negócio pra mim. Se o Big Ticket aprovou, quem somos nós pra discordar?

    Os detalhes são absurdos de bons. Eles criaram um monograma “Tree-M” personalizado na fivela do cinto e colocaram cinco árvores em fila no jock tag — uma referência sutil ao quinteto titular. Os números e a marca do peito são inspirados nas presas do lobo. Monstro, cara.

    O logo também passou por uma reformulação, mantendo o lobo uivando mas voltando pros tons azul e verde similares à versão original de 1990-1996. Até as quadras vão ganhar dois novos designs.

    Matt Caldwell, CEO dos Wolves, disse uma coisa que fez total sentido: “Esta franquia significa algo diferente para cada geração de fãs”. E é exatamente isso — eles conseguiram criar algo que conversa com quem viveu os primeiros anos, quem acompanhou a era KG e quem tá conhecendo o time agora com o Anthony Edwards comandando.

    Depois daquela eliminação dolorosa pros Spurs na segunda rodada dos playoffs (que interrompeu duas idas consecutivas às finais da Conferência Oeste), essa renovação visual chega em boa hora. Às vezes uma mudança de cara é exatamente o que um time precisa pra começar um novo capítulo.

    E vocês, o que acharam dessa volta às origens? Eu tô ansioso pra ver esses uniformes em quadra na próxima temporada.

  • Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Torcida do Knicks já tá zoando o Wemby nas ruas de NY

    Cara, a torcida do Knicks tá completamente insana! E eu entendo perfeitamente o porquê.

    Com o time precisando de apenas duas vitórias para conquistar o primeiro título da franquia desde 1973, os nova-iorquinos simplesmente não conseguem se controlar. E olha, depois de roubar dois jogos em San Antonio pra abrir a série por 2-0, quem conseguiria?

    A zoação começou antes mesmo do jogo

    Os caras nem esperaram o Jogo 3 começar. Ontem, quando o Wembanyama e os Spurs estavam embarcando no ônibus do time, a galera já tava lá pra fazer a festa. Um torcedor soltou uma que me fez rir alto: “Ei Wemby, se prepara pra jogar golfe, mano!”

    Monstro demais! Essa é a essência do basquete americano que a gente ama — torcida que vai até a porta do hotel pra zoar o adversário. No Brasil a gente faria a mesma coisa, né?

    MSG vai pegar fogo segunda-feira

    Sinceramente, eu mal posso esperar pra ver o Madison Square Garden fervendo. Vai ser o primeiro jogo de Finals em casa pros Knicks desde a virada do século. Imagina a energia que vai rolar ali?

    E o mais louco: se o Knicks ganhar o Jogo 3, praticamente já era. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 nos playoffs. NENHUM. O troféu Larry O’Brien já estaria praticamente nas mãos do Jalen Brunson.

    Mas cuidado aí, galera. O Wembanyama não é qualquer um, e os Spurs têm sangue de campeão — foram eles que bateram nos próprios Knicks na última vez que o MSG recebeu uma decisão de Finals, lá em 1999.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar em casa? Ou será que o francesão vai estragar a festa?

  • LeBron vibra com vitória épica da golfista Nelly Korda no US Open

    LeBron vibra com vitória épica da golfista Nelly Korda no US Open

    Cara, o LeBron James pode estar de férias da NBA, mas o cara não para de acompanhar esporte de alto nível. E ontem ele estava grudado na TV assistindo o US Women’s Open — e que final foi aquela!

    A golfista Nelly Korda conquistou seu primeiro US Women’s Open de uma forma absolutamente dramática. O putt final dela rolou devagarzinho até a boca do buraco, dando uma volta de 69 tacadas (2 under par) que foi suficiente para vencer Charley Hull e Gaby Lopez por apenas uma tacada.

    LeBron virou fã de golfe (e de presente também)

    O mais legal é que o LeBron virou um viciado em golfe no ano passado — e quando eu digo viciado, é viciado mesmo. O cara estuda o esporte, acompanha tudo, e até deu um presente massa pra Korda: um par de tênis Nike LeBron customizado especialmente para golfe.

    Ela até usou os tênis na primeira rodada, mas teve que trocar depois de seis buracos porque ficaram meio largos. Imagina só a pressão de jogar com o tênis do LeBron! (Risos)

    O Rei não perdeu tempo e já postou parabenizando a campeã no Instagram Stories dele. É isso aí, reconhecendo grandeza quando vê.

    Korda tá numa fase monstro

    Olha, a Nelly Korda tá vivendo um momento absurdo da carreira. Este foi o quarto major dela, e ela levou pra casa nada menos que 2,5 milhões de dólares — o maior prêmio da história do torneio feminino.

    E o mais impressionante? Foi a segunda vitória consecutiva dela em majors, depois de ter ganhado o Chevron Championship em abril. A garota tá imparável.

    “Eu sinto que estou num sonho. Não consigo nem explicar o quanto isso significa pra mim”, disse ela depois da vitória, claramente emocionada.

    Sinceramente, quem acompanha golfe sabe que a Korda merece todo esse sucesso. E ter o LeBron como fã deve ser um sentimento único — afinal, o cara entende de pressão e de conquistar títulos como poucos no mundo.

    Vocês acham que o LeBron vai conseguir melhorar o swing dele pra próxima temporada de golfe? Porque pelo que ele mesmo admite, ainda precisa trabalhar bastante! 😂

  • Nate Ament no Nets? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Nate Ament no Nets? Olha, eu tenho minhas dúvidas…

    Galera, vou ser sincero com vocês: essa história do Nate Ament no Brooklyn Nets tá me deixando com a pulga atrás da orelha. Todo mundo na liga tá falando que os Nets estão de olho no garoto do Tennessee para a 6ª escolha do draft, mas será que é isso mesmo?

    O Brian Lewis, do New York Post, soltou uma informação interessante: o Ament nem treinou pros Nets ainda. Então como é que todo mundo tem tanta certeza de que ele vai ser escolhido? Parece mais papo furado pra mim.

    O que rolou na faculdade não foi lá essas coisas

    Vamos aos fatos, né? O cara foi o 4º melhor prospect do ensino médio americano, tinha 2,08m, arremesso bom e versatilidade defensiva. No papel era tudo lindo. Mas aí chegou no Tennessee e… opa, cadê a magia?

    33% do perímetro, brother. Trinta e três por cento. Pra um cara que era vendido como arremessador, isso é preocupante pra caramba. Eu sei que freshman year é complicado, adaptação e tal, mas ainda assim…

    E olha que eu não sou dessa de crucificar rookie universitário não. Mas quando você é cotado pra primeira rodada da NBA, tem que mostrar serviço, né não? O negócio é que todo mundo vê um cara alto que arremessa e já pensa “próximo Kevin Durant”. A realidade é bem diferente.

    Brooklyn e os reaches polêmicos

    Agora, pensando pelo lado dos Nets… cara, esse front office não tem medo de surpresas não. Lembram do Egor Dëmin? Ninguém esperava aquela escolha. Então talvez eles vejam algo no Ament que a gente não tá vendo.

    Sinceramente? Acho que pode ser jogada de marketing. Criar um buzz, fazer os outros times acharem que eles vão pro Ament na 6ª escolha, e aí negociar a pick pra descer no draft. Faz sentido, né?

    As odds nas casas de apostas saltaram de 4% pra 17% na semana passada, mas ainda tá atrás de outros nomes como Mikel Brown Jr. e Darius Acuff. Ou seja, até o mercado tá meio cético.

    O que vocês acham? Vale a pena apostar num cara que não brilhou na faculdade só pelo potencial físico? Eu tô com um pé atrás, mas vai saber… às vezes é exatamente esse tipo de aposta que dá certo na NBA.

    Uma coisa eu garanto: se o Nets realmente draftar o Ament na 6ª posição, vai ser uma das escolhas mais polêmicas dos últimos anos. E conhecendo essa franquia, não duvidaria de nada!