Autor: Leandro Amorim

  • Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Lakers na corda bamba: podem ser os primeiros a virar de 0-3?

    Cara, que situação bizarra pros Lakers. Lembra quando eles meteram 3-0 nos Rockets na primeira rodada? Pois é, agora estão do outro lado da moeda — perderam os três primeiros jogos pro Thunder e podem tomar uma varrida histórica.

    E não é que estão perdendo apertado não. Oklahoma City está destruindo: média de vitória por 19.6 pontos e um net rating de +20. É um absurdo. Pra piorar, os Lakers perderam TODOS os quatro jogos da temporada regular contra o Thunder. E agora vão pro Jogo 4 sem o Luka Dončić? A casa de apostas já cravaou: Thunder favorito com odds de -560.

    “A gente não desiste”

    Mas olha só o que o Austin Reaves falou depois do Jogo 3:

    “Você só chega e compete. É um monte de caras neste vestiário que são competidores. Basicamente, a mensagem depois do jogo foi que vamos chegar aqui na segunda-feira e vamos ganhar. Obviamente, a situação é uma merda, mas isso não nos dá licença para desistir.”

    Sinceramente? Eu admiro essa mentalidade. Porque olhando de fora, tá difícil achar onde os Lakers podem incomodar.

    JJ Redick tentando de tudo

    O técnico JJ Redick não tá de braços cruzados. Mudou a defesa, conseguiu segurar um pouco o Shai Gilgeous-Alexander (que é um monstro), botou até jogadores que nem estavam na rotação como o Maxi Kleber e o Adou Thiero em quadra.

    Mas aí que tá o problema — o Thunder tem MUITA gente boa. Como o próprio Redick disse: “Eles precisam de arremessadores? Beleza. Precisam de vários alas defensivos? Beleza. Precisam de dois pivôs? Beleza.”

    É um time completíssimo mesmo. Campeão defensor que ainda não perdeu um jogo nestes playoffs. E os Lakers vão tentar fazer história sendo o primeiro time a virar de 0-3 numa série melhor de sete?

    Nunca aconteceu antes na NBA. Alguém vai ser o primeiro eventualmente. Será que pode ser agora?

    LeBron aos 41 anos jogando mais de 30 minutos por jogo, Marcus Smart grudando no SGA… o esforço tá lá. Mas como disse o próprio King: “Obviamente, tudo. Tudo e mais um pouco para vencer um time como este.”

    Vocês acham que os Lakers conseguem pelo menos evitar a varrida na segunda-feira? Porque olhando essa série, tá parecendo que o Thunder tá jogando num nível muito acima mesmo.

  • Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Cara, o Draymond Green não aguentou e foi às redes sociais mandar a real sobre um lance polêmico nos playoffs. O Victor Wembanyama deu uma cotovelada brava no Naz Reid durante o jogo 4 entre Spurs e Timberwolves, tomou flagrante 2 e foi expulso. Até aí, normal. O problema é o que veio depois.

    A NBA decidiu que o francesão não vai levar suspensão nem multa. Vai jogar normalmente no jogo 5. E foi aí que o Draymond explodiu no Twitter: “Vocês já pediram minha cabeça por muito menos”.

    A revolta do veterano

    Olha, eu entendo perfeitamente a irritação do Green. O cara tem 23 expulsões na carreira (líder entre jogadores ativos), 177 técnicas e 21 flagrantes. Qualquer coisinha que ele faz vira manchete mundial e pedido de suspensão. Agora o Wemby mete o cotovelo no cara e sai ileso?

    No podcast dele, o Draymond foi ainda mais direto: “Eu falaria pros Timberwolves: pessoal, isso aqui é jogo limpo agora. Não tem suspensão, não tem multa, é jogo limpo”.

    E complementou com uma análise que fez todo sentido: “Se ninguém revidar contra o Wemby, vocês perdem a guerra. Porque o que ele fez foi impor um tom de jogo”.

    Padrão diferente para estrelas?

    Sinceramente, acho que o Draymond tocou num ponto sensível. A NBA tem sim critérios diferentes dependendo de quem comete a falta. Jaden McDaniels e o Jokic levaram multa por muito menos recentemente, mas o golden boy francês escapa? Estranho, né?

    O lance todo mudou a série. Os Spurs perderam o jogo 4 depois da expulsão do Wembanyama, e agora está 2-2 voltando pra San Antonio. A tensão tá no máximo, e com esse precedente da NBA, qualquer coisa pode acontecer no jogo 5.

    E aí, vocês acham que a liga realmente tem dois pesos e duas medidas? Porque pelos números do Draymond, parece que tem mesmo. O cara virou o vilão da NBA, enquanto outros fazem a mesma coisa e saem como heróis incompreendidos.

  • Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Que caras os Warriors e Kings vão escolher no Draft 2026

    Olha, eu sei que o Draft de 2026 ainda tá longe, mas já tem gente fazendo mock drafts e eu confesso que fico animado vendo essas projeções. Os especialistas já estão cravando quem Warriors e Kings vão pegar na primeira rodada — e sinceramente, algumas escolhas me surpreenderam.

    Vamos começar pelos Kings, que passaram por uma temporada bem sofrida (22-60, véi). Eles perderam uma moedinha que daria a 4ª escolha geral e acabaram caindo pra 7ª posição. Que azar, né?

    Sacramento pode apostar no próximo De’Aaron Fox

    A grande maioria dos especialistas tá cravando Kingston Flemings, armador de Houston, pros Kings. E cara, faz todo sentido. O moleque tem uma velocidade absurda e parece ter aquela pegada de jogador vencedor que todo time quer. Lembra um pouco do próprio Fox quando era jovem — explosivo, rápido, com potencial defensivo.

    O único porém é o arremesso de 3. Até melhorou na faculdade (38,7%), mas ainda precisa provar que consegue manter essa consistência. Vocês acham que ele aguenta a pressão de ser titular desde o primeiro dia?

    Tem também quem aposta no Darius Acuff Jr., de Arkansas. Esse aí é descrito como um dos prospetos ofensivos mais empolgantes dos últimos tempos. 72 cestas em transição só entre os calouros — é muita pancada!

    Golden State pensando no futuro pós-Draymond

    Já os Warriors ficaram exatamente onde esperavam: 11ª escolha. Com uma temporada de 37-45, eles meio que aceitaram o rebuild parcial. Steve Kerr vai continuar, então a filosofia do time não muda muito.

    O nome mais cotado é Karim Lopez, um mexicano que tá jogando na Nova Zelândia. Cara de 2,06m que joga de ala/pivô e tá sendo considerado o melhor prospeto internacional dessa classe. Na minha visão, faz sentido — Golden State sempre teve olho bom pra talento internacional.

    Mas tem também o Aday Mara, um pivô gigante de 2,21m que ajudou Michigan a ganhar o título nacional. Imagina esse monstro bloqueando tudo no garrafão? E o maluco ainda sabe passar a bola, o que casa perfeitamente com o estilo Warriors.

    Apostas arriscadas que podem dar certo

    O que mais me chama atenção é como esses times tão pensando diferente. Sacramento precisa desesperadamente de uma estrela, então faz sentido apostar num armador com potencial All-Star como Flemings. Já Golden State pode se dar ao luxo de pegar um projeto mais raw como Lopez.

    Sinceramente acho que essas escolhas podem definir o futuro das franquias nos próximos anos. Kings não podem errar mais uma — a torcida já sofreu demais. E os Warriors? Bom, eles têm histórico de acertar em escolhas “estranhas”, então vai saber…

    E aí, galera — quem vocês acham que seria a melhor opção pra cada time? Eu tô curioso pra ver se essas projeções vão se confirmar mesmo!

  • Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Filho de Peja está voando no Draft Combine – Illinois pode perder joia

    Gente, o Andrej Stojakovic simplesmente decidiu que ia voar na NBA Draft Combine. E quando eu digo voar, é literal mesmo — o garoto saltou 41.5 polegadas no teste de salto vertical e liderou TODA a combine. Absurdo.

    Para quem não sabe (ou esqueceu), Andrej é filho do lendário Peja Stojakovic, aquele atirador sérvio que foi monstro nos Kings. E pelo jeito, o DNA da família não veio só para o arremesso — veio para o atletismo também.

    O salto que pode mudar tudo

    41.5 polegadas, pessoal. Isso é mais de um metro de salto vertical. Para vocês terem noção, o Michael Jordan saltava por volta de 46 polegadas no auge da carreira. Claro, MJ é MJ, mas estar nessa faixa já mostra o nível do garoto.

    O mais interessante é que Andrej estava meio que “escondido” no banco do Illinois na temporada passada. O time chegou no Final Four (que campanha, né?), mas ele não era uma das estrelas principais. Agora, de repente, todo mundo tá vendo que o moleque tem muito mais potencial do que imaginavam.

    Illinois vai perder a joia?

    Sinceramente, se eu fosse o Andrej, estaria pensando seriamente em ficar no draft. O cara é projetado como uma possível escolha no final da segunda rodada, e olha… às vezes é melhor garantir o sonho NBA do que arriscar voltar para a faculdade e talvez se machucar ou ter uma temporada ruim.

    É meio triste para o Illinois, que provavelmente contava com ele para a próxima temporada. Mas também, que orgulho deve ser para o programa ver um dos seus caras brilhando assim no maior palco pré-draft do país.

    E vocês, acham que ele deve ficar no draft ou voltar para mais um ano de college? Eu tô curioso para ver se ele vai participar dos jogos 5×5 da combine ou se vai só nos testes físicos mesmo.

    Uma coisa é certa: com esse atletismo todo e o sobrenome que carrega, o Andrej Stojakovic vai dar muito o que falar nos próximos anos. Seja em Illinois ou direto na NBA.

  • Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Giannis deve recusar renovação com os Bucks — e agora?

    Olha, parece que a bomba finalmente vai explodir em Milwaukee. Segundo o Shams Charania da ESPN, Giannis Antetokounmpo deve recusar a oportunidade de fazer um compromisso de longo prazo com os Bucks quando os dois lados se reunirem nas próximas semanas. E os Bucks? Já começaram a sondar outros times para uma possível troca do astro grego.

    Sinceramente, eu não tô surpreso. O time fez de tudo para montar um elenco ao redor dele — trouxeram Jrue Holiday, Damian Lillard, gastaram uma fortuna com Myles Turner depois de executar o maior stretch-and-waive da história da NBA nos $113 milhões do Dame. Mas convenhamos, não deu certo.

    O poder está nas mãos do Greek Freak

    A situação do Giannis é privilegiada, cara. Ele tem apenas um ano garantido de contrato, o que lhe dá um poder de barganha absurdo. Na NBA, quando um jogador desse calibre tem só um ano restante, ele basicamente escolhe onde quer jogar. É matemática simples.

    “Qualquer conversa que os Bucks vão ter com Giannis vai ser bem direta: ‘Você quer ficar aqui e se comprometer a longo prazo em junho?’”, explicou Charania no Pat McAfee Show. “A resposta, pelo que tudo indica, será ‘não’. E aí a pergunta muda para: onde Giannis quer jogar?”

    A fila de pretendentes já se formou

    E olha que fila bonita se formando! Miami Heat, Golden State Warriors, Lakers, Minnesota Timberwolves e Cleveland Cavaliers estão entre os times esperados para ir atrás do monstro grego. Imaginem Giannis com Curry nos Warriors? Ou fazendo dupla com LeBron em Los Angeles? Meu Deus do céu.

    O Heat sempre foi aquele time que todo mundo associa ao Giannis, né? Pat Riley é capaz de vender a alma para conseguir um jogador desse nível. E os Warriors… cara, se eles conseguirem encaixar o Giannis financeiramente, pode esquecer o resto da liga pelos próximos anos.

    Jon Horst, GM dos Bucks, passou a última década construindo ao redor de Giannis. Trouxe peças de qualidade, gastou dinheiro que nem água — tudo para tentar ganhar um anel. Conseguiram em 2021, mas desde então tem sido decepção atrás de decepção nos playoffs.

    A resolução deve sair até o draft de junho (dia 23). Se Giannis quiser ficar, ele pode assinar uma extensão de quatro anos por $275 milhões em outubro — mas precisaria se comprometer agora em junho para isso acontecer.

    Vocês acham que ele fica em Milwaukee ou finalmente vai procurar um time com mais chances de título? Eu, na moral, acho que essa história já chegou ao fim por lá.

  • Lakers tentaram Giannis no deadline mas oferta foi fraquinha

    Lakers tentaram Giannis no deadline mas oferta foi fraquinha

    Olha, eu sempre soube que os Lakers iam tentar alguma coisa com o Giannis no trade deadline deste ano. Mas cara, a tentativa foi bem mais patética do que eu imaginava.

    Segundo o Shams Charania da ESPN revelou na segunda-feira, os Lakers foram um dos times que perguntaram sobre o Greek Freak em fevereiro. Mas convenhamos — eles não tinham absolutamente nada pra oferecer que fizesse sentido.

    Uma oferta que nem dava pra levar a sério

    A realidade é crua: LA só tinha uma primeira escolha do draft e um monte de salários expirando pra colocar na mesa. Mesmo se incluíssem o Austin Reaves (que eu gosto, mas vamos ser honestos), não chegava nem perto de ser uma proposta competitiva.

    Os Bucks estavam “abertos a negócios” quando o assunto era trocar o Giannis, mas queriam um “jovem talento blue-chip” ou uma porrada de picks. O Reaves tem 27 anos e vai ganhar quase o máximo — dá pra considerar ele um jovem talento blue-chip? Acho difícil.

    Sinceramente, foi mais uma tentativa protocolar mesmo. Tipo aquele “vai que cola”, sabe? Outros times como Timberwolves, Cavaliers, Celtics e Knicks também perguntaram, então pelo menos não foram os únicos a tentar a sorte.

    E agora? Lakers têm chances reais?

    A pergunta que não quer calar é: será que agora no verão eles conseguem montar algo decente? Com três picks de primeira rodada e bastante espaço salarial, talvez dê pra fazer uma proposta mais séria. A possibilidade de um sign-and-trade com o Reaves também pode deixar as coisas mais interessantes.

    Mas eu tenho minhas dúvidas. O mercado pro Giannis vai ser absurdo de competitivo, e os Bucks continuam querendo a mesma coisa: talento jovem de primeira linha ou uma chuva de picks. Os Lakers têm os picks agora, mas talento jovem mesmo? Só se considerarmos o Bronny, que teve uns minutinhos nos playoffs — e olha, duvido que isso impressione alguém em Milwaukee.

    A questão maior é: será que vale a pena mexer no time depois de como as coisas andaram depois do deadline? Vocês acham que trazer o Giannis seria a solução ou só mais uma aposta arriscada?

    No final das contas, perguntar não ofende. Mas entre perguntar e realmente conseguir fazer um negócio que funcione pra todo mundo, tem um abismo do tamanho do Grand Canyon.

  • Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu que não ia perder ontem à noite. 43 pontos. Quarenta e três! O cara literalmente destruiu os Pistons e empatou a série em 2-2 com uma vitória de 112-103 que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu vi muita coisa na NBA, mas essa performance do Mitchell no segundo tempo foi absurda. O maluco fez 39 dos seus 43 pontos só depois do intervalo — depois de ter marcado apenas 4 no primeiro tempo. É tipo quando você tá jogando videogame e resolve ligar o cheat code.

    A montanha-russa emocional

    O jogo começou bem pros Cavs. James Harden (sim, o Barba tá lá) meteu 11 pontos logo de cara, duas enterradas e um par de triplos que fizeram o ginásio delirar. Cleveland abriu 14-5 e eu já tava pensando: “Opa, vai ser fácil hoje”.

    Aí o basquete mostrou que não existe moleza nos playoffs.

    Quando o Harden foi pro banco, a ofensiva dos Cavs congelou completamente. E o Caris LeVert — que joga pelos Pistons agora — decidiu que era a hora dele brilhar. O cara começou com 17 pontos no primeiro quarto atirando de tudo quanto foi lugar. Tobias Harris também ajudou, e de repente Detroit tinha virado o jogo.

    Sinceramente, eu já tava vendo os Pistons tomarem conta da parada quando…

    A “Cavalanche” que mudou tudo

    Terceiro quarto. Mitchell acordou pra vida.

    23-0. Vocês leram certo: vinte e três a zero. Uma sequência que fez os caras de Detroit questionarem a existência. Mitchell meteu 15 pontos só nessa corrida, e a dupla Jarrett Allen e Evan Mobley fechou completamente o garrafão.

    É isso que torna os Cavs tão perigosos, sabe? Eles têm essa capacidade de simplesmente explodir do nada. Um minuto você tá ganhando, no outro você olha pro placar e não entende mais nada.

    E pode falar o que quiser do Jalen Duren, mas Allen e Mobley fizeram o garoto virar criança ontem. Os dois combinaram 26 pontos e 13 rebotes, enquanto Duren ficou com 8 pontos e 2 rebotes. Humilhação técnica.

    Mitchell sendo Mitchell

    Detroit ainda tentou uma reação no final do terceiro, mas Mitchell não deixou. O cara continuou metendo de tudo — arremesso de média, triplo, bandeja, enterrada. Foi um show particular.

    E olha, essa é exatamente a performance que os Cavs esperavam quando trouxeram o Mitchell. O cara foi contratado pra ser superstar All-NBA em momentos assim, e entregou tudo.

    Harden ainda fez um double-double discreto, mas a noite era do Mitchell mesmo. 43 pontos pra empatar uma série de playoffs? Isso aí é coisa de lenda.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta. E aí, vocês acham que o Mitchell consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Pistons estão com um problemão nas mãos.

  • Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Mitchell quebra tudo: 39 pontos no 2º tempo empata série histórica

    Gente, o que o Donovan Mitchell fez ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. O cara saiu do intervalo como se fosse o próprio demônio e meteu 39 pontos no segundo tempo — igualando o recorde histórico dos playoffs da NBA. Resultado? Cavs virou o jogo e empatou a série em 2-2 contra os Pistons.

    A virada mais insana que você vai ver

    Olha só a loucura: Cleveland estava perdendo por 56-52 no intervalo. Mitchell tinha feito apenas 4 pontos no primeiro tempo (sim, QUATRO). Aí o maluco simplesmente resolveu que ia jogar videogame na vida real.

    21 pontos só no terceiro período. E não para por aí — os Cavs abriram o segundo tempo com uma sequência de 25-0. Vinte e cinco a zero, meus amigos! Virou 75-56 e game over para Detroit.

    “Pedi desculpas pro grupo”, disse Mitchell sobre sua conversa no vestiário. “Falei pros caras que a culpa era minha. Tentei fazer uma declaração no segundo tempo.” E que declaração, hein?

    Números que fazem você questionar a realidade

    Mitchell fechou a noite com 43 pontos, 5 rebounds e 2 assistências. Seus 39 pontos no segundo tempo empataram com Sleepy Floyd pelo recorde histórico de pontos em um tempo só nos playoffs. Isso é de outro mundo, cara.

    E tem mais: foi o quinto quarto de 20+ pontos dele nos playoffs, empatando com Stephen Curry e Jamal Murray. O cara tá virando lenda mesmo.

    James Harden também fez a sua parte com 24 pontos e 11 assistências. Depois de ser meio fantasma nos dois primeiros jogos, o barbudo tá finalmente mostrando por que Cleveland foi atrás dele no trade deadline.

    Agora a coisa ficou séria

    Evan Mobley quase conseguiu um 5×5 (17 pontos, 8 rebounds, 5 assistências, 5 tocos e 3 roubos), mostrando por que é candidato a Defensor do Ano. Esse time dos Cavs quando engata é perigoso demais.

    Sinceramente? Eu não esperava essa reação depois deles saírem perdendo por 2-0. Mas agora com a série empatada, qualquer coisa pode acontecer. E vocês, acham que Cleveland consegue manter esse ritmo ou foi só uma noite mágica do Mitchell?

    Uma coisa é certa: vamos ter mais um jogaço pela frente. E se o Mitchell mantiver esse nível… Detroit que se prepare.

  • O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    Cara, vocês querem ver um cadáver? Porque eu tenho um aqui pra mostrar.

    É isso que sobrou do Philadelphia 76ers depois de ser varrido pelos Knicks na segunda rodada dos playoffs. Quatro jogos, quatro derrotas, sendo que a última foi uma surra de 30 pontos. Na própria casa. Com a arena lotada de torcedores adversários. Uma humilhação completa.

    O fim de uma era que nunca aconteceu

    “The Process” – aquela filosofia toda de tankar por anos, acumular picks de draft, sofrer no presente pra dominar no futuro – morreu. E olha, já fazia tempo que estava meio zumbi mesmo, a gente só não queria aceitar.

    Sam Hinkie chegou em Philly em 2013 com um plano: perder de propósito pra conseguir Joel Embiid. Missão cumprida. O problema? 13 anos depois, esse time nunca chegou nem numa final de conferência. Nunca. É de doer no peito mesmo.

    Sinceramente, eu sempre acreditei no projeto. Embiid era um monstro, Tyrese Maxey cresceu absurdamente, tinham tudo pra dar certo. Mas aí você vê essa eliminação e percebe: eles construíram um time de 2006 pra jogar em 2026.

    Daryl Morey e a receita do fracasso

    O Daryl Morey, que assumiu a GM depois do Hinkie, fez exatamente o contrário do que a liga moderna pede. Enquanto times campeões apostam em jogadores jovens, versáteis e que conseguem defender várias posições, ele empilhou veteranos caros e quebrados.

    Paul George aos 34 anos? Com o histórico de lesão que ele tem? Contrato máximo de quatro anos. Embiid ganhando 60 milhões por ano até 2029? Com aquele joelho que não aguenta mais nem os treinos?

    É uma loucura, mano. Os Knicks pareciam estar jogando um esporte diferente na série. Profundos, jovens, intensos – tudo que os Sixers não são.

    A queda livre de Joel Embiid

    E aí chegamos na parte mais dolorosa de toda essa história.

    Embiid já foi, sim, um dos melhores jogadores do planeta. Aquele movimento no garrafão, o arremesso de 3, a visão de jogo – cara, em 2022-23 ele foi MVP e mereceu cada voto. Carregar aquele elenco limitado às semifinais de conferência por anos foi quase um milagre.

    Mas esse Embiid morreu junto com “The Process”.

    Ele não joga mais de 40 jogos numa temporada regular desde que ganhou o MVP. Contra os Knicks, se machucou logo no primeiro jogo, voltou mancando, saiu segurando o quadril, as costas, o tornozelo… Foi triste de ver os companheiros tentando levantar ele do chão e não conseguindo.

    Vocês acham que ainda dá tempo dele voltar ao que era? Ou essa janela já fechou de vez? Porque pelo que eu vi nessa série, não tem mais volta mesmo. E isso dói – como fã de basquete, você nunca quer ver um talento desses se deteriorando assim.

    O Philadelphia 76ers precisa de uma reformulação completa. “The Process” acabou, e quem não aceitar isso vai ficar preso no passado para sempre.

  • Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Austin Reaves é um monstro: voltou antes do esperado da lesão

    Gente, vou falar uma coisa pra vocês: Austin Reaves é diferenciado. O cara simplesmente não aceita ficar de fora. E agora descobrimos que ele voltou da lesão no oblíquo muito antes do que os próprios Lakers esperavam.

    Pra quem não lembra, o Reaves sofreu uma lesão grau 2 no oblíquo e a previsão inicial era de 4 a 6 semanas fora. Os Lakers achavam que só iam ver ele de volta nas finais de conferência — se chegassem lá. Mas o maluco provou mais uma vez que é pura raça.

    Dedicação de outro nível

    O que o Reaves fez pra voltar rápido é de impressionar. O cara saía de casa todo dia às 7h30 da manhã pra fazer tratamento e só voltava às 8 da noite. Doze horas por dia focado na recuperação, mano. Doze horas!

    “Eu estava ficando louco tentando voltar”, contou o próprio Austin. E olha, dá pra entender perfeitamente — ver o time nos playoffs e não poder ajudar deve ser uma tortura pra qualquer competidor de verdade.

    A câmara hiperbárica virou praticamente a segunda casa dele. Enquanto a galera estava relaxando, o Reaves estava lá, fazendo de tudo pra acelerar a cicatrização. Sinceramente, não sei se eu teria essa disciplina toda.

    Voltou e fez a diferença

    E o resultado? O cara não só voltou como foi titular no jogo 5 contra os Rockets e ajudou os Lakers a passar de fase. Isso mesmo, uma série que muita gente achava que LA ia perder.

    Contra o Thunder na segunda rodada, ele continuou jogando muitos minutos e no jogo 2 fez 31 pontos — recorde pessoal dele nos playoffs. Trinta e um pontos! É ou não é jogador franquia?

    Olha, eu sempre soube que o Reaves era especial, mas essa história da recuperação mostra o nível de profissional que ele é. O cara literalmente fez o impossível pra estar em quadra quando o time mais precisava dele.

    Vocês acham que essa dedicação dele vai inspirar o resto do elenco dos Lakers? Porque pra mim, quando você vê um companheiro fazendo esse tipo de sacrifício, não tem como não se motivar também.